Vida de Bob Marley vai virar filme de Hollywood
O cantor Bob Marley vai ganhar um filme biográfico da Paramount Pictures, com produção de seu filho Ziggy Marley. Segundo o site Deadline, a produção se encontra em fase inicial de desenvolvimento e ainda não possui título, diretor ou atores confirmados. O filme vai contar a vida e obra de Marley, principal nome do reggae e responsável a popularizar a música jamaicana em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. Ele morreu muito jovem, de câncer, aos 36 anos em 1981. Mas uma série de coletâneas e obras relacionadas à sua carreira mantém suas músicas muito tocadas até hoje. De acordo com a revista Forbes, Bob Marley foi a quinta celebridade falecida que mais lucro gerou aos seus herdeiros em 2017. Foram US$ 23 milhões arrecadados em direitos autorais, atrás apenas de Michael Jackson, do golfista Arnold Palmer, do cartunista Charles Schulz e de Elvis Presley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013).
Jamie Foxx revela ter sofrido racismo em seu primeiro musical na faculdade
O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) revelou uma experiência traumática de racismo que sofreu ao tentar seguir sua carreira, quando ainda era um estudante de Música na United States International University, na Califórnia. Durante o seu programa de entrevistas para a internet, “Off Script”, ele contou que foi proibido de subir ao palco durante uma apresentação musical por ser negro, e teve que cantar atrás das cortinas, enquanto os colegas brancos apareciam diante do público. “Me chamaram para participar de um espetáculo, porque precisavam de um tenor”, explicou Foxx, ao receber no programa a comediante Sarah Silverman, sem revelar o nome do musical ou dos estudantes envolvidos na peça. “Eles não me permitiam entrar no palco, mas me deixavam ficar atrás da cortina, porque não havia negros na produção. Então, eu cantava lá atrás, apenas nos momentos da música em que eles precisavam.” Foxx ainda afirmou que essa foi a sua primeira experiência com musicais. Mas ele começou a tocar piano com apenas cinco anos de idade e chegou a trabalhar como pianista e líder do coro da igreja em que frequentava no Texas quando era mais novo. Depois de completar o Ensino Médio, ele ganhou uma bolsa na United States International University, onde estudou música clássica e composição, e experimentou racismo pela primeira vez em sua jornada, que o levou a conquistar um Oscar de Melhor Ator por “Ray” em 2005. Veja abaixo a íntegra do programa com a revelação do astro de Hollywood.
Versão de Mogli dirigida por Andy Serkis ganha trailer e vídeo de bastidores legendados
A Warner divulgou as versões legendadas do trailer e do vídeo de bastidores de “Mogli – O Livro das Selvas”, a nova versão da clássica história de Mogli, o Menino-Lobo, dirigida por Andy Serkis (o César da trilogia “Planeta dos Macacos”). A prévia revela bichos falantes criados realisticamente por computador, como na recente versão da Disney, mas maior interação com cenários reais e a presenta de outros humanos, além do menino protagonista. No vídeo de bastidores, Serkis descreve sua versão como mais sombria (claro, é da Warner), assegurando que não há canções ou animais dançarinos, e por isso mais próxima de “O Livro da Selva”, o romance original de Rudyard Kipling. Além de dirigir, Serkis dá vida, via captura de movimentos, ao urso Baloo (Balu), que ele afirma ser completamente diferente da versão amigável da Disney. Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) anima a pantera Bagheera (Baguera), Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) é o tigre Shere Khan (Jangal Khan), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) interpreta a serpente Kaa, Peter Mullan (série “Ozark”) vive o lobo Akela e Naomie Harris (“Moonlight”) é a loba Nisha (Raksha, na adaptação da Disney). O menino Mogli é interpretado por Rohan Chand (“A 100 Passos de um Sonho”) e o elenco humano ainda inclui Freida Pinto (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e Matthew Rhys (série “The Americans”). “Mogli – O Livro das Selvas” estreia em 18 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Oscar Isaac caça criminoso de guerra nazista no trailer de Operation Finale
A MGM divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Operation Finale”, thriller de época que recria a caça a Adolf Eichmann, um principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial. Descrito por seus produtores como uma mistura de “Argo” (2012) e “Munique” (2005), o filme acompanha um time de espiões israelenses em busca do idealizador do Holocausto, que após a queda do nazismo buscou se esconder na Argentina, onde permaneceu com uma nova identidade durante vários anos até ser descoberto pelo Mossad. Filmado na própria Argentina pelo diretor Chris Weitz (“A Saga Crepúsculo: Lua Nova”), o filme traz Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como Peter Malkin, o líder da operação de captura, e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) como Eichmann. O elenco também inclui a francesa Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Nick Kroll (série “The League”), Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”), Haley Lu Richardson (“Fragmentado”), Greta Scacchi (série “The Terror”) e o israelense Lior Raz (“Maria Madalena”). A estreia está marcada para 14 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
The Old Man and the Gun: Último filme da carreira de Robert Redford ganha trailer
A Fox Searchlight divulgou o pôster, duas fotos e o trailer de “The Old Man and the Gun”, último filme estrelado por Robert Redford, que anunciou sua aposentadoria após este papel. O ator de 81 anos considerou a produção perfeita para encerrar sua filmografia, mas continuará ativo no desenvolvimento de projetos do Sundance Institute e do Festival de Sundance, que ele criou nos anos 1970, e eventuais trabalhos de direção. Com direção e roteiro de David Lowery, que dirigiu Redford recentemente em “Meu Amigo, o Dragão” (2016), o longa-metragem conta a história real de Forrest Tucker, famoso assaltante de bancos americanos que fugiu da prisão aos 70 anos de idade e cometeu uma série de assaltos que desafiaram a polícia. O elenco ainda conta com Sissy Spacek (série “Bloodline”), Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”), Danny Glover (“2012”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Elizabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). “The Old Man and the Gun” chega aos cinemas americanos em 28 de setembro e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Leave No Trace: Veja trailer do novo drama indie da diretora de Inverno da Alma com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
A Bleekler Street divulgou o pôster, 21 fotos e o trailer de “Leave No Trace”, novo drama indie da cineasta Debra Granik, que volta à ficção oito anos após causar frisson com o premiado “Inverno da Alma” – o longa que lançou ao estrelato a então adolescente Jennifer Lawrence. Consistente, Granik fez apenas três filmes de ficção na carreira e todos foram premiadíssimos e extremamente elogiados pela crítica especializada. “Leave No Trace” venceu o Festival de Cinema Independente de Boston e o Heartland Film, nos Estados Unidos, e tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como os demais, o longa se passa no interiorzão americano. Um pai e sua filha adolescente vivem uma existência pacífica em um vasto parque urbano em Portland, no Oregon, quando são detidos por invasão pelas autoridades. Eles são colocados num programa de habitação popular, mas não conseguem se adaptar. O ator Ben Foster (“A Qualquer Custo”) vive o pai e Thomasin McKenzie (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) interpreta a filha, e a performance da jovem está sendo comparada ao desempenho que rendeu a Jennifer Lawrence sua primeira indicação ao Oscar. O elenco de apoio ainda inclui Dale Dickey e Isaiah Stone (que participaram de “Inverno da Alma”), Jeff Kober (série “Sons of Anarchy”), Dana Millican e Ayanna Berkshire (ambas da série “Grimm”). A estreia está marcada para 29 de junho nos Estados Unidos, em circuito limitado, e não há previsão de lançamento no Brasil.
Jerry Maren (1920 – 2018)
Morreu o ator Jerry Maren, que era o último “munchkin” ainda vivo do clássico “O Mágico de Oz”, de 1939. A causa da morte é desconhecida, mas ele sofria de demência. Tinha 98 anos e faleceu há uma semana em uma casa de repouso em San Diego, apesar de só agora a notícia vir a público. Nascido em 24 de janeiro de 1920, Maren virou ator ao embarcar num ônibus de Nova York lotado de anões, que tentariam a sorte em Hollywood, no extremo oposto do país. Os produtores da MGM queriam juntar o maior número já visto de anões num único filme. Mas a viagem cansativa acabou compensando, pois ele foi aprovado no teste e acabou imortalizado como um munchkin em “O Mágico do Oz”, um dos maiores clássicos do cinema. Os munchkins eram os anões que Dorothy encontrava ao chegar no reino mágico de Oz. O papel acabou sendo o mais marcante da carreira de Maren, mas ele fez cerca de 70 outros, em filmes como “Os Irmãos Marx no Circo” (1939), “Quando os Homens São Homens” (1945), “Superman e os Homens-Toupeira” (1951), “O Planeta dos Macacos” (1968), “A Casa do Espanto” (1985) e a série “Seinfeld”, nos anos 1990. Em 1990, ele ainda participou de “Sonhos de Oz”, cinebiografia de L. Frank Baum, o escritor que criou “O Mágico de Oz”, voltando a viver um munchkin. E em 2009 foi um dos destaques da festa dos 70 anos de “O Mágico de Oz”, organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.
Conheça mais sobre o documentário esportivo Minas do Futebol
Em clima de Copa do Mundo, o documentário “Minas do Futebol” consegue explorar um lado diferente do futebol. Lançado em agosto de 2017, é um documentário bem diferente de todo o conteúdo já produzido no Brasil sobre futebol feminino. Nele, o diretor Yugo Hattori aborda a história do time feminino sub-13 do Centro Olímpico, que conseguiu ganhar o título da Copa Moleque Travesso de 2016, uma competição disputada somente por equipes masculinas, incluindo os times de grandes clubes como São Paulo e Corinthians. O que levou esse grupo de jogadoras a participar do torneio masculino foi a falta de uma competição organizada e exclusiva para o futebol feminino nessa faixa etária. A partir de então, a equipe sub-13 do Centro Olímpico venceu inúmeros desafios e o preconceito até chegar na final, contra o time do São Paulo, a qual elas venceram e, consequentemente, entraram para a história da modalidade no Brasil. A ideia que originou o documentário Minas do Futebol Em uma entrevista sobre o Minas do Futebol, Yugo Hattori declarou que a ideia de produzir esse documentário surgiu da vontade de mostrar ao sobrinho de seis anos que o futebol também é um esporte para mulheres. Segundo Yugo, ele chegou a procurar outros materiais que divulgassem o futebol feminino de forma positiva, mas apesar de encontrar conteúdos de qualidade, todos eles possuíam um viés mais negativo, com foco nas dificuldades e adversidades vividas nesse meio. Indo em contrapartida a essa tendência, Yugo Hattori decidiu que gostaria de criar um material que trouxesse esperança e otimismo em relação ao futebol feminino no país. Nesse momento, ele se lembrou da história da equipe sub-13 do Centro Olímpico, a qual ele havia lido meses antes e achado interessante. Logo em seguida, ao contar sobre a sua ideia para os responsáveis pela supervisão do futebol feminino do Centro Olímpico, Yugo teve total apoio para levar o projeto adiante e começar a desenvolver o documentário. No segundo semestre de 2017, após ser editado e finalizado, o Minas do Futebol foi lançado oficialmente no Youtube e em outras mídias sociais, uma escolha do diretor para que o documentário tivesse um alcance maior e mais duradouro. Não por coincidência, o lançamento ocorreu em um momento no qual o futebol feminino e as suas jogadoras tem conquistado mais voz e espaço na mídia. Nós últimos meses, a própria CBF (Confederação Brasileira de Futebol) também vem adotando medidas de incentivo à modalidade, como a exigência de que, para participar da Copa Libertadores a partir de 2019, os clubes precisam manter uma equipe feminina. Impactos positivos do documentário Com o propósito de mostrar uma faceta pouco explorada do futebol feminino, a do sucesso e da realização pessoal, o Minas do Futebol funciona como um ótimo exemplo de como essa modalidade tem o potencial de conquistar objetivos que poderiam parecer inalcançáveis. Para as meninas e jovens adolescentes do Brasil, o documentário funciona como um grande incentivo à essa atividade, pois demonstra que com determinação e esforço, tudo é possível. Ao mostrar a rotina de treinos e a história das jogadoras do sub-13 do Centro Olímpico com um olhar de otimismo e confiança, o documentário conseguiu romper com vários estereótipos enraizados entre os brasileiros acerca do futebol feminino, e ainda chamar a atenção para o futuro do esporte no país.
Trailer legendado do primeiro longa animado do Homem-Aranha é divertidíssimo e surpreendente
A Sony divulgou o pôster e o novo trailer, em versões legendada e dublada, do primeiro longa animado do Homem-Aranha, “Homem-Aranha no Aranhaverso” (“Spider-Man: Into the Spider-Verse”, no original). A prévia tenta explicar que a trama se passa num universo alternativo, que os fãs dos quadrinhos conhecem como o antigo universo Ultimate, onde Peter Parker não é o único Homem-Aranha. Em seguida, passa a destacar a origem de Miles Morales, o Homem-Aranha mais jovem, negro e latino da Marvel, que aprende seus primeiros passos como super-herói com o pior professor possível, o próprio Homem-Aranha, bem mais velho que nas versões recentes do cinema. O tom é divertidíssimo, na mesma pegada de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, ainda que sem a presença do hilário Ganke Lee, o nerd coreano que é o melhor amigo de Miles no colégio, porque ele foi transformado em Ned Leeds no filme citado. Outro detalhe: algumas imagens parecem pintura, lindamente desenhadas, o que é raridade numa obra criada por computação gráfica. O vídeo ainda encerra com uma surpresa totalmente inesperada, mas que justifica o título de “Aranhaverso”: a aparição de Gwen Stacy como Gwen-Aranha. Nos quadrinhos, ela é de outro universo paralelo, onde Peter Parker morreu. Assim, o filme promete apresentar não apenas Miles, mas outra personagem que já foi “Mulher-Aranha” nos quadrinhos. Se isso soa confuso para quem viu Gwen Stacy morrer no filme “O Espetacular Homem-Aranha 2”, saiba que os leitores da Marvel também consideram essa profusão de universos paralelos uma bagunça. Tanto que a editora tentou consertar com sua versão de “Crise nas Infinitas Terras”, chamada “Guerras Secretas”, que apenas serviu para encerrar o universo Ultimate, sem resolver os paradoxos criados pela inclusão de Miles Morales – e Gwen-Aranha – na continuidade dos quadrinhos originais. Afinal, Miles originalmente foi criado pela Marvel para suprir a morte de Peter Parker na linha Ultimate. Seus criadores, Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, lançaram-no nos quadrinhos em 2011 dizendo que se inspiraram no presidente Barack Obama e no ator Donald Glover (série “Atlanta”) – que, por sinal, está no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Mas quando a editora decidiu cancelar as publicações desse selo em 2015, Morales acabou incorporado ao universo oficial da Marvel, onde Peter Parker continuava vivo. Desde o ano passado, Morales também faz parte da série animada “Ultimate Homem-Aranha”, dublado por – ele mesmo – Donald Glover. No longa animado, porém, ele é dublado por Shameik Moore (série “The Get Down”). Já Peter Parker tem a voz de Jake Johnson (série “New Girl”), enquanto Gwen Stacy é dublada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 20 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Documentário sobre Henfil vence o Festival Cine PE 2018
O documentário “Henfil”, sobre o cartunista, jornalista e escritor mineiro que marcou os anos 1970 com a criação do Fradim, venceu duplamente o festival Cine PE 2018, escolhido pelo júri oficial e pelo público como o Melhor Filme em longa-metragem da programação do evento, encerrado na noite de terça (5/6). O filme também rendeu troféus de direção e roteiro, ambos de Angela Zoé (“Meu Nome é Jacque”), que resgatou a intimidade de Henfil, morto em 1988, ao ser contaminado com HIV numa transfusão de sangue. A cineasta teve acesso à filmagens em Super 8 do acervo pessoal do célebre cartunista e resgatou seus desenhos críticos ao regime militar, nas charges publicadas no semanário “O Pasquim” em plena ditadura. Mas foi “Os Príncipes”, de Luiz Rosemberg Filho (“Guerra do Paraguay”), que conquistou o maior número de prêmios, recebendo seis Calungas de Prata, o troféu do Cine PE, incluindo os de Melhor Atriz, Ator e Ator Coadjuvante, respectivamente para Patrícia Niedermeier, Igor Cotrim e Tonico Pereira. O falso documentário “Vidas Cinzas”, de Leonardo Martinelli, ganhou o prêmio de melhor curta nacional no Cine PE. Já a mostra competitiva de curtas Pernambucanos premiou “Uma Balada para Rocky Lane”, dirigido por Djalma Galindo. O documentário “Marias”, de Yasmin Dias, e as animações “Insone”, de Débora Pinto e Breno Guerreiro, e “Plantae”, de Guilherme Gehr, receberam Menção Honrosa do júri do festival. Confira abaixo a lista completa de premiados. Vencedores do festival Cine PE 2018 MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS Melhor Filme – “Henfil” Melhor Direção – Angela Zoé (“Henfil”) Melhor Roteiro – Angela Zoé e Gabriela Javier (“Henfil”) Melhor Fotografia – Alisson Prodlik (“Os Príncipes”) Melhor Montagem – João Rodrigues e Indira Rodrigues (“Henfil”) Melhor edição de som – Marcito Vianna (“Os Príncipes”) Melhor Trilha Sonora – Gustavo Jobim (“Os Príncipes”) Melhor Direção de Arte – Letycia Rossi (“Dias Vazios”) Melhor Ator Coadjuvante – Tonico Pereira (“Os Príncipes”) Melhor Atriz Coadjuvante – Carla Ribas (“Dias Vazios”) Melhor Ator – Igor Cotrim (“Os Príncipes”) e Arthur Ávila (“Dias Vazios”) Melhor Atriz – Patrícia Niedermeier (“Os Príncipes”) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS Melhor Filme – “Vidas Cinzas” Melhor Direção – Klaus Hastenreiter (“Não Falo com Estranhos”) Melhor Roteiro – Rubens Passaro (“Universo Preto Paralelo”) Melhor Fotografia – Ivanildo Machado (“Sob o Delírio de Agosto) Melhor Montagem – Pedro de Aquino (“Vidas Cinzas”) Melhor Edição de Som – Rafael Vieira (“Abismo”) Melhor Trilha Sonora – Alexsandra Stréliski e Ludovico Einaudi (“Plantae”) Melhor Direção de Arte – Rachel Oleksy (“Teodora Quer Dançar”) Melhor Ator – Jurandir de Oliveira (“Abismo”) Melhor Atriz – Mariana Badan (“Teodora quer Dançar”) Menções Honrosas – “Marias”, “Plantae” e “Insone” MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS Melhor Filme – “Uma Balada para Rocky Lane” Melhor Direção – Diego Melo (“Seja Feliz”) Melhor Roteiro – Fabio Ock (“Seja Feliz”) Melhor Fotografia – Henrique Spencer (“Frequências”) Melhor Montagem – Marcos Buccini (“O Consertador de Coisa Miúdas”) Melhor Edição de Som – Adalberto Oliveira (“Frequências”) Melhor Trilha Sonora – Neilton Carvalho (“O Consertador de Coisas Miúdas”) Melhor Direção de Arte – Lia Letícia (“Frequências”) Melhor Ator – Heraldo Carvalho (“Edney”) Melhor Atriz – Roberta Mharciana (“Cara de Rato”) PRÊMIO DA CRÍTICA Melhor Longa-Metragem – “Christabel” Melhor Curta Nacional – “Abismo” Melhor Curta Pernambuco – “Seja Feliz” PRÊMIO CANAL BRASIL Melhor Curta: “Universo Preto Paralelo” (SP)
Jared Leto vai estrelar e produzir filme solo do Coringa
Jared Leto voltará a viver o Coringa em um filme solo do personagem, afirma a revista Variety. Fontes ouvidas pela publicação informaram que o ator negocia estrelar e produzir o primeiro filme do Palhaço do Crime, que deverá estender o universo compartilhado dos personagens de “Esquadrão Suicida”. Além deste filme, que ainda está em estágio embrionário, a Warner também desenvolve um longa focado na Arlequina, vivida por Margot Robbie. A falta de informações oficiais deixam no ar se projeto seria uma adaptação de “Aves de Rapina” (Birds of Prey), que reúne heroínas femininas da DC Comics, ou “Sereias de Gotham” (Gotham City Sirens), sobre as vilãs de Batman. Ambos os projetos tem sido mencionados por fontes das publicações sobre cinema dos Estados Unidos. Paralelamente, a Warner também está desenvolvendo um filme sobre a origem do Coringa, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, sob a direção de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”). Quando anunciou o projeto, o estúdio disse que ele não interferiria na continuidade do Coringa de Leto. O estúdio está atualmente em busca de um roteirista para o filme de Leto. Além disso, há conversas sobre um longa do Pistoleiro, estrelado por Will Smith. Vale lembrar que o único projeto confirmado até o momento é a continuação de “Esquadrão Suicida”, que entrará em produção em 2019 com direção de Gavin O’Connor (“O Contador”).
Han Solo deve se tornar o primeiro filme de Star Wars a dar prejuízo
“Han Solo: Uma História Star Wars” ultrapassou a marca de US$ 150m (milhões) de arrecadação doméstica na segunda-feira (4/5), após 10 dias de exibição na América do Norte. O detalhe é que este valor era o mínimo projetado pela Disney para seu primeiro fim de semana em cartaz. O baixo faturamento também se estendeu para o mercado internacional. Em todo o mundo, o filme soma US$ 265m. E, para piorar, não há expectativa de reação, já que na próxima semana enfrentará competição de outro lançamento da Disney, “Os Incríveis 2”. Como também possui o maior orçamento da história da franquia – US$ 250 milhões devido a refilmagens causadas pela demissão dos diretores originais da produção – , projeções de analistas ouvidos pelo site The Hollywood Reporter apontam que “Han Solo” será o primeiro dos 11 filmes já lançados do universo “Star Wars” a dar prejuízo. A expectativa atual é que o longa atinja uma bilheteria total próxima dos US$ 400 milhões — número baixo quando comparado com outros filmes da saga que passaram de US$ 1 bilhão sem muitas dificuldades. Caso isso se confirme, “Han Solo” dará pelo menos US$ 50m de prejuízo. “Os números marcam uma nova realidade para a Disney, que nos últimos anos viveu uma realidade mística em que eles nunca erravam”, disse o analista Barton Crockett, da consultoria B. Riley FBR Inc, citado pelo THR em avaliação para investidores. Vale ressaltar que o orçamento de US$ 250 milhões de Han Solo não inclui os custos de marketing e, como se sabe, os estúdios dividem a receita das bilheterias com as redes de cinema e também pagam taxas sobre o valor bruto. Ao ser contratado para viver a versão jovem de Han Solo, Alden Ehrenreich assinou contrato para estrelar mais dois filmes como o personagem, mas, diante do desempenho do primeiro, eles agora podem não sair do papel.
Evangeline Lilly pode ter soltado um spoiler de Homem-Formiga e a Vespa
A atriz Evangeline Lilly pode ter soltado um spoiler de “Homem-Formiga e a Vespa” e confirmado teorias de fãs sobre “Vingadores 4”, ao postar um vídeo sobre assunto completamente diferente em seu Instagram. A intérprete da heroína Vespa publicou o vídeo para comentar a polêmica votação da neutralidade da internet no senado norte-americano. Ela comparou a vitória citando o filme. “Nós vencemos no senado e foi incrível. Agora faremos de novo [no Congresso completo]. Aquele foi Golias, e agora lutaremos contra o Thanos”, disse ela. Embora os trailers de “Homem-Formiga e a Vespa” tenham destacado a vilã Fantasma (vivida por Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”), sabe-se que o filme inclui o personagem Dr. Bill Foster, também conhecido como o herói Golias Negro nos quadrinhos. Ele é interpretado pelo ator Laurence Fishburne (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”). Estaria a atriz sugerindo que Fishburne será vilão no filme? A alusão à Thanos, por sua vez, parece enfatizar a importância do Homem-Formiga e da Vespa na luta contra antagonista de “Vingadores: Guerra Infinita”. Fãs acreditam que o universo subatômico, que deverá ser explorado no filme do casal de heróis, fornecerá a chave para derrotar o titã louco – via viagem no tempo – em “Vingadores 4”. Novamente dirigido por Peyton Reed, “Homem-Formiga e a Vespa” estreia nos cinemas brasileiros em 5 de julho. For those of you who are confused – we had to win the senate before we could tackle the house. We DID win the senate and that was INCREDIBLE, now let’s do it all over again. That was Goliath, now we’re facing Thanos. Don’t let them censor and throttle us. Let’s get loud. Let’s win again. #netneutrality #battleforthenet (swipe right). LINK IN BIO! Uma publicação compartilhada por Evangeline Lilly (@evangelinelillyofficial) em 4 de Jun, 2018 às 8:03 PDT












