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  • Filme

    Disney vai produzir seu primeiro filme de princesa negra africana

    28 de julho de 2018 /

    A Disney vai produzir seu primeiro filme de princesa negra africana. O estúdio deu a luz verde para a produção de “Sadé”, um filme live-action concebido pelos roteiristas Ola Shokunbi e Lindsey Reed Palmer. Eles nunca escreveram um longa-metragem, mas emplacaram o conceito numa reunião com os executivos da Disney, intermediada por Rick Famuiywa, cineasta responsável por “Dope: Um Deslize Perigoso”, que vai produzir as filmagens. Na trama, quando seu reino na África é atacado por uma força misteriosa, a personagem Sadé descobre poderes mágicos e assume o papel de protetora de seu povo. O estúdio já tinha mostrado uma princesa negra americana no desenho “A Princesa e o Sapo” (2009), mas será a primeira vez que contará uma história do gênero passada na África. A produção é reflexo do sucesso obtido pela Disney com “Pantera Negra”. A adaptação dos quadrinhos da Marvel bateu recordes de bilheteria com uma história que também mostrava um reino fictício africano. Mas se passava no universo Marvel e não nos reinos encantados das princesas da Disney. Apesar de Suri ter roubado as cenas de “Pantera Negra”, “Sadé” trará a primeira princesa negra de carne e osso como protagonista de um filme na Disney. Além desse projeto, a Disney desenvolve a refilmagem de “O Rei Leão”, que também é sobre um reino africano, mas comandado por animais.

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  • Filme

    Carrie Fisher e Mark Hamill são confirmados em Star Wars: Episódio IX

    28 de julho de 2018 /

    A atriz Carrie Fisher voltará a interpretar a Princesa/General Leia uma última vez nos cinemas, informou a Lucasfilm na sexta-feira (27/7). Ela vai aparecer em “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido, por meio de cenas inéditas, filmadas para a produção de “O Despertar da Força”, que acabaram ficando de fora do filme lançado no final do ano passado. “Nós amamos desesperadamente Carrie Fisher”, disse o diretor JJ Abrams, responsável pelo “Episódio IX”, em comunicado. “Encontrar um final satisfatório para a conclusão da saga Skywalker sem ela é ilusão. Jamais iria escalar outra atriz ou usar computação gráfica. Com o apoio de sua filha, Billie, nós encontramos uma forma de honrar o legado de Fisher como Leia no Episódio XI, usando gravações nunca antes vistas que fizemos para ‘Episódio VIII’ (O Despertar da Força)”. Carrie Fisher morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Ela era a última integrante do trio original de protagonistas humanos da franquia que não tinha morrido na trama. Mas a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tinha dito que não pretendia forçar sua inclusão na história por meio de animação computadorizada. Apesar disso, a atriz chegou a ser recriada digitalmente para a cena final de “Rogue One” (2016), que mostrava sua versão jovem. Ela ainda estava viva e aprovou o resultado. A Lucasfilm também anunciou que Mark Hamill voltará ao personagem Luke Skywalker, que, aparentemente, tinha morrido no filme anterior. E confirmou que Billy Dee Williams retomará o papel de Lando Calrissian, que ele interpretou em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). “Star Wars: Episódio IX” começará a ser filmado em 1º de agosto e sua estreia está prevista para 19 de dezembro de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Tom Welling vem a São Paulo participar da Comic Con Experience

    28 de julho de 2018 /

    O ator Tom Welling, que ficou conhecido ao estrelar a série “Smallville” entre 2001 e 2011, virá a São Paulo participar da Comic Con Experience. Ele vai participar das comemorações dos 80 anos do Superman, que contará com atividades da DC Comics no evento. Welling voltou recentemente a atuar numa atração derivada dos quadrinhos da editora, ao participar da 3ª temporada de “Lucifer” – já encerrada nos Estados Unidos, mas ainda exibida na TV paga brasileira. Ele não participará do resgate da série na Netflix, já que a história de seu personagem foi finalizada. A Comic Con Experience vai acontecer este ano nos dias 7, 8 e 9 de dezembro.

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  • Série

    Revelação de The Assassination of Gianni Versace será o Anticristo de American Horror Story

    28 de julho de 2018 /

    A 8ª temporada de “American Horror Story” já definiu seu anticristo. O produtor Ryan Murphy escalou o ator Cody Fern, uma revelação de sua outra série, “The Assassination of Gianni Versace” – a 2ª temporada de “American Crime Story” – para viver a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton) na 1ª temporada da série. Intitulada “American Horror Story: Apocalypse”, a nova temporada vai continuar a história do arco inaugural da série, batizada de “Murder House”, e incluirá as bruxas da 3ª temporada, “Coven”. O novo capítulo já tem confirmados os retornos dos seguintes atores: Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, além da estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”). Também foram convidadas, mas ainda não confirmadas, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe e a cantora Lady Gaga. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série também é exibida no canal pago FX no Brasil.

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  • Etc

    Ator de Gossip Girl não irá a julgamento após ser acusado de estupro por três mulheres

    27 de julho de 2018 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, não irá a julgamento após sofrer acusações de estupro de três mulheres. O processo foi abandonado pelos promotores de Los Angeles, que anunciaram nesta sexta (27/7) não terem “evidências insuficientes” para levar o caso ao tribunal. A atriz Kristina Cohen (“Ladies Like Us”) fez a primeira acusação contra Westwick em novembro do ano passado, relatando no Facebook que o ator a havia convidado para a sua casa em Los Angeles e a estuprado em seu quarto. Ele imediatamente se pronunciou, dizendo-se inocente e que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras mulheres se manifestaram. Aurelie Lynn e Rachel Eck se juntaram a Cohen na tentativa de mover um processo contra Westwick. Segundo os promotores, duas das mulheres conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Outras supostas vítimas de Westwick também abordaram os promotores para relatarem casos de assédio, mas os crimes relatados já haviam prescrito. A advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, o ator foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, inclusive a série britânica “White Gold”, que estrelava, sendo substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.

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  • Etc

    Demi Lovato quase morreu de overdose, afirma site

    27 de julho de 2018 /

    A gravidade da overdose sofrida por Demi Lovato teria deixado a cantora à beira da morte, de acordo com uma fonte ouvida pelo site TMZ. Segundo a pessoa não identificada, o socorro prestado à cantora foi rápido e aconteceu em momento crucial. “Ela podia ter morrido”, disse a fonte, que estaria na casa no momento da ligação para o serviço de emergência e a chegada dos socorristas. Demi foi achada inconsciente pelos paramédicos, em sua cama, às 11h30 da manhã de terça-feira (24/7). O site disponibilizou a gravação em áudio da ligação para o número 911 (ouça aqui), que indica a presença de várias pessoas na casa com a cantora e preocupação com um possível escândalo. “Você está com o paciente?”, questiona o atendente na gravação. “Eu estava, estou no andar debaixo agora. Tem algumas pessoas com ela. A gente só precisa de alguém aqui”, pede uma mulher não identificada. Em resposta, o atendente afirma: “Vocês ouvirão as sirenes logo mais”. Mas a mulher pede para que isso não aconteça. “Sem sirenes, por favor, certo?”. “Isso é uma emergência médica. Eu não tenho controle sobre isso, me desculpa… Isso definitivamente é uma emergência médica e precisamos chegar o mais rápido possível”, responde o telefonista. Primeiro a noticiar a possível overdose, o TMZ afirmou que Demi teria recebendo tratamento com um medicamento usado para reverter os efeitos de opioides – drogas como heroína. Mas um integrante de sua família garantiu que ela não usou heroína, embora não quisesse revelar qual droga causou o seu estado. Ela teria passado a noite curtindo uma festa em sua casa. O site informou que a própria Demi se recusou a dizer aos médicos que droga consumiu, e que teria causado sua overdose, e a polícia não encontrou nenhum vestígio de drogas ilegais em sua casa. Por conta disso, o caso não está sendo investigado como crime – justamente pela ausência de evidências. Demi segue hospitalizada, mas um comunicado emitido na própria terça-feira dizia que ela estava consciente e responsiva. Desde então, não houve mais notícias sobre seu estado de saúde.

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  • Etc,  TV

    Chefão da rede CBS e homem mais poderoso da TV americana é acusado de assédio sexual

    27 de julho de 2018 /

    Chefe da rede CBS e considerado o homem mais poderoso da TV americana neste século, Leslie Moonves foi acusado de assédio sexual por seis funcionárias da emissora, e outras tantas alegam que sofreram abusos durante período de trabalho na CBS. Os incidentes foram revelados em uma reportagem da revista The New Yorker, publicada nesta sexta-feira (27/7). A reportagem é assinada por Ronan Farrow, que ganhou o prêmio Pulitzer pela investigação jornalística que trouxe à tona as denúncias contra Harvey Weinstein no ano passado. Assim como no caso de Weinstein, alguns dos incidentes são de mais de 20 anos atrás, em que Moonves teria apalpado e beijado à força funcionárias da emissora. Quatro descreveram toques inapropriados ou beijos forçados durante o que deveriam ser reuniões de negócios, afirmando que se tratava de uma situação rotineira. Duas afirmaram que Les Moonves, como é mais conhecido, as intimidou fisicamente ou ameaçou atrapalhar suas carreiras. “O que aconteceu comigo foi uma agressão sexual, e então fui demitida por não participar”, acusou a atriz e escritora Illeana Douglas. Por situações como esta, todas as mulheres disseram que temiam até hoje falar sobre o assédio, porque isso poderia levar a uma retaliação de Moonves, que é conhecido na indústria por sua habilidade de fazer ou quebrar carreiras. “Ele se safou disso por décadas”, disse a escritora Janet Jones, que alega que teve que expulsá-lo depois que ele a beijou à força em uma reunião de trabalho. Farrow afirma ter ouvido ainda 30 funcionários atuais e antigos da CBS, que relataram que esse tipo de comportamento era tolerado e incentivado no ambiente de trabalho, onde jornalistas da CBS News, denunciados por má conduta sexual, ganhavam promoções ao mesmo tempo em que a empresa pagava acordos a mulheres que os acusavam. Entrevistado para a reportagem, o próprio Moonves admitiu que “pode ​​ter deixado algumas mulheres desconfortáveis” no passado. “Aqueles foram erros, e eu lamento imensamente”, disse ele. “Mas eu sempre entendi e respeitei … que ‘não’ significa ‘não’, e eu nunca usei mal a minha posição para prejudicar ou atrapalhar a carreira de ninguém.” Em resposta às denúncias, a CBS afirmou que irá investigar as acusações. Um comunicado emitido em nome da rede ressaltou que “todas as alegações de má conduta pessoal devem ser levadas a sério” e que após apurar os fatos “as medidas apropriadas” seriam tomadas. O chefão da CBS é casado com a apresentadora Julie Chen, que comanda a versão americana do “Big Brother” desde 2004. A emissora tem os maiores índices de audiência da TV aberta do país, e exibe sucessos longevos como “The Big Bang Theory” e “NCIS”. Sua programação também é considerada a mais convencional da TV americana, o que talvez explique sua penetração junto do grande público, mas esse sucesso tem se traduzido em fracasso na hora de negociar os programas para outras plataformas, que não demonstram o mesmo interesse em formatos antiquados. Em compensação, Moonves lançou recentemente a CBS All Access, plataforma de streaming da emissora, como títulos como “Star Trek: Discovery”, “The Good Fight” e “Strange Angel”. A denúncia vem à tona no momento em que o executivo de 68 anos se encontra em uma batalha judicial contra Shari Redstone, maior acionista da Viacom, companhia de comunicações “irmã” da CBS. Os dois brigam para decidir se as duas empresas devem se unir em uma só ou se devem se manter separadas. Moonves é contra a unificação, por considerar que a CBS pode se desvalorizar ao ser misturada com ativos deficitários como o estúdio Paramount e o canal pago MTV.

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  • Filme

    História da criação da Nike vai virar filme da Netflix

    27 de julho de 2018 /

    A história de Phil Knight, fundador da Nike, vai virar filme da Netflix. A produção será baseada na autobiografia “A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike”, tradução pomposa para o best-seller americano originalmente intitulado “Shoe Dog”, que conta como surgiu o império da marca de material esportivo. O livro revela que Knight pediu US$ 50 emprestado ao pai nos 1960 para começar seu negócio, que atualmente fatura cerca de US$ 36 bilhões por ano. “Não poderíamos estar mais animados em fazer ‘A Marca da Vitória: A Autobiografia do Criador da Nike’ com Phil Knight, um dos mais icônicos empresários do mundo e um grande contador de histórias”, disse em comunicado Scott Stuber, responsável pelo segmento de filmes da Netflix. “Através de inovação, paixão e tentativa e erro, Phil criou algo que virou parte da cultura. Mal podemos esperar para dividir isso com o mundo”, completou, no comunicado do projeto. A adaptação está sendo escrita por Scott Alexander e Larry Karaszewski, criadores da série “American Crime Story” e responsáveis pelo premiado arco limitado “The People v. O. J. Simpson”. E a produção é de Frank Marshall, parceiro de Steven Spielberg em diversos clássicos do cinema, como os filmes de Indiana Jones, “Poltergeist”, “Gremlins”, “Os Goonies” e “De Volta para o Futuro”. “Estou ansioso para trabalhar com meu amigo, o grande Frank Marshall, em trazer minha história e a história da Nike para a tela”, disse Knight, no mesmo comunicado. “Fiquei satisfeito com a recepção que meu livro recebeu e acho que podemos explicar minha jornada e a história da Nike para um público ainda maior em colaboração com a Netflix.” O filme ainda não tem diretor definido, cronograma de produção, nem data para chegar no serviço de streaming.

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  • Etc

    Michelle Williams se casou em segredo com roqueiro indie

    27 de julho de 2018 /

    A atriz Michelle Williams se casou discretamente neste mês com o guitarrista e cantor indie americano Phil Elverum, ex-integrante dos Microphones, que lidera a banda Mount Eerie. O casamento foi revelado durante uma entrevista com a revista Vanity Fair, publicada na quinta-feira (26/7) nos Estados Unidos. Na entrevista, Williams contou que nunca desistiu do amor após a morte de seu parceiro Heath Ledger, há 10 anos. A atriz teve uma filha com Ledger, Matilda, mas o casal encerrou seu romance de três anos alguns meses antes da morte do ator por overdose acidental de remédios em 2008. Ela lembrou como a época da morte do intérprete do Coringa em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” foi avassaladora para ela e a filha. “Eu nunca irei me esquecer de ir aos correios e ver um cartaz pendurado na parede pedindo contato com qualquer pessoa com informações sobre mim e minha filha. Então eu o retirei’, disse à Vanity Fair. Elverum também é viúvo e pai de uma menina, Agathe. A esposa dele morreu de câncer pancreático em 2015. E as semelhanças nas histórias de vida aproximaram o casal. Os dois se casaram no início do mês numa cerimônia privada, diante de poucos convidados e longe da mídia, na região rural de Adirondacks, no Estado de Nova York, onde vive a família do músico. “Eu nunca desisti do amor”, disse Williams. “Eu sempre digo para Matilda, ‘Seu pai me amava antes de qualquer um pensar que eu era talentosa, ou bonita, ou tinha roupas boas’. Obviamente eu nunca na minha vida falei sobre ter um novo relacionamento, mas Phil é especial”.

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  • Etc

    Gravação da ligação de emergência feita para salvar Demi Lovato é revelada

    27 de julho de 2018 /

    A ligação feita para o serviço de emergência 911 em Los Angeles, após a suposta overdose de Demi Lovato na última terça-feira (24/7), foi divulgada pelo site TMZ. A gravação indica a presença de várias pessoas na casa com a cantora e preocupação com um possível escândalo. “Você está com o paciente?”, questiona o atendente na gravação. “Eu estava, estou no andar debaixo agora. Tem algumas pessoas com ela. A gente só precisa de alguém aqui”, pede uma mulher não identificada. Em resposta, o atendente afirma: “Vocês ouvirão as sirenes logo mais”. Mas a mulher pede para que isso não aconteça. “Sem sirenes, por favor, certo?”. “Isso é uma emergência médica. Eu não tenho controle sobre isso, me desculpa… Isso definitivamente é uma emergência médica e precisamos chegar o mais rápido possível”, responde o telefonista. Primeiro a noticiar a possível overdose, o TMZ afirmou que Demi teria recebendo tratamento com um medicamento usado para reverter os efeitos de opioides – drogas como heroína. Mas um integrante de sua família garantiu que ela não usou heroína, embora não quisesse revelar qual droga causou o seu estado. Ela teria passado a noite curtindo uma festa em sua casa. O site informou que a própria Demi se recusou a dizer aos médicos que droga consumiu, e que teria causado sua overdose, e a polícia não encontrou nenhum vestígio de drogas ilegais em sua casa. Por conta disso, o caso não está sendo investigado como crime – justamente pela ausência de evidências. Ouça abaixo a ligação:

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  • Etc

    Diretor vencedor do Oscar será julgado por estupro em Nova York

    27 de julho de 2018 /

    O diretor Paul Haggis, vencedor de dois Oscar por seu filme “Crash – No Limite”, vai enfrentar um julgamento público em tribunal por uma acusação de estupro feita pela relações públicas Haleigh Breest. O Juiz Robert Reed, da Suprema Corte de Nova York, recusou na quinta-feira (26/7) o pedido dos advogados de Haggis para anular o processo. Breest afirma que Haggis a estuprou no apartamento dele em janeiro de 2013, após a estréia do filme “Terapia de Risco”. Ela diz que ele insistiu para que ela subisse para tomar uma bebida, e ela aceitou apesar de não querer ir. Breest afirma que os avanços sexuais indesejados começaram quase que imediatamente, e ela o descreve violentamente removendo as calças e depois forçando o sexo. Ela diz que contou a dois amigos íntimos sobre o incidente e ainda procurou médicos para verificar se não tinha pego alguma doença sexualmente transmissível. Ela diz que o incidente a deixou emocionalmente marcada, levando-a a buscar tratamento de saúde mental em junho de 2017, durante o qual seu psicólogo a diagnosticou com estresse pós-traumático. Ela afirma que as declarações públicas de Haggis em resposta ao escândalo de agressão sexual de Harvey Weinstein a ultrajaram e que isso a motivou a processá-lo, com base na lei de violência contra mulheres. A advogada de Haggis, Christine Lepera, tentou fazer o processo ser anulado ao revelar que a acusadora procurou a defesa para tentar fazer um acordo por seu silêncio no valor de US$ 9 milhões, e seu objetivo teria sido causar transtorno emocional para obter o valor. “O que aconteceu não foi uma discussão normal de um acordo financeiro, foi extorsão”, disse a advogada, de acordo com reportagem do site The Hollywood Reporter. “Quando você ameaça processar alguém a partir de uma acusação falsa, é revoltante. Todos nós sabemos que o estupro é algo revoltante, mas isso também é”. A advogada de Haggis ainda acusou Breest de levar às acusações à público, na imprensa, para que aumentar a pressão. Mas o juiz não se convenceu, dizendo que uma decisão a favor de Haggis abriria precedente para qualquer pessoa processada alegar ser vítima de “extorsão” e “transtorno emocional”. Além disso, o juiz reparou que a defesa também levou o caso à imprensa e abriu um processo contra a acusadora. “Você fez a mesma coisa, vendendo a sua história para a imprensa. Esse caso se tornou público porque vocês processaram”, afirmou. De fato, Lepera abriu um processo contra a acusadora por extorsão. Esta ação afirma que o diretor recebeu uma carta com uma ameaça em 16 de novembro, assinada por um advogado que representa a mulher, na qual incluía uma queixa pronta e ainda não protocolada. Durante uma ligação de 11 de dezembro, o advogado da Breest teria exigido um pagamento de US$ 9 milhões para o processo não ser aberto. “A ré achava que poderia capitalizar as manchetes atuais, acreditando que não teria que provar nada, bastando só ameaçar destruir sua vítima”, diz a advogada nos autos. Assim, o o caso de Haggis deve seguir para julgamento diante de um júri popular. O detalhe é que não incluirá apenas a acusação de Haleigh Breest. O juiz permitiu que a promotoria incluísse três outras mulheres, que preferem se manter anônimas, numa denúncia coletiva contra o diretor por estupro. As três mulheres se apresentaram após Haggis decidir processar a acusadora original. De acordo com a agência Associated Press, uma delas trabalhou com o diretor em um programa de televisão em 1996. Ela afirma que Haggis a forçou a fazer sexo oral com ele antes de estuprá-la. Na época, não foi à polícia porque ninguém acreditaria nela e o diretor acabaria com sua carreira. “O poder, a raiva, os recursos financeiros, você sente que não dá para enfrentar isso”, disse ela à reportagem da AP. Outra mulher alegou ter encontrado Haggis ao oferecer-lhe uma idéia de programa de TV em seu escritório. Ela afirma que Haggis disse que tinha um acordo em seu casamento que lhe permitia dormir com outras mulheres antes de tentar beijá-la. “Eu senti como se minha vida tivesse acabado”, disse a acusadora, que conseguiu escapar, mas foi seguida. A última mulher também afirmou que o diretor a beijou à força em 2015, antes de segui-la até um táxi. Cientologista que depois se voltou contra a seita, Paul Haggis foi alçado à fama com “Crash” e depois assinou roteiros de filmes de sucesso como “Menina de Ouro” (2004), “007 – Cassino Royale” (2006) e “007 – Quantum of solace” (2008). As acusações trazem à tona uma ironia histórica. “Crash” é considerado o mais fraco vencedor do Oscar deste século. O favorito era “O Segredo de Brokeback Montain”. Mas este filme, que rendeu o Oscar de Melhor Direção para Ang Lee, enfrentou grande preconceito da velha guarda de Hollywood. O já falecido ator Tony Curtis deu uma entrevista famosa falando que não tinha visto e não tinha intenção de vê-lo para votar no Oscar. E que outros membros da Academia também pensavam assim. O fato de ser um romance gay incomodou. Assim, o filme do homem agora acusado de ser estuprador acabou vencendo o Oscar, com apoio dos defensores da moral e dos bons costumes. Uma data para o julgamento deve ser definida em breve. Haggis será o segundo homem poderoso de Hollywood a enfrentar julgamento por consequência das denúncias de abuso sexual na indústria de cinema e TV que vieram à tona no final do ano passado. Antes dele, deverá ser julgado o caso do produtor que precipitou o movimento acusatório, Harvey Weinstein.

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  • Filme

    Júri do Festival de Veneza terá diretor de Thor: Ragnarok

    27 de julho de 2018 /

    O Festival de Veneza 2018 anunciou nesta quinta-feira os membros do júri que elegerão os melhores da competição, que será presidido por Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), vencedor do Leão de Ouro no ano passado. Os integrantes são o diretor neozelandês Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), a atriz australiana Naomi Watts (“Birdman”), o ator austríaco Christoph Waltz (“Django Livre”), a atriz e diretora taiwanesa Sylvia Chang (“Escritório”), a atriz dinamarquesa Tryne Dyrholm (“O Amante da Rainha”), a atriz e diretora francesa Nicole Garcia (“Um Instante de Amor”), o diretor e roteirista italiano Paolo Genovese (“The Place”), e a diretora e roteirista polonesa Malgorzata Szumowska (“Body”). A seleção oficial do Festival de Veneza 2018 conta com filmes que podem chegar fortes ao Oscar 2019, como o drama “O Primeiro Homem”, de Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”), que vai abrir o evento. Veja a lista completa aqui. O Festival de Veneza 2018 acontece entre 29 de agosto e 8 de setembro.

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  • Série

    Game of Thrones e Veep exibirão suas temporadas finais na próxima primavera dos Estados Unidos

    25 de julho de 2018 /

    As últimas temporadas das séries “Game of Thrones” e “Veep” já têm previsão de estreia. Irão ao ar na próxima primavera dos Estados Unidos (também conhecida como midseason na grade televisiva), entre março e maio. O anúncio foi feito pelo chefe de programação da HBO Casey Bloys durante sua participação no evento semestral da TCA, em que executivos se encontram com críticos de TV para discutir suas programações. A previsão coloca “Game of Thrones” de volta a seu período tradicional. A maioria das temporadas da série foi lançada na primavera norte-americana. A única exceção aconteceu no sétimo ano da produção, quando houve necessidade de estender as filmagens pelo inverno, levando a um lançamento em julho. Sobre “Veep”, Bloys ainda adiantou que a produção deve começar em outubro, e que os roteiristas já estão trabalhando. As gravações da temporada final foram adiadas por causa do tratamento da protagonista Julia Louis-Dreyfus contra um câncer de mama, o que levou a série a não exibir episódios em 2018.

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