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  • Filme

    Tom Holland aparece em fotos do novo filme dos diretores de Vingadores: Ultimato

    26 de novembro de 2020 /

    A produtora AGBO divulgou novas fotos de “Cherry”, thriller dramático que volta a reunir o ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) com os cineastas do blockbuster “Vingadores: Ultimato”. Holland aparece em todas as fotos liberadas do longa, que é o primeiro dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo após quebrarem o recorde de bilheteria de “Avatar” com seu filme de super-heróis da Marvel. Na trama, o ator interpreta um veterano de guerra viciado em drogas, que se torna ladrão de bancos para pagar suas dívidas. A história é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor, e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu próximo filme. O roteiro de “Cherry” foi escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Ciara Bravo (“Wayne”), Jack Reynor (“Midsommar”), Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Thomas Lennon (“Reno 911!”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”) A previsão de lançamento é para 2021, em data ainda não confirmada.

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  • Série

    Ator brasileiro de Sob Pressão estreou nos EUA em O Gambito da Rainha

    26 de novembro de 2020 /

    Uma das muitas curiosidades de “O Gambito da Rainha”, que se tornou o novo fenômeno da Netflix e minissérie original mais assistida da história da plataforma — vista por 62 milhões de contas, em 28 dias – , é que ela marca a estreia do ator carioca Tatsu Carvalho numa série americana de ficção. Veterano de “Malhação” e intérprete do Dr. Rafael Albertini em “Sob Pressão”, da Globo, Tatsu faz uma pequena participação na trama. Ele até tirou fotos com a protagonista Anya Taylor-Joy no set, durante as gravações em Berlim, como pode ser visto acima. Apesar disso, este não é o primeiro trabalho internacional de Tatsu, que participou das filmagens brasileiras de “Os Mercenários” em 2010, do documentário “America’s War on Drugs” (2017) e de episódios recentes das séries britânicas “Shakespeare & Hathaway” e “Girlfriends”. Ele também vai dar as caras na vindoura “Boys”, nova série de Russell T. Davies (“Queer as Folk”, “Doctor Who”), contracenando com Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”).

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  • Filme

    Vera Fischer diz que Xuxa lhe deu prejuízo ao censurar Amor, Estranho Amor

    26 de novembro de 2020 /

    A atriz Vera Fischer se manifestou sobre a briga judicial que envolve o filme “Amor Estranho Amor”, longa que Xuxa conseguiu manter fora de circulação por anos, numa censura judicial, devido às cenas polêmicas em que ela aparece em situações sexuais impróprias ao lado de um menino de 12 anos. A estrela de “Laços de Família”, “Mandala” e “O Clone” também foi coprodutora do longa, ao lado de Anibal Massaini Neto, e disse ter tomado prejuízo com a polêmica. Em entrevista ao “Cinejornal”, da TV Brasil, ela lamentou a curta carreira cinematográfica do filme de 1982, dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003). “Tinha um elenco enorme… Pena que o público só viu por um tempo. Ele entrou em cartaz nos cinemas, fez ótimo público, mas saiu de circulação. Eu senti muito, até porque era coprodutora do filme. O produtor principal era o Anibal Massaíni e nós sentimos no bolso”. De fato, “Amor Estranho Amor” era repleto de grandes atores e atrizes, como Tarcísio Meira, Íris Bruzzi, Mauro Mendonça e Otavio Augusto. O papel de Xuxa, na verdade, era bem pequeno. Mas tomou dimensões desproporcionais. Na trama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – , a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – interpretava uma garota de programa menor de idade, que seria dada de presente para o personagem de Mauro Mendonça, um político poderoso da região de Santa Catarina, 30 anos mais velho que a adolescente. Mas além de aparecer em cenas de nudez, Xuxa também se envolve com um garoto de 12 anos. Elas acabou se arrependendo de ter participado da produção após passar a apresentar programas infantis, dando início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. Vera também comentou a decisão de Xuxa. “Eu acho que ela (Xuxa) tinha uma equipe muito poderosa. E acho que eles a obrigaram a tirar o filme de circulação. Seminua com um garoto de 12 anos… Eu acho que a situação foi essa”. Mas agora Xuxa parece ter mudado de ideia. Em entrevista recente ao “Fantástico” – e já longe de seus dias de apresentadora infantil – , Xuxa até incentivou seus fãs a assistirem. “Quem não viu, por favor, veja. Fala de uma coisa atual, exploração infantil, realidade de muita gente. Essa é uma ficção, mas a realidade existe com o nome de exploração infantil”. Diante disso, Vera Fischer acredita que finalmente poderá começar a ganhar dinheiro com o longa. “Eu acho que vão querer lançar novamente nos cinemas ou nas plataformas. E vai ser um ganho… a própria Xuxa disse outro dia que o filme é bom e tem que ser visto. Vai ser bom para a gente”, comentou.

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  • Etc,  Série

    Joss Whedon abandona série da HBO após denúncias de abusos em Liga da Justiça

    26 de novembro de 2020 /

    A HBO anunciou nesta quarta-feira (25/11) que o cineasta Joss Whedon deixou o comando de “The Nevers”, série que ele criou e na qual trabalharia como showrunner, diretor e roteirista. Em um comunicado oficial, a emissora afirmou que seguirá com a produção do programa, que mantém sua previsão de estreia para 2021. Whedon também emitiu um comunicado, em que afirma que os acontecimentos sem precedentes de 2020 afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado e, embora desenvolver e produzir ‘The Nevers’ tenha sido uma experiência agradável, eu percebi que o nível de comprometimento necessário para continuar, combinado ao desafio físico de fazer essa série durante a pandemia é mais do que eu posso aguentar”. O diretor de “Os Vingadores” ainda se disse “genuinamente exausto” e afirmou que focará sua energia em sua vida pessoal, “que passará por mudanças animadoras”. “Estou profundamente orgulhoso do trabalho que fizemos. Agradeço meu elenco e meus colaboradores extraordinários, e a HBO pela oportunidade de moldar esse mundo estranho”, concluiu. Em desenvolvimento desde 2018, “The Nevers” é descrita como um drama épico de ficção científica sobre uma gangue de mulheres vitorianas com habilidades incomuns, que enfrentam inimigos implacáveis ​​numa missão que pode mudar o mundo. Os colaboradores de longa data de Whedon, Jane Espenson e Doug Petrie, que também estão escrevendo os episódios, devem assumir o comando da produção. Os dois trabalharam com Whedon na série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros”. Já o elenco da produção é formado por Laura Donnely (“Tolkien”), Olivia Williams (“Counterpart”), James Norton (“Adoráveis Mulheres”), Tom Riley (“Da Vinci’s Demons”), Nick Frost (“Truth Seekers”), Ann Skelly (“Vikings”), Ben Chaplin (“Carta ao Rei”), Pip Torrens (“Preacher”), Zackary Momoh (“Doutor Sono”), Amy Manson (“The White Princess”), Rochelle Neil (“Das Boot”), Eleanor Tomlinson (“Poldark”), Denis O’Hare (“American Horror Story”) e Elizabeth Berrington (“Yesterday”). A saída de Whedon coincide com uma investigação interna da WarnerMedia, empresa proprietária da HBO, que averigua denúncias feitas por Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme “Liga da Justiça”. Segundo o ator, o cineasta teria apresentado comportamento abusivo nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”, que ele completou após Zack Snyder pedir licença da produção para cuidar da família, em decorrência do suicídio de sua filha. Em julho, Fisher acusou Whedeon no Twitter de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. Fisher mantém comportamento litigioso desde que fez a denúncia, envolvendo também outros figurões da Warner, e voltou ao Twitter, logo após o recente anúncio, para afirmar que as mudanças de bastidores em “The Nevers” já são consequências da investigação, e que a “versão oficial” de cansaço seria uma forma encontrada pela Warner para não queimar o cineasta. Ou, na visão do ator, acobertar o comportamento do cineasta. “Não tenho intenção nenhuma de deixar Joss Whedon usar a velha tática hollywoodiana de ‘sair’, ‘deixar’ ou ‘se afastar’ para acobertar seu comportamento horrível. A investigação da WarnerMedia sobre ‘Liga da Justiça’ está a todo vapor há três semanas. Isso é sem dúvida um resultado disso”, escreveu o ator. I have no intention of allowing Joss Whedon to use the old Hollywood tactic of “exiting”, “stepping down”, or “walking away” to cover for his terrible behavior. WarnerMedia’s JL investigation has been in full swing for over 3 weeks now. This is undoubtedly a result of it. A>E https://t.co/DRj0MpDkfm — Ray Fisher (@ray8fisher) November 26, 2020

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  • Série

    O Gambito da Rainha faz disparar vendas de xadrez e livros sobre o jogo nos EUA

    26 de novembro de 2020 /

    O sucesso da minissérie “O Gambito da Rainha” teve um efeito curioso no mundo real, transformando o centenário jogo de xadrez na última moda entre os jovens consumidores de streaming. De acordo com a empresa de pesquisas NPD Group, nas três semanas que se seguiram à estreia da atração, as vendas unitárias de jogos de xadrez aumentaram 87% nos Estados Unidos, enquanto as vendas de livros sobre xadrez subiram 603%. Este pico aconteceu após anos de crescimento estável ou negativo nessas categorias, disse o NPD, apontando que o disparo só poderia estar relacionado à série da Netflix. Por sua vez, a plataforma também informou que “O Gambito da Rainha”, centrada na personagem fictícia Beth Harmon, uma adolescente prodígio do xadrez que enfrenta os melhores jogadores do mundo, tornou-se a minissérie mais assistida da Netflix em seus primeiros 28 dias de disponibilização. Em suas quatro primeiras semanas, 62 milhões de contas de assinantes em todo o mundo assistiram a pelo menos dois minutos da série, que é o critério da empresa para considerar uma série vista (por isso, não está claro quantos assistiram a todos os sete episódios). Além do interesse nos tabuleiros e peças, vários livros sobre como jogar xadrez se tornaram campeões de venda de uma hora para outra, entre eles “Bobby Fischer Ensina Xadrez”, do campeão mundial Bobby Fischer, “Chess Fundamentals” (Xadrez básico, em tradução livre), de Jose Capablanca e até “Chess for Kids” (xadrez para crianças), de Michael Basman. Além disso, os dados de pesquisa do Google Trends mostram que o interesse em xadrez entre os usuários dos EUA quase quadruplicou desde a estreia de “O Gambito da Rainha”. “A ideia de que uma série de televisão em streaming pode ter um impacto nas vendas de produtos não é nova, mas finalmente podemos visualizá-la por meio dos dados”, disse Juli Lennett, consultora da indústria de brinquedos do NPD Group, em comunicado. “As vendas de livros e jogos de xadrez, que anteriormente estavam estagnadas ou em declínio por anos, aumentaram acentuadamente à medida que a nova série se tornou popular e conquistou espectadores.” Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Ao longo de seis episódios, a trama retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria, seguindo Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”).

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  • Etc

    Jude Law diz que filmar Contágio o preparou para a pandemia de coronavírus

    26 de novembro de 2020 /

    Jude Law disse que a experiência de filmar “Contágio”, lançado em 2011, o preparou para a pandemia de coronavírus. Em uma entrevista gravada em vídeo para a revista GQ, o ator falou dos vários filmes de sua carreira, mas se deteve um pouco mais para abordar os bastidores da obra premonitória do diretor Stephen Soderbergh. “Quando 2020 começou e ouvimos sobre o que estava acontecendo inicialmente na China, e que rapidamente se tornou evidente em todo o mundo, soou o alarme”, disse ele. “Infelizmente, não fiquei muito surpreso.” Ele contou que conviveu com cientistas especialistas em vírus e pandemias durante as filmagens de “Contágio”, que trabalhavam com a produção na condição de consultores, e eles alertaram que uma pandemia semelhante a do filme estava chegando. “Havia absolutamente a sensação de que isso iria acontecer”, disse Law. “Os grandes cientistas que estavam conosco no set e que trabalharam com Scott [Z. Burns], o roteirista, e [o diretor] Steven [Soderbergh] eram indivíduos muito especializados e experientes que sabiam o que esperar. E todos eles nos disseram que isso estava fadado a acontecer – não era um caso de ‘se acontecer’, mas sim de ‘quando acontecer’.” Ele continuou: “A maneira como eles descreveram como aconteceria foi exatamente como aconteceu, e já na tela isso fazia sentido. Mas o mais assustador de tudo é que aprendemos isso num filme”. Em “Contágio”, Law interpretou um blogueiro que espalhava fake news e fingiu ficar doente para se curar milagrosamente com um remédio que ele passou a endossar, recebendo uma fortuna para divulgar uma cura que não existia. Qualquer semelhança com fatos acontecidos no Brasil é apenas mais uma das mais muitas previsões do filme que encontraram reflexos na realidade.

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  • Filme

    Godzilla vs. Kong pode sair direto em streaming

    26 de novembro de 2020 /

    Está forte na internet o rumor de que “Godzilla vs. Kong”, o próximo filme do monstros da Legendary Pictures, trocaria o cinema por um lançamento em um serviço de streaming. O boato foi motivado por um artigo da revista The Hollywood Reporter, que revelou que a Netflix ofereceu US$ 200 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) pelo direito de exibir o filme. Apesar de parecer elevado, o valor é baixo para o potencial do longa e teria sido recusado. A Warner, que é coprodutora e responsável pela distribuição de “Godzilla vs. Kong”, também teria outros planos para o título. Mas qualquer decisão só seria tomada após observar o desempenho de “Mulher-Maravilha 1984”. Uma das ideias do estúdio, ainda segundo o THR, seria realizar um lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming, como o novo filme da super-heroína da DC Comics. As decisões sobre o destino da obra ficarão a cargo do novo CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, e da presidente da Warner Bros., Ann Sarnoff. De um lado, há sinais claros de que as bilheterias vão continuar baixas enquanto não começar a vacinação contra o coronavírus. Isto explica os adiamentos em série feitos pela indústria, que aguardam boas notícias da Medicina para retomar a distribuição de seus blockbusters nos cinemas. De outro, a pandemia está consolidando em ritmo acelerado o hábito do consumo de streaming, mas a HBO Max tem pouco conteúdo inédito e, por isso, seus números estão abaixo do desejado na disputa com a Netflix, a Amazon e principalmente, por ser novata, a Disney+ (Disney Plus). Além disso, “Godzilla vs. Kong” já enfrentava ceticismo antes da pandemia. A produção começou a ser filmada antes da estreia de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”, que, contrariando todas as apostas da Warner, fracassou nas bilheterias – arrecadação de US$ 385,9 milhões mundiais para um orçamento de US$ 170 milhões. Dirigido por Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), “Godzilla vs. Kong” é uma continuação direta daquele filme, trazendo de volta Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), vistos na obra anterior. Além deles, seu elenco grandioso também inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”). A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas. Quarto lançamento do MonsterVerse da Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo filme tem, por enquanto, estreia marcada para os cinemas em maio de 2021.

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  • Filme

    A Festa de Formatura: Musical do criador de American Horror Story ganha novo trailer

    26 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres individuais e um novo trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de apresentar a trama e destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, o criador de “American Horror Story”, “Glee” e “Pose” juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida por Murphy inicia na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar na luta dela, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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  • Etc

    Daria Nicolodi (1950–2020)

    26 de novembro de 2020 /

    A atriz italiana Daria Nicolodi morreu nesta quinta (26/11) aos 70 anos. A informação foi confirmada pela sua filha, Asia Argento. A causa da morte não foi divulgada. “Descanse em paz, amada mãe”, escreveu Argento no Instagram junto com fotos dos dois. “Agora você pode voar livre com seu grande espírito e não terá que sofrer mais. Tentarei continuar por seus amados netos e especialmente por você que nunca iria querer me ver tão triste.” “Mesmo sem você, eu sinto falta do chão sob meus pés e sinto que perdi meu único verdadeiro ponto de referência. Estou perto de todos aqueles que a conheceram e a amaram. Sempre serei sua Ária, Daria.” Nicolodi nasceu em 1950, em Florença, na Itália e estreou no cinema aos 20 anos, no filme de guerra “A Vontade de um General” (1970). Seu começo de carreira foi marcado por clássicos como “Salomé” (1972), uma versão psicodélica da história bíblica, e a comédia “A Propriedade Não é Mais um Roubo” (1973), de Elio Petri. Em 1975, ela estrelou “Prelúdio Para Matar”, um dos melhores giallos do diretor Dario Argento. Os dois iniciaram um romance nos bastidores da produção e Asia Argento nasceu três meses depois de o filme chegar aos cinemas. A relação teve várias idas e vindas, que se refletiram no prazer quase sádico de Argento de matar a atriz de forma brutal em seus filmes. A parceria entre o casal se estendeu a mais seis filmes de terror: “Suspiria” (1977), “A Mansão do Inferno” (1980), “Tenebre” (1982), “Phenomena” (1985), “Terror na Ópera” (1987) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007), onde contracenou com a filha. O gênero acabou marcando a carreira de Nicolodi, que também estrelou “Schock” (1977), último filme do mestre italiano do gênero Mario Bava, além de títulos como “Paganini Horror” (1989), de Luigi Cozzi, e “A Filha do Demônio” (1991), de Michele Soavi. Ela também foi dirigida pela filha em “Scarlet Diva” (2000), primeiro longa de Asia Argento como cineasta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento)

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  • Filme

    Estreias de cinema destacam candidato do Brasil ao Oscar 2021

    26 de novembro de 2020 /

    Um dos efeitos colaterais da falta de lançamentos bombásticos de Hollywood durante a pandemia de coronavírus tem sido o avanço das indústrias nacionais de cinema. Com mais força no Japão, Coreia do Sul e China, onde a crise sanitária encontra-se sob maior controle, os filmes locais têm dominado a programação e as bilheterias. Este processo vem acontecendo em escala muito menor no Brasil. Os motivos variam desde a reabertura tardia das salas até os reflexos inevitáveis de outra crise – dois anos sem que os produtores tivessem acesso ao Fundo Setorial do Audiovisual para produzir novos filmes. Mesmo assim, ainda há títulos de 2019, que completaram suas jornadas em festivais e chegam ao circuito comercial para ocupar salas que não têm mais o quê exibir. Entre os destaques desta semana, estão dois longas brasileiros premiados, “Pacarrete”, grande vencedor do último festival presencial de Gramado, no ano passado, e “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, selecionado para representar o Brasil no Oscar 2021. A escolha de um documentário para concorrer à categoria de Filme Internacional da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA é inusitada, mas a inesperada participação brasileira no Oscar passado também se deu por conta de um filme do gênero – “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa. Além disso, a obra de Barbara Paz tem muitos méritos. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Homenagem ao cineasta Hector Babenco, que sua parceira cineasta registra em seus últimos instantes de vida – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – , o filme também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. “Pacarrete”, por sua vez, foi recebida com aplausos de pé em Gramado. Os elogios foram direcionados especialmente à performance da atriz Marcélia Cartaxo, que venceu um Urso de Prata no Festival de Berlim no começo da carreira, por “A Hora da Estrela” (1985), e voltou a conquistar um grande prêmio, o Kikito de Melhor Atriz por seu trabalho na nova obra, dando vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a personagem-título sonha em se apresentar na principal festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência. “Todo artista precisa resistir. Viva o cinema brasileiro”, disse Marcélia Cartaxo, ao receber seu troféu no festival gaúcho – um dos oito conquistados pelo filme de Allan Deberton. A lista de lançamentos brasileiros ainda inclui dois longas de diretores estreantes: “Mulher Oceano”, de Djin Sganzerla (filha de Rogério Sganzerla e Helena Ignez), que filma a si mesma como duas mulheres, e “Boni Bonita”, de Daniel Barosa, passado às margens da cena pop-rock brasileira, com participações de Otto, Ney Matogrosso e premiado no Festim Lisboa. Já entre os poucos títulos internacionais, o destaque é o sul-coreano “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, novamente dirigido por Yeon Sang-ho, que entretanto não repete o mesmo impacto e tensão do filme original. Confira abaixo os trailers de todos os filmes que entram em cartaz nesta quinta-feira (26/11). Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou | Brasil | 2019 Pacarrete | Brasil | 2019 Mulher Oceano | Brasil | 2019 Invasão Zumbi 2: Península | Coreia do Sul | 2020 Meu “Querido” Elfo | Rússia | 2019

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  • Série

    Young Rock: Dwayne Johnson revela primeiras fotos da série sobre sua infância

    25 de novembro de 2020 /

    O astro Dwayne “The Rock” Johnson compartilhou fotos dos bastidores e das primeiras cenas de “Young Rock”, uma série de comédia sobre sua infância, que começou a ser gravada há cinco dias. Ele aparece atrás das câmeras, enquanto sua versão “mini me” contracena com grandes nomes da luta livre. O ator explicou: “Eu nasci no mundo selvagem, maluco e imprevisível da luta livre. E, para a minha versão mais nova, esses caras eram super-heróis de verdade. Sem capas. Só caras grandões, valentes e divertidos, que sempre brigavam comigo”. Nas fotos de cena, o intérprete do Rock mirim aparece com o lutador The Junkyard Dog, interpretado por Nate Jackson (“All Def Comedy”), André the Giant, vivido por Matthew Willige (“Família do Bagulho”), e com The Iron Sheik, encarnado por Brett Azar (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). Johnson contou que o Sheik “é um amigo da família desde que eu nasci”. “Uma das maiores lições que ele me ensinou quando eu era criança… Ele disse ‘bubba, escute o Sheik… Sempre fique quieto… Você sempre aprende mais quando você fica quieto e escuta quem está ensinando a lição.” E que André the Giant era tão alto que “sempre que ele precisava conversar comigo, ele me pegava no colo para me olhar nos olhos”. “Isso sempre foi importante para o Tio André: respeito”, acrescentou. Além dessa turma peso-pesado, a atração terá três atores diferentes no papel de The Rock, representando diferentes fases de sua juventude. Os escolhidos foram Adrian Groulx (aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Cada um deles dará vida a uma época específica da vida do astro, partindo de sua infância até a ascensão como atleta de futebol americano pela Universidade de Miami. Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017) e Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). Já Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série tem produção de Johnson, que também deverá participar dos episódios – e uma das imagens o mostra dando uma entrevista na TV. Mas a extensão de seu envolvimento diante das câmeras não está clara. Vale lembrar que projeto similar, “Todo Mundo Odeia o Chris”, sobre a juventude do comediante Chris Rock, trazia o astro narrando todos os episódios. A estreia de “Young Rock” está prevista para fevereiro de 2021 na rede americana de TV NBC. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)

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  • Série

    Associações indígenas protestam contra retrato parcial da nova série Big Sky

    25 de novembro de 2020 /

    Diversas organizações indígenas dos EUA estão protestando contra a forma parcial escolhida pela nova série da rede da ABC, “Big Sky”, para retratar um problema que as afeta com gravidade. A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica, a Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies, o Conselho de Líderes Tribais das Montanhas Rochosas, o Conselho Indígena Global e a Tribo Coushatta da Louisiana emitiram comunicados à imprensa entre segunda e esta quarta-feira (25/11) alertando para a falta de preocupação com a questão das mulheres indígenas desaparecidas e assassinadas na trama da série, que relata a alta incidência de desaparecimento de mulheres brancas nas rodovias no estado de Montana – em regiões próximas às reservas indígenas. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense rural, baseada no livro de CJ Box, segue a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt, que se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. O problema para a comunidade indígena é que isso acontece seguidamente e de forma traumática com mulheres indígenas, o que a série decidiu prontamente ignorar. Entre os apelos dos representantes das tribos nativo-americanas está o pedido para que “Big Sky” inclua entre seus créditos algum tipo de informativo sobre a crise factual das mulheres indígenas mortas e desaparecidas, que poderia se dar por meio de citação ao documentário “Somebody’s Daughter” ou com link para organizações que tratam da questão. Muitas destas ONGs ajudaram a produzir “Somebody’s Daughter” e ficaram revoltadas sobre a omissão da produção, que parece afirmar que este é problema de mulheres brancas. “Abordar o sequestro e tráfico de mulheres como entretenimento no horário nobre já é ruim o suficiente. Apagar a tragédia da vida real da crise de mulheres e meninas indígenas mortas e desaparecidas é inescrupuloso”, disse A. Gay Kingman, diretor executivo da Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies. “Vivemos com as consequências dessas perdas e trauma diariamente, mas a ABC nem mesmo reconhece o problema, mesmo tendo a oportunidade de fazê-lo.” Em seu comunicado à imprensa, a União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica também pediu que a ABC “retratasse e retificasse sua representação incompleta da violência contra mulheres e meninas”. “A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica está sediada em Vancouver, o local central das filmagens de ‘Big Sky’ e uma das áreas do Canadá mais afetadas pela violência sistêmica contra mulheres e meninas indígenas. Como os governos federais do Canadá e dos EUA não conseguiram lidar com a epidemia multigeracional que é esta crise, é imperativo que uma empresa influente como a ABC demonstre alguma consciência e competência cultural a respeito do problema”, ele protestou. A representante feminina da União, Melissa Moses, acrescentou que os cenários de ‘Big Sky’ e do romance ‘The Highway’, em que a série é baseada, tem muita semelhança com uma notória rodovia da Colúmbia Britânica. “A violência contra as mulheres indígenas é particularmente endêmica na Colúmbia Britânica, onde uma das rodovias mais famosas do Canadá, ‘a Rodovia das Lágrimas’, está localizada. Esta rodovia é um símbolo doloroso e assustador da violência que destrói vidas indígenas e tem semelhança com a descrita em ‘The Highway’, o romance que inspirou ‘Big Sky'”, comparou. Ela ainda acrescentou: “Infelizmente, a violência e o genocídio de gênero representados pela Rodovia das Lágrimas também são terrivelmente prevalentes em Montana, onde 26% das pessoas desaparecidas foram identificadas como índios americanos, apesar dos membros tribais constituírem apenas 7% da população. A ABC agora tem a oportunidade inestimável de ser nosso aliado, de mostrar respeito e compaixão às vítimas e familiares afetados e entes queridos, e de ajudar a informar o público no Canadá e dos Estados Unidos sobre esta crise internacional e nacional e sua verdade infame.” Estrelada por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Ryan Phillippe (“Shooter”), “Big Sky” estreou em 17 de novembro com uma audiência considerável, vista por 4,15 milhões de telespectadores ao vivo.

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    Ator de Encontro de Casais processa Universal por racismo na divulgação do filme

    25 de novembro de 2020 /

    Um ator da comédia “Encontro de Casais” (2009) está processando o estúdio Universal por racismo durante a divulgação do filme. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Faizon Love, que formou com Kali Hawk o único casal negro da trama, reclama ter sido apagado do pôster pelo marketing do estúdio e convencido a não reclamar, depois de promessas de executivos feitas na época, que nunca se materializaram. Segundo a publicação, em 2009, os jornais do Reino Unido notaram a mudança e isso reverberou online. Na época, um porta-voz da Universal disse que o pôster havia sido alterado para “simplificá-lo” e que o estúdio lamentava a ofensa causada e estava abandonando os planos de usar o pôster revisado daqui para frente. Em sua ação, Faizon Love afirma ter questionado a Universal Studios a respeito do tema e a empresa, tentando evitar problemas, prometeu “(i) a cessação imediata do cartaz racista internacional e (ii) recompensa imediata ao Sr. Love na forma de carreira lucrativa, com papéis no cinema”. A publicação ainda cita que Love recebeu um pedido de desculpas de executivos de alto escalão da Universal, como um telefonema de Adam Fogelson, que acabou de ser promovido de chefe de marketing a presidente do estúdio. Além disso, também houve um pronunciamento de Scott Stuber, um produtor do filme, que estava sob um contrato de produção de cinco anos com a Universal e que hoje é chefe da divisão de filmes originais da Netflix. Até mesmo o ator Vince Vaughn, protagonista do longa, supostamente ajudou a acalmar qualquer controvérsia com promessas. Apesar disso, nenhum deles cumpriram suas promessas. O processo revela que Vaughn fez ligações para Fogelson e se comprometeu em realizar um programa de TV com Love. “Vaughn aparentemente chegou a dizer ao Sr. Love que fazer um alarde sobre sua remoção do pôster não seria bom para sua carreira naquela época, uma declaração à qual Fogelson não se opôs.” O pôster, entretanto, não deixou de ser vinculado e ainda está em vários sites ao redor do mundo. No processo, conta que Love ficou “horrorizado” quando descobriu as diferenças entre o pôster nacional e o internacional do filme. “A Universal Studios não teve problemas em incluir atores negros no filme cômico”, afirma a denúncia. “Mas quando se tratou de divulgar o filme para o público internacional, a Universal Studios optou por separar os atores brancos e negros do filme… Em vez de desfrutar de visibilidade máxima com o lançamento do filme, o Sr. Love foi rebaixado ao proverbial ‘Homem Invisível’, como descrito por Ralph Ellison.” “Embora ‘Encontro de Casais’ tenha alcançado o 1º lugar no ranking de bilheteria no fim de semana de abertura e tenha tido um desempenho espetacular que arrecadou mais de US $ 171 milhões em todo o mundo, a Universal Studios colocou o Sr. Love no banco de trás da jornada apreciada por seus seis colegas brancos.” Os representantes de Love ainda citaram filmes produzidos e protagonizados por artistas negros, como “Policial em Apuros” (2014) e “Pantera Negra” (2018), para demonstrar que é possível atingir grandes sucessos cinematográficos com astros não brancos. O ator não está apenas alegando quebra de contrato e incentivo fraudulento sobre o que ele não obteve desde o lançamento do filme, como também alegando violações de direitos assegurados pela legislação da Califórnia, nos Estados Unidos. Compare abaixo o pôster nacional e o internacional da produção.

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