Streaming gratuíto da Vix chega ao Brasil
Um novo serviço de streaming com filmes, séries e shows começou a operar no Brasil neste fim de semana. O diferencial da plataforma Vix é que ela é totalmente gratuita. Não é preciso nem se cadastrar para utilizá-la. A plataforma segue o padrão AVOD, sigla em inglês para “vídeo sob demanda com suporte de anúncio”. Ou seja, a monetização vem da publicidade. Para isso, o conteúdo exibe anúncios a cada 12 minutos assistidos. Não é só nisso que a Vix lembra a TV. A grande maioria do conteúdo atualmente disponibilizado na versão brasileira do serviço é dublado em português, sem oferecer opção de idioma original e legendas. A imagem também não é HD. No máximo, chega em 720p, mas filmes mais antigos tem imagem com grãos e fantasmas da época do VHS. O catálogo não é muito abrangente. Há poucas séries disponíveis e não estão completas. A maioria são produções canadenses do início dos anos 2010 do canal Syfy, como “Haven”, “Bitten” e “Primeval: New World”. Já os filmes reúnem muitos refugos recentes de VOD, mas há alguns títulos nacionais decentes, como os dois “Boleiros”, a comédia “Sábado”, de Ugo Georgetti, e o documentário sobre grafiti “Cidade Cinza”. Lá pelo meio, ainda é possível encontrar dois cults dos anos 1980: o drama indie “Five Corners” (lançados nos cinemas como “Vingança Tardia”) e a sci-fi “The Hidden”. Felizmente, foram disponibilizados com idioma original e legendas. Infelizmente, a resolução de suas imagens é péssima. Também há cinco shows variados, de Foo Fighters, Adele, Katy Perry, Coldplay, Ed Sheeran e Kanye West. Nas próximas semanas, devem ser liberadas no catálogo as séries infantis “Galinha Pintadinha” e “Palavra Cantada”, além do filme de 2015 “Breaking Through – No Ritmo do Coração”, estrelado por Bruna Marquezine e Anitta. Mas, além do conteúdo tradicional, o Vix ainda oferece vídeos exclusivos que combinam experiências do YouTube e da Netflix, como dicas de beleza e produções de temática científica – que exploram temas como “É possível viajar no tempo?” e “Como a humanidade conseguiu superar as pandemias mais letais?”. A empresa Vix surgiu em Miami originalmente como Batanga, em 1999. Começou como serviço de rádio e foi ampliando seus recursos, sempre com foco nos moradores latinos dos Estados Unidos. Por conta disso, tem até hoje uma sessão de telenovelas latinas. O nome atual foi adotado em 2017 e, desde então, a Vix se consagrou no Top 3 de aplicativos gratuitos de streaming na Roku (uma empresa que oferece dispositivos que se integram às televisões para rodar streamings, como o Google Chromecast). Dá para assistir no PC, direto na página do site (https://www.vix.com/tv/) ou em celular via aplicativo disponível na Apple Store e Google Play.
Ash Christian (1985 – 2020)
O cineasta Ash Christian na sexta-feira (14/8), enquanto dormia durante uma viagem de férias à Puerto Vallarta, no México. Ele tinha 35 anos e a causa de sua morte ainda não foi divulgada. Christian ficou conhecido ainda aos 19 anos, quando dirigiu o filme “Fat Girls” (2006), lançado no Festival de Tribeca e que lhe rendeu o prêmio de Talento Emergente no Outfest. Além de dirigir, ele escreveu o roteiro e atuou como o protagonista da produção. Também venceu o Daytime Emmy Awards com seu curta-metragem de 2014, “mI Promise”. Como produtor, Christian trabalhou em diversos filmes ao longo dos últimos anos, entre eles os dramas indies premiados “Irmã” (2016) e “O Ano de 1985” (2018), e o recente thriller “Uma Noite Infernal” (2019). Ele ainda desenvolveu uma carreira como ator, estrelando a série “Cleaners” e tendo um papel recorrente em “The Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”, sem esquecer de filmes como “O Reencontro” (2012) e “Uma Dupla Genial” (2013). “Boa noite, amigos”, ele escreveu em seu último post no Instagram.
Ryan Reynolds apela a jovens para que festas na pandemia não matem sua mãe
Ryan Reynolds tem uma mensagem para os adolescentes canadenses que preferem festas a praticar distanciamento social: “não matem minha mãe”. A mensagem foi uma resposta a um apelo de John Horgan, o premier da Colúmbia Britânica, no Canadá, que pediu aos nativos proeminentes da região, como Reynolds e Seth Rogen, que ajudassem a espalhar a mensagem aos adolescentes de que festas não são seguras para eles nem para as pessoas com quem eles vivem durante a pandemia. Reynolds, que nasceu em Vancouver, na Colúmbia Britânica, prontamente gravou uma mensagem de voz humorística sobre o tema, que também busca conscientizar os jovens sobre os resultados potencialmente fatais do comportamento irresponsável. “Os jovens em BC estão festejando, o que é, claro, perigoso”, disse Reynolds. “Eles provavelmente não sabem que milhares de pessoas não apenas estão adoecendo com o coronavírus, mas também morrendo por causa dele. E, claro, é terrível que isso afete nossos entes queridos mais vulneráveis.” O intérprete de Deadpool afirmou que a Colúmbia Britânica é “o lar de algumas das pessoas idosas mais legais da Terra”, especificamente sua mãe e o ativista ambiental David Suzuki. “Minha mãe não quer ficar confinada em seu apartamento o dia todo. Ela quer estar cruzando a praia de Kitsilano à procura de algum jovem Abercrombie de 30 e poucos anos para encarnar sua fantasia de Sra. Robinson. Ela é insaciável”, disse Reynolds. “Mas é o seguinte, espero que os jovens em BC não matem minha mãe ou David Suzuki – ou uns aos outros. Tipo, não vamos matar ninguém, acho que isso é razoável.” O ator terminou a mensagem com um pouco mais de humor, referenciando até o passado de sua esposa Blake Lively na série “Gossip Girl”. “Eu adoro festas. Minha coisa favorita a fazer é sentar sozinha em meu quarto com uma taça de gim e as primeiras 32 temporadas de ‘Gossip Girl’, e isso pra meim é uma festa”, explicou. “Eu até desloquei meu ombro da última vez que fiz isso.” Ouça a mensagem original de Reynolds abaixo. Called your office. Left a message. pic.twitter.com/CGp2IZagrD — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) August 14, 2020
Astro mirim de Stranger Things tem conta no Twitter hackeada
O jovem ator Noah Schnapp, que vive Will Byers em “Stranger Things”, teve sua conta do Twitter hackeada na tarde de sábado (15/8), quando foram postadas uma série de mensagens bizarras e inadequadas. O primeiro tuíte suspeito foi enviado às 18h27 horário de Brasília com a mensagem “Pensamentos suicidas…” Alguns fãs ficaram alarmados, mas outros perceberam rapidamente que a conta não estava sob o controle do ator de 15 anos de idade. Usando a conta de Schnapp, o hacker ou hackers tuitaram mensagens marcando algumas outras contas do Twitter que podem estar envolvidas. “Acabei de socar a p**** do Noah Schnapp e roubei seu telefone”, dizia uma mensagem que a conta de Schnapp retuitou. Após cerca de 30 minutos, muitos dos tuítes foram excluídos, incluindo mensagens racistas e com comentários sexuais. Schnapp ainda não se manifestou. Ele não atualiza sua conta no Twitter há quase um mês, pois vem dando preferência ao TikTok, onde tem 12,5 milhões de seguidores.
Linda Manz (1961 – 2020)
A atriz Linda Manz, que na adolescência estrelou os clássicos “Cinzas no Paraíso” (Days of Heaven) e “Anos de Rebeldia” (Out of the Blue), morreu na sexta-feira (14/8), aos 58 anos, após lutar contra um câncer de pulmão e pneumonia. “Linda era uma esposa amorosa, uma mãe carinhosa, uma avó maravilhosa e uma grande amiga que era amada por muitos”, escreveu seu filho nas redes sociais. Ela conseguiu seu primeiro papel aos 15 anos em “Cinzas no Paraíso” (1978), como a adolescente que viaja com seu irmão mais velho (ninguém menos que Richard Gere) e a namorada dele (Brooke Adams) em busca de trabalho itinerante, pulando clandestinamente em trens de carga durante a Grande Depressão dos anos 1930. Considerado um dos grandes clássicos dos anos 1970, o drama de Terrence Malick era narrado por Manz, e sua voz é considerada uma parte fundamental do estilo poético do filme. Manz continuou a carreira com filmes cultuados, como “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, “Flores e Espinhos” (1979), de Stephen Verona, e “Anos de Rebeldia” (1980), de Dennis Hooper. O terceiro longa de Hooper, filmado após os icônicos “Easy Rider – Sem Destino” (1969) e “O Último Filme” (1971), chegou a ser selecionado para a competição do Festival de Cannes. Nele, Manz deu vida a uma adolescente fã de Elvis Presley e punk rock em conflito com o pai ex-presidiário, vivido pelo próprio diretor, num trabalho impressionante. Mas ela largou o cinema logo em seguida, após a comédia “Longshot” (1981), em que fez par romântico com o cantor galã Leif Garrett, que foi acompanhada por um pequeno papel na produção alemã “Mir Reicht’s – Ich Steig Aus” (1983). Só foi voltar às telas em 1997, ao ser persuadida pelo diretor Harmony Korine a interpretar a mãe amorosa de Solomon (Jacob Reynolds), um dos adolescentes marginalizados de “Vida sem Destino”, drama não convencional ambientado em uma pequena cidade de Ohio atingida por um tornado – e outro cult em sua filmografia. “Eu sempre a admirei”, disse Korine em uma entrevista para a Index Magazine na época. “Havia uma sensação sobre ela que eu gostava – não era nem mesmo sua atuação. Era como me senti ao conhecer Buster Keaton. Havia uma espécie de poesia nela, um brilho. Os dois queimaram a tela.” Uma de suas co-estrelas de “Vidas sem Destino”, Chloë Sevigny, chamou Manz de sua atriz favorita e chegou a defender a restauração e o relançamento da pequena mas impressionante filmografia da atriz. Além dela, Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) expressou admiração por seus dons únicos como atriz adolescente. “O mundo em geral nem sempre faz sentido para mim, mas existem portos seguros”, disse Lyonne em 2013 para a revista Interview. “Linda Manz em ‘Anos de Rebeldia’ é um deles.” O último papel da carreira de Manz foi lançado no mesmo ano de “Vidas sem Destino”, e consistiu de uma pequeno aparição como colega de quarto da personagem de Deborah Kara Unger no thriller de mistério “Vidas em Jogo” (1997), de David Fincher, estrelado por Michael Douglas e Sean Penn. Manz era casada com operador de câmera Bobby Guthrie, com quem teve dois filhos.
Crise na DC Universe: Séries da plataforma vão para a HBO Max
Sem encomendar nenhuma produção nova desde a renovação de “Titãs” para a 3ª temporada, a plataforma DC Universe vai encerrar sua programação original e seu conteúdo será deslocado para a HBO Max. Os boatos de que a AT&T, nova dona da Warner, não tinha interesse no serviço foram confirmados por Jim Lee, publisher da DC Comics, em entrevista ao The Hollywood Reporter. “O conteúdo original que está no DCU está migrando para o HBO Max. Sinceramente, essa é a melhor plataforma para esse conteúdo. A quantidade de conteúdo que você junta, não apenas da DC, mas da WarnerMedia em geral, é enorme e é a melhor proposta de valor, se eu tiver permissão para usar esse termo de marketing. Achamos que é o lugar certo para isso”, ele disse ao THR. Das seis produções originais do DC Universe, duas já foram oficialmente para a HBO Max: “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Harley Quinn” (a animação da Arlequina). Agora, “Titãs” (Titans), exibida internacionalmente pela Netflix, e a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), ambas renovadas para novas temporadas, terão seus episódios inéditos também levados à nova plataforma. Mas a HBO Max vai ficar sem “Stargirl”, que terá seu segundo ano de produção exibido com exclusividade na rede The CW. “Stargirl” mostrou sua 1ª temporada na CW e na DC Universe. Sua saída da plataforma, na negociação com a CW, já apontava a crise. Entretanto, os boatos começaram muito antes, com o cancelamento inesperado e repentino de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) um dia após a estreia. Ninguém entendeu nada, mas foi nesta época que surgiram os comentários de que a AT&T já tinha tomado a decisão de encerrar o projeto de séries da DCU. Apesar deste esvaziamento, a DCU não será totalmente encerrada. Ela vai continuar com mudanças, passando a oferecer apenas quadrinhos digitais, além de servir de fórum para os fãs. “Em relação à comunidade e todo o conteúdo de quadrinhos, algo como 25 mil títulos diferentes, e a forma como a plataforma se conectou com os fãs 24 horas por dia, sempre haverá uma necessidade disso. Portanto, estamos animados para transformar a DCU e teremos mais notícias sobre como ela será em breve. Definitivamente, a DCU não vai embora”, explicou Lee. A mudança estaria relacionada aos US$ 153 bilhões em dívidas da AT&T, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e realizado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Há boatos, também, de que o Crunchyroll, plataforma de animes, estaria à venda. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto.
Warner estaria planejando vender Crunchyroll
Após bater a marca de 70 milhões de assinantes, a Crunchyroll pode ser vendida pela WarnerMedia. Segundo afirma a Variety, a AT&T, que comprou a Warner e todo o seu acervo, quer vender a plataforma de animes por cerca de US$ 1 bilhão para ajudar a pagar algumas dívidas. A Sony Entertainment, que tem uma plataforma similar, a Funimation, seria a principal candidata na negociação. Mas não é a única empresa interessada na plataforma. A AT&T teria cerca de US$ 153 bilhões em dívidas, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e causado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto. Recentemente, a Crunchyroll anunciou uma nova leva de animes originais, incluindo “Tower of God” e “God of Highschool”. A plataforma conta com mais de mil títulos em seu catálogo e mais de 30 mil episódios, mas das 70 milhões de assinaturas que ostenta, apenas 3 milhões são pagas. Vale observar que nem a Warner nem a Sony confirmaram estar negociando a Crynchyroll.
Ewan McGregor perde royalties de Star Wars e fortuna em divórcio
Ewan McGregor está encerrando o processo de divórcio com sua ex-mulher, Eve Mavakris. E, de acordo com o site TMZ, ele terá que entregar metade dos royalties de sua participação nos filmes no qual trabalhou no começo dos anos 2000 para a ex. O ator participou da trilogia “Star Wars”, exibida entre 1999 e 2005, enquanto ainda estava casado, além de ter emprestado sua voz para uma cena de “A Ascensão Skywalker”. Por isso, o dinheiro que ele recebe pelos direitos de seu trabalho nos filmes da saga espacial conta na divisão de bens. Mas não fica nisso. Enquanto estavam casados, Ewan estrelou vários sucessos de bilheteria como “Moulin Rouge” e “Anjos e Demônios”. No processo de divisão de bens, além de dividir os royalties de seu trabalho como ator, entregará à ex-esposa uma propriedade em Los Angeles no valor estimado de US$ 6,6 milhões e cinco carros de sua coleção particular. Ela também ficarpa com todas as joias que obteve durante o casamento, US$ 501,7 mil em dinheiro para equilibrar a divisão de ativos, além de uma pensão de US$ 14,9 mil e outra pensão alimentícia conjugal de US$ 35,8 mil por mês. O ex-casal também compartilhará a custódia legal de sua única filha, Anouk, de 9 anos. A fortuna de Ewan McGregor está estimada em US$ 45 milhões. Mas, segundo os documentos obtidos pelo TMZ, o bem mais precioso que o ator lutou para manter foi a sua coleção de 30 carros, dos quais terá que ceder cinco para a ex. Ewan coleciona carros desde os 16 anos, quando conseguiu comprar seu primeiro automóvel com o salário de um trabalho que tinha aos fins de semana. Ele é fascinado pelo Volkswagen Beetle – o popular Fusca – e chegou a gastar cerca de 30 mil libras (R$ 212 mil) para converter um dos modelos que possui de combustível fóssil para elétrico depois que o carro parou de funcionar no meio da rua no ano passado. Para completar, se o ator tiver um lucro maior em um determinado ano do que a média detalhada no acordo, Eve Mavakris receberá um bônus.
Turma da Mônica vai encontrar os Jovens Titãs no DC FanDome
O Brasil terá presença no DC FanDome, o primeiro grande evento online da DC Comics. Dentre os painéis revelados na programação oficial, que destaca os vários projetos de cinema e séries baseados em quadrinhos da DC Comics, está o “Brazil Loves DC: For the Glory of the Fans!” (Brasil ama DC: Pela glória dos fãs!, em tradução literal). O painel vai apresentar o primeiro encontro entre a “Turma da Mônica” e os “Jovens Titãs em Ação!” em uma “videochamada para o perigo”, que pode ser uma animação inédita. A apresentação terá ainda o quadrinista brasileiro Ivan Reis (“Lanterna Verde”) desenhando o Batman de Robert Pattinson enquanto conversa sobre sua trajetória como artista da editora. “Brazil Loves DC: For the Glory of the Fans!” vai acontecer às 18h30 (horário de Brasília) dentro da maratona de 24 horas do DC Fandome, que começa às 14 horas no sábado que vem, dia 22 de agosto.
Leonardo DiCaprio volta a condenar desmatamento da Amazônia
O ator Leonardo DiCaprio voltou a se manifestar sobre as queimadas na Amazônia. O ator compartilhou um post do jornal inglês The Guardian em seu Instagram, que critica a gestão de meio ambiente do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O post deve aumentar o ódio que Bolsonaro sente do astro de Hollywood. Em 2019, o presidente espalhou fake news acusando o americano de financiar queimadas criminosas no Brasil, sem apresentar provas. O ataque virou piada nas redes sociais. No texto desta sexta (14/8), acompanhado de um vídeo de queimadas, há um alerta sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, com dados recentes do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). “O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está sob pressão internacional para inibir as queimadas, mas duvidou publicamente delas no passado, culpando oponentes e comunidades indigenas”, diz o texto, que ainda alerta para “o clima mais seco deste ano até agora”. “Há preocupação de que o desmatamento no Brasil não esteja chamando atenção suficiente”, conclui o alerta. Entre agosto de 2019 e julho deste ano, os alertas de desmatamento na Amazônia tiveram um aumento de 34,5%, na comparação com os 12 meses anteriores. É o maior valor dos últimos cinco anos, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (7/8) pelo Inpe. Ver essa foto no Instagram From The @Guardian: The number of fires burning in Brazil's Amazon in July was up 28% on the same month last year, according to data from Brazil's space research agency INPE. Early numbers for August also show a 7% increase. Brazil's president, Jair Bolsonaro, is under pressure internationally to curb the fires, but he has publicly doubted the severity of them in the past claiming opponents and indigenous communities were responsible. Last year's Amazon wildfires were devastating enough, but with the weather being drier this year so far, as well as the Coronavirus pandemic which has killed more than 99,000 Brazilians, there is growing concern that the ongoing deforestation isn't getting enough attention. . . . . . . #Brazil #Amazon #Rainforest #Wildfires #Deforestation Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 14 de Ago, 2020 às 11:03 PDT
Pausa de Stranger Things leva ator mirim a arranjar emprego em restaurante
Com as gravações de seus projetos paralisadas por causa da pandemia de covid-19, incluindo a 4ª temporada de “Stranger Things”, o jovem Gaten Matarazzo resolveu trabalhar em um restaurante para ajudar a família durante o período de isolamento social. A atividade recente do ator de 17 anos foi descoberto por clientes, que desconfiaram conhecer o novo funcionário, apesar dele trabalhar “incognito”, usando boné e máscara de proteção. Claro que não ajudou muito o fato de seu personagem também usar um boné em “Stranger Things”. O site The Hollywood Reporter confirmou os boatos de novo emprego do intérprete de Dustin, que atualmente pode ser encontrado num estabelecimento em Long Beach Island, no litoral do Estado de Nova Jersey, onde nasceu. Seus familiares trabalham no local.
Warner implode DC Comics na véspera da DC FanDome
A duas semanas do evento mundial DC FanDome, a WarnerMedia causou um abalo sísmico na editora DC Comics, demitindo um terço de sua equipe editorial, incluindo o Editor-Chefe Bob Harras e alguns editores de grandes títulos, como Mark Doyle (Batman), Bryan Cunningham (O Relógio do Juízo Final) e Andy Khouri (Harleen). Este último foi o mentor do lançamento do selo Black Label, que aposentou a Vertigo (divisão adulta da DC). Além disso, Jim Lee, lendário ilustrador de diversas histórias da casa, perdeu o cargo de Chefe-Criativo e, segundo apurou o site ComicBook, deverá ser substituído por um gerente “do mundo do e-sports”. Sabe-se lá porquê. Mas os cortes não se limitaram à editora. Também afundaram um pouco mais a plataforma de streaming DC Universe, que teve a maioria de sua equipe demitida. “A DC Universe morreu na largada, com a aquisição da Warner pela AT&T”, disse uma fonte não identificada ao site The Hollywood Reporter, lembrando que o foco dos novos donos da Warner é concentrar todo seu conteúdo no serviço de streaming HBO Max. Lançada antes da conclusão da venda da Warner, em maio de 2018, a DC Universe lançou as séries “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl”, “Monstro do Pântano”, “Justiça Jovem” e “Harley Quinn” (Arlequina). Alguns desses programas já começaram a ser transmitidos na HBO Max. E “Stargirl” trocou o streaming pela rede The CW. Outra vítima do massacre econômico foi a DC Direct, fabricante de mercadorias e colecionáveis da empresa. A divisão foi fechada depois de 22 anos, com suas atividades incorporadas pela Warner Bros. Consumer Products. A DC não fez comentários sobre a implosão de seus negócios. Mas será curioso ver o que a editora irá comemorar no DC FanDome, sua primeira grande convenção de fãs, que deverá ser realizada no dia 22 de agosto em clima de fim de festa. De todo modo, vale observar que os cortes também atingiram as divisões de cinema e séries da companhia, levando à demissão de pesos-pesados como Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment, Kevin Reilly, diretor de conteúdo da WarnerMedia, e Keith Cocozza, vice-presidente executivo de marketing e comunicações, que trabalhou na empresa por 19 anos. As demissões podem ter causa na crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, mas também refletem a chegada de um novo presidente-executivo na WarnerMedia, Jason Kilar, ex-CEO da Hulu, que foi escolhido pela AT&T em abril para lançar – e priorizar – a HBO Max.
Autor do musical Cats se voluntaria para testar vacina contra covid-19
O compositor inglês Andrew Lloyd Webber, considerado “o rei da Broadway”, postou em seu Instagram uma foto em que revela ter sido um dos voluntários dos testes da vacina desenvolvida pela Universidade de oxford contra o novo Coronavírus. Autor de musicais clássicos como “Evita”, “O Fantasma da Ópera” e “Cats”, ele aparece recebendo uma dose da vacina, na foto compartilhada na rede social. Aos 72 anos de idade, Lloyd Webber disse ter se voluntariado para que a vacina possa permitir a volta do público aos teatros. “Farei de tudo para provar que os teatros podem reabrir com segurança”, declarou, ao lado da imagem. Durante a pandemia, Webber também ajudou a produzir a série online “The Show Must Go On”, na qual as produções de seus musicais são exibidas gratuitamente em vídeo por um tempo limitado. Ver essa foto no Instagram Just completed the Oxford Covid-19 vaccine trial. I’ll do anything to get theatres large and small open again and actors and musicians back to work. – ALW #SaveOurStages @nivassoc Uma publicação compartilhada por Andrew Lloyd Webber (@andrewlloydwebber) em 13 de Ago, 2020 às 9:15 PDT












