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  • Etc

    Sede da Ancine é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal

    20 de dezembro de 2018 /

    Seis agentes da Polícia Federal cumpriram mandato de busca e apreensão, durante quarta-feira (19/12), na sede da Agência Nacional de Cinema (Ancine), no Rio. A ordem foi expedida pela juíza Adriana Alves dos Santos Cruz, da 5a Vara Federal Criminal do Rio. O inquérito corre em sigilo. Não se sabe a acusação. Mas os agentes procuravam “documentos, mídias e outras provas” nos gabinetes de Christian de Castro, diretor-presidente da agência, e de mais quatro pessoas. A determinação era para que fossem vasculhados salas, armários e estações de trabalho não apenas de Christian de Castro, mas também de seu assessor, Magno de Aguiar Magalhães Júnior; de Ricardo Alves Vieira Martins, da secretaria executiva da agência; da ouvidora Carolina de Lima Cazarotto Pereira (que está em licença-maternidade). O advogado Marcos Tavolari, servidor da Ancine que atua como secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual no Ministério da Cultura, também é investigado. O presidente da Ancine não respondeu a pedidos de informações da imprensa. Segundo a assessoria de imprensa da organização, ele estava em trânsito ontem, vindo de Brasília, onde participou da reunião do Conselho Superior do Cinema. A agência informou que até o início da noite de ontem não tinha conseguido acesso à denúncia. Em nota, afirmou que “assim que mais detalhes forem fornecidos, informará a sociedade, os entes regulados e os servidores com a maior transparência, conforme tem sido a nova gestão. E tomará as medidas cabíveis que se fizerem necessárias”. O Ministério da Cultura também emitiu nota sobre a operação, informando que está à disposição da Polícia Federal e da Justiça para compartilhar informações, mas que até o momento “não está a par de detalhes da investigação”. Reitera ainda “seu compromisso com a ética, a integridade e a transparência na administração pública”.

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  • Etc

    Disney é acusada de apropriação cultural com O Rei Leão

    19 de dezembro de 2018 /

    O ativista Shelton Mpala, natural do Zimbábue, criou uma petição no site Change.org para protestar contra a Disney, que teria se apropriado da frase “Hakuna Matata”. O título da famosa canção entoada por Timão e Pumba em “O Rei Leão”, clássico animado de 1994, é comum na língua africana suaíli, e significa “sem problemas”, ou “sem preocupações”. Para Mpala, o problema não é o uso da frase, que está contextualizada, mas o fato de a Disney ter registrado direitos autorais sobre ela. “Junte-se a nós para dizer não à Disney ou a qualquer corporação e indivíduo que tente clamar direitos autorais sobre uma frase que eles não inventaram”, escreve Mpala na petição. “‘Hakuna Matata’ é uma frase usada pela maioria dos povos e países que falam suaíli”. Entrevistado pela BBC, o ativista afirmou que cidadãos de diversos países africanos se mostraram “chocados” quando souberam que a Disney havia se apropriado da frase. “É mais um exemplo de como a África é explorada”, completou. O professor de linguística queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, que ensina na Universidade da Califórnia, também foi ouvido pela reportagem da BBC e disse apoiar a petição de Mpala. “Seria como se eu tentasse clamar direitos autorais pela frase ‘good morning’ [‘bom dia’, em inglês]. É uma frase comum, usada todos os dias. Nenhuma empresa pode ter direitos sobre ela”, comentou. A Disney conseguiu aprovar o registro dos direitos autorais sobre “Hakuna Matata” em 2003, mas a discussão foi reascendida pela aproximação do lançamento da nova versão de “O Rei Leão”, que chega aos cinemas em 2019. O remake, que usará animais criados por computação gráfica, tem direção de Jon Favreau (“Mogli, o Henino Lobo”) e vai recriar algumas das cenas musicais mais marcantes do desenho original, incluindo “Hakuna Matata”.

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  • Filme

    Primeiras fotos da versão live-action de Aladdin causam polêmica

    19 de dezembro de 2018 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens do remake com atores do clássico animado “Aladdin”. E elas já renderam polêmica. Tudo porque Will Smith aparece como nasceu: negro, em vez de azul, a cor do Gênio da Lâmpada da Disney. Smith precisou usar seu Instagram para tranquilizar aos fãs no Instagram, comentando, ao lado da capa da Entertainment Weekly em que aparece junto a Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine): “Sim, eu serei azul!”. Nos comentários, Smith elaborou a explicação: “Este é o visual do Gênio em sua forma humana/disfarçada. Meu personagem será feito em CGI pela maior parte do filme”. Na própria reportagem da Entertainment Weekly, o diretor Guy Ritchie explicou que a versão em CGI do Gênio ainda não está finalizada. O filme, que será lançado nos cinemas em 23 de maio, reformulou o visual do personagem. “Para mim, é como se ele fosse um pai musculoso dos anos 1970. Ele tinha que ser grande o bastante para parecer uma força da natureza, mas não musculoso demais a ponto de parecer que estava contando suas calorias todos os dias. Ele é formidável”, definiu o diretor. “A coisa mais incrível sobre o papel do Gênio é que ele é uma plataforma para o ator criar uma versão exagerada de si mesmo. É um ótimo papel para um ator com uma grande personalidade”, acrescentou o cineasta. O próprio Smith admitiu que ficou intimidado com a perspectiva de viver o papel, após a versão de Robin Williams. “Aos poucos, eu precisei ganhar confiança de que poderia fazer algo que fosse uma homenagem a Robin e, ao mesmo tempo, musicalmente diferente. Eu queria dar um sabor diferente ao personagem, assim não seria uma competição”, conta. “Eu acho que meu Gênio vai ser bem único no universo Disney. Não acho que houve muito hip-hop nos filmes da Disney até agora”, completou, dando pistas da direção da produção. Entre as mudanças da animação para o filme, o novo “Aladdin” inclui uma canção solo para Jasmine. Alan Menken, que criou os temas musicais do clássico, trabalhou com Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land: Cantando Estações”) na nova faixa e em algumas outras composições inéditas. Endereçar os estereótipos associados com o Oriente Médio que foram perpetuados no filme de 1992 também era uma prioridade para o diretor. “Desta vez, criamos um mundo mais aberto, em que abraçamos várias identidades”, garante. Veja abaixo as imagens divulgadas, todas com logotipos da publicação. Visualizar esta foto no Instagram. BAM!! First look at the Genie ?‍♂️, Princess Jasmine, and #Aladdin! Check Me Rockin’ the Top Knot Ponytail Vibes in @entertainmentweekly ? (and yes, I’m gonna be BLUE! 🙂 ) Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 19 de Dez, 2018 às 5:28 PST

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  • Etc

    Rubens Ewald Filho é rebaixado na cobertura do Oscar 2019

    19 de dezembro de 2018 /

    O crítico de cinema Rubens Ewald Filho, que comenta o Oscar desde 1985 na televisão brasileira, não será mais o comentarista oficial da premiação no canal pago TNT. Ele ainda participará no evento deste ano, mas com uma participação bastante reduzida. Suas inserções ocorrerão de forma pontual, apenas nos intervalos da premiação. Com isso, Michel Arouca, que já participava da transmissão do Emmy no canal pago, é quem fará as avaliações principais, no decorrer da entrega dos troféus. A mudança ocorre após comentários polêmicos de Ewald Filho na transmissão do ano passado, quando se referiu à atriz trans Daniela Vega, estrela de “Uma Mulher Fantástica”, dizendo que “essa moça na verdade é um rapaz”. Daniela foi a primeira trans a apresentar uma premiação da Academia, e o longa chileno levou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Ele também se referiu a Frances McDormand, vencedora do Oscar de Melhor Atriz, como “uma senhora que não é bonita e deu um show de bebedeira no Globo de Ouro”. Comentários maldosos como esses sempre caracterizaram a participação do crítico, que tem um livro chamado “O Oscar e Eu”. No ano anterior, ele insinuara que o ator Aaron Taylor-Johnson tinha se casado com a diretora Sam Taylor Johnson, 23 anos mais velha, apenas para ser bancado por ela, além de afirmar que o ator Peter Dinklage “é anão, mas tem uma atuação excelente”. A diferença é que as sensibilidades têm se alterado em ritmo veloz, aumentando a exigência de respeito e tolerância. Tanto que, após o Oscar deste ano, o canal pago TNT emitiu uma nota se posicionando sobre as falas de Ewald Filho. “A TNT repudia toda ação e/ou manifestação preconceituosa de qualquer natureza. A marca valoriza, incentiva a respeita a inclusão, a diversidade em todas suas iniciativas para levar o melhor conteúdo e entretenimento para seus fãs.” “Alinhado a esse propósito, a direção da TNT já conversou com o comentarista Rubens Ewald Filho para evitar que episódios como os comentários feitos durante a transmissão do Oscar no último domingo se repitam”, completou a nota emitida no início de março. Além de Michel Arouca, a apresentação do evento deste ano contará também com a atriz Bruna Thedy (“Chiquititas”), enquanto a cobertura do tapete vermelho trará a modelo Carol Ribeiro, já “veterana” na função, ao lado do blogueiro Hugo Gloss. Essa mesma equipe, com pequenas variações, também apresentará o SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, e o Globo de Ouro 2019 (neste evento, Phelipe Cruz estará no tapete vermelho com Carol Ribeiro).

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  • Filme

    Novo A Dama e o Vagabundo será “estrelado” por cachorros de verdade

    18 de dezembro de 2018 /

    A Disney não vai usar computação gráfica para criar os cachorros da versão “live-action” de “A Dama e o Vagabundo”. Pelo menos foi o que garantiu o ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) em entrevista ao site Collider. O ator é um dos poucos integrantes humanos da trama, casado com a personagem de Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Os dois são donos da Dama. Mas os cães vão falar na trama com vozes famosas. Portanto, embora não sejam criados por computador com os bichos de “Mogli, o Menino-Lobo” e o vindouro “O Rei Leão”, os cachorros terão bocas e expressões manipuladas digitalmente para parecer que conversam. O elenco de dubladores inclui Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) como a Dama, Justin Theroux (“The Leftovers”) como o Vagabundo, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) como a vira-lata Peg e Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O filme está sendo desenvolvido para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.

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    Netflix planeja lançar 90 filmes exclusivos por ano

    18 de dezembro de 2018 /

    O chefe da divisão de filmes da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a empresa de streaming pretende produzir mais de 90 filmes por ano. Deste total, cerca de 55 seriam de filmes de ficção, enquanto o restante ficariam divididos entre animações e documentários. Os planos ambiciosos foram revelados em entrevista ao jornal The New York Times. Na reportagem, Stuber ainda destacou que várias dessas produções teriam orçamentos superiores a US$ 200 milhões, replicando a escala de investimento dos grandes estúdios na produção dos blockbusters de Hollywood. Fazendo uma comparação, o artigo aponta que a Universal lança, em média, cerca de 30 filmes por ano. Já a Disney, que teve mais sucessos no ano, lançou apenas 9 produções em 2018. Entre os filmes atualmente em produção na Netflix encontram-se “The Irishman”, próximo longo do premiado cineasta Martin Scorsese, e novos títulos de Steven Soderbergh, Dee Rees, Guillermo del Toro, Noah Baumbach e Michael Bay.

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  • Etc

    George Lucas é a celebridade mais rica dos Estados Unidos

    18 de dezembro de 2018 /

    “Star Wars” transformou o cineasta George Lucas em bilionário. Um levantamento da revista Forbes para estabelecer as celebridades mais ricas dos Estados Unidos apontou o criador da franquia espacial no topo. O patrimônio líquido do roteirista, diretor e produtor de 74 anos foi estimado em US$ 5,4 bilhões. A maior parte desse império vem da venda por US$ 4,05 bilhões da produtora Lucasfilm para a Walt Disney Company em 2012. Em 2º lugar, ficou o colega de Lucas em outra franquia popular, “Indiana Jones”. O cineasta Steven Spielberg, que completou 72 anos nesta terça-feira (18/12), teve sua fortuna estimada em US$ 3,7 bilhões. Ele não vendeu sua produtora, Amblin, e continua faturando com novas produções. Em 3º lugar aparece Ophah Winfrey, que aos 65 anos é a celebridade feminina mais rica dos Estados Unidos, com um patrimônio estimado em US$ 2,8 bilhões. A atriz, produtora e apresentadora tem seu próprio canal de televisão, a OWN (Oprah Winfrey Network). A maior novidade na lista foi a inclusão de Kylie Jenner. Os dividendos da Kylie Cosmetics pode levá-la, com 21 anos, a se tornar a mais jovem empreendedora bilionária dos EUA, afirma a revista. Os números da Forbes são estimativas baseadas nas propriedades, obras de arte e ações de empresas das celebridades, entre outros bens. Mas é difícil comprová-los sem ajuda de um auditor fiscal do governo federal americano.

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  • Etc,  Série

    Ator de Um Maluco no Pedaço processa Fortnite por plágio de sua dança na série

    18 de dezembro de 2018 /

    O ator Alfonso Ribeiro está processando as empresas Epic Games e Take Two Interactive, criadoras dos jogos “Fortnite” e “NBA 2K”, respectivamente, por plágio. Segundo o ator, os criadores dos video games incluíram a dança de Carlton Banks, seu personagem na série dos anos 1990 “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air”), sem pedir permissão ou lhe dar crédito. A dança foi ao ar na sitcom pela primeira vez em 1991, e fez tanto sucesso que o ator a repetiu até no programa “Dancing With The Stars” (o “Dança dos Famosos” americano). Embora ainda esteja no processo de adquirir os direitos autorais da coreografia, Ribeiro quer que ambas as empresas retirem os movimentos dos jogos. “É amplamente reconhecido que a imagem e propriedade intelectual do Sr. Ribeiro foram infringidos pela Epic Games no video game mais popular do mundo atualmente, o Fortnite”, disse David L. Hecht, advogado do caso, à revista Variety. Não é a primeira vez que a Epic Games se envolve em polêmicas deste tipo. O rapper 2 Milly também processou a empresa pelo uso da dança The Milly Rock em um dos jogos.

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  • Série

    Diretor da franquia Velozes & Furiosos assina contrato para desenvolver séries para a Apple

    17 de dezembro de 2018 /

    O diretor taiwanês Justin Lin, que ficou conhecido por comandar quatro longas da franquia “Velozes & Furiosos” e o mais recente filme de “Star Trek”, fechou contrato de exclusividade para a realização de séries para a Apple. O acordo entre a Apple e a Perfect Storm Entertainment, produtora de Lin, prevê a produção, desenvolvimento e direção de atrações “com uma perspectiva global”. O cineasta, que também tem cidadania norte-americana, fundou a Perfect Storm Entertainment em 2012, e por meio de sua empresa produziu séries como “Scorpion” e as novas “S.W.A.T.” e “Magnum P.I.”, todas muito bem-sucedidas. A Apple planeja lançar sua plataforma de conteúdo para streaming em 2019. Justin Lin está atualmente trabalhando na pré-produção de “Velozes & Furiosos 9”, que marca sua volta à franquia, com previsão de estreia para abril de 2020.

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  • Etc

    Quentin Tarantino sofre assalto em sua casa

    17 de dezembro de 2018 /

    O diretor Quentin Tarantino teve sua casa em Los Angeles invadida por ladrões na noite do último domingo (16/12). Segundo apurou o site TMZ, dois homens entraram na residência do cineasta por volta da meia-noite. O boletim de ocorrência obtido pelo site descreve que Tarantino ouviu algo estranho e foi ver o que aconteceu, chegando até a “confrontar” os ladrões. Os criminosos saíram correndo do local, mas levaram joias e outros objetos. A polícia acredita que a dupla entrou na casa após quebrar uma das janelas e está procurando por câmeras na casa vizinha para identificar quem invadiu a residência do cineasta.

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  • Série

    Criadora e estrela de SMILF é denunciada por conduta imprópria nos bastidores da série

    17 de dezembro de 2018 /

    Criadora e estrela de “SMILF”, Frankie Shaw virou a primeira produtora acusada de conduta imprópria nos bastidores de sua série desde o advento do movimento #MeToo. A revista The Hollywood Reporter apurou que várias queixas foram registradas numa linha criada pela Disney para reclamações sobre o ambiente de trabalho em suas produções. O estúdio é coprodutor da série, via ABC Signature, junto ao canal pago Showtime, que exibe a atração. Uma atriz decidiu abandonar o programa, alegando quebra de contrato por violação de regras profissionais. Outras reclamações incluem a separação dos roteiristas da série por raça. Segundo apurou a publicação, perto do fim da produção da 2ª temporada de “SMILF” em agosto, a atriz Rosie O’Donnell teria entrado em contato com uma executiva do Showtime, Amy Israel, e com o produtor executivo Scott King, para expressar sua preocupação com uma série de questões, particularmente o tratamento dispensado por Shaw à atriz Samara Weaving. Samara Weaving interpretava o interesse amoroso de Rafi (Miguel Gomez), que é o pai do jovem filho do personagem de Shaw. Ela é que estaria saindo da série após problemas de bastidores durante a gravação de uma cena de sexo. O rumor é que ela reclamou tanto com a Disney quanto com o sindicato dos atores, SAG-AFTRA, depois que Shaw instruiu os monitores de vídeo a serem ligados mesmo que o set fosse fechado, com apenas uma equipe limitada presente. A atriz sentiu sua intimidade exposta e violada sem seu consentimento, já que todos podiam vê-la sem roupas. Este ato já seria retaliação de Shaw por um incidente na 1ª temporada. Weaving teria sido surpreendida ao chegar no set com a exigência de ficar nua para uma cena, apesar de ter incluído uma cláusula de não-nudez em seu contrato. Uma fonte do THR conta que quando a atriz se recusou a tirar a roupa, Shaw a puxou para um trailer, arrancou sua própria blusa e exigiu saber porque Weaving tinha problema com nudez quando ela própria não tinha. Quando Weaving viu que teria outra cena de sexo, foi conversar com a diretora Cate Shortland sem Shaw presente. Ela explicou o conflito da 1ª temporada e enfatizou a importância de ter sua privacidade respeitada. Na manhã da filmagem, ela estava de camiseta e calcinhas, o set fechou e os monitores externos foram desligados. Mas Shaw, que não estava presente naquele dia, mandou uma mensagem para um funcionário instruindo que os monitores fossem religados. Mais de uma dúzia de funcionários viram a cena nas telas, dizem as fontes, sem que a atriz soubesse. Quando descobriu, ela teria relatado o incidente ao sindicato e ao Showtime. “Foi muito pouco profissional”, disse a supervisora ​​de roteiro Kristin Calabrese, que no momento em que viu o que estava acontecendo tratou de tirar todo mundo da frente dos monitores. “Eles deveriam ter avisado imediatamente aos nossos atores e a nossa diretora. Em qualquer programa, se um ator está inseguro ou desconfortável com alguma coisa, é nossa responsabilidade fazê-lo se sentir seguro”. Miguel Gomez contou uma versão diferente por email para o THR, descrevendo o set “como uma família” e que enquanto as cenas de nudez são “sempre estranhas… Frankie sempre verifica isso antes e garante que esteja me sentindo confortável e à vontade”. “Quando eu disse a ela que não queria mostrar minha bunda na cena de sexo, ela me disse imediatamente que não havia problema algum e só faria o que me sentisse à vontade”, acrescentou. Ele reconhece que “as coisas poderiam ter sido melhoradas” após a 1ª temporada e que houve discussões sobre a importância de um set fechado antes de filmar a cena na 2ª temporada, mas ele relata que os monitores estavam ligados apenas para a diretora e a sala de roteiristas, como habitual, e não para toda a produção. Weaving não quis comentar a história e Rose O’Donnell evitou falar diretamente do assunto, emitindo a seguinte nota para o THR: “Eu trabalhei com Frankie Shaw por dois anos e meio. Ela é uma jovem talentosa, imensamente talentosa. Eu adoro atuar em ‘SMILF’, um programa do qual estou extremamente orgulhosa”. Shaw também respondeu os pedidos de contato da reportagem por meio de comunicado, no qual negou qualquer preconceito ou problema ético. “Eu trabalho diariamente para criar um ambiente no qual todos se sintam seguros e no qual eu possa continuar a crescer como líder e gerente. Estou e sempre estive aberta para ouvir e abordar todas as preocupações e questões que estão sob meu controle. Dói-me saber que alguém se sentiu desconfortável no meu set. Espero sinceramente que possamos trabalhar juntos para resolver todas e quaisquer questões, pois estou comprometida em criar um local de trabalho no qual todas as pessoas se sintam seguras e ouvidas”. O outro problema foi registrado junto ao sindicato dos roteiristas, WGA, com reclamações de que os roteiristas “de cor” foram separados dos demais e tiveram várias ideias usadas na série sem receber os devidos créditos. O sindicato está estimulando os roteiristas a processarem a produção. Em sua declaração à THR Shaw diz que se dedicou a criar “um local de trabalho intersecional em que mais de um terço dos escritores eram mulheres de cor”. Andrew Brettler, advogado de Shaw acrescentou que nunca houve intenção ou desejo de agrupar os escritores com base em gênero, raça ou orientação sexual, e isso não foi feito conscientemente por ninguém, mas que é costume dividir os roteiristas em “grupos formados unicamente com base na capacidade e nos pontos fortes dos escritores individuais.” Os roteiristas negros que trabalharam na série se recusaram a comentar a reportagem. Por outro lado, vários membros da equipe da “SMILF” – incluindo o figurinista Kameron Lennox, o gerente de locação Ryan Cook e a operadora de câmera Abby Linne – enviaram emails à THR para dizer que trabalhar no programa foi uma experiência positiva. “Eu nunca estive em um trabalho onde me sinti mais seguro e com poderes para fazer o meu melhor trabalho”, escreveu Linne, enquanto Cook elogiou Shaw: “Frankie estabeleceu um novo padrão de inclusão e igualdade em seus sets que não tem sido a norma para Hollywood”. Mas outros profissionais de “SMILF” que conversaram com a THR sob condição de anonimato disseram estar extremamente temerosos de que Shaw tente sabotá-los profissionalmente se eles falarem publicamente sobre os supostos problemas da série. Eles também expressam grande desapontamento com o que descrevem como um tratamento manipulador e injusto vindo de uma showrunner feminina em ascensão durante a época dos movimentos #MeToo e Time’s Up. “Ela usa essa ideia de ser feminista e progressista como camuflagem”, disse um dos anônimos. “Muitas séries são estressantes. As pessoas ficam bravas umas com as outras, mas depois acaba e você celebra o trabalho. Desta vez, não foi assim. As pessoas ficaram realmente traumatizadas. Foi muito desagradável”. Em sua própria declaração à THR, a ABC Studios, que abriga a ABC Signature, diz que está “comprometida com um ambiente de trabalho seguro”. “Reclamações foram trazidas à nossa atenção após a produção da 2ª temporada e estamos investigando. Vamos dar os passos apropriados se a 3ª temporada for encomendada.” A Showtime se recusou a comentar, embora seus executivos estivessem intimamente envolvidos na produção da série e estivessem cientes de pelo menos algumas das alegações. O canal ainda não renovou a série para a 3ª temporada.

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  • Etc

    Atriz de Orange Is the New Black acusa Geoffrey Rush de assédio sexual

    17 de dezembro de 2018 /

    A estrela australiana Yael Stone, que interpreta Lorna Morello na série “Orange Is the New Black”, acusou o ator Geoffrey Rush (da franquia “Piratas do Caribe” e “O Discurso do Rei”) de abuso sexual em uma entrevista para o canal ABC de seu país. Ela se manifestou após outras acusações sobre o comportamento de Rush, que vieram à tona no ano passado, começaram a perder força, com a vitória do ator num processo de difamação. Stone diz ter enfrentado assédio constante de Rush quando os dois contracenaram em uma produção teatral de “O Diário de um Louco”, em 2010 e 2011, afirmando que ele dançou nu na frente dela, usou um espelho para assisti-la tomar banho e lhe enviou mensagens de texto eróticas. A atriz alegou que o comportamento de Rush a deixou desconfortável e a fez odiar a atuação. Na época, tinha 25 anos e Rush estava com 59. Em sua entrevista, ela justificou não ter revelado o assédio anteriormente porque temia que as leis de difamação da Austrália a colocassem em problemas legais e financeiros. “Sempre que as mulheres falam particularmente sobre questões como essa, suas carreiras geralmente sofrem”, disse Stone. “Eu considerei isso em meus cálculos e, se isso acontecer, acho que valeu a pena”, acrescentou. Em uma declaração dada ao jornal New York Times, Rush negou as alegações dizendo que eles “estão incorretas e, em alguns casos, tiradas completamente fora de contexto”. No ano passado, Rush também negou comportamento inapropriado durante uma montagem australiana da peça “Rei Lear” de Shakespeare. A Companhia de Teatro de Sydney revelou ter recebido denúncias de má conduta do ator, durante a produção. Documentos judiciais afirmam que o ator Rush se comportou como um “pervertido” e se envolveu em “comportamento sexualmente predatório” durante a produção teatral, encenada em 2015. Após esse escândalo vir à tona, Geoffrey Rush renunciou ao cargo de presidente da Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA). Mas ele venceu um processo por difamação na justiça australiana contra o jornal The Daily Telegraph, que publicou as alegações iniciais. Em março, o tribunal federal da Austrália descartou grande parte das alegações da defesa, alegando que faltavam detalhes.

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  • Etc

    Cão famoso do cinema é clonado na China

    17 de dezembro de 2018 /

    A primeira celebridade do mundo do entretenimento foi clonada na China. O cão Juice, que estrelou dezenas de filmes e produções da televisão chinesa, entre eles o sucesso cinematográfico “A Loner” (2017), ganhou um clone, chamado de Little Juice. O cachorro original, também conhecido como Guozhi em mandarim, é um vira-latas de nove anos, que foi castrado quando ainda era filhote e não poderia se reproduzir de outra forma. Vendo sua fonte de rendas ameaçada, seu dono, o treinador de animais He Jun, procurou a Sinogene, primeira empresa de biotecnologia chinesa a oferecer serviços de clonagem de animais de estimação. A Sinogene ficou conhecida em maio do ano passado, quando clonou com sucesso um beagle editado geneticamente. “Descobrimos que cada vez mais donos de animais de estimação querem que eles os acompanhem por um período de tempo ainda maior”, disse o diretor-executivo da Sinogene, Mi Jidong, ao lançar os serviços de clonagem comerciais após a experiência bem-sucedida. Não é um serviço barato – os custos giram em torno de US$ 76,7 mil. Mas compensa no caso de Juice. Para cloná-lo, a Sinogene colheu amostras de pele do abdômen inferior do cão, isolou seu DNA e fertilizou um óvulo, que foi inserido cirurgicamente no útero de uma cadela beagle. O irmão gêmeo clonado tem atualmente dois meses de idade e boa saúde. Apesar de ainda estar em seus estágios iniciais, o serviço de clonagem de animais na China avança rapidamente porque, comparada com empreendimentos semelhantes no Ocidente, enfrenta um número relativamente menor de barreiras regulatórias. Embora a China tenha regulamentos sobre o uso de animais em pesquisas de laboratório, não existem lei que abordam explicitamente a clonagem de animais. No início deste ano um laboratório de Xangai produziu os primeiros clones de macacos do mundo e, em um caso mais controverso, He Jiankui, da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China, afirmou ter usado tecnologia de edição genética para alterar os genes embrionários de duas gêmeas.

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