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    Finn Wolfhard, da série Stranger Things, desabafa contra assédio nas redes sociais

    9 de novembro de 2017 /

    Depois de ter sido assediado por fãs nas redes sociais, o ator Finn Wolfhard, que vive o menino Mike na série “Stranger Things”, usou o Twitter para pedir respeito a seus limites pessoais. “Ei, pessoal! Eu não quero excluir ninguém dessa legião de fãs, mas se você for um fã de verdade, não vai assediar meus amigos ou colegas de trabalho. Vocês saberão quem vocês são”, escreveu o ator. “Por que eu ainda tenho de tuitar isso, eu não sei. Qualquer pessoa que se diz ‘fã’ e resolve perseguir alguém por atuar e fazer o seu trabalho é ridículo. Pense antes de escrever”, completou o ator. O desabafo aconteceu após fãs da série criticaram Wolfhard nas redes sociais, por não terem conseguido tirar uma foto com ele, que não parou para cumprimentá-los no caminho até o hotel onde estava hospedado. Um vídeo do momento circulou pela internet. Embora a mensagem se refira ao assédio no geral, não passou despercebido pela atriz Shannon Purser, intérprete de Barb na 1ª temporada da série, que tudo começou com um adulto, responsável pela publicação do vídeo. Wolfhard tem 14 anos. “Ok, não. Nenhum ator é obrigado a parar para ninguém. Finn é um ser humano incrivelmente gentil. Mas ele é humano e precisa de um tempo também”, escreveu a atriz no Twitter. “Eu experimentei isso em uma escala menor, obviamente, mas eu tive pessoas me esperando em hotéis, no portão do aeroporto, etc. E eu sou adulta. Eu não consigo imaginar ser inundada por toda essa atenção nessa idade. É intimidador”, completou. Hey everybody! I don't wanna ex-communicate anyone from this fandom, but if you are for real you will not harass my friends, or co-workers. Ya'll know who you are. — Finn Wolfhard (@FinnSkata) November 8, 2017 Why I even have to tweet that, I don't know. Anyone who calls themselves a "fan" and actively goes after someone for literally acting and doing their job is ridiculous. Think b4 ya type boiiii — Finn Wolfhard (@FinnSkata) November 8, 2017

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    Ken Jeong “vem ao Brasil” em comerciais de aplicativo bancário

    9 de novembro de 2017 /

    O ator Ken Jeong, da trilogia “Se Beber, Não Case” e das séries “Community” e “Dr. Ken”, estrela a campanha de marketing do banco digital Next, uma nova plataforma do Bradesco. No primeiro anúncio, ele usa o app para reservar passagens para São Paulo, o que funciona como teaser. Já a versão completa do comercial, que pode ser conferida abaixo, tem quase três minutos de duração – mas ela também foi editada em propagandas de 15, 30 e 60 segundos. A produção é da Barry Company e segue um tom de comédia nonsense, com Jeong vivendo a si mesmo, uma celebridade irritante, que reclama de tudo e incomoda a todos, enquanto sugere que usem o aplicativo bancário. A trilha é “How Does That Grab You”, de Nancy Sinatra.

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    Netflix vai lançar histórias em quadrinhos do criador de Kick-Ass e Kingsman

    9 de novembro de 2017 /

    A Netflix vai mesmo virar editora de quadrinhos. O contrato com o autor Mark Millar não é apenas para o lançamento de séries. A ideia é usar a Millarworld, adquirida pela plataforma de streaming em agosto deste ano, como uma encubadora de franquias. O primeiro gibi da Netflix será lançado em 2018 e terá seis edições. Intitulada “The Magic Order”, a nova criação de Mark Millar terá desenhos de Olivier Coipel e acompanhará a trajetória de cinco famílias de magos que precisam tomar medidas diante do surgimento de um novo inimigo. A capa do primeiro exemplar foi adiantada pela Netflix e pode ser vista abaixo. A Millarworld foi fundada em 2004, mas não funcionava como uma editora tradicional de quadrinhos. Era originalmente uma empresa criativa, que detinha o registro dos personagens de Mark Millar, publicados por diferentes companhias. Atualmente, o roteirista tem 18 títulos diferentes no portfólio, que já renderam três franquias cinematográficas: “O Procurado”, “Kick-Ass” e “Kingsman”. Antes de se lançar como autor independente de sucesso, Millar passou oito anos na Marvel, onde desenvolveu quadrinhos e arcos dramáticos muito populares. Suas histórias dessa fase também inspiraram filmes: “Os Vingadores” (2012), “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e “Logan” (2016).

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    Justiça suíça arquiva acusação de estupro contra Polanski

    8 de novembro de 2017 /

    A Justiça suíça declarou prescritas as acusações de estupro apresentadas no final de setembro contra o cineasta Roman Polanski. A violência teria acontecido em 1972, quando a vítima tinha 15 anos. “Na medida em que os fatos ocorreram há 45 anos, a prescrição penal – que era de no máximo 15 anos segundo o código da época – ocorreu o mais tardar em 1987”, de modo que as acusações perderam a validade, afirmou em um comunicado a procuradoria do Cantão de Berna que analisava a denúncia. “Em aplicação do princípio de não retroatividade do direito penal, um ato deve ser julgado segundo o direito em vigor no momento em que foi cometido. Em ausência de exceção a esse princípio, isso também se aplica aos prazos de prescrição”, detalhou a procuradoria. A mulher que acusa o diretor, Renate Langer, tem atualmente 61 anos. Ex-atriz e modelo, nascida em Munique, Langer apresentou sua denúncia em 26 de setembro na polícia suíça, assegurando que foi estuprada pelo cineasta duas vezes quando tinha 15 anos. Na denúncia, a vítima afirmou que o primeiro estupro aconteceu na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após, Polanski teria convidado Langer para figurar num filme seu como pedido de desculpas. Assim, o segundo abuso aconteceu, após as filmagens de “Que?”, de 1972, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Langer foi a quarta mulher a acusar Polanski, que hoje tem 84 anos, de agressão sexual. Em 1977, o cineasta reconheceu ter mantido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, de 13 anos. Um juiz aceitou, em troca da admissão dos fatos, descartar outras acusações mais graves, deixando-o preso por 48 dias. Mas Polanski temia que o juiz desfizesse sua promessa e o mandasse à prisão perpétua, e ao conseguir liberdade condicional fugiu para a França, de onde não podia ser extraditado por ser cidadão francês. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o cineasta a estuprou quando ela tinha 16 anos, e outra mulher, identificada como Robin, também o acusou de ter abusado dela, quando ela tinha 16 anos. Todos os casos teriam acontecido há muitos décadas. Vencedor do Oscar por “O Pianista” (2002), Polanski está desde 1989 casado com a atriz francesa Emmanuelle Seigner, sua parceira cinematográfica a partir de “Busca Frenética” (1988), com a qual tem dois filhos.

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    Jornalista acusa Kevin Spacey de atacar seu filho e pede que ele seja preso

    8 de novembro de 2017 /

    Uma ex-âncora de telejornal de Boston realizou uma entrevista coletiva nesta quarta-feira (8/11) para acusar o ator Kevin Spacey, astro da série “House of Cards”, de agressão sexual contra seu filho. Heather Unruh, que trabalhou numa estação de televisão afiliada à rede ABC até 2016, foi acompanhada por sua filha, Kyla, e do advogado Mitchell Garabedian, que foi vivido por Stanley Tucci no filme “Spotlight” (2016). Unruh explicou que o clima atual de denúncias é o que estimulou seu filho, ausente na entrevista, a dar sua permissão para que ela registrasse o incidente, que ocorreu no ano passado. Ela chamou atenção para o caso inicialmente em seu Twitter, em 13 de outubro, quando escreveu pela primeira vez que Spacey tinha “agredido um ente querido”. Isto foi antes de o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) denunciar ter sido assediado por Spacey quando tinha 14 anos de idade. “O clima neste país está mudando. Há uma mudança”, disse ela. “Há menos culpabilização das vítimas e ficamos encorajados pelas vítimas no caso de Harvey Weinstein. Eles foram mulheres surpreendentemente corajosas e apareceram em números tão grandes que isso provocou muita conversa em nossa casa sobre este ser o momento certo”. Unruh detalhou a experiência de seu filho com Spacey ao ler uma declaração escrita. Segundo ela, em julho de 2016, seu filho de 18 anos foi assaltado sexualmente por Spacey dentro do Club Car Restaurant em Nantucket. Unruh diz que seu filho, que não tinha idade para beber, disse a Spacey que tinha e que o ator “lhe comprou bebida atrás de bebida atrás de bebida”. “Meu filho estava encantado pela atenção, um jovem hétero de 18 anos que não tinha ideia de que aquele famoso ator era um suposto predador sexual ou que ele estava prestes a se tornar sua próxima vítima”, disse ela. “Quando meu filho estava bêbado, Spacey fez sua jogada e o atacou sexualmente”. A jornalista deixou claro que seu filho não deu consentimento e chamou as ações de Spacey de crime. “Spacey enfiou a mão nas calças do meu filho e agarrou seus órgãos genitais”, disse ela. “Os esforços do meu filho para remover a mão de Spacey só foram momentaneamente bem sucedidos. Meu filho entrou em pânico, ele congelou. Ele estava bêbado”. Ainda assim, ela diz que Spacey insistiu para que o jovem se juntasse a ele em uma festa privada para beber mais. Quando ele se levantou para ir ao banheiro, uma estranha preocupada se aproximou e “disse para ele correr e ele correu o mais rápido que podia” para a casa da sua avó, onde chegou “atormentado e com medo”. “Nada poderia ter preparado meu filho para saber como essa agressão sexual o faria sentir como um homem”, disse ela sobre seu filho, que agora é estudante de segundo ano na faculdade. “Aquilo o prejudicou e não pode ser desfeito. Mesmo que ele tente o seu melhor para lidar com isso, como ele diz, isso está sempre lá e continua a incomodá-lo”. Ela acrescentou: “Ele não consegue esquecer”. Seu filho não informou o crime na época, “em grande parte devido ao constrangimento e ao medo”, mas ele deu entrada numa queixa na polícia local na semana passada, entregando evidências. A investigação criminal já começou. Unruh diz que espera que Spacey, que também está sendo investigado pela polícia de Londres, vá para a prisão. “Eu quero ver Kevin Spacey entrar na prisão. Eu quero que a mão da justiça caia sobre ele”. Falando diretamente para Spacey, Unruh completou: “Tenha vergonha pelo que fez ao meu filho. E tenha vergonha por usar suas desculpas para o que fez com Anthony Rapp para se assumir como homem gay. Essa foi uma tentativa terrível de desviar a atenção do que você realmente é: um predador sexual. Suas ações são criminosas.” Veja a íntegra da acusação no vídeo abaixo. Desde a semana passada, quando Spacey se desculpou pelo assédio sexual ao ator Anthony Rapp, vários outros homens revelaram casos semelhantes envolvendo o astro de “House of Cards”. Com a repercussão negativa, a Netflix suspendeu a produção da 6ª temporada da série política e divulgou que não trabalhará mais com o ator.

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    Ed Westwick está sendo investigado pela polícia após acusação de estupro

    8 de novembro de 2017 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, está sendo investigado pela polícia após ser acusação de estupro acusado de estupro pela atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”). O ator negou a acusação dizendo que não conhece a atriz. Em fevereiro deste ano, Westwick esteve no Brasil para curtir um evento pré-Carnaval em São Paulo e, em julho, para prestigiar um evento de grife de moda no Rio. Ele trabalha atualmente na série britânica “White Gold”. Segundo a imprensa americana, o Departamento de Polícia de Los Angeles já iniciou a investigação e está ouvindo pessoas ligadas ao caso. O site Deadline confirmou com o ator Blaise Godbe Lipman (série “Weeds”), amigo de Cohen, que ela lhe contou o que tinha acontecido no dia seguinte ao suposto estupro, em fevereiro de 2014. A irmã de Cohen, Katalina Colgate, também afirmou que soube do caso logo após ter acontecido. Ambos também revelaram o nome do produtor que a atriz namorava na época e que a levou à casa de Westwick: o australiano Kaine Harling (“Sugar Mountain”). A denúncia foi publicada na madrugada de segunda-feira (6/11), no perfil da atriz no Facebook. “O último mês tem sido incrivelmente difícil. Assim como muitas outras mulheres, eu também tenho uma história de assédio”, ela escreveu. “Eu fui estuprada há três anos. Foi um período obscuro na minha vida. Minha mãe estava morrendo por causa de um câncer e eu não tinha tempo e condições de processar o que aconteceu comigo. Eu enterrei a minha dor e culpa para receber a devastação que veio com a morte da minha mãe, três meses depois”. Cohen diz que decidiu falar sobre o caso após ver a série de denúncias de abuso sexual no último mês em Hollywood. O produtor Harvey Weinstein, o cineasta James Toback e ator Kevin Spacey foram alguns dos acusados. “Eu namorei um produtor que era amigo do ator Ed Westick. Foi esse produtor que me levou na casa de Ed, quando eu o conheci pela primeira vez. Quando ele sugeriu que ‘todos nós deveríamos fazer sexo’ eu quis ir embora. Mas o produtor não queria deixar Ed desconfortável e sair. Ed insistiu que ficássemos para o jantar. Eu disse que estava cansada e que queria ir embora, tentando sair dessa situação desconfortável. Ed sugeriu que eu cochilasse no quarto de hóspedes. O produtor disse que ficaríamos mais 20 minutos e poderíamos ir embora. Eu fui para o quarto, deitei e acabei dormindo. Eu fui acordada abruptamente com Ed em cima de mim, com seus dedos dentro do meu corpo. Eu pedi para ele parar, mas ele era muito forte. Eu lutei o quanto eu pude, mas ele pegou meu rosto, me sacudiu, dizendo que queria fazer sexo comigo. Eu fiquei paralisada, aterrorizada. Eu não podia me mover. Ele me segurou e me estuprou”, escreveu Kristina. No dia seguinte à publicação, Ed Westwick também usou as redes sociais para negar tudo e dizer que nem conhecia a atriz. Isto fez com que Cohen decidisse fazer uma queixa formal na polícia, dando início à investigação criminal.

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    Pressionada, Disney volta atrás e libera jornalistas do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A Disney sentiu o peso e a força da imprensa norte-americana. Após entidades de críticos de cinema e os principais jornais dos Estados Unidos anunciarem boicote contra seus filmes, o estúdio voltou atrás em sua decisão de impedir que jornalistas do Los Angeles Times participassem das sessões de imprensa de seus lançamentos. Sem mencionar a repercussão da união de jornalistas do país contra o estúdio, um porta-voz da Disney divulgou uma nota, em que menciona “discussões produtivas” com o Los Angeles Times para permitir que os críticos do jornal voltem a ter acesso a seus filmes. “Tivemos discussões produtivas com a nova liderança recém-instalada no Los Angeles Times sobre nossas preocupações específicas”, diz o comunicado. “E, como resultado, concordamos em restaurar o acesso às sessões de imprensa para seus críticos de cinema”. O estúdio quis boicotar o jornal por não ter gostado de uma reportagem feita sobre o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Furiosa com a reportagem, a Disney vetou jornalistas do Times em qualquer atividade, ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a empresa em comunicado, para justificar seu boicote. Entretanto, o estúdio não gostou de provar seu próprio remédio. A decisão de boicotar o Times levou quatro associações de críticos dos Estados Unidos e jornais como o New York Times e Washington Post a fazerem seu próprio boicote contra a Disney, ameaçando deixar de escrever críticas de seus filmes e produtos até o acesso dos jornalistas do LA Times ser restabelecido. A queda de braços não durou 24 horas, até o estúdio perceber a dimensão que tinha tomado sua decisão punitiva. O New York Times deu o tom ao divulgar sua decisão de forma editoral. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), também emitiram um comunicado conjunto, em que taxaram a iniciativa da Disney de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa. “A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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    Principais jornais dos EUA boicotam Disney após estúdio impedir críticos do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A decisão da Disney de proibir que jornalistas do Los Angeles Times tenham acesso às sessões de imprensa de seus filmes uniu os críticos de cinema e a imprensa americana contra o estúdio. Após quatro associações de críticos anunciarem boicote ao estúdio, críticos dos jornais New York Times e Washington Post, dois dos mais importantes veículos de comunicação dos Estados Unidos, anunciaram que não irão mais escrever sobre filmes da Disney, até o estúdio reverter sua posição. O New York Times assumiu a decisão de forma editoral, divulgando um comunicado. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. A polêmica começou quando após o Los Angeles Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. A Disney justificou seu veto a jornalistas do Times ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa.

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    DC Comics contrata criador de Jessica Jones, Era de Ultron e do universo Ultimate da Marvel

    7 de novembro de 2017 /

    A DC Comics foi ao Twitter anunciar a contratação de um dos principais roteiristas da Marvel, Brian Michael Bendis. Ele é responsável, simplesmente, pela criação de Jessica Jones, que hoje tem sua série própria na Netflix, além do universo Ultimate, que inspira boa parte dos filmes da Marvel, especialmente “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, além de ter assinado alguns dos principais crossovers da editora, como, por exemplo, “Era de Ultron”, título de outro filme do estúdio. Bendis também criou os quadrinhos indies “Powers”, que também virou série, e pode ter uma terceira criação adaptada para a TV – “Scarlet”, no canal pago Cinemax. “Estamos mais do que emocionados por dar as boas-vindas a Brian Michael Bendis exclusivamente à família DC, com um acordo de muitos anos e muitas facetas. Ele é um dos mais premiados escritores na indústria, criando muitas histórias inesquecíveis onde quer que esteja, e mal podemos esperar para ver o que ele planejou para o universo DC”, escreveu a DC. O próprio escritor confirmou o contrato em seu Twitter. “É real. Eu amo todos vocês. Mudar é bom. A mudança é saudável. Estou cheio de idéias e inspirações. Detalhes por vir! Fiquem ligados!”

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    Alicia Vikander e Nikolaj Coster-Waldau virão a São Paulo para a Comic Con Experience

    7 de novembro de 2017 /

    A Comic Con Experience 2017 confirmou as vindas da atriz Alicia Vikander, protagonista do filme “Tomb Raider: A Origem”, e o ator Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister na série “Game of Thrones”. O ator dinamarquês participará de painéis sobre a aclamada série da HBO, além de sessão de fotos e de autógrafos com os fãs, nos dias 8, 9 e 10 de dezembro. Já a atriz sueca estará no stand da Warner para promover o longa-metragem baseado nos games da franquia “Tomb Raider” durante o último dia do evento, no domingo (10/12), quando participará de conversas com os fãs e a imprensa sobre o filme. A Comic Con Experience acontece em São Paulo entre os dias 7 e 10 de dezembro. No ano passado, 196 mil pessoas passaram pelo evento e a expectativa deste ano é receber mais de 200 mil pessoas nos quatro dias da convenção.

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    Ed Westwick nega estupro e diz que não conhece atriz que o acusa

    7 de novembro de 2017 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass na série “Gossip girl”, negou nesta terça-feira (7/11) a acusação de estupro feita pela atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”). “Não conheço essa mulher”, ele escreveu em suas redes sociais. “Nunca me forcei de nenhuma forma, ou a alguma mulher. Eu certamente não cometi estupro”, acrescentou. A atriz denunciou o ator em sua página no Facebook na segunda (6/11), descrevendo o estupro ocorrido há três anos, quando Westwick se aproveitou de sua situação vulnerável: ela estava dormindo. Cohen diz que decidiu falar sobre o caso após ver a série de denúncias de abuso sexual no último mês em Hollywood. O produtor Harvey Weinstein, o cineasta James Toback e ator Kevin Spacey foram alguns dos acusados. Uma publicação compartilhada por Ed Westwick (@edwestwick) em Nov 7, 2017 às 8:46 PST

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    Associações de críticos dos EUA decidem boicotar a Disney após estúdio impedir jornalistas de verem seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    Quatro importantes associações de críticos americanos anunciaram nesta terça (7/11), que os filmes da Disney estão barrados de suas premiações de 2018, consideradas importantes termômetros para o Oscar. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), resolveram barrar a Disney em resposta à decisão do estúdio de impedir que jornalistas do Los Angeles Times vejam seus filmes. O boicote contra o jornal aconteceu após o Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O Los Angeles Times entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Por sua vez, a Disney afirma que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Mas a decisão de impedir que críticos do jornal vejam seus filmes foi considerada uma afronta pelas associações da categoria, que, em seu comunicado conjunto, taxaram a iniciativa de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. “É reconhecidamente extraordinário que um grupo de críticos, ainda mais quatro grupos de críticos, tomem uma decisão que possa penalizar artistas de cinema por decisões além de seu controle. Mas a Disney precipitou essa ação quando escolheu punir os jornalistas do Times, em vez de expressar seu desacordo com uma história sobre negócios através de uma discussão pública. A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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    Ellen Pompeo revela ter interrompido tentativa de assédio de James Toback com palavrão

    7 de novembro de 2017 /

    A atriz Ellen Pompeo, estrela da série “Grey’s Anatomy”, revelou ter sido uma das mais de 300 mulheres assediadas pelo diretor James Toback. “Eu tive uma situação com ele. Tive que mandar ele de f*der, sinceramente”, ela contou, em entrevista para o jornal USA Today. “Nós estávamos em uma reunião em um local público, e eu trouxe comigo um amigo meu, Tony, e percebi que ele odiou que eu tinha feito isso”. “No minuto em que meu amigo teve que sair para ir ao banheiro ou algo assim, ele me perguntou se eu ficaria nua em um filme dele. Eu respondi: ‘É sério, cara? Meu amigo sai daqui por 30 segundos e você fala isso?’. Eu ri na cara dele”, completou. Toback também foi denunciado pela companheira de elenco de Pompeo em “Grey’s Anatomy”, Caterina Scorsone, por assédio sexual. O caso dela foi uma proposta de sexo por um papel num filme e a atriz quase desistiu da carreira por causa disso. A ficha corrida do diretor veio à tona numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que trouxe denúncias de quase 40 mulheres contra ele. Desde então, as dezenas viraram centenas. De acordo com o jornalista Glenn Whipp, autor da reportagem do Times, mais de 300 mulheres o procuraram para dizerem que também foram vítimas do diretor. Além disso, Selma Blair e Rachel McAdams deram detalhes sórdidos do comportamento do cineasta, descrevendo até masturbação durante um suposto teste de elenco, em entrevista à revista Vanity Fair.

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