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  • Série

    Superman & Lois vira estreia de série mais vista da rede The CW

    6 de março de 2021 /

    “Superman & Lois” bateu outro recorde na rede The CW. Depois de estrear com a maior audiência ao vivo de uma série da DC desde 2019, com 1,7 milhão de espectadores na televisão, a atração somou mais 1,5 milhões em streaming, reprises e gravações digitais, atingindo 3,2 milhões de pessoas em uma semana. O desempenho semanal transformou “Superman & Lois” na estreia de série mais vista na história da rede. A atração também registrou aumento de 105% sobre seu índice demográfico inicial, atingindo uma classificação de 0,76 após uma semana entre o público adulto. Graças a esses números, a rede CW anunciou que vai exibir todos os novos episódios de “Superman & Lois” com cenas extras no aplicativo da rede e no site CWTV.com após sua transmissão na televisão. Isto vai acontecer de graça, sem necessidade de assinatura especial. A duração das cenas adicionais, não exibidas na TV, vai variar de capítulo a capítulo. A série também já foi renovada para sua 2ª temporada. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção, com clima cinematográfico, encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. Um acidente leva Clark a finalmente revelar ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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  • Filme

    Academia Australiana elege Bela Vingança como Melhor Filme do ano

    6 de março de 2021 /

    A Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA, na sigla em inglês) anunciou os vencedores de seu 10º Prêmio AACTA Internacional, com “Bela Vingança”, estrelado por Carey Mulligan, levando o prêmio de Melhor Filme. O thriller de humor negro ainda rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Mulligan, enquanto o falecido Chadwick Boseman foi eleito Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”. “Os 7 Chicago” também levou dois prêmios: Melhor Roteiro, vencido por Aaron Sorkin, e Melhor Ator Coadjuvante para Sacha Baron Cohen. Olivia Colman ficou com o AACTA de Melhor Atriz Coadjuvante por “Meu Pai” Já o prêmio de Melhor Direção ficou com Chloé Zhao, primeira mulher a receber este troféu da AACTA, por “Nomadland”. Entre os resultados da TV, “O Gâmbito da Rainha” foi o mais premiado, conquistando o troféu de Melhor Série Dramática e Melhor Atriz para Anya Taylor-Joy. Veja abaixo a lista completa dos premiados. Prêmio AACTA International de Melhor Filme “Bela Vingança” Prêmio AACTA Internacional de Melhor Direção Chloé Zhao – “Nomadland” Prêmio Internacional ACTA de Melhor Roteiro Aaron Sorkin – “Os 7 Chicago” Prêmio AACTA International de Melhor Ator Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” Prêmio AACTA International de Melhor Atriz Carey Mulligan – “Doce Vingança” Prêmio AACTA International de Melhor Ator Coadjuvante Sacha Baron Cohen – “Os 7 Chicago” Prêmio AACTA International de Melhor Atriz Coadjuvante Olivia Colman – “Meu Pai” Prêmio Internacional AACTA de Melhor Série Dramática “O Gâmbito da Rainha” Prêmio AACTA International de Melhor Série de Comédia “Schitt’s Creek” Prêmio AACTA International de Melhor Ator em Série Aaron Pedersen – “Mystery Road” Prêmio AACTA International de Melhor Atriz em Série Anya Taylor-Joy – “O Gâmbito da Rainha”

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  • Etc

    Nicolas Cage se casa pela quinta vez com dançarina 30 anos mais nova

    6 de março de 2021 /

    Nicolas Cage se casou pela quinta vez! Sua nova esposa é a dançarina japonesa Riko Shibata, de 26 anos. Ou seja, 30 mais nova que o ator. O casamento foi realizado no dia 16 de fevereiro em Las Vegas, onde Cage mora, mas só agora foi confirmada, após a divulgação de fotos pelo Wynn Hotel, onde a cerimônia aconteceu. “É verdade e nós estamos muito felizes”, disse o ator numa curta declaração para a imprensa, após o vazamento das imagens. O casal estava noivo desde agosto do ano passado. Este romance se deu de forma inusitada. Nicolas fez o pedido por FaceTime, porque Riko estava no Japão e o anel de noivado foi enviado pelo correio. Outro detalhe curioso: ambos se casaram de preto, e o vestido da noiva foi um kimono nupcial feito à mão em Kyoto. A cerimônia íntima foi acompanhada por poucos familiares e amigos, incluindo um a ex-esposa de Cage, Alice Kim, e o filho deles, Kal-El, que tem 15 anos. A última esposa do ator foi Erika Koike, em um casamento que durou apenas quatro dias. Nicolas Cage pediu a anulação da união por fraude — ela teria escondido informações sobre seu histórico criminal e seu relacionamento com outra pessoa. O ator também foi casado com a atriz Patricia Arquette, Lisa Marie Presley (filha de Elvis Presley) e Alice Kim, além de ter um filho com Christina Fulton – Weston, cantor das bandas de black metal Eyes of Noctum e Arsh Anubis. Veja mais imagens do casamento abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Show News Today (@shownewstoday)

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  • Série

    Jennifer Tilly voltará a viver Tiffany na série de Chucky

    6 de março de 2021 /

    A atriz Jennifer Tilly foi confirmada no elenco na primeira série de Chucky, monstrinho da franquia de terror “Brinquedo Assassino”. Ela vai retomar seu papel como Tiffany, também conhecida pelo título de seu primeiro filme na franquia, “A Noiva de Chucky” (1998). Tilly comentou a escalação em seu Instagram. “Eu fiz o primeiro filme de Chucky em 1998. É incrível que quatro filmes e mais de 20 anos depois eu ainda estou interpretando ‘Tiffany’. Muito grata aos fãs. Os fãs de Chucky são os melhores do mundo!”. Produzida em parceria pelos canais SyFy e USA Network, a série também contará com os atores Devon Sawa (“Premonição”), Zackary Arthur (“Transparent”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”) e Björgvin Arnason (“PEN15”). Em desenvolvimento há quatro anos, “Chucky” (título da série) foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar o boneco serial killer, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. A série é uma continuação dos filmes e vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo de contraponto ao remake exibido em 2019 nos cinemas, que foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. “Chucky” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Tilly (@jennifertilly)

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  • Filme

    Chloé Zhao, primeira diretora chinesa a vencer o Globo de Ouro, é censurada na China

    6 de março de 2021 /

    A diretora Chloé Zhao foi de aclamada a censurada na China num espaço de poucos dias, após se tornar a primeira chinesa a vencer o Globo de Ouro de Melhor Direção. Celebrada nas redes sociais chinesas na segunda-feira (1/3) pela façanha, como uma inspiração por se tornar a primeira mulher asiática a ganhar o prêmio, ela recebeu até homenagem da mídia estatal oficial, como um motivo de orgulho para a China, e teve o lançamento de seu filme, “Nomadland”, aprovado para exibição nos cinemas locais em 23 de abril. Entretanto, a consagração levou muitos a questionarem se ela era realmente chinesa e por qual motivo ela morava nos EUA. Blogueiros logo encontraram uma entrevista da cineasta, que nasceu em Pequim, à Filmmaker Magazine em 2013, onde ela descreveu sua criação na China como “um lugar onde há mentiras por toda parte”. A revista já tinha deletado essa entrevista de seu site em meados de fevereiro, dias antes do anúncio da data de lançamento de “Nomadland” na China, sem maiores explicações. Mas os equivalentes a bolsominions chineses encontraram os rastros da declaração e não perdoaram a diretora, protestando contra ela. Na sexta-feira (5/3) já não era mais possível encontrar menções à Chloé Zhao e “Nomadland” na internet chinesa. A reação nacionalista levou a um apagamento da diretora e de seu filme nas redes sociais. Uma pesquisa no Weibo (o Twitter chinês) pela hashtag “#Nomadland” traz como resultado a indicação de que o tópico viola as “leis, regulamentos e políticas” da China. Além disso, os pôsteres promocionais do filme desapareceram do Douban (um Facebook cultural), assim como a data de lançamento. Uma conta do Wechat (espécie de Whatsapp/Messenger) muito vista postou uma captura de tela com duas mensagens de censores sobre conteúdo do filme, em que se lê que “após exame pela plataforma”, os posts tinham transgredido as “regras de desenvolvimento e gerenciamento para serviços de informação pública nas plataformas de mensagens” e, portanto, foram excluídas. Os artigos censurados tinham os seguintes títulos: “Esta pessoa da indústria cinematográfica provavelmente conhece Chloe Zhao melhor do que qualquer outra pessoa no mundo” e “’Nomadland’ será lançado em 23 de abril na China; Chloe Zhao se torna a primeira asiática a ganhar o Globo de Ouro de Melhor Direção.” Para completar, os principais sites de venda de ingressos online da China, Maoyan e Tao Piaopiao, removeram a data de lançamento do filme de suas listas. Além de dirigir “Nomadland”, Zhao é a diretora do próximo filme de super-heróis da Marvel, “Eternos”, que conta com o mercado da China para cobrir seu elevado orçamento de produção. Com um elenco de alto nível, incluindo Angelina Jolie e Salma Hayek, o lançamento está marcado para novembro. Um comentário ainda não censurado no site de resenhas Douban resume a situação: “No futuro, Hollywood não irá mais deixar que chineses façam seus filmes, nem mesmo tocará tópicos chineses, porque ninguém é capaz de adivinhar onde estão os campos minados”. Outro lamentou a postura dos nacionalistas radicais. “Eles questionam seu local de nascimento, sua família, sua nacionalidade e as coisas que ela disse. A única coisa que eles não discutem é seu filme”. E um usuário mais corajoso postou uma imagem em preto e branco de Zhao com uma barra de censura nos olhos, junto com o comentário: “Na China, eles não a consideram chinesa, e nos EUA eles não a consideram americana. Ela está realmente na ‘Nomadland’.”

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  • Música,  Série

    Renato Góes e Lucy Alves vão estrelar série musical da Netflix

    6 de março de 2021 /

    O ator Renato Góes, que viveu Marcelo D2 no filme “Legalize Já: Amizade Nunca Morre” (2017), vai voltar ao mundo pop da ficção. Ele e Lucy Alves, revelada no programa “The Voice Brasil”, viverão os protagonistas de “Sofrência”, série da Netflix sobre uma banda em turnê pelo Brasil. Segundo Patricia Kogut, no jornal O Globo, eles formarão um casal apaixonado, que lidera a banda da trama. O projeto é da produtora Coração da Selva, teve consultoria de João Falcão (roteirista de “O Auto da Compadecida”) e contará com três diretoras: Gisele Barroco (“Som & Fúria”), Joana Mariani (“Todas as Canções de Amor”) e Ana Luiza Azevedo (“Antes Que o Mundo Acabe”). A Netflix ainda não anunciou a produção.

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  • Filme

    Globoplay vai produzir filmes de ficção exclusivos

    6 de março de 2021 /

    Para concorrer com a Netflix, a Globoplay vai passar a produzir, além de séries, filmes de ficção originais. A novidade foi revelada pela coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, que adiantou um dos projetos na fila Trata-se de “Core”, de José Junior, do AfroReggae, criador da série policial “A Divisão”. O filme vai tratar da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio.

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  • Etc,  Filme

    Tony Hendra (1941 – 2021)

    6 de março de 2021 /

    Tony Hendra, o comediante britânico que interpretou o empresário da banda Spinal Tap no filme “Isto É Spinal Tap”, morreu na quinta-feira (4/3) em Yonkers, Nova York, aos 79 anos. A esposa de Hendra, Carla, confirmou sua morte ao The New York Times, citando a causa como esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig. O ator foi diagnosticado em 2019. Embora tenha nascido na Inglaterra, Hendra trabalhou principalmente nos Estados Unidos. Ele começou a escrever e se apresentar enquanto era estudante na Universidade de Cambridge, em 1962 ao lado de John Cleese e Graham Chapman, futuros fundados do Monty Python. Ele se mudou para os Estados Unidos em 1964 com o parceiro de comédia Nick Ullett. Os dois abriram shows de stand-up de Lenny Bruce em Nova York e apareceram no programa “The Ed Sullivan Show”, o mais popular da época – que naquele mesmo ano lançou os Beatles nos EUA. Em 1970, Hendra começou a escrever para a revista de humor National Lampoon e um ano depois tornou-se o primeiro editor contratado pelos fundadores da publicação. Em 1972, ele co-criou o primeiro disco da National Lampoon, “Radio Dinner”, no qual executou uma paródia de John Lennon intitulada “Magical Misery Tour”. No ano seguinte, produziu, dirigiu e co-escreveu com Sean Kelly a comédia televisiva “National Lampoon Television Show: Lemmings Dead in Concert”, uma produção do Lampoon sobre um festival de rock de mentirinha que reuniu os comediantes John Belushi, Chevy Chase, Rhonda Coullet, Christopher Guest e Alice Playten. Hendra permaneceu como editor do Lampoon até 1978. Em 1984, ele ajudou a lançar, como roteirista e co-produtor, os primeiros programas da série satírica de televisão britânica “Spitting Image”, além de ter atuado no clássico mockumentary “Isto É Spinal Tap”, de Rob Reiner, como o desajeitado e mal-humorado Ian Faith, empresário da banda de hard rock mais azarada do mundo. Como roteirista, Hendra também escreveu “Mama Drácula” (1980), “O Trambique do Século” (1996), estrelado por Samuel L. Jackson, Jeff Goldblum e Damon Wayans, e as animações adultas “Le big-Bang” (1987) e “Branca de Neve Depois do Casamento” (2007). Como ator, ainda apareceu nas comédias “Salve-me Quem Puder” (1986) com Whoopi Goldberg, “Um Talento Muito Especial” (1993), com Michael J. Fox, e “Uma Loira de Verdade” (1997), com Matthew Modine, além das séries “Miami Vice”, “Law & Order: Criminal Intent” e “Your Pretty Face Is Going to Hell”.

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  • Filme

    Space Jam 2 vai corrigir sexualização de Lola Bunny

    5 de março de 2021 /

    O diretor Malcom D. Lee revelou que uma de suas missões em “Space Jam: O Novo Legado” foi corrigir o visual de Lola Bunny. A personagem, uma coelha que vira objeto de desejo do Pernalonga, chocou o diretor por sua sexualização no longa de 1996. “Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes. No nosso filme, ela é a melhor jogadora do time – sem contar o LeBron [James], é claro”, disse o diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Imagens adiantadas pela produção também revelam uma “nova Lola” completamente diferente do desenho dos anos 1990. Em vez da sex symbol de roupas curtas e curvas protuberantes, ela surge como uma garota esportista, em roupas largas que não a objetificam. Veja abaixo. Na entrevista, Lee também disse que Lola aparecerá inicialmente com as amazonas da Mulher-Maravilha, um dos vários mundos que integrarão a nova história. Ela inicialmente relutará em voltar para seu antigo time de basquete, apesar de ser a melhor jogadora. O novo “Space Jam” mostrará o Tune Squad, time dos Looney Tunes, enfrentando uma nova ameaça nas quadras de basquete. E para vencer o novo desafio, convocam ninguém menos que LeBron James, um dos maiores astros do esporte. Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (2017), em julho de 2019 – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia segue marcada, sem ter sido alterada pela pandemia, para julho de 2021. Lola Bunny redesign from 1996 > 2021 pic.twitter.com/Uc4uBX7FCT — SB® (@drakecereal) March 4, 2021

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  • Série

    Steven Spielberg e criadores de Stranger Things se juntam em nova série de terror

    5 de março de 2021 /

    O cineasta Steven Spielberg se juntou aos irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, para transformar o livro “O Talismã”, de Stephen King e Peter Straub, numa nova série de terror. Spielberg adquiriu os direitos da obra ainda nos anos 1980 e desde então imagina como adaptar sua história. Isto só foi acontecer com a chegada do streaming e a forma como Matt e Ross Duffer liquidificaram diversos elementos dos livros de Stephen King em sua série de sucesso. A produção será exibida na Netflix, com assinatura do estúdio Amblin, de Spielberg, da Monkey Massacre, dos irmãos Duffer, e da Paramount Television. Já o roteiro ficou a cargo de Curtis Gwinn, produtor-roteirista com bastante afinidade pelo gênero, tendo trabalhado em “The Walking Dead”, “The Leftovers” e, claro, “Stranger Things”. “O Talismã” conta a história de um menino de 12 anos chamado Jack Sawyer, que parte em uma jornada épica para salvar a vida de sua mãe doente. Ele está em busca de uma relíquia poderosa que pode não apenas curar sua mãe, mas, como ele aprende, salvar o mundo. Em sua jornada, ele cruza duas realidades: os EUA real e um perigoso país gêmeo paralelo. O livro se tornou um best-seller instantâneo em 1984 e ganhou uma sequência em 2001, que reencontra o protagonista já adulto.

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  • Filme

    Criador de John Wick vai adaptar o mangá Hellsing

    5 de março de 2021 /

    O cultuado mangá “Hellsing” vai virar um filme live-action produzido pela Amazon. A plataforma contratou Derek Kolstad, criador e roteirista da trilogia “John Wick” e da vindoura série “Falcão e o Soldado Invernal”, para adaptar a trama concebida em 1997 por Kouta Hirano com impacto na indústria cultural japonesa. “Desde que meu irmão me apresentou ao mangá e anime de ‘Hellsing’ alguns anos atrás, estou obcecado em adaptá-lo. E quando [o produtor] Mike Callaghan e sua equipe conseguiram garantir os direitos para então nos colocar em contato com a Amazon, quero dizer… Caramba, cara…. isso é um sonho”, disse Kolstad, em comunicado. “Hellsing” combina a história de Drácula com elementos de sci-fi, passando-se num Reino Unido futurista e distópico. No mangá, Hellsing é uma ordem de cavaleiros britânicos administrada pelos herdeiros de Abraham Van Helsing, que caça vampiros há um século e tem como seu principal ativo uma dessas criaturas, o superpoderoso Alucard, o vampiro original, que jurou lealdade após ser derrotado há 100 anos e, desde então, dedica-se a exterminar outros como ele, enquanto a humanidade nem imagina que esta guerra esteja acontecendo. Integra Hellsing comanda a organização em luta contra uma sociedade secreta formada por neonazistas, que pretendem voltar ao poder com a ajuda de monstros sanguessugos criadas em laboratório, e entre seus principais soldados está uma nova recruta, uma ex-policial chamada Seras Victoria, que é inesperadamente transformada em vampira por Alucard. Os quadrinhos de Kouta Hirano já foram adaptados em duas séries animes. Veja abaixo a abertura da primeira adaptação.

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  • Filme

    Próximo filme de Star Trek será escrito por roteirista de Star Trek: Discovery

    5 de março de 2021 /

    A Paramount está fazendo nova tentativa de retomar a franquia “Star Trek” nos cinemas. O estúdio anunciou que a roteirista Kalinda Vazquez, que já assinou um episódio da série “Star Trek: Discovery”, vai escrever um novo filme, que será produzido por J.J. Abrams, diretor do reboot cinematográfico de 2009. O novo filme será baseado em uma história original criada por Vazquez. O que significa que se trata da quarta história diferente desenvolvida para a franquia desde “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Dirigido por Justin Lin, aquele filme fez US$ 343 milhões nas bilheterias mundiais, o que foi considerado pouco para os custos de suas filmagens (estimados em US$ 185 milhões) e esfriou o ímpeto do estúdio em continuar explorando a franquia nos cinemas. Apesar disso, havia planos para continuar com o mesmo elenco, acrescentando a volta de Chris Hemsworth ao universo trekker, naquele que seria o o primeiro “Star Trek” dirigido por uma mulher, SJ Clarkson (“Jessica Jones”), antes de uma tragédia mudar tudo. A morte de Anton Yelchin, intérprete de Chekov, acabou pesando muito e serviu de fecho para essa geração cinematográfica. Os dois projetos desenvolvidos posteriormente, um que seria dirigido por Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) e outro por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), já não tinham obrigação de aproveitar o elenco formado por Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg e John Cho. Como nenhum desses projetos foi adiante, agora é a vez de Kalinda Vazquez descobrir como fazer “Star Trek” chegar onde nenhuma dessas tentativas anteriores jamais esteve: de volta aos cinemas.

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  • Música

    Justin Bieber foge da polícia e leva tiro em clipe dramático

    5 de março de 2021 /

    Justin Bieber reviveu seus dias de “CSI” em cenas de seu novo clipe, “Hold On”. Para quem não lembra, o cantor estrelou dois episódios da 11ª temporada da série policial como um criminoso que morria num tiroteio ao tentar fugir de um bloqueio policial. Em “Hold On”, ele assalta um banco e leva um tiro da polícia durante sua fuga alucinada de motocicleta até um hospital, onde desaba na cama de sua namorada (Christine Ko, das séries “Upload” e “Dave”), recém-saída de uma cirurgia, cujo dinheiro do assalto deveria pagar. Além de repleto de ação, trata-se de um clipe bem dramático. A direção é de Colin Tilley, que é parceiro antigo de Bieber, desde o clipe de “U Smile”, de 2010, e recentemente assinou “Holy” (outro projeto cinematográfico), “Anyone” e até “Monster”, parceria com Shawn Mendes.

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