Anne Rice (1941–2021)
A escritora Anne Rice, autora do best-seller “Entrevista com o Vampiro”, morreu na noite de sábado (11/12) aos 80 anos, após sofrer um AVC. Sua morte foi confirmada pelo filho Christopher Rice nas redes sociais. “A imensidão da dor de nossa família não pode ser exagerada”, ele escreveu. Autora de quase 40 best-sellers de ficção no universo gótico, Rice vendeu mais de 150 milhões de exemplares no mundo inteiro. E tudo começou com “Entrevista com o Vampiro”, lançado em 1976, que chegou no Brasil com tradução para o português de Clarice Lispector. Seu sucesso inaugurou uma saga literária, conhecida como “As Crônicas Vampirescas”, que inclui “O Vampiro Lestat” e “A Rainha dos Condenados”, e saiu das páginas impressas para inspirar músicas e filmes. “Entrevista com o Vampiro” virou primeiro uma música de Sting, “Moon Over Bourbon Street”, em 1986. E em 1994 chegou ao cinema, com Lestat interpretado por Tom Cruise. A adaptação de “Entrevista com o Vampiro” também contou com Brad Pitt, Antonio Banderas e a então menina Kirsten Dunst, e marcou uma geração com suas cenas icônicas dirigidas por Neil Jordan. De forte contexto homossexual, o filme trazia Cruise e Pitt como parceiros eternos, criando como uma criança vampira (Dunst) como filha. Responsável por revitalizar o gênero dos filmes de vampiros, “Entrevista com o Vampiro” foi precursor de “Crepúsculo” ao mudar a representação das criaturas da noite, que deixavam de ser monstros desalmados para se revelar pessoas atormentadas e capazes de amar. O filme também trocou o visual assustador dos vampiros, estabelecido por “Nosferatu” e os filmes de “Drácula”, pela aparência sedutora de dois dos maiores astros do cinema de sua época. A locação em Nova Orleans, lar da escritora, também teve efeito inspirador ao explorar o misticismo da região. Não por acaso, a série “The Originals” mostrou os primeiros vampiros do mundo, também vindo de páginas literárias (no caso, de L. J. Smith), morando na mesma cidade. A produção de cinema ainda ganhou uma sequência sem o mesmo elenco em 2002, “A Rainha dos Condenados”, que trazia Stuart Townsend como o vampiro roqueiro Lestat e a cantora Aaliyah (1979–2001) no papel-título, o último de sua carreira. Rice também criou outra saga gótica bem-sucedida, a trilogia das “Bruxas de Mayfair” (Lives of the Mayfair Witches), e posteriormente misturou as duas franquias em livros que estabeleceram um universo sobrenatural compartilhado. Tanto as “As Crônicas Vampirescas” quanto as “Bruxas de Mayfair” vão virar séries a partir de 2022 no canal pago americano AMC, o mesmo de “The Walking Dead”. A escritora tinha conseguido recuperar em 2016 os direitos de adaptação de seus livros de vampiros, que estavam com a Warner, e decidiu que não faria mais filmes. Impressionada com a qualidade das séries recentes, buscou parceiros para desenvolver atrações baseadas em suas obras, de modo a criar seu próprio universo televisivo. O produtor-roteirista Rolin Jones, que trabalhou em “Friday Night Lights”, “The Exorcist” e recentemente criou a nova versão de “Perry Mason” para a HBO, vai desenvolver as adaptações para a AMC. Ele chegou a trabalhar com Anne Rice no começo do projeto, e continuará a produzir as adaptações ao lado de Christopher Rice.
Cara Williams (1925–2021)
A atriz Cara Williams, bombshell ruiva indicada ao Oscar por “Os Acorrentados” (1958), morreu aos 96 anos, informou seu sobrinho-neto, Richard Potter, na noite de sábado (11/12). “Minha tia-avó, que pode ter sido a última atriz sobrevivente da Era de Ouro de Hollywood, morreu na quinta-feira (9/12)”, escreveu ele. Nascida no Brooklyn, Nova York, Bernice Kamiat cresceu tendo o cinema como babá, já que sua mãe trabalhava como manicure ao lado do famoso Albee Theatre. A menina ficava vendo filmes enquanto a mãe cuidava dos clientes e seu pai trabalhava no jornal local. Via várias sessões consecutivas e aprendeu a decorar falas, o que foi um grande ensaio para sua carreira. Seu primeiro papel no cinema veio aos 16 anos de idade, uma pequena participação no faroeste “Cidade Sem Justiça”, de 1941, quando decidiu assumir o pseudônimo de Bernice Kay. Ela manteve o nome por dois filmes, trocando-o para Cara Williams ao completar 18 anos e assinar um contrato de exclusividade com a 20th Century Fox. Como Cara Williams, fez inúmeras figurações em clássicos da Fox dos anos 1940, inclusive no cultuado noir “Laura” (1944), até se destacar como femme fatale em “O Justiceiro” (1947), dirigido pelo mestre Elia Kazan. Mas foi só depois de trocar de estúdio na década seguinte que conseguiu papéis mais proeminentes, chegando a fazer par romântico com Red Skelton na comédia “Roubaram Meu Diamante!” (1954), da MGM. Geralmente escalada em papéis sensuais, ela teve sua fama de ruiva irresistível explorada e sintetizada num famoso número musical do filme “Viva Las Vegas” (1956), que pode ser conferido abaixo. Mesmo quando viveu seu papel mais importante, no drama de Stanley Kramer de 1958, a química teve desempenho importante na trama. Em “Os Acorrentados” (The Defiant Ones), deu vida a uma mãe solteira que tinha a casa invadida por dois presidiários foragidos, interpretados por Sidney Poitier e Tony Curtis. E não demorou a flertar com Curtis, fazendo planos a dois, enquanto enviava Poitier para a morte. Pelo desempenho, recebeu sua única indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Curiosamente, sua consagração no cinema a fez seguir para a televisão, onde voltou a se destacar com uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz por “Pete and Gladys”. Nesta sitcom, ela vivia a Gladys do título, personagem introduzida (mas nunca vista) na série “December Bride” (1954-1959), onde era sempre mencionada como a esposa problemática de Pete (Harry Morgan), o vizinho dos protagonistas. “Pete and Gladys” durou duas temporadas, de 1960 a 1962, e consagrou o talento humorístico de Williams. Após o fim da série, ela fez participações em “The Red Skelton Show”, retomando a parceria de “Roubaram Meu Diamante!”, e chegou a ganhar seu programa próprio de comédia, “The Cara Williams Show”, que teve 30 episódios entre 1964 e 1965. Mas depois disso teve poucos papéis, incluindo um arco na série “Rhoda” em 1974 e pequenas participações nos filmes “Mulheres de Médicos” (1971) e “O Grande Búfalo Branco” (1977). Ela se despediu do cinema com “The One Man Jury” (1978), em que contracenou com seu filho, John Blyth Barrymore, irmão mais velho da atriz Drew Barrymore, fruto de seu casamento conturbado nos anos 1950 com o ator John Drew Barrymore (1932–2004).
Peter Dinklage comenta polêmica de Leandro Hassum em “Amor sem Medida”
O ator Peter Dinklage, conhecido por ter vivido Tyrion em “Game of Thrones”, comentou a recente controvérsia em torno de “Amor sem Medida”, filme da Netflix em que Leandro Hassum interpreta um homem com nanismo. Apesar da produção ter recebido lançamento internacional, Dinklage soube do filme durante uma entrevista com o jornal brasileiro Folha de S. Paulo, durante a maratona de divulgação de seu novo filme, o musical “Cyrano”. Ele lamentou que um ator normal seja escalado para interpretar um anão, mas considerou o problema estrutural: “Eu vejo filmes do passado e, infelizmente, se algo faz dinheiro, vai ser repetido — estamos falando de uma indústria, afinal”. Dinklage ponderou que o cinema precisa reavaliar a representação dos pares românticos nas telas. “As pessoas bonitas não monopolizaram o amor em si. O amor é universal. Eu sei que gostamos de ir ao cinema para ver gente bonita, mas há muitas outras histórias por aí e elas precisam ser contadas”, avaliou. Entretanto, ele considera a questão ainda mais complicada do ponto de vista de um ator, cujo trabalho é viver pessoas diferentes de si mesmo. “É uma questão muito complicada, porque nós atores precisamos ter muito cuidado para não ofender as pessoas, e ao mesmo tempo nosso trabalho é basicamente interpretar pessoas que não têm nada a ver com a gente. Então isso gera um impasse complicado”. “Amor sem Medidas” foi criticado por sua opção de alterar a altura de Hassum com efeitos especiais, em vez de contratar um ator com nanismo para o papel, além de incluir no roteiro piadas preconceituosas. A situação foi denunciada pela atriz Juliana Caldas, que tem nanismo e ficou conhecida pelo papel de Estela Montserrat na novela “O Outro Lado do Paraíso” (2017). “Eu não me senti em momento nenhum do filme representada”, ela desabafou no Instagram. “Primeiro, porque a pessoa que faz o personagem que tem nanismo… O ator não tem nanismo, que é o próprio Leandro Hassum. Eles fizeram computação gráfica, diminuíram (o Hassum) em computação gráfica, essas coisas, para mostrar que ele tem baixa estatura. E, depois disso, a maior parte do filme tem piadas totalmente capacitistas, totalmente preconceituosas e que, cara… Não dá para aceitar hoje em dia!”, apontou. “Ele [Hassum] tenta fazer rir, mas eu não ri em nenhum momento. É cansativo ter que explicar o óbvio, o simples, explicar que, a partir do momento em que uma piada ou frase fere o outro, não é legal”, finalizou Juliana, cobrando mais empatia dos produtores e do público.
André Gonçalves vira alvo de novo pedido de prisão
O ator André Gonçalves se tornou alvo de um novo pedido de prisão, uma semana depois da Justiça de Santa Catarina determinar sua prisão domiciliar por não pagar a pensão alimentícia da filha Valentina, de 18 anos, fruto do relacionamento com a jornalista e atriz Cynthia Benini. Agora, é sua filha mais velha quem move a ação, cobrando uma pensão mensal de R$ 6 mil. Manuela, de 23 anos, não aceitou o pagamento atrasado do acordo de R$ 20 mil oferecido por Gonçalves no último mês de outubro e agora também pede a reclusão do pai por uma dívida de R$ 109 mil, assumindo o processo que a mãe dela, a atriz Tereza Seiblitz, movia contra o ex na Justiça do Rio por alimentos atrasados. O processo tramita na 4ª Vara de Família da capital e espera a decisão do juiz. Em entrevista ao jornal O Globo, o ator, que está desempregado, criticou a rigidez da lei que prevê prisão para quem não tem condições de pagar pensão alimentícia no Brasil e falou da mágoa que sente por não ter mais um bom relacionamento com as filhas – ele está bloqueado dos contatos com elas nas redes sociais. “É cruel essa lei (pensão alimentícia) determinar a prisão em cárcere privado porque ela não resolve. Eu não tenho R$ 350 mil e nem R$ 110 mil. Eu vou preso. Então eu acho desproporcional porque como sou um trabalhador autônomo não posso pagar R$ 6 mil para um e R$ 4,5 mil para outro. Me sinto no paredão de fuzilamento. Não sou uma pessoa má. Nunca fui com eles. Um filho fazer isso com um pai. O meu advogado sabe o tamanho do meu desespero, do meu sofrimento, porque principalmente se trata de pessoas que eu tenho afeto, que eu tenho amor, que eu convivo há 20 anos, mas nos últimos cinco anos eu me sinto um foragido, achando que a qualquer momento eu serei preso, sem o direito de defesa. A gente entrou na Justiça, tentou a revisão, tentou acordo com as mães, e não foi aceito”, ele desabafou. A decisão de prisão domiciliar e uso de tornozeleira eletrônica já proferida pela Justiça de Santa Catarina se deu, segundo o ator, por uma dívida de R$ 13,5 mil cobrada em novo processo aberto por Valentina, referente a três meses de atraso na pensão de R$ 4,5 mil a que teria direito. Além desta, há uma outra ação movida por Cynthia em São Paulo que cobra mais R$ 350 mil por falta de pagamentos anteriores à filha do ex-casal, mas que ainda está em negociação. O filho Pedro, de 20 anos, do casamento com atriz Myrian Rios, é o único que tem uma boa relação com o pai. Ele recebe R$ 1 mil mensais de pensão. Apavorado pela iminente visita do oficial de Justiça que irá notificá-lo da prisão e levar a tornozeleira eletrônica que será obrigado a usar por no mínimo 60 dias na residência que compartilha com a atual esposa, a atriz Danielle Winits, André chorou 12 vezes em 2 horas de entrevista com o jornal, lamentando também a deterioração da relação com as filhas. “Elas viraram as costas para mim por dinheiro. Não quero dizer nenhum nome ruim dos meus filhos, mas eu acho que é inominável a situação que eu estou passando sem precisar passar”, disse. “Eu me sinto péssimo em pensar que eu possa parar atrás das grades, cerceado de liberdade, por causa de filho. O que me dói é que vem lá no processo ‘pedido de prisão’ e quem assina é o filho. Eles já são maiores de idade. E eu não falo isso por vitimização, mas é porque essa é a realidade que eu vivo há muito tempo. Vai ser preso, não vai ser preso”, continuou. “Eles estão me botando como vilão, os meus filhos, eu não me sinto assim, eu me sinto injustiçado, cruelmente injustiçado, me sinto como um cidadão desassistido, não sou herdeiro, não tenho salário e nem contrato fixo com ninguém, então eles me transformaram no vilão da vida deles. O Malvado Favorito deles por dinheiro. Eles levam uma vida de rico e querem que eu sustente essa vida de rico, mas isso é impossível”, acrescentou. André afirmou que as filhas acabaram com sua carreira, porque ele não pode sair de casa para trabalhar. Além disso, a iniciativa de pedirem sua prisão foi “devastadora demais” para prosseguir, mergulhando-o numa profunda depressão. “Então eu decidi parar, vou parar e encerrar a carreira. Eu não sei o que vai acontecer, sabe? Eu não vou suportar ser preso. Encerrando eu dou um novo passo na minha vida. Eu posso construir uma nova história. Não aguento mais tanta pressão por dinheiro. Eu venho com isso há cinco anos. Achando que todo dia vai ter um oficial de Justiça na minha porta, me acordando às 5h da manhã, de sobressalto. Há cinco anos eu vivo isso”, disse aos prantos. “Para você ter uma ideia a única fonte de renda nos últimos cinco, seis anos foi basicamente a série que eu fiz, ‘Impuros’. Fiz a 1ª temporada, o papel cresceu, fiz a 2ª e a 3ª. Depois fiz uma participação no filme do Edir Macedo, fiz uma novela na Record (Jesus) durante um ano. E vamos lançar um documentário e vão pensar que sou rico, mas eu recebi R$ 300 para filmar uma semana”, explicou. “Nas últimas duas semanas essa notícia da prisão virou um assunto internacional… até em Portugal já estavam divulgando. E amigos que tenho lá me fizeram convite para protagonizar dois longas, para protagonizar a Paixão de Cristo em Natal, no ano que vem, mas eu não sei o que dizer, não sei se eu posso, não sei se vou estar solto em março (quando acaba a pena de prisão original)… Esse processo está fazendo eu encerrar a minha carreira.”
Star+ disponibiliza íntegra da entrevista de Alec Baldwin sobre tragédia de “Rush”
A plataforma Star+ disponibilizou nesta sexta (10/12) a íntegra da polêmica entrevista de Alec Baldwin à rede ABC News, única conversa exclusiva com o ator após amorte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida por uma bala disparada pelo ele no set do filme “Rust”. Num depoimento emocionado ao jornalista George Stephanopoulos, Baldwin deu detalhes do acidente, afirmando que não apertou o gatilho da arma que causou a morte da cinematógrafa. “Eu mexi no cão da arma, porque era isso que eles precisavam que eu fizesse na cena. Eu puxei e falei [para Hutchins]: ‘Está bom assim? Consegue ver?’. Quando soltei o cão, a arma disparou”, contou. Reiterando que “jamais puxaria o gatilho de qualquer arma quando ela estivesse apontada para alguém”, Baldwin disse que ficou chocado ao ver a diretora de fotografia cair no chão. Mesmo sem se considerar culpado, ele assumiu que sua carreira pode ter acabado após a tragédia. Intitulado “Alec Baldwin: Unscript”, o programa de 47 minutos foi ao ar na semana passada nos EUA, e deu muito o que falar. Com a repercussão, o ator chegou a deletar sua conta oficial no Twitter. Veja um trecho da entrevista abaixo.
Ator de “Empire” é considerado culpado por forjar agressão e mentir à polícia
O ator Jussie Smollett foi considerado culpado de forjar um ataque contra si mesmo e mentir para a polícia sobre ser vítima de ódio racial e homofóbico em 2019. O veredito foi revelado nesta quinta-feira (9/12), num julgamento que durou mais de nove horas. O júri, formado por seis homens e seis mulheres, considerou o ator culpado de cinco das seis acusações da promotoria. Cada uma das acusações foi relativa às diferentes vezes que ele teria mentido para a polícia sobre o ataque. Em janeiro de 2019, Smollett alegou ter sido vítima de um ataque de apoiadores do presidente americano Donald Trump, em Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia local transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Os advogados de Smollett também argumentaram que os irmãos atacaram o ator porque eles são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e também para chantagear o ator, dizendo não testemunhariam se Smollett pagasse US$ 1 milhão a cada um. O promotor Dan Webb disse ao júri que Smollett fez a polícia de Chicago gastar enormes recursos investigando o que se provou um crime falso: “Além de ser contra a lei, é simplesmente errado abusar de algo tão sério como um crime de ódio real”. A pena para sua condenação será anunciada em breve. O máximo previsto são três anos de prisão, mas Smollett provavelmente será colocado em liberdade condicional e condenado a prestar serviços comunitários. Sua carreira como ator e cantor, porém, pode ser considerada encerrada.
Alec Baldwin divulga carta da equipe de “Rust” negando relatos de set caótico
O ator Alec Baldwin compartilhou uma carta assinada por integrantes da equipe de “Rust” em defesa da produção do filme, sob escrutínio desde a morte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Na carta postada no Instagram do ator nesta quinta-feira (9/12), profissionais envolvidos com a produção rebatem a acusação feita por outros membros da equipe de que “Rust” teria um set caótico e inseguro. Em vez disso, eles disseram que as filmagens foram feitas com a moral em alta e em condições de trabalho adequadas. “As descrições de ‘Rust’ como um local de trabalho caótico, perigoso e explorador são falsas e distraem do que mais importa: a memória de Halyna Hutchins, e a necessidade de encontrar alternativas modernas para práticas atrasadas de segurança com armas de fogo”, diz a carta, que foi assinada por 25 membros do elenco e da equipe de produção. Hutchins foi morta após o disparo acidental de uma arma manipulada por Baldwin no set das filmagens em Santa Fé, no Estado do Novo México. O revólver continha munição de verdade, que também atingiu o diretor Joel Souza no ombro. Os signatários reconheceram que “alguns membros da equipe” deixaram a produção após o tiro acidental, alterando o cronograma dos fatos. O IATSE, sindicato dos funcionários de produção, revelou que membros sindicalizados deixaram a produção cerca de seis horas antes da morte de Halyna, alegando falta de segurança nas filmagens. Os membros do IATSE observaram desde o começo que havia falhas em seguir os protocolos contra a covid-19 e pouca segurança na manipulação das armas. O jornal Los Angeles Times apurou que pelo menos um dos operadores de câmera reclamou com um gerente de produção sobre a falta de segurança em relação às armas no set. Ele fez isso após um dublê de Alec Baldwin disparar acidentalmente dois tiros com balas reais ao ser informado de que a arma estava “fria” – jargão para definir uma arma sem munição. Isto aconteceu poucos dias antes de Baldwin ouvir o mesmo sobre a arma que matou Huchins. Dois membros da equipe já abriram processos acusando Baldwin, os produtores e integrantes da equipe por negligência em relação aos protocolos de segurança no set. Já a carta divulgada pelo ator diz que “os desapontados não representam as opiniões de todos nós”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)
Lina Wertmüller (1928-2021)
A cineasta italiana Lina Wertmüller, primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Direção, morreu na manhã desta quinta-feira (9/12) em Roma, aos 93 anos. “A Itália lamenta a partida de Lina Wertmüller, uma diretora que com sua classe e estilo incomparáveis deixou uma marca permanente em nossa cinematografia e em todo o mundo”, manifestou-se o ministro italiano da Cultura, Dario Franceschini. Agitadora desde a juventude, ela conseguiu a façanha de ser expulsa de 15 escolas católicas diferentes, antes de encontrar um meio de expressão nas artes, decidindo ainda jovem trabalhar no cinema e no teatro. Ela deu seus primeiros passos para virar cineasta com 25 anos de idade, ao conseguir o cargo de assistente de direção no musical “…e Napoli Canta!” (1953). Destacando-se na função, ela chegou a trabalhar como assistente do mestre Federico Fellini no clássico “8 1/2” (1963). No mesmo ano, escreveu e dirigiu seu primeiro longa, o drama “The Basilisks”, concebido na tradição do neorrealismo italiano. Fez depois mais duas comédias, incluindo “Não Brinque com o Mosquito” com a cantora Rita Pavone, que inaugurou sua longa e bem-sucedida parceria com o ator Giancarlo Giannini, e até um western spaghetti (“A Pistoleira de Virginia”) antes de se tornar reconhecida por suas obras iconoclastas na década de 1970. O filme da virada foi “Mimi, o Metalúrgico” (1972), que rendeu o David di Donatello (o Oscar italiano) a Giancarlo Giannini pelo papel-título, um operário comunista em fuga da máfia e em meio a um caso extraconjugal. A partir daí, Wertmüller se especializou em obras satíricas, que combinavam política, humor e sexo. Seu filme seguinte, “Amor e Anarquia” (1973), acompanhava uma conspiração de bordel contra o fascismo e rendeu outro prêmio para Giannini, desta vez no Festival de Cannes. Em 1974, ela lançou um de seus trabalhos mais populares: “Por um Destino Insólito”, em que uma socialite naufraga numa ilha com um marinheiro comunista (obviamente Giannini) e, em pouco tempo, a luta de classe se transforma em guerra de sexos. A comédia fez tanto sucesso que inspirou um remake dirigido por Guy Richie e estrelado por sua então esposa Madonna em 2002. Sua obra-prima, porém, foi “Pasqualino Sete Belezas”. O filme de 1975 acompanhava um homem comum (sim, Giannini) que opta sempre pelo caminho mais fácil, tomando decisões que o levam a situações cada vez piores em plena 2ª Guerra Mundial, até se ver submetido às vontades de uma mulher obesa no comando de um campo de concentração nazista. O filme sobre desgraças em série lhe rendeu consagração mundial e foi indicado a nada menos que quatro Oscars: Melhor Filme Estrangeiro, Ator (Giancarlo Giannini), Roteiro Original e Direção para Wertmüller. Foi a primeira vez que uma mulher disputou o Oscar de Direção, feito que só voltou a acontecer duas décadas mais tarde, quando a neozelandesa Jane Campion foi indicada por “O Piano” em 1993. Após a indicação, Wertmüller assinou um contrato com a Warner Bros para fazer quatro filmes em inglês, resultando em sua estreia na língua de Hollywood, “Dois Perdidos numa Noite de Chuva” – que apesar da mudança de idioma, continuou a trazer Giannini como ator principal, agora ao lado de Candice Bergen. Só que o filme foi um fracasso tão grande que fez a Warner romper o contrato. Ela se vingou de Hollywood juntando dois dos atores mais famosos da Itália em seu lançamento seguinte, “Amor e Ciúme” (1978), estrelado por Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Giannini continuou a bordo como coadjuvante, mas o “rebaixamento” resultou no fim da longa parceria. Um detalhe curioso é que o título original de “Amor e Ciúme” entrou no Guinness como o mais longo da História do Cinema – em italiano, o filme foi chamado de “Un fatto di sangue nel comune di Siculiana fra due uomini per causa di una vedova. Si sospettano moventi politici. Amore-Morte-Shimmy. Lugano belle. Tarantelle. Tarallucci e vino”. Os lançamentos continuaram com “Camorra” (1985), premiado no Festival de Berlim, e “Em Noite de Lua Cheia” (1989), exibido no Festival de Veneza, que ainda mobilizaram a crítica nos anos 1980, mas “Sábado, Domingo e Segunda” (1990), com Sophia Loren, “Ninfeta Italiana” (1996), com Stefania Sandrelli, e “Ferdinando e Carolina” (1999) já não causaram o mesmo impacto. Seu último longa de ficção foi “A Casa dos Gerânios” em 2004, embora tenha continuado a realizar telefilmes e documentários, antes de se voltar exclusivamente ao teatro na última década, onde desenvolveu trabalhos até sua morte. Em 2019, ela recebeu um Oscar honorário por suas realizações, bem como uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Astros de “Harry Potter” se reencontram na primeira foto do especial da HBO Max
O reencontro dos astros de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, é o destaque da primeira imagem do especial da HBO Max em comemoração aos 20 anos dos filmes. Intitulado “Harry Potter – 20 Anos de Magia: De Volta a Hogwarts”, o reencontro foi gravado no set de Londres onde o primeiro filme foi feito, e mostrará o elenco em meio aos cenários de Hogwarts. Embora os 20 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” tenham sido comemorados em novembro passado, “De Volta a Hogwarts” será exibido no dia 1º de janeiro na HBO Max. A plataforma de streaming tem se especializado nesse tipo de projeto, já tendo exibido com sucesso especiais de reencontro das séries “Um Maluco no Pedaço” (Fresh Prince of Bel-Air) e “Friends”. A reunião do elenco de “Harry Potter” será a primeira versão desse formato dedicada à produções cinematográficas. Além dos intérpretes de Harry, Hermione e Ron, o especial também contará com Tom Felton (Draco Malfoy), Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), Bonnie Wright (Ginny Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), o diretor Chris Columbus e outras estrelas dos oito filmes. Curiosamente, quem não aparece na lista de convidados do reencontro é a escritora J.K. Rowling, que se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. O motivo foi sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, em seu site pessoal e nas redes sociais. Radcliffe, Watson e Grint renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Apesar disso, a Warner continua a parceria com a escritora no desenvolvimento dos prólogos de “Harry Potter”. Escrito por ela, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” será lançado em abril de 2022.
Lendário artista da DC Comics revela ter câncer terminal
O lendário artista de quadrinhos George Pérez, que desenhou alguns dos maiores clássicos da DC Comics, como o crossover “Crise nas Infinitas Terras” e a reformulação dos “Novos Titãs”, best-seller da editora, revelou nesta semana que tem de seis meses a um ano de vida, devido a um câncer de pâncreas em fase terminal. No anúncio em suas redes sociais, o artista de 67 anos também disse que planeja uma grande sessão final de autógrafos para se despedir dos fãs. “É difícil acreditar que já se passaram quase três anos desde que anunciei formalmente minha aposentadoria da produção de quadrinhos devido à minha visão deficiente e outras enfermidades causadas, principalmente, por meu diabetes. Na época, fiquei lisonjeado com a quantidade de homenagens e depoimentos que meus fãs e colegas me deram”, disse ele, em uma publicação feita em sua página no Facebook. “As palavras gentis ditas nessas ocasiões foram tão emocionantes que eu costumava brincar que ‘a única coisa que faltava nesses eventos era eu deitado em uma caixa'”, continuou. Mas o que pareceu piada antes, agora é encarada como tragédia. Isso porque, ao passar por uma cirurgia por obstrução do fígado no dia 29 de novembro, ele recebeu a confirmação de um câncer de pâncreas no estágio 3. “É impossível de ser operado e minha expectativa de vida estimada é de seis meses a um ano. Me deram a opção de quimioterapia e radioterapia, mas depois de avaliar quanto dos meus dias restantes seriam consumidos por consultas médicas, tratamentos, internações hospitalares e ainda lidar com a burocracia, muitas vezes estressante e frustrante do sistema médico, optei por deixar a natureza seguir seu curso e aproveitarei o tempo que me resta o mais plenamente possível, com minha linda esposa de mais de 40 anos, minha família, amigos e meus fãs”, afirmou ele. Ele contou que, desde que recebeu o diagnóstico e prognóstico, tem recebido muito amor, apoio e ajuda, tanto prática quanto emocional, das pessoas mais próximas. “Eles me deram paz”, contou o artista. Perez disse que já deixou seus negócios em ordem e agora quer se despedir dos fãs. “Ainda posso assinar meu nome, e espero coordenar uma última sessão de autógrafos em massa para ajudar a tornar minha passagem um pouco mais fácil”, confessou. Ele também espera poder fazer uma última aparição pública para que possa ser fotografado com o maior número possível de fãs, com a condição de abraçar cada um deles. “Eu só quero ser capaz de dizer adeus com sorrisos e também com lágrimas”, disse o quadrinista. “Eu sei que muitos de vocês terão perguntas ou comentários para fazer, e em vez da especulação e da falta de comunicação bem-intencionada, potencialmente prejudicial, voltarei à arena da mídia social, iniciando uma nova conta no Facebook, onde fãs e amigos podem se comunicar comigo ou com meu representante para atualizações e esclarecimentos”, acrescentou. “É muito edificante saber que você levou uma vida boa, que trouxe alegria para tantas vidas e que deixará este mundo um lugar melhor porque fez parte dele”, finalizou. A parceria de Perez com o roteirista Marv Wolfman na década de 1980 é uma das mais famosas dos quadrinhos americanos e especialmente por “Crise nas Infinitas Terras” continua a influenciar histórias atuais. A trama clássica inspirou um crossover do Arrowverso na televisão. E sua revolução na antiga “Turma Titã” foi o ponto de partida da série “Titãs”. Perez também marcou os quadrinhos da “Mulher-Maravilha” e do “Superman”, tanto como artista quanto como roteirista, criou a armadura agora tradicional do vilão Lex Luthor e também desenhou os “Vingadores”, na Marvel. Sua última criação foi “Sirens”, uma publicação independente da editora BOOM! Studios, lançada em 2014.
Marilyn Manson é acusado de ameaçar filho de Evan Rachel Wood
O cantor Marilyn Manson é acusado pela atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) de ameaçar seu filho de 8 anos de idade — fruto do relacionamento dela com o ator Jamie Bell. A informação foi publicada pelo jornal britânico Daily Mail. De acordo com o tabloide, as ameaças ocorreram neste ano, logo após a atriz denunciar o cantor por abuso e agressão sexual. Por essa razão, Wood instalou janelas à prova de balas, uma porta de aço e uma cerca de segurança ao redor de sua casa em Los Angeles, nos Estados Unidos. “Tenho muito medo do alegado criminoso”, afirmou Evan em documentos legais obtidos pelo Daily Mail. “Eu sofri graves lesões físicas e emocionais traumáticas em suas mãos e temo que ele busque retaliação contra mim por testemunhar, prejudicando a mim, nosso filho e membros de minha família”, completou a atriz sobre Manson. As ameaças seriam relacionadas ao julgamento de processos contra o cantor, que contarão com testemunho de atriz. “Em minha experiência, o alegado criminoso sempre foi muito retaliatório e deixou claro que iria arruinar minha vida”, ela explicou. Evan Rachel Wood foi a primeira mulher a acusar Marilyn Manson de abuso sexual. Em fevereiro deste ano, ela usou seu perfil nas redes sociais para denuncar o cantor, com quem namorou de 2006 a 2010. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”, escreveu. Isto abriu caminho para várias outras denúncias. Logo depois, a atriz Esmé Bianco (“Game of Thrones”) revelou que foi drogada, esfaqueada, perseguida com um machado e estuprada por Manson. Esmé Bianco, a modelo Ashley Morgan Smithline e a ex-assistente do cantor, Ashley Walters, deram entrada em processos contra o cantor.
Octavia Spencer diz que sua casa tem um fantasma famoso
A atriz Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) revelou no programa “Ellen DeGeneres Show” que mora com um fantasma famoso. Segundo a atriz, sua casa é “assombrada” por uma antiga estrela de Hollywood. “Cresci assistindo westerns e comprei esta casa, que pertencia a um cara que fazia westerns, então devo ser fã dele”, explicou Spencer, sem revelar o nome do antigo morador, que supostamente continua ocupando a residência. Talvez o fantasma saiba que ela é fã, porque Spencer contou que seu espírito é muito mais amigável do que assustador. “Meu fantasma poderia me assombrar, mas ele não me assombra. Temos limites”, afirmou, acrescentando que passou a confiar nele como uma espécie de “segurança espiritual” de sua residência. “Eu o amo porque ele meio que separa as pessoas más que não deveriam estar lá. Ele os expulsa. Se eles ficarem na minha casa, não vão querer voltar. E é assim que sei que eles não pertencem àquele lugar. E é assim que me sinto a respeito.” A casa em que Octavia Spencer mora é uma mansão construída em 1927 em Toluca Lake, região que já foi ocupada por muitos astros durante a era de ouro de Hollywood. Moravam lá, por exemplo, Bob Hope, Bette Davis, W. C. Fields, Dorothy Lamour, Bing Crosby, Frank Sinatra e William Holden, que, por sinal, fez um punhado de westerns clássicos enquanto residia no local. Ela comprou a mansão em 2013 por U$ 841 mil — o equivalente a R$ 4,7 milhões, de acordo com a cotação atual do dólar. Veja abaixo a entrevista em que a atriz fala de seu fantasma camarada.
Ridley Scott manda jornalista se “f*der” em entrevista
Um vídeo que se tornou viral no fim de semana, ao aparecer no Twitter, revelou que o diretor de cinema Ridley Scott não tem mais idade para dar entrevistas. O veterano cineasta de 84 anos mandou um jornalista russo se “f*der” durante uma entrevista por teleconferência, ao ouvir um elogio a “O Último Duelo”, que ele considerou ofensa a seus trabalhos anteriores. O jornalista Anton Vladimirovich Dolin disse, em tom elogioso, considerar que “O Último Duelo” possuía maior precisão histórica que filmes anteriores do diretor, como “Cruzada” (2005) e “Robin Hood” (2010) – que receberam críticas negativas em todo o mundo. Mas antes que pudesse completar o comentário, começou a ouvir o cineasta disparar “Vá se f*der” várias vezes. Nas últimas semanas, Scott tem sido notícia por declarações polêmicas, em que já vinha baixando o nível. Entre outras coisas, ele declarou que o fracasso de bilheterias de “O Último Duelo” era “culpa” da geração millennial “e seus celulares f*didos”, e que a família Gucci, que reclamou das invenções históricas e do elenco de “Casa Gucci” “deveria se considerar f*didamente sortuda” por contar com Al Pacino como intérprete de seu ancestral. Os herdeiros da Gucci querem ir à Justiça contra o cineasta. Thank you, Sir Ridley, for the ultimate answer to any and all people measuring "realism" and "historical accuracy" in period films. That's one for the books. pic.twitter.com/35JLcGsa0g — Ilya Glazkov (@IlGlaz) December 3, 2021











