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    Juiz autoriza fusão da AT&T e Time Warner, abrindo Hollywood para novas aquisições

    13 de junho de 2018 /

    A fusão da AT&T e da Time Warner recebeu aprovação na Justiça Federal dos Estados Unidos, contrariando a vontade do governo de Donald Trump de impedir o crescimento da empresa dona da rede CNN. O juiz Richard Leon rejeitou a alegação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de que combinar a segunda maior empresa de telecomunicações e maior provedora de TV paga do país com um dos principais estúdios de cinema e televisão concentraria muito poder nas mãos de uma única empresa. Em sua decisão, ele julgou que o governo não conseguiu demonstrar como a concentração de conteúdo, tecnologia e distribuição resultaria em preços mais altos para os consumidores e prejudicaria a concorrência, já que os representantes do Departamento de Justiça não apresentaram dados concretos, baseando sua argumentação em afirmações empíricas. Ao mesmo tempo, o juiz considerou sólidos os dados trazidos pelos executivos da AT&T e da Time Warner, que demonstraram que a única maneira de uma empresa de mídia sobreviver em um ambiente cada vez mais dominado por gigantes da tecnologia, como Netflix, Apple, Google e Facebook, é combinando estúdios de cinema, canais de TV, distribuição e processamento de dados em uma única corporação. Assim, aprovou a fusão sem restrições. A decisão ainda está sujeita à apelação, mas o juiz sugeriu que o Departamento de Justiça não o fizesse, pois isso apenas custaria mais honorários para as empresas e o governo e não chegaria em um resultado diferente. Caso não haja apelação, a autorização dará início a uma nova era dos conglomerados de mídia, entretenimento e tecnologia dos Estados Unidos, pois abre caminho para outras aquisições, que devem agitar o mercado de produção e consumo de conteúdo de séries e filmes. A Comcast, empresa similar à AT&T e que já é dona dos estúdios Universal, aguardava essa decisão para avançar sobre os ativos da 21st Century Fox. Ela deve formalizar uma proposta para rivalizar com a The Walt Disney Company pela compra dos estúdios Fox e canais de TV da empresa. Ao mesmo tempo, empresas de tecnologia que começam a ensaiar projetos de streaming, como Google, Apple e Facebook, também podem ambicionar a compra de estúdios de Hollywood. E elas tem muito dinheiro, podendo transformar Hollywood numa filial do Vale do Silício, por assim dizer. Esta tendência, aparentemente irreversível, aponta que o futuro do cinema está cada vez mais longe das salas escuras e mais próximo dos celulares. Não percam as cenas dos próximos capítulos.

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    Empresário de Stan Lee é preso em Los Angeles

    12 de junho de 2018 /

    O atual empresário de Stan Lee, Keya Morgan, foi preso na segunda-feira (11/6) sob a suspeita de ter registrado um boletim de ocorrência falso na polícia de Los Angeles. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ele foi solto após pagar uma fiança de US$ 20 mil, mas deverá enfrentar julgamento em 2 de julho. A polícia não divulgou os detalhes exatos da prisão, mas pode ter algo a ver com o relato insólito do início deste mês, quando policiais foram chamados após Lee ser supostamente confrontado em sua casa por dois homens armados que lhe exigiam dinheiro. Mas também pode ter sido outro boletim, já que diversos casos foram abertos em torno de Stan Lee nos últimos meses. Envolvido há muito tempo com o segmento de cultura pop, Keya já vinha sido observado de perto pela mídia após várias denúncias que envolviam abusos contra o criador dos maiores heróis da Marvel. Em dezembro, Lee registrou boletim de ocorrência na polícia preocupado com o sumiço de uma fortuna de sua conta. A investigação descobriu que um cheque de US$ 300 mil teria sido feito em nome da Hands of Respect LLC, empresa de merchandising constituída por ele e um sócio de sua filha, Jerry Olivarez. Outros US$ 850 mil teriam sido subtraídos da conta para comprar uma casa em um condomínio em West Hollywood, perto de onde o artista mora. E não ficou nisso. Outros US$ 1,4 milhão evaporaram das contas de Lee em fevereiro. Ao mesmo tempo, diversos funcionários antigos de Lee começaram a ser demitidos. Um dia após Lee ser internado num hospital com taquicardia, seu guarda-costas e faz-tudo Max Anderson foi dispensado, após 14 anos dedicados ao artista, com direito a queixa criminal, por ter atacado Lee e sua única filha, Joan Celia. Além dele, também teriam sido demitidos a governanta da casa onde Lee mora, o jardineiro e o advogado do artista. Em abril, o Hollywood Reporter revelou que o criador dos Vingadores enfrentava uma guerra infinita pelo controle sobre suas posses, envolvendo sua filha, seu ex e seu atual empresário. A publicação conseguiu um documento assinado pelo próprio Stan Lee no escritório de seu então advogado, Tom Lallas, onde ele acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (empresário de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. No texto, Stan Lee afirma: “Tudo isso aumentava junto com seu maior medo: que após minha morte, ela ficaria sem casa e destituída”. Segundo o documento, J.C. Lee, de 67 anos, conta “com poucos amigos adultos” e os três homens insinuariam uma amizade com um único propósito: ter acesso ao controle das propriedades e dinheiro do lendário quadrinista. Poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Além disso, o número de telefone do quadrinista foi mudado e, segundo o THR, seus emails são monitorados e respondidos por Keya Morgan. “Stan Lee tem problemas de visão e não consegue ler letras pequenas”, justificou-se Morgan a THR. Assim que foi informado que a revista preparava a reportagem, Morgan também gravou um vídeo em que Lee diz que o documento em que acusa a filha e o empresário é “totalmente incorreto, impreciso, enganoso e insultante”. Confrontado com essa declaração, o ex-advogado do escritor diz que Lee repassou todo o conteúdo com ele, “palavra por palavra, linha por linha”. Lee também disse no vídeo: “Minha relação com minha filha nunca foi melhor e meu amigo Keya Morgan e eu também temos um ótimo relacionamento… Qualquer um que esteja dizendo outra coisa… está espalhando mentiras”. Dias antes da prisão de Morgan, outro vídeo foi gravado por Lee e postado no Twitter, no qual ele deixou claro que o empresário era a única pessoa com quem ele trabalhava e que podia representá-lo. “Meu único sócio e gerente de negócios é Keya Morgan, e não todas as outras pessoas que estão fazendo declarações falsas”, dizia o vídeo. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões.

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    Astro de Os Gatões e pai de Superman em Smallville é condenado à prisão

    12 de junho de 2018 /

    O ator John Schneider, que ficou conhecido pelos papéis de Bo Duke na série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard) e Jonathan Kent em “Smallville”, foi condenado à prisão na segunda-feira (11/6) por dever dinheiro da pensão alimentícia do filho e da ex-mulher. De acordo com o site TMZ, ele vai passar três dias numa prisão de Los Angeles e terá que cumprir 240 horas de serviço comunitário. O juiz do caso tinha dado prazo até março para Schneider quitar a dívida de US$ 150 mil, que poderia ser feito com a transferência de uma propriedade para o nome de sua ex, Elvira “Elly” Castle, mas ele não cumpriu a determinação. Na época, ele disse: “Lamento essa situação financeira em que estou, me sinto envergonhado e humilhado”. A pensão original, atrasada desde setembro de 2016, era de US$ 18,9 mil.

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    Trump exibiu trailer falso de filme de ação como proposta de paz para Kim Jong-un

    12 de junho de 2018 /

    O encontro entre o presidente Donald Trump e o ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un, que aconteceu em Cingapura nesta terça (12/6), teve clima de thriller hollywoodiano, com direito a trailer, exibido para a imprensa, com a visão de Trump sobre o futuro. Trump encomendou um vídeo em tom de filme de ação genérico, com um enredo maniqueísta ao extremo, para exemplificar sua proposta de paz. E ele foi registrado pelo site do jornal britânico The Guardian, que o disponibilizou na internet para provar que a ideia não foi concebida como piada, embora pareça algo que internautas criariam como deboche. A “trama” explora a opção pela paz entre cenas de guerra – “o passado” – e imagens de “ficção científica” – “o futuro”, que mostram uma Coreia do Norte pujante, um país com trens de alta velocidade, arranha-céus espelhados, fábricas modernas e gigantescas linhas de transmissão de energia. “A história pode se repetir por gerações, em ciclos que parecem intermináveis”, diz o narrador, evocando os documentários trash do cineasta favorito de Trump, o indiano Dinesh D’Souza. “Chega a hora em que poucos são chamados para fazer a diferença”, continua a narração de tom ufanista, escrita ao estilo dos tuítes de Trump, com repetição de palavras e conceitos simplórios. “Uma história de oportunidade, uma nova história, um novo começo. Dois homens, dois líderes, um destino”. O presidente dos Estados Unidos afirmou à imprensa que mostrou o vídeo a Kim Jong-un e seus assessores no final do encontro. “Acho que eles amaram”, disse Trump. A ideia do trailer falso foi uma aposta na tradição cinéfila da família de Kim. É conhecida a história do pai do ditador, Kim Jong-il, que sequestrou em 1978 o renomado diretor sul-coreano Shin Sang-ok e sua ex-esposa, a atriz Choi Eun-hee, para que eles criassem uma indústria cinematográfica na Coréia do Norte. A dupla conseguiu escapar oito anos depois, durante uma ida ao Festival de Berlim. Esta aventura da vida real voltou à tona recentemente, por ocasião da morte de Choi Eun-hee, falecida em abril deste ano.

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    Decreto aumenta espaços reservados para pessoas com deficiência nos cinemas e shows

    12 de junho de 2018 /

    O presidente Michel Temer assinou na segunda-feira (11/6) um decreto que aumenta o número de lugares reservados para pessoas com deficiência em cinemas, teatros, auditórios e estádios, entre outros locais. O texto será publicada no Diário Oficial da União na terça-feira e entra imediatamente em vigor. A medida altera outro decreto, de 2004, que regulamenta a reserva de espaços para pessoas com deficiência. O decreto anterior estipulava apenas a reserva de 2% dos assentos para “pessoas portadoras de deficiência visual e de pessoas com mobilidade reduzida”. O novo texto faz uma diferenciação entre os locais com até mil lugares, e os que têm mais que isso. No primeiro caso, deverão ser reservados 2% de espaços para cadeirantes, e outros 2% de assentos para “pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”. Já no caso de locais com mais de mil lugares, são vinte espaços para cadeirantes, mais 1% do excedente dos mil lugares, e o mesmo número de assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Se esse percentual mínimo for um número fracionado, será utilizado o primeiro número inteiro superior. Metade desses assentos especiais deverão, ainda, ter características adequadas para pessoas obesas. Os locais terão 12 meses para se adequar a essa exigência. Caso não haja procura pelos lugares reservados, eles poderão ser comercializados com o público geral.

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    Netflix sai do ar e o “mundo” entra em pânico

    12 de junho de 2018 /

    A Netflix enfrentou problemas no mundo inteiro (inclusive no Brasil) no fim da tarde desta segunda-feira (11/6). A falha teria ocorrido em todos os dispositivos – como computadores, navegador, celulares com iOS e Android, Smart TVs, Chromecast e Apple TV – e impediu assinantes de acessar filmes e séries via streaming. Uma mensagem de erro era exibida a cada vez que um usuário tentava assistir a um vídeo requisitado. Com 125 milhões de assinantes no mundo inteiro, a situação logo mobilizou as redes sociais, rendendo desde reclamações até memes. Em seu perfil no Twitter, a empresa reconheceu o problema geral e pediu desculpas aos assinantes. “Estamos cientes de que os membros estão problemas em streaming em todos os dispositivos. Estamos investigando a questão”, disse a empresa, em mensagem divulgada às 18h57. Cerca de uma hora depois, a Netflix divulgou uma segunda mensagem garantindo ter resolvido a falha. “Os problemas de streaming que relatamos anteriormente já foram resolvidos. Obrigado pela sua paciência”, informou. Usando do bom humor, o perfil da empresa no Brasil brincou com a situação, dizendo que havia dado apenas uma “balançada”. “Calma, gente. Dei uma balançada aqui, mas já to arrumando”, diz o texto, que usou um vídeo de Tituss Burgess (da série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) para demonstrar como consertou o dano. Não foi dada nenhuma explicação para a origem do problema. Veja abaixo alguns dos memes gerados pela pane, além do próprio “meme oficial” da empresa. Calma, gente. Dei uma balançada aqui, mas já to arrumando. pic.twitter.com/3J9X8PlHkV — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 11 de junho de 2018 #Netflix is down! I repeat, Netflix is down! pic.twitter.com/FjNlM7SLKB — The Relentless Reader (@JenHartling) June 11, 2018 Netflix is down. Everybody panic!#Netflix pic.twitter.com/bTThG3DueW — ?Zeragrin (@ZeraFrags) June 11, 2018 Me, constantly refreshing until #Netflix works again. pic.twitter.com/gCHyQQlqg7 — Hannah Dillon (@hannaheileend) June 11, 2018 It's been five minutes since #netflix went down. pic.twitter.com/Mbg1m8xBdP — Karl Malone (@neuroticnegro) June 11, 2018 #Netflix is down, western civilisations are breaking apart? pic.twitter.com/AKpsoA5h3i — Midnight Revolution (@12amrevolution) June 11, 2018 Actual representation of me now that #Netflix is down pic.twitter.com/BmrsKK1HCq — amie (@amiejune) June 11, 2018 When #Netflix is down… pic.twitter.com/jXIfv4pOwV — Dale Jay (@TheRealSnailJay) June 11, 2018 *checks twitter to see if netflix is down for everyone or just me*literally the only reason i use twitter… #Netflix pic.twitter.com/VbaY0P3b5F — riss (@risshobson) June 11, 2018 #Netflix Did you try to turn it off and turn it back on or maybe putting it in rice pic.twitter.com/WM38eKXQOU — Krystle (@therealkrissy2) June 11, 2018 Is #Netflix down? Everything I try to watch has an error and I’m actually considering watching normal tv… pic.twitter.com/hD2PAbqUNr — Sophie Reu ♦️ (@SophieReu) June 11, 2018

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    Criador de House of Cards acusa Trump de traição e pede seu Impeachment

    11 de junho de 2018 /

    O criador da série “House of Cards”, Beau Willimon, que atualmente preside a divisão Leste do Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês), chamou o presidente Donald Trump de “traidor” no Twitter e conclamou o Congresso dos Estados Unidos a realizarem seu Impeachment. Os comentários foram feitos após Trump abandonar a reunião do G-7, que reuniu os países mais ricos do mundo em discussões sobre a economia no fim de semana no Canadá, após ser ameaçado de retaliação por criar tarifas sobre o aço e outros produtos da Europa e do próprio Canadá. Willimon twittou que “Trump estupidamente e perigosamente conseguiu alienar nossos maiores aliados. Eles agora encontram solidariedade em se opor a nós. Enquanto isso, ele menospreza o Canadá enquanto elogia a Coréia do Norte e a Rússia. As ditaduras são, por natureza, inimigas das pessoas. Trump está nos tornando um inimigo do mundo”. O roteirista, que é um crítico freqüente do presidente, foi além. “Até que o Congresso esteja disposto a usar seu poder constitucional para acabar com essa presidência devido à sua corrupção desenfreada e comportamento traiçoeiro, o dano continuará. Apenas ações, não declarações, podem pará-lo”. “Trump”, ele completou, “está provando ser o embaixador mais eficaz que a Rússia já enviou para Washington”. Trump has stupidly & dangerously succeeded in alienating our greatest allies. They now find solidarity in opposing us. Meanwhile he disparages Canada while praising North Korea & Russia. Dictatorships are, by nature, enemies of people. Trump is making us an enemy of the world. https://t.co/kO5KfTEPxP — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Trump is proving to be the most effective ambassador Russia has ever sent to Washington. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Until the Congress is willing to use is constitutionally mandated power to end this presidency due to its rampant corruption and treasonous behavior, the damage will continue. Only actions, not statements, can stop it. https://t.co/ODNGhedjO5 — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 We can no longer chalk Trump’s foreign policy up to ignorance and incompetence. He is willfully attempting a realignment that binds us to like-minded anti-democratic dictatorships to the exclusion of our longest held and most valuable allies. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018

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    Grupo que tentou sabotar Pantera Negra assume autoria de ataque contra Kelly Marie Tran, de Star Wars

    11 de junho de 2018 /

    Um grupo de “fãs” racistas que tentou sabotar o filme do “Pantera Negra” com notas negativas em sites como Rotten Tomatoes e IMDb diz ter sido responsável pelo bullying virtual cometido contra Kelly Marie Tran, primeira atriz de descendência asiática a interpretar uma personagem importante de “Star Wars”. O assédio foi tão agressivo que a levou a abandonar suas contas nas redes sociais. Em post publicado no fim de semana no Facebook, mas já removido, o grupo chamado Down With Disney’s Treatment of Franchises and His Fanboys acusou a presidente da Lucasfilm e produtora de “Star Wars”, Kathleen Kennedy, de adotar uma “agenda feminazi” que levou à “perversão” do “cânone” dos filmes, que apresentam caçadores de recompensas intergalácticos e seus amigos robôs falantes. O post, que foi fotografado antes da exclusão pelo site Screenrant, não expressa nenhum remorso por quaisquer ações. Em vez disso, comemora a saída de Tran da mídia social como uma vitória “gloriosa e sangrenta”. O objetivo do grupo seria fazer com que “Star Wars” abandone sua “diversidade forçada” para “trazer de volta o Herói Masculino Hetero Branco” que caracterizou a trilogia original. Para isso, pretende forçar a Disney, chamada de “corporação corrupta, a abandonar a franquia por meio de ações contínuas de pressão. Veja o post original abaixo. Em fevereiro, o grupo foi expulso do Facebook por criar um evento chamado “Give Black Panther a Rotten Audience Score” no Rotten Tomatoes, que visava fazer com que o filme do super-herói da Marvel tivesse uma nota de público negativa. Na época, a justificativa era que a Disney incentivava as críticas negativas para os filmes da DC, produzidos pelo estúdio rival Warner Bros. Em ambos os casos, os ataques buscam justificativas no universo dos fãs para incentivar outras pessoas a cometerem atos claramente racistas.

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    Robert De Niro manda presidente Trump se f* em premiação do teatro americano

    11 de junho de 2018 /

    O veterano ator Robert De Niro roubou a cena durante o Tony Awards, premiação do teatro americano, que aconteceu na noite de domingo (10/6) em Nova York. Ao subir no palco para anunciar um prêmio especial para Bruce Springsteen, ele quebrou o protocolo, saiu do script e atacou com um palavrão o presidente dos Estados Unidos Donald Trump. “Eu vou dizer uma coisa: F*da-se o Trump!”, ele tascou, cerrando os punhos, e foi ovacionado por boa parte da plateia, que chegou a se levantar para aplaudir o ator. De Niro ainda acrescentou: “Não é mais ‘abaixo Trump’. É f*da-se Trump”. Apesar do evento ter sido transmitido na TV americana, pela rede CBS, o áudio do ator foi cortado e os espectadores não ouviram os palavrões ao vivo – na verdade, com 10 segundos de atraso em relação ao tempo real do evento, justamente para prevenir este tipo de manifestaão. Em comunicado, a CBS confirmou o corte: “Os comentários do Sr. De Niro foram inesperados e estavam fora do roteiro. A linguagem ofensiva foi cortada da transmissão”, afirmou a rede em nota. Já nas transmissões de TV para outros países, como Inglaterra e Austrália, o áudio foi ao ar sem cortes. Esta não é a primeira vez que De Niro manifesta seu ódio contra Trump. Em um vídeo de 2016, ele disse que gostaria de dar um soco na cara do hoje presidente dos EUA. Trump, que costuma responder no Twitter às provocações contra seu nome, não se manifestou até o momento, porque está concentrado em seu encontro com o governante norte-coreano, Kim Jong-un, nesta segunda-feira (11/6). O grande vencedor da noite no Tony Awards foi o musical “A Band’s Visit”, que levou 10 das 11 estatuetas que disputou.

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    Jackson Odell (1997 – 2018)

    10 de junho de 2018 /

    O ator e músico Jackson Odell, que tinha papel recorrente na série “The Goldbergs”, foi encontrado morto na sexta-feira (10/6) em sua casa em Tarzana, segundo comunicado divulgado pela família nos Estados Unidos. Ele tinha apenas 20 anos. “A família Odell perdeu nosso amado filho e irmão, Jackson Odell na sexta-feira. Ele será para sempre uma luz radiante e uma alma talentosa, brilhante e amável. Ele tinha muito mais para compartilhar”, afirmou a nota da família. Fãs de séries o conhecem por diversas participações especiais em produções tão variadas quanto “iCarly”, “Jessie”, “Modern family”, “The Fosters” e “Arrested development”. Ele também estrelou o filme infantil “Judy Moody em Férias Incríveis”, mas seu principal papel foi mesmo Ari Caldwell, o irmão mais velho de Dana (Natalie Alyn Lind), que apareceu em oito episódios de “The Goldbergs”, entre 2013 e 2015. Odell também era compositor e cantor, e suas músicas figuraram em trilhas de filmes. A causa da morte ainda não foi divulgada. Atualização: após dois meses, foi confirmado que ele morreu de overdose.

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    Vince Vaughn é preso por dirigir alcoolizado na Califórnia

    10 de junho de 2018 /

    O ator Vince Vaughn, de “Os Estagiários” e “Penetras Bons de Bico” e da série “True Detective”, foi preso na madrugada deste domingo (10/6) por dirigir embriagado. De acordo com os policiais ouvidos pelo site TMZ, o ator foi parado numa blitz por volta das 4 da manhã em Manhattan Beach, uma praia que fica aproximadamente a 30 minutos de Los Angeles, e estava com um passageiro no carro. Esta é a primeira vez que Vaughn é preso por dirigir alcoolizado.

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    Quadrinhos da Disney não serão mais publicados no Brasil

    9 de junho de 2018 /

    A editora Abril não vai mais publicar os quadrinhos da Disney no Brasil. A decisão aconteceu, segundo o departamento de assinaturas da empresa, por “revisão estratégica do Grupo Abril”. A empresa publicava os quadrinhos do Mickey, Pato Donald e Tio Patinhas há 68 anos no país. De fato, o primeiro lançamento a trazer o logo da editora de Victor Civita foi a revista “Pato Donald”, em 12 de julho de 1950. E graças ao sucesso desta publicação, seguida pela revista do Zé Carioca e de outros personagens da Disney, a empresa conseguiu crescer, a ponto de ter até canais de TV. Mas isso é o passado. Hoje, a Abril é mais conhecida por fechar redações. Em carta enviada aos assinantes, a empresa informou que “os quadrinhos Disney não serão mais publicados por nós”. No início de maio, a editora suspendeu a publicação de coleções como “Biblioteca Don Rosa” e “Coleção Carl Barks”, que faziam parte de uma linha com quadrinhos históricos da Disney – um investimento recente. O que, de início foi anunciado como uma medida temporária, será agora permanente. Os últimos números dos quadrinhos Disney chegarão às bancas em julho. Depois disso, não se sabe qual destino terá o Pato Donald e seus amigos no país. Mas há quem aposte na Panini, que cresceu ao investir justamente em publicações dispensadas pela Abril, como as revistas da Marvel e da DC. .

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    John Lasseter, cineasta de Toy Story, fundador da Pixar e diretor da Disney, é afastado após denúncias de assédio

    9 de junho de 2018 /

    Acusado de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho, o cineasta John Lasseter, diretor do departamento de animações da Disney e mente criativa por trás dos sucessos da Pixar, deixará definitivamente a empresa no fim de 2018. Até lá, ele manterá uma função simbólica de consultoria. A decisão foi anunciada na sexta (8/6), quase sete meses após Lasseter pedir licenciamento da direção da Disney, desculpando-se por seu comportamento. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. Ele próprio decidiu se afastar da companhia após chegar a seu conhecimento que a revista The Hollywood Reporter preparava uma reportagem sobre sua conduta. Na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram à publicação que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. O site Deadline também ouviu funcionários da Disney, que não quiseram se identificar, mas confirmaram que a empresa sabia sobre o comportamento de Lasseter e até designava “babás” para vigiá-los em reuniões com mulheres ou festas da companhia. Segundo a reportagem, Lasseter comparecia às festas escoltado por um segurança, cuja função era “prevenir” ações que poderiam ser vistas como inapropriadas. Uma das fontes citou casos de executivas que se demitiram após toques indesejados e uma obsessão doentia pelas atrizes que serviam de modelo para as animações da franquia Tinker Bell, nos filmes de fadas feito para o mercado de DVD. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, Lasseter disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluía o texto. Atualmente, a Pixar desenvolve o quarto capítulo da saga “Toy Story”, que seria dirigido por John Lasseter. Durante a produção, a atriz Rashida Jones, responsável pelo roteiro, anunciou seu desligamento do projeto, devido ao que chamou de “discriminação sexual” da empresa.

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