PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Etc

Perseguição política alimenta comportamento fascista nas redes em meio a dez mortes

Humilhações públicas, ameaças e boicotes contra eleitores de Lula mobilizam influenciadores e políticos enquanto violência se espalha pelo país

Leia mais
30 de outubro de 2026
Etc

Renato Aragão tem mansão de R$ 20 milhões penhorada por IPTU

Dívida chega a R$ 676 mil e humorista promete quitar o débito para evitar a perda da propriedade

Leia mais
30 de outubro de 2026
Etc

Xuxa vai virar vovó! Sasha anuncia gravidez do primeiro filho com João Lucas

Apresentadora realiza desejo que vinha manifestando publicamente, após filha e genro confirmarem gravidez

Leia mais
29 de outubro de 2026
  • Etc

    Demi Lovato teria usado mesma droga que matou Prince

    14 de agosto de 2018 /

    O site TMZ – sempre ele – revelou novos detalhes sobre a overdose de Demi Lovato. Segundo fontes ouvidas pela publicação, a primeira a noticiar a overdose da cantora e atriz, ela recebeu um traficante de drogas em sua casa e utilizou oxicodona misturada com fentanil. Fentanil foi a substância que causou a morte dos cantores Prince e Lil Peep e é um forte analgésico opiáceo. No caso de Prince, pouco antes o cantor havia conseguido receita médica para ter oxicodona. A droga é um analgésico, semi-sintético da morfina. O dia da overdose de Demi foi precedido por uma noitada intensa. Demi esteve em uma festa de aniversário na Sunset Strip, em Los Angeles. Depois, partiu para uma festa com amigos em sua casa. Na madrugada, por volta de 4h, segundo as fontes do TMZ, ela chamou um fornecedor de drogas. Ela teria usado a oxicodona, mas a droga estava misturada com fentanil, potencializando os efeitos e o risco das substâncias. O traficante teria fugido da casa de Demi ao vê-la deitada na cama com dificuldades para respirar. A gravidade da overdose teria deixado a cantora à beira da morte. Segundo pessoa não identificada, o socorro prestado à cantora foi rápido e aconteceu em momento crucial. “Ela podia ter morrido”, disse a fonte, que estaria na casa no momento da ligação para o serviço de emergência e a chegada dos socorristas. Demi foi achada inconsciente pelos paramédicos, em sua cama, às 11h30 da manhã de 24 de julho. A princípio, o TMZ tinha afirmado que se tratava de um overdose de heroína, mas posteriormente ouviu fontes que afirmavam que tinha sido outra droga, sem explicitarem qual. A cantora deixou a clínica de reabilitação onde estava internada desde 4 de agosto para receber tratamento de um “especialista em saúde mental e sobriedade” na cidade de Chicago, nos Estados Unidos. Ainda segundo o TMZ, Lovato viajou com a mãe, sob aprovação dos profissionais que têm cuidado da cantora na clínica de reabilitação. Ele deverá retornar à clínica, cuja localização não foi revelada, para continuar seu tratamento.

    Leia mais
  • Etc

    Mark Millar e o brasileiro Rafael Albuquerque assinam novo lançamento em quadrinhos da Netflix

    14 de agosto de 2018 /

    Mark Millar vai lançar sua segunda revista em quadrinhos pela Netflix. Intitulada “Prodigy”, a publicação terá artes do brasileiro Rafael Albuquerque (desenhista de Batman). A Netflix adquiriu a Millarworld, editora de Millar, com o objetivo de criar suas próprias franquias adaptadas de quadrinhos. O escritor é criador de obras que já viraram filmes, como “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. A ideia da plataforma é lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries. Por sinal, a primeira revista desse negócio, “The Magic Order”, já tem um filme em desenvolvimento. Prodigy é Edison Crane, o homem mais inteligente do mundo, que não se contenta em administrar os negócios mais bem sucedidos do mundo. “Sua mente brilhante precisa de constante desafio e ele se torna o cara requisitado por governos em todo o mundo quando surge um problema que eles simplesmente não conseguem resolver. Um cientista vencedor do Prêmio Nobel, um compositor genial, um atleta de nível olímpico e um especialista em ocultismo, Edison Crane é tão viciado nos mistérios do mundo quanto por se sentar no topo da lista dos maiores milionários. Estes são os contos do homem mais excepcional do mundo e esta história marca sua primeira aventura publicada”, diz a sinopse oficial, embora o personagem não seja, como muitos devem ter pensado, Doc Savage, personagem pulp que pode ser descrito praticamente da mesma forma. “Eu queria escrever a coisa mais inteligente que já escrevi e, ao mesmo tempo, superar qualquer cenário de ação que já concebi no passado e, honestamente, não poderia estar mais feliz com a forma como isso aconteceu”, diz Millar, no comunicado que apresenta o projeto – e não cita Doc Savage. “Edison Crane é de longe o melhor personagem que eu criei na minha carreira e estou muito contente que meu genial amigo [Rafael] Albuquerque esteja desenhando os quadrinhos. Ele é realmente um dos melhores artistas do mundo”, exalta o escritor “Prodigy” chegará às lojas de quadrinhos através da Image Comics no dia 5 de dezembro. Millar e Albuquerque, que também é conhecido por seu trabalho nos quadrinhos de horror “American Vampire”, já trabalharam juntos antes na revista “Huck”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Disney é criticada por escalar ator hetero para viver primeiro personagem gay assumido do estúdio

    14 de agosto de 2018 /

    Após Scarlett Johansson ser “convencida” a desistir de interpretar um transexual no cinema, por pressão do movimento LGBTQIA+, é a vez da Disney ser criticada nas redes sociais por ter escolhido um ator heterossexual para interpretar o primeiro grande personagem abertamente gay de seus filmes. O ator inglês Jack Whitehall (da série “Fresh Meat”) confirmou em seu perfil no Instagram que estará em “Jungle Cruise”, aventura inspirada num passeio da Disneylândia, que será estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt. Segundo o tabloide inglês The Sun, o personagem será “afetado, exagerado e engraçado”. Em vez de comemorar a “ousadia” da Disney ao finalmente incluir um personagem gay num de seus filmes infantis – após 97 anos de produções – , o público LGBTQIA+ apontou o contrário, a falta de ousadia da Disney ao escalar um ator heterossexual para o papel. “Amo Jack Whitehall, mas eles seriamente não podiam ter escolhido alguém que é gay de verdade?”, escreveu uma pessoa. “Não é que seja um problema escalar um fantástico aliado heterossexual para um papel gay, mas é que há tantos atores gays sub-representados em todos os papéis por aí… então eu acho que isso é fantástico, mas também um pouco triste”, apontou o comediante James Barr. “Se não deixaram a Scarlett Johansson interpretar um homem trans, então não deveriam deixar o Jack Whitehall viver um homem gay. Especialmente se você considerar que há centenas de gays assumidos em Hollywood que são melhores atores do que ele”, disse outra pessoa. Além disso, a descrição do personagem dada ao jornal The Sun por uma fonte só fez a indignação crescer nas redes. “Sério, Disney? Seu primeiro personagem gay de peso vai ser vivido por um homem branco e heterossexual e perpetuar estereótipos? Que erro, esse navio devia afundar”, protestou outro no Twitter. “Jungle Cruise” tem roteiro da dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”) e estreia prevista apenas para outubro de 2019.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Record lança sua plataforma de streaming PlayPlus

    14 de agosto de 2018 /

    A rede Record lançou sua plataforma de streaming, batizada de PlayPlus. De forma curiosa, a companhia define o PlayPlus como um serviço de streaming e um marketplace. Este último nome é na verdade a versão premium do serviço, com mais atrações – não é um lugar para fazer negócios, não. O serviço, que começou a funcionar às 0h de terça (14/8), tem três opções de planos: gratuito (plano play), R$ 12,90 (plano play plus) e R$ 32,80 (plano play plus + esportes). O primeiro dá acesso à programação ao vivo dos canais do grupo Record (o que inclui Record News e estações da TV Record em diferentes estados). O segundo conta com conteúdos originais da plataforma (como um programa sobre eleições e outros de variedades com artistas da Record), conteúdos para o público infantil da PlayKids, séries da rede e licenciadas (como “Chicago PD” e “Heroes”), além de parte do acervo histórico da emissora — o que inclui episódios da “Família Trapo”, “Especial Elis Regina” e “Programa Flavio Cavalcanti”. E o terceiro plano oferecerá conteúdos de parceiros — no caso, acesso a todos os canais ESPN. A parceria com a ESPN e com a PlayKids não deixa de ser uma forma de a emissora acrescentar conteúdo em suas áreas mais fracas, esportiva e infantil. O ponto positivo é que a Record investirá em conteúdo exclusivo. O negativo é que não serão séries, mas programas de variedades e reality shows que parecem quadros estendidos do programa “Domingo Espetacular”. Por enquanto, são quatro programas exclusivos: “Bola Vai no Meu Lugar”, um reality cômico protagonizado pelos ex-Pânico Marcos Chiesa (Bola) e Carlinhos Silva (Mendigo), “Pais da Nova Era”, no qual o apresentador Marcos Mion busca contar histórias inspiradoras de paternidade, “De Folga com a Fama”, em que Ticiane Pinheiro convida celebridades para atividades inesperadas, e o jornalístico “Eleições 2018”, comandado por Eduardo Ribeiro. Todos tem curta duração, entre cinco e seis capítulos. Entre outros projetos previstos, há “Camarim da Xuxa”, destinado ao público infantil, programado para outubro, e uma atração ainda sem título protagonizada por youtbers famosos. O pacote plus é mais barato que o Globo Play, mas, comparativamente, oferece menos opções que o produto rival. De todo modo, ambos os serviços são caros em relação à variedade do cardápio da Netflix, por exemplo, que custa R$ 19,90. Veja abaixo o comercial do produto, vago e sem informações.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Framboesa de Ouro diz que planos do Oscar de “honrar” filmes populares desvaloriza premiação dos piores do ano

    13 de agosto de 2018 /

    A organização do troféu Framboesa de Ouro, também conhecido como Razzies, que premia os piores filmes e artistas da indústria cinematográfica americana, divulgou uma carta aberta à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, a respeito do anúncio dos planos de incluir uma categoria de “filmes populares” no Oscar. “Os Framboesas nem sempre acertam. Somos cobrados por isso. E nós geralmente ignoramos porque… quem leva Framboesa de Ouro a sério?” começa a carta . “Mas, falando sério, não somos o Oscar. O Oscar não é uma estatueta de US$ 4,97 que lembra às pessoas talentosas aquilo que fizeram de ruim e as sem talento que elas já ganharam dinheiro demais.” “Rebaixar-se para ‘honrar’ a produção popular apenas para obter mais visibilidade não é adequado à tradição do Oscar. Todo mundo conta com o Oscar para apontar as coisas boas que não poderiam ser vistas de outra forma”, continua a carta, que ainda acrescenta que a nova categoria pode até ofuscar o trabalho da premiação do Framboesa de Ouro. “Nós vasculhamos o entretenimento popular e, às vezes, impopular sem profundidade. Os Framboesas convidam os ‘des-honrados’ a se humilharem e ‘assumirem sua ruindade’.” Esse é o nosso trabalho ”, descreve o texto. “Então, uma dica para o nosso irmão mais velho e careca: Você é nossa inspiração – não nos falhe agora. Os Framboesas são co-dependentes do Oscar. Se você se desvalorizar – nós também nos desvalorizaremos.”

    Leia mais
  • Etc

    Teen Choice Awards tem pior audiência de todos os tempos

    13 de agosto de 2018 /

    O quanto os prêmios Teen Choice são populares? Muito pouco. A transmissão da premiação, exibida na noite de domingo (12/8) pela rede Fox nos Estados Unidos, foi um fiasco de audiência, com o menor público de sua história, mal ultrapassando 1 milhão de telespectadores ao vivo. Totalizou 1,01 milhão, ao todo. Não é se espantar. Afinal, com a introdução de inúmeras categorias dedicadas a “digital influencers” e apresentação de uma personalidade da web (Lele Pons), o evento pareceu feito para o público da internet. Mas quem assistiu foi mesmo o público da TV. A supervalorização de nichos digitais levou ao encolhimento de 40% do público em relação ao evento no ano passado – assistido por 1,7 milhão de pessoas. O pior é que a premiação nunca se destacou na única demografia computada pelos anunciantes, adultos entre os 18 e os 49 anos, marcando este ano apenas 0,3 ponto no levantamento estatístico da Nielsen – menos que os 0,5 de 2017. Se poucos se interessam, poucos votam e isso também redundou na premiação de programas de pouca expressividade, graças ao esforço de fã-clubes dedicados. O que explica como uma série cancelada por baixa audiência, como “Shadowhunters”, conseguiu levar para casa algumas pranchas de surfe – o troféu – da premiação. O resultado cataclísmico deste ano pode ter consequências, ao desestimular a Fox a manter a produção do evento.

    Leia mais
  • Etc

    Astro indiano de Jurassic World anuncia afastamento da atuação para tratar tipo raro de câncer

    13 de agosto de 2018 /

    O ator Irrfan Khan, que se tornou mundialmente conhecido ao protagonizar “As Aventuras de Pi” (2012) e “The Lunchbox” (2013) e atuar em blockbusters como “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “Jurassic World” (2016), revelou que foi diagnosticado com “uma rara forma de câncer” e disse que está passando por tratamento em Londres, no Reino Unido. Por conta disso, Khan precisou desistir do papel principal de “Gormint”, série que estava em produção desde o ano passado pelo serviço de streaming Amazon. Na série, ele interpretaria um ex-astro de Bollywood que se vê subitamente no cargo de ministro da cultura de seu país. Em declaração oficial para a imprensa, Khan lamentou ter que abandonar “um de seus projetos preferidos”. “Após meses de gravações, em que estava me divertindo muito, eu descobri minha doença. Com um coração pesado, preciso dizer agora que não vou conseguir cumprir meu compromisso com a série”, afirmou. A Amazon não deu informações oficiais sobre o destino da série após a saída de Khan. O ator, no entanto, deu a entender que a produção continuará e que ele será substituído. “Estou animado para ver o produto final, e tenho completa fé no time criativo para entregar algo único e inédito para a comédia indiana”, diz ele. Khan já tinha mencionado seus problemas de saúde em março, sem confirmar que se tratava de câncer. Na ocasião, ele pediu aos fãs pelo Twitter que respeitassem sua privacidade e não ficassem especulando sua condição, avisando que falaria mais sobre o tema no momento oportuno, quando houvesse um “diagnóstico conclusivo”. “Às vezes, você acorda com uma sacudida da vida, te chacoalhando todo. Nos últimos 15 dias, minha vida tem sido uma história suspensa. Eu mal sabia que minha busca por raras histórias me faria encontrar um rara doença. Eu nunca desisti e sempre lutei por minhas escolhas, e sempre lutarei. Minha família e amigos estão comigo, e estamos tentando batalhar da melhor forma possível. Enquanto luto, por favor, não especulem, eu vou dividir com vocês minha história, quando as investigações que estamos fazendo tiverem um diagnóstico conclusivo. Até lá, torçam por mim”, postou ele. Com 51 anos, Irrfan Khan atuou em mais de uma centena filmes, incluindo sucessos de Bollywood como “Paan Singh Tomar” (2012) e “Piku” (2015). Ao passar a aparecer em produções de Hollywood, tornou-se o ator de maior projeção internacional de seu país. Seu último lançamento, a comédia “Karwaan”, foi lançada há 10 dias no mercado indiano, registrando uma das melhores estreias do ano na bilheteria local.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Cena “perdida” de Marilyn Monroe nua é descoberta após 57 anos

    13 de agosto de 2018 /

    Uma cena nua de Marilyn Monroe, há muito tempo considerada lenda ou simplesmente perdida, foi descoberta pelo escritor Charles Casillo durante uma pesquisa para um livro sobre a estrela de Hollywood. A cena em questão foi filmada para o longa “Os Desajustados” (1961), mas não entrou na edição final. Nela, Marilyn aparece ao lado de Clark Gable num momento romântico e deixa cair o lençol que cobre o seu corpo. Seria o único registro de nudez da atriz no cinema, caso tivesse entrado no filme. Não só isso: seria também a primeira nudez cinematográfica de uma grande estrela de Hollywood desde a instalação do Código Hayes em 1934, que estabeleceu um padrão de moral e bons costumes para a indústria de cinema americana – após até um filme de Tarzan mostrar Jane (Maureen O’Sullivan) nua. A iniciativa de cortar a nudez de Marilyn foi do próprio diretor de “Os Desajustados”, John Huston, porque sentiu que não era necessária para a história. Mas o produtor do longa, Frank Taylor, evitou que o registro fosse perdido, ao decidir guardá-lo. Enquanto pesquisava material para seu livro “Marilyn Monroe: The Private Life of a Public Icon”, Charles Casillo entrevistou Curtice Taylor, filho do produtor, e descobriu que ele tinha encontrado e guardado a icônica filmagem após a morte do pai, em 1999. “Os Desajustados” foi escrito pelo então marido de Monroe, Arthur Miller, e conta a história de dois cowboys que disputam a atenção de uma mulher recém-divorciada. Foi o último filme de Marilyn antes de sua morte. O destino da filmagem encontrada ainda não foi decidido, mas ela pode reaparecer em algum relançamento do filme, originalmente filmado em preto e branco por Huston.

    Leia mais
  • Etc

    Idris Elba se diverte com boato de 007 e responde com rap clássico do Public Enemy

    12 de agosto de 2018 /

    O ator Idris Elba (“A Torre Negra”) aproveitou o fim de semana para se divertir com a invenção do tabloide britânico Daily Star de que ele viveria o próximo James Bond no cinema. Mostrando bom humor, ele escreveu no Twitter: “Meu nome é Elba, Idris Elba”, parafraseando a célebre frase do 007 “Meu nome é Bond, James Bond”. Claro que é uma brincadeira e não uma confirmação da mentira criada pelos “jornalistas” de Manchester, já desmentida pelas “fontes” citadas na redação mal-intencionada. O problema é que essa mentira não teve pernas curtas e ganhou o mundo, indo repercutir em alguns dos maiores sites e jornais do mundo, inclusive no Brasil. Por isso, Elba postou um segundo Twitter com outra fase famosa: “Não acredite no exagero” – tradução literal de “Don’t Believe the Hype”, título de um rap clássico da banda Public Enemy. E para não deixar dúvida em relação à referência, ele ainda postou uma foto da banda. Para quem não lembra, a música tem os seguintes versos: “O significado de tudo isso: alguns meios de comunicação são malucos. Que você acredite que é tudo verdade me explode a cabeça. Otários, mentirosos, me dê uma pá. Alguns redatores que conheço são malditos demônios. Para eles eu digo, não acredite no exagero. Yo, Chuck, eles devem fumar crack, né?”. Relembre a mensagem com o clipe abaixo. my name’s Elba, Idris Elba. pic.twitter.com/kEyyaVg8JX — Idris Elba (@idriselba) 12 de agosto de 2018 Don’t believe the HYPE… — Idris Elba (@idriselba) 12 de agosto de 2018 …. pic.twitter.com/y9AEcMcsWh — Idris Elba (@idriselba) 12 de agosto de 2018

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Ruby Rose deleta Twitter após sofrer ataques pelo papel de Batwoman

    12 de agosto de 2018 /

    A atriz Ruby Rose deletou sua conta no Twitter, alguns dias após ter sido anunciada como Batwoman na próxima série do Arrowverse da rede CW. Oficialmente, foi para não se distrair e focar no trabalho. Mas como ela também removeu comentários de suas fotos no Instagram, ficou claro que se trata de uma reação ao patrulhamento que transforma as redes sociais em ambientes tóxicos. Assim como aconteceu com Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”), Kelly Marie Tran (a Rose de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Anna Diop (a Estelar da série “Titans”), o Twitter de Ruby Rose foi tomado nos últimos dias por uma avalanche de ataques. O bullying veio de todos os lados: patrulheiros da direita, que querem parar a “influência” LGBTQIA+ na TV, e até patrulheiros da esquerda, que não consideram a atriz lésbica o suficiente para o papel. A última mensagem da australiana, pouco antes de deletar o Twitter foi: “De onde surgiu isso de ‘Ruby não é lésbica então não pode interpretar a Batwoman’? Provavelmente a coisa mais engraçada que já li – eu me assumi aos 12 anos de idade, sendo que nos últimos 5 anos tive de lidar com críticas de ‘ser gay até demais’. Como vocês viram a casaca assim? Eu não mudei”, criticou a atriz. Seja como for, ela continua escalada para viver a personagem – e até foi elogiada por Greg Rucka, o cocriador da versão pós-reboot da heróina nos quadrinhos: “Não que alguém tenha me perguntado, nem importa, mas eu gosto muito de Ruby Rose. A Kate dela vai honrar o trabalho dos escritores”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Atores de Fear the Walking Dead dão entrevista divertida para Danilo Gentili

    11 de agosto de 2018 /

    Dois dos principais atores de “Fear the Walking Dead” vieram ao Brasil para promover a estreia da segunda metade da 4ª temporada, e passaram pelo programa “The Noite”, do SBT, na sexta-feira (10/8). Para entrar no “clima”, o programa teve brincadeiras típicas da produção, com a participação de atores vestidos de zumbis, mas não foi isso que tornou a entrevista divertida – muito antes pelo contrário. Mesmo demonstrando não ter acompanhado as reviravoltas dos capítulos mais recentes, Danilo Gentili acabou realizando um bom bate-papo, em que, além de falar da série, os atores Alycia Debnam-Carey (Alicia) e Colman Domingo (Victor) revelaram detalhes de suas vidas pessoais, como a saudade de comida australina da atriz e a convivência do ator com Will Smith na época da escola. Veja abaixo. A série virou praticamente outra, agora que Alycia Debnam-Carey é a única sobrevivente do elenco do episódio inaugural, exibido em 2015. A mudança envolveu a introdução de novos personagens no começo da temporada, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”), Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”), Alexa Nisenson (“Te Pego na Saída”) e a chegada de Lennie James (o Morgan de “The Walking Dead”), que se juntaram aos sobreviventes dos episódios anteriores, agora reduzidos a Alicia, Victor e Luciana (Danay Garcia). Os próximos capítulos vão fazer ainda mais adições ao elenco, reveladas durante a San Diego Comic-Con. A série também ganhou novo dia de exibição no Brasil: às segundas, a partir de 13 de agosto, um dia após a transmissão nos Estados Unidos, pelo canal pago AMC.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Ronnie Taylor (1924 – 2018)

    10 de agosto de 2018 /

    Morreu Ronnie Taylor, veterano diretor de fotografia britânico que venceu o Oscar por “Gandhi” (1982). Ele tinha 93 anos e faleceu em sua casa na ilha de Ibiza, na Espanha, na sexta passada (3/8), após sofrer um AVC. O anúncio do falecimento só foi feito hoje pela Sociedade Britânica de Diretores de Fotografia. Taylor começou sua carreira como operador de câmera, trabalhando em clássicos como “Os Inocentes” (1961), “Barry Lyndon” (1975) e até no primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977). E foi assim também que iniciou seu relacionamento profissional com o cineasta Richard Attenborough. Ator famoso do cinema britânico (até hoje lembrado como o Professor Hammond de “Jurassic Park”), Attenborough virou diretor com “Oh! Que Bela Guerra!” (1969) e “As Garras do Leão” (1972), e quando se viu em apuros devido a uma emergência na produção de “Gandhi”, lembrou-se do cameraman desses filmes e chamou Ronnie Taylor para fazer História. Ainda novato na função, o currículo de Ronnie Taylor como diretor de fotografia tinha apenas quatro filmes – entre eles o musical “Tommy” (1977) – , quando se viu convocado por Attenborough para salvar as filmagens de “Gandhi”. É que o cinematógrafo original, Billy Williams (de “Num Lago Dourado”), tinha sofrido uma fratura na coluna e precisou se afastar das filmagens. A superprodução caríssima correu risco de interrupção. Mas Attenborough encontrou um aliado precioso em Taylor, que aceitou o desafio e já na sua primeira cena imprimiu o tom grandioso que transformou a cinebiografia num épico. Seu primeiro dia de trabalho foi justamente a recriação do funeral de Gandhi, que usou mais de 300 mil figurantes, um recorde de atores até hoje inigualado, de acordo com o Livro Guinness dos Recordes. Billy Williams acabou voltando posteriormente para a produção, mas Attenborough considerou que ambos tiveram contribuições importantes para as filmagens e decidiu que eles compartilhariam os créditos da direção fotográfica. Acabaram compartilhando também o Oscar de Melhor Fotografia. “Gandhi” também venceu os Oscars de Melhor Filme, Diretor, Ator (Ben Kingsley), Roteiro, Direção de Arte, Figurino e Edição. Depois de vencer o Oscar, Taylor voltou a trabalhar com Attenborough em “Chorus Line: Em Busca da Fama” (1985) e “Um Grito de Liberdade” (1987). Também firmou nova parceria, ao filmar “Terror na Ópera” (1987), “Um Vulto na Escuridão” (1998) e “Insônia” (2001) para o mestre do terror italiano Dario Argento. Outros trabalhos notáveis de sua filmografia ainda incluem “O Cão dos Baskervilles” (1983), aventura de Sherlock Holmes, “Vítimas de uma Paixão” (1989), com Al Pacino, e o drama “O Ladrão do Arco-Íris” (1990), de Alejandro Jodorowsky.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Notícia de que Idris Elba deve virar o próximo 007 é mentira plantada por tabloide britânico

    10 de agosto de 2018 /

    A notícia de que Idris Elba (“A Torre Negra”) está cotado para virar o próximo ator a interpretar James Bond é mentirosa. Foi inventada pelo tabloide Daily Star e replicada à exaustão até pela grande imprensa, ampliando o alcance da mentira inglesa para o mundo inteiro. No Brasil, ela foi divulgada por portais como UOL e R7, jornais como O Globo, Estadão e O Tempo, e sites especializados como Omelete, AdoroCinema e CineClick. A mentira original foi escrita de forma a soar convincente. E conseguiu demonstrar como a mídia é vulnerável às fake news, ao propagar sem checar um texto com declarações inventadas sobre uma conversa que nunca aconteceu, testemunhada por uma fonte que nunca existiu. O texto original citava uma fonte que teria ouvido uma conversa de um terceiro sobre o que um quarto achava de Idris Elba como James Bond. Uma construção no mínimo pouco ortodoxa. A suposta notícia trazia uma declaração do diretor americano Anthony Fuqua (“O Protetor”), dita durante um jantar, sobre uma conversa com Barbara Broccoli, produtora da franquia 007, em que ela afirmava que “era hora” do famoso espião ser interpretado por um ator negro. Ele acrescentou: “Idris poderia fazer isso se estiver em forma. Você precisa de um cara com forte presença física. Idris tem isso.” O blog Heat Vision do site da revista The Hollywood Reporter desconfiou e foi checar. E Anthony Fuqua nunca disse isso. “Ele nunca teve uma conversa com Barbara sobre a franquia ou sobre qualquer elenco. É tudo inventado”, disse o representante do ator à publicação. Não é a primeira vez que o nome de Idris Elba é citado como substituto provável de Daniel Craig no papel do agente secreto 007. Os rumores existem há pelo menos cinco anos. Assim como boatos sobre Tom Hiddleston (“Thor”) e Aidan Turner (série “Poldark”) assumirem o papel. Pipoca Moderna não deu esta notícia, como várias outras desmentidas nos últimas dias por serem “rumores” inventados para aumentar a visibilidade de veículos mal-intencionados. Como evitamos a armadilha? A principal regra nesses casos é verificar a fonte. E o Daily Star é o menos confiável dos nada confiáveis tabloides britânicos. O tabloide já sofreu vários processos e pagou milhões em indenizações por inventar escândalos falsos em suas páginas. E isto desde os anos 1980! Por conta disso, absolutamente nada que seja exclusivo do Daily Star – ou da revista da mesma editora, OK! Magazine – é publicado pela Pipoca Moderna. Uma lista negra de publicações e jornalistas é o básico para quem quiser priorizar credibilidade sobre visualizações alimentadas por notícias falsas. Pelo bom funcionamento da imprensa (mesmo a imprensa digital), é preciso dar um basta na manipulação feita pelas fake news.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie