José de Abreu processa Cassia Kis por LBTQfobia
O ator José Abreu resolveu processar a colega Cassia Kis na Justiça por conta de falas homofóbicas proferidas numa live da jornalista Leda Nagle no final de outubro. Por meio da advogada Luanda Pires, especialista em Direito Antidiscriminatório, ele entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Federal e ingressou na Secretária de Justiça de São Paulo, acusando a atriz de cometer o crime de LGBTfobia. Ele também protocolou uma ação cível coletiva, pleiteando uma indenização a ser revertida em favor da comunicade LGBTQIAP+. A ação é movida em conjunto com a psicóloga Paula Dalaio e instituições como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos) e o Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero. “Trabalho em um ambiente onde a grande maioria é gay, lésbica, enfim, LGBT. Aí vem a Cassia Kis com mais de 40 anos de carreira e fala isso! As pessoas ficaram espantadas, porque não esperavam isso de uma colega. A Globo, inclusive, vem trabalhando com inserção contra todos os tipos de preconceito, abrangendo o seu quadro”, desabafou o ator ao site Heloísa Tolipan. Atualmente no ar na novela “Mar do Sertão”, o ator lembra que já trabalhou com Cassia em diversas ocasiões. “No ‘Porto dos Milagres’ a relação foi muito difícil, não só comigo, mas com todo mundo. A impressão que a gente tinha é que ela criava um ambiente de ódio contra ela, que era a maneira dela aparecer”, lembra. José de Abreu tem uma filha transexual, Bia. As falas de Cassia Kis já renderam vários outros processos, abertos pelo deputado estadual de São Paulo Agripino Magalhães, o produtor cultural Heitor Werneck, a advogada Márcia Verçosa de Sá Mercury (filha da cantora Daniela Mercury e da empresária Malu Verçosa) e o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, liderado por Claudio Nascimento. Os processos são motivados por falas que atacam as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) por destruírem as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, ela disse na live de Leda Nagle, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”.
Nicole Bahls revela abuso sofrido na época do “Pânico”: “Enfiou a mão”
A ex-panicat Nicole Bahls disse ter sofrido forte assédio de um diretor na época que trabalhava no programa “Pânico”. Ela fez a revelação nesta terça (15/11) em participação no podcast “Quem Pode, Pod”, de Fernanda Paes Leme e Giovanna Ewbank. “Teve um momento só. Eu fui gravar uma entrevista, tinha um diretor de teatro que é superconhecido, mas não quero expor o nome dele. Ele enfiou a mão na minha saia, enfiou muito forte. Tinha muita gente olhando, me fez mal naquele momento, depois eu absorvi. Mas fiquei com medo de falar o que eu estava sentindo na época e perder o trabalho no ‘Pânico”, contou ela, sem revelar o nome do diretor. Mas foi Gerald Thomas e as cenas foram exibidas no “Pânico na Band”. Veja abaixo. Em seguida, ela fez críticas ao programa: “Perdeu o toque e ultrapassou os limites do humor. Quando o humor deixa alguém triste, ele deixa de ser humor. Como estava subindo a audiência, e a gente com 20 anos, ganhando dinheiro que a gente nunca tinha ganhado, então [eu falava:] ‘Estou superfeliz aqui’. Eu ficava lá feliz, eu era muito nova, não tinha maturidade para identificar a gravidade de muitas coisas que aconteciam ali. Nunca sofri assédio [lá dentro], tenho como uma família. A Sabrina não preciso nem falar, mas quando eu vejo algum vídeo eu falo: ‘Meu Deus’. O diretor estimulava aquela confusão [entre as panicats] para gerar conteúdo”. Veja abaixo a entrevista completa e a cena em que Gerald Thomas abusa de Nichole Bahls.
Kate Winslet doa R$ 93 mil à mãe de criança com paralisia cerebral
A atriz inglesa Kate Winslet (Mare of Easttown”) surpreendeu a mãe de uma menina de 12 anos com paralisia cerebral, ao doar o valor total de uma campanha para pagar a conta de luz de sua casa e assim impedir a morte da criança, que depende de aparelhos respiratórios. Anualmente, a família gasta 17 mil euros (R$ 93 mil na cotação de hoje) com o custo de energia da casa por conta dos equipamentos. Sem dinheiro para cobrir os custos, Carolynne Hunter fez uma campanha nas redes sociais, pedindo doações. Kate Winslet ficou sabendo da história por uma matéria da BBC Escócia e doou o valor total dos custos. Segundo a BBC, a estrela também entrou em contato com a mãe para desejar boa sorte à família. “A nossa jornada como família foi muito traumática e me sinto realizada neste momento da minha vida. Quando soube do dinheiro, comecei a chorar – pensei que nem era real. Ainda estou pensando, será que é real?”, disse Hunter à BBC Escócia. Graças à guerra entre Rússia e Ucrânica, os custos de energia dispararam no Reino Unido – e na Europa – , tornando esse tipo de situação cada vez mais comum. “Vou ser ajudada, mas e quanto a todos os outros? Eu queria que o governo pagasse por isto e fizesse a coisa certa – não deveria ser uma celebridade a intervir”, ponderou Hunter.
Sthe Matos sai de cadeira de rodas de hospital após acidente rodoviário
A ex-Fazenda Sthe Matos revelou nas redes sociais que teve alta hospitalar na tarde desta terça (15/11). Ela sofreu um grave acidente rodoviário na última sexta-feira (11/11), quando o ônibus privado do namorado, o cantor Kevi Jonny, capotou na estrada rumo a um show no interior da Bahia. Ela quebrou cinco vértebras entre a lombar e o tórax, precisa usar colete especial e saiu de cadeira de rodas do Hospital Municipal de Cristópolis, mas se disse feliz porque poderia ter sido muito pior, devido ao impacto em seu corpo durante o acidente. “Voltando para casa. Toda glória seja dada a Deus que até aqui me sustentou e me livrou de todo mal”, legendou ela junto de fotos, que registraram sua chegada num aeroporto, empurrada de cadeira de rodas pelo namorado. Sthe contou mais detalhes no fim de semana. “Essa fratura, gente, me faz sentir muita dor”, desabafou. Mas considerou que, apesar de tudo, teve sorte. “Deus como sempre maravilhoso na minha vida, me livrou de algo muito mais grave, algo pior, E me deu mais uma nova chance de viver”, ponderou. A semifinalista de “A Fazenda 13” também detalhou no Stories do Instagram como foi seu acidente. “No acidente, eu fui arremessada para dentro do bagageiro do ônibus. Levei uma pancada muito forte na cabeça e nas costas e desmaiei no momento da batida. Segui desacordada por um tempo e quando acordei, já na ambulância, estava com muitas dores e perdendo muito oxigênio, mas os médicos conseguiram me deixar estável”. A influencer contou que ainda precisará usar um colete na cintura inteira por alguns meses. “As vértebras estão quebradas, não há muito o que fazer, agora é repousar. Estou usando esse colete que vou ter que usar por alguns meses e repousar”, explicou. O cantor Kevi Jonny, que passou praticamente ileso pelo acidente, também publicou um relato de uma médica do hospital que relatou que os ferimentos não foram graves. “Não há gravidade, não vai haver limitação de movimentos, não vai deixar sequelas. Logo, ela vai estar 100% para vocês de novo”, garantiu a profissional. Kevi também disse que a maior parte dos integrantes de sua equipe já tinha recebido alta e que, apesar de alguns precisarem passar por cirurgias, ninguém ficou ferido com gravidade. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por STHE ⚓️ (@sthefanematos)
Lindsay Lohan ficou noiva no set de “Uma Quedinha de Natal”
A atriz Lindsay Lohan revelou que foi pedida em casamento no set de seu novo filme, “Uma Quedinha de Natal”, lançado na quinta passada (10/11) pela Netflix. Em entrevista a Ross Mathews no programa de entrevistas comandado por Drew Barrymore, Lindsay contou que seu namorado Bader Shammas apareceu de surpresa nas filmagens. “Ele me pediu em casamento no set de ‘Uma Quedinha de Natal’. Quer dizer, junto do set, enquanto estávamos filmando”, contou. Ela acrescentou que teve que esconder a novidade dos colegas de trabalho. “Eu não podia contar pra ninguém porque eu não queria que isso distraísse do nosso trabalho e tal. Então, escondi que estava noiva, enquanto ficava noiva no filme também”, disse a atriz, aos risos. Lindsay e Bader Shammas, que é um executivo do banco Credit Suisse em Dubai, nos Emirados Árabes, começaram a namorar em fevereiro de 2020. O noivado foi anunciado em novembro do ano passado, justamente no período em que a atriz trabalhava em “Uma Quedinha de Natal”. Os dois inclusive já se casaram. O matrimônio aconteceu em abril deste ano, mas só foi revelado em julho passado pelo Instagram. Questionada sobre o casamento, ela afirmou que fica tímida ao falar sobre seu relacionamento, porque é muito “protetora” da relação. Apesar disso, declarou que quer ter filhos.
Regina Duarte apaga post polêmico considerado apologia ao nazismo
Regina Duarte se assustou com a repercussão de uma postagem em seu Instagram, em que recomendava o uso de táticas nazistas contra os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela apagou a postagem após crítica de entidades judaicas e medo de processo por apologia ao nazismo. No fim de semana passado, a atriz compartilhou uma publicação em seu perfil sugerindo um “incentivo” para que petistas e pessoas que votaram em Lula colocassem uma estrela do PT na frente de seus estabelecimentos, para que fossem identificados. Isto aconteceu ao mesmo tempo em que grupos bolsonaristas passaram a circular listas de estabelecimentos de simpatizantes de petistas para serem boicotados pelos patriotas e cidadãos de bem do Brasil. No início da década de 1930, nazistas passaram a identificar estabelecimentos judeus com o desenho de uma estrela, a Estrela de Davi, além de espalhar avisos na Alemanha para que patriotas e cidadãos de bem não comprassem ou utilizassem serviços dos estabelecimentos marcados. Com o tempo, essa atitude progrediu para a destruição desses estabelecimentos com violência e, posteriormente, prisão e assassinato em massa dos judeus em campos de concentração. Cerca de 5 milhões foram exterminados no genocídio nazista, que ficou conhecido como Holocausto nos livros de História. O Instituto Brasil Israel publicou uma nota de repúdio à atitude da ex-atriz em seu site. “A proposta de uma narrativa onde os elementos a serem boicotados participam de um grupo monolítico e que fazem parte de um projeto único, degenerado, subversivo e que, portanto, devem ser coletivamente punidos, é perigosa”, diz um trecho da publicação. Ricardo Brajterman, advogado do IBI, comparou a atitude ao nazismo, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. “Esta senhora abandonou a poesia e a arte para se filiar a práticas nazistas da segregação, preconceito, perseguição e aniquilação de seres humanos. Estivesse ela na Alemanha dos anos 30, têm alguma dúvida de que lado estaria? Toda emulação do nazismo nos agride, a nós judeus, porque traz o nazismo e suas práticas para uma posição de normalização que nós temos a obrigação de combater.” O Instituto ainda não informou se pretende processar Regina. Embora tenha apagado a mensagem, ela não se desculpou, apostando no esquecimento. Nas últimas horas, publicou posts em apoio à manifestações antidemocráticas, alimentou negacionismo contra as eleições (“Não existe derrota do Bolsonaro”) e incentivou um golpe militar no Brasil com a legenda “Vamos Forças Armadas!”. Veja abaixo o post deletado pela ex-atriz.
Cassia Kis volta a participar de manifestações antidemocráticas
A atriz Cassia Kis voltou a participar de manifestações antidemocráticas contra o resultado da eleição presidencial. Na tarde desta terça (15/11), a intérprete de Cidália em “Travessia” esteve em uma manifestação no Rio de Janeiro que pedia para as Forças Armadas tomarem o poder no Brasil. Vídeos postados nas redes sociais mostram Cassia comandando uma oração junto dos manifestantes na avenida Presidente Vargas, no centro da capital fluminense. Ela usava o sobretudo que a tem acompanhado em suas participações nos protestos de caráter golpista. Em meio ao público, um policial militar do Rio de Janeiro cumprimentou a artista e a parabenizou. Cassia virou musa dos bolsonaristas após fazer declarações homofóbicas numa live, razão pela qual está sendo processada no Rio de Janeiro. Os participantes dos atos antidemocráticos a veem como um grande exemplo para a “luta”. Além dela, o ator aposentado Victor Fasano também apareceu no ato antidemocrático e foi tietado por uma multidão trajada com camisas piratas da seleção brasileira de futebol. Atriz Cássia Kis chegando no centro do Rio e sendo: Cumprimentado por um PM.Saudada pelo Povo.🇧🇷#Brasil pic.twitter.com/yBvgTzO735 — Gustavo Reis 🇧🇷 (@Gusttra) November 15, 2022 Gente… Cássia Kis puxando oração em manifestação golspita no Rio de Janeiro 👀pic.twitter.com/c0sCjxljqa — Michel (@gramich) November 15, 2022 A Cássia kis tá lá debaixo da chuva rezando há mais de quatro horas junto com um monte de idoso pic.twitter.com/y4Mq4NlRqB — Jose Luiz Rocha (@JoseLuizRocha22) November 15, 2022
Sidney Poitier vai receber homenagem póstuma no Gotham Awards
O ator Sidney Poitier (“Uma Voz nas Sombras”), morto em janeiro deste ano, vai receber uma homenagem póstuma no Gotham Awards, premiação voltada ao cinema independente. O prêmio servirá como reconhecimento por seu trabalho no cinema e e também por seu ativismo social. “As realizações extraordinárias de Sidney Poitier como ator e cineasta em filmes independentes e produções de estúdio, bem como sua inspiração e influência na produção de filmes – particularmente a maneira como ele mudou o cenário de toda a nossa indústria – tiveram um impacto imenso para nós e para o coletivo de cineastas que representamos aqui no Gotham”, disse Jeffrey Sharp, diretor executivo do The Gotham Film & Media Institute, em comunicado. Poitier foi o primeiro homem negro a vencer um Oscar de Melhor Ator por seu papel em “Uma Voz nas Sombras” (1963), no qual interpretou um faz-tudo que ajudou um grupo de freiras a construir uma capela no meio do deserto. Ele ainda recebeu outra indicação pelo seu papel em “Acorrentados” (1958) e um Oscar honorário em 2002, pelo conjunto da obra. Além disso, também foi o primeiro ator negro a se tornar atrativo de bilheteria nos EUA. Somente no ano de 1967, ele estrelou três filmes memoráveis e de sucesso: “Ao Mestre, com Carinho”, “No Calor da Noite” e “Adivinhe Quem vem para Jantar”. Recentemente, a carreira do ator foi retratada no documentário “O Legado de Sidney Poitier”, disponível na plataforma de streaming Apple TV+. A premiação do Gotham Awards vai acontecer no dia 28 de novembro, em Nova York. A homenagem a Sidney Poitier será apresentada pelo ator Jonathan Majors (“Lovecraft Country”). Além de Poitier, o ator Adam Sandler (“O Halloween do Hubie”) e a atriz Michelle Williams (“Venom: Tempo de Carnificina”) também serão homenageados por suas carreiras. Confira aqui a lista dos indicados ao Gotham Awards.
Atriz de “Fuller House” é chamada de preconceituosa ao condenar conteúdo LGBTQIAP+
A atriz Candace Cameron Bure, a D.J. Tanner das séries “Três É Demais” (Full House) e “Fuller House”, anunciou que saiu do canal Hallmark, onde trabalhava há mais de uma década, e vai estrelar e produzir atrações para o canal Great American Family. E deixou claro que a mudança se deve aos conteúdos recentes produzidos pela Hallmark. “Meu coração quer contar histórias que tenham mais significado, propósito e profundidade por trás delas”, disse Bure ao Wall Street Journal (WSJ). “Eu sabia que as pessoas por trás da Great American Family eram cristãos que amam o Senhor e queriam promover uma programação religiosa e um bom entretenimento familiar.” Bure explicou que a razão pela qual ela deixou a Hallmark foi porque “basicamente é uma rede completamente diferente de quando comecei, por causa da mudança de liderança”. Escolhendo bem as palavras, ela acrescentou que o “Great American Family mantém o casamento tradicional no seu centro”. Isto é, não exibe conteúdo LGBTQIAP+. A saída de Bure coincide com o lançamento do primeiro filme natalino do Hallmark com um enredo LGBTQIAP+, intitulado “The Holiday Sitter”. Criada em 1995, o Great American Family (GFA) disputa o mesmo mercado de produções “familiares” do Hallmark. Não por acaso, um dos principais executivos do canal sediado em Nashville, no Texas, é Bill Abbott, que trabalhou no Hallmark ao lado de Bure. Foi sua saída que permitiu maior abertura temática para o tradicional Hallmark. Mas o próprio Abbott disse ao WSJ que “certamente é o ano de 2022, então estamos cientes das tendências”, sugerindo estar aberto no futuro a conteúdo LGBTQIAP+. Ao fechar um acordo com o GAF, Bure vai produzir e criar conteúdos inéditos para a emissora, por meio do selo “Candace Cameron Bure Presents”. Segundo a atriz, os filmes que ela fará para o canal não devem ser “desanimadores para os incrédulos ou para quem compartilhar uma fé diferente”. Os comentários da atriz causaram revolta nas redes sociais. A atriz Hilarie Burton Morgan (estrela de “One Tree Hill”) comentou a notícia chamando Bure de “intolerante”. “Não me lembro de Jesus gostar de hipócritas como Candy. Mas claro, faça o seu dinheiro, querida. Leve essa onda de preconceito até o banco”, comentou ela no Twitter. “Agora eles estão apenas admitindo abertamente sua intolerância. Eu falei sobre essa m*rda anos atrás, quando Abbott estava na Hallmark. Ainda bem que o largaram. Ser LGBTQIAP+ não é uma ‘tendência’. Esse cara e sua rede são nojentos. Você também Candy. Não há nada de não tradicional em casais do mesmo sexo.” Vale lembrar que essa não é a primeira vez que o Hallmark sofre intolerância por exibir conteúdo LGBTQIA+. Em 2019, um anúncio que mostrava um casal de lésbicas no dia do seu casamento transformou a emissora em alvo de críticas conservadoras. Na ocasião, acabou cedendo às reclamações, parando de exibir o anúncio sob a justificativa de que violava as políticas da TV paga. Agora, diante do lançamento de “The Holiday Sitter”, que estreia em 11 de dezembro, a emissora disse: “queremos que todos os espectadores se vejam em nossa programação e todos são bem-vindos.” Veja abaixo algumas das muitas reações negativas às declarações de Candace Cameron Bure. Bigot. I don’t remember Jesus liking hypocrites like Candy. But sure. Make your money, honey. You ride that prejudice wave all the way to the bank. https://t.co/X70aO4WIcB — Hilarie Burton Morgan (@HilarieBurton) November 15, 2022 Now they’re just openly admitting their bigotry. I called this shit out years ago when Abbott was at Hallmark. Glad they dumped him. Being LGBTQ isn’t a “trend”.That guy and his network are disgusting. You too Candy. There is nothing untraditional about same-sex couples. https://t.co/38XIg5XeMP — Hilarie Burton Morgan (@HilarieBurton) November 14, 2022 Petition for Lindsay Lohan to replace Candace Cameron Bure as the chief creative officer at Great American Family when — Kit Williamson (@kitwilliamson) November 14, 2022 Of course she's homophobic. But it will never cease to amaze me how people like her hide behind the Bible, a book just full of healthy traditional marriages…https://t.co/wc5znM47zx — Ellys & The Equation of You (@TVPartyPlanner) November 15, 2022 Oh and, anyone who believes the very Christian Bill Abbott when he tells you him departing Hallmark a month after Zola scandal is "coincidental" and that he "left in search of a new challenge"…I have many beautiful bridges and much swamp land to sell youhttps://t.co/dbCGoJaoln — Ho! Ho! Holiday Viewing! (@SleepyKittyPaw) November 15, 2022 Candace Cameron Bure says her new Christmas movies won't feature LGBTQ love stories She needs to leave acting and stay in her Christian white anti gay home … what a crock of crap she spouts https://t.co/OlEEJfDU0H — Lynn Thompson (@artistsgardens) November 15, 2022 Candace Cameron Bure explains why she switched from Hallmark to GAC. Hallmark was not racist or homophobic enough for her beliefs.https://t.co/6HS7fzzCUd — Howard Prince (@Howodd69) November 15, 2022
Diretor de “Crash – No Limite” é condenado a pagar US$ 10 milhões à vítima de estupro
O cineasta Paul Haggis (“Crash – No Limite”) foi condenado a pagar US$ 2,5 milhões em danos punitivos adicionais à Haleigh Breest, uma profissional de relações públicas que o acusou de abuso sexual. A condenação se soma ao valor de US$ 7,5 milhões concedidos na última quinta (10/11), quando foi originalmente condenado por estupro. Ao todo, o diretor precisará pagar US$ 10 milhões à vítima. Após a sentença, Haggis disse não ter dinheiro para cumprir a sentença e prometeu apelar da decisão do tribunal. “Hoje o júri soube o que os advogados da oposição sabem há anos, que eu gastei todo o dinheiro que tenho à minha disposição”, disse ele do lado de fora do tribunal. “Destruí meu plano de previdência. Eu vivi de empréstimos para pagar este caso em uma crença muito ingênua na justiça. Bem, agora vamos ver o que o tribunal de apelações dirá. Porque nós absolutamente apelaremos. Não posso viver com mentiras como esta. Vou morrer limpando meu nome.” Sua advogada, Priya Chuadhry, completou afirmando que “durante este julgamento, não tivemos permissão para dizer ao júri que o Sr. Haggis está basicamente sem um tostão, e agora o mundo sabe. E estamos ansiosos para limpar o nome dele”. A vítima, Haleigh Breest, não fez comentários fora do tribunal, mas posteriormente seus advogados divulgaram uma declaração. “Após a decisão de sexta-feira de responsabilizar o Sr. Haggis por suas ações, temos o prazer de ver o júri continuar a reconhecer os danos causados à nossa cliente, concedendo-lhe danos punitivos”, disseram os advogados. “A decisão deles envia uma mensagem poderosa de que o comportamento repreensível de Haggis não será tolerado de forma alguma. Estamos orgulhosos de nossa cliente, Haleigh Breest, pela coragem que ela demonstrou ao apresentar este caso e compartilhar publicamente a verdade do que aconteceu com ela. Esperamos que a decisão do júri aqui estabeleça um precedente sobre como outros casos do movimento #MeToo serão decididos daqui para frente.” O julgamento tratou de uma agressão sexual cometida no início de 2013, quando Breest trabalhava assessorando estreias de filmes. Depois de uma festa após a exibição de um filme, Haggis lhe ofereceu uma carona para casa e a convidou para seu apartamento em Nova York para tomar uma bebida. Uma vez dentro do apartamento, Haggis a submeteu a avanços indesejados e, por fim, a obrigou a fazer sexo oral e a estuprou, apesar das súplicas dela pedindo para ele parar. Em sua defesa, Haggis disse que Breest era paqueradora e, embora às vezes seus desejos parecessem “conflitantes”, ela iniciou os beijos e o sexo oral de maneira consensual. Ele disse que não conseguia se lembrar se eles tiveram relações sexuais. Os jurados ficaram do lado de Breest, que disse que sofreu consequências psicológicas e profissionais após seu encontro com Haggis. “Achei que ia pegar carona para casa. Eu concordei em tomar uma bebida. O que aconteceu nunca deveria ter acontecido. Não tinha nada a ver comigo, e tudo a ver com ele e suas ações”, disse ela aos jurados. Outras quatro mulheres também testemunharam que sofreram avanços forçados e indesejados – e, em um caso, estupro – de Haggis em diferentes ocasiões, desde 1996. Nenhuma das quatro entrou com uma ação legal como Breest. “Seu comportamento me mostrou que ele era alguém que nunca iria parar”, testemunhou uma mulher, dizendo que Haggis tentou beijá-la diversas vezes contra sua vontade e até a seguiu para dentro de um táxi e ao seu apartamento em Toronto em 2015. Os advogados do diretor tentaram atacar a credibilidade das acusadoras. Haggis negou todas as acusações e disse aos jurados que as acusações o deixaram abalado. “Estou com medo porque não sei por que essas mulheres – ou por que alguém – mentiriam sobre coisas assim”, disse ele. E sua defesa apresentou aos jurados várias outras mulheres – incluindo sua ex-esposa, a atriz Deborah Rennard – que disseram que Haggis as respeitavam quando elas rejeitavam suas propostas românticas ou sexuais. Durante as três semanas de depoimentos, o julgamento examinou mensagens de texto que Breest enviou a amigos sobre o que aconteceu com Haggis, além de e-mails trocados entre eles antes e depois da noite em questão, e apontou algumas diferenças entre os testemunhos diante do júri e o que registraram os primeiros documentos do tribunal. Além disso, os jurados ouviram extensos testemunhos sobre a Igreja da Cientologia, a religião fundada pelo autor de ficção científica e fantasia L. Ron Hubbard na década de 1950. Haggis foi um adepto da religião por décadas antes de renunciar publicamente e denunciar a Cientologia em 2009. Por meio do testemunho de Haggis e outros ex-membros da Cientologia, sua defesa argumentou que a igreja pretendia desacreditá-lo e poderia ter algo a ver com o processo. Nenhuma testemunha disse que sabia que as acusadoras de Haggis ou os advogados de Breest tinham quaisquer ligações com a Cientologia, e a própria defesa de Haggis reconheceu que Breest não estava envolvida com a religião. Ainda assim, a advogada de Haggis, Priya Chaudhry, procurou persuadir os jurados de que há “pegadas, embora talvez não as impressões digitais, do envolvimento da Cientologia aqui”. Os advogados de Breest chamaram essa linha de defesa de “uma teoria da conspiração vergonhosa e sem respaldo”. O veredicto saiu em meio a outros casos de abuso sexual envolvendo a indústria do entretenimento. Recentemente, outro júri decidiu que Kevin Spacey não abusou sexualmente do ator e então adolescente Anthony Rapp em 1986. Enquanto isso, o ator Danny Masterson e o ex-produtor Harvey Weinstein estão sendo julgados, separadamente, por acusações criminais de estupro em Los Angeles. Ambos negam as acusações, e Weinstein também está apelando de uma condenação em Nova York. Todos os quatro casos foram gerados pelo movimento #MeToo, que revelou os comportamentos abusivos de pessoas poderosas de Hollywood. Breest, em particular, disse que decidiu processar Haggis porque as manifestações públicas que ele fez contra Weinstein a enfureceram: “Esse homem me estuprou e estava se apresentando como um defensor das mulheres para o mundo”, lembrou ela. Além de ter vencido o Oscar de Melhor Filme por “Crash – No Limite” (2004), Haggis também foi responsável pelos roteiros de “Menina de Ouro” (2004), pelo qual foi indicado ao Oscar, “A Conquista da Honra” (2006) e “007: Cassino Royale” (2006), entre muitos outros. Ele também dirigiu os filmes “No Vale das Sombras” (2007), “72 Horas” (2010) e “Terceira Pessoa” (2013) e a minissérie “Show Me a Hero” (2015).
Casamento de Dani Calabresa tem cachorro de black tie e show de Luan Santana
A comediante Dani Calabresa e o publicitário Richard Neumann se casaram na segunda-feira (14/11) numa casa de festas em São Paulo, que foi transformada em palco de show repleto de famosos. A noiva subiu ao altar, montado na própria casa de festas, acompanhada do pai, ao som de marcha nupcial e usando uma grinalda de 3,5 metros de comprimento – inspirado em Princesas da Disney. Além disso, a cerimônia teve direito à participação do cachorro do casal, Pingo, que usou um “black tie canino” para acompanhar o matrimônio. O casal saiu do altar ao som da música “Firework”, de Katy Perry, a cantora preferida de Dani, que cantou e pulou diante dos convidados. Já a festa após a troca de alianças teve show de Luan Santana e de Tiago Abravanel, um dos melhores amigos da humorista. A noiva trocou de roupa para participar da celebração e fez diversas coreografias ao lado do bailarino e influenciador Justin Neto. Dani e Richard se conheceram em dezembro de 2019 e logo começaram a ficar. Eles aproveitaram o isolamento da pandemia para namorar distantes da atenção da mídia, vivendo praticamente um casamento desde o começo do relacionamento. Agora, virou um casamento oficial.
Robert Downey Jr. revela documentário emocionante sobre seu pai
A Netflix divulgou o trailer do documentário “Sr.”, que retrata a vida do cineasta Robert Downey, pai do ator Robert Downey Jr. O vídeo destaca trechos emocionantes da convivência entre pai e filho, e traz o intérprete do Homem de Ferro como condutor da narrativa. Foi dele a ideia de realizar o filme, registrando os últimos meses de vida de seu pai em conversas sobre suas realizações, família e lutas. Segundo a sinopse, o longa “é um retrato amorosamente irreverente da vida e carreira do cineasta independente Robert Downey que rapidamente se transforma em uma meditação sobre arte, mortalidade e disfunção geracional de cura”. O filme tem direção de Chris Smith, produtor de “A Máfia dos Tigres” e diretor de “Fyre Festival: Fiasco no Caribe”, e chega na Netflix em 2 de dezembro. O cineasta Robert Downey morreu em julho de 2021. Ele tinha 85 anos e sofria do Mal de Parkinson há pelo menos 5 anos. O diretor ficou conhecido nos anos 1960 por ser um dos cineastas mais identificados com o movimento contracultural dos EUA, que explorava em suas obras. Essa fase rendeu pelo menos um filme cultuadíssimo, “Putney Swope”, de 1969, que contrastou o movimento dos direitos civis com a indústria da publicidade. Seu filho famoso atuou em vários de seus filmes. De fato, o futuro Homem de Ferro estreou como ator na comédia “Pound” (1970), atuando para seu pai com cinco anos de idade. Robert Downey também foi ator e participou de filmes como “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), ambos de Paul Thomas Anderson. Sua última aparição nas telas foi como convidado do humorístico “Saturday Night Live” em 2015. Como suas obras foram realmente independentes, nunca receberam muita atenção do mercado e jamais saíram do circuito dos iniciados – seus principais títulos são inéditos no Brasil e em vários países do mundo. Por conta disso, sua ousadia acabou esquecida. Mais que isso, é até desconhecida entre as novas gerações, que se referem a ele apenas como o pai de Robert Downey Jr.
Luiz Fernando Guimarães detalha luta contra alcoolismo em autobiografia
O comediante Luiz Fernando Guimarães está lançando sua autobiografia, “Eu Sou uma Série de 11 Capítulos”, em que relata sua longa luta contra as drogas. O astro que divertiu o Brasil em “Os Normais”, “Minha Nada Mole Vida” e várias outras produções calcula ter perdido três anos da sua existência – e quatro carros – por conta do alcoolismo. A bebida o separou de amigos e o deixou com “uma vida abandonada”. Ele passou até por uma internação forçada em uma clínica, sem que conseguisse parar de beber. A solução foi demorada e veio com a ajuda de muita terapia, mas ele diz ter conseguido controlar sua doença, que considera hereditária. “Bebia para me sentir extrovertido. Foi o meu atual terapeuta que me ajudou a sair do poço. A gente sempre precisa de um reforço, de um Corpo de Bombeiros, de uma ambulância emocional. Quando a gente está no fundo do problema, não vê nada, porque é muita parede. Fica procurando salvação, mas não tem um caminho”, contou em entrevista ao jornal O Globo. A luta do ator de 72 anos contra o alcoolismo é apenas um dos temas abordados em “Eu Sou uma Série de 11 Capítulos”. Nas páginas da publicação da Globo Livros, ele também trata de sua descoberta do teatro, seu relacionamento de 25 anos com o marido, Adriano, e a emoção de virar pai ao adotar duas crianças, além de histórias de seus muitos amigos famosos. Relata “viagens psicodélicas” com Ney Matogrosso, festas com Evandro Mesquita e conversas no WhatsApp com Fernanda Montenegro, por exemplo. “Fernandona é tão divertida, no Whats ela fala ao mesmo tempo que pensa. Às vezes, eu mesmo não acredito que é ela falando ali. Eu mostro para os meus amigos: ‘Não pode ser!’. Ela me diz: ‘Aqui é Fernanda mesmo… a Mãe'”, contou ele. Atualmente em pré-venda, o livro só será lançado em 24 de novembro.












