Felipe Neto destaca importância da Educação Sexual em comercial da série Sex Education
A Netflix divulgou seu melhor comercial nacional desde que a Xuxa apareceu falando dos baixinhos de “Stranger Things”. Para divulgar a 2ª temporada de “Sex Education”, a plataforma contratou o youtuber Felipe Neto e produziu um vídeo divertido e politicamente engajado. No comercial, ele invade a escola de Moordale para enfrentar a disseminação de fake news sobre sexo, que mantém os jovens burros e desinformados, e potencialmente sujeitos a doenças e riscos desnecessários. “Eu nunca vi tanto adolescente fazendo m**** junto”, diz o youtuber, que embute até uma autocrítica, ao lembrar de seus primeiros vídeos lançados ainda em 2010. “Fazendo vídeo burro achando que estava arrasando”, completa. A desinformação sexual é consequência direta do veto ideológico-religioso de certos temas no currículo escolar – situação que piorou no Brasil atual. Mas Felipe promete combater as trevas com informação, divulgando uma história em quadrinhos que ensina Educação Sexual – e que realmente foi elaborada pela Netflix, baseada na série. “Digamos que eu tenho um pouquinho de experiência em afrontar autoridade para distribuir livro proibido”, ele diz no vídeo, lembrando a ocasião em que comprou livros com temática LGBTQIA+ para distribuir durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em represália à ameaça de censura do bispo prefeito Marcelo Crivella no ano passado. Eis porque o comercial é melhor que a maioria das campanhas engraçadinhas com celebridades que a Netflix popularizou: contexto. A 2ª temporada de “Sex Education” já está disponível em streaming. E os quadrinhos de Educação Sexual, inspirados pela série, podem ser lidos aqui.
Pesquisa da Netflix revela que jovens brasileiros preferem séries com maior diversidade racial e sexual
A Netflix divulgou na sexta-feira (24/1) o resultado de uma pesquisa realizada entre os jovens brasileiros. Os dados, baseados nas respostas de mil pessoas entre 16 e 25 anos, revelam que esse público procura se ver representado de alguma maneira nas telas, seja em séries ou filmes. Isto significa que o jovem brasileiro prefere assistir conteúdos com maior diversidade racial e sexual. De acordo com a empresa, essa diversidade tem deixado de ser um problema para virar atrativo para a grande maioria parte dos jovens, com 79% das pessoas afirmando que se identificam com conteúdos como “Sintonia” e “Sex Education”. Outro dado aponta que 69% procura filmes e séries com personagens parecidos com eles próprios. De acordo com Maria Ângela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix, a empresa está motivada a levar histórias cada vez mais diversas para os assinantes, citando produções como “Para Todos os Garotos que Já Amei”, com uma protagonista asiática, “Atypical”, sobre um jovem autista, que tem uma irmã lésbica, e “Sex Education”, onde um dos personagens centrais é negro e gay. Os dados foram colhidos pela NetQuest, que conduziu a pesquisa entre os dias 13 e 15 de janeiro deste ano com jovens de 16 a 25 que tem acesso à internet e consumem filmes e produções televisivas por streaming ou métodos tradicionais como TV aberta e paga. A plataforma divulgou um vídeo com base no resultado, veja abaixo.
InSUBs, uma das equipes de legendas mais tradicionais do Brasil, encerra atividades
Uma das equipes de legendas mais tradicional do Brasil, a InSUBs, anunciou seu “series finale”. O grupo responsável pelas legendas “não oficiais” de várias séries – baixadas ilegalmente – publicou um post de despedida em seu site oficial, após quase 13 anos de atividades, deixando órfãos os fãs de muitas atrações. Entre tristes e gratos pelo serviço voluntário, diversos consumidores das legendas do grupo lamentaram a perda nas redes sociais. “Tenho perda auditiva e as legendas são fundamentais”, agradeceu um usuário. “Nem todo herói usa capa”, brincou outro, destacando a dedicação dos tradutores para legendar séries inéditas no Brasil. Pioneiro na tradução de séries em larga escala, o InSUBs introduziu diversos fãs brasileiros à séries como “Grey’s Anatomy”, “Mr. Robot”, “American Horror Story”, “Pose”, “The Magicians”, “NCIS”, “The Americans” e diversas produções de super-heróis. Foram, ao todo, mais de 350 produções legendadas em português e mais de 12 milhões de downloads. Tamanho volume gerou impacto não apenas na pirataria. Canais pagos passaram a programar estreias de séries mais rapidamente, para evitar a “concorrência” dos legendadores. Em seu auge, o InSUBs chegou a ter mais de mil colaboradores, mas encerra as atividades com 192 membros, entre tradutores, revisores e administradores. Além da maior agilidade dos canais pagos, a popularização do streaming ajudou a diminuir o interesse na atividade da legendagem, com queda de downloads. Todas as séries e filmes das plataformas digitais, como Netflix, Amazon e Apple TV+, são disponibilizadas simultaneamente em todo o mundo, o que minou a empolgação dos “legenders”, que prosperaram num período em que o mercado era menos globalizado. “Toda história deve ter começo, meio e fim”, diz o texto de despedida da equipe. “A nossa começou com um pequeno grupo de pessoas que estava cansado de esperar meses e meses para que séries americanas fossem disponibilizadas nos canais da TV a cabo brasileira e começaram a se dedicar a este processo fantástico que se chama legendagem. Como é algo voluntário, a renovação da equipe sempre foi muito comum. Pessoas entravam e saíam, outras entravam e ficavam, os legenders antigos viravam revisores, a administração ia se modificando”, continua o texto, antes de concluir com o slogan que ajudou a popularizar. “A realidade é que cada vez menos temos pessoas interessadas em legendar (e te garanto que não é fácil!) e cada vez mais as séries estão saindo com prazos mais curtos em relação à TV americana, seja na TV a cabo ou em streamings como Netflix e Amazon Prime. Resolvemos colocar um ponto final em grande estilo, cumprindo com todos os nossos prazos e ainda prezando pela qualidade, que é InSUBstituível!”
Warner marca data do final de Arrow no Brasil
A Warner definiu a data de exibição do episódio final de “Arrow” no Brasil. O canal pago transmitirá o capítulo no dia 9 de fevereiro, às 22h20. O final da série vai reunir um elenco grandioso e, pelo conteúdo das fotos já divulgados, será marcado pelo funeral de Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell). Entre os personagens confirmados estão Felicity (Emily Bett Rickards), Thea (Willa Holland), Mia (Katherine McNamara), Emiko Queen (Sea Shimooka), Roy Harper (Colton Haynes), Laurel Lance (Katie Cassidy), Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson), John Diggle (David Ramsey), Curtis Holt (Echo Kellum), Rene Ramirez (Rick Gonzalez), Dinah Drake (Juliana Harkavy), Rory/Retalho (Joe Dinicol), que havia deixado a série na 5ª temporada, e Moira Queen (Susanna Thompson), que pode ter voltado à via no Arrowverso pós-“Crise nas Infinitas Terras”, além de Barry Allen (Grant Gustin) e Sara Lance (Caity Lotz), ainda em clima de crossover. Intitulado “Fadeout”, o episódio que conclui “Arrow” vai ao ar na próxima terça (28/1) nos EUA.
Kumail Nanjiani diz que “Eternos” será o filme mais sci-fi da Marvel
O ator Kumail Nanjiani declarou que “Eternos” será o filme mais sci-fi já feito pela Marvel. “É realmente, realmente um épico. É uma história tão de ficção científica. É uma história de super-heróis, mas em alguma medida é o filme mais sci-fi e mais épico da Marvel. E a história se estende por milhares de anos. Então, realmente não é como um outro filme da Marvel”, ele contou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Uma declaração e tanto, considerando que a Marvel já lançou dois filmes dos heróis cósmicos conhecidos como Guardiões da Galáxia. Em “Eternos”, o ator da série “Silicon Valley” vive “o cosmicamente poderoso” Kingo, um dos Eternos da trama. Segundo a sinopse oficial, “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. Além de Kumail Nanjiani, o elenco de “Eternos” inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Kit Harrington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”). A estreia está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Brad Pitt revela ter recusado papel de Neo em Matrix
O ator Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) fez algumas revelações durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, na qual foi homenageado. Ele afirmou que ainda pretende fazer mais um filme com David Fincher (“Clube da Luta”), que lhe entregou o prêmio por sua carreira. E relembrando sua carreira durante um bate-papo no palco com o veterano crítico Leonard Maltin, citou “Matrix” como o filme que ainda lembrava de ter recusado. Segundo o ator, o personagem não lhe pertencia. “Eu deixei passar ‘Matrix’. Tomei a pílula vermelha”, disse. “Não me ofereceram o segundo ou o terceiro. Somente o primeiro. […] Realmente acredito que [o papel] nunca foi meu. Não é meu”, afirmou. Veja abaixo o trecho da conversa em que Pitt fala de “Matrix”. Embora não tenha entrado em detalhes de qual seria o personagem em questão, no ano passado o produtor Lorenzo di Bonaventura deu a entender que seria justamente Neo. “A primeira estrela a dizer ‘sim’ foi Brad Pitt, ele estava fazendo ‘Sete Anos no Tibet’. Quando terminou, porém, mudou de ideia. Disse ‘Estou muito exausto para assumir isso’ e deixou o projeto”, o produtor contou ao site The Wrap. Segundo di Bonaventura, Pitt não foi o único a recusar o filme. Leonardo DiCaprio e até Will Smith estiveram envolvidos na pré-produção, até Keanu Reeves ser definido como protagonista. O primeiro “Matrix” foi lançado em 1999. Junto com as sequências, “Matrix Reloaded” e “Matrix Revolutions”, a franquia faturou US$ 1,6 bilhão nas bilheterias mundiais. Agora, a franquia será estendida com a produção de “Matrix 4”, que tem estreia prevista para 21 de maio de 2021. Por enquanto não há informações sobre a trama, mas estão confirmados os retornos de Reeves como Neo e Carrie-Anne Moss como Trinity.
Série baseada em Parasita será uma espécie de versão estendida do filme
O diretor Bong Joon Ho revelou que a adaptação de “Parasita”, que vai virar minissérie da HBO, será uma espécie de versão estendida do filme com novos atores e não uma nova história. “Tinha todas essas ideias acumuladas de quando comecei a escrever o roteiro. Não consegui inclui-las em duas horas de filme, então elas ficaram no meu iPad e meu objetivo com essa minissérie é criar um filme de seis horas”, ele contou, em entrevista ao The Wrap. Na minissérie, Bong Joon Ho trabalhará ao lado do também cineasta e roteirista Adam McKay (“Vice”), que produz “Succession”, atração premiada no recente Globo de Ouro 2020 como Melhor Série Dramática. Ainda não está claro se a trama vai manter os atores originais, premiados com o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores dos EUA) de Melhor Elenco do ano, ou se a trama será transportada para os EUA. “Parasita” gira em torno de uma família pobre que, por meio de subterfúgios, invade a vida de uma família rica, arranjando empregos sob falsas premissas. Entretanto, eles não são os primeiros a parasitar a mansão dos Park. Vencedora do Festival de Cannes, a produção concorre a seis Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Bong Joon Ho.
Annabella Sciorra revela detalhes da violência de Harvey Weinstein em julgamento
A atriz Annabella Sciorra descreveu nesta quinta-feira (23/1), durante seu testemunho no julgamento de Harvey Weinstein, em Nova York, detalhes do estupro violento que sofreu do produtor de cinema. Segundo a atriz, ela foi imobilizada e forçada a ter relações sexuais com Weinstein. “Ele teve relações sexuais comigo enquanto eu tentava lutar, até que eu não pude mais lutar porque ele prendeu minhas mãos”, disse ao júri. Sciorra contou que Weinstein lhe deu carona e forçou sua entrada no apartamento dela em 1993. “Ele continuou vindo para cima de mim e eu me senti muito dominada porque ele era muito grande”, contou. “Ele me levou para o quarto e me empurrou na cama. Eu não posso te dizer exatamente quando suas calças caíram ou exatamente o que aconteceu. Eu não acho que a camisa dele já tenha saído completamente… Enquanto eu tentava tirá-lo de cima de mim – eu estava dando um soco nele, eu estava chutando ele – e ele pegou minhas mãos e as colocou sobre minha cabeça, ele colocou minhas mãos sobre minha cabeça para prendê-las e me imobilizar, e ele subiu em cima de mim e me estuprou”. A promotora-adjunta Meghan Hast explicou que Sciorra ficou em choque e com muito medo de chamar a polícia. “Ele a deixou física e emocionalmente arrasada, desmaiada no chão”, contou a procuradora. Esta história só veio à tona recentemente, quando a atriz aceitou abordar a violência sofrida em outubro de 2017, numa reportagem do jornalista Ronan Farrow para a revista The New Yorker. Poucos dias antes, o jornal The New York Times tinha publicado o primeiro artigo sobre as dezenas de assédios e abusos cometidos impunemente por Weinstein em quase quatro décadas. Desde a publicação dessas denúncias, mais de 80 mulheres acusaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro, dando origem ao movimento #MeToo. No entanto, a maioria dos crimes prescreveu e Weinstein está julgado por supostos ataques recentes contra duas mulheres, Mimi Haleyi e Jessica Mann. Embora não possa ser julgado pelo estupro de Sciorra, a atriz foi convidada a dar seu depoimento para ajudar a acusação a estabelecer que Weinstein é um predador em série. O produtor de 67 anos se declarou inocente das acusações. Ele alega que todos os seus encontros sexuais com mulheres foram consensuais. Durante o depoimento de Sciorra, as atrizes Ellen Barkin, Mira Sorvino e Rosanna Arquette enviaram mensagens de apoio para a colega, via Twitter. Barkin chegou a ir ao tribunal.
Coronavírus cancela estreias de filmes na China e causa prejuízo bilionário
A epidemia de coronavírus, que tem se espalhado pela Ásia, também vitimou a indústria cinematográfica da China. Por conta da crise da saúde, várias estreias de blockbusters foram canceladas no país. Anúncio feito nesta quinta-feira (23/1) informa que os filmes que deveriam estrear no fim de semana, na abertura das comemorações do ano novo chinês, foram adiados por tempo indeterminado. E o feriado é considerado o mais lucrativo do parque exibidor nacional, gerando em torno de US$ 1 bilhão em bilheteria todos os anos. Os distribuidores e cinemas de Pequim garantem que a decisão de adiar as estreias foi tomada de forma voluntária, após especialistas médicos na China aconselharam os cidadãos a evitar congregações em lugares fechados, o que naturalmente incluiria salas de cinema. Ironicamente, todos os filmes cancelados eram grandes apostas do cinema chinês para enfrentar as produções de Hollywood, que devem ser favorecidas por conta das peculiaridades do país. É que os reguladores chineses impedem estreias estrangeiras durante a semana do ano novo, dando prioridade para as produções locais. Assim, nenhum filme americano foi prejudicado. O impacto cultural da epidemia, porém, não se restringe apenas aos cinemas. Todas as celebrações do ano novo foram canceladas pela prefeitura da capital chinesa, abalando uma das maiores tradições do país. A doença pulmonar já matou 17 pessoas na China. O vírus, que surgiu em dezembro passado na cidade chinesa de Wuhan, infectou mais de 630 pessoas, segundo registros oficiais, mas a comunidade médica internacional especula que os números são muito maiores que os divulgados. Autoridades chinesas afirmam que há casos de transmissão do vírus de uma pessoa para outra, envolvendo inclusive profissionais de saúde que foram infectados durante o tratamento de pacientes com a mesma doença. O vírus causa febre, tosse, falta de ar e dificuldade em respirar. Em casos mais graves, pode evoluir para pneumonia e síndrome respiratória aguda grave ou causar insuficiência renal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) cogita declarar uma situação de emergência de saúde pública de caráter internacional, assim como fez com a gripe suína e o ebola. O Ministério da Saúde afirmou também nesta quinta-feira (23/1) que o Brasil entrou em alerta para o risco de transmissão. A pasta descartou, no entanto, a existência de casos suspeitos de infecção pelo coronavírus no país.
Continuação de Para Todos os Garotos que já Amei ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o segundo trailer legendado da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei”, estrelada por Lana Condor e Noah Centineo. A prévia explora o romance do casal, mas também introduz um segundo destinatário das cartas do primeiro filme, transformando a história de amor original num triângulo. A adaptação do best-seller juvenil “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. Assim, a história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, acabou se tornando um dos maiores sucessos da plataforma. No novo longa, Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) são um casal feliz de namorados. Mas quando John Ambrose (Jordan Fisher), um outro recipiente de uma das cartas de Lara Jean, entra em sua vida novamente, ela precisa confiar nela mesma para enfrentar seu primeiro dilema real: será que ela pode amar dois garotos ao mesmo tempo? Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. E Lana Condor e Noah Centineo vêm a São Paulo no próximo fim de semana para divulgar a produção, com participação no Tudum Festival Netflix, evento de marketing da plataforma. Saiba mais aqui. Entretanto, este não será o fim da história. A Netflix confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han. “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean” ainda não tem previsão de lançamento, mas já começou a ser rodado. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han.
The Witcher vai ganhar longa animado na Netflix
A Netflix anunciou a produção de um longa animado baseado no universo da série “The Witcher”, que foi lançada em streaming em dezembro passado. Intitulado “The Witcher: Nightmare of the Wolf”, o filme vai apresentar “uma nova ameaça ao Continente”, segundo o Twitter da plataforma. Não há outros detalhes sobre a trama. Lauren Schmidt Hissrich, a criadora e showrunner de “The Witcher”, assina a animação em parceria com Beau DeMayo, que trabalhou na 1ª temporada da série. Os atores da série também dublar a animação. A produção será animada pelo Studio Mir, produtora responsável por “Avatar: A Lenda de Korra”. Ainda não há previsão para a estreia. Toss a coin first to your faithful bard (me)💰, and then to your forthcoming animated Witcher💰 https://t.co/QrQqvKpr9a — The Witcher (@witchernetflix) January 22, 2020
Salma Hayek vai produzir série sobre o cadáver de Eva Perón
A atriz mexicana Salma Hayek (“Frida”) vai produzir uma minissérie sobre a ex-primeira dama argentina Eva Perón, que se tornou celebrada internacionalmente graças ao musical “Evita”. A grande diferença em relação à produção estrelada por Madonna é que a nova atração vai se passar após a morte de Evita. Intitulada “Santa Evita”, a atração será baseada no best-seller homônimo do escritor Tomás Eloy Martínez, que narra a intrigante história de Eva Perón depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade em 1952. Seu corpo foi velado por milhões de pessoas até que em 1955 a ditadura militar, que destituiu Perón do poder, sequestrou seu corpo embalsamado para que não se convertesse em objeto de culto. Reconhecida por sua luta pelos mais desfavorecidos, Evita tinha se transformado em uma figura influente na Argentina não apenas como esposa do general Perón, e por isso seu cadáver, que sofreu agressões e passou por um périplo entre Buenos Aires e o norte da Itália, assombrou literalmente a política do país por décadas. A adaptação está a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería (criadoras de “O Homem da Sua Vida”, que ganhou remake brasileiro na HBO), e trará a atriz uruguaia Natalia Oreiro (“Infância Clandestina”) no papel-título, acompanhada pelo argentino Darío Grandinetti (“Vermelho Sol”) no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón, Ernesto Alterio (“Narcos: Mexico”), Diego Velázquez (“Relatos Selvagens”) e o espanhol Francesc Orella (“Durante a Tormenta”). A série será dirigida pelo colombiano Rodrigo García (“Últimos Dias no Deserto”), filho do escritor Gabriel García Márquez, que, por curiosidade, assina os elogios publicados na capa das edições internacionais do livro. García vai dividir a direção dos episódios com o cineasta e roteirista argentino Alejandro Maci (criador da versão argentina de “Em Terapia”). Ainda não há previsão de estreia.
Olivia Torres revela como cinema lésbico a ajudou a sair do armário
A atriz Olivia Torres, conhecida por papéis em “Malhação”, novelas e filmes como “Desenrola”, “Somos Tão Jovens” e “Confissões de Adolescente”, assumiu-se publicamente no Instagram, ao revelar como o cinema lésbico a ajudou a sair do armário. A paulista de 25 anos postou um vídeo com cenas de vários filmes que retratam relações homossexuais entre mulheres. E explicou seus sentimentos sobre as produções. Numa narração sobre as imagens, ela conta que, ao ver aqueles filmes, sentia “uma sensação nítida de que, se eu tivesse assistido aquilo durante a adolescência, tudo teria sido radicalmente diferente”. “Eu teria chorado lágrimas guardadas há menos tempo, teria assumido algo desde sempre tão óbvio com mais tranquilidade”, continuou. “Duas mulheres que são apresentadas, que flertam, que negam o flerte, que têm coragem, que se beijam e entendem que o risco valeu a pena. Que se apaixonam, que f*dem, que amam”. A atriz contou que ao ver esses filmes se sentia “encantada pelo amor e simultaneamente destroçada por ele, pelo que me neguei e me obriguei a viver”. “Todos os homens que transei, que não queria. Todos os ‘eu te amo’ que copiava de outros casais, e as súplicas para que fossem de verdade. Os arrebatamentos que nunca duravam”, citou ainda. “Um esforço contante de fazer minha vida uma encenação tosca”. “Mas, no cinema, não era um exercício de memória e julgamento. O arrebatamento vinha da alma, como sendo apresentada a outros espaços dentro do corpo, outras possibilidades assustadoras, que antes eu só entendia onde viviam observando no outro”, continuou. “A novidade do que poderia agora ser meu. A mais inédita e real possibilidade de amar”, finalizou. Na legenda da postagem, ela listou os filmes usados no vídeo, entre eles o vencedor da Palma de Ouro “Azul É a Cor Mais Quente” (2013) e o clássico “Senhoritas em Uniforme” (1931), e revelou que escreveu o texto da narração em 2018. “Também poderiam ser de tantos outros que já vi, que estou pra ver ou que ainda não descobri. Nos enxergar é revolucionário”, declarou. Veja a postagem original abaixo. Ver essa foto no Instagram escrevi esse texto no final de 2018 e no sábado passado, meu querido amigo @bmmello me ajudou a editar esse vídeo. as imagens são dos filmes “dyketactics”, “superdyke”, “azul é a cor mais quente”, “a criada”, “senhoritas de uniforme”, “the watermelon woman” e “nascidas em chamas”, mas também poderiam ser de tantos outros que já vi, que estou pra ver ou que ainda não descobri. nos enxergar é revolucionário. #lgbt #lgbtq #lgbtqia #lbt Uma publicação compartilhada por OLIVIA TORRES (@oliviadastorres) em 21 de Jan, 2020 às 2:08 PST












