Netflix desiste de fazer série turca após censura contra personagem gay
A Netflix desistiu de produzir uma nova série turca depois que autoridades locais pediram a remoção de um personagem gay no roteiro. “If Only” foi anunciada no mês de março e contaria com a produção da empresa local Ay Yapim e da estrela turca Özge Özpirincci (“Kadin”). O governo da Turquia alegou que, por conta da presença de um personagem gay no roteiro da série, a Netflix não conseguiria obter uma licença para as gravações. O serviço de streaming, por sua vez, optou por cancelar a produção em vez de censurar o texto. A homossexualidade deixou de ser criminalizada no país em 1923, mas o governo de Recep Tayyip Erdoğan tem usado leis contra “ofensas à moral pública” para ampliar restrições à comunidade LGBTQIA+ local. De acordo com o site The Hollywood Reporter, outros séries da Netflix que contam com personagens LGBTQIA+ — como “Orange Is The New Black” e “Hollywood” — são transmitidas normalmente na Turquia sem cortes. No entanto, essa não foi a primeira vez que autoridades locais tentam censurar um roteiro da Netflix. Houve também uma reclamação contra um episódio da série americana “Designated Survivor”, sob alegação de que representava um líder político turco como vilão. Na ocasião, a reação da plataforma foi a mesma: tirou o episódio do ar. Isto aconteceu há apenas dois meses. Após esses episódios de censura, a Netflix afirmou que não vai alterar seus planos de continuar a produzir séries e filmes no país. “Estamos orgulhosos do talento incrível com o qual trabalhamos. Atualmente, temos várias atrações originais turcas em produção — e mais por vir — e esperamos compartilhar essas histórias com nossos membros em todo o mundo”, disse a plataforma, por meio de um comunicado.
Amber Heard nega ter sido infiel durante casamento com Johnny Depp
A atriz Amber Heard foi confrontada pela advogada de Johnny Depp, Eleanor Laws, sobre sua suposta infidelidade durante o casamento dos dois, no processo que o ator move contra o jornal britânico The Sun por difamação. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Em seu segundo dia na corte, Heard negou que teve um caso com o bilionário Elon Musk, o ator James Franco ou qualquer outra pessoa enquanto era casada com Johnny Depp. “Não, não que isso importe muito”, ela afirmou na corte, dizendo que só começou a ter contato com Musk, proprietário da empresa de carros elétricos Tesla e do programa espacial Space X, em 2016. O tribunal foi informado que Heard trocou mensagens de texto com Musk em maio de 2016, depois que Depp supostamente se tornou violento e a machucou, ao jogar um telefone seu rosto. A advogada também mostrou imagens de circuito fechado de Heard levando o ator James Franco até uma cobertura em uma noite. Questionada sobre o motivo dos dois apareceram tão próximos, Heard disse: “Ele estava me dizendo ‘meu Deus, o que aconteceu com você?'”. As imagens foram feitas um dia após ela ter sido supostamente machucada no rosto por Depp. Ela alega que o astro de “Piratas do Caribe” a atacou em pelo menos 14 ocasiões, ameaçando até matá-la, e que levou tapas, socos e chutes durante explosões violentas e ciumentas de Depp, provocadas por consumo excessivo de bebidas e drogas. Depp, de 57 anos, nega ter agredido Heard e afirma que as acusações, inclusive testemunhos e fotos do rosto machucado da atriz, são uma farsa. Após ouvir a exposição da advogada sobre possíveis traições da atriz durante seu casamento, o juiz do caso, Andrew Nicol, disse que ele não achou tais evidências sobre ciúmes úteis para chegar à conclusão final. O processo por difamação está sua terceira e, à princípio, última semana de testemunhos no Supremo Tribunal de Londres. Depp e Heard se divorciaram em 2017 após 15 meses de um casamento turbulento. Num acordo para acelerar o divórcio, Heard retirou sua acusação de violência doméstica e Depp lhe deu US$ 7 milhões. A atriz doou todo o valor para diversas associações. Mas, depois disso, Heard se disse sobrevivente de violência doméstica, o que fez o ator decidir processá-la. Esse julgamento não tem relação com o processo contra o jornal britânico e ainda vai acontecer nos EUA. Nele, Depp quer receber US$ 50 milhões de Heard por calúnia e difamação.
Grey’s Anatomy vai abordar pandemia de covid-19 na próxima temporada
A série de médicos “Grey’s Anatomy” terá “a oportunidade e a responsabilidade” de abordar a pandemia da covid-19 na sua próxima temporada, disse a showrunner Krista Vernoff. Em evento virtual promovido pela Academia de Televisão dos EUA, responsável pelo Emmy Awards, ela disse que os roteiristas estão ouvindo histórias de médicos reais para escrever os episódios que abordarão o coronavírus. “Todos os anos temos conversas com médicos, que nos contam suas histórias. Normalmente, são as coisas mais engraçadas ou loucas que eles já viram. Este ano, é mais como uma terapia. Muitos deles estão falando pela primeira vez sobre isso [a pandemia], e começam a chorar e tremer. Eles falam sobre isso como se fosse uma guerra para a qual não foram treinados”, ela contou. Nesta comparação, a equipe do hospital televisivo Grey Sloan Memorial leva uma vantagem em relação a seus colegas de hospitais reais: a presença de Owen (Kevin McKidd), que já serviu como médico em um campo de guerra de verdade, no Iraque. Vernoff disse que, de fato, a experiência do personagem vai fazer a diferença nos próximos episódios. “Ele foi treinado para lidar com isso de uma forma que os outros médicos não foram”. Além de refletir a pandemia, os roteiristas da série enfrentarão outro problema, que é “manter o humor e o romance vivos”, características que diferencia “Grey’s Anatomy” das outras atrações médicas, enquanto contam as histórias traumáticas da luta contra a covid-19. A produção da 17ª temporada ainda não começou, justamente devido à pandemia. A data da volta ao trabalho não foi definida, nem há previsão para a estreia dos novos capítulos.
La Casa de Papel: Começa a produção da Parte 5
A produção da Parte 5 de “La Casa de Papel” já começou. O ator Álvaro Morte confirmou sua volta ao trabalho com um posto em seu Instagram nesta terça (21/7). Ele aparece usando máscara de proteção contra covid-19 na imagem. “Eu estou de volta. O professor está de volta”, escreveu o ator espanhol. Antes dele, Pedro Alonso já tinha mostrado sua preparação para retomar o papel de Berlim. Na semana passada, ele escreveu: “Acabei de cortar o cabelo e experimentar as roupas. Todos usavam máscaras. Por um momento isso pareceu o Pentágono. Ou um [filme de] Spielberg sobre encontros em quem sabe que época. O fato é que em breve eu serei ele novamente. Chama-se Berlim e é puro amor.” Veja abaixo. Lançada em 3 de abril, a Parte 4 da série espanhola é considerada um dos maiores sucesso do ano no catálogo da Netflix, vista por mais de 65 milhões de pessoas, segundo informação da própria plataforma ao mercado. Ver essa foto no Instagram I’m back. The Professor is back. @netflixes @netflix @vancouvermedia_ Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) em 21 de Jul, 2020 às 4:09 PDT Ver essa foto no Instagram Me acaban de cortar el pelo, probado ropa. Todos llevaban máscara. Aquello por momentos parecía el Pentágono. O una de Spielberg sobre encuentros en a saber qué fase. El caso es que dentro de poco volveré a ser él. Se llama Berlín y es puro amor. A ratos. 😋🦧🚀🔥 Uma publicação compartilhada por Pedro Alonso (@pedroalonsoochoro) em 13 de Jul, 2020 às 5:57 PDT
Astro de MacGyver revela ter denunciado produtor da série após se tornar suicida
O astro de “MacGyver”, Lucas Till, assumiu ter sido uma das pessoas que encaminhou uma queixa à produtora CBS Television Studios, que culminou na demissão do produtor executivo Peter M. Lenkov no início deste mês. Ele fez a confissão em uma entrevista publicada pela revista Vanity Fair, afirmando que o ambiente tóxico criado pelo ex-produtor no set da série o levou ao “ponto de ruptura” e se sentindo “suicida”. Till diz que foi vítima de bullying, abuso verbal e body shaming por Lenkov, que foi demitido após uma investigação sobre queixas de ambiente tóxico em “MacGyver” e “Hawaii Five-0”. Ele também produzia “Magnum P.I.”. “Eu nunca trabalhei tão duro na minha vida e não me importo com o trabalho duro”, disse Till a Maureen Ryan, da Vanity Fair. “Mas o modo como Peter trata as pessoas é inaceitável. Eu me tornei suicida no primeiro ano no programa, por causa da maneira como ele me fez sentir. Mas a maneira como ele tratou as pessoas ao meu redor… esse foi o meu ponto de ruptura.” A revista relata que Till encaminhou uma denúncia ao departamento de recursos humanos da CBS por escrito. “Havia sempre algo na minha aparência que o desagradava, como quando eu precisei usar um avental de hospital… [Lenkov] disse que minhas pernas eram ‘horríveis pra c******’ e nunca mais iríamos mostrá-las. Sinceramente, também achei um pouco de humor nesse comentário, mas você pode imaginar que esse era o tipo de comentário habitual que ele geralmente fazia. Houve uma vez que ele gritou com um [diretor] ‘Oh, meu Deus do céu! Ajeite a camisa dele, ele parece um menino f*****’… Eu lutei para manter o ‘peso de homem’ que ele exigia no programa, enfrentando estresse, falta de tempo para malhar e uma programação imprevisível para uma nutrição adequada.” Um porta-voz de Lenkov disse à Vanity Fair que as acusações de Till são “100% falsas e inverídicas” e que o ex-showrunner “defendeu” Till “desde o início e não fez nada além de apoiar o ator”. A CBS Television Studios demitiu Lenkov de todas as séries que ele criou e produziu em 7 de julho, encerrando seu acordo geral com o estúdio. “Peter Lenkov não é mais o produtor executivo que supervisiona ‘MacGyver’ e ‘Magnum PI’, e o estúdio encerrou seu relacionamento com ele”, disse na ocasião a produtora, em comunicado para a imprensa. “Nosso estúdio está comprometido em garantir ambientes de produção seguros e respeitosos. No ano passado, atribuímos parceiros de recursos humanos a todas as séries, expandimos o treinamento da equipe e aumentamos as opções de relatórios. Continuaremos a avançar nossas práticas com foco contínuo na construção da confiança com todos os que trabalham em nossos sets. Todas as reclamações são levadas a sério, todas as denúncias são investigadas e, quando há evidências claras de que nossas políticas e ética foram violadas, tomamos uma ação decisiva”. O próprio Lenkov emitiu uma declaração sobre sua demissão. “Agora é a hora de ouvir e eu estou ouvindo. É difícil ouvir que o ambiente de trabalho que comandei não era o ambiente de trabalho que meus colegas mereciam e, por isso, lamento profundamente. Aceito a responsabilidade pelo que estou ouvindo e estou comprometido em realizar o trabalho necessário para melhorar e realmente melhorar”, ele afirmou. Lucas Till não foi o único denunciante. O site The Hollywood Reporter ouviu de suas fontes que Lenkov foi alvo de pelo menos três denúncias. São alegações sobre comportamento manipulador e abusivo durante gravações de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Segundo essas fontes, Lenkov mantinha um “clube de garotos” com funcionários do sexo masculino que se reuniam regularmente, fumavam charutos e julgavam inadequadamente a aparência de mulheres em “Hawaii Five-0”. Além disso, atendia pedidos especiais de horário de trabalho de atores do sexo masculino, sem oferecer a mesma consideração às atrizes da série. As fontes do THR também alegam que Lenkov costumava humilhar roteiristas – particularmente mulheres e pessoas de cor. Em um incidente, ele supostamente zombou de um fã com deficiência e, depois que uma roteirista se opôs ao seu comportamento, tentou fazer com que fosse demitida. Lenkov foi o mais recente showrunner da CBS Studios a ser demitido, após o estúdio se provar um celeiro de produtores “complicados”. Brad Kern foi demitido de “NCIS: New Orleans” após várias denúncias de assédio e perseguição às mulheres, além de declarações racistas nas gravações. Bob Kushell teve seu contrato rompido após a CBS Studios confirmar que ele usava “linguagem inapropriada” no set da comédia “Fam”. Gretchen Berg e Aaron Harberts saíram de “Star Trek: Discovery”, da plataforma CBS All Access, após alegações de comportamento abusivo. E Vinnie Favale, executivo da própria CBS Studios, foi demitido em 2018, em meio a denúncias de má conduta. A rede CBS, por sua vez, também demitiu o produtor executivo do programa “60 Minutes” (uma das inspirações do “Fantástico”) e ex-chefe de sua divisão de notícias, Jeff Fager, depois que ele enviou uma mensagem de texto ameaçadora a um repórter que estava cobrindo acusações de má conduta sexual contra ele. Também afastou o apresentador Charlie Rose, do programa “CBS This Morning”, ao apurar alegações de assédio sexual. E foi principalmente abalada pela partida, em setembro de 2018, de seu próprio CEO, o poderoso Leslie Moonves, após a revista The New Yorker publicar denúncias de assédio e abuso do executivo.
Ridley Scott e Kevin Macdonald convidam o mundo a contribuir para filme coletivo
Os cineastas Riddley Scott e Kevin Macdonald voltaram a se juntar com o YouTube para criar um novo documentário com a premissa de “A Vida em um Dia” (A Life in a Day). A ideia é repetir a experiência que rendeu o filme de mesmo nome, realizado há dez anos, fazendo um convite aberto a todas as pessoas do planeta para registrarem em vídeo como é um dia comum de suas vidas. As gravações têm data para acontecer. Elas precisam ser feitas durante o próximo sábado. Quem tiver interesse em participar, tem apenas que gravar seu cotidiano em dia 25 de julho e, depois, enviar o vídeo para o site https://lifeinaday.youtube. O prazo de recebimento se encerra em 2 de agosto. “Todos podem participar. Iremos reunir vídeos dos quatro cantos do mundo para criar um longa-metragem filmado por vocês e com estreia no Sundance Film Festival de 2021”, diz o site oficial da produção. A grande diferença em relação ao primeiro “A Vida em um Dia” é que, neste ano, o documentário deve registrar o impacto da pandemia de coronavírus no cotidiano das pessoas. No primeiro documentário, foram recebidos cerca de 80 mil vídeos, que somavam em torno de 4,5 mil horas. Para selecionar os melhores materiais, um time com 30 profissionais vai ajudar na curadoria e três editores trabalharão com Macdonald para montar as cenas num filme coeso, ainda que coletivo. A duração dos vídeos é livre e os participantes podem enviar mais de uma gravação com momentos distintos do dia. O idioma também é livre. Mas as contribuições devem refletir histórias pessoais com autenticidade e realismo – e não de forma performática ou afetada como se costuma fazer nas redes sociais. Confira mais detalhes no vídeo abaixo.
Netflix revela novos atores da 4ª temporada de Elite
A Netflix divulgou nesta segunda (20/7) as primeiras fotos da 4ª temporada de “Elite”, que revelam novidades no elenco da produção. As imagens apresentam quatro novos intérpretes: Manu Ríos, Carla Díaz, Martina Cariddi e Pol Granch. Eles aparecem trajando o uniforme do colégio Las Encinas, mas a plataforma não revelou quais serão os personagens dos atores. Como pista, o Twitter da Netflix Brasil acrescentou, ao lado das fotos: “Já shippei todo mundo”. Veja abaixo. Desta lista, Carla Díaz tem a carreira mais longa. A atriz de 22 anos atua desde a infância e já apareceu em 19 atrações diferentes na Espanha, entre elas as séries “Tierra de Lobos” (2010-14), “El Príncipe” (2014-16) e a recente “La Caza. Monteperdido” (2019). Já Manu Rios fazia parte do elenco da comédia “Chiringuito de Pepe” (2014-16). Martina Cariddi é a única com carreira cinematográfica, tendo aparecido em “O Guardião Invisível” (2017) e no premiadíssimo “Mientras Dure la Guerra” (2019). E Pol Granch é o menos experiente. Cantor revelado pelo concurso de calouros “X Factor” espanhol em 2018, ele faz sua estreia como ator. A série espanhola foi renovada em maio, dois meses após a estreia da 3ª temporada, mas os novos episódios ainda não têm previsão de estreia. Segundo informações da própria plataforma, a 3ª temporada de “Elite” teria sido a série mais maratonada do mundo em março, ficando na frente de “Friends”, “Riverdale” e “Grey’s Anatomy”. pic.twitter.com/28sGowH5fA — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 20, 2020
Christopher Meloni e Mariska Hargitay atiçam fãs de Law & Order: SVU com fotos de reencontro
Os atores Christopher Meloni e Mariska Hargitay marcaram seu reencontro na franquia “Law & Order” com fotos compartilhadas no Instagram. Cada um deles postou fotos em que aparecem abraçados para celebrar o retorno de Meloni ao universo criminal criado pelo produtor Dick Wolf. E, aparentemente, confirmando um crossover. “Está valendo”, escreveu Hargitay em um dos posts. Veja abaixo. O ator voltará a viver o detetive favorito dos fãs de “Law & Order: SVU”, o detetive Elliot Stabler, numa nova série da franquia, intitulada “Law & Order: Organized Crime”, atualmente em processo de gravação. E por conta disso deve encontrar a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay) num crossover inevitável. A reunião é facilitada pelo fato de as duas séries se passarem não apenas no mesmo universo, mas na mesma cidade, Nova York. Entretanto, não deve ser uma encontro muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar da divisão de vítimas especiais (crimes sexuais) sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Parceiros e melhores amigos, Benson e Stabler foram os protagonistas de “SVU” em suas 12 primeiras temporadas. O personagem de Meloni saiu da produção após um tiroteio na delegacia, supostamente se aposentando da polícia. Ainda sem previsão de estreia, “Law & Order: Organized Crime” vai mostrar que, após sair da unidade em 2011, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia de Nova York. Enquanto isso, sua antiga parceira continuou à frente de “SVU”. A série estrelada por Hargitay encerrou sua 21ª temporada em abril e se encontra renovada até seu 24º ano. Ver essa foto no Instagram It’s on. Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 6:05 PDT Ver essa foto no Instagram Ladybug on my face n a lady on my arm #hanginWithBenson Uma publicação compartilhada por Chris Meloni (@chris_meloni) em 19 de Jul, 2020 às 8:25 PDT Ver essa foto no Instagram Easy like Sunday mornin… Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 9:55 PDT
Warner terá “disque-denúncia” contra falhas de segurança em filmagens na pandemia
A Warner Bros. decidiu mostrar que vai levar a sério as medidas de segurança contra o coronavírus na volta a seus sets de produção. Segundo apurou com exclusividade o site Deadline, o estúdio criou uma espécie de “disque-denúncia” anônimo para que funcionários possam informar qualquer infração vislumbrada em relação à prevenção contra a covid-19. O estúdio está próxima a retomar as filmagens de algumas de suas maiores produções, como “Animais Fantásticos 3” e “The Batman”, que retomarão as atividades no Reino Unido, após um hiato de três meses. Kevin Trehy, vice-presidente executivo de produção física da Warner Bros, teria anunciado a medida na semana passada, durante um painel da indústria, realizado a portas fechadas para membros do sindicato britânico Bectu, que cobre profissionais do setor audiovisual e das artes cênicas do Reino Unido. Trehy, que faz parte da força-tarefa da retomada das produções da WarnerMedia, acrescentou que a empresa pretende ouvir calmamente todas as equipes e ainda contratou consultores de segurança para atenuar preocupações. Ele acrescentou que a Warner Bros se tornou “nossa força policial mais rigorosa” em termos de protocolos de segurança contra coronavírus, ultrapassando as diretrizes da indústria britânica, incluindo aquelas elaboradas pela British Film Commission com contribuições de empresas como Bectu. Em junho, o estúdio ajudou a formular, com outros produtores e sindicatos de Hollywood, um documento que estabelece as regras essenciais para o retorno das filmagens em meio à pandemia. Testes periódicos, medidas de distanciamento, a criação de um cargo de “supervisor” de coronavírus e até o banimento dos roteiros de papel estão entre as sugestões.
Ator de American Crime é preso por tentativa de homicídio
O ator Johnny Ortiz, que integrou na adolescência a 1ª temporada de “American Crime” (em 2015) e também apareceu em “El Camino: Um Filme de Breaking Bad” (2019), “A Justiceira” (2018) e “McFarland dos EUA” (2015), foi preso nos EUA, após ser acusado de tentativa de homicídio. Ele foi detido com outro homem, Armando Navarro. Ambos foram acusados de tentar matar um homem chamado Brian Duke, sob ordens do chefe de uma gangue da qual fariam parte. Ortiz alega inocência e terá sua primeira audiência com um juiz nesta segunda (20/7). Sua fiança foi estabelecida em pouco mais de US$ 1,1 milhão.
Festival de Veneza vai homenagear carreiras de Tilda Swinton e Ann Hui
A organização da 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza anunciou que a atriz inglesa Tilda Swinton e a cineasta chinesa Ann Hui serão homenageadas com um Leão de Ouro especial pelas realizações de suas carreiras. O festival, que confirmou sua realização entre os dias 2 a 12 de setembro, não revelou se as duas artistas comparecerão pessoalmente à premiação. “Ann Hui é uma das diretoras de cinema mais apreciadas, prolíficas e versáteis do continente asiático”, escreveu o diretor do festival, o crítico de cinema italiano Alberto Barbera, que também elogiou Tilda Swinton em comunicado, por “sua versatilidade fora do comum”. A atriz britânica de 59 anos estreou no cinema em 1986 com o filme “Egomania”, e desde então participou de quase 70 longas-metragens, trabalhando com diretores como Jim Jarmusch, Wes Anderson, Terry Gilliam, Danny Boyle, Bong Joon-ho, Luca Guadagnino e Lynne Ramsay, demonstrando inclinação por obras de caráter mais artístico e ousado. Mas os mais jovens devem lembrar mais seu desempenho nos filmes da Marvel, como a Anciã, mentora do Doutor Estranho. “Tilda Swinton é unanimemente reconhecida como uma das intérpretes mais originais e intensas”, destacou Barbera ao comentar “sua personalidade exigente e excêntrica” e “sua capacidade de passar do cinema de autor mais radical para as grandes produções de Hollywood, sem renunciar a sua inesgotável necessidade de dar vida a personagens inclassificáveis e pouco comuns”, escreveu Barbera. Já a diretora de 73 anos, que iniciou sua carreira em 1979, “foi uma das primeiras artistas a misturar material documental e cinema de ficção”, e nunca abandonar “a visão do autor”, segundo o próprio Barbera. Ao longo de quase meio século, esteve particularmente interessada nos “assuntos humanos e sociais”, como a vida dos imigrantes vietnamitas após a Guerra do Vietnã e foi “pioneira, por sua linguagem e estilo visual”, lembrou o crítico. Em nota divulgada pela Biennale, Hui se disse “sem palavras” pela homenagem e desejou que “todo o mundo melhore logo, para que todos possam sentir-se felizes como me sinto agora”. O Festival de Veneza acontecerá neste ano com um programa “reduzido” devido à pandemia de coronavírus, segundo adiantaram os organizadores, que divulgarão a lista dos filmes selecionados em 28 de julho em uma entrevista coletiva para a imprensa.
Amber Heard diz que Johnny Depp tentou matá-la
Em seu primeiro dia de depoimento no julgamento do processo movido por Johnny Depp contra o jornal britânico The Sun por difamação, a atriz Amber Heard disse à Suprema Corte de Londres que o ator ameaçou matá-la. Depp está processando a News Group Newspapers, editora do jornal Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Ao longo de duas semanas, o ator de 57 anos afirmou ao tribunal que todas as alegações de Heard sobre abuso físico e verbal eram falsas. Ele nega ter sido violento com ela ou com qualquer outra mulher. Até então, Heard só tinha se pronunciado no julgamento por meio de uma declaração por escrito, em que afirmou ter sido seriamente abusada por Depp. Nesta segunda (20/7), ela descreveu detalhes gráficos da violência que sofreu e disse acreditar que morreria nas mãos do então marido. “Alguns incidentes foram tão graves que eu tinha medo que ele fosse me matar, intencionalmente ou mesmo perdendo o controle e indo longe demais”, disse ela. “Ele ameaçou explicitamente me matar muitas vezes, especialmente mais à frente em nosso relacionamento”, completou. Heard afirmou que Depp tinha uma “maneira violenta e sombria” de falar. “A maneira como ele falava sobre o nosso relacionamento era estar ‘vivo ou morto’ e me dizia que a morte era a única maneira de sair do relacionamento”, disse a atriz, de acordo com o jornal The Sun, que, como parte do processo, tem acesso aos depoimentos integrais do julgamento. Descrevendo sua viagem à Austrália para acompanhar o então marido nas filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017) como a “pior coisa que já passei”, ela disse ao tribunal que Depp a atacou enquanto ela estava nua, gritando e fazendo “acusações sem sentido”. Heard disse que o ator perdeu totalmente a noção com seus atos. Chegou a urinar na frente de pessoas atordoadas, tentando soletrar o nome dela com xixi. Ele também teria cortado suas roupas, embrulhando-as com bifes e as jogado na banheira. Também teria atirado tinta sobre todas as roupas que ainda estavam no armário, fazendo com que Heard temesse por sua vida. Eles deveriam passar três dias sozinhos numa folga das filmagens, mas Heard disse ter ficado “presa” na casa remota com Depp, que supostamente estava surtando sob o efeito de drogas. “A melhor maneira de descrever o que aconteceu na Austrália é que foi como uma situação de refém de três dias. Eu estava em uma casa remota, a pelo menos 20 minutos de qualquer ajuda, de onde não podia sair. Fiquei presa e isolada com uma pessoa violenta que sofria de depressão maníaca, transtorno bipolar e um padrão repetido de psicose e violência induzida por drogas, e que estava em uma farra de drogas e álcool há vários dias”, ela descreveu. “Ao longo desses três dias, houve atos extremos de violências psicológicas, físicas, emocionais e outras formas de violência. Foi a pior coisa que já passei. Fiquei com o lábio e o nariz machucados e cortes nos braços.” A atriz descreveu que Depp a agarrou pelo pescoço, empurrou-a contra a geladeira e disse que poderia “esmagar” seu pescoço. Ele então teria rasgado a camisola dela para que ela ficasse nua e a empurrou contra um bar, pois ele tinha “alucinações estranhas e paranoicas”. Heard acrescentou: “Em algum momento, ele me puxou pelo pescoço e me empurrou nua, curvada para trás, minhas costas contra o mármore. Ele estava pressionando tanto meu pescoço que eu não conseguia respirar. Lembro-me de pensar que ele ia me matar naquele momento”. Ela também abordou a acusação de ter cortado a ponta de um dedo do ator quando jogou uma garrafa de vodka contra ele. Em sua versão da história, foi o próprio Depp quem se machucou, ao quebrar um telefone contra a parede num ato de fúria alimentada por drogas. A casa em que tudo isso aconteceu sofreu grande destruição, estimada em cerca de US$ 100 mil, após a saída do casal. Em seu depoimento duro, a atriz acrescentou: “Ele ameaçou explicitamente me matar muitas vezes. Culparia todas as suas ações por uma terceira pessoa criada por ele, que costumava chamar de ‘Monstro'”. “Ele descreveu o que poderia fazer comigo se eu o deixasse ou o machucasse, como por exemplo esculpir meu rosto para que ninguém mais me quisesse”, continuou. “Ele também disse o que faria com outras pessoas de quem não gostava ou se fosse ameaçado, detalhando como poderia fazer alguém ser torturado ou como era barato e fácil abater qualquer um”. A atriz acrescentou que o surto australiano não foi o suposto ataque mais violento que sofreu. Ela contou que o pior aconteceu depois, em Los Angeles, após Depp avançar contra ela e pegar um telefone que ela estava usando. “Johnny jogou o telefone bem na minha cara, parado a cerca de um metro e meio de mim. Eu achei que tinha tirado meu olho da órbita quando me atingiu”, afirmou. “Ele também me bateu, puxou meu cabelo e agarrou meu rosto. E esse foi apenas um dos muitos, muitos incidentes. Ele causou uma quantidade significativa de danos ao apartamento e na minha cara.” O incidente descrito foi um dos poucos em que houve testemunhas. A apresentadora de TV Tillett Wright estava do outro lado da linha e ouviu tudo. Ela também ligou para uma mulher que estava na propriedade, Rocky Pennington, que chegou a tempo de impedir mais violência, colocando-se entre Heard e Depp. Segundo a advogada do Sun, Sasha Wass, Depp empurrou Pennington e começou a ameaçar Heard de violência, pegou uma garrafa de vinho e passou a destruir o local com ela. Depp retrucou que nada disso aconteceu e que a história contada por Heard, Wright e Pennington eram “uma farsa cuidadosamente coreografada”. Ele também abriu um processo por difamação contra Heard nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo.
Mickey Rourke xinga Robert De Niro e o ameaça no Instagram
Mickey Rourke usou seu Instagram para retomar uma velha treta com Robert De Niro. Os dois não se entendem desde que trabalharam juntos em “Coração Satânico”, em 1987. Mas o distanciamento parecia ter apaziguado os rancores. Até que, no fim de semana, Rourke resolveu publicar um post com a foto de De Niro e atacá-lo, usando, para isso, uma série de frases dos filmes estrelados pelo ator. “Ei, Robert De Niro, você está certo, estou falando com você, seu grande bebê chorão”, escreveu ele, parafraseando “Taxi Driver” (1976). Em seu ataque, Rourke alega que um amigo lhe contou que De Niro teria dito em entrevista que o acha “um mentiroso que fala todo tipo de merda”. “Olha, sr. Durão nos filmes, você é a primeira pessoa que me chamou de mentiroso e foi em um jornal. Deixa eu dizer uma coisa, quando eu te ver, eu juro por Deus, eu vou te envergonhar severamente, 100%. Deus é minha testemunha” Quem puxou a briga em público, na verdade, foi o próprio Rourke. Ele falou pra uma TV italiana que De Niro teve uma atuação medíocre em “Coração Satânico” e que exigiu não ser tocado por Rourke durante as filmagens. “Eu não o admiro mais.” Rourke também acusa De Niro de impedi-lo de ter um papel em “O Irlandês”, que concorreu ao Oscar. “O pessoal do elenco contou ao meu empresário que De Niro se recusou a trabalhar no filme comigo”, disse o ator. A produção do filme negou esta informação, em um comunicado distribuído pelo assessor de imprensa de De Niro. Após a treta ganhar grande proporção na mídia, Rourke resolveu apagar o post. Mas ele pode ser visto reproduzido em vários lugares da internet, como aqui abaixo.












