Bo Brundin, ator de “Quando as Águias se Encontram”, morre aos 85 anos
O ator sueco Bo Brundin, mais conhecido por sua atuação ao lado de Robert Redford no filme de aventura aérea “Quando as Águias se Encontram” (1975), morreu no domingo passado (4/9) em sua cidade natal de Uppsala, na Suécia, aos 85 anos. A informação foi revelada no sábado (10/9) pela Paar Productions, produtora para quem ele realizou seu último projeto, o curta “Starlight”, de 2011, em que interpretou Deus. Brundin começou sua carreira no cinema sueco nos anos 1960, mas logo partiu para os EUA para viver seu primeiro papel numa produção americana, o terror trash “The Headless Eyes” (1971), como um assassino demente que arranca os olhos de mulheres. Ele também entrou no elenco de “The Day the Clown Cried” em 1972, um dos mais famosos filmes nunca lançados. Jerry Lewis se arrependeu da filmagem, sobre um palhaço no Holocausto, assim que a concluiu e proibiu seu lançamento. O ator contava que foi para Nova York com US$ 300 e passou quase uma década sem dinheiro na cidade, muitas vezes fazendo bicos para sobreviver. Mas logo sua sorte mudou, ao ser escalado para viver um piloto alemão desiludido da 1ª Guerra Mundial em “Quando as Águias se Encontram”. No filme de George Roy Hill, ele tinha o segundo papel principal, fazendo parceria com Redford. Na trama, os dois viviam pilotos que recriavam cenas de guerra aérea para filmes de Hollywood. O sucesso do filme de 1975 o levou a se especializar em interpretar alemães e também russos durante sua carreira, que ainda destaca o filme de desastre “Meteoro” (1979), no qual viveu um personagem fundamental para salvar o mundo. Mas a maior parte de seu currículo foi preenchido por participações em séries televisivas dos anos 1970 e 1980 como o vilão da semana – atrações como “A Mulher Biônica”, “O Esquadrão Classe A”, “Havaí 5-0”, “Super-Herói Americano” e “Falcon Crest”. Bo Brundin voltou a morar em seu país natal após o começo do século, fazendo seu último filme em 2001, o sueco “Strawberries with Real Milk”, e sua última participação numa série, a sueca “Kleo”, no ano seguinte. Ele passou seus últimos anos dando aulas e orientando jovens atores. Veja abaixo o trailer de “Quando as Águias se Encontram”.
Gary Nelson, diretor de clássicos da Disney, morre aos 87 anos
O cineasta Gary Nelson, que dirigiu os clássicos da Disney “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) e “O Abismo Negro” (1979), morreu em 25 de maio de causas naturais em Las Vegas, aos 87 anos. Apesar do falecimento ter acontecido há mais de três meses, a notícia só foi comunicada por seus filhos neste fim de semana. Gary era filho de Sam Nelson, que atuou como assistente de direção em filmes marcantes como “A Dama de Shanghai” (1947) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), e foi um dos co-fundadores do DGA, o Sindicado dos Diretores dos EUA. Ele também começou como assistente de obras icônicas. Seu primeiro trabalho na função foi simplesmente “Juventude Transviada” (1955), dirigido por Nicholas Ray e estrelado por James Dean. Depois disso, ainda foi assistente de John Ford em “Rastros de Ódio” (1956), de Stanley Donen em “Cinderela em Paris” (1957) e de John Sturges em “Sem Lei e Sem Alma” (1957), antes de passar para a TV. Na televisão, evoluiu de assistente em 66 capítulos de “Paladino do Oeste” para diretor da série em 1962. Mas essa transição contou com uma ajuda de sua futura esposa. Gary Nelson conheceu a atriz Judi Meredith (“O Matador de Gigantes”) nos bastidores da produção durante a primeira participação dela na série e os dois se apaixonaram quase instantaneamente. Quando os produtores quiseram trazê-la de volta, ela impôs uma condição: que Nelson dirigisse o episódio. Foi o começo da carreira do diretor. Nelson e Meredith se casaram, tiveram dois filhos e ficaram juntos por 54 anos, até a morte dela em 2014. Após dirigir seis episódios de “Paladino do Oeste”, ele passou a ser cotado para comandar séries icônicas como “The Patty Duke Show” (1963–1966), “A Ilha dos Birutas” (1964–1967), “Agente 86” (1965-1970), “Nós e o Fantasma” (1968–1970) e “Nanny” (1970-1971), assinando dezenas de capítulos, e logo foi trabalhar no cinema em faroestes B de produtoras independentes – “Molly and Lawless John” (1972) e “Santee – O Caçador de Recompensas” (1973). Em 1974, foi contratado pela Disney para dirigir o telefilme de aventura “O Rapaz que Falava com Texugos”, que iniciou sua bem-sucedida relação com o estúdio. Seu trabalho em “Se Eu Fosse Minha Mãe” marcou época. O filme estrelado pela jovem Jodie Foster como uma adolescente que troca de corpo com a mãe (Barbara Harris) acabou originando uma febre de comédias sobre troca de corpos e até um remake, “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Lindsay Lohan e Jennifer Lee Curtis. Graças a esse sucesso, a Disney o escalou para realizar “O Abismo Negro”, um dos filmes mais ambiciosos e caros do estúdio até então. A produção era uma ficção científica espacial inspirada por “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) e se tornou o primeiro longa do estúdio lançado sem censura livre (foi considerado impróprio para menores de 10 anos no Brasil). Só que não agradou a crítica e nem estourou nas bilheterias – ainda que hoje seja considerado cult. Numa guinada na carreira, Nelson fez imediatamente o thriller policial “Falcões da Noite” (1981), estrelado por Sylvester Stallone, que retomou sua popularidade. Mas se complicou com os filmes seguintes, a comédia “Jimmy the Kid” (1982), estrelada pelo astro mirim Gary Coleman, e “Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido” (1986), uma espécie de Indiana Jones da 2ª Divisão, que foi o segundo e último filme da franquia estrelada por Richard Chamberlain (antes de se assumir gay) e Sharon Stone (bem antes de estourar). A implosão de “Allan Quatermain” encerrou sua carreira cinematográfica, mas ele seguiu ativo na TV por muitos anos. Entre outros trabalhos, dirigiu todos os seis episódios da aclamada minissérie “Washington: Behind Closed Doors” (1977), que rendeu um Emmy de Melhor Ator para Robert Vaughn. Ele se aposentou depois de dirigir e atuar como co-produtor executivo na série “Early Edition”, de 1996 a 2000.
Ator mirim de “Pantanal” revela que está de cadeira de rodas
O ator mirim Gustavo Corasini, que viveu Tadeu no começo de “Pantanal”, postou em seu Instagram um vídeo em que aparece andando de cadeira de rodas. Junto das imagens, publicadas nesta sexta-feira (9/8), ele escreveu “Um dia de cada vez” e acrescentou como trilha a música “Dias de Luta, Dias de Gloria”, da banda Charlie Brown Jr. O menino de 12 anos recebeu alta hospitalar há nove dias, após ser atropelado diante do condomínio em que mora em São Paulo, em 23 de agosto. De acordo com relato da família, ele e seu amigo Eduardo estavam na rua, enfeitando a calçada para a Copa do Mundo, quando correram para a casa do vizinho para checar um acidente com um pedreiro e acabaram sendo atropelados por uma moradora que retirava o carro para abrir passagem para a ambulância. Eduardo morreu e Gustavo quebrou braço, perna e fraturou a bacia. Após passar por cirurgia de emergência e recobrar a consciência, ele chorou muito ao saber da morte do amigo.
Família estaria planejando intervenção em Cara Delevingne
A família e os amigos da atriz e modelo Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estão preocupados com seu estado e planejam uma intervenção. “O consenso é de que ela precisa de algumas semanas para descansar completamente — sem bebidas, sem festas e, principalmente, fazendo refeições saudáveis e completas”, disse uma fonte próxima à família, registrada pelo jornal britânico The Sun. “Estamos pensando em colocá-la em um centro de reabilitação para algum tipo de detox”. O sinal de alerta foi ligado após a estrela começar a ser flagrada por paparazzi em situações delicadas nos últimos dias. Na segunda-feira (5/9), ela foi vista com seu cachorro e uma assistente em Los Angeles, caminhando descalça, toda bagunçada e vestindo uma camiseta da cantora Britney Spears. Na ocasião, ela estaria duas horas atrasada para um voo no avião particular do rapper Jay-Z. Segundo informações que acompanharam os cliques publicados no jornal Daily Mail, a artista foi vista deixando o jatinho cerca de 45 minutos depois, sem que o avião tivesse levantado voo. Não se sabe se ela foi expulsa ou deixou o veículo por conta própria. Mas, de volta à pista, visivelmente nervosa, a artista deixou o celular cair no chão diversas vezes. “Essa situação está acontecendo há algumas semanas, e agora a família de Cara está envolvida. Estamos falando sobre fazermos algum tipo de intervenção para ter certeza que ela tenha a ajuda que precisa”, ressaltou a fonte do The Sun. Vista recentemente na 2ª temporada de “Only Murders in the Building”, da Star+, Cara Delevingne logo poderá ser acompanhada no segundo ano de “Carnival Row” na Amazon Prime Video. Ela também filmou participação na antologia “Tell It Like a Woman”, que será lançado em 2023, e se preparava para estrelar duas produções independentes, “The Climb” e “Punk”.
Chadwick Boseman e astros de “Black-ish”, “Grey’s Anatomy” e “Frozen” viram Lendas da Disney
O ator Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), morto em 2020 após uma batalha contra o câncer, foi um dos principais homenageados com o título de Lenda da Disney nesta sexta (9/9), no primeiro dia do evento D23 Expo. O título é dado a pessoas que tenham feito uma contribuição extraordinária para o legado do estúdio. O irmão do ator, Derrick Boseman, recebeu a honraria póstuma em seu nome, discursando junto à apresentação de um vídeo (disponível abaixo) detalhando a carreira do intérprete de Tchalla/Pantera Negra na Disney/Marvel. “Quando ouvi que a Disney queria homenagear Chad, a primeira palavra que me veio à mente foi a palavra ‘honra’”, disse ele em seu discurso. “Ao pensar em meu irmão e nessa honra que está sendo concedida a ele, gostaria que ele estivesse aqui para recebê-la. Ele não estar aqui tem sido um ponto de imensa dor para toda a minha família. Mas quando penso nele, penso em como ele honrou nossos pais. Como ele honrou sua família. Como ele honrou até mesmo seus amigos, e se certificou de que seus amigos tivessem boas carreiras. Como ele honrou todos os contratos que assinou. Ele os honrou com seu sangue, seu suor, suas lágrimas, enquanto desempenhava esses papéis e fazia quimioterapia ao mesmo tempo.” O Disney Legends Award é concedido há 35 anos. Além de Boseman, os homenageados deste ano incluíram os atores Patrick Dempsey e Ellen Pompeo, por seu trabalho na série “Grey’s Anatomy”, exibida no canal americano ABC (propriedade da Disney). Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross, da série “Black-ish” (também da ABC), além do elenco de dubladores da animação “Frozen” (2013), formado por Kristen Bell, Josh Gad, Jonathan Groff e Idina Menzel. “Primeiro, gostaria de dizer que é uma honra estar diante de vocês como uma lenda da Disney. Crescendo em Compton, na Califórnia, cerca de 40 quilômetros a oeste daqui, a Disney sempre esteve no fundo da minha visão”, disse Anderson. “A Disney ensinou a todos nós a sonhar. E sonhar alto. E foi dito que se seus sonhos não o assustam, então você não está sonhando grande o suficiente. A Disney me inspirou e espero que continue a inspirar todos nós a sonhar mais alto que a vida. Espero estar diante de vocês como um exemplo de trabalho duro, determinação, dedicação, sacrifício e sonhos.” Kristen Bell adotou humorado no seu discurso, se desculpando a todos os pais que foram obrigados a escutar as canções de “Frozen” repetidamente. “Eu sinto por vocês, eu vejo vocês, eu sou vocês. Eu entendo”, brincou a atriz. “A Disney me ensinou a sonhar grande e seguir seu coração. E me ensinou que é totalmente apropriado começar a cantar a qualquer momento, o que eu realmente aprecio. Interpretar a princesa Anna foi o ponto alto da minha vida, eu acho – quero dizer, além de meus filhos e outras coisas.” Groff acrescentou que, “como um jovem gay crescendo no final dos anos 1980 e início dos anos 1990 em Lancaster, Pensilvânia, as fitas VHS da Disney eram minha principal fuga. Eu me vestia como Peter Pan, como Alice no País das Maravilhas, como Cinderela. A Disney era toda a minha vida quando criança. E conseguir dar voz ao papel de Kristoff em ‘Frozen’ é um sonho completo. E é muito especial estar aqui com Idina, Kristen e Josh. Eu amo muito vocês três e estou tão feliz por estarmos sempre ligados um ao outro neste filme. Então, obrigado por criar um espaço onde até os meninos podem colocar seus vestidos de Anna e Elsa e cantar e se expressar como as verdadeiras lendas da Disney que eles são.” Outros prêmios foram entregues à pessoas envolvidas nos bastidores das produções do estúdio, incluindo os “imagineers” (engenheiros de efeitos) Rob’t Coltrin e Doris Hardoon, o advogado Robert Price Foster, o produtor Don Hahn e o presidente da Walt Disney Music, Chris Montan. “Eu sei o que todos vocês estão pensando. ‘Quem diabos é esse cara?'”, brincou Coltrin. “Somos imaginadores e, na maioria das vezes, somos meio invisíveis. E tudo bem. Trabalhamos nos bastidores e deixamos nossas criações serem as estrelas que você vem ver. Exceto em dias como este, quando você nos arrasta detrás da cortina, e aqui estou eu”. Confira o vídeo belíssimo homenageando o eterno Chadwick Boseman.pic.twitter.com/WZDLnbZoHj — Nação Marvel (@nacaomarveI) September 9, 2022 AGORA CHADWICK BOSEMAN É UMA LENDA DA DISNEY 👑 O irmão do Chadwick, Derrick Boseman aceitou o título de Lenda da Disney (Disney Legend) em honra ao Chadwick. ❤ Derrick fez um discurso lindo em homenagem ao Chadwick 🤍#D23Expo #D23Expo2022 pic.twitter.com/B975kHRrqH — Chadwick Boseman Brasil (@ChadwickBBrasil) September 9, 2022 Chadwick Boseman receives a Disney Legends Award; his brother accepts the honor on behalf of his brother. pic.twitter.com/POVX7k8ntm — JD Productions • Vintage Film Blog (@JDPUpdates) September 9, 2022 #DisneyLegends #KristenBell #D23Expo pic.twitter.com/wMGvRdRHkK — Alex Medela (@alexmedela) September 9, 2022 🎥 #D23Expo Disney Legends Awards. Jonathan Groff is named as a Disney Legend for his contribution to this company and he thanks his mom, friends and co-workers. Also he pointed at the importance of the inclusion of lgbtq + actors in this industry. pic.twitter.com/zWuKB550cZ — Jonathan Groff Updates (@GroffUpdates) September 9, 2022
Vocalista do Sex Pistols presta homenagem à Rainha Elizabeth II
O cantor John Lydon (também conhecido como Johnny Rotten), ex-vocalista da banda Sex Pistols e autor do hino punk “God Save the Queen”, famoso pelo verso “ela [a Rainha] não é um ser humano”, prestou uma homenagem à Rainha Elizabeth II, morta na quinta-feira (9/9). No seu perfil do Twitter, Lydon postou uma foto da Rainha com a legenda: “Descanse em paz Rainha Elizabeth II. Envie-a vitoriosa”. A frase “envie-a vitoriosa” é uma referência à letra original de “God Save the Queen”, assim como a foto que ele usou no seu post, a mesma que serviu de base para arte de divulgação do single. “God Save the Queen” foi lançada há 45 anos, justamente na semana anterior ao Jubileu de Prata, uma grande celebração nacional que comemorava os primeiros 25 anos do reinado de Elizabeth II. Apesar do que diz a letra da canção, os integrantes da banda não acreditavam realmente que a rainha liderava um regime fascista ou que ela não era um ser humano de verdade. O próprio Lydon deixou isso claro quando escreveu “Deus abençoe a rainha. Ela aguentou muito” num editorial para o jornal britânico The Times, em junho. “Não tenho animosidade contra ninguém da família real. Nunca tive”, escreveu ele. “É a instituição que me incomoda e a suposição de que devo pagar por isso. É aí que eu estabeleço um limite. É tipo, ‘Não, você não sair de férias para esquiar com meu imposto’.” A história da música “God Save the Queen” e dos Sex Pistols foi abordada recentemente na minissérie “Pistol”, dirigida por Danny Boyle (“Trainspotting”), que foi lançada há apenas 10 dias na plataforma Star+. A produção chegou a ser ameaçada por um processo por Lydon, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols, inclusive a icônica “God Save the Queen”, fossem ouvidas na série. Rest in Peace Queen Elizabeth II. Send her victorious. From all at https://t.co/vK2Du0ZzDS pic.twitter.com/kq4M6WfeML — John Lydon Official (@lydonofficial) September 9, 2022
D23 Expo: Disney celebra 100 anos com grandes novidades ao vivo na internet
A D23 Expo, evento para fãs da Disney (e da Marvel, Pixar, Lucasfilm, 20th Century Studios, Disney Parks, Marvel Games, National Geographic, etc), começa nesta sexta-feira (9/9) nas proximidades da Disneylândia da Califórnia com uma celebração especial do centenário da companhia. A ocasião dá a partida numa grande festa de aniversário, batizada comercialmente de Disney100, que vai se estender até outubro de 2023 – quando a Disney Brothers Cartoon Studio, embrião da The Walt Disney Company, completa oficialmente seus 100 anos de fundação. “Por quase um século, a Disney vem entretendo e inspirando pessoas ao redor do mundo. Mal posso esperar para dar aos fãs uma primeira olhada no que temos reservado para nosso centésimo aniversário e como estamos usando esta ocasião para celebrar todos os fãs e famílias que acolheram a Disney em suas vidas”, escreveu o CEO da Disney, Bob Chapek, em um comunicado enviado à imprensa, em preparação para o evento. Com o centenário de fundo, a expectativa para o evento deste ano se tornou especialmente elevada. Por isso, são esperados diversas revelações de projetos capazes de eletrificar o público para fazer de 2023 um ano inteiro de festa para o estúdio. As primeiras informações sugerem que as novidades reveladas pela Marvel no mês passado, durante a Comic-Con Internacional, foram apenas um aperitivo. No cronograma adiantado para a imprensa, a D23 programou painéis extras relacionados às produções da Marvel, incluindo uma celebração do 60º aniversário do Homem-Aranha. Os grandes anúncios do Marvel Studios vão acontecer no sábado (10/9). Para ampliar o alcance desses anúncios, a D23 Expo será transmitida ao vivo pela web e redes sociais. Os endereços para acompanhar são D23Expo.com/live, D23.com, e nas contas da D23 no YouTube, Facebook, Twitter e Twitch. No Brasil, as contas de Disney Studios, Disney+, Marvel e Star Wars também farão uma cobertura exclusiva com todas as novidades da convenção. Todos os dias, a D23 oferecerá oito horas de surpresas sem interrupções, incluindo os painéis do evento com grandes estrelas e prévias de conteúdos exclusivos. São esperadas aparições de atores, atrizes e responsáveis pela criação das séries e filmes amados pelo público, vídeos de novos produtos, experiências de entretenimento, anúncios especiais e muito mais. Também estão programadas homenagens à novas Lendas da Disney, entre eles Chadwick Boseman, intérprete de Tchalla/Pantera Negra na Marvel. O ator, que marcou os fãs da Marvel pelo papel de T’Challa morreu com apenas 43 anos, em agosto de 2020, em decorrência de um câncer. O título de “Lenda da Disney” é dado anualmente a “indivíduos que fizeram contribuições extraordinárias” para o legado da empresa. Além dele, também receberão essa homenagem as estrelas Kristen Bell e Idina Menzel (vozes das princesas de “Frozen”), Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross (protagonistas de “Black-ish”), Patrick Dempsey e Ellen Pompeo (ex-casal de “Grey’s Anatomy”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”) e outros. O evento já começou e pode ser acompanhado diretamente aqui abaixo.
Olivia Wilde nega ter trocado Jason Sudeikis por Harry Styles
A atriz e cineasta Olivia Wilde (“Fora de Série”) negou a história de que ela teria deixado o ator Jason Sudeikis (“Ted Lasso”), com quem tinha um relacionamento longevo, para ficar com o cantor Harry Styles. “A ideia de que eu deixei o Jason para ficar com o Harry é completamente errada”, disse ela em entrevista de capa da revista Vanity Fair. “Nosso relacionamento acabou muito antes de eu conhecer Harry.” Wilde também falou que o relacionamento se desgastou por muito tempo, até culminar no término. “Como qualquer relacionamento que termina, ele não termina da noite para o dia”, disse ela “Infelizmente, Jason e eu trilhamos por uma estrada muito acidentada e dissolvemos oficialmente o relacionamento no início da pandemia”, continuou ela, que ainda explicou que os dois dividiram as responsabilidades como pais durante esse período. “Uma vez que ficou claro que a coabitação não era mais benéfica para as crianças, morar separados tornou-se a coisa responsável, porque poderíamos ser melhores pais se fôssemos amigos que moram em casas diferentes.” Entretanto, essa “amizade” sugerida não aconteceu e atualmente o casal está envolvido numa batalha legal pela guarda dos dois filhos, Daisy, de cinco anos, e Otis, de oito. Ainda assim, Wilde disse que os filhos compreendem a situação. “Eles entendem o conceito de tomar decisões para se proteger e viver uma vida autêntica e feliz. Eles realmente entendem”, explicou ela. O processo rendeu ao menos um momento embaraçoso, quando os papéis de pedido custódia foram entregues a Wilde enquanto ela estava no palco da CinemaCon, em abril, para apresentar o seu novo filme como diretora, “Não Se Preocupe, Querida”, estrelado por Styles. A atriz e diretora acusou Sudeikis de “me envergonhar profissionalmente” e disse que seu método de a entrega dos papeis foi “agressivo”. Sudeikis, por sua vez, disse que não sabia que os documentos seriam entregues daquela maneira. A ideia era que os papeis fossem entregues no aeroporto ou no hotel onde ela estaria hospedada. “Eu entendo que a pessoa só fez seu trabalho; no entanto, lamento profundamente o que aconteceu”, disse ele quando questionado sobre o caso. “A palestra de Olivia foi um evento importante para ela, tanto profissionalmente quanto pessoalmente, e lamento muito que o incidente tenha estragado seu momento especial.” Mas, segundo Wilde, esse tipo de comportamento não era incomum a Sudeikis. “Muitas pessoas ficaram chocadas por mim. Infelizmente, não fiquei tão chocada”, acrescentou. “Há uma razão pela qual eu não fiquei nesse relacionamento. Infelizmente, isso foi consistente com a minha experiência do relacionamento.” Falando sobre o seu relacionamento com Styles, Wilde disse que as reações das pessoas têm sido bastante extremas. “Já vi mulheres me julgando por me separar de Jason. Há pessoas que se sentem no direito de lançar insultos horrendos contra mim e minha família. Dizem que sou uma mãe terrível. Ameaçam a mim e meus filhos ou dizem que devo perder meus filhos”, disse ela. Wilde cita o caso da apresentadora Wendy Williams, que em 2021 disse no seu talk show que Wilde estava jogando fora os seus filhos e o seu noivo. “Isso partiu meu coração, não porque me importo profundamente com a opinião de Wendy Williams, mas porque os aplausos da plateia me deixaram doente.” “Eu ficava pensando: ‘Por que essas mulheres estão encontrando prazer neste momento? É porque, de alguma forma, isso as faz se sentir melhor sobre suas vidas, seus julgamentos e suas escolhas sem nunca se perguntarem por que eu fiz as minhas escolhas?'”, continuou. Apesar de todos os problemas, Wilde diz que está saindo mais forte dessa situação. “Evoluí muito entre os 27 e os 35 anos. Me encontrei como diretora. E acho que me encontrei como indivíduo”, disse ela. “E, às vezes, quando você evolui, você evolui a partir de relacionamentos que eram baseados em uma versão anterior de você mesma.” Além de Styles, o elenco de “Não Se Preocupe, Querida” ainda conta com Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. A estreia no Brasil está marcada para o dia 22 de setembro. Veja abaixo duas capas diferentes da Vanity Fair de outubro, com Olivia Wilde.
Jennifer Lawrence diz que continua recebendo menos que colegas homens pelo mesmo trabalho
Jennifer Lawrence é uma das atrizes mais bem pagas do mundo, e ainda assim ela ainda recebe milhões de dólares a menos do que seus colegas de elenco masculinos. A atriz vencedora do Oscar reclamou da persistente disparidade salarial de gênero em Hollywood em uma nova entrevista à Vogue, dizendo à revista que, embora os atores muitas vezes sejam “pagos até demais”, a discrepância salarial persiste. “Não importa o quanto eu ganhe, sempre vou receber menos que os caras… por causa da minha vagina?”, ela questionou. O comentário reflete uma revelação feita pela imprensa americana de que Lawrence recebeu US$ 5 milhões a menos que Leonardo DiCaprio na produção do filme “Não Olhe para Cima”, da Netflix. Durante as filmagens, ela sofreu um aborto espontâneo. Esta não é a primeira vez que Lawrence aponta as disparidades salariais de gênero em Hollywood. Após o infame ataque hacker contra a Sony Pictures em 2014, o vazamento de dados confidenciais do estúdio revelou que ela e Amy Adams tinham recebido muito menos por “Trapaça” que seus colegas masculinos, Bradley Cooper e Christian Bale. “Quando o hackeamento da Sony aconteceu e eu descobri que estava recebendo menos que as pessoas sortudas com p*u, eu não fiquei brava com a Sony. Fiquei bravo comigo mesmo”, escreveu Lawrence num artigo publicado na época, refletindo a disparidade. Nesta ocasião, ela explicou que hesitou em negociar um acordo melhor, pois não queria parecer “difícil” ou “mimada”. “Na época, parecia uma boa ideia”, ela descreveu, “até que vi a folha de pagamento na Internet e percebi que todos os homens com quem eu estava trabalhando definitivamente não se preocupavam em parecer ‘difíceis’ ou ‘mimados’.”
Estrela do filme “A Rainha” presta homenagem à Elizabeth II
A atriz Helen Mirren, vencedora do Oscar pelo seu papel no filme “A Rainha” (2006), no qual ela interpretou a rainha Rainha Elizabeth II, prestou uma homenagem a verdadeira Elizabeth II, morta nesta quinta (8/9) no Reino Unido aos 96 anos. “Estou de luto junto com o resto do meu país pela morte de uma grande rainha”, disse Mirren em comunicado. “Tenho orgulho de me considerar da era elisabetana. Se havia uma definição de nobreza, Elizabeth Windsor a encarnava.” Além do comunicado, Mirren também compartilhou uma foto da rainha no seu Instagram. Na legenda, ela disse: “Tenho orgulho de ser elisabetana. Lamentamos a morte de uma mulher que, com ou sem coroa, era a epítome da nobreza”. Elizabeth Windsor foi a segunda monarca mais longeva do mundo e governou o seu país por mais de 70 anos. Ela faleceu no Castelo de Balmoral, na Escócia, lugar que escolheu como seu descanso final. Em entrevistas anteriores, Mirren revelou que chegou a escrever uma carta para a rainha Elizabeth antes de começar a filmar “A Rainha”. O filme se focou numa época em que a rainha e a família real foram criticadas devido às suas reações após o acidente que causou a morte da princesa Diana. “Percebi que estávamos investigando uma parte profundamente dolorosa de sua vida, então escrevi para ela”, contou Mirren à revista Radio Times. “Como você escreve para sua rainha? Seria ‘Madame’ ou ‘Vossa Alteza’ ou ‘Vossa Majestade’? Eu disse: ‘Nós estamos fazendo este filme. Estamos investigando um momento muito difícil em sua vida. Espero que não seja horrível demais para você.'” Mirren completou dizendo que “não me lembro exatamente como falei. Eu só disse que em minha pesquisa me deparei com um respeito crescente por ela, e eu só queria dizer isso.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Helen Mirren (@helenmirren)
Jason Momoa raspa a cabeça em protesto ambiental
Cabelos longos vazem mal ao meio ambiente? O ator Jason Momoa, conhecido pela cabeleira ostentada em filmes como “Aquaman” e “Conan, o Bárbaro”, raspou a cabeça nesta quinta (8/9) em protesto contra a poluição ambiental. Ao cortar os cabelos, ele gravou um vídeo justificando a decisão de assumir o novo visual com um manifesto contra… plásticos! “Eu estou raspando o cabelo. E estou fazendo isso por causa dos… plásticos de uso único. Eu estou cansado dessas garrafas plásticas”, disse o ator. “Precisamos parar. Garfos de plástico, essa merda toda. Isso só impacta na nossa terra, no nosso oceano.” O discurso é digno de Aquaman. Ele continuou, dizendo que viu “algumas coisas no nosso oceano que são apenas tristes”. Logo em seguida, ele faz um apelo aos seus seguidores para que deixem de usar e comprar itens que possuam plásticos de uso único, já que a maior parte dos objetos descartados acabam parando na natureza e impactam o ecossistema. O plástico, como todos deveriam saber, não é biodegradável e passa muito tempo na natureza sem se decompor. Para se ter ideia, a estimativa de decomposição do plástico é de 450 anos, tempo em que fica poluindo o ambiente. Ao ser jogado no mar, é responsável por criar ilhas artificiais de sujeira, além de se tornar um perigo para a vida marinha. Jason Momoa estará de volta ao papel de Aquaman em “Aquaman e o Reino Perdido”, novamente dirigido por James Wan, que volta à função após ter comandado o longa de 2018. O filme ainda trará de volta Amber Heard como Mera, Patrick Wilson como Mestre do Oceano, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra, Dolph Lundgren como o Rei Nereus, Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman, e Nicole Kidman como Atlanna, a mãe do herói. Sem esquecer do roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, que, além de trabalhar no primeiro “Aquaman”, também foi parceiro de James Wan em “Invocação do Mal 2” (2016). Para completar, o elenco foi reforçado por Indya Moore (“Pose”) como Karshon, que nos quadrinhos é um tubarão mutante com poderes telepáticos, o galês Vincent Regan (“Poldark”) como Atlan, o antigo rei que afundou Atlântida, e a portuguesa Jani Zhao (“Peregrinação”) como Stingray, personagem inédita criada para o filme. A produção tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2023 no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies)
Angelina Jolie abre processo bilionário contra Brad Pitt
A atriz Angelina Jolie abriu um processo de US$ 250 milhões (o que dá aproximadamente R$ 1,3 bilhão) contra seu ex-marido Brad Pitt. A ação é motivada por suposta administração indevida de uma vinícola que o casal comprou no sul França, em 2008, reação a um processo anterior do ator. A defesa de Jolie alega que o ator “tomou posse” da propriedade como retaliação ao divórcio, enquanto a equipe de Pitt diz que ela está desvalorizando o negócio para vender a propriedade. A vinícola “Chateau Miraval’ pertencia 50% a Pitt e 50% a Jolie, sendo que a parte dela foi registrada sob o nome de uma empresa chamada Nouvel. Segundo informações do site Page Six, o processo inclui documentos que comprovam a divisão dos trabalhos do ex-casal. Enquanto Jolie era responsável pela administração dos projetos humanitários da dupla, como a Jolie-Pitt Foundation, cabia a Brad Pitt cuidar do negócio francês. Em outubro do ano passado, Jolie vendeu as suas ações para o grupo Tenute del Mondo, parte do Grupo Stoli, que tem os famosos vinhos Masseto e Ornellaia em seu portfólio. Na ocasião, Pitt tentou anular a negociação. Ele acabou entrando com uma ação contra a atriz para reverter a venda do imóvel em junho deste ano. Os advogados da atriz então reagiram com esse novo processo contra o ator. Eles alegam que Pitt agora “barrou Nouvel do Château Miraval e o trata como seu feudo pessoal” e “desperdiçou seus ativos, gastando milhões em projetos de vaidade, incluindo mais de US$ 1 milhão em reformas de piscinas e outros fundos restaurando um estúdio de gravação.” O processo alega que Jolie supostamente negociou por meses com a equipe de Pitt para lhe vender sua metade da vinícola – mas ele “fez uma demanda de última hora por condições onerosas e irrelevantes, incluindo uma disposição destinada a proibir Jolie de falar publicamente sobre os eventos que levaram ao colapso de seu casamento”. De acordo com o documento, Jolie não estava disposta a concordar com a “cláusula de silêncio” e, em vez disso, vendeu sua parte para a Tenute del Mondo. A revista People citou uma fonte próxima a Pitt sobre como o ator via o processo. “Este é apenas o mais recente de uma série de esforços deliberados para desviar, reciclar e reposicionar a verdade do que aconteceu nos últimos seis anos, pensando que pessoas razoáveis seriam enganadas por essas deturpações óbvias”, diz a fonte. “É difícil entender como deixar uma herança de 40% de algo é melhor do que 100% de algo, e é igualmente inexplicável como continuar a revisitar os mesmos pontos repetidamente possa ser benéfico para esta família”. Ironicamente, foi na grande área verde da Chateau Miraval que o ex-casal trocou alianças, em uma cerimônia simples, no ano de 2014. Dois anos depois, ele se separaram e estão brigando até hoje na Justiça por diversas divergências, inclusive sobre a guarda dos filhos.
Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming
Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming vai sobreviver à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, na última quarta (7/9), Iger também abordou as mudanças que o cinema deve enfrentar os próximos anos, numa palestra que deu muito o que falar. Analisando os serviços oferecidos atualmente, Iger avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. “Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não vai embora”, disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne. Em relação aos outros competidores, Iger se disse surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple “não são os negócios primários deles e são medidos, provavelmente, por padrões diferentes em termos de resultados, e servem a outros propósitos nessas empresas.” Por conta disso, “eles vão aguentar. Eles vão continuar a crescer e vão crescer bem. Eles têm bolsos fundos. Eles têm ótimo acesso aos consumidores. Eles têm plataformas tecnológicas fortes. Eles provaram que sabem fazer isso. Então eles ficam.” Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock (que nem chegou ao Brasil ainda). Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: “Eu não acho que todos eles vão conseguir.” Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. “A TV linear e a satélite estão marchando em direção a um grande precipício e serão empurradas”, afirmou Iger, que teve sob sua supevisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um “mundo de dor” para a transmissão convencional. “Não posso dizer quando, mas ela vai embora.” Em relação às salas de cinema, Iger elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente. “Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia”, disse ele, destacando que existem “cicatrizes permanentes” causadas pelas medidas de prevenção. “Competição, escolha… substitui a ida ao cinema”, explicou ele, afirmando que estamos vivendo numa era de muita ansiedade para a indústria, “porque esta é uma era de grande transformação.”












