Clipe com nudez de Luísa Sonza é visto mais de 2 milhões de vezes em 24 horas
A cantora Luísa Sonza divulgou seu novo clipe na quinta (13/12) e em 24 horas o vídeo foi visto mais de 2 milhões de vezes. A música “Nunca Foi Sorte” é tema de personagem da novela “O Sétimo Guardião”, o que é um grande empurrão comercial. Mas há outro chamariz na produção: a nudez da cantora, que aparece sem roupas em várias cenas, enquanto fala, paradoxalmente, contra o machismo. A música tem letra do próprio autor da novela das nove da Globo, Aguinaldo Silva, que escolheu a influenciadora digital como intérprete. Seguindo os últimos lançamentos de Luísa Sonza, “Nunca Foi Sorte” traz uma mensagem empoderada. “Quem disse que futebol é coisa pra menino? Quem disse que azul é a cor que ele tem que usar? Um homem que é homem de verdade cria um filho mostrando pra ele o que a vida tem pra dar”, diz a letra. Como ilustração da mensagem, Luísa Sonza e um modelo masculino dançam muito, alternadamente, e também aparecem pelados, cobertos de tinta azul, que é retirada de seus corpo conforme o vídeo avança. No caso dela, de forma a revelar seus contornos de forma bem clara. A direção é de Philippe Noguchi, que já fez clipes para Ana Cañas e Whipallas, e trabalha em publicidade. “Nunca Foi Sorte” é o quarto clipe lançado por Luísa Sonza neste ano. Antes da música da novela, a cantora lançou “Rebolar”, “Devagarinho” e “Boa Menina”. Juntos, os quatro vídeos já passam dos 108 milhões de visualizações no canal do YouTube da artista.
Cybill Shepherd diz que teve série cancelada por não querer sexo com o presidente da CBS
A atriz Cybill Shepherd denunciou que sua bem-sucedida série de comédia “Cybill” foi cancelada nos anos 1990 porque ela se recusou a ser assediada por Les Moonves, o ex-presidente da rede CBS, demitido do cargo após diversas acusações de abuso sexual. Em entrevista à rádio Sirius XM, a atriz contou que Moonves pediu para levá-la para sua casa depois de um jantar marcado por seus assistentes. “Ele ficava dizendo que sua esposa não o excitava, uma amante não o excitava”, disse a atriz. “E em seguida emendou: ‘Bem, por que você não me deixa te levar para casa?'”. Ela se recusou e sua série foi abruptamente cancelada logo depois. O último episódio terminou em um cliffhanger a “ser continuado” que nunca encontrou resolução, dois anos após “Cybill” vencer o Globo de Ouro como Melhor Série de Comédia. Moonves foi acusado de silenciar mulheres com quem supostamente se envolveu em conduta sexual imprópria, e as alegações contra ele desencadearam uma investigação sobre uma possível epidemia de má conduta na CBS. Nesta semana, a rede aceitou indenizar a atriz Elisa Dushku em US$ 9,5 milhões por assédio sofrido durante sua participação na série “Bull” no ano passado. Para evitar ser demitido, o executivo acertou sua demissão em setembro, mantendo direito a uma fortuna de compensação financeira. As acusações contra Moonves chegaram à público em julho nas páginas da revista New Yorker, numa reportagem escrita por Ronan Farrow, que trouxe seis mulheres alegando ter sofrido abusos do executivo. Outras seis mulheres alegaram outros casos de assédio, retaliação, intimidação e sexo oral forçado em um segundo artigo publicado em setembro. No dia seguinte, a CBS anunciou que Moonves se demitiria. Moonves negou as acusações. Ele disse à New Yorker que “teve relações consensuais” com três das seis mulheres do artigo de setembro, e que ele “nunca usou minha posição para prejudicar a carreira das mulheres”. “Alegações falsas de décadas atrás estão sendo feitas contra mim que não são consistentes com quem eu sou”, disse Moonves em um comunicado após sair da CBS. “Estou profundamente triste por estar deixando a empresa.” No início deste mês, o New York Times informou que alegações adicionais de má conduta sexual contra Moonves haviam surgido como parte de uma investigação de advogados que o conselho da CBS contratou para investigar as alegações iniciais. De acordo com o relatório do Times, a investigação encontrou alegações adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”. A CBS não quis comentar as novas alegações de Shepherd.
Atriz de Ozark será assistente de Weinstein no primeiro filme sobre o escândalo sexual do produtor
A atriz Julia Garner, que trabalhou em “The Americans” e está atualmente na série “Ozark”, vai interpretar uma das assistentes de Harvey Weinstein no primeiro filme de ficção sobre as denúncias de assédio sexual contra o produtor. Ainda sem título, o filme tem direção de Kitty Green (“Quem é JonBenet”), que passou mais de um ano analisando documentações das denúncias de assédio contra Weinstein e entrevistando pessoas envolvidas nos casos. Diversas assistentes foram citadas em denúncias de assédio contra o produtor – em alguns casos, elas levavam as mulheres que seriam abusadas por Weinsten até os quartos de hotel onde tudo aconteceria. Em comunicado, o produtor James Schamus explicou o projeto: “Kitty Green entende que o exercício de poder burocrático corporativo, tão frequentemente estruturado contra as mulheres e mobilizado contra uma força de trabalho vulnerável, é um tipo diferente de terror. Para entender completamente as predações de Harvey Weinstein, precisamos conhecer o cenário que possibilitou que elas continuassem acontecendo”. A produção ainda não tem previsão de estreia
Jennifer Garner vai estrelar nova série do criador de Alias
A atriz Jennifer Garner vai voltar a trabalhar com o produtor J.J. Abrams, criador de “Alias”, a série que a lançou ao estrelato. Os dois vão repetir a parceria em uma nova minissérie para o serviço de streaming da Apple. Intitulada “My Glory Was I Had Such Friends”, a produção é uma adaptação da autobiografia homônima da escritora Amy Silverstein. No livro, Silverstein conta como segurou a ansiedade causada por seus problemas cardíacos, em certo ponto tendo que esperar por um improvável segundo transplante de coração, com a ajuda de um grupo de amigas dedicadas. Karen Croner (“A Seleção”, “Um Amor Verdadeiro”) vai escrever a adaptação, que será produzida por Abrams, via sua companhia Bad Robot, e trará Garner no papel de Silverstein. Ainda não há previsão de estreia para a série ou para o serviço de streaming de Apple.
Dado Dolabella tem nova prisão decretada
O ator Dado Dolabella voltou a ser alvo de um novo mandado de prisão após descumprir os termos da decisão judicial que suspendeu sua condenação pelos crimes de injúria e dano. Desde sexta-feira (7/12), ele é considerado um foragido da Justiça. Dollabella havia sido condenado a dois meses e 15 dias de reclusão por ter xingado a ex-mulher, Viviane Sarahyba, e ainda por ter danificado seu carro, durante uma discussão em dezembro de 2010. Inicialmente, havia sido concedida a suspensão condicional da pena (a chamada SURSIS), em troca de o ator participar de um grupo de reflexão, comparecer mensalmente ao juízo para justificar suas atividades, dentre outras ações. Em fevereiro deste ano, a SURSIS foi suspensa porque Dado havia sido preso em São Paulo por não pagar pensão alimentícia, se mudado sem apresentar novo endereço e não compareceu em juízo quando foi intimado para prestar esclarecimentos. O novo mandado de prisão, que foi expedido na sexta, veio do juizado de violência doméstica da comarca regional de Jacarepaguá, no Rio. O mandado já foi encaminhado para a polícia civil de São Paulo e para a Polícia Federal. Atualmente, ele tem sido visto circulando com Letícia Almeida. Procurado pelo jornal Extra e questionado se tinha a intenção de se apresentar para cumprir a pena, Dado afirmou ter conhecimento do mandado contra ele, mas aguarda a orientação de sua advogada. “Estou à disposição da Justiça. Não vou fugir de jeito nenhum. Eu dependo da minha advogada. Estou esperando ela me dizer o que tenho que fazer”, afirmou. Dado disse ainda que faltou a apenas uma das 12 reuniões do grupo reflexivo por causa de compromissos de trabalho. Questionado, no entanto, sobre o não comparecimento em juízo desde agosto de 2017, o ator disse não se recordar do fato. Já a advogada do artista, Fernanda Trípode, afirmou que Dado não foi intimado oficialmente do mandado de prisão contra ele, por isso não poderia ser considerado foragido. “Estamos analisando, seguindo a tramitação e a ordem judicial será devidamente cumprida no seu tempo e modo”, disse a advogada. Dado Dolabella será visto a seguir no filme de terror “Possessões”, que terá sua premiére num festival de cinema brasileiro em Los Angeles, nos Estados Unidos, na próxima terça-feira (18/12). O filme marca a estreia na direção de Tiago Santiago, autor das novelas “Caminhos do Coração”, “Os Mutantes” e “Amor e Revolução”.
Pixar anuncia animação de elfos com dublagens de Chris Pratt e Tom Holland
A Pixar anunciou seu próximo longa animado nesta quarta-feira (12/12). O filme se chamará “Onward” (“Avante” em tradução livre) e vai acompanhar “dois irmãos elfos que embarcam em uma aventura para descobrir se ainda há um pouco de magia no mundo”, conforme a descrição de sua sinopse. Os irmãos serão dublados por Chris Pratt e Tom Holland na versão original, em inglês. Os dois contracenaram recentemente em “Vingadores: Guerra Infinita”, nos papéis de Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha. Em comunicado, a produtora Kori Rae acrescentou que Pratt traz “muito coração e humor” para o seu personagem, enquanto Holland “tem um charme sinceridade que faz você torcer por ele”. “Onward” tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013), e disse, no mesmo comunicado, que o filme foi inspirado em seu próprio relacionamento com o irmão”. “Na Pixar, somos encorajados a contar histórias que são pessoais, em alguma dimensão”, acrescentou. Além dos dois, o elenco de vozes do filme contará com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). “Onward” teve sua estreia marcada para março de 2020 nos Estados Unidos. A previsão de lançamento no Brasil ainda não foi divulgada. Vale lembrar que o próximo lançamento da Pixar nos cinemas será “Toy Story 4”. A continuação da franquia mais bem-sucedida da empresa chega aos cinemas em 20 de junho de 2019.
Goya 2019: Penélope Cruz e Javier Bardem concorrem ao “Oscar espanhol”
A principal premiação do cinema espanhol, o Goya Awards, anunciou os indicados de sua edição 2019 nesta quarta-feira (12/12). E a lista destaca dois dos maiores astros do país, Penélope Cruz e Javier Bardem. Os dois atores, que são casados desde 2010, concorrem por seus desempenhos no filme “Todos Já Sabem”, dirigido pelo iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), que abriu o Festival de Cannes deste ano. Cruz já tem três Goyas na prateleira, por “A Garota dos Seus Sonhos” (1998), “Volver” (2006) e “Vicky Cristina Barcelona” (2008), e outras sete indicações. Já Bardem venceu cinco estatuetas, por “Días Contados” (1994), “Boca a Boca” (1995), “Segunda-Feira ao Sol” (2002), “Mar Adentro” (2004) e “Biutiful” (2010), e foi indicado outras quatro vezes. “Todos Já Sabem” levou um total de oito indicações ao Goya, incluindo Melhor Filme e Direção, mas não foi o longa de maior projeção da lista, ficando atrás de “El Reino” (13 indicações), de Rodrigo Sorogoyen, e “Campeones” (10 indicações), de Javier Fesser. Este último, por sinal, é o candidato da Espanha na disputa de uma vaga ao Oscar de Melhor Filme em Língua Etrangeira. O Goya também premia o Melhor Filme Iberoamericano, e novamente o Brasil ficou fora da categoria. O país indicou “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, mas ele não foi selecionado. Todos os filmes indicados foram de língua espanhola: “O Anjo” (Argentina), “Uma Noite de 12 Anos” (Uruguai), “Cachorros” (Chile) e o incensado “Roma” (México). Os vencedores da premiação serão anunciados durante uma cerimônia em Sevilha, na Espanha, em 2 de fevereiro. Confira abaixo a lista dos nomeados. Melhor Filme “Campeones” “Carmen & Lola” “El Reino” “Entre dos Aguas” “Todos Já Sabem” Melhor Direção Javier Fesser (“Campenones”) Rodrigo Sorogoyen (“El Reino”) Isaki Lacuesta (“Entre dos Aguas”) Asghar Farhadi (“Todos Já Sabem”) Melhor Atriz Susi Sanchéz (“O Vazio do Domingo”) Najwa Nimri (“Quién te Cantará”) Penélope Cruz (“Todos Já Sabem”) Lola Dueñas (“Viaje al Cuarto de Una Madre”) Melhor Ator Javier Gutiérrez (“Campeones”) Antonio de la Torre (“El Reino”) Javier Bardem (“Todos Já Sabem”) Jose Coronado (“Tu Hijo”) Melhor Ator Coadjuvante Juan Margallo (“Campeones”) Luiz Zahera (“El Reino”) Antonio de la Torre (“Uma Noite de 12 Anos”) Eduard Fernández (“Todos Já Sabem”) Melhor Atriz Coadjuvante Carolina Yuste (“Carmen & Lola”) Ana Wagener (“El Reino”) Natalia de Molina (“Quien te Cantará”) Anna Castillo (“Viaje al Cuarto de una Madre”) Melhor Filme Iberoamericano “O Anjo” (Argentina) “Uma Noite de 12 Anos” (Uruguai) “Cachorros” (Chile) “Roma” (México) Melhor Filme Europeu “Guerra Fria” (Polônia) “Trama Fantasma” (Reino Unido) “Girl” (Bélgica) “A Festa” (Reino Unido)
Vida da cantora Selena vai virar série da Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (11/12) a produção de uma série inspirada pela vida de Selena Quintanilla, conhecida pelo nome artístico Selena, popstar norte-americana celebrada por seus hits de influência latina. O anúncio foi acompanhado por um teaser, que destaca o título de um dos sucessos da cantora, “Bidi Bidi Bom Bom”. “Selena: The Series” será escrita e produzida por Moisés Zamora (“American Crime Story”), com a ajuda da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, justamente “Bidi Bidi Bom Bom”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, aos 23 anos de idade. E foi tão inesperada que alimentou um verdadeiro culto em torno de Selena, assassinada a tiros por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. O impacto de sua morte foi repercutido no filme “Selena”, cinebiografia elogiadíssima, lançada em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além da produção da Netflix, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre a cantora, “El Secreto de Selena”, lançado em setembro passado. A nova atração de streaming não tem previsão de estreia.
Gravações da série Shippados são paralisadas após assassinato de integrante da produção
As gravações da série “Shippados”, produzida para o Globoplay, foram paralisadas devido à morte de Francis Ferreira de Souza, eletricista da equipe de produção, que foi assassinado na noite de segunda-feira (10/12). Segundo comunicado da Globo, Francis foi baleado quando chegava em casa, na cidade carioca de Maricá. Ele havia acabado de sair de um jantar e estava acompanhado do colega Carlos Niedson Faria Adell, maquinista da equipe, que acabou sendo ferido na perna e foi transferido para um hospital na cidade do Rio de Janeiro. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de São Gonçalo. “Shippados” foi uma das novidades apresentadas pela Globoplay na CCXP (Comic Con Experience) 2018. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociais. Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. A série é uma criação de Alexandre Machado e Fernanda Young (o casal responsável por “Os Normais”) e ainda tem no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”), Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”).
Novo trailer legendado de Vidro confronta personagens de Fragmentado e Corpo Fechado
A Buena Vista divulgou um novo trailer legendado de “Vidro” (Glass), continuação/crossover de “Fragmentado” (2016) e do clássico “Corpo Fechado” (2000). A prévia mostra os protagonistas dos dois filmes, James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson, reunidos num hospício e recebendo tratamento de uma psiquiatra especializada num novo distúrbio, que faz pessoas acreditarem ser super-heróis – ou, no caso de dois deles, supervilões. O filme, por sinal, tira seu título de um dos malvadões, Mr. Glass (Sr. Vidro), personagem de Samuel L. Jackson, que tem como superpoder seu intelecto e como franqueza seus ossos frágeis como vidro – daí o apelido/codinome. Na trama, ele se alia a Kevin Wendell Crumb (McAvoy), que sofre de distúrbio de múltiplas personalidades, visando trazer à tona a Besta, cuja força é capaz de libertá-los. Ao mesmo tempo, o vilão retoma seu jogo com David Dunn (Willis), desafiando-o a assumir-se como herói e enfrentá-los. Sarah Paulson (da série “American Horror Story”) vive a psiquiatra que supervisiona o trio e o elenco também inclui Anya Taylor-Joy (de “Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”), repetindo seus personagens dos filmes anteriores. Com roteiro e direção de M. Night Shyamalan, o filme estreia em 17 janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Roteirista de Cavaleiros do Zodíaco deleta Twitter após polêmica de Andrômeda
O roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores do remake de “Cavaleiros do Zodíaco” para a Netflix, apagou seu perfil no Twitter após sofrer ataques de fãs da série original. Ele tinha usada a rede social para justificar a mudança de gênero de Shun de Andrômeda, que na nova animação será uma mulher. O perfil de Eugene Son no Twitter agora exibe apenas o seguinte aviso: “Desculpe, mas essa página não existe!”. A polêmica foi levantada pelo primeiro trailer da série, que mostrou Andromeda com traços (ainda mais) femininos. O personagem bonitinho virou uma guerreira. Son admitiu que a ideia havia sido dele, para atualizar a série para o século 21. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E disse “entender” se muitos não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida.
Cerimônia do Oscar 2019 pode ficar sem apresentador
Após Kevin Hart desistir de apresentar a próxima edição do Oscar, a cerimônia de 2019 pode acontecer sem um apresentador oficial. Segundo a revista Variety, a alternativa estaria sendo analisada pelos produtores do evento, após o comediante ser pressionado nas redes sociais a abandonar o posto, em meio a uma polêmica envolvendo o resgate de antigos tuítes homofóbicos. Caso a ideia seja aprovada, vários atores se revezariam no comando do prêmio, sem que um deles se destaque mais. O formato anterior já tinha se tornado maleável, pois conta com a participação de atores convidados que anunciam cada categoria. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente. E mais de uma vez, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Observando as datas, é possível até dizer que a falta de apresentador no Oscar é uma tradição em anos terminados em 9. Seria, justamente, o caso de 2019. Nas últimas duas edições, a cerimônia foi comandada pelo apresentador Jimmy Kimmel, registrando, em 2018, seu recorde negativo de audiência, assistido por 26,5 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A 91ª cerimônia do Oscar está marcada para o dia 24 de fevereiro e será exibida no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Peter Jackson confirma que vai ajudar produção da série baseada em O Senhor dos Anéis
O cineasta Peter Jackson revelou, em entrevista ao jornal britânico Metro, que vai ajudar a equipe responsável pela série baseada em “O Senhor dos Anéis”. Anteriormente, o cineasta havia negado envolvimento com o projeto, que deve estrear só em 2021. “Eu não posso comentar nada sobre isso ainda, porque não vi nada. Eu acho que eles vão nos enviar os roteiros para que possamos dar uma olhada e fazer anotações”, comentou. “Eu desejo tudo de melhor para esta equipe, e certamente ajudarei em algo se for preciso. É uma tarefa enorme [adaptar ‘O Senhor dos Anéis’]”, completou. Jackson famosamente dirigiu e coescreveu as duas trilogias cinematográficas inspiradas na obra de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis” (2001-2003) e “O Hobbit” (2012-2014). O cineasta venceu os Oscar de melhor direção e melhor roteiro adaptado por “O Retorno do Rei”, capítulo final da primeira trilogia. A nova série de “O Senhor dos Anéis” será supostamente a mais cara de todos os tempos. Só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake dos filmes, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke, que também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que serviu de locação para as adaptações cinematográficas dos livros de Tolkien. JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”, são os responsáveis pelos roteiros.












