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10 de agosto de 2026
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    Brad Pitt desmente acusação de não pagar pensão e diz já ter gasto US$ 9 milhões com Angelina Jolie e os filhos

    10 de agosto de 2018 /

    Brad Pitt desmentiu os novos advogados de Angelina Jolie, ao afirmar que está pagando corretamente a pensão dos filhos. Na terça-feira, veio a público um documento entregue pela atriz à Corte Superior de Los Angeles alegando que o ex-marido não pagava um valor “significativo” de pensão aos filhos. Os advogados de Pitt, no entanto, afirmaram que o ator desembolsou cerca de US$ 9 milhões nos últimos dois anos para ex-esposa e os filhos — US$ 8 milhões para a compra da casa onde Angelina vive com as crianças e aproximadamente US$ 1,3 milhão em pensão. Em documento obtido pelo site americano TMZ, os representantes do ator acusam Angelina e seus advogados de tentar manipular a cobertura da imprensa sobre o caso a favor dela. Ainda segundo a defesa de Pitt, o documento entregue por Angelina foi preenchido apenas com o intuito de fomentar conflito entre as partes. Entretanto, o TMZ elabora que o problema é dinheiro. O casal deve repartir entre si todos os valores acumulados durante seu casamento. O problema é que o casamento só aconteceu em 2014, uma década depois do relacionamento ter começado. E Brad Pitt fez muito mais dinheiro que Angelina no período em que estavam juntos, mas não casados. Angelina Jolie e Brad Pitt começaram a namorar em 2005 e se casaram oficialmente em 2014. Os dois se separaram em 2016 e até agora seguem brigando pela guarda dos filhos na justiça. Ao dar entrada no divórcio, Angelina exigiu guarda exclusiva, mas Brad protestou com um pedido de guarda compartilhada pelos dois pais. O ex-casal tem seis filhos, três deles biológicos – Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – e três adotados – o cambojano Maddox, o vietnamita Pax e a etíope Zahara.

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    Bill Murray é acusado de agredir fotógrafo de 71 anos, que é irmão da cantora Carly Simon

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Bill Murray se envolveu em uma briga com um fotógrafo em um restaurante em Martha’s Vineyard, nos Estados Unidos, e precisou prestar esclarecimentos em uma delegacia de polícia. O jornal Boston Globe apurou que foi feito um boletim de ocorrência policial contra Murray por Peter Simon, fotógrafo de 71 anos de idade e irmão da cantora Carly Simon. A acusação afirma que Simon não teria reconhecido o ator no momento do incidente. O fotógrafo disse que estava trabalhando em um restaurante chamado Lola’s, que o contratou para tirar fotos do local, quando um homem o “puxou por trás e o jogou contra uma porta”. Depois identificado como Murray, o homem teria dito para Simon que tinha o poder de expulsá-lo do restaurante se ele continuasse tirando fotos. “Ele parecia mais do que pronto para me matar estrangulado”, relembra o fotógrafo. “Eu disse para ele: ‘Você sabe quem eu sou?’. Não para ofendê-lo, mas para dizer que era um fotógrafo contratado pelo restaurante. Ele me respondeu com: ‘E você sabe quem eu sou?'”. Simon diz que Murray então o soltou e voltou para sua mesa – no entanto, mais tarde, quando estava deixando o restaurante, o ator se aproximou dele com um copo d’água na mão, com o qual encharcou o fotógrafo e sua câmera. “Ele me tratou como a pior pessoa da Terra”, relembra. Em sua defesa, o ator de 68 anos deixou registrado no boletim de ocorrência que Simon estava “tirando fotos dele sem permissão e o assediando”. Representantes de Murray e do restaurante Lola’s não quiseram comentar o caso para a imprensa norte-americana.

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    Atriz de Blade Runner é procurada pela polícia por furto

    10 de agosto de 2018 /

    A atriz Sean Young, que fez muito sucesso nos anos 1980 e 1990, em filmes como “Blade Runner” (1982), “Duna (1984), “Sem Saída” (1987), “Wall Street” (1987) e “Ace Ventura” (1994), está sendo procurada pela polícia. De acordo com o site TMZ, ela é acusada de furtar laptops e outros itens de uma loja. O departamento de polícia de Nova York quer interrogar Young, que teria sido flagrada pelas câmeras de segurança de um estabelecimento. De acordo com a polícia, dois laptops da Apple e softwares de produção de vídeos foram roubados, totalizando prejuízo de US$ 12 mil para a loja. Segundo o TMZ, ela chegou a trabalhar na loja, mas foi demitida há alguns meses. Os vídeos de segurança foram entregues à polícia para investigações mais aprofundadas, e a atriz ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. Young tem 58 anos e sua carreira estagnou nos anos 1990, após um boato de que teria perseguido certos atores com quem contracenou. Desde então, tem feito papéis de menor destaque. Um de seus trabalhos mais recentes foi “Blade Runner 2049”, em que, com uso de tecnologia e de uma dublê mais jovem, ela apareceu nas telas como uma versão mais jovem de si mesma.

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  • Etc,  Filme

    Marvel estaria pressionando Disney a recontratar James Gunn para Guardiões da Galáxia Vol. 3

    10 de agosto de 2018 /

    A Marvel Studios estaria fazendo lobby junto à Walt Disney Pictures para recontratar o diretor James Gunn, demitido em 20 de julho de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, quando tuítes de conteúdo ofensivo, publicados há uma década, foram resgatados de sua conta na rede social por militantes da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o site Deadline, a conversa entre Marvel e Disney é consequência da carta aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que professou lealdade ao diretor. Na mensagem, os atores declararam repetidamente que queriam ver Gunn recontratado. O texto foi assinado por todos os protagonistas da franquia – Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). Para completar, os fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” lançaram uma petição pedindo a recontratação do diretor, que já registrou mais de 374 mil assinaturas. Gunn, enquanto isso, parou de se manifestar. Ele pediu desculpas e justificou os tuítes, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/07/direita-americana-resgata-piadas-ofensivas-de-james-gunn-que-se-desculpa-e-explica-o-contexto/”>contextualizando as piadas sobre pedofilia e estupro ao lembrar o tipo de filmes transgressores que fazia na época. O cineasta chegou a dizer que respeitava a decisão da Disney e estava pronto para sofrer as consequências. Ele já havia finalizado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e estava preparado para começar a pré-produção. Por conta disso, Dave Bautista, o mais inconformado do elenco, avisou que pretende pedir para ser dispensado de seu contrato e substituído na produção, caso o roteiro de Gunn não seja utilizado. O problema é que o diretor foi demitido pelo próprio presidente da Disney, Alan Horn, que classificou as mensagens denunciadas pela direita como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Por outro lado, o fato de a Warner cobiçar Gunn para comandar filmes da DC Comics, como foi revelado na quinta-feira (9/8), pode estar tirando o sono do próprio Horn, e alimentando o empenho de Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para encontrar uma solução conciliadora que resulte na recontratação do diretor.

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    Promotoria de Los Angeles investiga novas denúncias contra Harvey Weinstein, Steven Seagal e Anthony Anderson

    10 de agosto de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles informou na quinta-feira (9/8) que está investigando novos casos de agressão sexual envolvendo três celebridades: o produtor Harvey Weinstein, o astro de filmes de ação Steven Seagal e o ator Anthony Anderson, da série “Black-ish”. O porta-voz da promotoria não deu detalhes das alegações ou quando as supostas agressões ocorreram. A denúncia ou denúncias contra Weinstein complicam ainda mais a situação do produtor, que atualmente enfrenta julgamento por estupro e abuso sexual em Nova York. Segal, por sua vez, é alvo de uma segunda denúncia. A primeira está sendo analisada pelas autoridades desde fevereiro. Embora a polícia não tenha confirmado o nome das vítimas, a ex-atriz Regina Simons e a modelo Faviola Davis informaram que tinham entrado na Justiça contra o ator. Simons alega que foi estuprada pelo astro das artes marciais em sua casa, em 1993, e Davis diz que ele agarrou suas partes íntimas em uma audição. Além delas, mais de uma dúzia de mulheres acusaram Seagal de violência sexual nos últimos meses. O ator de 66 anos negou todas alegações, dizendo que as supostas vítimas “mentiram e são pagas para mentir sem qualquer prova ou testemunha”. O caso de Anthony Anderson tem menos volume. Ele foi acusado apenas por uma mulher, a quem teria agredido sexualmente após uma festa em 2017. Um porta-voz do ator negou as acusações, que surgiram em julho, e lamentou que “qualquer um pode entrar com um processo independente se for verdade ou mentira”. Entretanto, esta não é a primeira vez que o ator é acusado de violência sexual. Ele e um assistente de direção foram acusados de estuprar uma atriz aspirante nos bastidores do filme “Ritmo de Um Sonho” (2005). O caso não chegou a ser investigado, porque as acusações foram retiradas em seguida.

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    Cleo Pires defende sensualidade e feminismo em post no Instagram

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz Cleo Pires, atualmente no ar na novela “O Tempo Não Para”, compartilhou uma nova foto sexy em seu Instagram, que desta vez veio acompanhada por um discurso feminista. “Mulher não pode isso, mulher não pode aquilo… OIIII, COMO É QUE É???”, escreveu Cleo ao publicar a foto em que aparece em posição de deboche, mostrando suas coxas tatuadas. A foto recebeu mais de 600 mil likes e inúmeros comentários de apoio. Reconhecida por seu talento como atriz, a filha de Glória Pires também atrai muitos internautas por sempre mostrar seu corpo na internet. Mas nada é gratuito. Como reforça o texto da imagem, ela defende que o empoderamento e a sensualidade são dois elementos que não se excluem. Ao contrário, complementam-se. “Mulher não pode isso, mulher não pode aquilo…” OIIII, COMO É QUE É??? ? Uma publicação compartilhada por CLEO – Jungle Kid (@cleooficial) em 8 de Ago, 2018 às 2:06 PDT

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    Demi Lovato cancela oficialmente shows que faria no Brasil

    9 de agosto de 2018 /

    Era inevitável e agora é oficial. Após sofrer overdose e se internar numa clínica de reabilitação, a equipe de Demi Lovato anunciou que todos os seus shows foram cancelados, inclusiva a turnê sul-americana que passaria pelo Brasil. A atriz e cantora, que quase morreu há poucas semanas, está se focando em sua reabilitação e recuperação. Os shows da turnê latina de “Tell Me You Love Me” estavam marcados para o Brasil, Chile e Argentina. Por aqui, os shows aconteceriam em São Paulo (19/11), Rio de Janeiro (21/11), Recife (24/11) e Fortaleza (27/11).

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    Kathleen Turner revela que foi alvo de aposta sexual de três grandes atores de Hollywood

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz Kathleen Turner deu uma entrevista ao site Vulture em que lembrou seus dias de sex symbol nos anos 1980. Ela contou que a popularidade também lhe rendeu assédio de grandes atores de Hollywood. Segundo a atriz, ela virou “alvo sexual” de Michael Douglas, Jack Nicholson e Warren Beatty, que teriam feito uma aposta que premiaria quem transasse primeiro com ela. “Você tem que lembrar que meu primeiro grande papel foi ‘Corpos Ardentes’ (1981) e depois disso eu virei um alvo sexual”, disse a atriz. “Eu descobri depois, através de Michael Douglas, que havia uma competição entre ele, Jack Nicholson e Warren Beatty para ver quem me levaria para a cama primeiro. Nenhum deles conseguiu, afinal. Não gostei de ser vista como um troféu”. A atriz lembrou algumas circunstâncias dessa competição. “Quando Jack e eu estávamos filmando ‘A Honra do Poderoso Prizzi’ (1985), o elenco foi para a sua casa. E Jack disse, sabendo do interesse de Warren em mim, ‘Por que você não liga para Warren e diz que eu não tenho saca-rolhas? Você verá o quão rápido ele chega aqui'”, relembrou. “Havia uma suposição de que as mulheres eram propriedades a serem reivindicadas”. Kathleen ainda lembrou quando foi um jantar e sentou numa cadeira vazia ao lado de Jack Nicholson. “Sentei e me diverti muito. Depois de um tempo, porque eu tinha que filmar no dia seguinte, disse que tinha que sair e dirigi de volta para o [hotel] Château Marmont. Eu chego lá e o telefone toca. Era Jack. ‘Como você pôde fazer isso comigo? Você era minha acompanhante e foi embora'”, teria dito o ator a ela. “E eu disse: ‘Eu era sua acompanhante? Ninguém me informou’. Situações como essa foram o motivo de eu nunca querer morar em Los Angeles. Toda vez que vou para lá, me sinto insegura”, afirmou a atriz.

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    Atriz acusa Geoffrey Rush de assédio sexual

    9 de agosto de 2018 /

    O ator Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) foi acusado de tocar nos seios da atriz Eryn-Jean Norvill (“Segredos de Um Crime”), durante o ensaio de uma peça na Austrália. O nome da atriz se tornou conhecido após ela se apresentar como fonte de uma reportagem do jornal The Daily Telegraph, que acusava o ator de assédio sexual. Rush processou o jornal por calúnia, e Norvill aceitou ser testemunha de defesa da publicação, assumindo que foi assediada pelo ator de 67 anos. O julgamento estava previsto para o próximo mês, mas foi adiado com a novidade, reportada pela rede ABC da Austrália. Ele deve ser remarcado para outubro. Os documentos do processo revelaram pela primeira vez detalhes do caso. As alegações de Norvill são de que em um ensaio para a peça “Rei Lear”, Rush “fez gestos de apalpar no ar, imitando apalpar o torso dela” e fez “comentários com cunho sexual”. Em seguida, o ator é acusado de “passar a mão pela lateral do seio direito da vítima”. Ela então teria pedido para que ele parasse e foi atendida. A defesa afirma que nenhuma declaração acrescentada no processo mostra Rush como um pervertido ou um predador sexual, ou que sua conduta tenha sido “escandalosamente inapropriada ou um abuso sexual”. O ator e a atriz coestrelaram “Rei Lear” entre 2015 e 2016, em Sydney. Questionada por que não tinha se pronunciado antes, Norvill afirmou que, como uma jovem atriz, tinha receio de ir contra um ator de tanto prestígio quanto Rush. Geoffrey Rush venceu o Oscar de Melhor Ator em 1997, por sua atuação em “Shine – Brilhante”, e o Emmy em 2005, por “A Vida e Morte de Peter Sellers”.

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  • Etc,  Filme

    Críticos condenam criação da categoria de “filmes populares” no Oscar

    8 de agosto de 2018 /

    O anúncio de que o Oscar incluirá uma categoria dedicada a “filmes populares” e entregará prêmios para outras categorias (impopulares) durante os intervalos comerciais da premiação não pegou bem entre jornalistas, críticos de cinema e membros da Academia. Diversos artigos foram escritos em protesto, enquanto o Twitter lotou de posts ironizando e/ou reclamando da decisão, que teria sido resultado de pressão da rede de TV ABC. “A indústria de cinema morreu hoje”, escreveu o ator Rob Lowe na rede social, repercutindo o anúncio feito na quarta-feira (8/8). “Isto significa que filmes como ‘Pantera Negra’ e ‘Missão Impossível’ não podem competir como Melhor Filme?”, questionou Stuart Oldham, editor da revista Variety. “Já existe um prêmio para filmes populares. Chama-se ‘dinheiro'”, lembrou Mark Harris, jornalista do site Vulture, que também roteirizou o documentário “Five Came Back”. Na falta de quem desenhasse, o jornalista Frank Pallotta postou um gráfico no canal de notícias CNN, que apontou que os filmes de maior bilheteria de todos tempos, de “E o Vento Levou” a “Avatar”, foram indicados ao Oscar de Melhor Filme. “Dos dez maiores sucessos do cinema, atualizados pela inflação, apenas um não foi indicado ou venceu o Oscar de Melhor Filme, “Branca de Neve”, que recebeu um Oscar honorário”, ele observou, antes de concluir: “Filmes populares são filmes”. A decisão de incluir uma categoria para filmes populares foi tomada depois que a exibição da premiação deste ano registrou a pior audiência televisiva da história do Oscar nos Estados Unidos. A rede ABC, que fechou contrato para transmitir o Oscar até 2028, teria feito um balanço sobre a transmissão e apontado problemas que a Academia deveria resolver, segundo apurou a revista Variety. O principal era a longa duração. A cerimônia de 2018 durou 3 horas e 53 minutos. Mas também foi considerado significativo o fato de os principais concorrentes serem filmes independentes que pouca gente assistiu. Os nove indicados ao Oscar de Melhor Filme faturaram, em média, US$ 78,7 milhões nas bilheterias dos EUA. A Academia teria incorporado as sugestões em seu pacote de mudanças na premiação, buscando reduzir o evento para 3 horas – com entregas de prêmios durante os intervalos – e incluindo uma categoria exclusiva para blockbusters. Entretanto, seria bem menos controverso estabelecer um limite fixo de 10 títulos na disputa do Oscar. Atualmente, o número de indicados depende de uma avaliação subjetiva da Academia e raramente atinge os 10 permitidos. Esta mudança na regra foi instituída em 2009. Antes disso, apenas cinco filmes concorriam à estatueta de melhor produção do ano. O aumento de indicados já tinha sido uma tentativa de incluir blockbusters entre os finalistas. Mas a própria Academia sabota esta iniciativa ao não preencher todas as vagas. Neste ano, deixou de fora “Logan”, por exemplo, que foi indicado a Melhor Roteiro e poderia muito bem fazer História ao disputar o troféu de Melhor Filme. Nenhum longa de super-herói jamais foi reconhecido pela Academia em sua categoria mais nobre. De todo modo, vale observar que a ideia de dividir a premiação entre filmes de méritos artísticos e filmes de apelo popular não é nova. Ela praticamente nasceu com o Oscar. Em 1928, no primeiro ano da premiação, o Oscar de Melhor Filme foi dividido entre dois vencedores: o épico de guerra “Asas”, de William A. Wellman, venceu o troféu de “Filme Excepcional”, enquanto que o drama “Aurora”, de F.W. Murnau, foi considerado o “Melhor Filme Artístico”. Mas essa divisão foi considerada tão bizarra que acabou extinta já no ano seguinte. Ou seja, o Oscar quer recuperar um formato que já foi testado e reprovado há 90 anos.

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    Causa da morte de Margot Kidder foi suicídio por overdose

    8 de agosto de 2018 /

    A morte da atriz Margot Kidder, intérprete de Lois Lane em quatro filmes de Superman (entre 1978 e 1987), foi confirmada oficialmente como suicídio. A filha da atriz, Maggie McGuane, revelou à agência Associated Press que já sabia a causa da morte no dia do falecimento e se sente aliviada por a informação vir a público, considerando que é importante discutir o assunto. “É um grande alívio que a verdade seja conhecida”, disse McGuane. “É importante ser aberto e honesto, e não ter vergonha ao lidar com isso.” Kidder foi encontrada morta em sua casa em Montana em 13 de maio. Na época, a causa da morte não foi revelada, mas a empresária da atriz, Camilla Fluxman Pines, disse que ela morreu pacificamente durante o sono. Na verdade, ela sofreu um overdose de drogas e álcool, segundo o relatório do médico legista Richard Wood. O boletim médico afirma que nenhum outro detalhe seria divulgado. A atriz de 69 anos tinha sido diagnosticada com distúrbio bipolar em 1996, e chegou a sofrer um acidente de carro que a deixou paralisada por dois anos. Sua longa carreira começou no final dos anos 1960, em diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que Kidder se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017.

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    Dylan O’Brien e Chloë Grace Moretz são flagrados juntos na noite de Los Angeles

    8 de agosto de 2018 /

    Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Dylan O’Brian (“Maze Runner”) podem estar namorando, segundo evidências fotográficas de paparazzi. Os dois foram vistos juntos na noite de terça-feira (7/8) em Los Angeles. Após chegarem separadamente na boate The Nice Guy, eles saíram no mesmo carro e foram até uma festa em outro local badalado, Beauty & Essex, em Hollywood. A foto abaixo flagra a chegada no segundo local. Os dois já apresentaram juntos um prêmio do MTV Video Music Awards de 2014, e a proximidade do casal faz lembrar que O’Brian também assumiu que tinha uma paixão platônica pela atriz alguns anos antes. Na época, porém, Moretz era menor e o ator optou por se retratar posteriormente, dizendo que sua admiração devia-se ao fato dela ser uma grande atriz e que ele nem tinha percebido como ela era jovem por causa disso. Agora, Chloë Grace Moretz já fez 21 anos e acaba de terminar seu relacionamento com o namorado Brooklyn Beckham, depois dele ser fotografado beijando outra garota. Já Dylan O’Brian tem 27 anos e estava namorando a atriz Britt Robertson (“Tomorrowland”) há seis anos, mas os dois não são vistos juntos há meses.

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  • Wagner Moura
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    Wagner Moura abre processo contra o MBL pedindo indenização por fake news

    8 de agosto de 2018 /

    O ator Wagner Moura entrou com um processo por danos na Justiça do Rio de Janeiro contra o Movimento Brasil Livre (MBL), apurou a colunista Marina Caruso, do jornal O Globo. Na ação, ele reivindica uma indenização de R$ 50 mil devido a uma publicação no Facebook feira pelo grupo de direita liderado por Kim Kataguiri. No post em questão, o MBL afirmava falsamente que o ator gastaria R$ 11,5 milhões da Lei Rouanet fazendo vídeos de apoio ao governo da então presidente Dilma Rousseff. A publicação teve mais de 20 mil likes e 30 mil compartilhamentos. O MBL já está no centro de uma polêmica envolvendo o Facebook, que retirou do ar quatro páginas ligadas ao grupo e suspeitas de propagar as chamadas fake news (notícias falsas).

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