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Etc, Filme

Chuck Norris é internado às pressas após emergência no Havaí

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18 de março de 2026
  • Etc

    Stenio Garcia testa positivo para covid aos 90 anos

    14 de setembro de 2022 /

    O ator Stenio Garcia testou positivo para Covid-19 e foi para um hospital devido ao agravamento dos sintomas da doença. O ator detalhou o seu estado de saúde num vídeo postado no Instagram antes de sair de casa, dizendo ter desobedecido um pedido da mulher, Marilene Saade, e tirou a máscara de proteção durante uma entrevista. “Estou me sentindo muito mal porque estou com o tal do Covid. Fui desobedecer a minha mulher, ela bem que tentou cobrir meu rosto, e eu tirei a máscara. Por favor, não tirem a máscara, usem! Isso aí é a única defesa que vocês têm. Não é nada bom pegar esse negócio. Espero que consiga me livrar disso logo, mas já estou passando mal”, afirmou o ator de 90 anos no vídeo. Na legenda, ele complementou o relato: “Durante esses dois anos e muitos meses de pandemia, minha mulher me protegeu porque sempre fui desligado com a saúde. Eu continuei tirando a máscara e, agora, infelizmente estou indo para o hospital porque estou me sentindo mal como nunca me senti antes”. “Pegar isso é horrível, e eu não acreditava que iria me deixar assim. Peço boas energias e espero em breve dar boas notícias. Eu quero viver e ainda quero fazer minha arte. Tirar a máscara é se expor a um vírus que ainda está circulando”, completou. O relato de Garcia remete à ocasião em que Marilena interrompeu uma entrevista que ele dava à RedeTV!, usando as próprias mãos para tapar o rosto do marido e interromper a conversa. Na ocasião, a atitude foi muito criticada na internet e pela apresentadora Sonia Abrão, da RedeTV!. Após a repercussão negativa, Marilene explicou que o artista enfrenta um problema no coração. “Os médicos me deram uma incumbência, disseram: ‘Não deixe ele tirar a máscara’. Eu jurei para três médicos que ele não ia tirar a máscara”, disse ela em entrevista à Record. Aparentemente, ele descumpriu a recomendação mais uma vez. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stenio Garcia Faro (@steniogarciaoficial)

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    Lázaro Ramos e Taís Araujo trocam juras de amor nos 18 anos de casamento

    14 de setembro de 2022 /

    Os atores Lázaro Ramos e Taís Araujo publicaram uma série de fotos românticas em seu Instagrams, para celebrar uma data especial na terça-feira (13/9). “Hoje completamos 6570 dias juntos. 18 anos que nos encontramos e entrelaçamos nossas vidas. Sabe, mozinho, sou muito feliz com você”, ele escreveu. “São 18 anos e o que eu posso dizer é que você é minha melhor escolha”, ela acrescentou. Cada um se manifestou em seu próprio perfil, mas parecia que estavam conversando. Lázaro comentou que, mesmo depois de tanto tempo, os dois ainda têm diversos motivos para rirem juntos. “Tantos dias se passaram e a cada um deles aparece mais forte uma compreensão e parceria maior”, escreveu. Taís complementou: “18 anos que passaram voando porque é bom, é leve, é inteiro, é recheado de amor. Te amo Mozinho e dizer sim pra gente todos os dias é um prazer, uma delícia e uma alegria”. As juras de amor continuaram do lado do ator. “Te amo mais que ontem e menos que amanhã. Obrigado, Taís Araujo, por ser essa companheira incrível. Feliz aniversário de casamento”, ele concluiu. “Sigamos juntos, nos amando e nos fortalecendo. Você me faz melhor! Te amo”, disse ela, em sua vez de concluir. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taís Araujo (@taisdeverdade) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos)

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  • Etc,  Filme

    Godard recorreu a suicídio assistido na Suíça

    13 de setembro de 2022 /

    O cineasta Jean-Luc Godard recorreu ao suicídio assistido na Suíça, onde nasceu e vivia desde os anos 1970, para dar fim à sua vida nesta terça (13/9). Mas “ele não estava doente, estava simplesmente exausto”. A informação foi revelada pelo jornal francês Libération, que citou fontes próximas ao diretor. Godard faleceu em sua casa em Rolle, às margens do lago Léman, na região de língua francesa da Suíça. “Essa foi a sua decisão, e era importante para ele que ela fosse conhecida”, afirmou a fonte do Libération. A Suíça é um dos poucos países que permite a prática do suicídio assistido. Ela consiste em causar morte por vontade própria, geralmente por meio da ingestão de medicamentos letais, com acompanhamento médico. Autor de dezenas de filmes ao longo de quase sete décadas de carreira, Godard era um diretores mais influentes do cinema francês e mundial. E mesmo avesso a entrevistas, chegou a revelar publicamente qual era a sua opção para encerrar a vida. “Não estou ansioso de prosseguir a qualquer preço. Se estiver doente demais, não tenho vontade alguma de ficar sendo arrastado em um carrinho de mão”, disse ele em uma entrevista em 2014. Recentemente, o ator Alain Delon, contemporâneo de Godard e que trabalhou com o cineasta no filme “Nouvelle Vague”, de 1990, afirmou que também pretendia usar o recurso do suicídio assistido. Alain sofreu um duplo AVC em 2019 e vem se recuperando aos poucos desde então. Embora seu estado de saúde seja considerado bom, recentemente, ele pediu para seu filho, Anthony, 57 anos, organizar todo o processo e acompanhá-lo em seus últimos momentos. O suicídio assistido é permitido na Suíça desde 1942 com uma grande exceção: que os motivos não sejam egoístas. No Brasil e na maioria dos demais países, o ato é considerado crime. Mas a repercussão da morte de Godard pode mudar isso na França. O presidente francês Emmanuel Macron anunciou nesta terça-feira, que fará uma consulta popular sobre o “fim da vida”, considerando uma possível legalização do suicídio assistido no país. Macron, que se declara “pessoalmente” favorável à medida, quer iniciar a discussão para ter uma lei pronta no fim de 2023. Mas ele reconheceu nesta terça que “este é tudo menos um assunto fácil e simples”.

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    Jean-Luc Godard, ícone da nouvelle vague, morre aos 91 anos

    13 de setembro de 2022 /

    O cineasta Jean-Luc Godard, maior nome da nouvelle vague e lenda do cinema francês, morreu nessa terça (13/9) aos 91 anos por suicídio assistido. Dono de uma carreira longeva e repleta de experimentações, Godard dirigiu mais de 130 obras, incluindo longas-metragens, curtas, séries de TV e documentários. Seus títulos mais conhecidos são também aqueles que ajudaram a revolucionar o cinema francês, como “Acossado” (1960), “Viver a Vida” (1962) e “O Demônio das Onze Horas” (1965). Nascido em Paris em 1930, Godard era filho de pais protestantes que viviam entre a França e a Suíça. Após terminar o ensino médio, ele se matriculou na universidade Sorbonne, em Paris, mas logo abandonou as aulas para frequentar os cinemas e cineclubes – onde encontrou outros colegas cinéfilos, como François Truffaut e Jacques Rivette. Os três, junto com Claude Chabrol e Maurice Scherer (mais conhecido como Eric Rohmer) começaram a escrever críticas e, em 1952, Godard publicou os seus primeiros artigos na revista Cahiers du Cinéma, fundada no ano anterior. Godard acabou expulso da revista depois de roubar o dinheiro do caixa e fugir para a Suíça, onde com a verba dirigiu o curta-documentário “Operação Beton” (1955). O roubo, de todo modo, não foi um caso isolado. Godard era conhecido por ser cleptomaníaco. Ele voltou para Paris em 1956, depois de trabalhar na TV suíça e passar um tempo em um hospital psiquiátrico. Ele começou a trabalhar como publicitário, escrevendo materiais promocionais para o estúdio 20th Century Fox, e conseguiu até voltar a escrever para a Cahiers du Cinéma. Neste período, dirigiu três curtas: “Charlotte e Seu Namorado” (1958), “Todos os rapazes se chamam Patrick” (1959) e “Uma História d’Água” (1961), co-dirigido com Truffaut. Com esta experiência, ele decidiu dirigir seu primeiro longa-metragem, que se tornou responsável por catapultar a sua carreira e por chamar atenção para um novo estilo de filmar, que foi batizado como “nouvelle vague” – ou, a nova onda do cinema francês. “Acossado” (1960) contava a história de um ladrão de carros (Jean-Paul Belmondo, que havia trabalhado com Godard no curta “Charlotte e Seu Namorado”) que usa seu charme para seduzir Jean Seberg embora fosse procurado por ter matado um policial. O filme é uma homenagem ao cinema clássico hollywoodiano, ao mesmo tempo que traz personagens sexualmente liberados e propõe a desconstrução da narrativa convencional, colocando câmeras onde escolas de cinema diziam para nunca colocar e fazendo uma edição de cenas que os mestres considerariam errada. Só que essa era a ideia da nova onda. Godard também empregou um estilo de montagem muito mais ágil, fazendo diferentes experimentos com imagens e sons dessincronizados, e chamando a atenção para a artificialidade do cinema – o oposto do que o naturalismo da montagem clássica pretendia. A novidade jogou os manuais de cinema no lixo. Mas foi um sucesso. “Acossado” venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim e deu origem aos filmes totalmente autorais. Depois disso, Godard começou a fazer um filme atrás do outro, sempre empregando doses de experimentalismo visual. Seus melhores trabalhos na década de 1960 foram: “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962), “Alphaville” (1965) e “O Demônio das Onze Horas” (1965), clássicos existencialistas. Mas paralelamente também desenvolveu uma fase maoísta, mais evidente em “A Chinesa” (1967), que se acirrou após os protestos estudantis de maio de 1968 e o viu perder adeptos. Ironicamente, também foi a fase em que filmou o documentário “Sympathy for the Devil” (One + One, 1968) com os Rolling Stones. Muitos destes primeiros filmes foram estrelados pela atriz e modelo dinamarquesa Anna Karina, que se casou com o diretor em 1961. Os dois tiveram um relacionamento tumultuado, que acabou em 1965. Godard chegou a adaptar esse relacionamento para o cinema no filme “O Desprezo” (1963), em que escalou ninguém menos que Brigitte Bardot como a versão ficcional de Karina. Em 1967, Godard se casou com a atriz Anne Wiazemsky, que também começou a atuar nos seus filmes. Este casamento durou até 1979. Na década de 1970, ele se juntou a um grupo de ativistas e cineastas de esquerda para formar o “Grupo Dziga Vertov”, nomeado em homenagem ao famoso cineasta russo. O grupo comandou diversos filmes, como “Tudo Vai Bem” (1972) e “Letter to Jane: An Investigation About a Still” (1972), ambos estrelado por Jane Fonda. Em 1977, Godard voltou para a Suíça e passou a morar com a cineasta Anne-Marie Miéville. Foi o relacionamento mais duradouro da vida do diretor, que persistiu até o final da sua vida. Abrindo uma nova fase, ele dirigiu em 1980 “Salve-se Quem Puder (A Vida)”, uma obra que se propôs a examinar os relacionamentos sexuais acompanhando três protagonistas que interagem entre si. O filme foi exibido no Festival de Cannes e saudado como o grande retorno do cineasta. Foi também um enorme sucesso de bilheteria no país. “Salve-se Quem Puder (A Vida)” deu um novo fôlego para a carreira de Godard, que passou a realizar vários filmes consagrados, como “Paixão” (1982), “Detetive” (1985) e principalmente “Eu Vos Saúdo Maria” (1985), que teve grande repercussão pelo tema: uma estudante universitária, que fica grávida sem ter relações sexuais. Considerado uma blasfêmia, foi proibido em vários países, inclusive no Brasil. A polêmica voltou a sacudir a carreira do infant terrible, que a partir daí radicalizou de vez. Seu filme “Rei Lear” (1987), estrelado por nomes como Woody Allen, Leos Carax, Julie Delpy e Burgess Meredith, dividiu a crítica. O Washington Post afirmou que se tratava de um “total desrespeito de Godard a uma apresentação sustentada e coerente das suas ideias”, enquanto o Los Angeles Times afirmou que se tratava de “obra de um gênio certificado.” Na década de 1990, Godard comandou filmes como “Nouvelle Vague” (1990), estrelado por Alain Delon, “Infelizmente Para Mim” (1993), com Gerard Depardieu, e “Para Sempre Mozart” (1996). Porém, o grande destaque desse período foi a série documental “Histoire(s) du cinéma”, iniciada em 1989 e finalizada em 1999. Com um total de 266 minutos e exibida pela emissora francesa Canal Plus, a série consistiu de entrevistas, cenas de filmes clássicos e imagens de arquivo para narrar um século da História do Cinema. Numa entrevista ao jornal francês Libération, publicada anos após o lançamento, Godard descreveu o projeto como “um pouco como meu álbum de fotos de família – mas também o de muitos outros, de todas as gerações que acreditaram no amanhecer. Só o cinema poderia reunir o ‘eu’ e o ‘nós’”. Com a chegada do novo século, Godard voltou a inovar em obras como “Filme Socialismo” (2010), “3x3D” (2013) e “Adeus à Linguagem” (2014), filmes que, como o último título sugere, rompiam de vez com a linguagem tradicional cinematográfica – algo que Godard já vinha fazendo, pouco a pouco, desde o início da sua carreira. Radicais, mantiveram a divisão crítica entre os que consideraram as obras geniais e os que não viram mais cinema nas realizações do cineasta, apenas instalações de arte. Seus últimos créditos como diretor foram o documentário “Imagem e Palavra”, basicamente uma colagem de imagens de arquivo e gravações aleatórias, e o curta “Spot of the 22nd Ji.hlava IDFF”, ambos de 2018. Nos seus últimos anos, Godard se tornou completamente recluso. Ele se recusava a dar entrevistas, não aceitava prêmios e não viajava para os festivais. Quando lhe foi oferecida a Ordem Nacional do Mérito da França, ele recusou, dizendo: “Não gosto de receber ordens e não tenho méritos”. E quando foi premiado com um Oscar honorário em 2010, ele se recusou a viajar para Los Angeles para aceitá-lo pessoalmente. Anne-Marie Miéville disse na época que Godard “não irá para a América, ele está ficando velho demais para esse tipo de coisa. Você faria todo esse caminho apenas por um pedaço de metal?” Ao longo da carreira, Godard colecionou mais de 50 “pedaços de metal”, incluindo prêmios nos principais festivais de cinema do mundo, como o Urso de Ouro no Festival de Berlim (que ele venceu por “Eu Vos Saúdo Maria”), no Festival de Cannes (por “Imagem e Palavra” e “Adeus à Linguagem”), entre muitos outros. Ao saber da morte do cineasta, o ex-ministro da Cultura da França, Jack Lang, disse à rádio France Info que Godard era “único, absolutamente único… Ele não era apenas cinema, era filosofia, poesia”. O presidente francês Emmanuel Macron também prestou a sua homenagem, chamando-o de “iconoclasta”. “Inventou uma arte decididamente moderna, intensamente livre. Nós perdemos um tesouro nacional, um olhar de gênio”, definiu o governante. Ce fut comme une apparition dans le cinéma français. Puis il en devint un maître. Jean-Luc Godard, le plus iconoclaste des cinéastes de la Nouvelle Vague, avait inventé un art résolument moderne, intensément libre. Nous perdons un trésor national, un regard de génie. pic.twitter.com/bQneeqp8on — Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) September 13, 2022

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    Confira visual das estrelas das séries no tapete vermelho do Emmy 2022

    12 de setembro de 2022 /

    Os famosos já iniciaram seu desfile pelo tapete vermelho do Emmy 2022, premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA que acontece na noite desta segunda (12/9) no Microsoft Theatre em Los Angeles. O primeiro a chegar no local foi Karamo Brown, do reality “Queer Eye”, da Netflix, elegantíssimo em um smoking azul-marinho. Vários outros astros e estrelas já atraíram flashes desde então, como Zendaya num vestido de gala de Valentino, Andrew Garfield, Bob Odenkirk, Christina Ricci, Elle Fanning, Nicholas Hoult, Jeremy Strong, Steve Martin, Martin Short, Laura Linney, Kaitlyn Dever, Jean Smart, Hannah Waddingham, Brett Goldstein, Kerry Washington, Lily James, Colman Domingo, Alexandra Daddario, o casal de “Round 6” Jung Ho-yeon e Lee Jung-jae, e muitos mais. O Emmy 2022, que premia os melhores do ano no universo das séries, é transmitido no Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo alguns dos cliques. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmys / Television Academy (@televisionacad) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cosmopolitan (@cosmopolitan) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por instylemagazine (@instylemagazine) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hollywood Reporter (@hollywoodreporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por USA TODAY Life (@usatodaylife) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fotogramas (@fotogramas_es) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmys / Television Academy (@televisionacad) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmys / Television Academy (@televisionacad) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmys / Television Academy (@televisionacad) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix Queue (@netflixqueue)

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    Drew Barrymore diz que “sempre vai amar” Justin Long

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz e apresentadora Drew Barrymore (“Santa Clarita Diet”) declarou o seu amor eterno ao ex-namorado Justin Long (“Tusk – A Transformação”) no primeiro episódio da 3ª temporada do seu programa de entrevistas, “Drew Barrymore Show”, exibido nesta segunda (12/9) nos EUA. O reencontro do casal foi emocionante. Enquanto conversavam sobre o passado, Long disse: “Adoro que mantivemos nosso amor, porque sei que do meu lado ele nunca irá embora. Eu te amo sempre. Fico feliz que ainda possamos ter isso. Eu quero dizer isso. Eu vou te amar para sempre.” A declaração foi imediatamente retribuída por Barrymore. “Eu sempre vou te amar muito”, disse ela, em meio as lágrimas. “Você foi tão importante para mim. Sinto que passamos por tanta coisa juntos.” Os dois namoraram entre 2007 e 2010, período em que estrelaram juntos as comédias românticas “Ele Não Está Tão a Fim de Você” (2009) e “Amor à Distância” (2010). Embora o relacionamento tenha durado pouco tempo, Barrymore falou que é “muito grata” por Long ter feito parte da sua vida. “Quando costumávamos conversar pelo FaceTime, eu sempre dizia: ‘Sabe, eu realmente cresci, Justin’”, continuou ela. “Eu sempre quis provar a você que eu era uma pessoa diferente de quando namoramos.” Por mais que os dois estejam bem hoje, eles próprios definiram seu relacionamento como um “caos”. “A gente ficava juntos e a gente terminava”, lembrou Barrymore. “Foi muito divertido.” Desde que terminaram, Justin Long já teve um relacionamento com a atriz Amanda Seyfried (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e atualmente está namorando com a atriz Kate Bosworth (“Superman: O Retorno”). Quanto a Barrymore, ela foi casada com o ator Will Kopelman (“Mundo Fashion”) de 2012 a 2016, com quem teve duas filhas, Olive, de nove anos, e Frankie, de oito. A atriz disse que nunca pretende se casar novamente, mas considera que pode voltar a “viver com alguém” algum dia. Assista abaixo um trecho da entrevista de Drew Barrymore com Justin Long.

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    Anna Kendrick fica presa em elevador no Festival de Toronto

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) ficou presa num elevador no último domingo (11/9), enquanto participava do Festival Internacional de Cinema de Toronto. O fato foi compartilhado pela própria Kendrick no seu Instagram. “Ah, a clássico desculpa: ‘estou atrasada para este festival de cinema porque tive que ser resgatada de um elevador’ #TIFF22”, brincou a atriz na sua publicação, na qual é possível ver ela e outras pessoas presas no elevador. No vídeo, Kendrick faz piadas, dizendo que é preciso economizar a água, já que eles não sabem quanto tempo vão ficar ali. Em entrevista posterior, a atriz falou sobre o seu senso de humor diante da situação. “Eu não conseguia parar de fazer piadas. Embora, talvez seja um mecanismo de defesa”, disse ela. Eventualmente, um grupo de bombeiros chegou ao local e ajudou as pessoas a saírem pela escotilha no teto do elevador – já que o mesmo estava parado entre dois andares. Até enquanto estava sendo resgatada, Kendrick continuava a fazer piadas, agradecendo por ter usado um vestido longo, já que estava sendo erguida para o teto do elevador. “Eu saí. Alguns adoráveis ​​bombeiros canadenses me fizeram rastejar para fora da escotilha”, lembrou a atriz. “Mas, sim, éramos, tipo, sete de nós em um elevador apenas esperando para ser resgatados pelos bombeiros. Era tão absurdo que isso acontecesse em um festival de cinema que tudo parecia imediatamente cômico.” Kendrick está no Festival de Toronto para promover seu novo trabalho, “Alice, Darling”, que não tem nada de engraçado: o filme conta a história de uma mulher presa, mas em um relacionamento abusivo. A produção independente é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy, diretora de séries como “Industry” e “Silent Witness”, e ainda não tem previsão de estreia comercial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Kendrick (@annakendrick47)

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    Britney Spears não fará mais shows após pai traumatizá-la: “Tentou me matar”

    12 de setembro de 2022 /

    Britney Spears disse que está tão traumatizada pelo que sofreu na tutela do pai que não deve voltar a fazer shows. O desabafo foi publicado no Instagram, mas ela deletou a mensagem logo depois. Segundo a cantora, as experiências de ser forçada a cantar pelo pai a fizeram odiar se apresentar em shows. “Estou tão traumatizada na vida e provavelmente nunca vou performar de novo, só porque sou teimosa e vou provar o meu ponto”, ela afirmou. Entre os exemplos de traumas, ela citou falta de controle criativo – apenas os visuais para a faixa “Work Bitch”, lançada durante o período, agradaram à cantora. Ela também não tinha direito a escolher equipe e se viu forçada a trabalhar com dançarinos com quem brigava. Britney acrescentou não tinha acesso nem às próprias fotos de turnês e ensaios, mesmo que esperasse ansiosamente por meses. O último show de Britney aconteceu em 2017, quando encerrou residência em Las Vegas. Mesmo com o fim da tutela, ele não mencionou planos para apresentações ou turnês, mas lançou a faixa “Hold Me Closer,” com Elton John. Depois de deletar o post, ela publicou outro com um áudio em que diz que reza para que os pais “queimem no inferno”. No áudio, ela lembra quando era criança e teve um cisto no seio. Seus pais fizeram com que ela fizesse um tratamento como se fosse câncer, mas não era. Na visão de Spears, eles “estavam apenas sendo malvados” e ela sentiu “que meu pai estava tentando me matar”. Ao compartilhar a mensagem, a cantora ainda escreveu: “Faz apenas 10 meses que a tutela acabou. Eu não desejaria esse tipo de dor a ninguém! É extremamente difícil pra mim aceitar o fato de que minha família fez isso comigo. Vai ser difícil pelo resto da minha vida. Quanto a minha mãe e meu pai, que sentaram e esconderam café de mim, para eu acordar e me sentir morta e assustada como uma senhora, e me jogaram fora, eu digo isso em voz alta e com orgulho: eu rezo para que vocês queimem no inferno”. Após este novo desabafo, o Instagram inteiro de Britney saiu do ar.

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    Jack Ging, ator de “Esquadrão Classe A”, morre aos 90 anos

    12 de setembro de 2022 /

    O ator Jack Ging, conhecido pelo seu papel como Harlan “Bull” Fulbright na série “Esquadrão Classe A”, morreu na última sexta-feira (9/9), aos 90 anos. Ging morreu de causas naturais na sua casa, na Califórnia, conforme confirmou a sua esposa, Apache Ging, ao site The Hollywood Reporter. Além da participação em oito episódios de “Esquadrão Classe A”, Ging também é conhecido pela sua parceria com Clint Eastwood (“Cry Macho”), tendo atuado ao lado do astro nos filmes “A Marca da Forca” (1968), dirigido por Ted Post, “Perversa Paixão” (1971) e “O Estranho Sem Nome” (1973), ambos dirigidos pelo próprio Eastwood. Jack Lee Ging nasceu em 30 de novembro de 1931, em Alva, Oklahoma. Ele frequentou o internato em Santa Fé, Novo México, e serviu quatro anos no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. Depois disso, jogou futebol americano por três temporadas na Universidade de Oklahoma e mais uma temporada na Liga Canadense de Futebol Americano. Inspirado por Tyrone Power (“Testemunha de Acusação”), que também foi membro dos Fuzileiros Navais, Ging resolver tentar a sorte como ator. Ele estudou atuação em Nova York e em 1958 conseguiu seus primeiros papeis, nas séries “The Rough Riders” e “Highway Patrol”, além de ter feito uma participação não-creditada no filme “A Delícia de um Dilema”. Em pouco tempo, Ging começou a se tornar um rosto conhecido na TV, aparecendo em oito episódios de “Mackenzie’s Raiders” (entre 1958 e 1959) e em 14 episódios de “Tales of Wells Fargo” (1961), além de ter feito diversas outras participações esporádicas em outras séries. Ainda que “Tales of Wells Fargo” fosse uma série de sucesso e representasse uma boa exposição para Ging, ele ficou insatisfeito com a sua participação. “Do jeito que acabou, eu estava apenas segurando o cavalo de Dale Robertson [protagonista da série]”, lembrou ele. Ging acabou abandonando a série, o que constituía uma quebra de contrato. Foram necessários algumas negociações para que ele pudesse continuar trabalhando na indústria. Enquanto isso, ele foi para o cinema. Ging estrelou o filme “Surpresas do Destino” (1960), sobre um herói relutante nos últimos dias da Guerra da Coréia, e fez uma participação em “Ecos do Passado” (1960), sobre um sujeito que retorna para sua cidade natal depois de passar seis anos preso. Ainda participou de “Intimidade Perigosa” (1966), “O Homem-Cobra” (1973), “Bolt – O Homem Relâmpago” (1973) e “Die Sister, Die!” (1978), entre outros. De volta à TV, também se destacou na série policial “Mannix” (entre 1968 e 1974) e teve um papel recorrente em “Tempo Quente” (aparecendo em mais de 30 episódios entre 1984 e 1985). Sua participação em “Esquadrão Classe A” foi igualmente recorrente, em episódios exibidos entre 1983 e 1986, e acabou quando seu personagem foi morto. O ator chegou a brincar com isso. “Era uma série para crianças. Eles davam 10 mil tiros de metralhadoras de todos os telhados e jogaram bombas e granadas, mas ninguém nunca foi morto – exceto eu”, contou ele certa vez, rindo. Seu último trabalho como ator foi uma participação na série “De Pernas Pro Ar”, em 1994. Além de atuar, Jack Ging também gostava muito de jogar golfe com outros atores, como Dean Martin (“Um Rally Muito Louco”) e James Garner (“Diário de uma Paixão”).

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    Alain Tanner, pioneiro do cinema engajado, morre aos 92 anos

    11 de setembro de 2022 /

    O cineasta Alain Tanner, pioneiro do cinema engajado e cineasta suíço mais premiado e reconhecido no exterior, morreu neste domingo (11/9) aos 92 anos. Contemporâneo da nouvelle vague francesa, Tanner é creditado como um dos principais responsáveis por lançar a new wave cinematográfica da Suíça. Ele começou a chamar atenção com seus curtas nos anos 1960 – um deles premiado no Festival de Veneza – antes de abalar estruturas com a estreia em longa-metragem, “O Último a Rir”, em 1969. História de um empresário que decide abandonar o capitalismo para viver à margem da sociedade, o filme venceu o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno. Logo em seguida, foi premiado no Festival de Berlim com o triângulo de “A Salamandra” (1971), o mais próximo que chegou da nouvelle vague. Mas a partir daí sua obra se tornou cada vez mais politizada, numa ruptura que o alinhou a Costa-Gavras (“Z”) e ao Cinema Novo brasileiro. Em “Amantes no Meio do Mundo” (1974), questionou a xenofobia dos políticos suíços. E em “Jonas Que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000” (1976), possivelmente seu filme mais conhecido entre os cinéfilos nacionais, apresentou uma utopia imaginada por jovens contestadores. Ele conquistou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes com “A Anos-Luz”, história metafórica sobre um homem que afirmava ter aprendido a voar com dicas dos pássaros. Então, em 1983 descobriu a “luz branca” que passou a definir a relação de Lisboa com o cinema, no clássico “A Cidade Branca”. Os portugueses adoram este filme, que venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Filme Estrangeiro em Francês. Quinze anos depois, Tanner voltou a filmar Lisboa em “Réquiem – Um Encontro com Fernando Pessoa” (1998), baseado na obra do escritor italiano Antonio Tabucchi, em que busca entender o que constitui a identidade do povo português. Também retomou os personagens de “Jonas que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000” na sequência “Jonas e Lila, até Amanhã” (1999), em que o protagonista chega aos 25 na véspera do novo milênio, desiludido e sem os ideais de outrora. Depois de diversos filmes, encerrou a carreira em 2012 num pequeno filme para televisão, integrado numa série de obras comemorativas do aniversário de 300 anos de nascimento do filósofo Jean-Jacques Rousseau. Em 2010, recebeu um prêmio pelas realizações da carreira no Festival de Locarno, ocasião em que refletiu sobre sua trajetória, dizendo que chegara a hora de descansar, depois de tanto lutar.

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    Ricky Martin volta a enfrentar acusações de agressão sexual

    11 de setembro de 2022 /

    Ricky Martin voltou a enfrentar novas acusações de agressão sexual. Um novo processo foi aberto em Porto Rico depois que cantor deu início à sua própria ação contra seu sobrinho Dennis Yadiel Sánchez Martin, autor de denúncias anteriores, que foram retiradas após questionamento nos tribunais. O nome do autor do atual processo não foi revelado, mas a defesa de Martin diz que foi novamente o sobrinho do artista. “Essas alegações são extremamente ofensivas e completamente desvinculadas da realidade”, disse o advogado de Martin, José Andréu-Fuentes, em um comunicado. “Quando este homem fez alegações semelhantes anteriormente, seu processo legal teve que ser retirado – até porque ele mesmo admitiu sob juramento que Ricky Martin nunca o agrediu de forma alguma”. Andréu-Fuentes continuou: “Agora, após ser processado por tentar extorquir o Sr. Martin, ele está tentando espalhar suas mentiras novamente. Já passou da hora de a mídia parar de dar a esse indivíduo profundamente perturbado o oxigênio da publicidade, de modo a permitir que ele obtenha a ajuda de que tão claramente precisa”. Anteriormente, Martin havia sido acusado por seu sobrinho de abuso doméstico e uma ordem de restrição chegou a ser concedida pela justiça de Porto Rico, mas logo depois foi cancelada junto com o processo. Revelando que o sobrinho continuava a ameaçá-lo e exigindo dinheiro para parar, Martin anunciou que o levaria à Justiça, exigindo US$ 20 milhões por suas tentativas de “assassinar” sua reputação. “As ações imprudentes, maliciosas e culposas do réu Sanchez foram motivadas pelo desejo de expor o autor ao ódio e desdém de sua base de fãs, ameaçar suas oportunidades de negócios e destruir sua reputação”, diz o documento da ação do cantor.

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    Viúvo de Paulo Gustavo inicia romance com o cantor Silva

    11 de setembro de 2022 /

    Thales Bretas, viúvo do humorista Paulo Gustavo, começou novo romance. Um ano após a morte do marido, com quem tem dois filhos, o médico assumiu um relacionamento com o cantor Silva. Os dois foram juntos ao Rock in Rio e, em entrevista ao jornal Extra, Bretas contou que está indo devagar com o relacionamento. “Acho ele super legal. A gente está se conhecendo. Mas as pessoas ficam apressando as coisas, querendo saber. Deixa rolar”, disse ele. Esta foi a primeira vez que o dermatologista assumiu um relacionamento em público após a morte de Paulo, que faleceu em 2021, em decorrência da covid-19. Com 34 anos – mesma idade de Bretas – , Silva é considerado um dos grandes nomes da MBP da atualidade. Ele surgiu com o álbum “Claridão” em 2012, fez um álbum em homenagem à cantora Marisa Monte e já cantou como Anitta, Ludmilla e Ivete Sangalo.

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    Marsha Hunt, lenda de Hollywood, morre aos 104 anos

    11 de setembro de 2022 /

    A atriz Marsha Hunt, estrela da era de ouro de Hollywood e primeira grande ativista do cinema, que teve a carreira prejudicada pela paranoia comunista e caça às bruxas do Congresso dos EUA, morreu na quarta-feira (7/9) de causas naturais em sua casa em Sherman Oaks, onde morava desde 1946. Ela tinha 104 anos. O anúncio foi feito no sábado (10/9) pelo diretor Roger C. Memos, que filmou um documentário sobre sua vida, “Marsha Hunt’s Sweet Adversity” (2015). Ex-modelo que assinou com a Paramount Pictures aos 17 anos, a atriz de Chicago estreou em 1935 nos cinemas, com um papel no drama jurídico “Cumpra-se a Lei”. Ela apareceu como uma ingênua e interesse amoroso em vários filmes – John Wayne a namorou em “Trunfos na Mesa” (1937) – , e ao fim de seu contrato em 1938 passou a atuar para a MGM, onde fez seu primeiro grande sucesso, como uma estudante suicida ao lado de Lana Turner em “Estas Grã-Finas de Hoje” (1939). No mesmo ano, chamou atenção em “Heroica Mentira”, em que interpretou a mesma personagem dos 16 aos 65 anos de idade. E em seguida viveu a irmã deselegante Mary Bennet numa versão de “Orgulho e Preconceito” (1940) em que Laurence Olivier viveu o arrogante Mr. Darcy. Hunt também trabalhou no noir “Um Assassino de Luvas” (1942), que foi o primeiro longa do diretor Fred Zinnemann nos Estados Unidos, e apareceu ao lado de Mickey Rooney em “A Comédia Humana” (1943), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Entre seus últimos papéis dessa fase, ainda se destacam os clássicos noir “Desespero” (1947), em que saiu no tapa com Susan Heyward, e “Entre Dois Fogos” (1948), no qual interpretou a advogada mocinha que ajuda Dennis O’Keefe a sair da prisão e se livrar de uma cilada de Raymond Burr. Embora nunca tenha atingido o status de seus colegas de elenco, ela já tinha mais de 50 filmes na carreira quando se juntou com seu segundo marido, o roteirista Robert Presnell Jr., num movimento pró-liberdade de expressão que em 1947 questionou a legalidade do Comitê de Atividades Antiamericanas da Câmara, criado com a intenção de identificar e expulsar os comunistas da indústria do entretenimento. O grupo do protesto, que também incluía Humphrey Bogart, Lauren Bacall, Danny Kaye, John Huston e outros liberais de Hollywood, fretou um avião para Washington para participar das audiências para apoiar 19 roteiristas que estavam sob escrutínio sob a suspeita de serem comunistas. Quando os conservadores reagiram ao movimento com a imposição da infame Lista Negra, que proibiu Hollywood de contratar supostos subversivos, todos os corajosos do movimento deram para trás, incluindo Bogart, que viveu inúmeros valentões na tela. Vieram à público dizer que foram enganados pelos comunistas e que sua viagem a Washington foi imprudente. Isso talvez tenha salvo suas carreiras, pois Marsha Hunt não se arrependeu nem se retratou, e teve o nome incluído na Lista Negra em junho de 1950, passando a ser proibida pelo panfleto de direita de trabalhar em Hollywood. “Sabe, eu nunca me interessei pelo comunismo”, disse ela em uma entrevista de 2004. “Eu estava muito interessada em minha indústria, meu país e meu governo. Mas fiquei chocada com o comportamento do meu governo e seus maus tratos à minha indústria. E então eu reclamei e protestei como todo mundo naquele voo. Mas então me disseram que eu não era uma ativista liberal, mas uma comunista e estava na Lista Negra. Era tudo sobre controle e poder”. “A maneira como se obtém o controle é fazer com que todos concordem com o que for apropriado no momento, o que for aceito. Não questione nada, não fale, não tenha suas próprias ideias, não questione, nunca seja eloquente, e se você for uma dessas coisas, você é controverso. E para eles isso era ruim, talvez pior do que ser comunista. Por isso me acusavam disso, pois você perdia sua carreira, seu bom nome, suas economias, provavelmente seu casamento e seus amigos se fosse considerada comunista. Foi terrível, simplesmente terrível.” Chamá-la de comunista era uma aberração enorme e típica da época da caça às bruxas, pois, quando não estava atuando, Hunt servia como anfitriã no famoso Hollywood Canteen para militares americanos. Prejudicada pelo governo dos EUA, sua carreira nunca mais foi a mesma. Sem trabalho, decidiu se dedicar a causas. Passou a viajar o mundo como ativista de esforços humanitários, fazendo aparições em nome das Nações Unidas e se tornando o que ela chamava de “patriota do planeta”. Aos poucos, a Lista Negra foi perdendo a eficácia, o que permitiu à atriz começar a aparecer, pouco a pouco, como estrela convidada em programas de TV, atuando em episódios da semana de séries como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Gunsmoke”, “Ben Casey” e “Têmpera de Aço” (Ironside). Retomou também o trabalho cinematográfico, mas em papéis bem menores do que estava acostumada – como a mãe do jovem Brandon De Wilde em “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959) e a dona de um hotel no western “Os Destruidores” (1960). Anos depois, estrelou o marcante “Johnny Vai à Guerra” (1971), escrito e dirigido pelo famoso roteirista da Lista Negra Dalton Trumbo. Hunt interpretou a mãe do soldado amputado, vivido por Timothy Bottoms, num drama tão forte que transformava o protesto contra a Guerra do Vietnã numa obra de terror. Ela permaneceu ativa nas telas até os anos 1980, quando ainda pôde ser vista em algumas séries populares, como “Assassinato por Escrito”, “Matlock” e “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”. Mas logo a atuação se tornou secundária a seu trabalho no conselho do SAG (Sindicato dos Atores dos EUA), onde encabeçou vários comitês progressistas. Um deles passou a cobrar os estúdios para contratar atores minoritários em papéis que não fossem estereotipados. Não satisfeita, ela ainda se dedicava a ajudar os sem-teto de sua cidade, virando a prefeita honorária de Sherman Oaks. Mesmo com tantas funções, voltou às telas, de forma surpreendente, com 91 anos no elogiado filme indie “Chloe’s Prayer” (2006), de Maura Mackey, e ainda fez, dois anos mais tarde, participação no telefilme “Meurtres à l’Empire State Building”, que reuniu várias estrelas da velha Hollywood – inclusive seu antigo parceiro Mickey Rooney e Kirk Douglas, em seu último papel. Em abril de 2015, ela virou nome de prêmio, o Marsha Hunt for Humanity, criado por Kat Kramer, filha do célebre diretor e produtor Stanley Kramer, para reconhecer o esforço de artistas em prol da humanidade. Hunt foi “uma das primeiras grandes atrizes de Hollywood a dedicar sua vida a causas”, observou Kramer sobre a escolha de seu nome para representar o prêmio, “e abriu o caminho para Angelina Jolie, Sean Penn, Jane Fonda, Lily Tomlin, Patricia Arquette, Sharon Stone, George Clooney, Matt Damon, Don Cheadle, Tippi Hedren, Ed Begley Jr., Ed Asner e Martin Sheen – e todas as celebridades que usam sua fama para realizarem mudanças.”

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