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    Desgoverno demite secretário do Audiovisual – de novo

    2 de julho de 2020 /

    O novo secretário especial da Cultura, Mario Frias, demitiu Heber Trigueiro, secretário nacional do Audioviosual, e Caio Kitade, secretário de Desenvolvimento Cultural. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta (2/7). Ambos haviam sido nomeados por Regina Duarte, antiga secretária especial da Cultura. Kitade chegou em março, enquanto Trigueiro assumiu o cargo em abril – ficou pouco mais de dois meses no cargo. Com isso, o Brasil volta a ficar sem secretário do Audiovisual, responsável pela política do setor. Regina já não tinha dado posse ao escolhido (André Sturm) pelo secretário da Cultura anterior, e a última secretária oficializada, Katiane Gouvêa, ficou só duas semanas no cargo, entre novembro e dezembro do ano passado. Antes dela, tinham passado pelo cargo durante o atual desgoverno o produtor Ricardo Rihan e o biógrafo de Alexandre Frota, Pedro Peixoto. O secretário do Audiovisual também integra o comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), de onde sai o dinheiro para o fomento de filmes, séries e até games nacionais. Montante que não é liberado desde a posse de Bolsonaro, em janeiro de 2019, justamente pela alta rotatividade de seus membros, inclusive do próprio secretário da Cultura. Mario Frias já é o quinto secretário da Cultura do desgoverno atual. Recentemente, a Ancine sugeriu que o FSA, que deveria reunir mais de R$ 1 bilhão arrecadados por meio de taxas do setor, “sumiu”.

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    Danny Hicks (1951 – 2020)

    1 de julho de 2020 /

    O ator Danny Hicks, conhecido por seu papel no clássico de terror “Uma Noite Alucinante” (Evil Dead 2), morreu na terça (30/6) após uma breve luta contra o câncer. Hicks nasceu em Pontiac, Michigan, em 19 de julho de 1951. Mas sua história no cinema começa em 1987, quando foi escalado pelo diretor Sam Raimi para viver o guia caipira Jake, que com sua parceira Bobby Jo (Kassie Wesley) ajuda um casal (Sarah Berry e Richard Domeier) a chegar na cabana da família em meio à mata, após as pontes da região caírem. Mal sabiam eles que uma entidade sobrenatural estava por trás do isolamento da região, e que a cabana era palco de uma luta infernal entre Ash Williams (Bruce Campbell) e os demônios que queriam possuí-lo. “Uma Noite Alucinante” tornou-se cultuadíssimo e rendeu a Hicks uma carreira em filmes de terror (em contraste, sua parceira no filme virou atriz de novelas). Entre os exemplares mais célebres do gênero em sua filmografia estão “Maniac Cop: O Exterminador” (1988), “Violência e Terror” (1989), “O Mestre dos Desejos” (1997) e “2001 Maníacos” (2005). Ele nunca virou protagonista e logo os pequenos papéis também se tornaram raros. Mas Sam Raimi nunca o esqueceu, escalando-o em três filmes que rodou depois de lançá-lo como ator. Hicks pode ser visto em “Darkman: Vingança sem Rosto” (1990) e brevemente em “Homem-Aranha 2” (2004), como passageiro de trem, e “Oz: Mágico e Poderoso” (2013), como um dos cidadãos da Cidade das Esmeraldas. Além disso, também participou do terrir “Meu Nome É Bruce” (2007), estrelado por seu parceiro de “Uma Noite Alucinante”, em que Bruce Campbell vive uma versão de si mesmo como… matador de demônios. “Eu tenho que te dizer, com certeza eu tive um monte de vida nos meus 68 anos”, escreveu Hicks há um mês, ao anunciar nas redes sociais que seu câncer era terminal.

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  • Etc,  Filme

    Intérprete de Ciborgue denuncia abusos de Joss Whedon no set de Liga da Justiça

    1 de julho de 2020 /

    A produção de uma nova versão de “Liga da Justiça” na plataforma HBO Max, sob os cuidados do diretor original, inspirou o ator Ray Fisher a fazer uma denúncia contra o diretor substituto do filme, Joss Whedon. Fisher acusou Whedon, no Twitter, de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. “O comportamento dele foi incentivado, de muitas formas, por Jon Berg e Geoff Johns [produtores do filme e executivos da Warner/DC]. Responsabilidade é mais importante que entretenimento”, acrescentou o intérprete do Ciborgue no filme. O comentário foi publicado logo após Fisher ter dado a entender que teve problemas com Whedon no set. Na segunda (29/6), o ator tuitou um vídeo em que aparecia elogiando o diretor na Comic-Con de San Diego. Na ocasião, ele dizia: “Joss é um cara legal, e a melhor pessoa para chegar e finalizar o filme para ele [Snyder]”. Sobre isso, ele apontou: “Quero usar essa oportunidade para retratar tudo o que eu disse aqui”. Fisher deu a entender que seus elogios faziam parte do contrato com a Warner para promover o filme. No começo do mês, ele já tinha esquecido de agradecer Whedon ao louvar Snyder e o roteirista Chris Terrio por “não só incluir um personagem negro em ‘Liga da Justiça’, como permitir que eu (um ator negro sem nenhum crédito em meu nome) pudesse participar das decisões criativas em torno da história do Ciborgue e da família Stone”. Em resposta, Snyder deu a entender que a participação do herói deve aumentar em sua versão de “Liga da Justiça”: “Você, Ray, é o coração do meu filme”. Whedon, cujos créditos anteriores incluem a criação de séries cultuadas como “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Firefly”, além dos dois primeiros filmes da franquia “Vingadores”, assumiu “Liga da Justiça” após o afastamento do cineasta Zack Snyder por conta de uma tragédia familiar. Ele recebeu orientação da Warner para refazer o filme, comandou um número considerável de refilmagens, cortou cenas deixadas prontas por Snyder e editou sua versão junto das cenas filmadas por Snyder num produto que não convenceu. Lançado em 2017, o produto final foi rejeitada pela crítica e até pelos fãs dos quadrinhos, rendendo muito menos do que o esperado nas bilheterias – US$ 657 milhões mundiais. Graças à intervenção da Warner no filme, os fãs há tempos clamavam por uma versão de “Liga da Justiça” sem as mudanças feitas por Whedon. Chamada de “Snyder Cut”, essa versão sempre foi incentivada por Zack Snyder. E após a aquisição da Warner pela empresa de comunicação AT&T, o projeto deixou de ser um sonho para virar um chamariz de público para a plataforma HBO Max, prioridade dos novos donos do estúdio. A versão de Snyder será lançada em 2021 e promete ser muito diferente do filme exibido nos cinemas. A HBO Max já divulgou o primeiro teaser. Veja aqui. Joss Wheadon’s on-set treatment of the cast and crew of Justice League was gross, abusive, unprofessional, and completely unacceptable. He was enabled, in many ways, by Geoff Johns and Jon Berg. Accountability>Entertainment — Ray Fisher (@ray8fisher) July 1, 2020 I’d like to take a moment to forcefully retract every bit of this statement: pic.twitter.com/1ECwwu6TG1 — Ray Fisher (@ray8fisher) June 29, 2020 You Ray, are the heart of my movie. @ray8fisher https://t.co/cZ64Vlg50V — Zack Snyder (@ZackSnyder) June 6, 2020

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    Academia convida 819 novos membros para votar no Oscar, incluindo seis brasileiros

    1 de julho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou nesta terça-feira (30/6) uma lista com 819 novos membros que integrarão a entidade, responsável pela premiação do Oscar. Dando sequência a seu empenho de aumentar a diversidade, a lista tem integrantes de 68 nacionalidades, inclusive do Brasil. Os novos representantes nacionais são Mariana Oliva e Tiago Pavan, produtores do documentário “Democracia em Vertigem”, que foi indicado ao Oscar 2020. A diretora do filme, Petra Costa, já faz parte da Academia desde 2018. Outros representantes do cinema brasileiro que ganham direito a voto são o animador Otto Guerra (“A Cidade dos Piratas”), a montadora Cristina Amaral (“Um Filme de Verão”) e os documentaristas Julia Bacha (“Naila and the Uprising” e “Budrus”) e Vincent Carelli (“Martírio” e “Corumbiara”). Entre os 819 novos votantes, 49% vem do exterior dos EUA, 45% são mulheres e 36% não são brancos – ou, na definição da Academia, pertencem a “comunidades étnicas que eram pouco representadas”. Destaque da lista, toda a equipe principal do filme sul-coreano “Parasita”, grande vencedor do Oscar 2020, do elenco à produção, foi convidada para integrar a Academia. Além deles, a mexicana Yalitza Aparicio, que protagonizou “Roma”, a chinesa Zhao Tao (“Amor até as Cinzas”), o chinês Tzi Ma e suas colegas americanas Awkwafina e a diretora Lulu Wang, que brilharam juntos no filme “A Despedida” (The Farewell), a atriz de origem nigeriana Cynthia Erivo (“Harriet”), o sudanês Alexander Siddig (“Submersão”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Eva Longoria (“Dora e a Cidade Perdida”), James Saito (“Meu Eterno Talvez”), Constance Wu (“As Golpistas), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rob Morgan (“Luta por Justiça”), Niecy Nash (“Pequena Grande Vida”), Teyonah Parris (“Se a Rua Beale Falasse”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Zazie Beetz (“Coringa”) são alguns dos atores representantes de minorias que passarão a eleger os melhores do cinema. Na relação de atores brancos, destacam-se a estrela e diretora Olivia Wilde (“Fora de Série”), Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Natasha Lyonne (“American Pie”), o australiano Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”), o inglês George MacKay (“1917”), a inglesa Florence Pugh (“Pequenas Mulheres”), a francesa Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) e o alemão Udo Kier, visto mais recentemente no filme brasileiro “Bacurau”. Já a eclética listagem de diretores abrange nomes do novo terror, como Ari Aster (“Midsommar”) e Robert Eggers (“O Farol”), novatos franceses, como Ladj Ly (“Os Miseráveis”) e Mati Diop (“Atlantique”), e veteranos ingleses, como Terence Davies (“Vozes Distantes”) e Wash Westmoreland (“Colette”).

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    J.K. Rowling apaga elogio a Stephen King após escritor defender mulheres trans

    30 de junho de 2020 /

    J.K. Rowling se envolveu em uma nova polêmica no Twitter. Desta vez, não pelo que escreveu, mas pelo que apagou. E ainda envolveu seu colega escritor Stephen King na confusão. Tudo começou quando a autora de “Harry Potter” publicou uma frase sobre direitos de mulheres, que foi retuitada pelo autor de “It – A Coisa” no domingo (28/6). O post de Rowling compartilhado por King dizia: “Andrea Dworkin escreveu: ‘Homens geralmente reagem às palavras das mulheres – faladas ou escritas – como se fossem atos de violência; às vezes homens reagem às palavras das mulheres com violência’. Não é odioso para mulheres falar sobre suas próprias experiências, e elas não merecem ser punidas por fazerem isso”. Após perceber que seu post tinha sido retuitado, Rowling escreveu um elogio ao escritor. “Eu sempre reverenciei Stephen King, mas hoje meu amor atingiu – talvez não o nível de Annie Wilkes [personagem de ‘Louca Obsessão’] – mas novos níveis. É tão mais fácil para homens ignorarem questões femininas ou diminuí-las, mas não vou esquecer os homens que se posicionaram quando não era preciso. Obrigada, Stephen”. Só que mais adiante o escritor respondeu a um fã preocupado com seu apoio à Rowling que o comentário também abrangia mulheres transexuais. “Sim. Mulheres trans são mulheres”. Foi o que bastou para Rowling retirar o elogio feito, apagando seu post sobre King. Além de ter apagado o tuíte, Rowling também parou de seguir King na rede social. Seu ódio parece ter atingido – talvez não o nível de Annie Wilkes – mas novos níveis. Transfóbica assumida, J.K. Rowling tem se isolado na comunidade literária e colocado o futuro de suas franquias infantis, “Harry Potter” e “Animais Fantásticos”, em risco devido ao acirramento de sua postura intolerante. O preconceito da escritora começou a ficar claro para o público quando a escritora decidiu se manifestar contra os direitos transexuais em dezembro passado, ao defender uma mulher demitida por tuitar que as pessoas não podiam alterar seu sexo biológico. Naquele momento, ela se posicionou contra uma legislação do Reino Unido que permitiria que as pessoas trans pudessem assumir suas identidades sociais. Os ataques foram retomados no começo de junho (em 6/6) com ironias contra “pessoas que menstruam”, que não seriam mulheres, e subiram de tom na publicação de um texto longo em seu site pessoal, em que Rowling assumiu ser contra o “ativismo trans”, que, segundo sua interpretação, colocaria mulheres em perigo. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. “A atual explosão do ativismo trans está exigindo a remoção de quase todos os sistemas robustos pelos quais os candidatos à reatribuição sexual eram obrigados a passar. Um homem que não pretendia fazer cirurgia e não tomar hormônios pode agora obter um certificado de reconhecimento de gênero e ser uma mulher à vista da lei. Muitas pessoas não estão cientes disso”, completou a escritora. A posição de Rowling foi criticada pelos três astros dos filmes de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, bem como pelo protagonista do prólogo “Animais Fantásticos”, Eddie Redmayne. E levou a atriz Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que vive a primeira super-heroína transexual da TV, a se expressar num depoimento pessoal sobre o tema, publicado na revista Variety. Além disso, quatro escritores LGBTQIA+ abandonam agência literária de Rowling em protesto, enquanto funcionários da Hachette, editora de seus livros, estão se recusando a trabalhar com seu novo livro, “O Ickabog”.

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    Lei Aldir Blanc, de auxílio emergencial à Cultura, é sancionada

    30 de junho de 2020 /

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei Aldir Blanc, concebida pelo Congresso para instituir auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para o setor cultural devido à pandemia de covid-19. O valor será repassado, em parcela única, a estados, municípios e o Distrito Federal, responsáveis pela aplicação dos recursos. A publicação da Lei nº 14.017/2020 aconteceu nesta terça (30/1) no Diário Oficial da União, data limite para a lei entrar em efeito. Se Bolsonaro não a assinasse, ela passaria a valer de qualquer jeito, a menos que fosse vetada pelo presidente. Anteriormente, Bolsonaro tinha vetado a participação de artistas no auxílio emergencial chamado coronavoucher. Entre outros pontos, a lei emergencial estabelece os mesmos direitos para trabalhadores da Cultura, prevendo o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Esse subsídio mensal terá valor entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais. Em contrapartida, após a reabertura, os espaços beneficiados deverão realizar atividades a alunos de escolas públicas, prioritariamente, ou para a comunidade, de forma gratuita. Poucas horas antes, o novo secretário de Cultura, Mario Frias, chamou esse dinheiro de “esmola” e disse que os artistas, que se empenharam pela aprovação da lei junto ao Congresso, não queriam receber nada. “Artista não quer esmola. A maioria que eu vejo diz: ‘Me deixa trabalhar. Não quero auxílio emergencial’”, disse o ex-galã de “Malhação” nas redes sociais do filho do presidente. A lei foi criada de forma emergencial justamente porque Bolsonaro, além de barrar o auxílio de R$ 600 para artistas, bloqueou os fundos de fomento cultural, que superam o montante agora liberado. O dinheiro arrecadado desde 2018 para financiar a Cultura encontra-se parado em aplicações financeiras, enquanto o setor atravessa sua mais grave crise econômica. O nome da lei ainda homenageia o escritor e compositor Aldir Blanc, que morreu no mês passado, no Rio de Janeiro, aos 73 anos, após contrair covid-19. Um dos maiores compositores do Brasil, Aldir Blanc não recebeu nenhuma menção do governo em ocasião de sua morte, que ainda foi minimizada pela então secretária de Cultura Regina Duarte durante entrevista à CNN. De acordo com a lei, trabalhadores do setor cultural e microempresas e empresas de pequeno porte também terão agora acesso a linhas de crédito específicas para fomento de atividades e aquisição de equipamentos e condições especiais para renegociação de débitos, oferecidas por instituições financeiras federais. Enquanto perdurar a pandemia de covid-19, a concessão de recursos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), dos programas federais de apoio ao audiovisual e demais políticas federais para a cultura ainda deverão priorizar o fomento de atividades que possam ser transmitidas pela internet, por meio de redes sociais e plataformas digitais ou meios de comunicação não presenciais. Os recursos de apoio e fomento também poderão ser adiantados, mesmo que a realização das atividades somente seja possível após o fim das medidas de isolamento social. As atividades do setor cultural – cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros – foram as primeiras a parar, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país. De acordo com a pesquisa Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Culturais e Criativos do Brasil, mais de 40% das organizações ligadas ao setor disseram ter registrado perda de receita entre 50% e 100%. Para receber o benefício, os trabalhadores da cultura com atividades interrompidas deverão comprovar, de forma documental ou autodeclaratória, terem atuado social ou profissionalmente nas áreas artística e cultural nos 24 meses imediatamente anteriores à data de publicação da lei. Eles não podem ter emprego formal ativo e receber benefício previdenciário ou assistencial, ressalvado o Bolsa Família. Além disso, devem ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos, o que for maior; e não ter recebido, em 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70. O recebimento dessa renda emergencial também está limitado a dois membros da mesma unidade familiar e a mulher chefe de família receberá duas cotas. O trabalhador que já recebe o auxílio do governo federal não poderá receber o auxílio cultural.

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    Marlon Wayans troca Netflix pela HBO Max

    29 de junho de 2020 /

    Marlon Wayans trocou de plataforma. O comediante de “As Branquelas” e “Inatividade Paranormal” fechou um acordo geral de produção com o serviço de streaming HBO Max e já definiu os primeiros projetos no novo endereço. Depois de lançar o especial de stand-up “Woke-ish” (2018) e duas comédias na Netflix, “Nu” (2017) e “Seis Vezes Confusão” (2019), Wyans prepara uma série e uma coleção de especiais de humor para a plataforma da WarnerMedia. A série vai se chamar “Book of Marlon”, onde ele interpretará uma versão fictícia de Marlon Wyans, que tenta equilibrar sua vida pessoal com o fato de ser ele mesmo. Wayans co-criou o programa com seu parceiro de longa data, Rick Alvarez, que também escreveu os cinco últimos filmes estrelados pelo ator. Já os especiais humorísticos incluem duas apresentações de stand-up, uma dele próprio e outra em que atuará como anfitrião de novos humoristas. “Marlon é uma ameaça tripla, com um currículo impressionante que fala de seu talento como ator e talento para comédia”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia e animação original da HBO Max. “Estamos emocionados por ter sua voz e visão cômica únicas se unindo a nossa crescente família de criadores”. “Estou empolgado por fazer negócios com a HBO Max. Rick e eu tivemos muito sucesso no espaço do streaming e estamos empolgados em trabalhar com uma empresa igualmente empolgada por trabalhar conosco”, disse Wayans. “Esperamos ajudar as duas marcas a crescer rapidamente e internacionalmente. A HBO Max é um ótimo lugar para continuar nossa missão de colocar sorrisos no rosto das pessoas”, completou. Não há previsão de estreia para nenhum dos projetos.

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    Carol Duarte e Democracia em Vertigem vencem Prêmio Platino

    29 de junho de 2020 /

    O cinema brasileiro somou novas conquistas e reconhecimento internacional na 7ª edição dos Prêmios Platino de Cinema Ibero-americano. Entre os premiados, que foram anunciadas nesta segunda-feira (29/6) pela organização do evento no YouTube, destacaram-se Carol Duarte, vencedora do troféu de Melhor Atriz por “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, e o filme “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, o Melhor Documentário Ibero-Americano do ano. A 7ª edição dos Prêmios Platino deveria ter sido a terceira consecutiva a acontecer no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, na Riviera Maya, no México. Entretanto, devido à pandemia do novo coronavírus, a cerimônia de gala acabou realizada de forma virtual – com apresentação do mexicano Omar Chaparro e da colombiana Majida Issa. A lista de premiados acabou consagrando o filme “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, e a série “La Casa de Papel”, ambas produções espanholas. “Dor e Glória” venceu 6 troféus, como Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator (Antonio Banderas), Música Original e Edição. Quase tantos prêmios quanto os 7 troféus da cerimônia do Goya, premiação da Academia Espanhola de Artes Cinematográficas. Por sua vez, “La Casa de Papel”, da Netflix, arrebatou as categorias de Melhor Série, Melhor Ator em Série (Álvaro Morte) e Melhor Atriz Coadjuvante em Série (Alba Flores). Os Prêmios Platino são promovido pela Entidad de Gestión de Derechos de los Productores Audiovisuales (Egeda), juntamente com a Federação Ibero-Americana de Produtores Cinematográficos e Audiovisuais (Fipca), e tem como objetivo a promoção do cinema ibero-americano. Confira abaixo o vídeo da premiação e a lista completa dos premiados. Melhor Filme Ibero-Americano de Ficção: “Dor e Glória” Melhor Direção: Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”) Melhor Interpretação Masculina: Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Melhor Interpretação Feminina: Carol Duarte (“A Vida Invisível”) Melhor Música Original: Alberto Iglesias (“Dor e Glória”) Melhor Filme de Animação: “Buñuel No Labirinto Das Tartarugas” Melhor Documentário: “Democracia em Vertigem” Melhor Roteiro: Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”) Melhor Obra de Estreia de Ficção Iberoamericana: “A Camareira” Melhor Edição: Teresa Font (“Dor e Glória”) Melhor Direção de Arte: Juan Pedro de Gaspar (“Mientras Dure La Guerra”) Melhor Fotografia: Jasper Wolf (“Monos”) Melhor Direção de Som: Lena Esquenazi (“Monos”) Premio Platino de Cinema e Educação de Valores: “O Despertar das Formigas” Melhor Série Íbero-Americana: “La Casa de Papel” Melhor Interpretação Masculina em Série: Álvaro Morte (“La Casa de Papel”) Melhor Interpretação Feminina em Série: Cecilia Suárez (“La Casa de Las Flores”) Melhor Interpretação Coadjuvante Masculina em Série: Gerardo Romano (“El Marginal III”) Melhor Interpretação Coadjuvante Feminina em Série: Alba Flores (“La Casa de Papel”)

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    Linda Cristal (1931 – 2020)

    29 de junho de 2020 /

    A atriz Linda Cristal, que estrelou a série clássica “Chaparral”, morreu em sua casa em Beverly Hills, Los Angeles, na noite de sábado (27/6), enquanto dormia. Ela tinha 89 anos. Nascida em Buenos Aires, na Argentina, com o nome de Marta Victoria Moya Peggo Burges, ela ficou órfã aos 13 anos após o suicídio dos pais e só virou atriz por acaso, ao ser descoberta por um produtor enquanto passava as férias com o irmão no México. Ela virou Linda Cristal aos 21 anos, ao começar a carreira em pequenos papéis (metade não creditada) em seis filmes locais. Capaz de falar quatro línguas (espanhol, italiano, francês e inglês), chamou atenção de Hollywood e foi fazer sua estreia nos EUA no western “Comanche” (1956), como interesse romântico do protagonista Dana Andrews. Ela se especializou no papel de latina sedutora de westerns, aparecendo ainda em “Cavalgada para o Inferno” (1958), com Jock Mahoney, “O Terror do Oeste” (1958), com Hugh O’Brian, “O Álamo” (1960), com John Wayne, e “Terra Bruta” (1961), com James Stewart (dirigido pelo mestre do gênero, John Ford). Mas foi uma comédia que lhe deu reconhecimento. Linda foi indicada ao Globo de Ouro como coadjuvante em “De Folga para Amar” (1958), de Blake Edwards, vivendo uma estrela de cinema que aceita passar um fim de semana em Paris com um soldado sorteado (Tony Curtis) numa loteria para levantar a moral das tropas. Após as filmagens, ela ficou pela Europa e foi alçada a protagonista em produções italianas. Fez três filmes na Itália, chegando a encarnar duas rainhas do Egito: ninguém menos que Cleópatra em “As Legiões de César” (1959) e a ambiciosa Akis em “A Mulher do Faraó” (1960). O terceiro longa foi a aventura de piratas sarracenos “As Verdes Bandeiras de Allah” (1963). Ao voltar aos EUA, começou a fazer séries, como “Viagem ao Fundo do Mar” e “Cavalo de Ferro”, até ser escalada para seu papel mais lembrado em 1967, como Victoria Cannon, a latina rebelde que se torna dona do rancho Chaparral ao se casar com Big John Cannon (Leif Erickson), um ruralista disposto a prosperar com criação de gado em terras indígenas – o que rende muitos conflitos. Rendeu também a consagração para a atriz, indicada a dois Emmys e vencedora do Globo de Ouro pelo papel em 1970. A série durou quatro temporadas, até 1971, mas teve uma longa sobrevida em reprises. Seus créditos subsequentes incluem o thriller de ação “Desafiando o Assassino” (1974), com Charles Bronson, e aparições nas séries “Bonanza”, “Os Novos Centuriões”, “Barnaby Jones”, “O Barco do Amor” e “A Ilha da Fantasia”, além de um longa participação na novela “Hospital General” em 1988, seu último trabalho. Graças a bons investimentos imobiliários, ela teve uma vida próspera após se aposentar das telas.

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    Reencontro de Curtindo a Vida Adoidado revela bastidores do clássico dos anos 1980

    29 de junho de 2020 /

    O elenco da clássica Sessão da Tarde “Curtindo a Vida Adoidado” (Ferris Bueller’s Day Off, 1986) realizou um reencontro virtual neste domingo (28/6), dentro da série de reuniões de filmes icônicos organizadas pelo ator Josh Gad em seu programa “Reunited Apart”, no YouTube. Conversando por videoconferência, os protagonistas Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller), Alan Ruck (Cameron Frye) e Mia Sara (Sloane Peterson) voltaram a se juntar para um bate-papo sobre o filme de John Hughes, que marcou época. Além do trio principal, ainda participaram Jennifer Grey (Jeanie, a irmã de Ferris), Cindy Pickett, Lyman Ward (os pais de Ferris) e até Ben Stein (o professor de matemática do jovem). Os atores contaram histórias de bastidores, reencenaram algumas das cenas antológicas, responderam perguntas de um fã famoso (o ator Jake Gyllenhaal) e especialmente prestaram uma tocante homenagem ao diretor e roteirista John Hughes. Entusiasmada pelo reencontro, Jennifer Grey também postou fotos inéditas dos bastidores do filme. Uma delas poderia ter rendido uma continuação do filme. Já imaginaram Jenie e Slone se beijando? Veja abaixo. Com uma premissa simples, “Curtindo a Vida Adoidado” acompanhava Ferris Bueller, um jovem que arma um esquema elaborado para passar um dia de folga da escola com sua namorada e seu melhor amigo. A mentira de sua suposta doença escala a ponto de uma campanha por sua vida ser criada, enquanto ele é perseguido pelo diretor da escola disposto a desmascará-lo. Aproveite e relembre o trailer. Ver essa foto no Instagram “life moves pretty fast. if you don’t stop and look around once in a while, you could miss it.” ⏳#bonushints #my📸 #privatestash #johnhughes #alanruck #matthewbroderick #richardedson @miasarawrites #miasara #takfujimoto #ferrisbuellersdayoff #slowdown #lifemovesprettyfast #simplertimes #80’s #paulabscal #eddievilla Uma publicação compartilhada por Jennifer Grey (@jennifer_grey) em 27 de Jun, 2020 às 10:30 PDT

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    Vídeo beneficente faz crossover entre as séries Fleabag e Normal People

    29 de junho de 2020 /

    O ator Andrew Scott voltou a viver o Padre da série “Fleabag”, da Amazon, em um crossover beneficente com outra série de uma plataforma diferente de streaming. Em vídeo produzido para arrecadar fundos para a luta contra a covid-19 na Irlanda, o Padre ressurge nas telas para ouvir as confissões de Marianne Sheridan (Daisy Edgar-Jones) e Connell Waldron (Paul Mescal), protagonistas de “Normal People”. O vídeo foi gravado de forma a seguir as regras de trabalho sob a pandemia de covid-19. Cada ator gravou sua parte respeitando o distanciamento social, via uso inteligente da cabine confessional para mantê-los separados. O crossover foi uma produção do canal irlandês RTE One e acabou veiculado também na plataforma Hulu, que exibe “Normal People” nos EUA. Além do vídeo, Paul Mescal ainda registrou fotos do encontro inusitado em seu Instagram, assinalando o envolvimento de outros integrantes da equipe de “Normal People” na produção do esquete. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Well this happened! @daisyedgarjones and Andrew are absolute legends. In the hands of Lenny and @suziecine, what is life ❤️. Thank you to element and @emeraoshea. Please, please please donate x Uma publicação compartilhada por Paul Mescal (@paul.mescal) em 26 de Jun, 2020 às 2:41 PDT

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    Sacha Baron Cohen engana extremistas com pegadinha musical

    28 de junho de 2020 /

    Sacha Baron Cohen voltou a aprontar. No sábado (27/6), o intérprete de Borat e Bruno se disfarçou de cantor caipira barbudo numa convenção da extrema direita americana no Estado de Washington, onde liderou uma cantoria racista. A participação foi gravada e viralizou nas redes sociais, especialmente entre os que reconheceram o ator e aproveitaram para trollar os manifestantes. A aparição não rendeu maiores explicações, mas pode significar o resgate da produção de “Who Is America?”, programa de pegadinhas do canal pago Showtime, que arranjou várias polêmicas com políticos e líderes da direita americana em seus episódios iniciais, exibidos em 2018. Nem os representantes de Cohen nem do Showtime se manifestaram, após o disfarce do ator ser descoberto. O evento que ele invadiu foi o March For Our Rights a favor do armamentismo, feito para contra-atacar o movimento March for Our Lives, de estudantes que criticam a facilidade de acesso às armas nos EUA, criado em resposta ao massacre da Parkland High School na Flórida, em 2018. Diante de cerca de 500 manifestantes do grupo Washington 3%, considerado uma milícia armada de supremacistas brancos pela esquerda, Cohen cantou uma música pedindo ao público que atacassem os liberais, a CNN, a Organização Mundial de Saúde, Barack Obama, Hillary Clinton, o Dr. Anthony Fauci, Bill Gates, o vírus chinês e todos que usam máscaras. A multidão aplaudiu a letra, além das provocações anti-semitas e anti-asiáticas inseridas pelo humorista para convencer a plateia a se envolver na cantoria. Veja o vídeo abaixo.

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    Kelly Asbury (1960 – 2020)

    27 de junho de 2020 /

    O diretor, roteirista e animador Kelly Asbury, que trabalhou em alguns dos principais desenhos animados americanos das últimas três décadas, morreu na sexta-feira (26/6) em Los Angeles, aos 60 anos, após uma longa batalha contra um câncer abdominal. Ele iniciou sua carreira no departamento de animação da Disney em 1983, onde ajudou a criar clássicos como “O Caldeirão Mágico” (1985), “A Pequena Sereia” (1989) e principalmente “A Bela e a Fera” (1991), que ele escreveu. Asbury se tornou diretor assistente na animação de stop-motion “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e também trabalhou no gênero em “James e o Pêssego Gigante” (1996), ambos dirigidos por James Selick. Acompanhando de perto a evolução dos desenhos nos últimos anos, ainda integrou a equipe de roteiristas de “Toy Story” (1995), da Pixar, o primeiro longa inteiramente animado por computador, antes de se estabelecer na DreamWorks Animation, onde sua carreira deslanchou. Seu trabalho inicial na DreamWorks foi como supervisor de roteiros em “O Príncipe do Egito” (1998), “A Fuga das Galinhas” (2000, coprodução com o estúdio britânico Aardman), e no primeiro “Shrek” (2001), filme que viabilizou a ambição da DreamWorks de competir com a Disney. O sucesso de “Shrek” lhe permitiu alçar voos maiores. Em 2002, ele dirigiu seu primeiro longa animado, “Spirit, o Corcel Indomável”, dividindo os créditos com a roteirista Lorna Cook (“O Rei Leão”, “Mulan”). O filme foi exibido no Festival de Cannes, venceu quatro Annie Awards e disputou o Oscar de Melhor Animação. Em seguida, integrou o trio de diretores de “Shrek 2”, também indicado ao Oscar, em que se lançou como dublador, fazendo as vozes de vários personagens secundários. A experiência foi estendida a “Shrek Terceiro” (2007) e a todos os seus futuros trabalhos como diretor. Na DreamWorks, ele ainda trabalhou com as equipes de “Kung Fu Panda” e “Madagascar 2: A Grande Escapada” (ambos de 2008). Mas a demora para assumir outro filme o motivou a trocar o emprego fixo por projetos individuais. Seu primeiro trabalho solo como diretor foi “Gnomeu e Julieta” (2011), que ele também escreveu para a Touchstone (divisão da Disney), transformando as músicas de Elton John numa fábula shakeaspearana de anões de jardim. A produção voltou a aproximá-lo da Disney, levando-o a integrar a equipe de mais dois clássicos modernos do estúdio: “Detona Ralph” (2012) e o blockbuster “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013). Kelly Asbury também colaborou com a continuação “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” (2018) e dirigiu o primeiro longa animado dos Smurfs, “Os Smurfs e a Vila Perdida” (2017), para a Sony. Seus últimos trabalhos foram consultoria de roteiro em “A Família Addams” (2019), da MGM, e a direção de “UglyDolls” (2019), o último filme com sua assinatura e sua voz. “Todo mundo amava Kelly, era impossível não se encantar com ele ou se alimentar de sua energia positiva”, escreveu no Facebook Ronnie Del Carmen, diretor de “Divertida Mente”, que trabalhou com Asbury em “O Príncipe do Egito” e “Spirit, o Corcel Indomável” e lembrou que “as histórias do grande ‘deus Kell’ eram lendárias”. “Vou sentir muita falta dele. Descanse em paz, querido amigo”, despediu-se.

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