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    Campanha pela volta de James Gunn à Guardiões da Galáxia ganha outdoors na Disneylândia

    31 de outubro de 2018 /

    Um outdoor imenso pedindo o retorno de James Gunn à franquia dos “Guardiões da Galáxia” foi levantado, durante o final de semana, bem na entrada do parque da Disneylândia em Anaheim, na Califórnia. O anúncio foi iniciativa de fãs, que arrecadaram fundos por meio de uma campanha no site Go Fund Me. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e uma petição assinada por mais de 420 mil fãs na internet. Recentemente, o CEO da Disney, Robert Iger, afirmou ter apoiado a decisão de demitir o cineasta. Desde então, veio à tona que Gunn está escrevendo o roteiro da continuação de “Esquadrão Suicida”, com a possibilidade de assumir a direção do longa da DC Comics. Enquanto isso, “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que originalmente deveria chegar aos cinemas em 2020, continua sem diretor. O trabalho de pré-produção do longa foi cancelado, com a dispensa de todos os que trabalhavam no desenvolvimento de figurinos, cenários e efeitos visuais.

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    Diretor de Azul É a Cor Mais Quente é acusado de agressão sexual a atriz

    31 de outubro de 2018 /

    O diretor tunisiano Abdellatif Kechiche, vencedor da Palma de Ouro por “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), está sendo acusado de agressão sexual por uma atriz que não teve o nome revelado. De acordo com a imprensa francesa, o caso contra uma “jovem atriz” aconteceu em um jantar em Paris, ainda em junho. Uma queixa teria sido registrada na polícia francesa no dia 6 de outubro, que se tornou pública apenas agora. O crime, conforme as informações iniciais, teria acontecido no apartamento de um amigo mútuo da atriz e do diretor. Por meio de seus advogados, Kechiche nega a acusação, sem dar maiores explicações. As autoridades não revelaram detalhes do caso e qual exatamente teria sido a acusação. O caso é investigado por uma repartição da polícia local. Na época de “Azul É a Cor Mais Quente”, a atriz Léa Seydoux acusou Kechiche de estender demais as filmagens das cenas de sexo, fazendo-a repetir várias vezes e por vários dias as encenações mais tórridas com a atriz Adèle Exarchopoulos, sem roupas. Ele a considerou mal-agradecida. Além da Palma de Ouro para o diretor, o Festival de Cannes premiou as duas atrizes por “Azul É a Cor Mais Quente”.

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    Ator da série Fugitivos, da Marvel, é acusado de abuso sexual

    29 de outubro de 2018 /

    O ator Kip Pardue, que vive o pai da jovem Karolina Dean (Virginia Gardner) na série “Fugitivos” (Runaways), da Marvel, foi acusado de abuso sexual. A denúncia foi feita pela atriz Sarah Scott nesta segunda-feira (29), nas páginas do jornal Los Angeles Times. Segundo Scott, o caso aconteceu durante as filmagens de uma cena de sexo em “The Mogulettes”, produção televisiva independente deste ano. Ela conta que Pardue, durante as filmagens, pegou a mão da colega e a colocou forçadamente no seu pênis. Após Scott rejeitar este gesto, Pardue a chamou até o seu camarim e começou a se masturbar na sua frente. “Eu literalmente congelei. Eu disse: ‘O que você está fazendo?’. E ele me respondeu: ‘Isso não é um momento #MeToo, porque eu não sou o seu chefe. Eu não posso te demitir”, conta a atriz. Pardue reconhece o que aconteceu durante a cena de sexo, dizendo em comunicado ao “Times” que “entendeu mal a situação e já se desculpou” com a atriz. Ele nega, no entanto, o que ela diz que aconteceu logo depois. “Eu nunca quis ofendê-la de forma alguma. Eu me arrependo profundamente das minhas ações, e aprendi minha lição”, diz o ator. Scott diz que reportou o acontecido para os produtores de “Mogulettes”, para o sindicato de atores de Hollywood e para a polícia local, mas não viu nenhum desenvolvimento no caso nos últimos cinco meses. “Eu não sou um nome famoso, mas estou trabalhando há mais de 15 anos. Eu fui sexualmente violada no trabalho, e embora tenha tido a coragem de denunciar isso, sinto que não tenho poder nenhum para prevenir que aconteça com outra pessoa”, comenta. “Fugitivos” retorna para a sua 2ª temporada, já gravada com Pardue no elenco, em 21 de dezembro na plataforma americana Hulu. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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    Trilha de Nasce uma Estrela completa três semanas como disco mais vendido dos Estados Unidos

    28 de outubro de 2018 /

    A trilha sonora de “Nasce uma Estrela”, com músicas de Lady Gaga e do ator Bradley Cooper, completou três semanas em 1º lugar na parada de álbuns da revista Billboard. Foram mais 109 mil cópias comercializadas na semana passada, de acordo com o levantamento realizado pela empresa de consultoria Nielsen, das quais 61 mil representam vendas de CDs tradicionais. O disco de “Nasce uma Estrela” é a primeira trilha sonora a ficar tanto tempo no topo das paradas em mais de 10 anos. O último álbum do gênero a liderar o ranking por três ou mais semanas foi a trilha do telefilme “High School Musical 2”, que ficou quatro semanas em 1º lugar em 2007. Já o último disco com músicas de cinema a ter sucesso igual foi “Bad Boys II”, também com quatro semanas no topo da lista em 2003. O desempenho aumenta a façanha de Lady Gaga como cantora mais bem-sucedida da década, já que a trilha conta como seu quinto disco a abrir em 1ª lugar desde 2011. Os demais são “Born This Way” (2011), “Artpop” (2013), “Cheek to Cheek” (2014) e “Joanne” (2016). Nenhuma outra artista feminina emplacou tantos discos em 1º lugar no mesmo período. “Nasce Uma Estrela” também tornou-se o álbum há mais tempo em 1º lugar da cantora, ultrapassando “Born This Way”, que liderou o ranking da Billboard durante duas semanas em 2011.

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    Regina Duarte defende racismo e homofobia “da boca para fora” de Bolsonaro em entrevista polêmica

    26 de outubro de 2018 /

    A atriz Regina Duarte deu uma entrevista polêmica ao Estadão, publicada nesta sexta-feira (26/10), em que chama seu candidato a presidente, Jair Bolsonaro, de homofóbico apenas “da boca para fora”, defendendo que as frases que chocam o mundo inteiro são piadas. A atriz defendeu a tese do “humor” do candidato e disse que suas declarações consideradas homofóbicas e racistas são frutos de “edição” de vídeos. “Quando souberam que ele ia se candidatar, começaram a editar todas as gravações e também a provocá-lo para que reagisse a seu estilo, que é brincalhão, machão”, disse. Ela considera um “humor brincalhão típico dos anos 1950” aquilo que chama de “brincadeiras homofóbicas, que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”. Não ficou nisso. Uma frase chocou tanto sensibilidades menos, digamos, “ultrapassadas”, que foi destacada pelo diretor Kleber Mendonça Filho, de “Oasis”, em seu Twitter, acompanhado de um comentário curto: “Da série brasileiros primitivos: Regina Duarte”. Eis a frase da atriz: “Quando conheci Bolsonaro encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, que faz brincadeiras homofóbicas, um jeito masculino… que chama brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha; sem maldade.” Questionado sobre o contexto da frase que publicou, o cineasta retuitou a imagem com a publicação na íntegra. “Para quem ficou sem acreditar no meu post anterior”. A declaração integral de Regina Duarte é a seguinte: “Eu estava ‘no armário’, e meu filho mais novo começou a me contestar: já que sempre fui uma pessoa democrática, aberta, justa, como eu podia me fechar no conceito de que Bolsonaro é bruto, tosco, ignorante, violento. ‘Você já chegou perto dele?’ Respondi: ‘Não preciso me aproximar, sinto que é o candidato da raiva, da impotência, do ódio, contra a corrupção e não quero votar no emissário da raiva’. Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha. Eu tinha algumas opções de voto, como o (Geraldo) Alckmin e o (João) Amoêdo, mas, nesse momento, me caíram fichas inacreditáveis, como as omissões do PSDB. Foi tudo ficando muito feio. Quantos equívocos, quantos enganos! Foi quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país.” Outros esclarecimentos se fazem necessários, como lembrar que homofobia da boca para fora é homofobia. E afirmar que lugar de negro é na cozinha “não é um jeito masculino”, é racismo. Humor homofóbico e racista não é engraçado; é triste. DA SÉRIE BRASILEIROS PRIMITIVOS: REGINA DUARTE – “quando conheci Bolsonaro encontrei um cara doce, um homem dos anos 50, como meu pai, que faz brincadeiras homofóbicas, um jeito masculino… que chama brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha; sem maldade.” — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) 26 de outubro de 2018 Para quem ficou sem acreditar no meu post anterior sobre “BRASILEIROS PRIMITIVOS”, matéria do Estadão. https://t.co/V2dteNRsxJ — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) 26 de outubro de 2018

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    HBO inaugura o cargo de “coordenador de intimidade” para cenas de sexo de suas produções

    26 de outubro de 2018 /

    A HBO decidiu criar um novo cargo para produções: o coordenador de intimidade. A função assemelha-se à de um coordenador de dublês. O profissional irá supervisionar as gravações de cenas de sexo, para garantir que os atores envolvidos sintam-se seguros e confortáveis enquanto atuam. A iniciativa é resultado das discussões em Hollywood a respeito de casos de abuso e assédio sexual. O canal pago já testou – e aprovou – a prática durante as gravações da 2ª temporada de “The Deuce”, estrelada por James Franco, que foi envolvido em acusações do gênero. Alicia Rodis foi contratada como coordenadora de intimidade da série, que mostra os bastidores da indústria pornográfica na Nova York dos anos 1970. Depois disso, ela também trabalhou na comédia “Crashing” e está acompanhando a adaptação de “Watchmen” e o filme de “Deadwood”, de acordo com a revista The Hollywood Reporter. Como é impossível estar em todos os sets ao mesmo tempo, Rodis já está treinando novos coordenadores de intimidade, que devem trabalhar no drama “Jett” e em “Euphoria”, série produzida pelo cantor Drake. A decisão de ter uma coordenadora de intimidade em “The Deuce” partiu de uma sugestão da atriz Emily Meade, que vive a atriz pornô Lori na produção. Após o movimento #MeToo, ela começou a se questionar sobre o porquê de não haver nenhum profissional responsável por acompanhar cenas de sexo – ao contrário do que acontece com cenas de ação ou que envolvam crianças e animais. “Quando se fala de sexualidade, que é uma das áreas mais vulneráveis para todos os humanos, homens e mulheres, não há um sistema. Nunca houve uma pessoa para proteger e trazer conhecimento”, contou a atriz em entrevista à própria HBO. Meade levou então sua inquietação aos criadores da série, David Simon e George Pelecanos, que passaram a ideia adiante. A emissora então encontrou Alicia Rodis por meio de sua iniciativa Intimacy Directors International, que tem o objetivo de estabelecer padrões para cenas de sexo no audiovisual e no teatro. O coordenador de intimidade acompanha a produção desde uma conversa inicial com diretores e produtores sobre as cenas especificadas no roteiro, para entender o que esperam delas, faz a ponte com os atores e as equipes de maquiagem e figurino, e às vezes até os agentes dos atores são acionados, para garantir que toda nudez esteja dentro dos contratos previamente assinados. Na hora das gravações, acompanha tudo de perto para garantir que tudo tenha sido comunicado e que tudo seja consensual. Rodis espera que, no futuro, mais coordenadores como ela estejam presentes nas produções. “Estamos passando por uma grande mudança cultural e todos estão desesperados correndo atrás. É preciso muita coragem e humildade para olhar para algo que tem sido feito de uma certa forma há anos e dizer ‘podemos fazer melhor do que isso’”.

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    Casal de Elite e La Casa de Papel estaria namorando na vida real

    25 de outubro de 2018 /

    Os atores María Pedraza e Jaime Lorente, que estrelam as séries espanholas da Netflix, “Elite” e “La Casa de Papel”, estão namorando na vida real. Os dois foram clicados pelos paparazzi da revista Cuore no maior clima de romance em Madri, na Espanha, fazendo compras juntos. Além de andarem de mãos dadas, as fotos flagraram muitos abraços e até beijos. Veja a capa da publicação abaixo. Na trama da série mais recente, “Elite”, os atores formam justamente um casal, Marina e Nano. Mas o namoro não é de hoje. Os dois já se paqueravam pelas redes sociais por meio de comentários e curtidas, deixando os fãs alertas. E eles parecem gostar de trabalhar juntos. Além de contracenarem nas duas séries, eles também estarão em outra produção da plataforma de streaming, o filme “A Quién te Llevarías a una Isla Desierta?”, que irá estrear na Netflix em 2019.

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    Pacote com bomba é enviado para o ator Robert De Niro

    25 de outubro de 2018 /

    A polícia de Nova York foi acionada na manhã desta quinta (25/10) para investigar uma suspeita de bomba em um restaurante que pertence ao ator Robert De Niro. Um funcionário da Tribeca Productions, empresa de filmes e televisão fundada por De Niro, suspeitou de um pacote (veja abaixo) enviado para o ator com o endereço do local e alertou a polícia. O esquadrão antibombas recolheu o objeto suspeito para análise, enquanto o restaurante, chamado Tribeca Grill, foi evacuado. O pacote suspeito de conter um artefato explosivo é semelhante a outros enviados para o ex-presidente Barack Obama, para a emissora CNN, para o casal Bill e Hillary Clinton, para o bilionário George Soros, para o ex-vice-presidente Joe Biden e a deputada democrata Maxine Waters, entre outros alvos, todos considerados “inimigos” do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De Niro se encaixa nesse perfil por ter mandado Trump se “fod*r” durante o Tony Awards, premiação do teatro americano, que aconteceu em junho em Nova York. “Não é mais ‘abaixo Trump’. É f*da-se Trump”, ele proclamou na ocasião. O envio dos pacotes com explosivos ocorre na véspera das eleições legislativas do país, agendadas para 6 de novembro, que vão determinar se os republicanos mantêm o controle no Congresso. De acordo com o FBI (polícia federal americana), é possível que mais pacotes suspeitos com explosivos tenham sido enviados para personalidades liberais ou ligadas ao Partido Democrata – padrão encontrado em todos os alvos das bombas. A entidade tem tratado o caso como “terrorismo doméstico”, mas, por enquanto, não há registros de explosões nem de feridos.

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    James Karen (1923 – 2018)

    24 de outubro de 2018 /

    Morreu o ator americano James Karen, lembrado por papéis marcantes em dois clássicos dos anos 1980, “Poltergeist: O Fenômeno” (1982) e “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). Ele faleceu na terça-feira (24/10) em sua casa, em Los Angeles, aos 94 anos de idade. Com uma carreira que se estendeu por sete décadas, Karen iniciou sua trajetória numa adaptação televisiva de “Um Conto de Natal”, em 1948. Trabalhou em inúmeras séries e alguns filmes trash, como “Frankenstein Contra o Monstro Espacial” (1965) e “Hércules em Nova York” (1970), estreia de Arnold Schwarzenegger no cinema americano, antes de começar a figurar em filmes mais famosos, que mudaram a direção de sua filmografia. Ele viveu um advogado suspeito no clássico político “Todos os Homens do Presidente” (1976), de Alan J. Pakula, o vive-presidente dos Estados Unidos na sci-fi “Capricórnio Um” (1977), de Peter Hyams, e um funcionário de hotel em “Noite de Estréia (1977), marco do cinema indie dirigido por John Cassavetes. A partir daí, passou a aparecer em filmes cada vez mais prestigiosos, como “Sindrome da China” (1979), “Nasce um Cantor” (1980) e “Frances” (1982). Até o papel de “Poltergeist” lhe dar mais falas e introduzi-lo ao público do cinema de terror, que o abraçou com garras e dentes. No clássico oficialmente dirigido por Tobe Hooper (e extraoficialmente pelo produtor e roteirista do filme, Steven Spielberg), ele viveu Lewis Teague, patrão do personagem de Craig T. Nelson e responsável pelo empreendimento imobiliário que usou o terreno de um antigo cemitério indígena para criar um novo bairro suburbano. Karen ficou ainda mais conhecido ao interpretar um dos papéis principais de “A Volta dos Mortos-Vivos”. No cultuadíssimo terrir de Dan O’Bannon, ele viveu Frank, gerente de uma funerária que inadvertidamente solta zumbis de contêineres esquecidos pelo exército, após o surto “verídico” documentado no filme “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968). A morte do personagem na trama não impediu que o ator acabasse voltando em novo papel na continuação, “A Volta dos Mortos-Vivos 2” (1988). Outros destaque do seu currículo incluem uma parceria de três filmes com o diretor Oliver Stone, como o chefe de Charlie Sheen em “Wall Street – Poder e Cobiça” (1987), o Secretário de Estado William Rogers em “Nixon” (1995) e um executivo do time de futebol americano Miami Sharks em “Um Domingo Qualquer” (1999). Ele também bisou a parceria com Tobe Hooper na sci-fi “Invasores de Marte” (1986), além de ter participado de “Íntimo & Pessoal” (1996), de Jon Avnet, “O Aprendiz” (1998), de Bryan Singer, “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, “À Procura da Felicidade” (2006), de Gabriele Muccino, e ter sido dirigido por Mark Ruffalo em “O Enviado” (2009). Ainda na ativa, Karen filmou neste ano o terror “Cynthia”, lançado em agosto nos Estados Unidos, e estava escalado como dublador da vindoura série animada “Sticky Fingers”.

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    HBO Brasil censura íntegra do programa de John Oliver que critica “terrível” Jair Bolsonaro

    24 de outubro de 2018 /

    Vencedor do Emmy de Melhor Talk Show do ano, o programa “Last Week Tonight with John Oliver”, da HBO, teve um de seus episódios recentes censurado no Brasil. O programa tinha como tema as eleições presidenciais brasileiras, e trouxe Oliver gozando da campanha do PT e, principalmente, fazendo críticas duras ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, a quem chamou de “ser humano terrível”. Exibido em 7 de outubro nos Estados Unidos, o episódio simplesmente não foi ao ar no Brasil. Ele deveria ter sido transmitido em 8 de outubro, no dia seguinte ao primeiro turno das eleições brasileiras. No entanto, na ocasião, a HBO reprisou o episódio 24 da 5ª temporada. Na semana seguinte, o canal exibiu o episódio 26, como se o 25 não existisse. A HBO Brasil também não deu alternativas para o público assistir ao capítulo pela plataforma HBO Go. Após o episódio 24, o catálogo do serviço oferece diretamente o episódio 26, pulando a edição dedicada às eleições brasileiras. A censura foi na TV e também online. Procurada pela reportagem do jornal O Globo, a HBO Brasil não se manifestou sobre o motivo. Em junho, o Supremo Tribunal Eleitoral (STF) derrubou a regra que impedia sátiras a políticos em período eleitoral. Ou seja, não havia restrições legais para a exibição do conteúdo pela HBO Brasil. Anteriormente, apenas a China, que não é uma democracia, proibiu a exibição de um episódio de “Last Week Tonight”. Fez mais que isso: tirou a HBO do ar para impedir uma piada de John Oliver, que lembrava como o presidente chinês Xi Jingpin não gostava de ser comparado ao Ursinho Pooh. Já o Brasil ainda é uma democracia, pelo menos até o resultado final das eleições. Mesmo assim, houve censura, como na época da ditadura, momento de repressão intensa que Bolsonaro sugere representar. Apesar de barrado no Brasil, a íntegra do segmento dedicado ao país, com 16 minutos de duração, pode ser encontrada na página oficial do programa no YouTube. Por conta disso, “fãs” resolveram legendar uma versão de 11 minutos do vídeo, sem a longa introdução sobre como o mundo via o Brasil há 80 anos. Ambas as versões podem ser vistas abaixo. No programa, além de chamar Bolsonaro de “terrível”, Oliver mostra uma compilação de declarações constrangedoras do deputado, lembrando acusações de homofobia, misoginia, racismo e comportamento antidemocrático. “A melhor coisa que você pode dizer sobre Bolsonaro é que ele não foi denunciado por um escândalo de corrupção, ainda. Infelizmente essa é, literalmente, a única coisa boa que você pode dizer sobre ele, pois ele é um ser humano terrível”. É tão pesado que Oliver termina o programa fazendo uma conclamação aos brasileiros para não votarem em Bolsonaro, dizendo que ainda havia esperanças, graças à campanha #EleNão. Oliver também brincou com a popularidade de Lula, falando que seria prático eleger um presidente que já está preso por corrupção. E chama a campanha petista, que tenta colar a imagem de Fernando Haddad a Lula, de “um insulto à inteligência das pessoas”. O apresentador inglês ainda se mostrou fascinado pela fauna de candidatos brasileiros a cargos legislativos, inclusive os super-heróis, como o “Homem-Aranha do Amapá” e “Geraldo Wolverine”. Ao final, ele conclui que qualquer candidato é melhor do que Bolsonaro. “Brasileiros, sei que vocês estão desiludidos com todos os políticos e que nenhum dos candidatos os inspiram, mas, por favor, qualquer um deles é melhor que o Bolsonaro”, inclusive o “Lula diet” (em referência a Haddad), ele cita, além do Homem-Aranha. “Bolsonaro não reflete o que vocês são de melhor, Brasil”, encerrou. Confira abaixo.

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    Angelina Jolie visita refugiados venezuelanos no Peru em missão para as Nações Unidas

    22 de outubro de 2018 /

    A atriz Angelina Jolie viajou ao Peru no domingo (21/10) para discutir a situação dos refugiados venezuelanos, que estão migrando em fuga da crise política e econômica de seu país. Ela ficará por três dias na região como enviada especial da agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), informou um comunicado da organização. O comunicado do Acnur aponta que o Peru é um dos países mais afetados pelo surto de refugiados e imigrantes venezuelanos, considerado o maior movimento de pessoas na história recente da América Latina. E diz que, em sua missão, a atriz irá avaliar as necessidades humanitárias dos refugiados venezuelanos, os desafios enfrentados pelo Peru como país anfitrião e discutir as possíveis respostas regionais para a crise. Para isso, ela irá se encontrar com os refugiados, representantes do governo peruano e organizações empenhadas em dar uma resposta humanitária à situação. A própria atriz explicou que sua meta é “ajudar as pessoas a entenderem que a situação na Venezuela não diz respeito só a alguém querer se mudar para obter um trabalho melhor, mas que o país é uma espécie de zona de guerra”. Ela já se encontrou com vários venezuelanos no refúgio “Sem Fronteiras”, uma instituição de caridade que abriga fugitivos do país governado por Nicolás Maduro. Uma imagem publicada pelo Acnur em sua conta de Instagram mostrou Angelina conversando com um jovem bailarino refugiado que criou em Lima um grupo que trabalha para inspirar outros jovens e estabelecer laços com as comunidades locais através da cultura e da dança. Visualizar esta foto no Instagram. UNHCR Special Envoy Angelina Jolie is undertaking a mission to Peru this week. . Peru is one of the countries most affected by the surge in Venezuelan refugees and migrants – the largest movement of people in Latin America’s recent history. . Following up on the UN High Commissioner for Refugees’ recent visit to the region, Jolie is undertaking a three-day mission to assess the humanitarian needs of Venezuelan refugees, the challenges facing Peru as a host country, and to discuss the possible regional responses to the crisis. . During her mission, the Special Envoy will meet refugees, representatives of the Government of Peru and organizations contributing to the humanitarian response. . She will visit programmes providing protection and assistance to asylum-seekers, refugees and host families, and observe Peru’s generous response to Venezuelan refugees and migrants. . . . © UNHCR/Santiago Escobar-Jaramillo . #refugees #WithRefugees #Peru #Venezuela Uma publicação compartilhada por UN Refugee Agency (@refugees) em 22 de Out, 2018 às 7:01 PDT

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    O Montanha de Game of Thrones se casa na Islândia

    21 de outubro de 2018 /

    O homem mais forte do mundo também é romântico. Hafthor Julius Bjornsson, que interpreta o gigante Montanha em “Game of Thrones”, casou-se no sábado (20/10) com Kelsey Morgan Henson. A cerimônia aconteceu na Islândia, terra natal de Bjornsson. E o noivo não perdeu tempo para fazer uma declaração romântica no Instagram: “É com grande prazer que eu agora posso chamar Kelsey Morgan Henson de ‘minha mulher’. Posso segurar essa mulher pelo resto de nossas vidas, não importa o que aconteça. Estou muito animado para todas as aventuras que vamos enfrentar lado a lado”. Henson retribuiu em outra publicação nas redes sociais. “Ansiosa para puxar esse grande cara pelo resto da minha vida. Thor, eu te amo hoje e sempre e prometo ficar ao seu lado durante tudo o que a vida nos lançar. Te amo, baby”. Segundo o tabloide britânico The Sun, o casal se conheceu no ano passado, no Canadá. Ela trabalhava como garçonete em um restaurante e pediu uma foto com o ator, dando início ao relacionamento, que superou não só a diferença de línguas entre os dois, mas também o tamanho. A noiva tem só 1,52 metros, em comparação aos 2,06 metros dele. Bjornsson estará na 8ª e última temporada de “Game of Thrones”, prevista para o primeiro semestre de 2019 no canal pago HBO. Visualizar esta foto no Instagram. It is with great pleasure that I now get to call Kelsey Morgan Henson my wife!❤️ . I get to hold this beautiful woman through thick and thin for the rest of our lives! I’m so excited for all of the future adventures we will tackle side by side. @kelc33 ?? #justmarried Uma publicação compartilhada por Hafþór Júlíus Björnsson (@thorbjornsson) em 20 de Out, 2018 às 11:49 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Looking forward to pulling this big guy around for the rest of my life. ♥️ . @thorbjornsson I love you now and forever and promise to stand by your side through all that life throws at us. I love you baby! ???? . . @weddingiceland . #married #justmarried #wife #husband #wifelife #ballandchain #together #forever #partners #soulmate #bestfriend #goals #love #happy #happiness #smiles #beautiful #family #secret #intimatewedding #wedding #photography #weddingphotography #weddingphoto #iceland #lava #fields #viking #canadian Uma publicação compartilhada por Kelsey Henson (@kelc33) em 20 de Out, 2018 às 11:49 PDT

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    Danny Leiner (1961 – 2018)

    20 de outubro de 2018 /

    O cineasta Danny Leiner, diretor de comédias cultuadas como “Cara, Cadê Meu Carro” (2000) e “Madrugada Muito Louca” (2004), morreu na quinta (18/10) aos 57 anos, após lutar contra uma longa doença não revelada. Leiner dirigiu seu primeiro filme em 1996, a comédia “Layin ‘Low”, estrelada por Jeremy Piven e Edie Falco. Demorou para fazer seu segundo longa, mas o besteirol “Cara, Cadê Meu Carro?” atingiu sucesso inesperado, reunindo Ashton Kutcher, Seann William Scott e Jennifer Garner no começo de suas carreiras. Isso não foi nada perto de “Madrugada Muito Louca”, que ganhou duas sequências e projetou a carreira de seus astros, John Cho e Karl Penn. Suas duas comédias seguintes não tiveram a mesma repercussão, “People – Histórias de Nova York” (2005) e “Gary, Um Treinador Muito Louco” (2009), o que encurtou uma carreira promissora no gênero. Ele compensou a falta de projetos cinematográficas dirigindo inúmeros episódios de programas de TV, incluindo “The Sopranos”, “The Office”, “Gilmore Girls”, “Felicity”, “How to Make It in America” e “Arrested Development”, entre outros. Também fez vários vídeos publicitários. E tocava guitarra numa banda, The Flying Guacamoles. John Cho e Kal Penn lamentaram a morte do diretor no Twitter. “Estou tão triste em saber sobre a morte de Danny Leiner, que se tornou meu amigo quando dirigiu ‘Madrugada Muito Louca’. Danny era tão afiado, tão divertido e uma grande companhia para jantar”, lembrou Cho. “Ele era uma pessoa divertida, pensativa e encorajadora”, acrescentou Penn.

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