Nicole Maines sugere que continuará no Arrowverso após final de Supergirl
A atriz Nicole Maines, que estrela “Supergirl” no papel de Nia Nal, a Sonhadora, primeira super-heroína trans da TV, escreveu um post emocionado sobre o fim da série, que vai acontecer na próxima temporada. Dizendo-se tão triste como os fãs pelo final da atração, ela contou que também sente muita felicidade e orgulho por ter participado da série. Em seu texto, ela reflete sobre sua jornada em “Supergirl”, além de agradecer a equipe, atualmente envolvida na produção dos últimos episódios, e, claro, as amizades que fez e os seguidores que conquistou graças à série. O texto também chama atenção por aludir a uma continuação para sua personagem após a 6ª temporada de “Supergirl”, sugerindo um spin-off ou participação em outra série de super-heróis do Arrowverso. Confira abaixo. “Embora seja triste que isso tenha que chegar ao fim, estou muito feliz e orgulhosa. Tenho orgulho por ter tido o privilegio de trazer Nia Nal à vida e por ter feito parte da evolução dela como a Sonhadora. Ela significa tanto para muitos, e tem sido uma completa honra interpretá-la nesses últimos anos. E embora ela tenha sido criada especificamente para Supergirl, acho que todos podemos concordar que não vimos pela última vez, e eu mal posso esperar para ver onde ela vai aparecer a seguir. Em uma nota pessoal, eu tenho que compartilhar meu amor e gratidão a todos que ajudaram essa experiência ter sido o que foi. Novos trabalhos são sempre assustadores, mas eu não poderia ter pedido por um set melhor. Desde o começo, as pessoas foram convidativas, profissionais e gentis, em grande parte graças ao ambiente criado pela nossa Supergirl, Melissa. Obrigada à Greg e Sarah e Robert e Jessica por criarem Nia e a trazerem a bordo, e a cada membro do elenco e da produção por me darem boas-vindas em sua família, porque a esta altura vocês já são mais que meus amigos e eu os amo. Cavalheiros, foi um privilégio tocar com vocês nesta noite. Obrigada à Warner, DC e CW por essa série. Ela inspirou muitas pessoas, trouxe nova vida à muitos desses heróis e fez com que toda uma nova geração se apaixonasse por eles, inclusive eu. Finalmente, obrigada à todos vocês. Nia não teria sido um sucesso se todos não tivessem dado a ela amor e apoio da maneira que deram. Foi um trabalho dos sonhos. Mal posso esperar para que vocês vejam o que temos guardado para vocês nessa temporada, e estou ansiosa para descobrir o que vem depois. E haverá mais. Confiem em mim, eu vi em um sonho”. Ver essa foto no Instagram While I’m sad that this must come to an end, I am beyond happy and proud. I am proud that I have been privileged enough to be able to bring Nia Nal to life, and to have been able to be a part of her evolution into Dreamer. She has meant so much to so many, and it has been my complete honor to get to play her for the past few years. And though she was created especially for Supergirl, I think we can all agree that we haven’t seen the last of her, and I cannot wait to see where she pops up next. On a personal note, I have to give my love and gratitude for everyone who made this experience what it has been. New jobs are always scary, but I couldn’t have asked for a better set to walk on to. Right from the start, people were inviting and professional and kind, in large part due to the environment created by our Supergirl, @melissabenoist . Thank you to @gberlanti and @sarahsowitty and Robert and @jessicaqueller for creating Nia and for bringing me on board, and to every one of the cast and crew for welcoming me into your family, because at this point, you are more than my friends and I love you. Gentlemen, it has been a privilege playing with you tonight. Thank you to @warnerbrostv and @dccomics and @thecw for this show. It has inspired so many people and has breathed new life into so many of these heroes that a whole new generation got to fall in love with, myself included. Finally. Thank you to you all. Nia would not have been such a hit if you all didn’t love her and support her the way that you have. From the bottom of my heart, thank you. This has truly been a dream(er) job. I cannot wait for you all to see what we have in store for you this season (it’s going to be WILD DOT COM), and I cannot wait for us all to see what comes next. There will be more. Trust me, I saw it in a Dream. Uma publicação compartilhada por Nicole Maines (@nicoleamaines) em 22 de Set, 2020 às 4:25 PDT
Filha de Gwyneth Paltrow fica passada com exibicionismo da mãe no Instagram
O exibicionismo de Gwyneth Paltrow incomodou sua filha mais velha, Apple, de 16 anos. Conhecida pelo papel de Pepper Potts nos filmes da Marvel, Gwyneth posou nua para uma foto postada no domingo (27/9) no Instagram, com a desculpa de mostrar a boa forma ao comemorar o aniversário de 48 anos. Mesmo sem mostrar detalhes mais reveladores de sua anatomia, a nudez mereceu uma puxada de orelha da filha, que gritou “Mãe!” em letras garrafais nos comentários da imagem. Apple deve passar muito constrangimento com a mãe, que virou uma empresária de produtos para a saúde mulher, com foco especial na sexualidade feminina. Por sinal, não é a primeira vez que a filha reclama da mãe por conta da sua falta de compostura nas redes sociais. No ano passado, a menina chamou atenção de Gwyneth quando a atriz compartilhou uma selfie das duas juntas. “Mamãe, já conversamos sobre isso. Não poste nada sem o meu consentimento”, ela escreveu sob a foto, demonstrando que prefere manter sua privacidade a virar personagem de reality show virtual. Muitos dos amigos famosos da estrela, porém, adoram sua falta de cerimônias. A foto com a “roupa de aniversário”, por exemplo, foi curtida por atores como Matthew Morrison, Josh Gad, Courtney Cox e Vanessa Hudgens – entre 1 milhão de outras pessoas. Gwyneth é atualmente casada com Brad Falchuk, cocriador de “American Horror Story”, “Glee” e muitas outras séries de sucesso. Os dois se conheceram quando ela fez participações em “Glee”, entre 2010 e 2016. Na época, ela ainda era casada com o cantor Chris Martin, o pai de Apple. Ver essa foto no Instagram In nothing but my birthday suit today… thank you all so much for the birthday wishes and thank you to @goop ‘s insanely amazing brand new body butter for making me think I can still get my kit off. 💙 #goopgenes Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 27 de Set, 2020 às 12:00 PDT
Morte da atriz de O Chamado preocupa governo do Japão
A morte de Yuko Takeuchi, atriz do primeiro filme da franquia original de “O Chamado” e bastante popular no Japão, preocupou o governo do país, a ponto de lançar um alerta sobre o crescimento no número de suicídios nos últimos meses. Takeuchi foi encontrada morta na madrugada de domingo (27/9) pelo marido, em sua residência em Tóquio. De acordo com o jornal The Japan Times, a polícia está tratando o caso como um aparente suicídio. Poucos dias antes, a atriz Sei Ashina também morreu por suicídio aos 36 anos. Além disso, o ator Haruma Miura se matou em julho, com apenas 30 anos, e a estrela de reality show Hana Kimura em maio passado. Dados do governo japonês informam que, só no mês de agosto, houve um crescimento de cerca de 15% de suicídios no país em relação ao mesmo período no ano anterior. “Houve um aumento no número de suicídios desde julho. Temos que levar em consideração o fato de que há muitas pessoas terminando com suas vidas preciosas”, afirmou Katsunobu Kato, porta-voz do governo, que também já ocupou o cargo de Ministro da Saúde. Em comunicado oficial, Kato também fez questão de apontar o papel da pandemia do coronavírus como responsável por gerar um clima de angústia crescente, principalmente por carência de contato humano e seu impacto na saúde mental das pessoas. Para evitar uma epidemia de suicídios, foram colocadas a disposição mais linhas telefônicas para atendimento de prevenção ao suicídio.
Chadwick Boseman quis ganhar menos para Sienna Miller ser bem paga em Crime sem Saída
A atriz Sienna Miller fez uma revelação sobre Chadwick Boseman nesta segunda (28/9), que mostra porque o ator falecido no mês passado era tão querido e respeitado pelos colegas, cineastas e produtores em Hollywood. Miller contou que Boseman usou parte de seu próprio salário para pagar o cachê que ela recebeu no filme “Crime sem Saída”, lançado no ano passado, depois que “pediu um número que o estúdio não iria pagar”, porque era mulher. A revelação foi feita em uma entrevista feita para a revista Empire como parte de uma edição dedicada inteiramente à vida de Boseman dentro e fora das telas. Durante a entrevista, Miller expressou hesitação em revelar as medidas tomadas por Boseman para aumentar seu salário no projeto, mas disse que finalmente decidiu compartilhá-lo publicamente como “uma prova de quem ele era”. “Este foi um filme de grande orçamento e sei que todo mundo entende a disparidade salarial em Hollywood, mas pedi um número que o estúdio não iria pagar”, contou Miller. “E porque estava hesitante em voltar para trabalhar, minha filha estava entrando na escola e era um momento inconveniente, eu disse: ‘Só vou fazer se for recompensada da maneira certa’. E Chadwick acabou doando parte de seu salário para me pagar o número que eu havia pedido. Ele disse que era isso mesmo que eu merecia receber.” Miller prosseguiu dizendo que Boseman disse a ela, sem “ostentação”, que ela receberia o que valia. A atriz contou que o ato de Boseman foi “a coisa mais surpreendente que já experimentei”, antes de enfatizar que “esse tipo de coisa simplesmente não acontece”. Embora reconheça que não havia falado publicamente sobre como Boseman a ajudara, ela disse que havia compartilhado isso em particular entre seu círculo de amigos atores. “É simplesmente incompreensível imaginar outro homem naquela cidade se comportando de maneira tão graciosa ou respeitosa”, disse Miller. “Depois disso, contei essa história a outros atores meus amigos do sexo masculino e todos eles ficaram muito quietos e, ao voltarem para casa, provavelmente tiveram que sentar e pensar sobre as coisas por um tempo.” Miller também explicou como seu ex-colega de elenco, que morreu em agosto de câncer de cólon, foi fundamental para ela se juntar ao elenco. Boseman não apenas estrelou o thriller de ação de 2019, mas também atuou como produtor ao lado de seus colaboradores da Marvel, os cineastas Anthony e Joe Russo, e “foi muito decisivo para me convencer a fazer o filme”. “Ele era um fã do meu trabalho, o que era emocionante, porque era retribuído da minha parte, dez vezes mais. Então ele me procurou para fazer isso, ele me ofereceu este filme e foi em um momento em que eu realmente não queria trabalhar. Estava trabalhando sem parar e estava exausta, mas queria trabalhar com ele. ” Durante a exibição do filme na imprensa no ano passado, Boseman também compartilhou que o papel de Miller, Frankie, não estava originalmente programado para ser interpretado por uma mulher. “Esses personagens foram completamente mudados”, disse Boseman ao site Cinemablend. “Na verdade, Frankie era um homem.” Boseman disse que, como o diretor Brian Kirk estava aberto a mudanças que acabariam por servir tanto aos personagens quanto à história, eles puderam escalar Miller para o papel.
Goran Paskaljević (1947 – 2020)
O diretor sérvio Goran Paskaljević, que realizou 18 filmes, incluindo os premiados “Tango Argentino” e “Barril de Pólvora”, morreu na sexta-feira (25/9) em Paris, de câncer de pulmão, aos 73 anos. A doença não o impediu de terminar seu último filme, “Nonostante la Nebbia”, que foi rodado na Itália no ano passado. Nascido em Belgrado em 22 de abril de 1947, Paskaljević estudou cinema na Tchecoslováquia na ilustre escola FAMU durante a primavera de Praga. Lá, ele fez seus primeiros curtas-metragens, enfrentando a censura comunista por seus temas de compaixão pelos desprezados pelo sistema. Após a invasão soviética em Praga, em 1968, ele teve a carreira interrompida e retornou à então Iugoslávia, só lançando seu primeiro longa oito anos depois, o drama “Beach Guard in Winter” (1976), que competiu em Berlim e lhe renceu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema de Pula. A obra foi co-escrita por Gordan Mihić, que se tornou seu parceiro de roteiro de longa data. Os filmes de Paskaljević geralmente traçavam a vida de pessoas comuns em circunstâncias dramáticas e se tornaram sucessos no circuito dos festivais internacionais. Quatro de seus filmes tiverem première em Cannes: “Special Treatment” (1980), “Guardian Angel” (1987), “Time of Miracles” (1989) e seu único filme ambientado nos EUA, “Someone Else’s America” (1995). E “Tango Argentina” (1992) ganhou o prêmio do público em Veneza. Com o tempo, o humor gentil de seus primeiros trabalhos deu lugar à ironia e tragédia sombrias, mas sempre de forma a defender os oprimidos, fossem crianças, deficientes, judeus, ciganos ou imigrantes. Embora ele sempre tenha se negado a se definir como um cineasta político, ele também admitiu que “não se pode evitar a política”, e repetidamente seus trabalhos e entrevistas irritaram os nacionalistas da antiga Iugoslávia. Com o desmembramento do país e a onda crescente de nacionalismo na Sérvia, Paskaljević e sua esposa, Christine Gentet-Paskaljević, mudaram-se para Paris em 1992 e ele tornou-se um cidadão francês. Ele só voltou para casa em 1998 para filmar o memorável “Barril de Pólvora”, que capturou a violência nas ruas de Belgrado e venceu o prêmio da crítica em Veneza e no European Film Awards. Seus filmes posteriores, muitos dos quais ele mesmo escreveu, dirigiu e produziu, mantiveram o padrão elevado, com destaque para a produção irlandesa “How Harry Became a Tree” (2001) e o alegórico “Midwinter Night’s Dream” (2004), que criticou corajosamente o papel da Sérvia na guerra dos Balcãs. Entre seus filmes finais estão “When Day Breaks” (2012), em que um professor judeu aprende sobre seu passado, e “Land of the Gods” (2016), ambientado na Índia. Assim como o derradeiro longa, “Nonostante la Nebbia”, todos tiveram première no Festival de Valladolid, na Espanha.
Steven Soderbergh reúne superelenco para sua estreia na HBO Max
O diretor Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) reuniu um superelenco para seu primeiro filme na HBO Max, após assinar um contrato de desenvolvimento com a plataforma da WarnerMedia. Intitulado “No Sudden Move” (sem movimentos súbitos), o filme vai juntar Jon Hamm (“Mad Men”), David Harbour (“Stranger Things”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Brendan Fraser (“Patrulha do Destino”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Kieran Culkin (“Succession”), Amy Seimetz (“Cemitério Maldito”), Ray Liotta (“Shades of Blue”), Bill Duke (“Raio Negro”), Frankie Shaw (“SMILF”) e Julia Fox (“Joias Brutas”). Escrita por Ed Solomon (“Homens de Preto”), a trama se passa nos anos 1950 e conta a história de um grupo de bandidos que se envolve em uma conspiração mirabolante após ser contratado para roubar um documento sigiloso. Quando o plano dá terrivelmente errado, sua busca por quem os contratou – e com qual objetivo – os conduz pelos escalões da cidade de Detroit, dilacerada por conflito racial e em rápida mudança. Ainda não há data de estreia definida.
James Cameron diz que já filmou Avatar 2 e quase terminou Avatar 3
O diretor James Cameron revelou que já encerrou as filmagens de “Avatar 2” e está perto de encerrar “Avatar 3”. Conversando por videoconferência com Arnold Schwarzenegger, durante o evento Austrian World Summit, ele disse: “‘Avatar 2’ está 100% completo e estamos com 95% do ‘Avatar 3′”. Vale lembrar que os planos do diretor sempre foram rodar os dois filmes simultaneamente. Por isso, as filmagens já eram longas antes da pandemia, mas acabaram durando mais quatro meses e meio a mais por conta da interrupção da produção. Mesmo assim, Cameron acredita que eles tiveram sorte por terem escolhido terminar o trabalho na Nova Zelândia, um dos países que melhor respondeu à covid-19. “Conseguimos filmar e levar uma vida mais ou menos normal por aqui. Tivemos muita sorte, então não vejo obstáculos para que terminemos os outros dois filmes”, acrescentou, mencionando o projeto de estender a franquia até “Avatar 5”. Apesar da divulgação de várias fotos de bastidores da produção, nenhuma informação sobre as tramas das sequências foi adiantada e, se depender do diretor, o segredo vai continuar por um bom tempo. “Acredito no mistério e na grande revelação”. Apesar do final da maior parte das filmagens, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024.
Festival de Cannes vai ganhar versão especial em outubro
A organização do Festival de Cannes não desistiu de realizar um evento neste ano. Em comunicado desta segunda-feira (28/9), os responsáveis pelo festival francês informaram que farão uma edição especial entre os dias 27 e 29 de outubro. Ela será uma versão enxuta e centrada principalmente em curtas-metragens. Um dos mais importantes eventos cinematográficos do mundo, o festival estava originalmente programado para acontecer em maio, mas sua edição anual foi cancelada devido à pandemia de coronavírus. Diante da impossibilidade de exibir os filmes, os organizadores chegaram a anunciar a lista de filmes selecionados e firmaram parcerias com outros eventos para celebrar a resistência do cinema diante da crise sanitária. Mas a volta dos festivais, com a realização sem problemas dos eventos de Veneza, Toronto e San Sebastian, inspirou Cannes a retomar os trabalhos. Batizado de Special Cannes, o mini-festival contará com a exibição de quatro longas e todos os curtas-metragens selecionados para a mostra competitiva deste ano. Também serão exibidas as produções universitárias da seção Cinéfondation, que tradicionalmente acontece em paralelo com o evento principal. A competição ainda terá um júri que concederá a Palma de Ouro de curtas-metragens. Os quatro longas que compõem a programação deste mini-festival são “Un Triomphe”, de Emmanuel Courcol e Kad Merad, “Les Deux Alfred”, de Bruno Podalydès, “True Mothers”, de Naomi Kawase, e “Beginning”, de Déa Kulumbegashvili. “A coleção de quatro filmes da seleção oficial, a competição de curtas, a competição de filmes universitários e os encontros traduzem a alegria que nós sentimos por estarmos juntos em Cannes em outubro”, afirmou Thierry Frémaux, diretor do festival, em nota. O evento também aproveitou para confirmar que sua edição de 2021 segue planejada para acontecer entre os dias 11 e 22 de maio.
Billie Eilish vai ganhar documentário na Apple TV+. Veja o teaser
A cantora Billie Eilish vai ganhar um documentário. Intitulado “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” (O mundo está meio borrado), a produção ganhou seu primeiro teaser, que revela que será lançada em fevereiro de 2021 pela plataforma Apple TV+. Não há muitos detalhes sobre o projeto, que terá direção de R.J. Cutler, responsável pelo filme “Se Eu Ficar” (2014) e vencedor do Emmy pelo reality “American High” (2000). O documentário acontece durante a melhor fase da carreira de Billie Eilish, que venceu múltiplos prêmios no Grammy 2020, se apresentou no Oscar e gravou o tema do novo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”.
Joaquin Phoenix nomeia filho de River, em homenagem ao irmão falecido
O atores Rooney Mara e Joaquin Phoenix já são papais. O bebê nasceu e seu nome foi escolhido em homenagem ao falecido River Phoenix, irmão de Joaquin. Quem deu a informação foi o documentarista russo Viktor Kossakovsky durante o Festival de Cinema de Zurique, ao se desculpar pela ausência de Phoenix, que é produtor executivo de seu novo documentário, “Gunda”. “Ele inclusive acabou de ter um bebê, seu nome é… um lindo filho chamado River, então ele não pode promover o filme no momento”, explicou o diretor. River era irmão mais velho de Joaquin e considerado o melhor ator jovem de sua geração – a mesma de Keanu Reeves, Brad Pitt, Johnny Depp e Leonardo DiCaprio. Ele morreu aos 23 anos, em 1993, de insuficiência cardíaca durante uma overdose. Joaquin tinha 19 anos na época e presenciou a morte do irmão, que teve muito impacto em sua vida. A gravidez de Rooney foi noticiada em maio deste ano, meses após os dois serem vistos saindo de uma clínica de fertilização. O casal se conheceu durante as filmagens do filme “Ela”, de Spike Jonze, lançado em 2012. Mas o relacionamento só veio a público durante a gravação do filme “Maria Madalena”, de 2016, no qual ela era a protagonista e ele viveu Jesus.
Relançar Liga da Justiça em streaming vai custar mais que filmar Coringa inteiro
Parece incrível demais para ser verdade, mas o fato é que o famoso “Snyder Cut”, versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, que supostamente só precisava de pequenos ajustes para ser lançado, tem um orçamento de pós-produção maior que toda a filmagem de “Coringa”. O filme de Todd Phillips, que virou um fenômeno pop, faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias e rendeu o Oscar de Melhor Ator para Joaquin Phoenix, custou somente US$ 55 milhões para ser filmado, pós-finalizado e entregue para a Warner colocar nos cinemas. Entretanto, os retoques de Zack Snyder em “Liga da Justiça” vão custar US$ 70 milhões para o mesmo estúdio. Detalhe: a versão de “Liga da Justiça” exibida nos cinemas já tinha consumido mais de US$ 300 milhões. Em contraste com o sucesso de “Coringa”, o longa de 2017 foi destruído pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes) e se tornou o maior fracasso de público dentre as adaptações da DC Comics neste século. Deu prejuízo com uma bilheteria mundial de US$ 657 milhões. Apesar desse retrospecto, a Warner espera que as reclamações dos fãs contra o filme se reflitam em interesse em ver como a nova cirurgia cinematográfica mudou sua aparência, retirando os enxertos de Joss Whedon, acrescentados de última hora, e inserindo mais de duas horas de cenas inéditas. Isto mesmo, o lançamento terá pelo menos 4 horas de duração e será disponibilizado como uma minissérie de quatro partes na plataforma de streaming HBO Max. Mas o orçamento exagerado para estender o que foi basicamente um grande fiasco já começou a ser explorado de modo negativo, virando piada na internet. Um antigo escritor dos quadrinhos da Liga não deixou de reconhecer a esperteza de Snyder para deixar a Warner completamente enrolada em sua megalomania. Em seu twitter, Dan Slott ironizou: “Eu tenho uma versão do diretor de um filme que quero lançar. O filme está pronto. Totalmente pronto. Na minha mão. Ele existe. Um filme completamente real e tangível. Já finalizado. Eu só preciso de US$ 70 milhões para refilmagens”… I have a director's cut of a film I'd like to release.The film is in the can.Totally in the can.Can in hand.It absolutely exists.A completely real and tangible film.That is all finished. I just need $70 million dollars for reshoots. — Dan Slott (@DanSlott) September 24, 2020
Festival de Gramado premia King Kong em Asunción
O filme “King Kong em Asunción”, do pernambucano Camilo Cavalcanti, foi o grande vencedor da primeira edição virtual do Festival de Gramado. Além do Kikito de Melhor Filme, também conquistou os prêmios de Melhor Ator, Trilha Sonora e do Júri Popular. A premiação do ator Andrade Júnior, por sinal, rendeu um dos momentos mais emocionantes do evento. Reverenciado por seu desempenho no longa de Cavalcanti, o intérprete brasilense morreu no ano passado, aos 74 anos. Em “King Kong em Assunción”, ele interpreta um matador de aluguel que, depois de cometer o último assassinato na região desértica de Salar de Uyuni, esconde-se no interior da Bolívia e decide ir atrás da filha que nunca conheceu. O papel foi também o primeiro – e único – protagonismo de sua carreira, iniciada tardiamente nos anos 1990. Por causa da pandemia de covid-19, o tradicional festival de cinema da serra gaúcha aconteceu fora de época e em formato totalmente virtual, com sessões pela TV e internet, numa parceria com o Canal Brasil. Apenas a cerimônia de premiação aconteceu de forma presencial, realizada no Palácio dos Festivais de Gramado, sem plateia e seguindo protocolos de segurança, com a presença das apresentadoras Marla Martins e Renata Boldrini, que chamaram os vencedores no telão. O formato só não afetou os discursos politizados. Um dos mais contundentes partiu do veterano cineasta Ruy Guerra, de 89 anos, que reclamou do “governo racista”, responsável pela “avalanche que estamos sofrendo nas artes e nas ciências”, ao receber o troféu de Melhor Direção por “Aos Pedaços”. O troféu de Melhor Atriz ficou com a portuguesa Isabél Zuaa por “Um Animal Amarelo”, de Felipe Bragança (premiado também pelo Roteiro), enquanto os coadjuvantes saíram de “Todos os Mortos”, de Caetano Gotardo e Marco Dutra, que consagrou Thomás Aquino e a cantora Alaíde Costa em sua estreia na atuação. Entre os filmes latino-americanos, o uruguaio “El Gran Viaje al Pais Pequeño”, de Mariana Viñoles, foi quase uma unanimidade, levando os troféus da Crítica, do Público, um prêmio especial do Júri e o de Melhor Direção. Entretanto, não ficou com o Kikito oficial de Melhor Longa Estrangeiro, reconhecimento que o Júri decidiu dar ao colombiano “La Frontera”, de David David. Por fim, os destaques na premiação de curtas brasileiros foram “O Barco e o Rio”, de Bernardo Ale Abinader (Melhor Filme e Direção), e “Inabitável”, de Matheus Farias & Enock Carvalho (Prêmio Canal Brasil e da Crítica). Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Competição de Longa-Metragem Brasileiro Melhor Filme – King Kong en Asunción Melhor Direção – Ruy Guerra, por Aos Pedaços Melhor Ator – Andrade Júnior, por King Kong en Asunción Melhor Atriz – Isabél Zuaa, por Um Animal Amarelo Melhor Roteiro – Felipe Bragança, por Um Animal Amarelo Melhor Fotografia – Pablo Baião, por Aos Pedaços Melhor Montagem – Eduardo Gripa, por Me Chama Que Eu Vou Melhor Trilha Musical – Salloma Salomão, por Todos os Mortos, e Shaman Herrera, por King Kong en Asunción Melhor Direção de Arte – Dina Salem Levy, por Um Animal Amarelo Melhor Atriz Coadjuvante – Alaíde Costa, por Todos os Mortos Melhor Ator Coadjuvante – Thomás Aquino, por Todos os Mortos Melhor Desenho de Som – Bernardo Uzeda, por Aos Pedaços Prêmio Especial do Júri: Elisa Lucinda, por Por que você não chora? Menção Honrosa do Júri: Higor Campagnaro, por Um Animal Amarelo Competição de Longa-metragem Estrangeiro Melhor Filme – La Frontera Melhor Direção – Mariana Viñoles, por El Gran Viage al País Pequeño Melhor Ator – Anibal Ortiz, por Matar a un Muerto Melhor Atriz – Daylin Vega Moreno e Sheila Monterola, por La Frontera Melhor Roteiro – David David, por La Frontera Melhor Fotografia – Nicolas Trovato, por El Silencio del Cazador Prêmio Especial do Júri: El Gran Viaje al País Pequeño Competição de Longa-metragem Gaúcho Melhor Filme – Portuñol, de Thaís Fernandes Competição de Curta-metragem Brasileiro Melhor Filme – O Barco e o Rio Melhor Direção – Bernardo Ale Abinader, por O Barco e o Rio Melhor Ator – Daniel Veiga, por Você Tem Olhos Tristes Melhor Atriz – Luciana Souza, Inabitável Melhor Roteiro – Inabitável, Matheus Farias e Enock Carvalho Melhor Fotografia – O Barco e o Rio, para Valentina Ricardo Melhor Montagem – Você Tem Olhos Tristes, para Ana Júlia Travia Melhor Trilha Musical – Atordoado, eu permaneço atento, para Hakaima Sadamitsu, M. Takara Melhor Direção de Arte – O Barco e o Rio, para Francisco Ricardo Lima Caetano Melhor Desenho de Som – Receita de Caranguejo, Isadora Torres e Vinicius Prado Martins Prêmio Especial do Júri: Preta Ferreira, por Receita de Caranguejo Prêmios do Júri Popular Curta Brasileiro: O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader Longa Estrangeiro: El Gran Viage al País Pequeño, de Mariana Viñoles Longa Brasileiro: King Kong en Asunción, de Camilo Cavalcante Prêmios do Júri da Crítica Curta Brasileiro: Inabitável Longa Estrangeiro: El Gran Viaje al País Pequeño Longa Brasileiro: Um Animal Amarelo
A Maldição da Mansão Bly: Personagens da série estampam coleção de pôsteres
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Originalmente uma minissérie, a atração volta em formato de antologia, prometendo abordar uma casa mal-assombrada diferente a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. A concepção dos dois terrores é iniciativa do cineasta Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019). Ele assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.












