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29 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    Miley Cyrus substitui Liam Hemsworth no tapete vermelho de seu novo filme

    12 de fevereiro de 2019 /

    A cantora e atriz Miley Cyrus roubou a cena das estrelas da comédia “Megarromântico” (Isn’t It Romantic?), ao aparecer no tapete vermelho da première no lugar do marido, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), que estava indisposto. Desfilando num vestido vermelho com cauda, ela virou alvo preferencial dos paparazzi na noite de segunda (11/2) e respondeu perguntas dos jornalistas ao lado de Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e Priyanka Chopra (“Baywatch”), colegas de elenco de Hemsworth na comédia romântica. Indagada sobre qual foi a coisa mais romântica que já fez, Miley, que se casou com Liam em uma cerimônia familiar discreta em dezembro, respondeu: “Talvez seja o que estou fazendo: estou aqui… toda arrumada e desacompanhada para divulgar o filme do meu homem, então está ótimo. Ele me deve uma”. Miley não deu detalhes sobre a saúde do marido, justificando sua ausência ao dizer que “ele está abatido, não está se sentindo bem no momento”. “(Nós) artistas temos muita dificuldade de cuidar de nós mesmos”, disse ela. O filme foi extremamente importante para Hemsworth, “então eu tinha que estar aqui para representá-lo”, acrescentou. Usando as redes sociais, o ator pediu desculpas aos fãs por não comparecer à estreia em Los Angeles e agradeceu Miley por substituí-lo. “Lamento por não ter ido… esta noite, gente. Tratei de uns problemas de saúde bem incômodos nos últimos dois dias. Por sorte tenho a melhor garota do mundo para me representar!”, escreveu o ator no Instagram (veja abaixo), também sem dar detalhes sobre qualquer doença. “Megarromântico” gira em torno da personagem de Rebel Wilson. Ela aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher” e cresceu odiando comédias românticas. Até o dia em que leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com o bonitão vivido por Hemsworth, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo e frustrada. O grande elenco da produção ainda inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e a direção é de Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. O filme estreia nesta quarta (13/2) nos Estados Unidos, aproveitando a data do Dia dos Namorados (14/2), mas não será lançado nos cinemas brasileiros. Ele desembarca direto na Netflix por aqui, em 28 de fevereiro. Visualizar esta foto no Instagram. Sorry I couldn’t make it to the @isntitromantic premier tonight guys. Been dealing with some pretty annoying health stuff the last couple days. Lucky I have the best girl in the world to represent for me! Thanks for the support babe! I hope everyone enjoys the movie! It’s a perfect Valentine’s Day flick so if ya ain’t got nothin better to do then go see it! Love to all! Uma publicação compartilhada por Liam Hemsworth (@liamhemsworth) em 11 de Fev, 2019 às 7:44 PST

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  • Etc,  Filme

    Quatro categorias são cortadas da transmissão ao vivo do Oscar 2019

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos vai eliminar algumas premiações da transmissão ao vivo do Oscar 2019. Após discussões com a rede ABC, que detém os direitos de exibição da cerimônia, os organizadores da premiação se comprometerem em reduzir a longa duração do evento. E para cumprir esse objetivo, quatro categorias vão receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. Segundo comunicado, os troféus de Melhor Fotografia, Edição, Curta-metragem e Maquiagem e Cabelo serão entregues fora do ar, quando a transmissão cortar para a publicidade. Um resumo dos discursos de agradecimento dos vencedores deve ser exibido durante a transmissão oficial do evento. Mas a Academia também vai oferecer ao público americano a possibilidade de assistir à entrega dos prêmios de forma integral pela internet, no site oficial do Oscar – o que parece sugerir que essa transmissão não incluirá intervalos comerciais. A ideia é criar uma rotação e deixar diferentes categorias fora do ar no próximo ano – como Edição de Som e Mixagem de Som, dois dos prêmios mais técnicos e de pouca distinção para o público em geral. A organização também enfatizou, em e-mail enviado a seus membros, que a festa deve durar três horas neste ano. O presidente da Academia, John Bailey, afirmou no comunicado que os vencedores de todas as categorias terão 90 segundos após o anúncio de seus nomes para chegar ao palco e terminar seu discurso. As novidades são consequência das baixas audiências que o Oscar vem registrando nos Estados Unidos. Em 2018, a premiação foi vista por seu menor público, desde que começou a ser exibida na televisão – 26,5 milhões de telespectadores. A premiação do Oscar 2019 será realizada em 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Etc

    Richard Gere vira pai pela segunda vez aos 69 anos

    12 de fevereiro de 2019 /

    O ator Richard Gere virou pai pela segunda vez, aos 69 anos de idade. Sua esposa, a empresária espanhola Alejandra Silva, de 36 anos, deu luz ao primeiro filho do casal em Nova York. Trata-se de um menino, que ainda não teve o nome revelado. Os dois se casaram no ano passado, e este também é o segundo filho de Alejandra, que é mãe de Albert Friedland, de 7 anos. Gere, por sua vez, é pai de Homer James Jigme Gere, de 19 anos, fruto do relacionamento dele com Carey Lowell. A gravidez de Alejandra foi anunciada em setembro do ano passado, seis meses após trocarem alianças em uma cerimônia realizada em Nova York. Eles se conheceram em 2014 em um hotel na Itália que pertence à família da mulher, que é filha do empresário Ignacio Silva, ex-vice-presidente do clube de futebol Real Madrid.

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    Glenn Close quer um remake de Atração Fatal do ponto de vista feminino

    11 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Glenn Close gostaria de ver um remake de “Atração Fatal”, um dos grandes sucessos de sua carreira, mas que mostrasse o ponto de vista feminino. O longa dirigido por Adrian Lyne em 1987 era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição. Close foi indicada ao Oscar por sua interpretação no filme. E ao voltar a concorrer neste ano por “A Esposa”, considerou que o tempo era ideal para uma refilmagem. Para ela, “Atração Fatal” “tocou em um ponto nevrálgico que existe entre os dois sexos”. A ideia do remake do ponto de vista feminino ajudaria a transformar Alex em uma personagem mais tridimensional. “Nós abordamos a Paramount sobre essa ideia”, admitiu a atriz, para o site Deadline. “Eles disseram que tinham algumas coisas em desenvolvimento com ‘Atração Fatal’. Eu acho que seria interessante contar a mesma história do ponto de vista dela. Acho que ela se transformaria em uma figura trágica, ao invés de uma vilã”. “É muito fácil transformar pessoas que tem distúrbios mentais em vilãs, sugerir que elas são más. Isso só aumenta o estigma. Eu acho que ‘Atração Fatal’ seria um filme muito perturbador do ponto de vista de Alex”, completou.

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    Casal de Supergirl revela que noivou na vida real

    11 de fevereiro de 2019 /

    O namoro entre Supergirl e Mon-El ficou mais sério. Na vida real. A atriz Melissa Benoist e o ator Chris Wood, que interpretam os super-heróis na série “Supergirl”, anunciaram seu noivado com posts no Instagram no último domingo (10/2). Melissa postou no Instagram uma foto do casal em que exibia seu grande anel de noivado, acrescentando a resposta ao pedido de Wood na legenda. “Sim, sim, sim, sempre será sim”, ela escreveu. E Chris depois postou uma foto em que os dois atores aparecem bem-vestidos para um evento de gala. “Não é do nosso casamento, mas será em breve”. O casal se conheceu no set de “Supergirl”, que está no ar desde 2015. Chris se juntou à produção em 2016 como Mon-El, interesse romântico da super-heroína. Um ano mais tarde, ele e Melissa foram flagrados aos beijos em Cancún, no México. Atualmente, o personagem dele está afastando da série, tendo viajado “ao futuro”, mas deve voltar na próxima temporada. Melissa foi casada por um ano com Blake Jenner, com quem contracenou em “Glee”. Eles se separaram em 2016. Visualizar esta foto no Instagram. yes yes yes it will always be yes♥️ Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 10 de Fev, 2019 às 4:41 PST Visualizar esta foto no Instagram. not from our wedding BUT IT WILL BE SOON ??? Uma publicação compartilhada por Chris Wood (@christophrwood) em 10 de Fev, 2019 às 4:43 PST

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  • Etc

    Brad Pitt prestigia festa de 50 anos de Jennifer Aniston

    10 de fevereiro de 2019 /

    Em meio a muitas, mas muitas fofocas mesmo, Brad Pitt e Jennifer Aniston retomaram a amizade de quando formaram um dos casais mais famosos do começo dos anos 2000. Ele foi um dos convidados da festa de 50 anos da eterna Rachel de “Friends”. A presença de Pitt, flagrada por fotógrafos, acontece após muitos tabloides publicarem que a reaproximação do casal teria levado ao fim de casamento de Aniston com Justin Theroux (“The Leftovers”). Pitt e Aniston se conheceram em 1998, se casaram em 2000 e ficaram juntos por cinco anos, período em que ele até apareceu em “Friends”. O relacionamento acabou em brigas por causa de Angelina Jolie, com quem Pitt se envolveu durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith” (2005). Aniston guardou mágoas por muito tempo. Mas, aparentemente, este tempo já passou. A reaproximação só aconteceu depois do ator se separar de Angelina Jolie, com quem tem seis filhos, em 2016. Segundo o site TMZ, a festa de Aniston também foi prestigiada por outra ex de Brad Pitt, a atriz Gwyneth Paltrow, além de uma constelação de estrelas, incluindo Robert Downey Jr., Reese Witherspoon, Rande Gerber, Pharrell Williams, Keith Richards, Katy Perry, Orlando Bloom, George Clooney, David Arquette, Courtney Cox e Barbra Streisand, entre outros. Justin Theroux não foi listado pelo site. Mas todos chegaram escondendo o rosto – menos Robert Downey Jr. Oficialmente, a atriz completa 50 anos nesta segunda-feira (11/2).

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  • Etc,  Filme

    Albert Finney (1936 – 2019)

    8 de fevereiro de 2019 /

    O ator britânico Albert Finney, indicado cinco vezes ao Oscar, morreu nesta sexta-feira (8/2), aos 82 anos, após enfrentar “uma breve doença” e “cercado por seus entes queridos”, segundo comunicado de sua família. Lenda do cinema e do teatro britânico, Finney nasceu em 9 de maio de 1936, estudou na tradicional escola de Royal Academy of Dramatic Art, onde iniciou sua carreira interpretando principalmente personagens de William Shakespeare, chamando atenção do diretor Tony Richardson para integrar o filme “Vida de Solteiro”, em 1960. Ele se tornou um dos novos rostos da new wave britânica, ao representar outro jovem da classe trabalhadora em “Tudo Começou num Sábado” (1960), que lhe rendeu o prêmio BAFTA (da Academia Britânica) de Revelação do ano. Mas sua trajetória sofreu uma mudança abrupta quando trocou o realismo social dos dramas em preto e branco pela exuberância de “As Aventuras de Tom Jones” (1963). Dirigido pelo mesmo Tony Richardson que o tinha revelado em “Vida de Solteiro”, Finney levou seu protótipo de jovem independente ao cinema de época, tornando-se um Tom Jones irresistível. Filho bastardo de um aristocrata e incapaz de resistir aos impulsos sexuais, lutou por seus direitos e pelo amor na tela, levando as revoluções sociais e sexuais para o século 18. O resultado encantou o mundo, lotou cinemas e rendeu a primeira indicação do ator ao Oscar. O sucesso de “As Aventuras de Tom Jones” tornou Finney tão popular quanto os Beatles. E ele foi se arriscar em novos gêneros, como o drama de guerra de “Os Vitoriosos” (1963) e até viver um vilão, o psicopata de “A Noite Tudo Encobre” (1964), ao mesmo tempo em que decidiu fazer mais teatro, criando hiatos em sua filmografia. Quando ressurgiu, após três anos, foi como par romântico de Audrey Hepburn em “Um Caminho para Dois” (1967), de Stanley Donen, que abriu uma lista de dramas sobre relacionamentos em crise, como “Charlie Bubbles” (1968), “The Picasso Summer” (1969) e “Alpha Beta” (1974), entrecortadas pelas comédias “O Adorável Avarento” (1970), que lhe rendeu o Globo de Ouro, e “Gumshoe, Detetive Particular’ (1971), primeiro longa do diretor Stephen Frears. Em 1974, ele deu vida a outro papel marcante, o detetive Hercule Poirot na versão cinematográfica original de “Assassinato no Expresso Oriente”, dirigida por Sidney Lumet, e foi novamente indicado ao Oscar. E também aproveitou a exposição da indicação para retornar aos palcos, fazendo apenas mais um filme na década: “Os Duelistas” (1977), estreia do diretor Ridley Scott. “Quando trabalhei naqueles anos no National Theatre”, disse Finney ao The New York Times em 1983, “as pessoas sempre diziam que eu poderia estar em Hollywood ganhando essa ou aquela quantia de dinheiro. Mas você deve manter a capacidade de fazer o que quer. Eu não queria ser vítima da necessidade de viver um estilo de vida que exige salários enormes para ser bancado”. Ele voltou ao cinema como coadjuvante em filmes inesperados, como o terror social “Lobos” (1981), o thriller sic-fi “O Domínio do Olhar” (1981) e o musical infantil “Annie” (1982), antes de tomar seu devido lugar no centro das atenções em “O Fiel Camareiro” (1984). O papel de Sir, um tirânico e decadente ator shakespeareano, que só tem momentos felizes no contato com seu camareiro, responsável por prepará-lo para subir no palco, rendeu a terceira indicação de Finney ao Oscar. Mas, após o novo reconhecimento, ele não sumiu das telas. Foi viver o papa João Paulo II num telefilme e emendou outro papel impactante, o cônsul alcoólico Geoffrey Firmin em “A Sombra do Vulcão”, um dos últimos filmes do diretor John Huston (que também o dirigiu em “Annie”), resultando em sua quarta indicação ao prêmio da Academia. Sua capacidade intuitiva de detectar talentos emergentes atrás das câmeras o levou a continuar trabalhando em filmes de futuros mestres, como os irmãos Coen, no excelente filme de gângster “Ajuste Final” (1990), Mike Figgis no drama “Nunca Te Amei” (1994), e principalmente Steven Soderbergh, que o escalou como o chefe de Julia Roberts em “Erin Brockovich” (2000), rendendo-lhe sua quinta e última nomeação ao Oscar, desta vez como Coadjuvante. Julia Roberts, vencedora do Oscar pelo mesmo filme, dedicou o prêmio ao britânico. E embora nunca tenha conquistado o Oscar, Finney ganhou o Emmy por sua interpretação de Winston Churchill no telefilme “O Homem que Mudou o Mundo”, de 2002, onde atuou ao lado de Vanessa Redgrave. O ator e Soderbergh repetiram a parceria em “Traffic” (2000) e “Doze Homens e Outro Segredo” (2004). Finney também trabalhou em dois filmes de Tim Burton, “Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas” (2003) e “A Noiva Cadáver” (2005), retomou a parceria com Ridley Scott em “Um Bom Ano” (2006) e fez o último longa do velho parceiro e grande mestre Sidney Lumet, “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto” (2007), entre muitas outras produções. Nos últimos anos, curiosamente, vinha se especializando em thrillers de ação e espionagem, novidades em sua vasta carreira. Mas, como não poderia deixar de ser, filmou justamente os melhores, “O Ultimato Bourne” (2007) e “O Legado Bourne” (2011), ambos dirigidos por Paul Greengrass, e “007 – Operação Skyfall” (2012), de Sam Mendes, com o qual encerrou sua filmografia. Em maio de 2011, o agente de Finney revelou que o ator estava enfrentando um câncer no rim.

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    Juliette Binoche defende “grande produtor” Harvey Weinstein no Festival de Berlim

    7 de fevereiro de 2019 /

    A atriz francesa Juliette Binoche, que preside o júri do Festival de Berlim 2019, deu uma declaração polêmica na entrevista coletiva que abriu o evento. Ela disse achar que Harvey Weinstein “já sofreu o suficiente”. Reforçando que nunca teve problemas com o produtor acusado de assédio, abuso sexual e estupro por mais de 100 mulheres, ela afirmou: “As pessoas já se manifestaram, eu mesma me manifestei. Agora é a hora da Justiça fazer seu trabalho”. Ela justificou sua fala, dizendo que estava “se colocando no lugar” do ex-produtor, que perdeu seu status e foi afastado de suas funções desde que as denúncias ganharam força. “Eu nunca tive problemas com ele”, garantiu. “E não podemos esquecer que ele foi quase sempre um grande produtor”, acrescentou a atriz, que atuou em “O Paciente Inglês”, de 1996, e em “Chocolate”, de 2001, produzidos por Weinstein. Os filmes de Weinstein estão entre os mais premiados pela Academia. Mas ele também era conhecido, antes das denúncias atuais, por gritar com diretores, aterrorizar funcionários, interferir na edição de filmes, chantagear estrelas a usarem roupas da grife de sua mulher e lançar versões retalhadas de sucessos internacionais nos Estados Unidos. Weinstein será julgado em 6 de maio sob acusação de abuso sexual e estupro de duas mulheres, cujos casos não prescreveram. Mas uma centena de mulheres revelou ter sofrido assédio do ex-magnata de Hollywood desde os anos 1970. As denúncias contra ele deram origem ao movimento #MeToo, que foi o estopim para tirar do escuro diversos casos de assédio, abuso e outras formas de violência sexual na indústria cinematográfica, levando à queda de vários produtores e empresários. Entretanto, as atrizes francesas se manifestaram de forma contrária ao movimento, que taxaram de autoritário. Um abaixo-assinado de estrelas idosas do cinema francês, como Catherine Deneuve, Ingrid Caven e Catherine Robbe-Grillet – todas com mais de 70 anos – defendeu o direito dos homens de “importunarem” mulheres no ambiente de trabalho.

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    Bolsonaro pretende cortar patrocínio da Petrobras ao cinema e cultura em geral

    7 de fevereiro de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro decidiu rever os patrocínios culturais da Petrobras. Usando o Twitter, o político fez elogios genéricos à necessidade de se incentivar a Cultura brasileira, no mesmo fôlego em que prometeu fazer o oposto disso. Para Bolsonaro, “o Estado tem maiores prioridades” do que incentivar a industria cultural. “Reconheço o valor da cultura e a necessidade de incentivá-la, mas isso não deve estar a cargo de uma petrolífera estatal”, escreveu Bolsonaro. “A soma dos patrocínios dos últimos anos passa de R$ 3 bilhões. Determinei a reavaliação dos contratos. O Estado tem maiores prioridades.” Para o governante, os incentivos devem ser “direcionados de forma justa, enxuta, transparente e responsável, mas jamais em detrimento das principais demandas de nossa sociedade.” Os valores de Bolsonaro, claro, estão superdimensionados. A Petrobras não gastou bilhões de reais com Cultura nos últimos dez anos. O aporte em patrocínios culturais foi de R$ 184 milhões em 2012, de R$ 121 milhões em 2013, e de R$ 125,8 milhões em 2014. E vem caindo, chegando a R$ 38 milhões no ano passado – período em que os gastos com publicidade chegaram a R$ 160 milhões, segundo dados da própria estatal, disponíveis em seu site oficial. Em release divulgado em dezembro passado, dias antes de Bolsonaro assumir o poder, a Petrobras se disse orgulhosa de sua atuação como incentivadora do cinema nacional. “São 22 anos e mais de 500 títulos entre longas e curtas metragens que fizeram da Petrobras a principal parceira da Retomada do Cinema Brasileiro, atuando em todos os elos da cadeia produtiva do setor audiovisual”, diz o texto, que ainda acrescenta: “Acreditamos em especial na importância do apoio aos festivais de cinema por promoverem o lançamento e circulação de novos filmes, estimularem a formação de plateia e constituírem espaços privilegiados de debate e reflexão sobre o audiovisual”. “Carlota Joaquina, a Princesa do Brasil” e “O Quatrilho”, indicado ao Oscar, foram as primeiras produções cinematográficas que contaram com patrocínio da Petrobras. Com seu sucesso e repercussão internacional, os dois filmes de 1995 mudaram os rumos do cinema brasileiro, que estava quebrado devido ao desmantelamento de políticas culturais de um antigo presidente que também achava que o Brasil devia ter outras prioridades, Fernando Collor de Mello, impichado por corrupção. Alguns dos principais festivais de cinema do Brasil são patrocinados pela Petrobras, como o Festival do Rio, Mostra de São Paulo, Festival de Brasília e Anima Mundi, além da Sessão Vitrine, que abre espaço no circuito cinematográfico para filmes brasileiros de qualidade comprovada. Um dos slogans atuais da Petrobras diz: “Para nós, Cultura é uma energia poderosa que movimenta a sociedade”. Cultura, claro, também é – cada vez mais no século 21 – Economia, já que a produção cultural é responsável por dezenas de milhares de empregos diretos e indiretos e por injetar dezenas de bilhões de reais nas finanças do país. Tradicionalmente, o setor rende e emprega mais que muitas indústrias que recebem incentivo maior do governo. Um relatório da Ancine demonstrou que só o setor audiovisual brasileiro foi responsável por injetar R$ 24,5 bilhões na Economia do país em 2014. E em 2017 arrecadou para o governo R$ 2,13 bilhões, somente com impostos diretos, segundo levantamento do Fundo Setorial Audiovisual (FSA).

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  • Etc,  Filme

    Woody Allen decide processar a Amazon por não lançar seu novo filme

    7 de fevereiro de 2019 /

    O diretor Woody Allen decidiu processar a Amazon após o estúdio desistir de lançar o seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, quando ele já estava filmado e editado. O cineasta entrou com processo nesta quinta-feira (7/2), pedindo US$ 68 milhões de indenização. Os advogados de Allen alegam que a Amazon informou o diretor, em junho de 2018, que não lançaria mais o drama estrelado por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Elle Fanning (“Malévola”) e a cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”). Allen diz que cobrou explicações da Amazon sobre o cancelamento da estreia, e que o estúdio respondeu que os motivos para a quebra de contrato incluíam “o retorno à tona de acusações de abuso sexual” e “declarações polêmicas” feitas pelo diretor. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. Curiosamente, a onda de protestos femininos nas redes sociais foi precipitada com a ajuda do filho do diretor, Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.

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    Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro

    6 de fevereiro de 2019 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.

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    Jennifer Lawrence teria ficado noiva de galerista de arte

    6 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Jennifer Lawrence estaria noiva do galerista Cooke Maroney. Segundo o site Page Six, ela foi vista em um restaurante de Nova York no final de semana usando um anel de noivado que teria uma pedra gigante e bem difícil de não ser percebida. Não houve confirmação oficial, porém, de acordo com a publicação, fontes confidenciaram que familiares e amigos já sabem da novidade. O casal está junto há oito meses e, mesmo assim, alimentaram poucas páginas de tabloides e webloides, optando pela discrição. O namoro começou em junho do ano passado. A atriz de 28 anos e o negociador de arte de 33 se conheceram por meio de um amiga em comum. E desde que estão juntos renderam menos assunto que os antigos namoros da atriz: o ator Nicholas Hoult, o cantor Chris Martin (do Coldplay) e o cineasta Darren Aronofsky, que a dirigiu em “Mãe!”.

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  • Etc,  Filme

    Oscar 2019 não terá apresentador oficial

    5 de fevereiro de 2019 /

    A presidente da rede ABC, Karey Burke, confirmou as especulações em torno da cerimônia do Oscar 2019, que, após a desistência do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), não terá um apresentador oficial. Durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Burke disse que o evento do dia 24 de fevereiro contará com diversas celebridades para apresentar os prêmios, e que há planos para “uma abertura bem emocionante”. Convidado a ser o anfitrião da premiação, Kevin Hart desistiu de apresentar o Oscar na mesma semana em que aceitou o convite, após o ressurgimento de antigos tuítes de seu passado homofóbico. Recusando-se a se desculpar, porque supostamente já teria feito isso, ele preferiu abandonar o posto a fazer uma postagem simples nas redes sociais. Karey disse que a decisão de limar o apresentador foi tomada após a “bagunça”, nas palavras dela, envolvendo a saída de Hart. “Depois disso, ficou muito claro que nós iríamos seguir em frente e simplesmente ter vários apresentadores apresentando o Oscar. Nós todos concordamos com essa ideia bem rapidamente”, explicou. Ela também reforçou que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar, prometeu à ABC no ano passado que a transmissão de 2019 teria apenas três horas – 30 minutos a menos do que nos últimos anos. “Então os produtores, eu acho, decidiram sabiamente não ter um anfitrião e se concentrar nos apresentadores de prêmios e nos filmes como estrelas”, resumiu Karey, antes de concluir: “Esta é a melhor maneira de manter o evento com 3 horas vigorosas”. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Mas a última vez foi um desastre, pois para compensar a ausência de um piadista no começo da transmissão, os produtores realizaram um musical de mau gosto, com Rob Lowe e a Branca de Neve protagonizando o pior momento da história do Oscar.

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