Astro de The Good Doctor é hospitalizado com covid-19
O ator Richard Schiff, intérprete do Dr. Aaron Glassman em “The Good Doctor”, foi internado num hospital devido à contaminação com covid-19. Schiff tinha anunciado na semana passada que ele e a esposa, Sheila Kelley, testaram positivo para o coronavírus. Kelley também co-estrela a série médica da rede americana ABC. Em uma nova atualização nas redes sociais, o ator escreveu que está sendo tratado com Remdesivir, oxigênio e esteróides e “apresentando alguma melhora a cada dia”. Já Kelley “está em casa e melhor, mas ainda bastante doente”, ele descreveu. As mensagens não deixam claro quando Schiff foi hospitalizado, mas Kelley escreveu no Instagram que “as últimas 72 horas foram difíceis” com Schiff no hospital com oxigênio e Remdesivir. “Ele está melhor. Ficando mais forte ”, ela acrescentou. Kelley ainda revelou que seu filho também está lutando contra a covid-19. “Nunca experimentei nada assim antes”, escreveu Kelley. “Em um minuto estou me sentindo muito bem e no próximo estou lutando para respirar.” O casal também agradeceu aos fãs por suas energias positivas. Apesar da contaminação dos dois atores, “The Good Doctor” continua em produção em Vancouver, no Canadá, com as gravações acontecendo com os demais integrantes do elenco. Covid update. Thank you all for so much love and support. You’re making it so much easier for @thesheilakelley and me. I am in the hospital on Remdesivir, O2 and steroids showing some improvement every day. Sheila is home and doing better but still fairly ill. Love you all. https://t.co/sWjOetsgUP — Richard Schiff (@Richard_Schiff) November 16, 2020 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sheila Kelley (@sheilakelleys)
Ryan Reynolds vira dono de time da 5ª divisão da liga inglesa
Os atores Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Rob McElhenney (criador de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) assumiram o controle do time de futebol galês Wrexham AFC, que disputa a quinta divisão da liga inglesa. As estrelas de Hollywood fizeram uma apresentação de sua proposta há uma semana, por meio da empresa que fundaram para o negócio, RR McReynolds Company, e agora receberam aprovação dos sócio-torcedores do time para sua aquisição. O negócio foi anunciado por meio de um vídeo tuitado pelo clube de futebol e estrelado por Reynolds e McElhenney. No vídeo, a dupla se diverte promovendo o patrocinador do Wrexham, Ifor Williams Trailers, e agradece aos torcedores. “Obrigado por sua fé e confiança em nós”, disse McElhenney. “Nos sentimos lisonjeados e já estamos começando a trabalhar”, acrescentou Reynolds. Eles assumirão o controle do clube, que era financiado por torcedores desde 2011, pagando uma “soma nominal”, mas com o compromisso de um investimento imediato de US$ 2,5 milhões para torná-lo competitivo. O diretor do Wrexham, Spencer Harris, disse ao site Sportico: “Eles estão realmente interessados em pegar algo com potencial real, que este clube tem, investir nisso, moldar e ver crescer. Essa jornada é sua motivação final e parte do que desejam fazer é documentar essa jornada à medida em que progridem.” O Wrexham é o terceiro clube de futebol mais antigo do mundo e possui um estádio, o Racecourse Ground, que foi inaugurado em 1807. A equipe atualmente está em 16º lugar na 5ª divisão após 6 jogos. Mas em sua apresentação do negócio, Reynolds e McElhenney prometeram se esforçar para “que o Wrexham seja uma força global”. A message from our owners-elect… Welcome to Wrexham AFC, @RMcElhenney and @VancityReynolds 🥳 🔴⚪️ #WxmAFC pic.twitter.com/ho1vV8cvry — Wrexham AFC (@Wrexham_AFC) November 16, 2020
People’s Choice premia Jennifer Lopez e atrações populares dos EUA
O People’s Choice Awards 2020, levado ao ar pelo canal pago E!, premiou os destaques de Música, Filmes, TV e Cultura Pop mais populares dos EUA na noite de domingo (15/11). Com apresentação da cantora Demi Lovato e em formato híbrido, com participações virtuais, o evento teve mais de um bilhão de votos do público americano e resultados curiosos, como a vitória de “Mulan”, disponível apenas em PVOD no Disney+ (Disney Plus), como Filme de Ação do Ano e, em movimento oposto, a veterana atração da TV aberta “Grey’s Anatomy” como Melhor Série. A premiação também homenageou Jennifer Lopez com o troféu Ícone do Povo, premiou Tyler Perry com o Campeão do Povo e Tracee Ellis Ross, estrela da série “Black-ish”, como Ícone da Moda. Outros grandes vencedores da noite incluíram o filme “Bad Boys For Life” e a série “Riverdale”, incluindo seus astros Will Smith e Cole Sprouse. Veja abaixo um vídeo com os melhores momentos, incluindo a emoção de J-Lo ao ouvir depoimentos elogiosos de Nicole Kidman e Renée Zellweger, além da lista completa dos premiados. ÍCONE DO POVO Jennifer Lopez CAMPEÃO DO POVO Tyler Perry ÍCONE DE MODA Tracee Ellis Ross FILME DE 2020 Bad Boys para Sempre FILME DE COMÉDIA DE 2020 A Cabine do Beijo 2 FILME DE AÇÃO DE 2020 Mulan FILME DE DRAMA DE 2020 Hamilton FILME INFANTIL DE 2020 Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica ASTRO DO CINEMA DE 2020 Will Smith ESTRELA DO CINEMA DE 2020 Tiffany Haddish ESTRELA DO CINEMA DE DRAMA DE 2020 Lin-Manuel Miranda ESTRELA DO CINEMA DE COMÉDIA DE 2020 Joey King ESTRELA DO CINEMA DE AÇÃO DE 2020 Chris Hemsworth SÉRIE DE 2020 Grey’s Anatomy SÉRIE DE DRAMA DE 2020 Riverdale SÉRIE DE COMÉDIA DE 2020 Eu Nunca REALITY SHOW DE 2020 Keeping Up with the Kardashians O SHOW DE COMPETIÇÃO DE 2020 The Voice ASTRO DE TV DE 2020 Cole Sprouse ESTRELA DE TV DE 2020 Ellen Pompeo ESTRELA DE SÉRIE DE DRAMA DE 2020 Mandy Moore ESTRELA DE SÉRIE DE COMÉDIA DE 2020 Sofia Vergara TALK SHOW DIURNO DE 2020 The Ellen DeGeneres Show TALK SHOW NOTURNO DE 2020 The Tonight Show, com Jimmy Fallon CONCORRENTE DE COMPETIÇÃO DE 2020 Gigi Goode ESTRELA DE REALITY SHOW DE 2020 Khloe Kardashian SÉRIE MARATONÁVEL DE 2020 Outer Banks SÉRIE DE SCI-FI / FANTASIA DE 2020 Wynonna Earp ASTRO MUSICAL DE 2020 Justin Bieber ESTRELA MUSICAL DE 2020 Ariana Grande GRUPO MUSICAL DE 2020 BTS CANÇÃO DE 2020 Dynamite (BTS) ÁLBUM DE 2020 Map of the Soul: 7 (BTS) ARTISTA COUNTRY DE 2020 Blake Shelton ARTISTA LATINA DE 2020 Becky G ARTISTA NOVO DE 2020 Doja Cat CLIPE DE 2020 Dynamite (BTS) PARCERIA MUSICAL DE 2020 WAP (Cardi B com Megan Thee Stallion) TRILHA SONORA DE 2020 Only the Young (Taylor Swift – Miss América) ESTRELA SOCIAL DE 2020 Emma Chamberlain INFLUENCIADOR DE BELEZA DE 2020 James Charles CELEBRIDADE SOCIAL DE 2020 Ariana Grande ESTRELA ANIMAL DE 2020 Doug, o Pug SHOW DE COMÉDIA DE 2020 Leslie Jones: Time Machine ESTRELA DE ESTILO DE 2020 Zendaya MUDANÇA DE JOGO DE 2020 LeBron James PODCAST DE 2020 Anything Goes with Emma Chamberlain
Soumitra Chatterjee (1935 – 2020)
O ator Soumitra Chatterjee, lenda do cinema indiano que estrelou mais de 300 filmes em seis décadas, morreu neste domingo (15/11) em Calcutá aos 85 anos, de complicações de saúde relacionadas a covid-19. Chatterjee morreu na Clínica Belle Vue, onde estava desde 6 de outubro após testar positivo para coronavírus. Complicações relacionadas à infecção pelo vírus contribuíram para sua morte. Grande parceiro do diretor vencedor do Oscar Satyajit Ray, ele desempenhou papéis importantes em 14 filmes do cineasta entre 1959 e 1990, incluindo a aclamada “Trilogia Apu”. Sua estreia no cinema foi no final da saga, intitulada “O Mundo de Apu”, em 1959. A parceria inclui algumas obras-primas, como “A Esposa Solitária”, que rendeu a Satyajit Ray o Urso de Prata de Melhor Diretor no Festival de Berlim de 1964, e “Trovão Distante”, vencedor do Leão de Ouro de Melhor Filme do Festival de Berlim de 1973. Já o maior sucesso comercial de sua carreira foi “Teen Bhubaner Parey”, de 1969, que também sinalizou o nascimento de um novo tipo de herói do cinema da região de Bengala Ocidental. Como um jovem desempregado e desiludido com o sistema, Chatterjee refletiu como poucos seu tempo, uma era problemática que marcou a vida de milhões de jovens bengalis. Embora o filme tenha sido em essência um drama romântico, o ator incorporou o tom e o jeito dos jovens rebeldes da época. Seu personagem, Montu, acabou se tornando inspiração para uma geração de heróis bengalis e até mesmo de Bollywood. Ao se graduar para papéis mais maduros na década de 1980, voltou a brilhar no clássico cult “Kony” (1984), em que interpretou um severo treinador de natação para uma jovem das favelas de Calcutá, e em “Atanka” (1986), como um professor aposentado que testemunha um assassinato político e decide denunciá-lo, sendo sujeitado a horrores apenas por fazer a coisa certa. Além de seus papéis em Tollywood, a indústria do cinema bengali, Chatterjee também foi um poeta talentoso, dramaturgo e ator de teatro. Sua projeção ultrapassou fronteiras. Chatterjee foi a primeira personalidade do cinema indiano a ser homenageado com a Ordem das Artes e Letras, o maior prêmio francês para artistas, que ele recebeu em 1999. A França voltou a homenageá-lo mais recentemente, em 2017, com o maior prêmio civil do país, tornando-o Cavaleiro da Legião de Honra. Vários membros da comunidade cinematográfica e políticos emitiram declarações sobre seu falecimento. “A morte de Shri Soumitra Chatterjee é uma perda colossal para o mundo do cinema, para a vida cultural de Bengala Ocidental e da Índia”, disse o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, em suas redes sociais.
Petra Belas Artes vai fechar por falta de bilheteria em São Paulo
Primeiro cinema a reabrir em São Paulo durante a pandemia, o Petra Belas Artes também será o primeiro a fechar, refletindo o receio do público com as salas de exibição. A falta de bilheteria tem tornado insustentável a sua manutenção e o cinema programou seu fechamento para 7 de dezembro. “A prefeitura decidiu deixar os cinemas fechados por mais tempo. A população tem a impressão de que eles são mais perigosos, disse à Folha de S. Paulo o diretor das salas, André Sturm, que é ex-secretário da Cultura de São Paulo. “Mas ontem eu passei na frente de um bar, e tinha um monte de gente se abraçando”, afirma. Ele defende que as salas respeitam os limites de lotação, não têm circulação de pessoas e possuem um sistema de ar condicionado seguro. Mas não fala nada da grande razão da insegurança do público: os cinemas insistem em vender comes e bebes, que são consumidos sem máscaras em suas imediações, muitas vezes no escuro, onde casais também trocam beijos sem máscaras. O diretor do Belas Artes revela que o espaço teve um déficit de R$ 2 milhões durante a pandemia e que, mesmo fechado, terá um gasto de R$ 150 mil em manutenção durante dezembro. Vale lembrar que durante o período em que esteve fechado, no auge da transmissão de coronavírus, o Belas Artes operou um drive-in bem-sucedido no estacionamento do Memorial da América Latina, com ingressos esgotados. O fim desse projeto coincidiu justamente com a reabertura dos cinemas. Sturm adiantou que vai suspender o contrato de 49 pessoas até o fim do ano e elas passarão a receber do governo federal, conforme prevê a lei de combate à covid-19. E espera poder reabrir o cinema em janeiro.
Olivia Wilde e Jason Sudeikis se separam
O casal Olivia Wilde e Jason Sudeikis se separou depois de um relacionamento de quase 10 anos. De acordo com a revista People , a atriz-diretora e o comediante se separaram amigavelmente e sem causar alarde no início deste ano. “Tem sido amigável e eles fizeram a transição para uma ótima rotina de pais separados. Os filhos são a prioridade e o coração do relacionamento da família”, disse uma fonte da publicação. Eles dividem dois filhos, Otis Alexander, de 6 anos, e Daisy Josephine, de 4. Como a separação foi feita em sigilo, não está claro o que causou o fim da relação, mas suas carreiras sofreram grandes reviravoltas desde que ela virou diretora e ele passou a estrelar uma série, com o trabalho levando-os para cidades e até países diferentes. Atualmente, Olivia está filmando seu segundo longa como diretora, “Don’t Worry Darling”, estrelado por Florence Pugh e Harry Styles, enquanto Jason viaja à Inglaterra para iniciar a produção da 2ª temporada de “Ted Lasso”, série da Apple TV+. O namoro de Jason e Olivia começou em 2011, quando eles se conheceram numa festa depois da gravação do programa “Saturday Night Live”. Como Jason descreveu em 2016, “nós nos demos bem naquela noite.” Dois anos depois, ficaram noivos. Mas não tiveram pressa em se casar. Em vez disso, deram as boas-vindas ao filho Otis primeiro. Com a maternidade, Olivia disse que não via mais sentido em oficializar o compromisso. Ela explicou: “Antes de você ter um filho, o casamento é o compromisso e a promessa definitiva um para o outro, e então, quando você tem um filho, é como, ‘Oh, já estamos comprometidos até o pescoço’.”
Marcos Manzano (1959 – 2020)
O ator e empresário Marcos Manzano, criador do Clube das Mulheres no Brasil, morreu nesta sexta (13/11), aos 61 anos. O falecimento foi anunciado nas redes sociais do Clube das Mulheres, sem informar a causa, mas seu sócio no clube indicou que ele foi submetido a uma cirurgia cardíaca e não resistiu. Ele começou a ficar conhecido ao aparecer na novela “Vale Tudo” em 1988, ao contracenar com Gloria Pires e Carlos Alberto Ricceli nos capítulos finais da trama, como um príncipe italiano. Mas foi em “De Corpo e Alma”, de Gloria Perez, que sua popularidade disparou. Na novela de 1992, o protagonista, vivido por Victor Fasano, fazia strip-tease no Clube das Mulheres e tinha a companhia do então modelo em várias cenas. As gravações promoveram a casa de strip-tease masculino fundada em 1990 em São Paulo, com Manzano consagrando-se na novela na mesma função que exercia na vida real, como apresentador e dançarino do clube. Além dos papéis nas duas novelas da Globo, ele também participou do trash “A Rota do Brilho” (1990), filme policial de baixo orçamento, em que viveu um detetive parceiro de Alexandre Frota na investigação de assassinatos de garotas de programa. A produção, que também incluía a cantora Gretchen, foi o último filme do diretor Deni Cavalcanti, que não conseguiu fazer a transição da pornochanchada para a fase de retomada do cinema nacional de qualidade. Manzano também marcou presença constante em programas da TV aberta da época, o que se estendeu até os anos 2000. Durante este período, ele chegou a lançar músicas e ser considerado um dos homens mais bonitos do Brasil por algumas mídias. Embora o auge de sua popularidade tenha passado, Manzano continuou fazendo aparições esporádicas na televisão. A última aconteceu em fevereiro passado, no humorístico “A Praça É Nossa”, do SBT. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Clube das Mulheres Oficial (@clubedasmulheres_oficial)
Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil
A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.
Luana Piovani vence processo contra Pânico na Band em segunda instância
Luana Piovani venceu em segunda instância o processo que moveu contra a rede Bandeirantes, o programa e humoristas do “Pânico na Band”. O Tribunal de Justiça de São Paulo concluiu que houve uso indevido da imagem da atriz e os réus foram condenadas a pagar, solidariamente, indenização de R$ 100 mil. A defesa dos condenados, que incluem os humoristas Rodrigo Scarpa (Vesgo) e Marcelo Picón (Bolinha), o apresentador Emilio Surita e o ex-diretor Alan Rapp, informou que recorrerá, novamente, da decisão. A atriz processou o programa após ser importunada na praia do Leblon, no Rio de Janeiro, quando estava descansando com o marido Pedro Scooby. O humorista Rodrigo Vesgo recebeu a missão entregar um buquê de flores ao casal na areia. Mas a atriz não gostou e pediu para Vesgo sair. Em vez disso, o programa focou Luana por vários minutos, exibido o resultado de forma não lisonjeira em 3 de agosto de 2014. “Foram 14 minutos de programa depreciando a imagem da Luana. [A imagem dela] não foi para uso jornalístico. Ela estava trabalhando na Globo. Não tinha contrato com o ‘Pânico’. Essa nova condenação contra o Pânico é mais uma em meio a dezenas de outras em que o Judiciário pune o uso comercial da imagem e nome das pessoas famosas sem autorização”, declarou ao UOL o advogado da atriz, Ricardo Brajterman. Apesar da vitória em segunda instância, a Justiça acabou quebrando o galho dos integrantes do programa, ao baixar dramaticamente os valores da condenação original. Em primeira instância, os réus haviam sido condenados a pagar R$ 300 mil. Mas o advogado dos integrantes do Pânico, Sylvio Guerra, não quer pagar nada e informou que recorrerá ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). A indenização não se deve à ofensa moral, que foi indeferida, mas à exploração indevida da imagem de Piovani pelo “Pânico na Band”. “A decisão foi reformada [de R$ 300 mil para R$ 100 mil] porque a Justiça concluiu que não houve dano moral. Caíram por terra várias coisas que ela queria. Ficou provado que não houve ofensa. A indenização foi somente por não ter pedido autorização a ela, o que ela logicamente não aceitaria. A sentença inicial ficou fragilizada e acreditamos que será reformada novamente”, declarou Guerra ao UOL.
Nelly Kaplan (1931 – 2020)
A cineasta e escritora franco-argentina Nelly Kaplan, que levou surrealismo e sexualidade à nouvelle vague, faleceu nesta quinta (12/11) aos 89 anos, vítima da covid-19, em um hospital de Genebra. Kaplan tinha viajado à Suíça para acompanhar seu companheiro, o ator e produtor Claude Makowski, que faleceu em agosto em consequência do mal de Parkinson. Desde então, permanecia em uma casa de repouso no país, onde contraiu o coronavírus. Nascida em Buenos Aires em 1931, numa família de judeus russos, ela se mudou para a França aos 22 anos, onde começou a colaborar com o famoso e veterano diretor Abel Gance (“Napoleon”). Ela foi assistente de Gance em vários projetos, incluindo “Austerlitz” (1960), e também o transformou em tema de um de seus primeiros filmes, um curta documental de 1963, além de um programa de TV em 1984. Ela fez uma série de curtas documentais sobre artistas renomados nos anos 1960, chegando a ganhar um prêmio no Festival de Veneza por “Le Regard Picasso” (1967), sobre Pablo Picasso. Paralelamente, começou a escrever ficções eróticas “anarco-feministas”, inicialmente sob pseudônimo, e que causaram tanto alvoroço que acabaram censuradas. Também desenvolveu trabalhos de jornalismo, crítica e teoria do cinema, enquanto a nouvelle vague começava a sacudir o cinema francês. Mas embora seus filmes se encaixassem confortavelmente nos parâmetros do movimento – são engraçados, sexy e politizados – , ela sempre adicionou um toque de surrealismo que os diferenciava. Kaplan ficou famosa com “A Noiva do Pirata”, exibido no Festival de Veneza de 1969. Cult idolatrado pelos cinéfilos de todo mundo, seu primeiro longa estabeleceu sua ambição como diretora e continua, ainda hoje, a ser o filme pelo qual é mais lembrada. A “história de uma bruxa dos tempos modernos”, nas palavras da realizadora, trazia Bernadette Lafont no papel de uma órfã que se vinga da aldeia mesquinha onde sua mãe foi explorada. O filme foi quase banido dos cinemas porque a personagem principal – uma prostituta empoderada – não era punida por suas escolhas. A própria Kaplan lutou contra os censores e acabou aceitando uma classificação para maiores de 18 anos que permitiu que a produção fosse lançada. Sua filmografia cresceu com “Papa les P’tits Bateaux” (1971), “Néa” (1976), “Charles e Lucie” (1979), “Plaisir d’amour” (1991), e o telefilme “Pattes de Velours” (1987). À exceção da comédia de 1979, eram celebrações da sensualidade feminina. Ela também escreveu roteiros para vários projetos do cineasta Jean Chapot (1930–1998), encerrando a carreira com uma minissérie póstuma do diretor, em 1999. Amante de escritores, como o surrealista André Breton, a cineasta teve em Claude Makowski um companheiro para toda a vida. Cinéfilo militante, ele ajudou a escrever, produziu e atuou na maioria de seus filmes, desde o célebre “A Noiva do Pirata”. Nelly Kaplan morreu três meses depois de seu funeral.
WarnerMedia promove centenas de demissões
A WarnerMedia promoveu uma grande leva de demissões nesta semana. A largada começou com um e-mail do CEO Jason Kilar aos funcionários na manhã de terça (11/11), reconhecendo que o processo era “doloroso”, mas também uma etapa “crítica” na evolução da empresa, que virou uma divisão de entretenimento da AT&T após ser comprada pela companhia de telecomunicações. A Warner sofreu várias reduções de pessoal desde a aquisição de 2018, mas a tendência ganhou maior ênfase neste semestre atual, conforme a AT&T busca reorganizar seus negócios. Historicamente, as três unidades principais da companhia – HBO, Warner Bros e Turner – operavam principalmente como grupos autônomos. Agora, a palavra de ordem é sinergia, com equipes sendo mescladas pela primeira vez em décadas e muitas posições eliminadas no processo. O objetivo é reduzir uma dívida nada desprezível de US$ 151 bilhões, que disparou com a falta de receitas de cinema durante a pandemia de coronavírus e o investimento pesado no lançamento da plataforma HBO Max. Com cinemas fechados e empresas anunciando menos na TV, as demissões levaram em conta a nova realidade da companhia, que passa realmente por priorizar o streaming. A AT&T imagina reduzir entre 20% e 30% dos custos operacionais da WarnerMedia com a nova rodada de demissões, que inclui figurões e promove uma devassa no marketing da empresa. Entre os demitidos, estão Scott Rowe, vice-presidente de marketing da Warner Bros Television, que passou 27 anos na companhia, JP Richards, co-presidente de marketing do estúdio cinematográfico Warner Bros, e Jim Gallagher, vice-presidente de marketing do departamento de animações e filmes infantis. O departamento de recursos humanos da WarnerMedia não revelou números, mas a imprensa americana acredita que centenas de funcionários foram dispensados. Fontes do site Deadline revelaram que o CEO da companhia se dirigiu aos remanescentes numa videoconferência, na tarde de quarta (11/11), visando levantar a moral com um discurso de que, após os cortes, a WarnerMedia se posicionou para vencer no mercado. “Se tivermos convicção e coragem, seremos maiores do que a empresa jamais foi”, disse ele. Jason Kilar voltou a enfatizar a importância da HBO Max para o futuro da empresa, reiterando que “dizer que essa área é importante para nós é um eufemismo”, e confirmou os planos de expansão internacional para o streaming – sem fornecer detalhes. Embora o ritmo de demissões tenha estacionado nos EUA, após esta semana agitada, elas mal começaram no exterior, onde a empresa também passará por grande reformulação para lançar sua plataforma.
Casal de The Good Doctor testa positivo para covid-19
O ator Richard Schiff, intérprete do Dr. Aaron Glassman em “The Good Doctor”, anunciou na terça-feira (10/11) que ele e a esposa, Sheila Kelley, testaram positivo para covid-19. Kelley também co-estrela a série médica da rede americana ABC como a barista Debbie Wexler, que recentemente se casou com o Dr. Glassman. Na vida real, os dois são casados há 31 anos. “No dia da eleição, testei positivo para Covid-19”, revelou Schiff no Twitter. “Esta tem sido a semana mais bizarra de nossas vidas. Sheila Kelley também é positiva. Isso é difícil. Estamos determinados a encontrar um caminho para a saúde novamente. Torcemos por todos que estão lutando contra isso.” Em uma postagem subsequente no Instagram, Kelley contou um pouco mais sobre a situação atual do casal. “Estamos em quarentena em nossa casa em Vancouver, nos recuperando”, ela compartilhou. “Este vírus é uma desgraça escorregadia. Num minuto você se sente quase bem e no seguinte não consegue recuperar o fôlego. Os sintomas mudam radicalmente diariamente, mesmo a cada hora. ” De acordo com uma fonte da série, ouvida pelo site TVLine, a programação das gravações de “The Good Doctor” foi ajustada para acomodar a licença temporária de Schiff e não houve impacto perceptível na produção dos episódios. A série médica retornou à TV americana em 2 de novembro, com os primeiros episódios de sua 4ª temporada abordando justamente a “linha de frente” do combate à pandemia de coronavírus. “The Good Doctor” é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay. On Election Day I tested positive for Covid-19. This has been the most bizarre week of our lives. @thesheilakelley is also positive. This is tough. We are determined to find a way to health again. We root for everyone out there who are struggling with this thing. Love from here. — Richard Schiff (@Richard_Schiff) November 10, 2020 Ver essa foto no Instagram Richard and I have some news. We have both tested positive for COVID-19. We‘re quarantined in our home in Vancouver, recovering. This virus is a slippery sucker. One minute you feel almost fine and the next you can’t catch your breath. Symptoms change radically daily even hourly. I am grateful for @s.factor.official embodiment practice as it tunes me deeply into my body. It is helping me cope from minute to minute. For those of you who do not have this virus stay healthy keep practicing physical distancing. If you have Covid we’re in this together. Breath deeply. Breath slowly. Breath fully. We will get through this together. Uma publicação compartilhada por Sheila Kelley (@sheilakelleys) em 10 de Nov, 2020 às 1:49 PST
John Fraser (1931 – 2020)
O ator escocês John Fraser, que se destacou no cinema britânico dos anos 1960, morreu em 7 de novembro após uma longa batalha contra o câncer, aos 89 anos de idade. Fraser tinha decidido que não faria quimioterapia e foi encontrado já inconsciente por sua parceira, a artista Rodney Pienaar, mas a família só tornou sua morte pública nesta quarta (11/11). Com mais de 70 créditos como ator ao longo da carreira, ele começou como figurante no clássico de guerra “Ratos do Deserto” (1954), de Robert Wise, e progrediu nos anos seguintes para pequenos papéis em outros exemplares famoso do gênero, vivendo aviadores em “Labaredas do Inferno” (1955), de Michael Anderson, e “O Vento Não Sabe Ler” (1958), de Ralph Thomas. Sua carreira deu um salto de qualidade em 1960, após encarnar Bosie (Lord Alfred Douglas, filho do Marquês de Queensberry) no filme “Os Crimes de Oscar Wilde”, de Ken Hughes, em que contracenou com Peter Finch (que foi o vencedor do BAFTA daquele ano pelo papel do célebre dramaturgo irlandês). Poucos meses depois, voltou a se destacar como um oficial em outro drama de guerra, “Glória Sem Mácula” (1960), de Ronald Neame, ao lado dos monumentais Alec Guinness e John Mills (que venceu a Copa Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza pelo filme). Sua carreira de coadjuvante ilustre se estendeu a outros filmes marcantes da época, como a aventura “El Cid” (1961), de Anthony Mann, a comédia “A Valsa dos Toureadores” (1962), de John Guillermin, que foi estrelada por Peter Sellers, e o icônico thriller “Repulsa ao Sexo” (1965), de Roman Polanski. Em 1965, teve seu maior destaque cinematográfico em “Névoas do Terror” (1965), considerado um dos melhores filmes do famoso detetive Sherlock Holmes, no papel de Lord Carfax, o aristocrata britânico que seria Jack, o Estripador. Em seguida, voltou a trabalhar com Michael Anderson em novo thriller de guerra, “Operação Crossbow” (1965), juntando-se a Sophia Loren e George Peppard. Também teve proeminência em “Isadora” (1968), como o secretário para quem a dançarina Isadora Duncan, vivida por Vanessa Redgrave, ditava suas memórias (e a trama). Mas a partir daí passou a aparecer mais na TV que no cinema, com participações na atração americana “Columbo” (em 1972) e num arco de três episódios de “Doctor Who” (em 1981). Sua ligação com Sherlock Holmes também foi explorada em outros projetos, como a série “The Rivals of Sherlock Holmes” (em 1971) e a minissérie “Young Sherlock: The Mystery of the Manor House” (1982). O ator ainda participou de “Scarlett”, minissérie de 1994 que continuava a famosa história de “…E o Vento Levou”, antes de abandonar as telas em 1996, após um episódio da antologia “Screen One”.












