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30 de outubro de 2026
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    Pior ator do mundo, Tommy Wiseau vive o Coringa em “vídeo de teste” para o papel

    12 de março de 2018 /

    Provando que topa tudo para aproveitar seus minutos extras de fama, o ator, diretor, roteirista, produtor e figuraça Tommy Wiseau, criador do trash “The Room” (2003), que inspirou o filme “O Artista do Desastre”, gravou um vídeo para o canal Nerdist, em que interpreta o Coringa. O vídeo traz o proclamado “pior ator do mundo” ensaiando diálogos de Heath Ledger em “O Cavaleiro das Trevas” (2008) e é editado como um teste de Wiseau para viver o personagem. “O que não te mata te torna estranho”, “por que tão sério?”, diz ele, reproduzindo falas icônicas do filme de Christopher Nolan, mas também “Você já dançou com o diabo ao luar?”, do Coringa de Jack Nicholson, dirigido por Tim Burton em 1989. Na brincadeira, Wiseau chega até a contracenar com um Batman vivido por Greg Sestero, que também atuou em “The Room”. Mas há um fundo sério na piada. Segundo rumores, um filme sobre a origem do Coringa pode ser dirigido por Todd Phillips (da trilogia “Se Beber, Não Case!”). Fãs dos quadrinhos temem que o resultado não seja muito diverso do que pode ser apreciado abaixo.

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  • Etc,  Série

    Ator mirim de Stranger Things vem ao Brasil para convenção de fãs

    12 de março de 2018 /

    O ator Noah Schnapp, interprete de Will Byers em “Stranger Things”, vem ao Brasil em outubro para a convenção de fãs Stranger Con. Ele gravou um vídeo anunciando sua vinda e convidando os fãs a participarem do evento, que acontece no dia 20 de outubro no Rio de Janeiro e no dia 21 de outubro em São Paulo. Na ocasião, o ator poderá demonstrar o que aprendeu de português durante a produção de “Abe”, dirigido pelo brasileiro Fernando Grostein Andrade (de “Quebrando o Tabu” e “Coração Vagabundo”) e coestrelado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), que ele filmou no final do ano passado para uma estreia ainda em 2018. Os ingressos estarão à venda a partir da próxima quinta-feira (15/3) com valores entre R$ 150 e R$ 550. As entradas dão a chance de os fãs participarem de um bate-papo com menino, tirar foto e ganhar um autógrafo. A 2ª temporada de “Stranger Things” foi lançada em outubro de 2017 e se a Netflix repetir os planos de uma estreia no período do Halloween, a visita do ator ao Brasil será bastante próxima da data de retorno da série. #StrangerCon | Ator confirmado @noahschnapp (Abertura das vendas em 15/03 às 20h). Rio de Janeiro – 20 de Outubro | São Paulo – 21 de Outubro Informações e ingressos: www.strangerconvention.com Uma publicação compartilhada por Stranger Con (@strangerconbr) em 10 de Mar, 2018 às 5:33 PST

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  • Etc

    Atriz de Barrados no Baile é retirada de restaurante pela polícia

    11 de março de 2018 /

    A atriz Tori Spelling (da série clássica “Barrados no Baile”) se envolveu em nova confusão policial. Um dia depois de policiais serem chamados para intervir num “incidente doméstico” em sua casa, em Woodland Hills, a família tentou voltar ao normal com um jantar no restaurante Black Bear Diner em Encino, Califórnia, na sexta-feira (9/3), mas a refeição foi interrompida, porque eles precisaram ser escoltados para fora do restaurante pela polícia. Tori acompanhou o marido Dean McDermott e seus cinco filhos ao restaurante. Mas, de acordo com a revista US Weekly, em um momento durante o jantar da família, a polícia interrompeu o jantar e após uma discussão acalorada entre a atriz e seu marido. Eles agiram após serem chamados por alguém no local alegando “perturbação da paz”. Fotos e vídeos da discussão foram feitos por clientes e publicadas pelo tabloide britânico Daily Mail. Elas mostram Tori Spelling de pé, discutindo com o marido, também em pé, no meio das mesas do restaurante. Logo depois, o casal é escoltado para fora por policiais armados. Veja o vídeo abaixo. Esta foi a terceira intervenção policial sofrida pela família em pouco mais de uma semana. Na quarta (28/2), ela ligou para a polícia porque achou que um ladrão tinha invadido sua casa, mas era apenas o marido voltando do trabalho. Um dia depois, a polícia foi novamente acionada, desta vez porque a atriz teria sofrido um “colapso nervoso” e estava agressiva. De acordo com o boletim de ocorrência, obtido pelo site The Blast, Spelling foi descrito como uma “mulher” com possível “doença mental”.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Paul De Meo (1953 – 2018)

    9 de março de 2018 /

    Morreu Paul De Meo, produtor-roteirista ligado ao universo dos quadrinhos, que adaptou “Rocketeer” e criou a primeira série do herói Flash. Ele tinha 64 anos e faleceu inesperadamente em 26 de fevereiro, mas apenas há poucos dias seu amigo e parceiro de longa data Danny Bilson divulgou a notícia nas redes sociais. Paul De Meo e Danny Bilson compartilharam praticamente toda a carreira juntos. Seu primeiro trabalho foi o roteiro da cultuada sci-fi de baixo orçamento “Trancers: O Policial do Futuro”, de 1984. O filme foi dirigido pelo lendário produtor Charles Band e ganhou diversas sequências, abrindo as portas para a dupla na produtora do cineasta, a Empire Pictures. Na Empire, os dois assinaram um punhado de ficções científicas B, como “Patrulheiros do Espaço” (1985), que Bilson dirigiu, “Mandroid, O Exterminador” (1986) e “Arena” (1989). Apesar de derivativas, as produções tinham algumas ideias originais. E o fato de disporem de efeitos visuais razoáveis, diante dos baixos orçamentos da Empire, convenceram a Warner a contratá-los para desenvolver uma série de TV. Em 1990, Bilson e De Meo criaram “The Flash”. Muito antes da rede CW apresentar Grant Gustin como Barry Allen, a dupla escalou John Wesley Shipp no papel do técnico forense que, após sofrer um bizarro acidente elétrico, transformava-se no homem mais rápido do mundo. A série durou apenas uma temporada, mas é lembrada com saudosismo, a ponto de ser referenciada pela encarnação moderna do herói. Os produtores atuais convidaram Amanda Pays e Mark Hamill a reviver seus personagens dos anos 1990 na nova “The Flash”, mas principalmente Shipp, homenageado em papel duplo, como pai de Barry Allen e como Jay Garrick, o Flash de um universo paralelo. A experiência da dupla com personagens quadrinhos teve seu auge na adaptação de “Rocketeer” (1991), a versão da Disney para a criação de Dave Stevens, por sua vez inspirada nos antigos seriados de aventura dos anos 1930 – época de sua trama. Mesmo sem as referências às pin-ups da obra original, o filme dirigido por Joe Johnston (que depois fez “Capitão América: O Primeiro Vingador”) tornou-se cultuadíssimo. Os dois ainda criaram outra série derivada da DC Comics em 1992, “Human Target”, baseada no mestre dos disfarces Alvo Humano. Além disso, emplacaram mais duas criações originais: a sci-fi “Viper” e a série de ação “The Sentinel”, exibidas até 1999. A partir dos anos 2000, De Meo e Bilson se voltaram à produção de videogames, desenvolvendo vários jogos, incluindo quatro lançamentos derivados da franquia cinematográfica 007. Em 2006, a dupla voltou ao Flash, mas em forma de quadrinhos, escrevendo a revista “The Flash: Fastest Man Alive” para DC Comics. Seu último trabalho em conjunto foi um retorno ao filme que começou a parceria. Em 2013, eles assinaram “Trancers: City of Lost Angels”, um curta que conclui a trama do personagem Jack Deth, vivido por Tim Thomerson, e com direção de Charles Band – após a franquia atingir seis continuações. Além de roteirista e produtor, De Meo foi professor na USC School of Cinematic Arts.

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    Ator sul-coreano acusado de abuso sexual comete suicídio

    9 de março de 2018 /

    O ator sul-coreano Jo Min-ki foi encontrado morto nesta sexta-feira (9/3), após ser alvo de uma série de acusações de assédio sexual. Ele foi achado por sua esposa pendurado em uma garagem, abaixo de sua casa em Seul. A polícia afirma que os indícios são de suicídio. O ator de 52 anos foi acusado de molestar oito estudantes na Universidade de Cheongju, onde lecionava artes dramáticas. Com a repercussão das acusações, Min-ki perdeu sua cátedra na instituição e o papel da série de TV que estrelava. Ele defendeu sua inocência quando a primeira denúncia surgiu. Mas à medida que o número de acusadoras aumentou, ele foi forçado a mudar sua posição. A atuação de maior destaque de Min-Ki foi no filme “O Advogado”, de 2013. Ele trabalhou ainda em papéis na TV e como professor universitário. O movimento “#MeToo” vem se intensificando na Coréia do Sul, com acusações de abuso contra homens proeminentes na política e nas artes. No fim de semana passado, uma longa reportagem do canal estatal da TV sul-coreana MBC reuniu acusações de atrizes contra outro ator, Cho Jae-hyeon, além do diretor Kim Ki-Duk. Uma delas contou que Kim e Cho eram parceiros de abusos e competiam entre si. Os dois a teriam estuprado depois que o diretor pediu que ela fosse ao seu quarto de hotel para “discutir detalhes de um roteiro”. “Era o inferno na terra”, disse a atriz na entrevista. “Kim e Cho contavam histórias de estupro de atrizes e pareciam competir entre si.”

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    Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher

    9 de março de 2018 /

    O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.

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    Michael B. Jordan anuncia que todos os contratos de sua produtora terão cláusula de inclusão

    9 de março de 2018 /

    O ator Michael B. Jordan, que está em cartaz como o vilão Erik Killmonger em “Pantera Negra”, anunciou em seu Instagram que vai usar o “inclusion rider”, a cláusula de inclusão, que exige diversidade nas equipes de produção, em todos projetos futuros de sua produtora Outlier Society Productions. O termo se tornou conhecido após Frances McDormand falar sobre o requisito ao receber o Oscar 2018 de Melhor Atriz por “Três Anúncios para um Crime”. “Eu tenho duas palavras para vocês: inclusion rider”, disse, ao final de seus agradecimento, conclamando as mulheres que lutam por igualdade a exigirem a cláusula de inclusão em seus contratos. “Eu sou um privilegiado por trabalhar com mulheres empoderadas e negros durante minha carreira”, escreveu o ator na mensagem. “Em apoio às mulheres e homens que estão liderando essa luta, e vou adotar o ‘inclusion rider’ em todos projetos da minha companhia Outlier Society”. In support of the women & men who are leading this fight, I will be adopting the Inclusion Rider for all projects produced by my company Outlier Society. I’ve been privileged to work with powerful woman & persons of color throughout my career & it’s Outlier’s mission to continue to create for talented individuals going forward. If you want to learn more about how to support the cause – link in bio. #OutlierSociety #AnnenbergInclusionInitiative Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 7 de Mar, 2018 às 3:03 PST

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    Homenagem a Mark Hamill na Calçada da Fama de Hollywood vira evento de Star Wars

    9 de março de 2018 /

    O ator Mark Hamill finalmente recebeu sua estrela na Calçada da Fama na tarde de quinta (8/3) no Hollywood Boulevard. Realizada pela Câmara do Comércio de Hollywood, a homenagem acabou virando uma mini convenção de “Star Wars”, com discursos de seu colega Harrison Ford (o eterno Han Solo) e do cineasta George Lucas, criador da franquia, roteirista e diretor do filme que começou tudo em 1977. Além deles, também marcaram presença duas atrizes da nova trilogia da Disney, Kelly Marie Tran (Rose Tico) e Billie Lourd (Tenente Connix), filha de Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia), falecida em dezembro de 2016. Sem esquecer do robô R2-D2, uma escolta de stormtroppers e, claro, uma multidão de fãs, que se aglomerou para ver seus ídolos. Bem-humorado, Hamill agradeceu a homenagem com um discurso breve, “porque me faltam palavras”, disse. “E não tinha ficado sem fala desta maneira desde ‘O Despertar da Força'”, brincou ele, em alusão à sua aparição em “O Despertar da Força” (2015), na última cena do minuto final, sem dizer uma única palavra. Hamill ainda agradeceu a George Lucas, criador do universo da franquia, a Harrison Ford, a sua família e aos fãs, por estarem junto nos bons e maus momentos da carreira. Em seu momento mais emotivo, também aconteceu uma singela homenagem de Harrison Ford à atriz Carrie Fisher. “Pensando sobre hoje, eu realmente lamento que nós não estejamos com o outro membro do nosso trio para comemorar, mas eu consigo sentir a presença dela”, disse o ator sob aplausos, lembrando a parceria entre os personagens Luke Skywalker, Han Solo e a princesa Leia na primeira trilogia da saga. Famoso pelo papel de Luke Skywalker, o protagonista da primeira trilogia de “Star Wars”, Mark Hamill tem mais de 40 anos de carreira, com diversas participações em séries, filmes e animações. Seu segundo papel mais duradouro é o de dublador do Coringa em diversas séries e longas animados da DC Comics, de 1992 até os dias de hoje, com uma risada e voz inimitáveis.

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    Rubens Ewald Filho busca justificar seus comentários polêmicos no Oscar 2018

    8 de março de 2018 /

    O crítico de cinema Rubens Ewald Filho divulgou um comunicado sobre a polêmica causada por seus comentários pejorativos durante a transmissão ao vivo na TNT da premiação do Oscar 2018. Entre as frases que causaram mais comoção, destacam-se a conceituação equivocada da transexual chilena Daniela Vega – “na verdade, é um rapaz” – e a desqualificação de Frances McDormand, vencedora do Oscar de Melhor Atriz – “não é bonita, deu um show de bebedeira no Globo de Ouro e, de repente, o filme é um sucesso”. A reação do público nas redes sociais, acusando-o de ser transfóbico, misógino e machista, levou a própria TNT a se pronunciar, com um pedido público de desculpas. Alguns internautas chegaram a pedir o afastamento do crítico de futuras transmissões. Em seu comunicado, Rubens ignorou totalmente os aspectos considerados misóginos da transmissão – além de Frances McDormand, a atriz Saoirse Ronan também foi alvo de suas ironias, como em outros anos – aludindo apenas à polêmica tranfóbica, que teria sido “técnica”, segundo ele. Chamar Daniela Vega de rapaz foi, em suas palavras, “uma confusão minha de termos técnicos de expressão”. O comunicado não contém um pedido de desculpas. Rubens Ewald Filho continua errando, ao chamar a atriz de Daniela Veiga. Leia na íntegra a declaração: “Em 50 anos de carreira e 35 anos de Oscar nunca fui reacionário, sexista, racista ou tive qualquer outra conduta que censurasse a essência do ser humano. Ao contrário, sempre lutei a favor daquilo que é certo, do indivíduo, das minorias e da liberdade de expressão. O que aconteceu com relação a atriz Daniela Veiga, foi, no fundo, uma confusão minha de termos técnicos de expressão, mas nunca, em hipótese alguma, uma atitude sexista e transfóbica. Repito: Nunca. Nunca agiria assim. Acharem que eu seja transfóbico não vai de encontro com minha postura e conduta. Quem me conhece sabe disso. Fui amigo de Phédra de Córdoba, uma famosa transexual atriz que atuava na companhia de Teatro Os Satyros. Acompanhei o seu trabalho muito de perto, a admirava, incentivava e me emocionava com sua atuação e talento no palco. Eu tinha uma paixão pela sua força e postura tanto como ser humano quanto como artista. Estou muito feliz que uma transexual tenha protagonizado e estrelado um filme que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 90 anos de premiação isso nunca aconteceu. É um momento de glória, a primeira vez que a barreira foi rompida, a primeira de muitas que virão, para mostrar seus enormes talentos e força de interpretação, direção e qualquer outra forma de atuação tanto no cinema quanto na sociedade. Que tudo isso que aconteceu sirva para se falar ainda mais sobre o assunto, para se promover ainda mais esta causa. Que pessoas leigas com os termos técnicos, e me coloco neste caso, aprimorem seu vocabulário nesse sentindo. Fui, continuo sendo e sempre serei um incentivador da liberdade de expressão. Parabéns à Daniela Veiga, à Phedra de Córdoba, a todos transexuais no Brasil e no mundo. Daniela Veiga é realmente uma mulher fantástica. Corram lá no cinema para apreciarem seu enorme talento”.

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    Três atrizes acusam diretor Kim Ki-duk de estupro, assédio e agressão

    7 de março de 2018 /

    O diretor sul-coreano Kim Ki-duk voltou a sofrer acusações de abuso. Ele e um de seus atores preferidos, Cho Jae-hyeon, enfrentam acusações de estupro, ataque e comportamento sexualmente predatório de três atrizes. As acusações foram feitas na terça-feira (6/3), em uma longa reportagem do canal estatal da TV sul-coreana MBC. Nenhuma das atrizes foi identificada. Uma delas contou que Kim e Cho a estupraram depois que o diretor pediu que ela fosse ao seu quarto de hotel para “discutir detalhes de um roteiro”. Ela também disse que o cineasta ligava insistentemente quando estavam filmando em uma localidade remota. “Era o inferno na terra”, disse a atriz na entrevista, que abandonou a profissão e passa por um tratamento psiquiátrico. “Foram várias noites, ele vinha até a porta do meu quarto e batia na porta até que eu abria ou ligava exaustivamente até eu responder. Ele e Cho contavam histórias de estupro de atrizes e pareciam competir entre si.” Outra atriz disse que Kim exigiu vê-la nua durante um processo “humilhante” de seleção. A terceira atriz, por sua vez, foi a que levou o diretor à justiça e venceu um processo por agressão, mas não convenceu os juízes a considerarem sua denúncia de abuso sexual. Ela acusou Kim no ano passado de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro. Além disso, disse que Kim a forçou a pegar no pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme “Moebius”, de 2013. Por conta da condenação do cineasta, houve protestos pela inclusão de seu novo filme no Festival de Berlim 2018. “Human, Time, Space and Human” foi mantido na programação apesar de um manifesto assinado por 140 organizações sociais e associações de cineastas contra o diretor. E mesmo após Dieter Kosslick, o diretor do evento, fazer proselitismo com a afirmação de que tinha barrado filmes de assediadores. “Por que a Berlinale é indulgente com Kim, estendendo o tapete vermelho para ele e para seu filme?”, questionava o manifesto, que acusou os organizadores do festival de “consentir e endossar” o comportamento do diretor. Kim se defendeu no festival, afirmando que deu tapas na atriz como instruções de atuação. “O que estávamos fazendo era ensaiar uma cena”, disse ele. “Havia muitas pessoas presentes. Minha equipe na época não se opôs e não disse que aquilo era inapropriado… Estava relacionado à atuação artística, mas acredito que a atriz interpretou isso de maneira diferente do que eu fiz. ” Quando perguntado diretamente se ele gostaria de se desculpar por bater atriz, Kim declinou. “Não, acho lamentável que isso tenha sido transformado em um processo judicial”, disse ele. Diante da repercussão, o lançamento comercial do longa foi adiado indefinidamente. Em resposta às novas acusações, trazidas à tona à MBC, Kim afirmou que nunca usou o seu status como diretor de cinema para “satisfazer meus desejos sexuais” e alegou que só manteve “relações sexuais consensuais”. Já as acusações contra Cho tinham vindo à tona alguns dias antes. Ele chegou a se desculpar publicamente, perdeu o emprego como professor e também foi afastado de “The Cross”, uma série médica da qual participava. Diante da reportagem televisiva, ele disse à emissora que estava “em pânico”: “Eu pequei, mas muitas das coisas que estou vendo nos noticiários são muito diferentes da realidade”. Um dos mais proeminentes cineastas sul-coreanos de sua geração, Kim Ki-duk fez sucesso no circuito de festivais, onde chegou a ganhar um Leão de ouro por “Pietá” (2012) em Veneza. Entre seus filmes mais conhecidos pelo público brasileiro estão “Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” (2003), “Casa Vazia” (2004) e “O Arco” (2005). Seus filmes, em geral, têm poucos diálogos, mas investem em sexo e violência – geralmente contra mulheres.

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    Samsung aposenta as telas pretas de TV com monitores decorativos que simulam quadros

    7 de março de 2018 /

    A Samsung divulgou uma nova linha de telas de TV que trocam o tradicional retângulo preto de seus monitores por verdadeiras telas de arte. O projeto revolucionário, que integra o eletrodoméstico à decoração e sinaliza uma nova evolução no aparelho televisor, foi apresentado nesta quarta-feira (7/3), em evento realizado em Nova York. As novas televisões tem qualidade QLED (tecnologia Quantum Dot, telas de Led e resolução de 4k) e incluem o assistente virtual Bixby, que permite controlar a TV com a voz – algo semelhante ao Siri da Apple e, obviamente, não disponível em português. Mais que aumentar o volume, segundo a Samsung, será possível pedir para o Bixby achar, por exemplo, “comédias românticas dos anos 90” ou um filme com seu ator favorito na programação televisiva ou de streaming. Mas o detalhe mais chamativo é mesmo a transformação das telas em quadros. E isto ainda embute a capacidade do monitor se adaptar às salas. Uma função chamada “Modo Ambiente” permite às telas adotarem características das paredes em que estão penduradas, assumindo sua coloração e detalhes. Quem preferir usar as telas para se informar, em vez de decorar, também poderá configurar o aparelho para, no modo desligado, mostrar o clima, o trânsito, notícias ou até tocar música. Os aparelhos com esta capacidade integram uma série batizada com as identificações Q9F, Q8F, Q7F e Q6F, com tamanhos que variam entre 49 polegadas no modelo mais básico a até 88 polegadas entre os mais avançados. Alguns modelos mais caros das novas TVs ainda melhoram o conteúdo para 8K automaticamente por meio de inteligência artificial. As novas televisões da Samsung devem chegar ao Brasil entre maio e junho, antes da Copa do Mundo, mas o Bixby só estará disponível no mercado brasileiro em 2019. A data de lançamento exata e os preços ainda não foram revelados pela marca, mas devem ser salgados – no ano passado, as novidades da Samsung chegaram custando entre R$ 9,9 mil e R$ 86,9 mil.

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    Daniel Oliveira é acusado de abuso de menor no trailer do drama Aos Teus Olhos

    7 de março de 2018 /

    A Conspiração Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Aos Teus Olhos”, drama premiado, que traz Daniel de Oliveira (“Sangue Azul”) no papel de um professor de natação infantil acusado de abuso sexual pelos pais de um aluno. O tema atualíssimo é abordado na prévia em clima de suspense. A acusação vem, como várias hoje em dia, pelas redes sociais. O post de uma mãe se torna viral e provoca um linchamento virtual imediato. A denúncia se espalha rapidamente na internet e até as pessoas mais próximas do protagonista, como a diretora da escola e um colega de trabalho, ficam em dúvida sobre suas ações e intenções. A premissa é inspirada na peça ​​espanhola “O Princípio de Arquimedes”​, ​de Josep Maria ​Miró. O filme foi escrito por Lucas Paraizo (de “Gabriel e a Montanha” e série “Sob Pressão”) e dirigido por Carolina Jabor (“Boa Sorte”). Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais, “Aos Teus Olhos” venceu quatro troféus no Festival do Rio 2017: Melhor Ator (Daniel de Oliveira), Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca, pai do menino supostamente abusado), Melhor Roteiro e Melhor Filme no Voto Popular. Também foi considerado o Melhor Filme brasileiro na Mostra de São Paulo. A estreia comercial está marcada para 12 de abril.

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    Atriz de Sex and the City pode disputar eleições para o governo de Nova York

    7 de março de 2018 /

    A atriz Cynthia Nixon, intérprete de Miranda Hobbes na série “Sex and the City”, quer ser a próxima governadora de Nova York, segundo o NY1. O canal de TV diz ter ouvido de fontes confiáveis que ela já começou a montar sua equipe para disputar as convenções primárias do Partido Democrata. A agente da atriz não confirma nem nega os planos, afirmando que Nixon está “explorando” a ideia. “Muitos nova-iorquinos preocupados têm encorajado Cynthia a concorrer ao cargo, e, como ela disse anteriormente, ela irá continuar explorando isto”, disse Rebecca Capellan, em comunicado. “Caso e quando tal decisão for tomada, Cynthia certamente tornará público seus planos”, completou a agente. As primárias acontecem em 13 de setembro e a eleição geral em 6 de novembro. Cuomo, de 60 anos e filho do falecido governador de Nova York Mario Cuomo, busca seu terceiro mandato neste ano. Cynthia Nixon, que tem 51 anos, estrelou “Sex and the City” de 1998 a 2004. A série tinha a cidade de Nova York praticamente como um personagem, e fez tanto sucesso que mais tarde gerou dois filmes. Ainda bastante ativa como atriz, ela recentemente viveu a poeta Emily Dickson na cinebiografia “Além das Palavras” e venceu o Tony Awards como Melhor Atriz de teatro do ano passado, pela nova montagem de “The Little Foxes”. Paralelamente, ela tem se envolvido cada vez mais na política, particularmente em defesa dos direitos LGBTQ e contra o governo de Donald Trump. Perguntado nesta terça-feira sobre um possível desafio da artista, Cuomo disse a repórteres em teleconferência: “Sobre pessoas que podem ou não concorrer ao governo em ambos lados do corredor, isto cabe a elas e nós iremos lidar com isto conforme a campanha progredir”.

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