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19 de março de 2026
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    Mila Kunis e Ashton Kutcher doam US$ 3 milhões para a Ucrânia

    4 de março de 2022 /

    O casal de atores Mila Kunis e Ashton Kutcher doaram US$ 3 milhões e lançaram uma campanha que pretende arrecadar dez vezes mais para ajudar refugiados em fuga da guerra da Ucrânia. O casal lançou a campanha no site GoFundMe em parceria com outras instituições. Num vídeo feito para a arrecadação (que pode ser conferido abaixo), eles pedem que os fãs doem o que puderem e assumem o compromisso de contribuir com US$ 3 milhões para ajudar a completar o montante de US$ 30 milhões, meta visada para auxiliar os refugiados. De acordo com a atriz, que foi morar nos EUA com 8 anos de idade, as pessoas na Ucrânia são fortes e corajosas. No entanto, ela destacou que ser forte e corajosa não significa que você não precise de ajuda. “Precisamos apoiar o povo da Ucrânia. Por favor, ajude-nos”, afirmou ela. Segundo Kutcher, o objetivo da campanha é garantir moradias, enviar suprimentos e outros recursos para a região. “Estamos arrecadando fundos para apoiar em um esforço de socorro que terá impacto imediato e fornecerá ajuda humanitária aos refugiados e para as áreas mais necessitadas”, disse o ator. O dinheiro será enviado para ONGs que possam garantir que a ajuda seja recebida pelas pessoas que mais precisam. A atriz, que nasceu no país do leste europeu, levou recentemente o marido para conhecer a cidade de Chernivtsi, em que viveu na infância. Na semana passada, ela postou em seu Instagram uma foto de um almoço do casal com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Além de Mila e Ashton, outro casal famoso de Hollywood também lançou uma campanha de auxílio ao país. Blake Lively e Ryan Reynolds prometeram igualar doações em até US$ 1 milhão, incentivando fãs a contribuir e aumentar a corrente de apoio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mila Kunis (@kunismilaonline)

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    Diretor ucraniano se arma e pede boicote mundial do cinema russo

    3 de março de 2022 /

    O cineasta ucraniano Oleg Sentsov, que lançou seu filme mais recente, “Rhino”, no Festival de Veneza do ano passado, emitiu um comunicado e postou um vídeo gravado na frente de combate contra as tropas russas que invadiram a Ucrânia. Armado e em trajes militares, atrás de uma barricada em Kiev, ele demonstrou sua disposição de luta. Em seu comunicado, também conclamou aqueles que o apoiam a tomar a mesma atitude firme. Não com armas, mas com um boicote total do cinema russo. Sentsov, que passou cinco anos em uma prisão russa por acusações de terrorismo que a Anistia Internacional descreveu como fabricadas, chegando a entrar em greve de fome contra a arbitrariedade, fez um apelo por um “boicote à cinematografia russa em todas as dimensões, incluindo cooperação cinematográfica: coprodução, distribuição e festivais”. O mesmo apelo foi feito pela Academia Ucraniana de Cinema, que pediu um boicote mundial da cultura e particularmente do cinema russo, como forma de impedir a proliferação da ideologia de Vladimir Putin, interromper o pagamento de impostos para o governo russo e pressionar os artistas afetados a se envolverem em mudanças em seu próprio país. Apesar da clareza da proposta, a ideia de um boicote divide atualmente a comunidade cinematográfica internacional. Enquanto a Academia Europeia de Cinema e os festivais de Estocolmo, na Suécia, e Glasgow, na Escócia, concordaram com um veto completo ao cinema russo, os festivais de Cannes, Veneza e Toronto buscaram um meio-termo, proibindo filmes incentivados e comissões culturais do governo de Putin, ao mesmo tempo em que defendem a exibição de filmes independentes do país. Isto não atende ao pedido dos cineastas ucranianos. Veja abaixo o comunicado enviado por Sentsov, seguido pelo vídeo do diretor nas trincheiras de Kiev. “Meu nome é Oleg Sentsov. Eu sou um diretor de cinema ucraniano. Em 2014, fui preso ilegalmente na Rússia e condenado a 20 anos de prisão por lutar contra o regime de Putin e a anexação da Crimeia. Naquela época, toda a indústria cinematográfica se levantou para me apoiar. E sou imensamente grato por isso. Agora peço que apoiem o meu país. Exatamente duas semanas atrás, o filme que fiz depois que fui liberdade foi lançado na Ucrânia. Há uma semana, estou nas trincheiras como integrante da Defesa Territorial de Kiev, que faz parte das Forças Armadas da Ucrânia. A vida mudou em um instante com a queda da primeira bomba no território da Ucrânia. Tudo o que sabíamos sobre a invasão de Hitler agora se tornou real novamente. Minha pátria é impiedosamente arrasada da terra, do mar e do ar. Bombas russas estão caindo sobre crianças ucranianas. Milhões estão sentados em abrigos antiaéreos. Milhões estão sofrendo com frio e falta de comida. Meu país está sendo arruinado, mas nosso espírito é forte. Vamos lutar até a nossa vitória. Para isso, precisamos do seu apoio. O apoio de intelectuais e artistas que se opõem ao regime sangrento de Putin. Pessoas que valorizam a vida humana mais do que qualquer coisa. Solicito seu apoio ao boicote à cinematografia russa em todas as dimensões, incluindo a cooperação cinematográfica: coprodução, distribuição e festivais, conforme solicitado pela Academia Ucraniana de Cinema. Por favor, assinem a petição! Fiquem com a Ucrânia! Vamos parar Putin juntos!”

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    Cenário de “Peaky Blinders” e “Downton Abbey” pega fogo

    3 de março de 2022 /

    Dalton Mills, uma antiga fábrica desativada em West Yorkshire, na Inglaterra, que foi convertida em estúdio para gravações de séries famosas do Reino Unido, pegou fogo nesta quinta-feira (3/2). O local foi a maior fábrica têxtil da Inglaterra, com capacidade para 2 mil trabalhadores em 1869, e atualmente servia de cenário para atrações como “Peaky Blinders” e “Downton Abbey”. O executivo da Screen Yorkshire, Richard Knight, descreveu o incêndio como “uma triste perda para a paisagem cinematográfica de Yorkshire”. Responsável por administrar o espaço, ele disse à rede BBC que a perda era irreparável. “Era um daqueles locais incríveis que representava uma época por si só. Tinha o tipo de imponência e escala que atraía até cineastas de outros países.” Imagens do incêndio, publicadas nas redes sociais, mostram chamas consumindo todo o prédio. Veja abaixo. Breaking: Firefighters are battling a massive blaze at Dalton Mills, a mill complex used as a filming location for shows 'Peaky Blinders' and ‘Downton Abbey’, in Keighley, West Yorkshire. pic.twitter.com/gfJglryf8D — PM Breaking News (@PMBreakingNews) March 3, 2022

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    Sophie Turner e Joe Jonas esperam segundo filho

    3 de março de 2022 /

    Sophie Turner e Joe Jonas vão voltar a ser pais. A informação foi confirmada pela revista US Weekly com fontes próximas ao casal, após fotos recentes tiradas por paparazzi nos Estados Unidos flagrarem uma saliência na barriga da atriz. Segundo as fontes da revista, os dois estavam pensando em expandir mais a família desde o nascimento de Willa, sua primeira filha, que veio ao mundo em julho de 2020. No ano passado, a estrela de “Game of Thrones” afirmou que a maternidade é “seu trabalho preferido” em postagem nas redes sociais celebrando o dia das mães.

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    Set de “Lupin” é assaltado por gangue mascarada

    2 de março de 2022 /

    Na mesma semana em que o set de “The Crown” foi assaltado, outra produção da Netflix também virou alvo de ladrões. Ironicamente, o novo alvo foi uma série em que o herói é um ladrão. Segundo a agência AFP, cerca de US$ 333 mil em equipamentos foram roubados na sexta passada (25/2) no set de “Lupin” em Nanterre, perto de Paris, onde as gravações dos novos episódios estavam ocorrendo. Cerca de 20 pessoas com o rosto coberto invadiram o set depois de lançarem fogos de artifício. “Houve um incidente em 25 de fevereiro durante as filmagens da próxima temporada de ‘Lupin'”, confirmou a Netflix em nota para a imprensa. “Nosso elenco e equipe estão seguros e não houve feridos”. Um dos programas de língua não inglesa mais populares da Netflix, “Lupin” está atualmente gravando sua 3ª temporada, com Omar Sy de volta ao papel de Assane Diop, um criminoso que se envolve em vários assaltos inspirados no ladrão de romances centenários Arsène Lupin. O prejuízo do roubo dos equipamentos se soma aos US$ 200 mil do assalto de antiguidades do set de “The Crown”, que atualmente grava sua 5ª temporada na Inglaterra.

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    Festival de Veneza não boicotará cineastas russos “que se opõem ao regime atual”

    2 de março de 2022 /

    O Festival de Veneza anunciou nesta quarta (2/3) que não vai banir cineastas russos que se oponham ao atual regime do país, nem seus filmes. “La Biennale di Venezia não fechará suas portas para aqueles que defendem a liberdade de expressão e se manifestam contra a desprezível e inaceitável decisão de atacar um Estado soberano e seu povo indefeso. Para aqueles que se opõem ao regime atual na Rússia sempre haverá lugar em suas mostras”, diz o texto do comunicado oficial dos organizadores do festival. No entanto, o comunicado reforça que o festival rejeitará “qualquer forma de colaboração com aqueles que, pelo contrário, realizaram ou apoiaram atos tão graves de agressão”. A mostra de cinema “não aceitará, portanto, a presença em nenhum de seus eventos de delegações oficiais, instituições ou pessoas vinculadas em qualquer capacidade ao governo russo”. Ao mesmo tempo, fará todos os esforços possíveis para contar com representação da Ucrânia. A declaração ecoa um comunicado do Festival de Cannes, que na terça apontou um caminho semelhante, permitindo filmes russos, mas vetando delegações oficiais russas em 2022. Ambos os festivais tomaram uma atitude mais branda diante de festivais como Estocolmo e Glasgow, que decidiram não exibir qualquer filme russo neste ano, atendendo a um apelo da Academia Ucraniana de Cinema diante da invasão da Ucrânia por tropas russas. Por outro lado, o pedido de boicote total foi atendido pela Academia Europeia de Cinema, que vetou a inclusão de filmes do país de Vladimir Putin na competição dos European Film Awards deste ano, premiação considerada o Oscar europeu.

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    Golpista do Tinder sofre golpe do Instagram

    2 de março de 2022 /

    Shimon Hayut, o homem retratado no popular documentário “O Golpista do Tinder”, da Netflix, teria caído há menos de uma semana em um golpe na internet. Fontes próximas a Hayut revelaram ao site TMZ que o golpista virou golpeado na quinta-feira da semana passada (24/2), quando ele e sua namorada, Kate Konlin, fizeram duas transferências de US$ 6.664 via PayPal para um casal que lhes prometia conseguir perfis verificados nas redes sociais. O golpista que enganou o golpista se apresentou como um ex-funcionário da empresa Meta (nome do conglomerado do Facebook e Instagram), e teria convencido o israelense e a modelo ao fazer um vídeo em que aparecia num escritório movimentado. Hayut realizou um pagamento para poder ter o símbolo azul de verificado nos perfis do Instagram dele e da namorada. Só que o ícone nunca apareceu em suas contas. Quando seu empresário desconfiou, entrou em contato com um membro da equipe da Meta, que informou que verificações não eram cobradas. A esta altura, porém, já era tarde. O casal que tirou dinheiro de Hayut fechou suas contas nas redes sociais e desapareceu. Para completar o prejuízo, as páginas do Instagram de Hayut e Konlin também saíram do ar.

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    Marilyn Manson processa Evan Rachel Wood por difamação

    2 de março de 2022 /

    O cantor Marilyn Manson abriu processo contra a atriz Evan Rachel Wood por difamação, contestando suas alegações de abuso sexual, que chama de “falsidade maliciosa”. O processo vem na esteira do documentário “Phoenix Rising”, que teve première no Festival de Sundance e estreia na HBO em 15 de março. No documentário, a atriz de “Westworld” detalha o abuso sofrido nas mãos de Manson, acusando-o de tê-la estuprado durante a gravação de um videoclipe, e também defende o aumento do período de prescrição para denúncias de casos de abusos sexuais. Na ação apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles nesta quarta-feira (2/3), o advogado de Manson – cujo nome legal é Brian Warner – alega que Wood e “sua parceira romântica” Illma Gore o “escalaram publicamente” como um “estuprador e abusador – uma falsidade maliciosa que descarrilou a carreira de sucesso de Warner na música, na TV e no cinema”. O documento alega que Wood e Gore se passaram por agentes do FBI “forjando e distribuindo uma carta fictícia para criar a falsa impressão de que as supostas ‘vítimas’ de Warner e suas famílias estavam em perigo, e que havia uma investigação criminal federal contra Warner em andamento”. Também alega que Wood e Gore “forneceram roteiros” para as demais acusadoras e “fizeram declarações conscientemente falsas”, incluindo que Manson “gravou a agressão sexual de uma menor”. Manson solicitou um julgamento com júri e também está alegando inflição intencional de sofrimento emocional, violação da Lei de Fraude de Acesso e Dados de Computador e falsificação de identidade pela Internet. Wood foi a primeira mulher a se apresentar no início do ano passado com alegações de abuso sexual contra Manson. Em uma postagem no Instagram feita na época, ela escreveu: “O nome do meu agressor é Brian Warner, também conhecido no mundo como Marilyn Manson. Ele começou a me preparar quando eu era adolescente e me abusou horrivelmente por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulado para a submissão. Cansei de viver com medo de retaliação, calúnia ou chantagem. Estou aqui para expor esse homem perigoso e chamar a atenção para as muitas indústrias que o capacitaram, antes que ele arruíne mais vidas. Estou com as muitas vítimas que não ficarão mais em silêncio”. O relacionamento de Wood e Manson se tornou público em 2007, quando ela tinha 19 anos e ele 38. Eles ficaram noivos em 2010, mas se separaram mais tarde naquele ano. Depois que as alegações da atriz contra Manson foram divulgadas, outras mulheres vieram à publico, inclusive abrindo processos por abusos praticados pelo cantor. Ele foi dispensado por sua gravadora, perdeu o empresário, e teve participações limadas em séries de TV.

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    Alan Ladd Jr. (1937–2022)

    2 de março de 2022 /

    O produtor vencedor do Oscar Alan Ladd Jr. morreu nesta quarta-feira (2/3) aos 84 anos. Filho do lendário Alan Ladd, ator de clássicos dos anos 1940 e 1950 como “Alma Torturada” e “Os Brutos Também Amam”, o produtor foi um dos executivos mais influentes de Hollywood, responsável por lançar “Star Wars” e vários blockbusters que ganham continuações até hoje. Ladd Jr. raramente falava de seu pai, que morreu de aparente suicídio aos 50 anos, e foi criado por sua mãe longe de Hollywood. Seu primeiro emprego foi na imobiliária de seu padrasto. Mas sempre foi cinéfilo e, numa viagem a Londres, encontrou abertura para investir em produções independentes, lançado filmes britânicos no começo dos anos 1970: “O Preço de Amar”, “O Vilão”, “Amantes Infieis” e “Os que Chegam com a Noite”, estrelado por Marlon Brando, que fez sucesso nos EUA e o levou a Los Angeles. Em 1973, ele ingressou na 20th Century Fox como vice-presidente de produção, chegando a chefe de produção em 1974 e a presidente do estúdio em 1976. Embora a ascensão tenha sido rápida, ela se deu por meio de escolhas decisivas para a empresa, como o investimento em projetos controversos como “A Profecia”, “O Jovem Frankenstein”, “A Última Loucura de Mel Brooks” e “Guerra nas Estrelas”. Só este último filme rendeu US$ 500 milhões em seu lançamento, uma quantia nunca antes vista, fazendo com que, em cinco anos, Ladd quadruplicasse a receita e os lucros líquidos da Fox – de 1974 até sua saída em 1979. O detalhe é que ele foi considerado louco por bancar a visão do cineasta George Lucas. Ladd precisou colocar subalternos em seus lugares e contrariar o mercado cinematográfico inteiro para aprovar a produção de “Guerra nas Estrelas”, que, com orçamento de US$ 10 milhões, tinha sido recusado por todos os outros estúdios por ser considerado caro demais para valer o risco. A História mostrou quem tinha razão. O lançamento do filme em 1977 criou a era dos blockbusters modernos e dividiu o cinema em antes e depois de “Star Wars”. O Instagram oficial da Lucasfilm reconheceu a importância do produtor para a franquia numa homenagem póstuma, destacando que o “amigo querido” “ficou do lado de George [Lucas] naqueles dias iniciais, e seu impacto em ‘Star Wars’ não pode ser subestimado”. Carinhosamente conhecido na indústria como Laddie, Alan Ladd Jr. era respeitado por muitos e desdenhado por outros ao utilizar seu gosto como fator para fechar contratos, investir em projetos visionários e manter um perfil discreto e cordial em meio às suas conquistas, o que o distinguia do estilo extravagante, falastrão e processado por assédio que se tornou padrão em Hollywood nos últimos anos. Ele chegou a surpreender a indústria ao abandonar seu emprego de US$ 2 milhões por ano como chefe da 20th Century Fox porque sua equipe não estava sendo compensada o suficiente pelo sucesso de blockbusters como “Star Wars” e “Alien”. Poucos lembram, mas “Alien” também foi uma batalha pessoal de Ladd, que entendeu a importância de transformar Ripley (personagem masculino no roteiro original) em mulher, atendendo uma mudança solicitada pelo diretor Ridley Scott. Interpretada por Sigourney Weaver, a personagem foi a primeira heroína de ação moderna, inovando os blockbusters americanos. Após sair da Fox, o estúdio afundou com vários fracassos consecutivos, só voltando a se recuperar no final dos anos 1980. Já Ladd fundou sua própria produtora, a Ladd Co., que se tornou pioneira das produtoras “boutique”, empresas de cinema que atuam de forma independente, mas em aliança contratual com grandes estúdios – em seu caso, em parceria com a Warner Bros. Entre os diversos lançamentos históricos da Ladd Co., encontram-se filmes como “Corpos Ardentes”, “Era uma vez na América”, “Os Eleitos”, “Blade Runner”, “Loucademia de Polícia” e “Carruagens de Fogo”, que surpreendeu expectativas ao vencer o Oscar de Melhor Filme em 1981. Mas muitos de seus filmes de prestígio acabaram dando prejuízo. Hoje cultuadíssimo, “Blade Runner” de Ridley Scott foi um fracasso caríssimo em 1982. Isso fez com que ele voltasse aos grandes estúdios em meados dos anos 1980, virando presidente da MGM, por onde lançou “Feitiço da Lua”, que rendeu o Oscar para Cher, “Um Peixe Chamado Wanda” e “Rain Man”, vencedor do Oscar em 1989. Mas Ladd não ficou muito tempo à frente da MGM, saindo antes de conquistar o Oscar por “Rain Man”, quando o estúdio foi vendido. Em nova incursão independente, o produtor mostrou que continuava atento às novas tendências, lançando o hit “Thelma e Louise”, nova parceria com Ridley Scott, que revigorou o cinema de ação feminista em 1991 e o ajudou a reformar a Ladd Co, por onde produziu “Coração Valente”, épico estrelado e dirigido por Mel Gibson, que venceu o Oscar em 1996. Ladd se aposentou com o lançamento de “Medo da Verdade” em 2007, suspense que inaugurou a carreira de Ben Affleck como diretor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Industrial Light & Magic (@ilmvfx)

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    Farrah Forke (1968–2022)

    2 de março de 2022 /

    A atriz Farrah Forke, que co-estrelou a série de comédia “Wings”, morreu de câncer em 25 de fevereiro em sua casa no Texas, confirmou um amigo da família à revista Variety. Ela tinha 54 anos. Ela apareceu em três temporadas de “Wings” (exibida na TV aberta brasileira como “De Pernas pro Ar”), que foi exibida na rede americana NBC de 1990 a 1997. A atriz interpretou a piloto de helicóptero (e veterana da primeira Guerra do Iraque) Alex Lambert, que viveu um triângulo amoroso com Joe (Tim Daly) e Brian Hackett (Steven Weber). Forke também teve um papel recorrente como a advogada Mayson Drake na 2ª temporada de “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman”, além de ter aparecido em três capítulos de “O Quinteto” (Party of Five), estrelado a série de uma temporada “Mr. Rhodes” e dublado a heroína Grande Barda nas séries animadas “Batman do Futuro” e “Liga da Justiça sem Limites”. Seu currículo cinematográfico ainda inclui pequenas participações em dois filmes famosos: “Assédio Sexual” (1994) de Barry Levinson e “Fogo Contra Fogo” (1995) de Michael Mann. Ela se afastou da atuação em 2005 ao dar a luz a dois filhos gêmeos, passando a se dedicar ao papel de mãe solteira em tempo integral.

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    Joey King fica noiva de produtor de “The Act”

    2 de março de 2022 /

    A atriz Joey King, estrela da trilogia “A Barraca do Beijo”, da Netflix, anunciou por meio das redes sociais que está noiva. Ela foi pedida em casamento pelo namorado, o produtor/diretor Steven Piet, depois de quase dois anos e meio de namoro. Ela publicou sua reação ao pedido em seu Instagram. “Eu nunca soube que a felicidade poderia ser tão poderosa que seria capaz de tirar o ar de seus pulmões, sobrecarregando cada parte do corpo que você não pode deixar de sentir seus olhos marejarem com uma alegria inegável”, iniciou a atriz. “Eu nunca soube que a presença e o coração de uma pessoa poderiam parecer um verdadeiro lar. Eu nunca soube que o amor poderia ser tão inquestionavelmente lindo. Eu nunca soube até você”, continuou. “A data era 22/02/22 quando você me pediu em casamento e me fez a mulher mais sortuda do mundo. Eu te amo mais do que uma legenda no Instagram poderia fazer justiça. Estar com você para sempre parece um sonho real, então vamos fazer isso”, disse King. Ela começou a namorar o produtor/diretor de 30 anos em setembro de 2019, depois de o conhecer no set de “The Act”. A atriz foi indicada pela primeira vez ao Emmy pelo desempenho na minissérie do Hulu. Antes disso, ela namorou o ator Jacob Elordi, com quem fez par romântico na franquia “A Barraca do Beijo”. Eles terminaram a relação em 2018, pouco depois do lançamento do primeiro filme. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joey King (@joeyking)

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    Ana Beatriz Nogueira está com câncer no pulmão

    2 de março de 2022 /

    A atriz Ana Beatriz Nogueira, atualmente no ar em “Um Lugar ao Sol” como a personagem Elenice, está com câncer no pulmão. A informação foi revelada pela jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo”. O tumor foi descoberto em estágio inicial, quando a atriz precisou fazer uma tomografia após contrair o vírus da gripe. Ela vai fazer uma cirurgia para retirar o câncer, e deve estar liberada para trabalhar em maio — quando começam as gravações da novela “Olho Por Olho”, para a qual já foi escalada. Desde 2009, Ana Beatriz Nogueira também lida com esclerose múltipla. Ela tem uma versão branda da doença, e afirma que o tratamento garante sua qualidade de vida.

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    Sam Elliott reclama de “Ataque dos Cães”: “Pedaço de merd*”

    1 de março de 2022 /

    O ator Sam Elliott, que atualmente estrela a série western “1883” e protagonizou vários filmes de faroeste em seus 77 anos de idade, resolveu atacar o aclamado longa-metragem “Ataque dos Cães”, líder em indicações ao Oscar 2022, criticando os elementos homossexuais da trama e até a diretora Jane Champion por não ser americana. Elliott demonstrou todo o seu descontentamento com o filme numa entrevista ao podcast “WTF With Marc Maron”, em que definiu a produção da Netflix como um “pedaço de merd*”. Sua principal objeção foi contra as alusões à homossexualidade no universo viril dos cowboys. No filme, o protagonista Phil Burbank, vivido pelo ator Benedict Cumberbatch, reprime sua orientação sexual justamente devido ao contexto da ambientação. “Eu não gostei. Este é o cara que fez westerns para sempre. Foi a evisceração do Oeste americano. Lembra daqueles caras que usam gravatas-borboleta e não muito mais [os strippers masculinos Chippendales]? É assim que todos os malditos cowboys daquele filme pareciam. Eles ficam correndo sem camisas. Há todas essas alusões de homossexualidade ao longo do filme.” Ele também reclamou que Cumberbatch aparece poucas vezes cavalgando, e disse ter levado isso para o lado pessoal. “Onde está o faroeste nesse faroeste? Levei isso para o pessoal, amigo”, declarou. E completou que Jane Champion não poderia comandar um filme sobre o Velho Oeste por ter nascido na Nova Zelândia e não nos EUA. “Ela é uma diretora brilhante. Adoro seus trabalhos anteriores. Mas que caral** essa mulher de lá debaixo, da Nova Zelândia, sabe sobre o Oeste Americano? E por que caral** o filme foi rodado na Nova Zelândia, mas chama aquilo de Montana e diz ‘é assim que era’?”, questionou, em tom de indignação. Após a repercussão das falas de Sam Elliott, a Netflix publicou no Twitter uma imagem do filme com uma fala da personagem Rose Gordon, interpretada por Kirsten Dunst. Na cena, ela diz que “é só um homem, só mais um homem”. Aclamado pela crítica, “Ataque dos Cães” recebeu 12 indicações ao Oscar e já venceu mais de 200 prêmios internacionais, incluindo o troféu de Melhor Direção para Jane Campion no Festival de Veneza passado. pic.twitter.com/WSXhlmBszB — NetflixFilm (@NetflixFilm) March 1, 2022

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