Robert De Niro é produtor trambiqueiro de Hollywood em trailer de comédia
A Cloudburst Entertainment divulgou as fotos e o trailer da comédia “The Comeback Trail”, em que Robert De Niro (“O Irlandês”) vive um produtor de Hollywood trambiqueiro. O elenco é repleto de astros veteranos e gira em torno de uma dívida que o personagem de De Niro tem com a máfia, cujo chefão é ninguém menos que Morgan Freeman (“Invasão ao Serviço Secreto”). Depois que um produtor fica milionário com o seguro da morte de um ator durante uma filmagem, o protagonista tem a ideia de fazer um filme de mentira e contratar um astro destemido, disposto a fazer suas próprias cenas de ação, apenas para receber a indenização por conta de algum trágico acidente. Só que o ator contratado, vivido por Tommy Lee Jones (“MIB: Homens de Preto”), parece invulnerável. Ele pega fogo, cai no abismo e, por mais que De Niro se esforce, simplesmente não morre. O elenco também inclui Zach Braff (“Scrubs”), Emile Hirsch (“Era Uma Vez Em… Hollywood”), Eddie Griffin (“Todo Mundo em Pânico 3”) e Kate Katzman (“Walt Antes de Mickey”). Escrito e dirigido por George Gallo (“Intermediário.com”), o filme lembra uma versão de “Os Produtores”/”Primavera para Hitler”, de Mel Brooks, só que passada no mundo do cinema, em vez do teatro. A estreia está prevista para 13 de novembro nos EUA.
Diretor de Nebraska desmente acusações de abuso de Rose McGowan
Rainha das denúncias da internet, Rose McGowan voltou a ser “corrigida” após fazer acusações, desta vez contra o diretor Alexander Payne, de filmes como “Sideways” (2004), “Descendentes” (2011), “Nebraska” (2013) e “Pequena Grande Vida” (2017). Mas não sossegou. Ela disse que a correção de datas e a forma como eles se conheceram era mentira. Tudo começou em agosto, quando a atriz resolveu contar como tinha sido abusada sexualmente por Payne aos 15 anos de idade. “Você me sentou e exibiu um filme pornô soft-core que dirigiu para a Showtime com um nome diferente”, escreveu ela sobre o cineasta vencedor de dois Oscars. “Ainda me lembro do seu apartamento em Silverlake.” McGowan, que foi uma das primeiras mulheres a falar abertamente sobre os abusos de Harvey Weinstein, condenado por agressão sexual, fez a denúncia ao lado de uma foto sua de 15 anos de idade, e discorreu bastante sobre o assunto nas redes sociais. “Durante anos, pensei que um homem com quem tive relações sexuais foi uma experiência sexual que tive. Agora sei que fui aliciada. Eu fiz o teste para ele aos 15 anos. Depois da minha experiência com ele, parei totalmente de atuar até ser ‘descoberta’ aos 21 anos”, ela acusou. “Eu até chegava a esse diretor em eventos e perguntava a ele, com um sorriso: ‘lembra quando você fez sexo comigo aos 15 anos?’. E eu riria disso. Essa é uma programação social profunda. Se você está tentando fazer sexo com um menor de idade, está cometendo um crime, mesmo que o menor não saiba disso. Eu estava atraída por ele, então pensei que fosse algo por mim, mas isso não é correto. Eu não era adulta”, acrescentou. Resposta de Alexander Payne Payne não respondeu na época, mas na sexta-feira (4/9) assinou uma coluna no site Deadline em que nega categoricamente a acusação, lembrando detalhes de como conheceu a atriz, quando ela tinha 18 anos e ele 30. Veja abaixo o texto integral em que o diretor rebate McGowan. “Rose McGowan e eu sempre tivemos interações muito cordiais e admiro seu compromisso com o ativismo e sua voz em um movimento histórico importante. No entanto, o que ela disse sobre mim em postagens recentes nas redes sociais é simplesmente falso. Rose se engana ao dizer que nos conhecemos quando ela tinha 15 anos, no final dos anos 1980. Fui estudante de cinema em tempo integral na UCLA de 1984 a 1990 e sei que nossos caminhos nunca se cruzaram [neste período]. Ela afirma que eu mostrei a ela um ‘filme pornô soft-core’ que dirigi para a Showtime ‘com um nome diferente’. Isso teria sido impossível, já que eu nunca dirigi nada profissionalmente, obscuro ou não [na época]. Também nunca trabalhei para a Showtime ou dirigi sob qualquer nome que não fosse o meu. Rose e eu nos conhecemos anos depois, em 1991, durante meu primeiro trabalho de direção, quando ela fez o teste para um curta que eu estava fazendo para uma série do Playboy Channel. Embora ela não tenha conseguido o papel, ela deixou um bilhete para mim na mesa do casting pedindo que eu ligasse para ela. Eu não tinha motivos para questionar quantos anos ela tinha, já que o papel para o qual ela fez testes exigia uma atriz maior de idade. Posteriormente, saímos em alguns encontros e mantivemos relações amigáveis por anos. Embora não possa permitir que declarações falsas sobre eventos de 29 anos atrás fiquem sem correção, continuarei a desejar apenas o melhor para Rose.” Resposta de Rose McGowan Depois da publicação, McGowan voltou às redes sociais dizendo que tinha dado “uma chance para ele pedir desculpas”, mas que o diretor era “como a maioria abusadores, covardes e doentes”. Ela repetiu ter sido abusada por Payne aos 15 anos. “Hoje ele bancou a vítima e mentiu para o público, vocês”. E citou como contexto o filme “Eleição” (1999), em que “ele filmou um homem de meia-idade fingindo ter sexo com Reese Witherspoon, uma adolescente”. Isto seria a prova de que “esses safados sempre mostram quem são” e que, “por mais de um século Hollywood mostra que é sexy assaltar jovens”. Reese Witherspoon tinha 23 anos no lançamento “Eleição”, filme baseado num livro de Tom Perrota, autor de “The Leftovers”. Histórico de acusações e desculpas Alexander Payne não foi a primeira pessoa a dizer que Rose McGowan estaria mentindo em ataques pessoais. A atriz já teve que pedir desculpas a Asia Argento após transformar a vida da “amiga” num inferno com acusação de abuso de menor. Ela também atacou Meryl Streep como falsa feminista, tentou cancelar Natalie Portman – mas depois se arrependeu – e, mais recentemente, ouviu um calaboca sutil da equipe da série “Charmed”, ao avançar contra sua ex-colega Alyssa Milano, acusando-a de transformar o set da série num “ambiente tóxico”. Pior, porém, foi o caso de sua ex-empresária Jill Missic, que se suicidou, após a atriz implicá-la no suposto abuso que teria sofrido de Harvey Weinstein. No comunicado sobre o suicídio, a família de Missic fez diversas denúncias, tanto contra Weinsten quanto sobre o comportamento de McGowan.
Guy Ritchie e Jason Statham retomam parceria com dois filmes consecutivos
O diretor Guy Ritchie e o ator Jason Statham vão voltar a trabalhar juntos, 15 anos após a última parceria. E não será num filme só. Recentemente, eles voltaram a trabalhar juntos em “Wrath of Man”, filme rodado com pouco alarde, e gostaram tanto da experiência que já encaixaram um novo projeto, chamado “Five Eyes”. Ritchie foi quem lançou a carreira do então modelo no cinema. Os dois, na verdade, estrearam juntos, em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”, de 1998, e também fizeram juntos o segundo filme da carreira de ambos, “Snatch: Porcos e Diamantes”, em 2000. O terceiro e último filme da parceria foi “Revólver”, lançado em 2005. Em “Wrath of Man” (que já se chamou “Cash Truck”), Statham interpreta H, um homem misterioso que movimenta dinheiro por toda a cidade de Los Angeles enquanto mantém suas verdadeiras motivações em segredo. O filme é remake do francês “Assalto ao Carro Forte” (2004) e promete contar uma história de vingança, por meio de uma narrativa com diferentes pontos de vista, que mostra as perspectivas dos personagens e suas versões não confiáveis dos fatos. O elenco também inclui Josh Hartnett (“Penny Dreadful”), Scott Eastwood (“Velozes e Furiosos 8”), Jeffrey Donovan (“Burn Notice”), Holt McCallany (“Mindhunter”) e Laz Alonso (“The Boys”). Já “Five Eyes” tem roteiro de Ivan Atkinson e Marn Davies, dupla que trabalhou no mais recente filme do cineasta, “Magnatas do Crime”, e traz Statham como Orson Fortune, um vendedor de armas recrutado por uma agência para impedir a venda de uma arma tecnológica que pode perturbar a ordem mundial. No Instagram, Ritchie brincou: “Esperei 15 anos para voltarmos a trabalhar juntos, agora não consigo me livrar dele. ‘Wrath of Man’ já está na lata e ‘Five Eyes’ é uma nova surpresa”. O longa ainda não tem previsão para chegar aos cinemas. Ver essa foto no Instagram I waited 15 years to get back together, now I can’t get rid of him. #WrathOfMan in the can, #FiveEyes is a new surprise. @jasonstatham Uma publicação compartilhada por Guy Ritchie (@guyritchie) em 3 de Set, 2020 às 1:49 PDT
Grizzly II: Terror perdido com George Clooney e Laura Dern é resgatado após 37 anos
Um terror de 37 anos atrás, que durante muitos anos teve sua existência questionada, vai finalmente ganhar estreia comercial, destacando interpretações do começo das carreiras de George Clooney, Laura Dern e Charlie Sheen. “Grizzly II: Revenge” (1983), continuação de “Grizzly, a Fera Assassina” (1976), ganhou seu primeiro trailer, antecipando o lançamento digital, após fazer sua primeira exibição pública em fevereiro num festival de cinema independente dos EUA. A maior parte do filme chegou a ser completada em 1983, mas o produtor executivo John Proctor fugiu com o dinheiro que deveria bancar as cenas finais do urso mecânico. A criatura, que deveria ser assustadora, era defeituosa, pegou fogo e acabou confiscada pelas autoridades de Budapeste, na Hungria, onde o longa foi rodado, junto com todo o equipamento das filmagens para o pagamento de dívidas do produtor. O Cannon Group comprou os negativos em 1987, planejando encontrar um filme na pós-produção, mas a empresa começou a ter problemas financeiros logo em seguida e o projeto nunca foi completado. A existência do longa só era confirmado por relatos dos envolvidos, até que em 2007 uma versão não finalizada surgiu na internet. Finalmente, em 2019, a empresa GBGB International assumiu a missão de resgatar o longa dos arquivos. A prévia deste esforço pode ser conferida abaixo. A trama girava em torno de um urso vingativo que aterrorizava jovens durante um show num parque nacional dos Estados Unidos. Clooney e Sheen vivam seus primeiros personagens nomeados num filme (após aparecerem anteriormente como figurantes sem nome). Mais velho, Clooney tinha 22 anos, Sheen, 18, e a pequena Laura Dern, mais experiente que ambos, estava em seu terceiro longa com apenas 16 anos. Eles aparecem rapidamente, como as primeiras vítimas do bicho, deixando John Rhys-Davies (Gimli, de “O Senhor dos Anéis”), Steve Inwood (“Os Embalos de Sábado Continuam”) e a veterana Louise Fletcher (vencedora do Oscar por “O Estranho no Ninho”) para enfrentar a fera. “Grizzly II: Revenge” marcou a estreia na direção do húngaro André Szöts, e foi também o final de sua carreira.
Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Filmado em preto e branco, “Mank” é uma cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e abordará os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. As imagens destacam Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017) no papel principal, Tom Burke (“Strike”) como o diretor Orson Welles, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander e Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis. O mais curioso sobre as imagens reveladas é que Marion Davis não participou de “Cidadão Kane”. Além disso, a presença de Louis B. Mayer deve explorar a história sobre como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse o filme do jovem Wells. As histórias sobre os bastidores da produção são lendárias, porque o personagem título de “Cidadão Kane” era baseado na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. Charles Dance (“Game of Thrones”) vai viver Hearst na produção, que também inclui em seu elenco Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por sua vez, a Netflix já tinha investido “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”.
Marcelo Adnet responde à Secom: “Não aguentam sátira”
O humorista Marcelo Adnet respondeu no Twitter os ataques pessoais do secretário especial da Cultura, Mario Frias, e institucionais do perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), motivados por uma paródia feita em seu programa “Sinta-se em Casa”, na Globoplay. O comediante satirizou a participação de Frias num vídeo de tom nacional-triunfalista sobre “Heróis Brasileiros”, e o secretário da Cultura reagiu com ofensas, chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além evocar sua vida privada para exemplificar sua “falta de caráter”. Por sua vez, a Secom acusou Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”, além de “desprezar o ser humano”. “Se elegeram sob a bandeira do fim do mimimi e do politicamente correto mas não aguentam UMA SÁTIRA que vêm chorar em perfil oficial”, escreveu Adnet. “A crítica não é ao povo, não força a barra. É AO GOVERNO FEDERAL, que em vez de trabalhar prefere perseguir seus próprios cidadãos”, acrescentou. Aos fatos:1-se elegeram sob a bandeira do fim do mimimi e do politicamente correto mas não aguentam UMA SÁTIRA que vem chorar em perfil oficial!2-A crítica não é ao povo, não força a barra. É AO GOVERNO FEDERAL que em vez de trabalhar prefere perseguir seus próprios cidadãos. — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020
Humoristas apoiam Marcelo Adnet após ataques: “governo mimimi”
Após sofrer ataques pessoais do secretário especial da Cultura, Mario Frias, e institucionais do perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), Marcelo Adnet ganhou solidariedade de vários humoristas brasileiras. Os ataques foram motivados por uma paródia feita por Adnet na sexta (4/5), em seu programa “Sinta-se em Casa”, na Globoplay. O comediante satirizou a participação de Frias num vídeo de tom nacional-triunfalista sobre “Heróis Brasileiros”, e o secretário da Cultura reagiu com ofensas, chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além evocar sua vida privada para exemplificar sua “falta de caráter”. Por sua vez, a Secom acusou Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”, listando “pessoas reais” que não estavam nem foram citadas no vídeo, em que Frias aparece sozinho no Museu do Senado. “Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, diz o texto, que ainda acusa Adnet de “desprezar o ser humano”. A reação, claro, virou piada entre a classe dos humoristas brasileiros. Maurício Meirelles criou a definição que acabou viralizando na internet, ao chamar o governo Bolsonaro de “governo mais mimimi da história deste país”. Danilo Gentili usou ironia para questionar quanto a Secom tinha recebido para fazer publicidade para Adnet. E tanto Fabio Rabin quanto Gregório Duvivier (num retuíte do repórter Rafael Neves) lembraram da recente participação de Adnet no “Roda Viva”, onde Marcelo Tas sugeriu que só governos comunistas, como China e Cuba, perseguiam humoristas e reprimiam o humor. Gentili ainda ponderou, em tom de reclamação, que Adnet não o defendeu na época de sua condenação por fazer piada misógina com a deputada petista Maria do Rosário. Mas o perfil Tesoureiros do Jair lembrou da defesa feita por Bolsonaro à liberdade do humor por ocasião dessa condenação, e o próprio Adnet retuitou em seu perfil. Veja estas e outras reações abaixo. É o governo mais MIMIMI da história do Brasil. PQP https://t.co/t2sLv4OpMA — Mauricio Meirelles (@MauMeirelles) September 5, 2020 Quanto o Adnet pagou pra vocês fazerem essa excelente publicidade pra ele? https://t.co/jh77prkkhd — Danilo Gentili (@DaniloGentili) September 5, 2020 Parabéns @MarceloAdnet ! Isso aqui é pra enquadrar.Era em Cuba que não podia fazer humor ? https://t.co/PPK9ExSYLY — Fabio Rabin (@fabiorabin) September 5, 2020 Corre aqui @MarceloTas, o governo de Cuba está perseguindo um humorista https://t.co/H4rOh2Stad — Rafael Neves (@contaneves) September 5, 2020 Meu presidente. https://t.co/gxnZeXDzOP — paulinho serra🇧🇷🏳️🇯🇲🏴☠️🇦🇱 (@PaulinhoSerra) September 5, 2020 Quem lê a resposta do Mário Frias pro Adnet – a que termina com um “Onde eu cresci ele não durava um minuto” – além de perceber que o Secretário de Cultura não sabe português, pensa que ele é uma mulher negra que enfrentou as adversidades de uma Esparta da vida real brasileira. — Antonio Tabet (@antoniotabet) September 5, 2020 Embora o Adnet tenha mantido o mais completo silêncio qdo fui condenado a prisão pela M. Rosário ou qdo rolou outras investidas do governo anterior contra meu trabalho, ele pode contar com meu total apoio contra essa investida grotesca e babaca do atual governo. Presidente fraco https://t.co/jh77prkkhd pic.twitter.com/TJiGYiZTjC — Danilo Gentili (@DaniloGentili) September 5, 2020 Em abril de 2019, Danilo Gentili foi condenado por esfregar uma notificação que recebeu da deputada Maria do Rosário em suas partes íntimas e a chamar de puta. Em setembro de 2020, o @MarceloAdnet fez uma paródia. pic.twitter.com/apO62pQdeP — Tesoureiros do Jair (@tesoureiros) September 5, 2020
Ray Fisher envolve Warner em polêmica de bastidores de Liga da Justiça
Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, ampliou seus ataques contra a produção daquele filme, envolvendo a DC Films e, como consequência, a Warner acabou se posicionando oficialmente. Com o novo desenvolvimento a situação mudou de patamar. Não se trata mais de um ator reclamando de abuso de um diretor. Após o comunicado da Warner, Fisher passou a mirar o próprio estúdio de cinema. O ator começou a atacar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon, o que o diretor fez exatamente. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Mas o ator não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso. Em seguida, denunciou que Geoff Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Em meio ao clima belicoso, a Warner iniciou uma investigação sobre o ambiente na produção. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento do estúdio. Na sexta, ele postou: “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou.” Horas depois, a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial, acusando Ray Fisher de mentir e não colaborar com a investigação sobre suas próprias denúncias. “Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer pré-julgamento sobre a produção da ‘Liga da Justiça’, com a qual o Sr. Hamada não teve nenhum envolvimento, desde que as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada ser elevado à sua posição atual”, diz o texto. O estúdio também afirmou que Fisher não apresentou nenhum caso concreto de abuso e tem se recusado a cooperar com a investigação. “Embora o Sr. Fisher não tenha citado nenhum episódio de conduta realmente passível de punição, a WarnerMedia começou uma investigação sobre as suas denúncias. Ainda insatisfeito, o Sr. Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador de fora do estúdio para garantir imparcialidade. Este investigador já tentou múltiplas vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir as suas acusações, mas ele recusou os convites”, afirma o estúdio. Neste sábado, Fisher confirmou que, de fato, foi procurado por um investigador, via Zoom, em 26 de agosto. Mas diz que o investigador era contratado da Warner Bros. Pictures e não da WarnerMedia, fazendo com que as conclusões ficassem restritas ao departamento legal do estúdio e não chegassem aos proprietários do conglomerado. Ele também indicou ter se recusado a falar com ele sem um representante (advogado) presente “por segurança”. Entretanto, Fisher também alegou que a revelação de sua recusa em conversar com o investigador era “uma tentativa desesperada e dispersa de me desacreditar para continuar protegendo aqueles que estão no poder”. Num segundo post, Fisher acusou o estúdio de ser responsável por alimentar e ampliar o problema. Segundo o ator, o comunicado da Warner “elevou isso a um nível totalmente diferente, mas estou pronto para enfrentar o desafio”. O “desafio”, na verdade, será promover o lançamento do Snyder Cut, a versão do diretor Zack Snyder de “Liga da Justiça”, que será lançada em 2021 na HBO Max. Snyder tem dito que pretende dar mais destaque ao papel do Ciborgue, que seria “o coração” de sua versão. Mas, com a insistência de Fisher de puxar briga com a Warner, é possível imaginar que esse projeto esteja sendo bastante (re)discutido neste momento. Veja os posts do ator abaixo. So you can better understand how deep this goes: After speaking out about Justice League, I received a phone call from the President of DC Films wherein he attempted to throw Joss Whedon and Jon Berg under the bus in hopes that I would relent on Geoff Johns. I will not. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) September 4, 2020 It’s also worth noting that I made it clear to the world on Aug 21st that I would be vetting the investigator to ensure a fair and protected process for all witnesses. @wbpictures has escalated this to an entirely different level, but I’m ready to meet the challenge. A>E 2/2 pic.twitter.com/OcOmcVZtub — Ray Fisher (@ray8fisher) September 5, 2020
Secretário da Cultura ataca Marcelo Adnet com ofensas após ganhar paródia
Nem todo político tem o bom-humor de Delfim Netto, que colecionou e emoldurou cartuns que o satirizavam na época em que foi ministro em plena ditadura militar. O secretário especial da Cultura, Mario Frias, e o perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), resolveram se manifestar – no caso da Secom, oficialmente – contra uma paródia do humorista Marcelo Adnet, que faz os melhores esquetes de humor do período da pandemia em seu programa “Sinta-se em Casa” na Globoplay. Na sexta (5/9), Adnet parodiou a campanha sobre “Heróis Brasileiros”, lançada uma dia antes pelo governo, com narração e atuação de Mario Frias, evocando o estilo nacional-triunfalista já popularizado na pasta da Cultura num vídeo anterior de Roberto Alvim. Na mesma noite, Frias atacou o esquete, lançando várias ofensas pessoais contra o humorista. Ele chamou Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além de atacar sua vida privada, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. Foi a deixa para o Twitter oficial da Secom atacar a sátira, acusando Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”. A secretaria de Comunicação passou, então, a listar “pessoas reais” que não estão no vídeo, em que Frias aparece sozinho no Museu do Senado – diante de quadro do Rei da Bélgica!. “Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, diz o texto. Seguindo esse raciocínio, a Secon afirma que Adnet despreza “as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos”, e que, no entanto, não aparecem em lugar algum do vídeo parodiado, nem mesmo em citações. De fato, a Secom fez vários posts consecutivos, explicando o vídeo com o que não há no vídeo. Leia abaixo. Melhor ainda, compare os vídeos originais e veja todas as reações. 🇧🇷 O Brasil tem História. Uma História com verdadeiros líderes, respeitados intelectuais e grandes heróis nacionais. Alguns, conhecidos; muitos, ignorados. Uma História tão bela e grandiosa quanto desprezada e vilipendiada por anos de destruição da identidade nacional. pic.twitter.com/N8TDqpASXu — SecomVc (@secomvc) September 3, 2020 Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Ver essa foto no Instagram Garoto frouxo e sem futuro. Agindo como se fosse um ser do bem, quando na verdade não passa de uma criatura imunda, cujo o adjetivo que devidamente o qualifica não é outro senão o de crápula. Um Judas que não respeitou nem a própria esposa traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter. Um palhaço decadente que se vende por qualquer tostão, trocando uma amizade verdadeira, um amor ou sua história por um saquinho de dinheiro e uma bajulada no seu ego infantil e incapaz de encarar a vida e suas responsabilidades morais. Pior do que isso: conta vantagem por se considerar melhor que as outras pessoas. Mas isso tudo é só para esconder a solidão em que ele se encontra. Quem em sã consciência consegue conviver no mundo real com um idiota egoísta e fraco como esse? Onde eu cresci ele não durava um minuto. Bobão! Uma publicação compartilhada por Mario Frias🇧🇷 (@mariofriasoficial) em 4 de Set, 2020 às 6:47 PDT Até o Secretário Frias recomendou no instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Erramos. Acreditamos que seria possível unir todo o país em torno de bons valores e de bons exemplos. Afinal, ninguém é contra a bondade, o amor ao próximo, o sacrifício por inocentes, certo? Errado! Infelizmente, há quem prefira parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros. pic.twitter.com/kqA2yjx0Rb — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 Coincidentemente, a data é próxima ao nosso 7 de Setembro. Decidimos então fazer uma série única, sobre heróis brasileiros — primeiramente, heróis anônimos; depois grandes heróis nacionais. Em comum, além da bravura de seus atos, o fato de serem amplamente desprezados. — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos. — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 De que adianta afetar bons sentimentos, falar em defesa do povo e coisas do tipo, mas na prática desprezar as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos? De que adianta gritar que ama a humanidade, mas desprezar o ser humano? — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020
Nickelodeon cancela estreia de série acusada de plagiar curta vencedor do Oscar
A Nickelodeon resolveu cancelar a estreia da série animada “Made by Maddie”, após um trailer da atração criar polêmica nas redes sociais. O motivo foi a semelhança entre seus personagens e os do curta-metragem “Hair Love”, de Matthew A. Cherry, vencedor do Oscar de Melhor Curta Animado deste ano. A série tinha previsão de estreia em 13 de setembro no Nick Jr., o canal pré-escolar da rede ViacomCBS, mas agora terá seu histórico examinado com cuidado, segundo os executivos do Nickelodeon. “‘Made by Maddie’ é um programa que adquirimos há vários anos da Silvergate Media, uma renomada produtora com a qual já trabalhamos em outras séries. Desde o anúncio da data de estreia do programa esta semana, temos ouvido atentamente os comentários, críticas e preocupação vindo de espectadores e membros da comunidade criativa”, disse a Nickelodeon em um comunicado. “Em resposta, e por respeito a todas as vozes na conversa, estamos removendo a série de nossa programação, enquanto obtemos mais informações sobre a jornada criativa do programa. Somos gratos à Silvergate Media por todo o seu trabalho. E nós temos Matthew A. Cherry e o maravilhoso e inspirador ‘Hair Love’ na mais alta consideração”, completa o texto. A série “Made by Maddie” deveria mostrar uma menina negra de 8 anos que usa seu senso de moda e habilidades de design para resolver problemas, juntamente com a ajuda de alguns amigos e seus pais, Dee e Rashad. Maddie freqüentemente usa uma faixa rosa no cabelo, enquanto Dee é retratada com cabelo natural e Rashad com dreadlocks. As semelhanças vão desde os cabelos dos personagens até o uso da bandana rosa. Além disso, as famílias em ambos os projetos também têm gatos de estimação. Por esses detalhes, muitos usuários acusaram a Silvergate Media e a Nickelodeon de plagiarem “Hair Love”. Matthew A. Cherry não comentou a polêmica, mas retuitou várias postagens chamando a atenção para a semelhança. Recentemente, ele fechou um contrato com a HBO Max para transformar “Hair Love” numa série animada. A Silvergate Media, por sua vez, afirma que começou a desenvolver a série (anteriormente chamada de “Fashion Ally”) em 2015. Ou seja, antes de Cherry lançar sua campanha no Kickstarter para financiar “Hair Love” em 2017. A Nickelodeon encomendou a então chamada “Fashion Ally” em abril de 2018, enquanto “Hair Love” fez sua estreia no cinema em agosto de 2019. “A Silvergate Media tem trabalhado na série nos últimos cinco anos e ao longo da produção tomou medidas para garantir uma equipe de produção diversificada e um elenco de voz apropriado, que emprestassem suas experiências e talentos”, disse o CEO da companhia, Waheed Alli, em comunicado. “Como criadores, temos o maior respeito e admiração por Matthew A. Cherry e ‘Hair Love’, e nossa esperança é que, quando as pessoas assistirem ao nosso programa, verão que é sua própria história com suas próprias aventuras.” Veja abaixo o trailer de “Made by Maddie”, o curta “Hair Love” e um dos muitos tuítes sobre a polêmica logo em seguida. This series idea is so cute and I know it will make a lot of little girls happy… but this is still plagiarism…? Like, why not just hire black creatives like @MatthewACherry…? — ❥ (@softblackgirls) September 2, 2020
Ator de Titãs será Jack Reacher em série da Amazon
Vivido por Tom Cruise em dois filmes, Jack Reacher terá um novo interprete em streaming. O ator Alan Ritchson, que vive o herói Rapina em “Titãs”, foi escolhido pela Skydance TV para dar vida ao personagem na série que deve chegar em 2022 na Amazon. A adaptação está a cargo de Nick Santora (criador de “Scorpion”) e também conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, como produtor. A 1ª temporada será baseada no primeiro livro de Reacher, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997, que introduz o personagem. Vale lembrar que os longas estrelados por Cruise adaptaram o 9º e o 18º livros da franquia. E descontentaram os leitores devido à baixa estatura do ator, que não combinava com a descrição do personagem. Ritchson não é tão famoso, mas tem o físico descrito nos livros. Lee Child, criador do personagem, tinha garantido a seus leitores que a produção escolheria um intérprete mais alto e encorpado. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava nos cinemas e renasceu com sucesso como uma série da Amazon: “Jack Ryan”. A escolha do intérprete demonstra que o projeto já tem cronograma de produção, mas não há informações sobre o começo das gravações.
Anna Faris anuncia saída da série Mom
A atriz Anna Faris não voltará para a 8ª temporada de “Mom”. A protagonista anunciou sua desistência em um comunicado enviado à imprensa. “Os últimos sete anos em ‘Mom’ foram os mais gratificantes e recompensadores da minha carreira”, disse Faris no texto. “Sou muito grata a Chuck [Lorre], aos escritores e aos meus incríveis colegas de elenco por criarem uma experiência de trabalho verdadeiramente maravilhosa. Enquanto minha jornada como Christy chega ao fim, permitindo-me buscar novas oportunidades, estarei assistindo a próxima temporada e torcendo pela minha família de TV.” O comunicado revela que a série não foi cancelada e que a saída da atriz não se deve às preocupações com a pandemia. Ela apenas busca outros projetos. Não está claro como a série vai continuar sem a protagonista, mas fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter garantem que o papel da atriz, como Christy, não será reformulado. A série vai seguir centrada em sua mãe Bonnie, vivida por Allison Janney, e a ausência da personagem será abordada nos episódios. As gravações da 8ª temporada estão programadas para começar em 14 de setembro, o que daria pouco tempo para os roteiristas reescreverem o capítulo inicial, caso a decisão não tenha sido comunicada com antecedência. Não há informações sobre se foi o caso. A rede CBS, que exibe o programa nos EUA, ainda não definiu a data de estreia dos novos capítulos. “Mom” é uma das séries de maior audiência da CBS, repetindo o sucesso de outras atrações de Chuck Lorre, como “The Big Bang Theory” e “Young Sheldon”. No Brasil, ela é exibida pelo canal pago Warner.
Amazon revela trailer de antologia de terror da produtora Blumhouse
A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “Welcome to the Blumhouse”, uma antologia com quatro filmes de terror produzidos pela Blumhouse Productions, a famosa produtora especializada que lançou “Atividade Paranormal”, “Fragmentado”, “Corra” e “O Homem Invisível”, entre muitos outros longas assustadores. A prévia revela trechos dos quatro filmes, intitulados “The Lie”, “Black Box”, “Evil Eye” e “Nocturne”, três deles assinados por cineastas iniciantes, dentro de uma proposta de dar espaço para novos talentos. Estreia do curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas, “Nocturne” se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Em “Black Box”, Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”) é um pai viúvo que, após perder a esposa e a memória em um acidente de carro, passa por um agonizante tratamento experimental que o leva a questionar quem ele realmente é. Roteiro e direção são de Emmanuel Osei-Kuffour Jr. (do curta “Born with It“), que assina seu primeiro longa. Primeiro filme dirigido por Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, “Evil Eye” mostra um romance aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha tem uma ligação sombria com seu próprio passado. A lista se completa com “The Lie”, escrito e dirigido pela única cineasta experiente do grupo, Veena Sud (criadora de “The Killing” e diretora de “The Salton Sea”). Estrelado por Mireille Enos (também de “The Killing”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”) e Joey King (“The Act”), a trama gira em torno de dois pais desesperados que tentam encobrir um crime, após sua filha adolescente confessar ter matado impulsivamente sua melhor amiga. “The Lie” e “Black Box” chegam ao streaming em 6 de outubro, enquanto “Nocturne” e “Evil Eye” serão lançados em 13 de outubro. O projeto “Welcome to the Blumhouse” deve trazer mais quatro filmes em 2021.












