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    Nova Batwoman estreia nos quadrinhos antes da série

    27 de outubro de 2020 /

    A DC Comics introduziu a personagem Ryan Wilder nos quadrinhos com a publicação da edição 50 da revista “Batgirl”, que chegou às bancas dos EUA nesta terça-feira (27/10), meses antes da estreia da personagem na série para a qual foi concebida, “Batwoman”. Veja a cena de sua estreia abaixo, com arte de Marguerite Sauvage, Aneke e Emanuela Lupacchino. Último número da atual saga de Batgirl, a revista apresenta Ryan como uma jovem negra sem teto, que mora em uma van com uma planta e recusa ajuda, tendo uma conversa politizada com Barbara Gordon, identidade secreta da Batgirl. Num dos diálogos, Barbara revela que conhece a jovem há muitos anos, desde que Ryan dormia na biblioteca em que ela trabalhava na juventude. Esta citação serve de referência ao fato de que Batgirl também foi uma criação televisiva que virou personagem de quadrinhos. A heroína foi concebida para a 3ª e última temporada da série “Batman”, em 1967, ocasião em que foi apresentada como bibliotecária – uma bibliotecária de óculos, que não conseguia deixar de ser sexy na pele da belíssima Yvonne Craig. Javicia Leslie interpretará Ryan Wilder na TV. A personagem será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada e logo se tornará a nova protagonista de “Batwoman”. Em julho passado, a showrunner Caroline Dries assumiu a autoria da personagem. “Estou inventando uma personagem totalmente nova que, no passado, foi inspirada pela Batwoman, então ela assume o manto e talvez não seja a pessoa certa no momento para fazê-lo, mas é isso que a torna divertida”, contou a produtora, durante sua participação no ATX TV Festival. Por sinal, a showrunner de “Batwoman” descreveu Ryan Wilder exatamente como ela apareceu nos quadrinhos. Aprofundando os detalhes, Ryan é uma jovem negra, ex-traficante de drogas, que está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan pertence à comunidade LGBTQIA+, assumindo-se como bissexual. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose na série, após a atriz anunciar que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando “Batwoman” voltar ao ar em 2021.

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  • Etc

    Governo do Cazaquistão adota bordão de Borat para incentivar turismo no país

    27 de outubro de 2020 /

    “Borat: Fita de Cinema Seguinte” ridiculariza o Cazaquistão até não poder mais, tanto que seu lançamento na sexta-feira (23/10), no serviço Amazon Prime Video, incentivou protestos da Associação Cazaque-Americana, ONG formada por imigrantes do Cazaquistão e seus descendentes. Entretanto, o governo do Cazaquistão não parece ter se incomodado. Ao contrário. O departamento de Turismo do país lançou no domingo (25/10) uma nova campanha na internet, com vídeos que destacam o bordão de Borat Sagdiyev, o repórter fictício do Cazaquistão, inventado pelo comediante Sacha Baron Cohen para aparições na TV e no cinema. Ao lado de paisagens turísticas e pratos da culinária regional, a campanha oficial cazaque traz americanos repetindo que o país é “very nice” de verdade. Veja abaixo.

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  • Etc,  Filme

    Amazon vence facilmente primeiro processo contra novo filme de Borat

    26 de outubro de 2020 /

    O comediante Sacha Baron Cohen e a plataforma de streaming da Amazon superaram sem esforços o primeiro processo movido contra a produção do filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, lançado na sexta passada (23/10) na Amazon Prime Video. O juiz Kevin Farmer, do condado de Fulton, na Geórgia, mandou arquivar a ação de herdeiros de Judith Dim Evans, uma sobrevivente do Holocausto que apareceu no filme e morreu antes da estreia. Os parentes diziam que ela tinha sido “enganada” para participar da produção, mas o juiz encontrou vários problemas no processo, alguns dos quais apontados pela equipe de defesa da Amazon. Pela aparição supostamente “não autorizada” de Judith, seus parentes pediam US$ 75 mil de indenização, declarando que Judith acreditava estar dando entrevista para um documentário “sério” e que ela teria ficado “horrorizada e chateada” ao saber que o filme “era uma comédia destinada a zombar do Holocausto e da cultura judaica”. Entretanto, o jornalista Mike Fleming Jr testemunhou no site Deadline e nas redes sociais seu conhecimento dos bastidores da cena. Baron Cohen não surpreendeu a idosa. Pela primeira vez, ele não quis fazer uma pegadinha, justamente por respeitar Evans como sobrevivente do Holocausto. “Por respeito, alguém disse a Evans e à amiga com quem ela compartilha a cena que o próprio Baron Cohen é judeu e interpretaria um personagem ignorante, que serviria como um meio de educação sobre o Holocausto”, escreveu Fleming Jr. O filme, inclusive, tem uma dedicação especial a Judith Dim Evans em seus créditos finais. O processo foi aberto antes do filme ser lançado, baseando-se em cenas do trailer. O encontro em questão mostra Borat numa sinagoga nos EUA, numa fantasia caricata de judeu, interagindo com duas senhoras judias após sua filha Tutar (Maria Bakalova) descobrir no Facebook que “o Holocausto nunca aconteceu”. “Eu estive no Holocausto, eu vi com meus olhos”, Judith diz para Borat. A cena integra as críticas do filme às fake news, das quais Sacha Baron Cohen é um dos críticos mais contundentes. Os advogados da Amazon divulgaram um comunicado comemorando a rapidez com que o processo foi extinto. “A ação foi extinta, incondicionalmente. O processo acabou. Sacha Baron Cohen ficou profundamente grato pela oportunidade de trabalhar com Judith Dim Evans, cuja compaixão e coragem como sobrevivente do Holocausto tocou o coração de milhões de pessoas que viram o filme. A vida de Judith é uma repreensão poderosa àqueles que negam o Holocausto, e com este filme e seu ativismo, Sacha Baron Cohen continuará sua defesa para combater a negação do Holocausto em todo o mundo.”

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  • Etc

    Justin Bieber ganha novo documentário do YouTube

    25 de outubro de 2020 /

    O YouTube divulgou o pôster e o trailer de mais um documentário musical, “Justin Bieber: Next Chapter”, que é continuação da série “Justin Bieber: Seasons”. “Next Chapter” poderia muito bem ser o que seu título indica, o 11º episódio do programa exibido entre janeiro e fevereiro. Afinal, a prévia mostra o que aconteceu depois do último capítulo de “Seasons”, com a vida de Bieber em quarentena, a inspiração para novas músicas, o lançamento de “Holy” e “Lonely”, além de reflexões do cantor sobre sua fé e seu sucesso. O diretor de “Seasons”, Michael D. Ratner, também está de volta para este “novo capítulo”, que tem duração de 30 minutos e estreia na sexta-feira (30/10) no canal do YouTube do cantor.

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  • Etc

    CEO da AT&T “não está otimista” sobre futuro do cinema

    25 de outubro de 2020 /

    Quando lançou “Tenet” nos cinemas, há mais de 50 dias, a Warner tinha seu discurso afinado com os proprietários de cinema, acreditando que o filme seria o grande lançamento capaz de voltar a encher as salas e superar a crise da pandemia de coronavírus. Mas as salas não encheram e a crise se aprofundou após o desempenho do longa – orçado em mais de US$ 200 milhões – não dar o retorno esperado, levando outros estúdios a tirarem seus títulos do calendário de 2020. Agora, John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, diz que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. A fala aconteceu durante uma teleconferência com investidores na quinta-feira (22/10), onde Stankey confessou não saber o que vai acontecer com o mercado cinematográfico. “Essa ainda é uma das coisas sobre as quais não temos grande visibilidade”, ele afirmou. “Fizemos algumas experiências. Fizemos algumas coisas”, continuou. E foi quando fez a comparação esportiva sobre o desempenho de “Tenet” – na verdade, ele usou a expressão “home run”, uma analogia de beisebol, “traduzida” aqui para o gol do futebol visando facilitar a compreensão. O desempenho de “Tenet” deve afetar os próximos lançamentos do estúdio. A Warner tem a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” prevista para dezembro, mas são grandes as apostas de que ela será adiada, já que mantê-la representaria uma nova aposta, enquanto outros estúdios adiam estreias em massa para evitar esse teste. Stankey deu a entender que a Warner não será responsável por novas apostas arriscadas. Ele demonstra que a ordem agora é ter cautela e esperar. “À medida que chegarmos a um ponto onde haja uma situação um pouco mais consistente, talvez possamos fazer um pouco mais”. “Eu diria que a temporada de férias será o próximo grande ponto de verificação para ver o que ocorre e se podemos ou não mover algum conteúdo de volta para a exibição cinematográfica. Teremos que tomar uma decisão com base nisso e no que estiver acontecendo em diferentes geografias e na contagem de infecções no país”, ele afirmou. “Mulher-Maravilha 1984” tem sua estreia marcada para o Natal, que marca o começo das férias de inverno nos EUA. Portanto, antes do “próximo grande ponto de verificação”. No entanto, a produção de conteúdo foi retomada. Stankey observou que existem atualmente 130 produções em andamento, entre filmes e séries da Warner. Normalmente, esse número seria cerca de 180. Em relação a isso, ele considera que “estamos fora de perigo”. Ou seja, o estúdio aprendeu a trabalhar sob as restrições impostas pela pandemia e não terá problemas com falta de material. A questão que se impõe agora, especialmente com o lançamento da plataforma HBO Max, prioridade da AT&T, é onde exatamente exibir esse conteúdo. “Ainda estamos empenhados em tentar colocar parte do conteúdo que consideramos mais importante nas salas de cinema, se isso fizer sentido”, continuou Stankey. Mas sua conclusão não passou uma mensagem muito positiva. “Esperamos que o mercado seja incrivelmente fatiado no próximo ano”, disse, acrescentando que “não está otimista” quanto a uma recuperação significativa nem no início de 2021. Por conta disso, a Warner está “considerando todas as opções”. “À medida que avançarmos e pudermos ter um quadro mais claro, vamos tomar as decisões”, concluiu. Vale observar que o remake de “Convenção das Bruxas”, originalmente previsto para os cinemas, estreou na HBO Max neste fim de semana.

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  • Etc

    Itália volta a fechar cinemas na segunda onda do coronavírus

    25 de outubro de 2020 /

    A segunda onda da pandemia de coronavírus na Europa levou o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, a assinar neste domingo (25/10) um novo decreto que impõe o fechamento de piscinas, ginásios, teatros e cinemas a partir de segunda-feira, numa tentativa de conter o contágio que disparara no país. O endurecimento das medidas surge depois do aumento exponencial de casos, com o país registrando mais 19.644 casos e 151 mortes no sábado (24/10), devido à Covid-19. A Itália segue com grande preocupação o aumento de pacientes internados com problemas relacionados à pandemia, que já são 12.415 em todo o país, dos quais 1.128 estão em unidades de terapia intensiva. O novo decreto lembra a obrigatoriedade do uso de máscaras em todos os momentos e, sugerindo a volta da quarentena, recomenda que se evite receber visitas. Além disso, o governo “recomenda veementemente a todas as pessoas que não se desloquem, por meio de transporte público ou privado, a um município que não seja o de residência, exceto para necessidades comprovadas de trabalhar ou estudar, por motivos de saúde”. Embora o isolamento social não tenha sido decretado novamente no país, ele já existe em regiões como o Lácio, cuja capital é Roma, Campânia, Sicília, Calábria e Lombardia. Bares, restaurantes e similares estão proibidos de funcionar após às 18h. Ginásios, piscinas e spas, bem como centros culturais, centros sociais, centros recreativos, salas de bingo, casinos e parques de diversões também devem ser fechados, enquanto os parques e parques infantis permanecerão abertos. Em relação aos cinemas, teatros e salas de concertos, as medidas são extremas, impedindo seus funcionamentos até em eventos ao ar livre. De fato, estão sendo proibidas toda as formas de organização de eventos e conferências presenciais, e o decreto introduz novas medidas para aplicar a educação à distância a pelo menos 75% dos alunos dos cursos dos Ensinos Médio, ou seja, maiores de 14 anos.

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    Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar

    25 de outubro de 2020 /

    O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.

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    Sérgio Mallandro passou oito dias na UTI com covid-19

    25 de outubro de 2020 /

    Diagnosticado com coronavírus na semana passada, Sérgio Mallandro chegou divulgar comunicado dizendo-se assintomático. Mas depois disso passou oito dias na UTI. Após ter alta, resolveu compartilhar sua experiência. O comediante disse que percebeu os sintomas ao não sentir o cheiro de um perfume. “Liguei para o meu médico, fizemos o exame do coronavírus e vimos que estava já com 25% do pulmão comprometido”, revelou. “Me internaram na UTI e fiquei oito dias lá, com febre, cansado, me tratando com remédios e oxigênio e com a cabeça totalmente pirada. Ali, veio um filme na minha cabeça, tive muito medo da morte e passei a ressignificar a vida”, continuou. Para Mallandro, os “oito dias sem gluglu ou salci fufu” lhe inspiraram a refletir e podem render um novo projeto. “Conversando com enfermeiros e médicos, fiquei tocado com o amor que têm por cuidar dos outros. Me achei uma formiga, muito pequeno, diante da grandiosidade desses heróis. Em oito dias, com todos de máscaras, não vi o rosto de ninguém, mas pude sentir os olhares e os corações”, explicou. “Em paralelo, pensei o quão ruim está o mundo aqui fora, com valores distorcidos. As pessoas precisam se amar mais, ter generosidade e bondade e menos julgamentos. Agora, quero transformar essa reflexão em roteiro”, continuou. Com a alta, Mallandro voltou para a casa em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde estava em quarentena desde fevereiro ao lado do filho Edgard, de 32 anos, que estuda nos EUA e lhe fez companhia durante todo o isolamento. O outro filho, Serginho, de 35, virou papai recentemente, mas Mallandro só viu a neta uma vez desde o Carnaval. “Eu já tive muitos altos e baixos na vida. Já quebrei e levantei. Mas agora é um recomeço não só meu, como do mundo inteiro. Todos estão tendo que se reinventar”, resumiu. Ver essa foto no Instagram Boa tarde glu gluzada hj é um dia pra comemorar bastante , depois de 8 dias internado estou tendo alta ! primeiramente agradecer a Deus como é importante ter fé em Deus , quero agradecer toda equipe do hospital COPASTAR que cuidou de mim como se fosse um filho e tbm um agradecimento muito especial ao meu dr @jgeraldocmoreira que tá sempre comigo e apenas disse , confia em mim vou te tirar dessa ele é meu clínico geral e cardiologista, agora tá virando o rei do COVID curando tantos pacientes vc é fantástico muito competente .,que Deus abençoe sempre sua cabeça e seus pacientes vc é de Deus essa que está ao @tamiris5483 que faz partedessa equipe extraordinária do Copastar que equipe profissional, muito orgulho de ter conhecido vcs , todos são exemplo do verdadeiro amor a sua profissão, muitos Decca pegaram o COVID e me relataram,e eu perguntei ,naquele início ninquem sabia nada vcs não sentiram medo, vcs tinham filhos, não pediu uma licença , foi aí que eu tive uma lição maravilhosa que eu fui ouvir agora , todos falaram , a mesma resposta a minha vontade era salvar as pessoas , cuidar fazer o que agente estudou, era ajudar minha turma minha equipe , dizer a eles que fiquei impressionado pelo que essa turma toda Medicos enfermeiro técnicos a turma da limpeza poderiam contar comigo, todos tiveram a mesma resposta pelo talento , pelo esforço e parceria durante essa minha internação vcs são mestre amo vcs ❤️ vcs não escolheram a medicina a medicina escolheu vcs ❤️ ! E agradecimento a todos os fãs , familiares e amigos pelo apoio ! Agora é Yeh Yeh vamos dançar a dança do Yeh Yeh ! Uma publicação compartilhada por Sérgio Mallandro (@serginhomallandro) em 20 de Out, 2020 às 8:15 PDT Ver essa foto no Instagram E pra comemorar a alta equipe médica @jgeraldocmoreira @tamiris5483 dançando a dança da cura do covid !!!@adessavfm Uma publicação compartilhada por Sérgio Mallandro (@serginhomallandro) em 20 de Out, 2020 às 8:49 PDT

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    Sacha Baron Cohen agradece Trump pela publicidade gratuita de Borat

    24 de outubro de 2020 /

    O ator Sacha Baron Cohen não perdeu a oportunidade de divulgar seu novo filme, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, às custas de Donald Trump, que comentou seu trabalho na manhã deste sábado (24/10), chamando-o de impostor, bizarro e sem graça. “Donald, agradeço a publicidade gratuita para ‘Borat’! Admito que também não acho você engraçado. Mas mesmo assim o mundo inteiro ri de você”, escreveu o comediante no Twitter. Ele ainda provocou, ao completar o post. “Estou sempre procurando pessoas para bancar palhaços racistas e você precisará de um emprego depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!”. A manifestação aconteceu após Trump ser questionado pela imprensa se tinha visto seu advogado, Rudolph Giuliani, em situação imprópria durante uma pegadinha do novo filme de Borat. O chefe do bureau de imprensa da Casa Branca (Voice of America), Steve Herman, relatou a resposta do presidente no Twitter. “Não sei o que aconteceu”, disse Trump. “Mas, sabe, há muitos anos ele tentou me enganar. E eu fui o único que disse ‘de jeito nenhum’. Ele é um impostor. E eu não o acho engraçado”, afirmou. “Para mim, ficou claro que era um cara bizarro”, completou Trump. Trump ainda não respondeu ao tuíte de Cohen, que viralizou, rendendo 1,4 mil comentários e mais de 13 mil retuítes. Enquanto isso, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” continua rendendo assunto. A comédia foi lançada na sexta (23/10) na Amazon Prime Video e se o barulho em torno de seu conteúdo se converter em audiência, deve se tornar o maior sucesso da plataforma de streaming. Donald—I appreciate the free publicity for Borat! I admit, I don’t find you funny either. But yet the whole world laughs at you. I’m always looking for people to play racist buffoons, and you’ll need a job after Jan. 20. Let’s talk!https://t.co/itWnhJ8TQF — Sacha Baron Cohen (@SachaBaronCohen) October 24, 2020

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    William Blinn (1938 – 2020)

    24 de outubro de 2020 /

    O roteirista-produtor William Blinn, que criou “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), “Raízes” (Roots), escreveu o musical “Purple Rain”, de Prince, e diversos projetos de TV marcantes, morreu na quinta-feira (22/10) de causas naturais em Burbank, na Califórnia, aos 83 anos. Em sua longa carreira, Blinn abordou todo tipo de preconceito, assinando histórias sobre atletas doentes, negros vítimas de racismo e romance LGBTQIA+, encontrando sucesso com essas narrativas numa época bem menos tolerante. Tudo começou por impulso, quando o nativo de Ohio e seu colega de classe Michael Gleason (futuro criador de “Remington Steele”) vieram para Los Angeles no início dos anos 1960 com o projeto de vender ideias de histórias e/ou scripts para programas de sucesso da TV. A ousadia deu certo e Blinn escreveu para séries como “Couro Cru” (Rawhide), “Bonanza”, “Maverick”, “Laramie” e “Meu Marciano Favorito” (My Favorite Martian). Acabou convidado a se juntar à equipe de roteiristas oficiais de “Bonanza” em 1965, quando Pernell Roberts estava deixando a série. E em seguida serviu como editor de histórias para as duas temporadas (1968-70) de “E as Noivas Chegaram” (Here Comes the Brides). Sua primeira criação foi a série médica “Os Homens de Branco” (The Interns), estrelada por Broderick Crawford em 1970. E seu primeiro telefilme veio no ano seguinte – e marcou época. Trabalhando nos estúdios da Screen Gems, ele foi selecionado aleatoriamente para adaptar um capítulo da autobiografia “I Am Third”, escrita por Gale Sayers, um jogador do time profissional de futebol americano Chicago Bears. Após escrever o roteiro, ele o batizou de “Brian’s Song”. Rodado ao longo de 12 dias em Indiana, o telefilme – lançado no Brasil como “Glória e Derrota” (1971) – centrava-se no forte relacionamento entre Sayers (interpretado por Billy Dee Williams) e seu companheiro de equipe Brian Piccolo (James Caan), que foi diagnosticado com câncer terminal logo após se tornar jogador profissional. Exibido em 30 de novembro de 1971, o longa foi visto por 55 milhões de espectadores – metade das pessoas que possuíam uma TV nos Estados Unidos na época – , tornando-se uma das maiores audiências de telefilme de todos os tempos. Mas Blinn não conquistou apenas o público. Ele venceu o Emmy e um prêmio Peabody pelo roteiro. O sucesso lhe deu carta branca para criar novas produções. Ele concebeu a primeira série sobre policiais inexperientes, “Os Novatos” (The Rookies), que durou quatro temporadas (entre 1972 e 1976), com a futura Pantera Kate Jackson no elenco. Mas teve menos felicidade ao tentar lançar uma série de western, um dos gêneros que mais escreveu no começo da carreira. Apesar de estrelada por Kurt Russell e Bonnie Bedelia, “The New Land” foi cancelada após seis episódios em 1974. O roteirista voltou a emplacar um fenômeno em 1975, ao criar “Justiça em Dobro”. Série policial mais violenta dos anos 1970, influenciada pelo cinema blaxploitation, a produção acompanhava dois policiais durões de Nova York que só trabalhavam à noite, infiltrados em zonas infestadas de crimes. O programa transformou os atores David Soul e Paul Michael Glaser em astros, mas Blinn largou os trabalhos após dois meses, brigando com os produtores Aaron Spelling e Len Goldberg. “Tínhamos em mente duas coisas diferentes … Eu queria mais humanidade, menos perseguição de carros”, contou em 2004. Mas nada o preparou para o impacto de seu trabalho seguinte, também premiado com o Emmy. Ele foi o grande responsável pela minissérie “Raízes”, escrevendo os episódios iniciais e comandando a adaptação do livro de Alex Haley, que ainda não tinha sido lançado. 85% da população total dos EUA assistiu a série na rede ABC, que chegou a atrair 100 milhões de telespectadores ao vivo em seu capítulo final, exibido em 1977. “Raízes” ainda venceu 9 prêmios Emmy, incluindo o de Melhor Roteiro para Blinn. Em entrevista recente sobre o legado da atração, ele lembrou que os produtores estavam preocupadíssimos com o conteúdo do minissérie, que foi a primeira a abordar racismo na televisão e ser centrada em protagonistas negros. “Seria enorme ou terrível; ninguém pensou que seria mediana e ignorada”, disse ele. “Havia duas visões entre os produtores. Uma era mergulhar o país nesta história, que todos nós precisávamos ver, etc., etc. A outra era se livrar logo dessa maldita coisa, que poderia matar a rede, apenas livrar-se dela assim que puder. Eu acredito mais na segunda versão. Acho que eles pensaram que seria um desastre”, completou. Ele também desenvolveu “Oito É Demais” (Eight Is Enough), comédia sobre uma família com oito filhos, que durou cinco temporadas entre 1977 e 1981, e depois disso voltou a se consagrar como roteirista, produtor e diretor do aclamado “A Question of Love” (1978), um dos primeiros teledramas de tema lésbico, estrelado por Gena Rowlands e Jane Alexander. Suas realizações ainda incluem roteiros e produção da série musical “Fama” (1982-1987), que ele ajustou antes da estreia na NBC, recebendo novas indicações ao Emmy, roteiros da série de comédia “Our House” (1986–1988), estrelada por Wilford Brimley, e a criação da atração militar “Pensacola: Wings of Gold” (1997-2000). Apesar de uma carreira movimentada carreira de quatro décadas, Blinn teve apenas um crédito no cinema, que ele compartilhou com o diretor Albert Magnoli. Ele escreveu o filme “Purple Rain” (1984), grande sucesso de Prince, a partir das músicas do cantor. Blinn disse que foi escolhido devido a seu trabalho em “Fama” e sentou-se com Prince em um restaurante italiano em Hollywood para trocar ideias sobre o que seria o filme, mas só soube que história desenvolver quando saiu para dar uma volta no carro do músico e ouviu “When Doves Cry”. “Ele tocou a música para mim e tinha um sistema de alto-falantes do céu. Quem sabe quantos alto-falantes havia naquele carro?” Blinn lembrou. “Para alguém da minha idade, gosto de rock, mas não tão alto. Mesmo assim, [a música] era melódica e tocada com grande intensidade. Eu disse: ‘Cara, você certamente tem uma base. Isso pode render no final.'” Em 2009, ele recebeu um troféu especial do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) pelas realizações de sua carreira.

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    Arnold Schwarzenegger revela ter passado por nova cirurgia no coração

    24 de outubro de 2020 /

    O ator Arnold Schwarzenegger revelou ter passado recentemente por uma nova cirurgia cardíaca. Schwarzenegger publicou na sexta-feira (23/10) no Twitter uma foto em que aparece fazendo um sinal de positivo em seu leito hospitalar na Cleveland Clinic, acompanhada por imagens de um passeio posterior, para demonstrar que já se recuperou e está se sentindo “fantástico” aos 73 anos de idade. Ele agradeceu à equipe médica do local e acrescentou: “Tenho um novo aórtico para acompanhar minha nova válvula pulmonar da minha última cirurgia. Estou me sentindo fantástico e já andei pelas ruas de Cleveland”. O astro da franquia “O Exterminador do Futuro” e ex-governador da Califórnia nasceu com um defeito no coração e já tinha passado por duas cirurgias. A primeira foi em 1997 e a segunda em 2018, realizada para substituir a válvula pulmonar incluída na operação inicial. Thanks to the team at the Cleveland Clinic, I have a new aortic valve to go along with my new pulmonary valve from my last surgery. I feel fantastic and have already been walking the streets of Cleveland enjoying your amazing statues. Thank you to every doc and nurse on my team! pic.twitter.com/hmIbsEMHtA — Arnold (@Schwarzenegger) October 23, 2020

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    Donald Trump diz ser o único que Sacha Baron Cohen não consegue enganar

    24 de outubro de 2020 /

    Donald Trump disse neste sábado (24/10) que não é fã de Sacha Baron Cohen e que não se deixa enganar pelo comediante. Ele contou que Cohen já teria tentado fazê-lo cair numa pegadinha, mas não conseguiu. O assunto surgiu por causa da repercussão do filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, em que Cohen flagra o advogado de Trump, Rudolph Giuliani, em situação imprópria durante uma pegadinha. Alvo de uma falsa “entrevista”, Giuliani foi gravado deitando-se numa cama num quarto de hotel e colocando as mãos dentro de sua calça diante da “jornalista” (a “filha” de Borat, Maria Bakalova), antes de ser interrompido por Borat/Cohen. O chefe do bureau de imprensa da Casa Branca (Voice of America), Steve Herman, relatou a resposta do presidente no Twitter. “Não sei o que aconteceu”, disse Trump, ao ser questionado pela imprensa, a bordo do Air Force One. “Mas, sabe, há muitos anos ele tentou me enganar. E eu fui o único que disse ‘de jeito nenhum’. Ele é um impostor. E eu não o acho engraçado”, afirmou. “Ele veio disfarçado como um âncora da BBC. Para mim, ficou claro que era um cara bizarro”, completou Trump. O incidente teria ocorrido há 15 anos, segundo o presidente americano. Mas, na verdade, data de 2003, quando Cohen – no papel do aspirante a gangster Ali G, outro de seus personagens de ficção – propôs um negócio a Trump: luvas especiais para tomar sorvete. Veja abaixo a entrevista com Trump, feita para o programa “The Ali G Show”, exibido pelo Channel 4 britânico entre 2000 e 2004.

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    Giovanna Antonelli se livra de penhora judicial em suas contas

    24 de outubro de 2020 /

    Giovanna Antonelli se livrou de sofrer uma penhora judicial em suas contas. Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a Justiça determinou a penhora de R$ 8.243,32 das contas da atriz para pagar uma dívida decorrente de uma ação de 2015, que ela perdeu em instâncias superiores. Mas durante a tarde de quinta-feira (22/10), uma segunda decisão da 3ª Vara Cível de Itaboraí revogou a penhora, porque a intimação para que a atriz fizesse o pagamento da dívida foi feita em nome de um advogado que não a representa mais. O juiz entendeu que isso pode ter prejudicado sua intimação. O valor, segundo o Tribunal de Justiça do Rio, diz respeito a honorários advocatícios a que ela foi condenada a pagar à empresa SPE 23 Global Prêmio, de quem havia comprado um apartamento. A atriz acabou desistindo do negócio e foi à Justiça cobrar a devolução de 90% dos valores pagos, mas perdeu. “Defiro o pedido de indisponibilidade de ativos financeiros existentes em nome do devedor (…) Proceda-se desde logo à transferência do numerário para a conta judicial que será responsável pela atualização e encerramento da mora”, afirmou o juiz Rubens Soares Sá Viana Júnior na primeira decisão. Agora, porém, Giovanna será notificada oficialmente e terá um novo prazo para o pagamento. Procurada, a assessoria da atriz afirmou que “a penhora somente ocorreu face ao erro do cartório da 3ª Vara Cível de Itaboraí que endereçou a publicação em nome de advogado errado, gerando todos esses chatos equívocos”. A assessoria afirma ainda que já esclareceu o problema com o juiz responsável. ​ Giovanna Antonelli está no ar atualmente na reprise de “Laços de Família” (Globo, 2000-2001), onde deu vida à garota de programa Capitu, que ela considera “um divisor de águas” em sua carreira.

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