Maíra Cardi assume namoro “polêmico” com Thiago Nigro: “Conexão muito forte”
A coach Maíra Cardi assumiu nesta quarta-feira (1/3) que está namorando Thiago Nigro, influenciador que ficou conhecido como “Primo Rico” no YouTube. A musa fitness rompeu o casamento com Arthur Aguiar há 5 meses, enquanto Nigro é recém-solteiro, após se separar de Camila Ferreira no final de janeiro. Nas redes sociais, Maíra destacou que a relação começou devido a “admiração” que sentia por Nigro. “Muitos relacionamentos começam com a paixão avassaladora, mas para nós, a admiração foi o ponto de partida. Descobrimos que tínhamos valores e sonhos semelhantes, o que nos fez ter uma conexão muito forte desde o início”, escreveu. “Acreditamos que amar alguém sem admiração é como construir um castelo na areia, que facilmente desmorona quando a paixão acaba. […] É importante mencionar que todas as nossas decisões sempre tiveram Deus como prioridade, buscando fazer a Sua vontade em nossas vidas”, disse Maíra num longo texto. Semanas atrás, a coach disse que seu próximo marido teria que ser um homem rico para poder acompanhar seu estilo de vida. “Não dá para ser uma pessoa que não tem o mesmo patamar que eu. […] O cara, quando se sente inferior, possivelmente ele trai, e desse mal eu quero ficar livre”, alfinetou Maíra, que pode ter sido “corna” de Arthur 16 vezes. Num geral, o namoro deixou os internautas revoltados por uma razão curiosa: Maíra Cardi havia sido consultora de emagrecimento de Thiago Nigro e Camila Ferreira, que estavam juntos há 10 anos. Por isso, o público concluiu que a empresária foi alvo de uma suposta traição. “Os dois te apunhalaram nas costas. Chocada, nunca imaginei que ele faria algo desse tipo. Sinceramente, eu consigo imaginar a sua dor, fica bem”, escreveu um fã de Camila. “Quem mais te decepciona é quem você mais ama! Mas vai passar, você não merecia isso, uma pessoa que colocou na sua casa! Sucesso Camila”, disparou outro. Diversos fãs do Primo Rico anunciaram que estão deixando de acompanhar suas redes sociais. “Falam de Deus, vontade divina… […] Não tem nem 3 semanas que o ‘Primo’ aí anunciou o término e agora está namorando com a sua reeducadora alimentar?”, escreveu um perfil, acrescentando que “o que começa errado nunca dará certo”. Thiago Nigro, por sua vez, não se abalou com as críticas. Segundo o escritor, ele nunca se casou com Camila Ferreira. “E uma ‘pequena’ adição importante a toda informação torta que por alguns cantos está saindo: 1) Eu tinha um relacionamento sim, e terminamos; 2) Estando solteiro, iniciamos um relacionamento; 3) Eu nunca fui casado; 4) Mas sim, ainda sonho em casar diante de Deus um dia”, acrescentou ele. Além disso, Nigro ainda pediu para não ser encaixado em “regras bíblicas que não se enquadram o caso”, já que não se trata de uma suposta infidelidade matrimonial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maíra Cardi (@mairacardi)
Jena Malone foi abusada no set de “Jogos Vorazes”
A atriz Jena Malone (“Antebellum”) revelou que foi agredida sexualmente por alguém com quem trabalhou na franquia “Jogos Vorazes”. A revelação foi feita por meio de uma postagem no seu Instagram. A postagem foi acompanhada por um foto de 2014, em que a atriz aparece em um campo no interior da França. Porém, a beleza da imagem é contraposta com o conteúdo da legenda, em que Malone narra o ocorrido, sem entrar em muitos detalhes. “Estávamos filmando em uma bela propriedade em um campo na França e pedi ao motorista que me deixasse neste campo para que eu pudesse chorar e capturar este momento”, escreveu ela. “Embora este tempo em Paris tenha sido extremamente difícil para mim, eu estava passando por uma separação difícil e também fui sexualmente agredida por alguém com quem trabalhei, eu estava tão cheia de gratidão por este projeto, as pessoas com quem me aproximei e este incrível papel que eu interpretei”, continuou ela. Malone interpretou Johanna Mason, uma personagem introduzida no segundo filme da franquia, “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013), e que permaneceu na trama até seu desfecho em “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” (2015). Ela é uma ex-campeã da competição dos “Jogos Vorazes” que acaba auxiliando a rebelião liderada por Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence). A atriz disse ainda que equilibrar sua gratidão por ter participado de “Jogos Vorazes” com a dificuldade de lidar com o trauma tem sido uma “mistura turbulenta de emoções que estou apenas agora aprendendo a lidar”. “Eu gostaria que isso não estivesse ligado a um evento tão traumático para mim, mas aí está a selvageria real da vida, eu acho. Como equilibrar o caos com a beleza”, disse ela. Malone revela que aprendeu a “fazer as pazes com a pessoa que a violou” e a “fazer as pazes comigo mesma”, mas que falar sobre seu tempo em “Jogos Vorazes” tem sido “difícil… sem sentir a nitidez deste momento no tempo, mas estou pronta para superá-lo e recuperar a alegria e o sucesso que senti”. Ao final, ela compartilhou seu amor e apoio por outros sobreviventes de agressão sexual. “Muito amor a vocês, sobreviventes”, escreveu ela. “O processo é tão lento e não linear. Quero dizer que estou aqui para quem precisa conversar ou desabafar ou abrir espaços não comunicados dentro de si mesmos. Por favor, me mandem uma mensagem se precisarem de um espaço seguro para serem ouvidos”. Jena Malone será vista a seguir no filme “Rebel Moon”, nova produção do cineasta Zack Snyder, com quem ela já tinha trabalhado em “Sucker Punch: Mundo Surreal” (2011) e “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). O filme estreia em dezembro na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jena Malone (@jenamalone)
Ricou Browning, intérprete de “O Monstro da Lagoa Negra”, morre aos 93 anos
Ricou Browning, o dublê aquático que interpretou a criatura-título no clássico de terror “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), morreu de causas naturais no último domingo (26/2), na sua casa na Flórida. Ele tinha 93 anos e era o último intérprete que restava dos monstros originais do estúdio Universal. Além do seu trabalho como dublê, Browning também foi roteirista, diretor e produtor, sendo responsável por ajudar a trazer as histórias do famoso golfinho Flipper tanto para cinema quanto para a televisão. Ricou Browning nasceu em 16 de fevereiro de 1930, na Flórida, onde estudou educação física antes de conseguir um emprego, na década de 1940, em Wakulla Springs, um parque cenográfico que havia sido usado para locações subaquáticas em vários filmes do Tarzan. Trabalhando em Wakulla Springs, Browning começou a se apresentar nos shows subaquáticos. Em 1953, ele ficou encarregado de ajudar uma equipe de filmagem a procurar locações para um filme de terror da Universal. Logo, ele foi convidado a vestir o traje de peixe humanoide que se tornou um dos monstros mais icônicos do estúdio: o Gill-man do filme “O Monstro da Lagoa Negra”. Embora o ator Ben Chapman tenha vestido o traje da criatura nas cenas em terra, Browning o interpretou embaixo d’água, inclusive em uma das cenas mais marcantes do filme, quando o Gill-man nada abaixo da personagem de Julia Adams. Browning reprisou o papel subaquático nas sequências do filme, “A Revanche do Monstro” (1955) e “À Caça do Monstro” (1956). Mas esta não foi sua única contribuição para a cultura pop. Em 1963, ele e o roteirista Jack Cowden criaram a história de “Flipper”, um golfinho altamente inteligente e simpático. O personagem estrelou duas séries diferentes (uma na década de 1960 e outra no final dos anos 1990), além de ter aparecido em filmes de sucesso. Browning dirigiu mais de 30 episódios da série original, exibida na NBC entre 1964 a 1967 Seus outros créditos como diretor incluem episódios das séries “Ben, o Urso Amigo” (entre 1967 e 1969), “Primus” (1971-1972) e “Salty” (1974), derivada de “Salty, A Adorável Foquinha”, filme que ele dirigiu em 1973. Browning ainda trabalhou como diretor de segunda unidade, coordenador de dublês e diretor de sequências subaquáticas em dois filmes de James Bond, “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965) e “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983). Ele ainda comandou as cenas subaquáticas de “A Volta ao Mundo Sob o Mar” (1966), “A Ilha dos Náufragos” (1967) e “Uma Casa como Poucas” (1969), e assinou o longa “Mr. No Legs” (1978). Ele também foi diretor de segunda unidade na cultuadíssima comédia “Clube dos Pilantras”, de Harold Ramis, onde filmou uma cena na piscina que serviu de paródia de “Tubarão” (1975).
Evan Rachel Wood traz provas e nega ter manipulado supostas vítimas de Marilyn Manson
A atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) negou a acusação recente de que ela teria manipulado mulheres a fazerem acusações de abuso sexual contra o cantor Marilyn Manson. A acusação veio à tona após a modelo Ashley Morgan Smithline ter retirado suas acusações contra o cantor e afirmado que foi influenciada por Wood a acusar o Manson de estupro. Em um novo depoimento judicial, obtido pela revista Rolling Stone, a atriz, que já foi casada com o músico, forneceu capturas de tela de comentários do seu Instagram, datados de 2019, e diversas mensagens dos últimos três anos que, segundo ela, provam que Smithline mentiu ao declarar a suposta inocência de Manson. Em uma dessas mensagens, Smithline disse para uma amiga que o advogado de Manson queria que ela “se voltasse contra as outras garotas e dissesse que tudo era uma farsa”. Wood mencionou também um comentário de março de 2019, em que Smithline “citou informações sobre suas experiências privadas com Warner” quando Manson (cujo nome verdadeiro é Brian Warner) teria abusado de Wood enquanto “a fazia assistir a uma cena específica de ‘Regras da Atração’”. “Quando ele me manteve refém no estúdio de balé estúpido, eu me contorci ao ouvi-lo se gabar de ter reexibido aquela cena de ‘Regras da Atração’ para você”, disse Smithline em uma postagem de 2019 em que Wood falou sobre ser vítima de violência doméstica. “Eu pensei que ninguém nunca falaria sobre isso”. Tais informações contradizem o que Smithline declarou recentemente: que sua relação com Manson tinha sido consensual e que Wood e outras mulheres a teriam forçado a acusá-lo de abuso. Na retratação, Smithline disse que Wood usou o argumento de que só porque ela não se lembrava do abuso, não significava que não tinha acontecido. Porém, essas mensagens indicam que Smithline lembrava muito bem do que aconteceu. Após a revista People ter publicado uma entrevista com a modelo detalhando o abuso que ela sofreu em 2021, Smithline teria enviado uma mensagem no Instagram de Wood em que dizia: “Eu não consigo respirar. Não tenho motivo para inventar isso”. E Wood respondeu: “Não deixe ninguém te abalar. Apenas fique na sua verdade”. Nas conversas, Smithline também contou que estava sendo assediada pelos fãs do cantor. “É preciso um tipo especial de pessoa para ameaçar vítimas de estupro e abuso com mais ameaças de estupro e abuso”, escreveu Smithline. “Tem sido implacável”. Junto dessas provas, Evan Rachel Wood afirmou no processo que “a verdadeira pressão que Smithline enfrentou não foi para fazer acusações contra o autor – foi para retratá-las”. “A declaração de Smithline é, portanto, completamente inconfiável.” Outras evidências apresentadas por Wood foram duas mensagens em áudio que Smithline enviou para uma amiga em 2022, em que ela afirma que o advogado de Warner, Howard King, havia ligado para ela e que ela acreditava que ele queria que as acusações fossem retiradas. “Não repita isso para ninguém. Eu juro por Deus, não diga isso para ninguém, mas eu recebi uma mensagem privada no meu celular do advogado do Marilyn Manson dizendo, ‘eu estava me perguntando se poderíamos conversar'”, disse Smithline na mensagem. “A única razão pela qual ele estaria me ligando… é porque ele pensa que eu sou o elo fraco e pode querer fazer um acordo comigo para eu me virar contra as outras meninas e dizer que tudo foi uma farsa.” O advogado também teria tentado promover um encontro entre Smithline e Manson. “Ele gostaria de conversar”, dizia a mensagem apresentada. “O encerramento é importante para Brian e ele acredita que vocês podem se ajudar”. King, porém, nega todas as acusações feitas contra ele e contra seu cliente. “Não é surpreendente que Evan Rachel Wood esteja lutando desesperadamente para manter o testemunho de Ashley Smithline fora do tribunal – porque ela sabe que a verdade vai expor sua trama para manipular as mulheres que confiaram nela para destruir Brian Warner”, disse ele em um comunicado à Rolling Stone. “Brian Warner nunca abusou de ninguém. Ashley Smithline disse a verdade”, continuou ele. “É tristemente previsível que Evan Rachel Wood – alguém que já apresentou uma carta falsificada do FBI sob juramento em outros processos judiciais – continue comprometida em não fazer o mesmo”. A própria Smithline também negou as afirmações feitas por Wood. “Evan está mentindo. Esse é o meu comentário”, disse ela à revista. “Ela está dizendo qualquer coisa que possa para me desacreditar”. Na petição, o advogado de Wood também questiona por que a equipe legal de Warner não intimou Smithline a depor no caso. “A razão é óbvia. A demandante entendeu que se os réus tivessem a oportunidade de questionar Smithline, a verdade real seria revelada: os réus nunca pressionaram ou manipularam Smithline.” Em 2021, Smithline acusou Manson de agressão sexual, abuso sexual, imposição intencional de sofrimento emocional, tráfico humano e prisão ilegal, entre outras alegações. O cantor negou todas as acusações. O escritório do procurador distrital de Los Angeles ainda está considerando se irá apresentar acusações criminais contra Manson por outros supostos crimes sexuais que ocorreram entre 2009 e 2011. Como o prazo de prescrição para estupro na Califórnia é de 10 anos, já pode ser tarde demais para apresentar uma acusação criminal nesses casos.
Parente revela que Bruce Willis não reconhece mais a mãe e se tornou agressivo
Diagnosticado com demência frontotemporal, o estado de saúde do ator Bruce Willis continua a deteriorar e, segundo relato de um primo distante, ele já não reconhece a própria mãe, Marlene Willis. O ator anunciou sua aposentadoria no ano passado após ser diagnosticado com afasia. Mas, há duas semanas, familiares do astro que marcou época em “Duro de Matar” e “O Sexto Sentido”, vieram a público informar que a condição havia progredido para um quadro de demência frontotemporal. Em entrevista à revista alemã Bild, Wifried Gliem, primo da mãe do ator, confidenciou que ela “não tem certeza se o filho a reconhece”. Ele afirmou ainda que “os seus movimentos são muito lentos, com uma agressividade constante. Não é mais possível manter uma conversa normal. Esse comportamento é típico de pacientes que sofrem da mesma condição.” Bruce vem recebendo o apoio e acompanhamento de toda a família, incluindo a ex-esposa Demi Moore, que chegou a admitir que o ator teve a fala debilitada, motivo que resultou em sua aposentadoria precoce, aos 67 anos. O ator, que vinha trabalhando ativamente, deixou alguns trabalhos inacabados. Seu último longa finalizado, o thriller “Assassin”, será lançado em VOD em 31 de março nos EUA.
Courteney Cox ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
A atriz Courteney Cox, a eterna Monica da série “Friends”, foi homenageada com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood nesta segunda (27/2). O evento contou com a participação das atrizes Jennifer Aniston, Lisa Kudrow (ambas de “Friends”) e Laura Dern (“Jurassic World: Domínio”). Ao aceitar a homenagem, Cox admitiu que odeia e tem pavor de falar em público, “é por isso que não me apresento a menos que esteja literalmente sendo segurada por Lisa e Jennifer”. Ela agradeceu Aniston, Dern e Kudrow por lhe apoiarem “em público, do mesmo jeito que vocês costumam fazer em particular”. Ela também lembrou um momento crítico na início da sua carreira, quando estava sem dinheiro e foi aconselhada pelo pai a voltar para casa e desistir de ser atriz. Porém, no dia seguinte ela conseguiu um papel na série “Caras & Caretas”. “Isso vai me fazer chorar porque eu amo meu pai, mas só quero dizer que sei que ele está muito orgulhoso de mim e parece que vim para ficar”, disse ela, apontando para sua estrela que ficará para sempre plantada na Calçada da Fama de Hollywood. As convidadas também prestaram suas homenagens a Cox. “Se você tiver a sorte de conhecê-la, aprenderá que ela não consegue se conter”, disse Dern. “Ela tem que ser honesta sobre quem ela é, sobre como ela vê o mundo e, francamente, sobre o que ela vê em nós. Nem sempre é fácil, mas ela nos torna melhores somente por conhecê-la, por trabalhar com ela e, se você tiver muita sorte, poderá amá-la”. Kudrow disse que “estamos profundamente orgulhosas de conhecê-la. Você é a definição de um ser humano verdadeiramente bonito, talentoso e, o que é mais importante, um ser humano verdadeiramente bom e decente. Obrigada por enriquecer nossas vidas pessoalmente.” E Aniston acrescentou que “como fãs, queremos agradecer a você por nos fazer rir. Observando você na tela e na vida em geral, você é um dos seres humanos mais engraçados do planeta Terra. Nada me deixa mais feliz do que uma piada de Courteney e sempre nos fazendo sorrir, e obrigado por enriquecer nossas vidas com seu trabalho. Nós estamos tão orgulhosas de você. Nós te amamos”. Assista à cerimônia completa da Calçada da Fama abaixo.
Rick, da dupla com Renner, tem mansão penhorada por dívidas
O cantor sertanejo Rick Sollo, que fez sucesso com a dupla “Rick & Renner”, está com os bens penhorados pela Justiça brasileira para quitar uma dívida milionária. A decisão foi determinada em janeiro deste ano, mas caiu na mídia nesta terça-feira (28/2), após o artista cantar para Jair Bolsonaro. A dívida mantida pelo músico decorre de um empréstimo realizado com produtores rurais em 2017, período em que Rick rompeu a parceria com Renner. A ideia do cantor era se unir com Giovani, ex-parceiro de Gian, só que a empreitada não deu certo. Por conta do “fracasso musical”, os sertanejos constituíram a dívida no valor de R$ 639.194,78. Com o não-pagamento de Rick Sollo, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que seus bens seriam congelados como garantia do empréstimo. Nessa brincadeira, o músico perdeu um luxuoso imóvel de 6 mil metros quadrados de área construída, localizado em Itu, no interior de São Paulo. O terreno está dentro de um condomínio particular. Em 2020, o músico colocou a mansão à venda para quitar as dívidas, mas não conseguiu um comprador. Curioso ou não, Rick Sollo está na lista dos sertanejos que declararam apoio a Bolsonaro. No domingo (26/2), o cantor emocionou o ex-candidato enquanto entoava um louvor num churrasco.
Tiago Ramos pede desculpas a mãe de Neymar: “Se eu fiz merd*”
Tiago Ramos se desculpou nesta terça-feira (28/2) com a mãe de Neymar, Nadine Gonçalves. No dia anterior, o modelo detonou a ex-namorada num vídeo exposto nas redes sociais. Entre outras barbaridades, ele chamou Nadine de “falsa, traidora de merd*”, acrescentando que ela “gostava muito do jubileu [apelido para órgão genital masculino] e foi atrás de um que gosta de levar pelas costas”. “Estou vindo aqui para falar de um assunto que está rodando o Brasil todo, não só Brasil, né?”, disse o ex-Fazenda pelos Stories do Instagram. “Eu não tenho muita coisa pra falar, não. Só tenho que pedir desculpas mesmo e perdão à pessoa que eu citei o nome, da coisa que não deveria falado porque é um problema meu.” “Não tenho muita coisa pra falar, só pedir desculpas mesmo. E que a vida siga normal e pronto, beleza? Já sei os haters que eu estou sofrendo e tal de muita mulher. Nunca me chamou tanta mulher, mas dessa vez agora, tá me chamando e eu entendo, sim. Se eu fiz merd* eu tenho que aceitar. É isso, eu tô aqui me retratando com as minhas palavras”, concluiu. Nas últimas horas, Tiago Ramos foi duramente criticado por diversas celebridades, como as jornalistas Cris Flores e Sônia Abrão. Até a fiel parceira do ex-peão, Deolane Bezerra, pediu para ele “se aquietar” e ir “jogar uma bola”.
Elize Matsunaga pode voltar à prisão por uso de documento falso
Elize Matsunaga, que recebeu liberdade condicional em maio do ano passado, está sendo investigada pela Polícia Civil de São Paulo. Ela pode retornar para a penitenciária por usar documento falso e infringir as normas do regime aberto. Segundo informações do jornal Extra, a ex-detenta teria conseguido emprego numa empresa de construção civil para acompanhar obras em condomínios de luxo, na região de Sorocaba. No entanto, Elize teria forjado sua própria documentação. Em denúncia, a ex-chefe acusou Elize de ter “colado” seu nome de solteira, Elize Araújo Giacomini, num documento de outro funcionário, que não possui antecedentes criminais. A ex-detenta nega a acusação. “A prática de crime no curso do aberto dá regressão. Caso ela seja condenada pelo crime novo, essa nova pena será acrescida ao que faltava. Só depois deverá ser fixado pelo juiz o regime adequado”, explicou o promotor Luiz Marcelo Negrini. Elize chegou a ser interceptada por investigadores na cidade de Franca, onde reside atualmente, e acabou sendo detida. Numa varredura na antiga casa da ex-detenta, os polícias encontraram imagens dela ingerindo bebidas alcoólicas na praia durante o dia, fato que viola a condicional do regime aberto. O advogado Luciano Santoro saiu em defesa da ré. “O documento é algo grotesco, uma colagem tosca. Não foi ela quem fez e nem chegou a ser usado. Isso precisa ser provado [as fotos de Elize na praia], ou seja, não basta uma foto de ela segurando um copo. Teria que ter apreendido o líquido e periciado”, afirmou. Nos últimos dias, o jornalista Ulisses Campbell revelou que ela se tornou motorista de aplicativo. Ele acrescentou que a ex-detenta também se identifica nas plataformas como Elize Araújo Giacomini, seu nome de solteira. De acordo com amigos da ré, Elize teve o cadastro negado nos aplicativos por não ter atestado antecedentes criminais negativo. Vale lembrar que ter um emprego fixo é uma condição imposta pela Justiça para ela poder cumprir o restante da pena em liberdade.
Governador da Flórida assume controle de região que pertencia à Disney desde 1967
O governador da Flórida, Ron DeSantis, assinou na segunda-feira (27/2) o projeto de lei que pôs fim ao autogoverno dos parques da Disney em Orlando. “O reino corporativo chega finalmente ao fim”, disse DeSantis, na assinatura do projeto de lei no corpo de bombeiros de Lake Buena Vista. Em 10 de fevereiro, o Congresso da Flórida aprovou o projeto de lei de DeSantis para que o Estado assumisse o Reedy Creek Improvement District, que vinha funcionando de forma autônoma desde 1967. É lá que funciona a Disney World. A partir de agora, o distrito especial está nas mãos de um conselho de cinco supervisores escolhidos pelo próprio governador, todos republicanos e conservadores. DeSantis e a Disney se desentenderam no ano passado quando o estúdio criticou uma lei promovida por DeSantis, conhecida como “Don’t say gay”, que proíbe abordar questões relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero nas escolas primárias da Flórida sem o consentimento dos pais. Como represália por essas críticas, o governador anunciou em abril do ano passado uma lei para eliminar o distrito especial da Disney, que dava autonomia administrativa para a empresa e isenção de impostos. A companhia, que emprega mais de 75 mil pessoas na Flórida, administrava esse distrito de 100 km² como uma prefeitura local desde a década de 1960, realizando seus próprios serviços públicos essenciais, como coleta de lixo e tratamento de água. Em virtude da nova lei, o distrito, pela primeira vez, terá de comunicar o seu orçamento e finanças ao Estado, terá que pagar alguns (mas não todos) impostos e enfrentará restrições em novas construções. Contudo, o distrito manterá o poder sobre o planejamento, zoneamento, códigos de construção e segurança, e o atual estatuto de isenção de impostos para diversas obrigações. O autodenominado “lugar mais feliz da Terra” tinha um estatuto especial que lhe permitiu espalhar suas construções para meia dúzia de parques temáticos, um centro esportivo, um enorme centro comercial, 25 hotéis, a sua própria polícia, bombeiros e milhares de funcionários, numa área de quase 11 mil hectares nos condados de Osceola e Orange, no centro do estado. Desantis falou nesta segunda-feira (27/8) sobre a sua “luta”, referindo-se à Disney como “uma empresa da Califórnia” que gozava de “privilégios” que mais ninguém tinha na Flórida. “Se enveredarmos por esse caminho como corporação, esses não são os valores que queremos promover no estado da Flórida”, comentou DeSantis, que foi reeleito em 2022 para mais quatro anos. Em seu perfil no Twitter, o governador diz que a Disney “viverá sob as mesmas leis que todos os outros e pagará suas dívidas e uma parte justa dos impostos”. I signed legislation to end Disney’s self-governing status, placed the area in state receivership, and appointed 5 members to a state control board. Disney no longer has its own government, will live under the same laws as everyone else and pay its debts and fair share of taxes. pic.twitter.com/5JnZmEjSdv — Ron DeSantis (@GovRonDeSantis) February 27, 2023
Ator de “O Resgate do Soldado Ryan” está em estado crítico: “Não há mais esperança”
Os parentes de Tom Sizemore (“O Resgate do Soldado Ryan”) precisarão decidir seu futuro. Nesta segunda-feira (28/2), os médicos informaram que “não há mais esperança” de recuperação para o ator e recomendaram que a família opte pela eutanásia. Tom sofreu um aneurisma cerebral devido a um derrame no último dia 19 de fevereiro. O ator de “O Resgate do Soldado Ryan” está em estado crítico e em coma na unidade de terapia intensiva do Providence Saint Joseph Medical Center, em Burbank, desde sua hospitalização. Representante da família Sizemore, Charles Lago informou ao The Hollywood Reporter que os parentes foram informados sobre o estado crítico de Tom e agora estão “decidindo o que fazer” com a vida do ator. “Pedimos privacidade para sua família neste momento difícil. Eles agradecem o apoio e as orações recebidas. É um momento muito difícil para eles”, acrescentou o porta-voz. Sizemore estava em sua própria casa em Los Angeles quando, por volta das 2 horas da madrugada, foi encontrado sem sentidos por um conhecido, que se preocupou e chamou uma ambulância. Ele se encontra em coma desde então. Tom Sizemore é mais lembrado pelo papel do Sargento Michael Horvath em “O Resgate do Soldado Ryan”, filme dirigido por Steven Spielberg (“Amor Sublime Amor”) em 1998. Ele também atuou em longas como “Assassinos por Natureza” (1994), “Planeta Vermelho” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001), e foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Minissérie ou Filme Feito para Televisão por seu papel em “Proteção à Testemunha” (1999). Sizemore lutou por muito tempo contra o vício em drogas e teve uma série de problemas legais durante sua carreira. Ele foi condenado, em 2003, por acusações de violência doméstica decorrentes de um relacionamento com sua ex-noiva Heidi Fleiss. Ele também declarou, em entrevista à CNN, ser viciado em cocaína, heroína e metanfetamina.
Autor de “Dilbert” tem quadrinhos cancelados após declarações racistas
A empresa Andrews McMeel, distribuidora das tirinhas de “Dilbert”, anunciou que vai encerrar a publicação do personagem na imprensa dos EUA. O anúncio do cancelamento aconteceu após o criador do personagem, Scott Adams, ter feito comentários racistas. “Como uma empresa de mídia e comunicação, a AMU valoriza a liberdade de expressão”, disseram Hugh Andrews e Andy Sareyan, presidente e CEO da empresa, em comunicado. “Temos orgulho de promover e compartilhar muitas vozes e perspectivas diferentes. Mas nunca apoiaremos qualquer comentário enraizado na discriminação ou no ódio. Os comentários recentes de Scott Adams sobre raça e relações raciais não estão alinhados com nossos valores fundamentais como empresa”. A decisão foi tomada após alguns jornais cancelarem, por iniciativa própria, a publicação das tirinhas. A polêmica aconteceu devido a uma live que Adams fez no seu canal no YouTube, em que se referiu à população afro-americana como “grupo de ódio”. “O melhor conselho que eu daria aos brancos é ficar longe dos negros”, disse Adams, enquanto falava sobre uma pesquisa a respeito do uso da frase: “Tudo bem ser branco”. De acordo com a pesquisa, 26% dos afro-americanos discordaram da afirmação e outros 21% disseram que não tinham certeza. Essa é uma frase que tem sido usada pela extrema direita dos EUA e condenada pela Liga Anti-Difamação. Mas não foram apenas as tirinhas de “Dilbert” que foram canceladas. O The Wall Street Journal apurou que a editora Portfolio também cancelou a publicação de um livro de Adams, que não tinha relação com o seu personagem mais famoso. Em seu Twitter, o autor postou uma entrevista em que explica seus comentários. “Aceito críticas de qualquer pessoa que tenha visto todo o contexto aqui. O resto de vocês está em uma bolha de notícias falsas, mas confio que suspeitaram disso”, escreveu ele.
Livros de James Bond serão reeditados com cortes de conteúdo racista
Os livros da franquia “James Bond”, escritos por Ian Fleming, serão reeditados com o intuito de remover conteúdos racistas contidos nas obras originais. Segundo o jornal britânico The Telegraph, os livros serão relançados a partir de abril, para comemorar os 70 anos de “Cassino Royale”, a estreia literária de Bond, e trarão avisos aos leitores sobre a versão. Cada livro vai iniciar com um aviso de que a obra foi escrita “em uma época em que termos e atitudes que poderiam ser considerados ofensivos pelos leitores modernos eram comuns”. Em seguida, será informado que “nesta edição, foram feitas várias atualizações, mantendo-se o mais próximo possível do texto original e do período em que ele se passa”, informou o jornal. Uma das principais mudanças feitas nos livros refere-se a um termo pejorativo comumente usado por Fleming para se referir a pessoas negras. O termo em questão foi completamente removido e substituído por “pessoa negra” ou “homem negro”. Mas essa não foi a única mudança. Em “Viva e Deixe Morrer” (1954), por exemplo, James Bond originalmente se referia aos africanos do comércio de ouro e diamantes como “caras bastante respeitáveis, eu deveria pensar, exceto quando bebem demais”. Isso foi alterado para apenas “caras bastante respeitáveis, eu deveria pensar”. Em outra cena do livro, o protagonista está em uma boate de strip tease do Harlem e o livro dizia que “Bond podia ouvir a plateia ofegando e grunhindo como porcos no cocho. Ele sentiu suas próprias mãos agarrando a toalha de mesa. Sua boca estava seca”. Essa descrição foi trocada por: “Bond podia sentir a tensão elétrica na sala”. Outros conteúdos, como referências feitas ao sotaque de personagens negros, foram removidos por completo, assim como a referência a etnias de alguns personagens que aparecem em “007 contra a Chantagem Atômica” (1961), “007 Contra a Chantagem Atômica” (1960) e “007 Contra Goldfinger” (1959). Vale lembrar que essas mudanças foram propostas pela Ian Fleming Publications, e não iam contra a vontade do autor. Na verdade, o próprio Ian Fleming já tinha autorizado que fossem feitas mudanças na edição americana de “Viva e Deixe Morrer” antes da sua morte, em 1964. “Nós, na Ian Fleming Publications, revisamos o texto dos livros originais de Bond e decidimos que nossa melhor opção era seguir o exemplo de Ian. Fizemos mudanças em ‘Viva e Deixe Morrer’ que ele mesmo autorizou”, afirmou a editora ao The Telegraph. “Seguindo a abordagem de Ian, analisamos as ocorrências de vários termos raciais em todos os livros e removemos várias palavras individuais ou as substituímos por termos que são mais aceitos hoje, mas em sintonia com o período em que os livros foram escritos”. “Encorajamos as pessoas a lerem os livros por si próprias quando os novos livros forem publicados em abril”, concluiu a Ian Fleming Publications. Essa é a segunda iniciativa do gênero neste ano que mal começou. Há duas semanas, os livros infantis de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”) passaram por um processo similar, para remover conteúdos considerados ofensivos como “gordo” e “louco”.












