Han Solo ganha 14 fotos de personagens
A Disney divulgou 14 fotos de personagens de “Han Solo: Uma História Star Wars”, 13 delas em poses individuais. Além do trio formado por Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), em versões jovens, há as novidades de Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), Beckett (Woody Harrelson) e o robô L3-37 (voz de Phoebe Waller-Bridge), além de uma porção de alienígenas e personagens mascarados. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia de “Han Solo” está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretora de Jessica Jones negocia comandar próximo filme da franquia Star Trek
A diretora S.J. Clarkson, que assinou os primeiros episódios de “Jessica Jones” e “Os Defensores”, está em negociações com a Paramount para assumir o comando de um dos dois filmes de “Star Trek” anunciados pelo presidente do estúdio, Jim Gianopulos, na terça (25/4) durante a convenção CinemaCon. Caso tudo corra como previsto, ela se tornará a primeira cineasta a ir onde nenhuma mulher jamais esteve. Até então, todos os filmes da franquia foram dirigidos por homens. Clarkson filmará o quarto longa da franquia reiniciada, continuação de “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016), que segue as aventuras da tripulação da Enterprise comandada pelo Capitão Kirk (Chris Pine). Segundo rumores antigos, a trama vai incluir viagem no tempo e trará de volta Chris Hemsworth (o Thor) na pele do pai de Kirk, papel que o ator interpretou no reboot de 2009. Além deste filme, o diretor Quentin Tarantino desenvolve outro “Star Trek”, que atualmente está sendo escrito por Mark L. Smith, roteirista de “O Regresso”. Os dois longas serão produzidos por J.J. Abrams, que assumiu o comando da franquia ao dirigir “Star Trek” (2009).
Humoristas do Saturday Night Live apresentarão o prêmio Emmy 2018
Os comediantes Colin Jost e Michael Che, que integram o programa humorístico “Saturday Night Live”, vão apresentar o Emmy Awards 2018, premiação da Academia de Televisão dos Estados Unidos, que acontece em setembro. Eles foram escolhidos por seu próprio chefe, Lorne Michaels, o criador do programa de esquetes, que irá produzir a cerimônia deste ano para a rede NBC. Jost e Che são os âncoras do segmento “Weekend Update” do “Saturday Night Live”, que satiriza os noticiários de TV. A cerimônia do Emmy também deverá contar com outros membros do elenco de “Saturday Night Live”, que experimenta um renascimento, mais de 40 anos após sua estreia, graças a esquetes de tom político, que satirizam o governo Trump. No ano passado, o “SNL”, como também é conhecido, venceu novos prêmios Emmy, inclusive o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante (Kate McKinnon) e Ator Coadjuvante (Alec Baldwin), além de Melhor Série de Esquetes e Variedades. Os indicados ao Emmy 2018 serão anunciados em 12 de julho e os vencedores serão apresentados em 17 de setembro em Los Angeles.
Tom Cruise saltou 106 de avião para filmar uma cena de Missão Impossível: Efeito Fallout
As filmagens de “Missão Impossível: Efeito Fallout” colocaram a vida de Tom Cruise em risco diversas vezes, e não apenas no salto entre edifícios em que ele quebrou o tornozelo. O ator revelou, durante o evento da CinemaCon, em Las Vegas, que realizou 106 saltos de um avião para que uma cena saísse perfeita. Os saltos ocorreram entre 25 e 30 mil pés de altitude, a 350 km/h, e mostram Cruise agarrando Henry Cavill no ar. Uma das cenas de execução mais complexa do filme, ela foi repetida exaustivamente até ficar como o astro e o diretor Christopher McQuarrie queriam. Um operador de câmera precisou de treinamento especial para poder registrar as imagens, seguindo Cruise na sequência do salto de forma a não perder o enquadramento que o diretor queria dar. Ele também teve que pular junto do astro. Os 106 saltos foram o total realizados como “treinamento”. Já as filmagens da cena aconteceram em apenas três takes – isto é, três repetições. “Para estes filmes, é sobre o quanto podemos fazer, fisicamente, mas sem matar Tom”, explicou o diretor. Sexto filme da franquia e o segundo dirigido por McQuarrie, “Missão Impossível: Efeito Fallout” estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Paramount anuncia a produção de dois novos filmes da franquia Star Trek
A Paramount Pictures anunciou uma série de continuações de franquias durante sua participação da CinemaCon, convenção anual da indústria cinematográfica em Las Vegas. Além de revelar que o terror “Um Lugar Silencioso” teria uma sequência, a principal novidade ficou por conta da produção de dois filmes da franquia “Star Trek”. O diretor executivo do estúdio, Jim Gianopulos, não deu detalhes sobre as continuações de “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016. Mas, há dois anos, chegou a ser anunciado que o quarto filme traria de volta Chris Hemsworth (o Thor), que viveu George, o pai do capitão James Kirk, em “Star Trek” (2009). Existe também o projeto de um longa trekker com produção e direção do cineasta Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). As outras continuações anunciadas já eram conhecidas: um novo “Exterminador do Futuro” com Arnold Schwarzenegger, “Top Gun: Maverick”, com Tom Cruise, e “Guerra Mundial Z 2”, com Brad Pitt. Os dois primeiros devem chegar aos cinemas em 2019, enquanto o filme dos zumbis ainda não tem previsão para começar a ser rodado. O estúdio também pretende filmar o jogo de tabuleiro “Dungeons and Dragons”. Mas o filme não será continuação do trash “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, de 2000, que rendeu uma sequência lançada direto em DVD em 2005. Trata-se de um reboot completo da franquia.
Vingadores: Guerra Infinita chega com força total aos cinemas
Os super-heróis da Marvel chegam com força total nesta quinta (26/4), ocupando mais de mil telas de cinemas. Mas o circuito limitado resiste ao esmagamento do blockbuster com a programação de mais oito lançamentos, dos quais cinco são produções nacionais. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de cada estreia. Culminação do plano de dez anos da Marvel para conquistar o mundo, “Vingadores: Guerra Infinita” é o crossover mais ambicioso já feito. Ou seja, um longa que necessita que o espectador tenha visto vários outros filmes antes de entrar no cinema. Ápice do gênero dos filmes de quadrinhos, em que tudo é continuação e o próximo capítulo precisa superar o anterior, o terceiro “Vingadores” é hiperlativo em tudo, da maior quantidade de super-heróis já reunida à maior duração de uma produção do estúdio, sem esquecer da maior quantidade de lutas. Festival de socos e chutes, tem ação do começo ao fim, com algumas piadinhas típicas, mas num tom dramático que costuma ser mais associado aos longas da DC Comics, com direito até à morte de Superman – ou equivalente reversível na Marvel. Trata-se também do mais caro comercial de todos os tempos, com US$ 150 milhões investidos por empresas de carros, refrigerantes e outras para incluir seus produtos em momentos estratégicos da projeção. Mas os fãs nem perceberão as mensagens subliminares, já que o final trágico monopolizará as discussões por pelo menos um ano, até o próximo filme, num exemplo da eficiência máxima da fórmula Marvel de cinema. O fiapo da história que justifica a sinergia de marcas, reunindo Vingadores, Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho e personagens de Pantera Negra, gira em torno da ameaça de Thanos, supervilão que chega para mostrar para a Warner o que ela podia ter feito com Darkseid. Quarteirões serão arrasados com os inevitáveis recordes de bilheteria. Dramas indies A programação inclui mais três filmes falados em inglês, dois deles ingleses de verdade, todos dramáticos e de estúdios independentes. “Estrelas de Cinema Nunca Morrem” traz Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) como a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. E sua atuação é o grande destaque da produção, que tem diretor fraquinho (Paul McGuigan, de “Victor Frankenstein”) e segue a estrutura convencional das obras biográficas. Na trama, Bening incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, onde acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. Recebida com elogios da crítica, o longa viu sua aprovação cair de 95% para 80% no Rotten Tomatoes quando a atuação de Bening não lhe rendeu sua quinta indicação ao Oscar. “Somente o Mar Sabe” é o novo drama baseado numa história real do diretor James Marsh (“A Teoria de Tudo”). Narra a façanha do empresário britânico e marinheiro amador Donald Crowhurst, que, apesar de sua inexperiência, construiu um barco para participar de uma competição de velejadores em 1968, uma maratona solitária e sem paradas ao redor do mundo. Seu objetivo era ganhar o prêmio para saldar suas extensas dívidas, mas ao embarcar na viagem não levou em conta como seria difícil cumprir o trajeto. Desesperado sob a fúria dos elementos, ele decide forjar sua localização para sugerir que está sendo bem-sucedido em sua aventura. Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive o protagonista e o elenco também destaca Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) como sua esposa. 73% no Rotten Tomatoes. “Tudo que Quero” presta homenagem aos fãs de “Star Trek”, ao ao acompanhar uma jovem autista obcecada pelo universo trekker, que sonha escrever para a franquia. Logo, uma competição de roteiros para uma nova história da série a faz fugir dos cuidados da terapeuta e da irmã mais velha para chegar à fronteira final: Los Angeles, um lugar inamistoso e cheio de perigos para alguém em suas condições. Dakota Fanning (“Amaldiçoada”) tem o papel principal e o elenco traz Toni Colette (“Uma Longa Queda”) como a terapeuta e Alice Eve (que já estrelou um filme da franquia, “Além da Escuridão: Star Trek”) como a irmã mais velha. A direção é do polonês Ben Lewin, de 71 anos de idade, cujo trabalho mais recente foi o premiado drama indie “As Sessões” (2012). Para completar, a trilha é do guitarrista brasileiro Heitor Pereira (da franquia “Meu Malvado Favorito”). O resultado, porém, tem apenas 58% de aprovação – média para se ver em streaming. Festival de cinema brasileiro Em compensação, vale a pena ir ao cinema apreciar as produções nacionais da semana, que contam histórias necessárias do Brasil atual. “Praça Paris” venceu os prêmios de Melhor Direção e Atriz no Festival do Rio do ano passado. Suspense dramático, acompanha uma terapeuta portuguesa (Joana de Verona, de “Mistérios de Lisboa”) que trabalha na UERJ, onde atende Glória (Grace Passô, a premiada, de “O Roubo da Taça”), ascensorista da universidade, que lhe narra uma realidade bastante violenta – foi estuprada pelo próprio pai quando criança e seu irmão é um perigoso bandido que está na prisão. Cada vez mais assustada com os relatos, a terapeuta se sente ameaçada ao mesmo tempo em que Glória passa a vê-la como algo essencial em sua vida. Dirigido pela veterana Lúcia Murat (“A Memória que me Contam”), o longa exibe um retrato perturbador do Brasil atual, com elementos para se discutir racismo, empoderamento feminino e divisões sociais do país. E com uma tensão aflitiva, que não deixa seguro nem quem está no cinema. “A Cidade do Futuro” gira em torno de um relacionamento homoafetivo e a formação de uma família moderna por um casal gay e a irmã grávida de um deles. Entretanto, a história se passa no sertão baiano, marcado por machismo e homofobia, e foi inspirada em experiências reais do trio de atores (Mila Suzarte, Gilmar Araújo e Igor Santos) que, não por acaso, emprestam seus próprios nomes aos personagens. Assim, o filme dos codiretores Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques (“Depois da Chuva”) simboliza os dramas reais de inúmeras pessoas obrigadas a deixar seus lares e migrar para terra desconhecida, devido à intolerância. Uma denúncia importante sobre um fenômeno que não vira manchete dos jornais, atualmente preocupados em avisar quem viajar à Copa 2018 que a Rússia é homofóbica. Mas a Rússia é aqui. Um dos principais documentários do ano, “Ex-Pajé” chega ao circuito comercial após ganhar Menção Especial no Festival de Berlim e vencer o prêmio da crítica no É Tudo Verdade. Novo trabalho de Luiz Bolognesi, roteirista de “Elis”, “Como Nossos Pais” e “Bingo: O Rei das Manhãs” e diretor da premiada animação “Uma História de Amor e Fúria”, registra os povos da floresta Amazônica nos dias de hoje, a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos numa tribo isolada onde se tornou pajé. Mas, após o contato com os homens brancos, ouviu de um pastor evangélico que ser pajé é coisa do diabo e viu sua tribo se voltar contra ele. O filme mostra como missões evangélicas aceleram a aculturação, transformando em pecado um estilo de vida que lograra escapar da dizimação desde a colonização portuguesa. A fotografia do espanhol Pedro J. Márquez (“Como Nossos Pais”) merece menção à parte, por ser de tirar o fôlego. Os dois documentários que fecham a programação são “Rogério Duarte – O Tropikaoslista”, um registro com entrevistas e imagens de arquivo do artista plástico tropicalista Rogério Duarte, figura fundamental da arte brasileira dos anos 1960 e 70, falecido há dois anos, e “Pagliacci”, dedicado à arte dos palhaços, que conta a trajetória do grupo LaMínima, criado por Fernando Sampaio e pelo também recém-falecido ator Domingos Montagner (da novela “Velho Chico”).
Vídeo legendado de Vingadores: Guerra Infinita destaca importância de Wakanda na trama
A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que traz cenas inéditas da superprodução e comentários do elenco sobre a importância de Wakanda na trama. O longa marca o encontro de diversos super-heróis para enfrentar o supervilão Thanos (Josh Brolin), que ameaça destruir bilhões de vidas, e um dos campos de batalha é a nação do Pantera Negra (Chadwick Boseman). Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo legendado da Marvel reforça campanha contra spoilers de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou um vídeo legendado com o elenco de “Vingadores: Guerra Infinita” para ressaltar seu pedido – na verdade, campanha – para que se evitem spoilers do filme. Isto porque há mortes na trama. Assessores de imprensa da Disney chegaram a “reforçar” este pedido até para os críticos. E isto não pegou muito bem entre a imprensa norte-americana, que expôs o fato em suas críticas. Sobrou reprimendas até para os fanboys que policiam a mídia contra quem ousar desafiar a ordem anti-spoiler, chamando-os de minions da Marvel. Os jornais The New York Times, Los Angeles e o canadense Globe and Mail citaram cansaço com esse tipo de comportamento e como isso engessa críticas, já que impede que se faça um comentário mais profundo sobre o enredo ao se escrever sobre um filme. Alguns jornalistas ficaram tão irritados que exaltaram o fato de não haver nada no filme que valha spoiler, já que quem morre no universo Marvel logo “melhora” no lançamento seguinte. “Não há spoilers aqui. E não por causa das ordens do estúdio ou porque as reviravoltas do filme são especialmente geniais. Simplesmente porque nada em “Guerra Infinita” vale spoiler. Afinal de contas, os conceitos mágicos que distorcem a realidade e distorcem o tempo introduzidos na franquia efetivamente tornam todas as mortes reversíveis. E como até mesmo um leitor casual de tais histórias em quadrinhos sabe, o conceito de ‘morte de super-heróis’ de curta duração é um meme de longa data do gênero. Esses heróis caídos não valem suas lágrimas”, escreveu John Semley, do jornal canadense Globe and Mail. “Não há spoilers aqui, mas tudo o que é preciso é dar uma espiada na própria franquia para saber que a morte é temporária. Somente a criação de franquias é infinita”, ecoou Joshua Rothkopf, da revista Time Out.
Deadpool volta a se fazer de engraçadinho com Cable e Dominó em novo pôster
A Fox divulgou um novo pôster de “Deadpool 2”, desta vez para o mercado japonês. O cartaz volta a trazer o herói vivido por Ryan Reynolds se fazendo de engraçadinho com Cable (Josh Brolin, de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Dominó (Zazie Beetz, da série “Atlanta”), personagens que serão introduzidos na continuação. Com direção de David Leitch (“Atômica”), “Deadpool 2” estreia em 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Personagens de Han Solo ganham duas novas coleções de pôsteres individuais
A Disney divulgou duas novas coleções de pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Os cartazes voltam a trazer os personagens centrais em poses individuais, alguns pela primeira vez. Além do trio formado por Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), que ganham versões jovens, há as novidades de Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), Beckett (Woody Harrelson), Val (Thandy Newton), Dryden (Paul Bettany), o robô L3-37 (voz de Phoebe Waller-Bridge) e um alien chamado Rio (voz de Jon Favreau). O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia de “Han Solo” está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Um Lugar Silencioso vai ganhar continuação
O terror “Um Lugar Silencioso”, fenômeno de bilheteria escrito, dirigido e estrelado pelo ator John Krasinski, vai ganhar uma continuação. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (25/4) pelo presidente da Paramount Pictures, Jim Gianopoulos, na CinemaCon, convenção americana de exibidores, realizada anualmente em Las Vegas. “Estamos felizes em dizer que já estamos trabalhando na sequencia de ‘Um Lugar Silencioso'”, disse Gianopoulos aos exibidores. O executivo, no entanto, não deu mais detalhes sobre a produção, nem se Krasinski voltaria à cadeira de diretor. O filme, que custou apenas US$ 17 milhões para ser produzido, arrecadou até agora US$ 134 milhões nos Estados Unidos e US$ 213 milhões no mundo inteiro. A produção também conquistou a crítica, com média de 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
John Travolta surge irreconhecível no set de filme do cantor da banda Limp Bizkit
Lembra de Fred Durst? O cantor da banda de rock dos anos 1990 Limp Bizkit está dirigindo seu terceiro filme, que será estrelado por John Travolta. E fotos feitas por paparazzi revelaram o ator irreconhecível no set. Barbudo, de óculos e com um corte de cabelo bem diferente, Travolta foi flagrado filmando no famoso Hollywood Boulevard. Em “Moose”, o ator vive um fã obscecado que persegue um astro de cinema. A história foi inspirada por uma experiência semelhante vivida por Durst com um fã, anos atrás. Mas também é a mesma história de uma dúzia de outros filmes – curiosamente, dois deles estrelados por Robert DeNiro, “O Rei da Comédia” (1982) e “Estranha Obsessão” (1996) O elenco de “Moose” também inclui Devon Sawa (série “Nikita”), Ana Golja (série “Degrassi: A Próxima Geração”) e James Paxton (série “Eyewitness”). Ainda não há previsão para a estreia.
Os Simpsons: Dublador de Apu afirma que pode abandonar personagem após controvérsia
A polêmica evolvendo o personagem Apu, devido à forma preconceituosa como os indianos são retratados na série animada “Os Simpsons”, fez o ator Hank Azaria, que dubla Apu, afirmar que pode deixar o papel. Durante entrevista ao “Late Show” de Stephen Colbert, na noite de terça (24/4), ele revelou ter refletido sobre o assunto e disse estar disposto a deixar de dublar o personagem, abrindo espaço para um dublador indiano, além de pedir roteiristas indianos na série. “Eu pensei muito nisso. Muito mesmo. E meus olhos foram abertos. Eu acho que o mais importante é escutar as pessoas de origem indiana neste país e suas experiências. Ouvir as vozes deles significa incluí-los na sala dos roteiristas. Eu realmente quero ver indianos e pessoas do sul da Ásia nas salas de roteiro, informando em que direção o personagem pode seguir”, afirmou Azaria, que também dubla outros 30 personagens, entre eles Moe e o chefe de polícia Wiggam. “Eu estou perfeitamente disposto a sair e ajudar a fazer uma transição para algo melhor. Espero que ‘Os Simpsons’ façam isso. É o que eu sinto que é a coisa certa a fazer agora”, afirmou ele. O tratamento dado a Apu já rendeu até um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”, em que o comediante Hari Kondabolu questionou tanto o estereótipo indiano, quanto o fato de ele ser dublado por alguém imitando o sotaque dos asiáticos. A resposta veio num episódio de “Os Simpsons” exibido no começo de abril, que só piorou a situação. Na trama, Lisa dizia: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamene incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Veja abaixo a entrevista com Hazaria, que aborda a controvérsia.












