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  • Filme

    Brendan Gleeson entra em “Coringa 2”

    2 de setembro de 2022 /

    O ator Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”, num papel não revelado. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz também deve retornar como a vizinha do protagonista, Sophie. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. A revista Variety publicou que, para convencer Phoenix a atuar mais uma vez como Arthur Fleck, a Warner ofereceu-lhe um salário de US$ 20 milhões. Isto equivale a metade do orçamento completo do “Coringa” original. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. Brendan Gleeson está atualmente em Veneza para a première mundial de seu novo filme, “The Banshees of Inisherin”, que volta a reuni-lo com o ator Colin Farrell e o diretor Martin McDonagh, 14 anos após “Na Mira do Chefe” (2008).

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  • Filme

    Carla Diaz grava participação em documentário sobre “Chiquititas”

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Carla Diaz postou nas redes sociais algumas fotos de sua participação em “Anos Depois”, documentário sobre “Chiquititas”, novela do SBT que ela estrelou há 25 anos. “Eu estava sumida porque fiquei a tarde inteira gravando algo muito especial. Vocês que viveram essa época de ‘Chiquititas’ querem ver esse documentário?”, escreveu Carla em nos stories do Instagram. Junto das fotos dos bastidores do filme, a intérprete da pequena Maria escreveu: “Gravado! Foi um prazer! Uma vez Chiquititas, sempre Chiquititas”. O projeto é da produtora Bituin Filmes e foi iniciativa de ex-atores mirins da novela, como Jander Veeck (o Zeca), enquanto Aretha Oliveira (a Pata) é uma das mais envolvidas, mostrando bastidores de gravações no Instagram. A direção é de Cristian de Ciancio. No comunicado enviado à imprensa, Fernanda Souza, a protagonista Mili das primeiras temporadas, definiu o documentário como um passeio nostálgico. “Hoje tenho 38 anos, então o documentário fez a gente reviver coisas que aconteceram 25 anos atrás. Não sei se eu vivi outra coisa tão arrebatadora em tão curto espaço de tempo”, diz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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  • Etc

    Lars von Trier vai pausar carreira para tratar Parkinson

    1 de setembro de 2022 /

    O cineasta dinamarquês Lars von Trier contou nesta quinta-feira (1/9), por videochamada durante o Festival de Veneza, que está se sentindo bem depois de ser diagnosticado com Parkinson, mas reconheceu que levará tempo para se acostumar com os tremores causados pela doença. Por isso, pretende pausar a carreira para se tratar. “Acho que estou indo bem, mas o tremor levará algum tempo para enfrentar”, disse o diretor de 66 anos. “Me sinto um pouco mais estúpido do que costumava ser, então isso diz muito.” Ele participou remotamente da première mundial de sua nova série sobrenatural, “The Kingdom Exodus”, considerada a 3ª temporada de “O Reino” (The Kingdom), produção de terror que ele realizou nos anos 1990. Na entrevista coletiva, disse que, depois desse lançamento, vai dar um tempo para se dedicar ao tratamento, antes de retornar às câmeras. “Vou fazer uma pequena pausa e descobrir o que fazer. Mas eu certamente espero que minha condição melhore. É uma doença que você não pode curar, mas pode trabalhar sobre os sintomas”, explicou “Eu só tenho que me acostumar com isso e não passar vergonha na frente das pessoas. E depois continuar, porque o que mais posso fazer?”, acrescentou. “The Kingdom Exodus” foi exibida no Festival de Veneza como um filme de cinco horas, e será lançada em cinco episódios em duas plataformas de streaming: a Viaplay na Escandinávia e na MUBI no resto do mundo. Ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou, a série teve as primeiras temporadas exibidas em 1994 e 1997, e o desfecho vai contar a história de uma sonâmbula chamada Karen (interpretada por Bodil Jørgensen, de “Tempos de Escuridão”) que busca respostas para questões não resolvidas que possam impedir o hospital de cair em ruínas. O elenco ainda conta com Lars Mikkelsen (“House of Cards”), Nikolaj Lie Kaas (“Britannia”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”), Ghita Nørby (“Toscana”), Nicolas Bro (“Loucos Por Justiça”), Søren Pilmark (“Atlantic Crossing”), Peter Mygind (“Borgen”), Udo Kier (“Bacurau”) e Tuva Novotny (“O Último Destino”), além de uma participação especial de Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”). Lars von Trier dirigiu todos os episódios e continuou a trabalhar na pós-produção de “The Kingdom Exodus” mesmo depois de ser diagnosticado com Parkinson.

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  • Filme

    Olivia Wilde diz que trailer de “Não se Preocupe, Querida” foi censurado

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz e cineasta Olivia Wilde revelou que o trailer original de “Não se Preocupe, Querida” preocupou a MPA (Motion Picture Association), entidade responsável pela classificação etária das produções cinematográficas dos EUA. Em entrevista à agência Associated Press antes da estreia de seu filme no Festival de Veneza, a diretora disse que teve cortar cenas do trailer devido à natureza sexual de seu conteúdo. “Teve muita coisa que foi tirada do trailer. A MPA chegou forte e tive que cortar algumas cenas, o que me deixou chateada porque achava que as cenas colocavam o vídeo em outro lugar. Mas, é claro, ainda vivemos em uma sociedade muito puritana”, ela lamentou. As cenas censuradas mostravam o relacionamento sexual entre os personagens de Harry Styles e Florence Pugh. “Acho que a falta de erotismo no cinema americano é algo novo. E quando falamos em prazer feminino, é algo que não vemos quando não estamos tratando de um cinema queer”, acrescentou. Como filmes para o público lésbico nunca são questionados, ela acredita haver problemas de entendimento do que o público está disposto a ver. “O público não é tão puritano quanto as corporações pensam que são. E ainda assim as pessoas ficam chateadas. Quero dizer, as pessoas ficaram chateadas comigo por causa disso”, disse ela. “Acho que é uma prova do filme. Queremos ser provocativos. A ideia não é fazer você se sentir seguro.” “Não se Preocupe, Querida” chega a Veneza na segunda-feira (5/9), após chamar atenção por várias intrigas de bastidores, alimentadas pela saída do ator Shia LaBeouf no começo do projeto, o namoro da diretora com Harry Styles, que levaria ao fim do casamento dela, e o suposto desconforto de Florence Pugh com tudo isso. O segundo longa dirigido por Olivia Wilde se passa num subúrbio isolado do deserto da Califórnia dos anos 1950. Entretanto, a aparente vida perfeita naquele local tem uma condição: o segredo absoluto do trabalho dos maridos. Ninguém fala sobre o misterioso Projeto Vitória, que estaria “mudando o mundo”. Mas sinais de que algo está errado são cada vez mais evidentes, com pesadelos, apagões e coincidências marcando a vida das esposas. E quando a personagem de Pugh começa a a questionar tudo, não é apenas seu casamento com Styles que fica em risco. Após a première mundial no Festival de Veneza, o filme chega aos cinemas do Brasil em 22 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    J.K. Rowling cria nova polêmica com livro que busca culpar canceladores por assassinato

    1 de setembro de 2022 /

    A escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, criou nova polêmica nas livrarias. Seu segundo livro consecutivo a mirar ativistas transexuais, “The Ink Black Heart”, gira em torno do assassinato de uma artista cancelada por transfobia. Lançado na terça (30/8) nos EUA, a obra é um novo livro de mistério do personagem Cormoran Strike, que Rowling escreve sob o pseudônimo Robert Galbraith. Na trama, Strike investiga a morte de Edie Ledwell, uma criadora de um cartoon popular que é chamada de racista, transfóbica e capacitista nas redes sociais após fazer uma piada sobre uma minhoca intersexo. Ela recebe ameaças e vai à polícia, que nega ajuda. Depois, é encontrada morta. Embora seja evidente a relação entre as críticas sofridas pela personagem e o que acontece com a própria escritora, desde que começou a militar contra transexuais em 2019, Rowling diz que qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Numa entrevista ao programa do jornalista Graham Norton, ela jurou que escreveu “The Ink Black Heart” antes de ser acusada de transfobia. “Eu escrevi o livro antes de certas coisas acontecerem comigo na internet. Eu disse ao meu marido: ‘Eu acho que todo mundo vai ver isso como uma resposta ao que aconteceu comigo’, mas genuinamente não é”, disse a autora. Na entrevista, J.K. Rowling afirma que teve a ideia para a história cerca de três anos atrás – o que coincide exatamente com a data de quando ela começou a defender pontos de vistas transfóbicos e ser execrada por ex-fãs e até integrantes dos filmes de “Harry Potter”. Em sua crítica, a revista Rolling Stone afirmou que Rowling “tem um objetivo claro em focar nos ‘guerreiros da justiça social’ e sugere que Ledwell foi vítima de uma campanha de ódio magistralmente tramada e politicamente alimentada contra ela”. “The Ink Black Heart” é o sexto volume na série de romances policiais de J.K. Rowling e deve ser lançado no Brasil até o fim do ano pela editora Rocco. No quinto livro, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), a escritora já tinha dado vazão a seus devaneios contra transexuais, criando um assassino em série — um homem cis — que vestia roupas femininas para matar mulheres. Antes de lançar este livro, ela se declarou preocupada com a chance de transexuais abusarem sexualmente de mulheres cisgênero em banheiros. De acordo com a avaliação de Jake Kerridge, crítico do jornal britânico The Telegaph, o livro reforçava essa mensagem com a seguinte moral da história: “nunca confie em um homem de vestido”. Rowling assina essa coleção de livros de crimes como Robert Galbraith, que era o nome de um psiquiatra norte-americano famoso por experimentar, na década de 1950, a terapia de conversão sexual. O verdadeiro Galbraith chegou a afirmar ter convertido com sucesso um paciente homossexual.

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  • Filme

    Bolsonaro encaminha projeto que pode acabar com cinema brasileiro

    1 de setembro de 2022 /

    O governo Bolsonaro está querendo acabar com o financiamento da atividade cinematográfica do país. O jornal Folha de S. Paulo apurou que o projeto do plano orçamentário de 2023, enviado nesta semana ao Congresso, traz a exclusão da Condecine. A taxa é o que mantém a produção do cinema brasileiro. Cobrada junto à indústria de telefonia e audiovisual, Condecine significa, textualmente, Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional. Pela lei, as empresas audiovisuais têm seu lucro taxado para ajudar a produzir novos conteúdos e assim fazer crescer todo o setor, funcionando tanto como fomento como regulação. A verba arrecada é o que alimenta o FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), operado pela Ancine (Agência Nacional de Cinema) para financiar produções de filmes, séries e games brasileiros. Não é dinheiro de imposto de renda ou de verbas de outros segmentos, como saúde e educação. Trata-se de uma taxa que incide apenas sobre empresas que faturam com o audiovisual, via exibição nos cinemas, TV paga e outros serviços. No FSA, esse dinheiro garante o investimento em novos projetos de diferentes produtores e nichos. “Toda a diversidade da cultura brasileira pode ser registrada no audiovisual justamente porque a gente tem dinheiro no fundo”, disse Vera Zaverucha, especialista no setor e ex-dirigente da Ancine, para a Folha. “Extinguir a Condecine acaba com o cinema no Brasil, principalmente o que é feito pelas produtoras independentes”, acrescentou. O cineasta André Sturm, diretor do cinema Petra Belas Artes, em São Paulo, disse à Folha que ficou “chocado” e espera que seja “um engano, porque significa interromper o funcionamento do audiovisual brasileiro”. O produtor Manoel Rangel, ex-diretor-presidente da Ancine, acrescenta que a proposta “é mais uma irresponsabilidade do governo Bolsonaro com as contas públicas, a cultura brasileira e a produção audiovisual” e “uma insanidade dos tecnocratas a serviço do lobby de determinadas empresas”. Ele acusa: “Um governo que tem apenas mais três meses de exercício de mandato não tem o direito de mudar algo que foi construído em anos de atuação pública do país para o desenvolvimento do audiovisual.” Debora Ivanov, da Gullane, uma das maiores produtoras do país, aponta para o caos que virá com o fim do Condecine. “Ele é responsável por toda a cadeia produtiva, gerando milhares de postos de trabalho, ampliando nossa presença nos canais de TV por assinatura, conquistando prêmios e mercados pelo mundo, além de contribuir com o incremento da economia.” O fim da Condecine pode realmente criar a maior crise já enfrentada pelo cinema nacional, pior até que a implosão associada ao fim da Embrafilme e do Concine decretado por Fernando Collor, outro presidente de direita. Em 1992, último ano do governo Collor, apenas três filmes brasileiros chegaram às telas, em resultado direto de suas ações. Foram iniciativas como a Lei do Audiovisual, o Condecine e o FSA, criados nos governos de Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Lula, num entendimento em comum sobre as necessidades da indústria audiovisual, que permitiram desde a chamada Retomada do setor até o crescimento do número de cinemas e bilheterias no Brasil. Bolsonaro já havia vetado integralmente o projeto que prorrogava a Lei do Audiovisual. Também vetou o Recine, que incentivava a criação de novos cinemas, além de várias leis de fomento, como a Lei Paulo Gustavo. Também deixou vencer a política de cotas de telas e proibiu apoio de estatais a filmes e eventos do setor. Tudo isto em plena pandemia, num ataque frontal contra a economia. Para justificar seu plano de destruição, Bolsonaro chegou a dizer que o Brasil não faz filmes bons. “Há quanto tempo a gente não faz um bom filme, não é?”, ele disse sobre a indústria nacional numa live de 2019 – ignorando, para variar todas as premiações em festival internacionais que contrariam a distorção. Seus vetos anteriores, porém, foram revertidos no Congresso, onde o orçamento de 2023 será discutido. Artistas e associações do setor devem reagir em peso contra a medida e pressionar por novo veto.

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  • Etc

    Isabel Fillardis comemora superação de doença dermatológica rara

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Isabel Fillardis, de 49 anos, celebrou nesta quinta (1/9) o fato de ter se curado de uma doença dermatológica rara, chamada Líquen Plano Pigmentoso, que causa lesões hiperpigmentadas na pele. “Estava agora na minha rotina diária”, iniciou ela, emocionada, num vídeo publicado no Instagram. “Periodicamente mando fotos do meu rosto para a minha dermatologista. Mandei uma foto falando ‘Bom dia com uma pele apenas com filtro solar com cor.’ E fui olhar a foto e percebi que estava só com um filtro solar com cor. E isso para quem sofreu um Líquen Plano Pigmentoso, uma doença rara, de difícil diagnóstico…” A artista disse que passou por diversos profissionais durante três anos tentando descobrir o diagnóstico. “Ouvi de médicos que alguns não sabiam o que eu tinha, de outros que eu não iria ficar curada, que não iria melhorar. Então queria falar sobre acreditar, ter fé e ser persistente”, relatou. “Estou muito emocionada fazendo esse vídeo porque olho para a minha pele apenas com filtro com cor e lembro de tudo que vivi, passei, e valeu a pena. É esforço, dedicação e disciplina mútuos porque de um lado tem a doutora dizendo para você o que fazer e tem a sua parte, seu empenho”, apontou ela. “Não foi fácil no início. Mas eu sou muito grata porque para uma pessoa como eu, uma comunicadora, uma artista, poder recuperar sua imagem como vocês estão vendo aqui, agora, é algo de grande valor. Então quero dizer para você: por mais duro que seja o que você está passando, não desista. Ouça a primeira opinião, a segunda, a terceira, até você encontrar a que pega na sua mão e fala ‘vamos juntos que vamos conseguir'”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Isabel Fillardis (@fillardis)

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  • Etc

    Ashley Judd desabafa contra ação da polícia no dia da morte de sua mãe

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Ashley Judd (“Risco Duplo”) escreveu um artigo em tom de desabafo para o jornal New York Times sobre a morte de sua mãe, a famosa cantora country Naomi Judd, que se suicidou com uma arma de fogo no fim de abril. Ashley contou ter encontrado sua mãe ainda com vida e a abraçou antes dela falecer. “Foi o dia mais destruidor da minha vida”, disse a atriz. “O trauma de ter encontrado e, então, segurado seu corpo que ainda tremia, assombra minhas noites”, descreveu. Naomi cometeu suicídio após muitos anos travando uma batalha com sua saúde mental. Ashley, no entanto, teve medo de ser considerada culpada pela morte, pois policiais chegaram na cena do falecimento e começaram a interrogá-la. Segundo a atriz, ela se sentiu “encurralada e impotente” com as perguntas dos policiais. Ela explicou que decidiu escrever o artigo como um apelo por privacidade, que lhe foi negada pelas autoridades policiais, indicando ser necessário que os procedimentos em caso de suicídio fossem alterados para que as pessoas não tenham que sofrer com a polícia como ela sofreu. A atriz teve que dar quatro depoimentos diferentes para as autoridades no dia da morte de sua mãe. “Eu queria estar confortando-a, falando que ela já iria ver meu pai e seu irmão mais novo enquanto ela ‘voltava para casa’, como dizemos em Appalachia”, disse Ashley no artigo. Ela continuou: “No entanto, sem ter indicação alguma de ter escolha sobre quando, onde e como participar, comecei uma série de entrevistas que pareciam obrigatórias e impostas a mim, que me afastaram do momento precioso do fim da vida da minha mãe”. Segundo Ashley, os representantes da polícia a colocaram como uma possível suspeita da morte de sua mãe. “Os homens que estavam lá presentes nos fizeram sentir que não havia nenhum limite de sensibilidade, interrogadas e, no meu caso, colocada como uma possível suspeita no suicídio de minha mãe”, lamentou. “A polícia estava simplesmente seguindo procedimentos terríveis e desatualizados, e métodos de interação com membros da família que estão em choque ou trauma”, escreveu Ashley. Ela também faz comparações com o trauma que Vanessa Bryant passou depois que os socorristas tiraram fotos da cena da morte do seu marido Kobe Bryant e da filha Gianna. “Deve haver melhores maneiras de proteger a privacidade das vítimas e sua saúde emocional durante eventos chocantes”. “Não sei se conseguiremos ter a privacidade que merecemos… Mas sei que não estamos sozinhos”, disse ela sobre o que lhe aconteceu. “As pessoas não deveriam ter que compartilhar suas feridas antes de se sentirem prontas”, apontou Ashley. Ashley espera “ajudar a catalisar a mudança”, não apenas pelo que ela experimentou na morte de Naomi, mas também por outras pessoas que podem se encontrar na mesma situação. No final, ela quer que sua mãe “seja lembrada por como ela viveu, por seu humor pateta, glória no palco e bondade infalível – não pelos detalhes particulares de como ela sofreu quando morreu”. A atriz compartilhou o artigo em seu Instagram, acrescentando: “Precisamos de melhores procedimentos para a aplicação da lei e leis que permitam às famílias sofredoras e seus entes falecidos mais dignidade em torno de detalhes agonizantemente íntimos de seu sofrimento. As autópsias são registros públicos. Assim são os relatórios de toxicologia. Compartilhamos nossa história tão abertamente, para aumentar a conscientização, reduzir o estigma, ajudar as pessoas a se identificarem e garantir que todos saibamos que enfrentamos doenças mentais juntos. O que mais as pessoas querem que dêmos de nossa dor?” Caso você tenha pensamentos suicidas, procure ajuda especializada como o CVV e os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Judd (@ashley_judd)

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  • Etc

    Ator-mirim de “Pantanal” tem alta após nove dias do atropelamento

    1 de setembro de 2022 /

    O ator mirim Gustavo Corasini, de 12 anos, recebeu alta médica nesta quinta-feira (1/6), nove dias após ser atropelado diante do condomínio em que mora em São Paulo. A mãe dele, Fernanda, deu a notícia pelas redes sociais. “Vamos para casa por honra e glória do Senhor. Deus é fiel. Vencemos mais uma etapa”, escreveu ela nos Stories do Instagram. Mais cedo, Fernanda comentou que o ator, que interpretou Tadeu na primeira fase de “Pantanal”, estava se recuperando da última cirurgia que realizou no punho, em que teve fratura exposta. “Foram nove dias difíceis, de dores, sofrimento e medo, mas também de muita gratidão. Gratidão pelo milagre que recebemos, pelo renascimento do meu menino”, ela descreveu, agradecendo todo o apoio que a família recebeu desde o acidente. Gustavo foi atropelado no último dia 23, junto com um amigo, Eduardo. De acordo com relato da família publicado no Stories, os dois estavam na rua, enfeitando a calçada para a Copa do Mundo, quando correram para a casa do vizinho para checar um acidente com um pedreiro e acabaram sendo atropelados por uma moradora que retirava o carro para abrir passagem para a ambulância. Eduardo morreu e Gustavo quebrou braço, perna e fraturou a bacia. Após passar por cirurgia de emergência, ele recobrou a consciência na madrugada de sexta passada (26/8) e chorou muito ao saber da morte do amigo. Ele teria alta do hospital na segunda-feira (29/8), mas ao ter o estado de saúde reavaliado precisou ser submetido a outra operação reparadora no punho. “No dia da cirurgia, como foi de emergência, fizeram o que foi possível naquele momento e o doutor adiantou que talvez iria precisar refazer. Optaram por já fazer agora, para não sofrer novamente depois”, explicou sua mãe.

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  • Filme

    Filmes sobre Dom Pedro I e Zé Arigó chegam aos cinemas

    1 de setembro de 2022 /

    Os cinemas recebem 12 lançamentos nesta quinta (1/9), a maioria em circuito limitado. Em contraste com as últimas semanas, a maior estreia é nacional. “Predestinado”, sobre a vida do médium Zé Arigó, chega em mais de 650 salas, apostando no apelo religioso da trama. No passado, a cinebiografia de “Chico Xavier” e “Nosso Lar” provaram a força comercial do cinema espírita no país. Outro grande título brasileiro, “A Viagem de Pedro” aproveita a data do bicentenário da independência para se destacar na programação. Mas é uma obra contemporânea e revisionista, que questiona a figura heroica de D. Pedro I, apresentando-o como um homem tóxico, que queria ser ditador, apesar de se apresentar como libertador. Entre os títulos internacionais, os destaques são a fantasia extravagante “Era uma vez um Gênio”, de George Miller (o diretor de “Mad Max”), o romance “Um Lugar Bem Longe Daqui”, o drama culinário britânico “O Chef” e o relançamento de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” com cenas inéditas. Confira abaixo todas as estreias com seus respectivos trailers.   | A VIAGEM DE PEDRO |   Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I no drama histórico, que chega aos cinemas na véspera dos 200 anos da proclamação da Independência. Entretanto, o longa de Laís Bodanzky, diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Como Nossos Pais” (2017), não é um filme para exaltar a data, como foi o marco dos 150 anos, “Independência ou Morte”. O drama de época acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, após ser expulso do país que ele fundou. Destronado, depressivo e doente, ele busca encontrar forças durante a travessia do Atlântico para enfrentar seu irmão, que usurpou seu trono em Portugal, enquanto recorda seu período no Brasil, desde a chegada na colônia à proclamação da independência. O retrato não é heroico, muito pelo contrário, e serve de contraponto à celebração acrítica do bicentenário. O elenco ainda destaca a alemã Luise Heyer (da série “Dark”) como a imperatriz Leopoldina, a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos, o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”), o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”) e vários atores portugueses, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”).   | PREDESTINADO |   O drama espírita conta a história de Zé Arigó, um homem comum que recebe o espírito de Dr. Fritz, médico alemão falecido durante a 1ª Guerra Mundial, e se torna um milagreiro. Criticado por céticos, ele teria salvo inúmeras vidas por intermédio da cirurgia espiritual. O primeiro filme dirigido por Gustavo Fernández (da novela “Pantanal”) traz Danton Mello (“Vai que dá Certo”) no papel principal, Juliana Paes (também de “Pantanal”) como sua esposa e o inglês James Falkner (“Da Vinci’s Demons”) como o espírito do Dr. Fritz. E chega aos cinemas com uma missão: recuperar a fé no espiritismo depois que o Brasil parou para acompanhar o escândalo do médium João de Deus, condenado por crimes sexuais contra mulheres que acreditavam em seu poder de cura. O biografado é exemplar neste sentido, já que sempre foi humilde. Perseguido, chegou a ser preso por curandeirismo, mas teve o trabalho documentado em filme por pesquisadores americanos, que não conseguiram contestá-lo. Como diz o filme, se tivesse nascido em outro país, Arigó seria motivo de estudo, não de rechaço.   | ERA UMA VEZ UM GÊNIO |   O filme que marca a volta do cineasta George Miller ao cinema, sete anos após deixar público e crítica impressionados com “Mad Max: Estrada da Fúria”, é inspirado pelas fábulas das Mil e uma Noites. A fantasia de visual arrebatador traz Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) como um gênio encantado – na verdade, um Djinn – , cuja “lâmpada” mágica vai parar nas mãos de uma viúva solitária (vivida por Tilda Swinton, de “Doutor Estranho”) após passar séculos perdida. Enquanto pondera seus três desejos, a mulher conhece a história do gênio e reflete sobre a velha moral da história: “cuidado com o que desejar”. O visual, especialmente durante as cenas de recriação do Oriente exuberante, é de encher os olhos, com muitos efeitos visuais, além de uma fotografia, cenografia e figurinos refinadíssimos. Mas a expectativa para a produção era maior que seus 72% de aprovação da crítica na medição do site Rotten Tomatoes.   | UM LUGAR BEM LONGE DAQUI |   Baseado no livro de mesmo nome de Delia Owens, o filme gira em torno de Kya, uma jovem que cresceu sozinha no brejo de uma cidadezinha e passou a ser tratada como se fosse um bicho. Só que é uma menina doce, que acaba atraindo o interesse de dois rapazes. Quando um deles aparece morto, ela passa a ser caçada pela polícia e precisa provar sua inocência diante de uma população que a odeia. O filme foi escrito por Lucy Alibar (indicada ao Oscar por “Indomável Sonhadora”), dirigido por Olivia Newman (“Minha Primeira Luta”), estrelado por Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) e conta ainda com uma música exclusiva de Taylor Swift (“Carolina”) em sua trilha sonora.   | HOMEM-ARANHA – SEM VOLTA PARA CASA: A VERSÃO AINDA MAIS DIVERTIDA |   O blockbuster de maior bilheteria da pandemia (US$ 1,9 bilhão mundial) volta aos cinemas com 11 minutos de cenas inéditas, incluindo mais cenas de Tobey Maguire e Andrew Garfield. A trama abre o multiverso e infinitas possibilidades no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), além de transformar “fan service” em arte, representando o ápice do modelo cinematográfico da Marvel. Há muitas participações especiais – todas que os fãs pediram – e citações envolvendo 20 anos de cronologia do herói, desde o primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. Há cenas de muita ação, comédia de rir à toa e tragédia para soluçar de choro. Não é à toa que foi considerado o melhor filme do Homem-Aranha já feito – há quem diga que seja o melhor filme do MCU. E de quebra ainda oferece uma conclusão para a primeira trilogia estrelada por Tom Holland e Zendaya, com direção de Jon Watts. Com tanto sucesso, nem precisavam anunciar, mas já está oficializado que este não é realmente o fim da história.   | O CHEF |   Elogiadíssima e realmente eletrizante, a produção britânica traz Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) como um chef que lida com as pressões da crítica e de funcionários, falta de ingredientes e visitas inesperadas numa noite caótica, tentando manter o controle de seu restaurante. Toda filmada em plano sequência pelo diretor Philip Barantini (“Villain”), ao estilo do filme de guerra “1917”, a obra foi indicada a quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e tem 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | ENCONTROS |   Se o filme é do diretor sul-coreano Hong Sang-Soo (“Certo Agora, Errado Antes”), ele tem uma viagem, conversas em torno de uma mesa, brindes de saquê, passeios na praia e prêmio de festival internacional. Esse arranjo minimalista está mais uma vez presente nas três histórias interconectadas por encontros e desencontros, que começam com a visita de Young-ho a seu pai, um médico. Este não o recebe, pois está atendendo a um ator famoso. Enquanto isso, a namorada do protagonista se muda para Berlim, onde se hospeda na casa de uma pintora. Por fim, o rapaz encontra sua mãe almoçando com o ator, paciente de seu pai. Levou o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Berlim.   | ENTRE ROSAS |   A comédia dramática francesa acompanha uma criadora de rosas à beira da falência, que é salva por uma solução de sua fiel secretária: contratar três presidiários sem nenhum conhecimento de jardinagem, mas que trabalham por salários baixos. Completamente diferentes, eles se unem na missão de salvar a pequena fazenda. A veterana Catherine Frot (“Margueritte”) tem o papel principal.   | A ÚLTIMA CHAMADA |   O terror B acompanha a vingança de uma velhinha que teve seus últimos momentos de vida importunados pela brincadeira de mau gosto de três adolescentes. Após sua morte, o viúvo procura os jovens para informá-los que eles estão no testamento dela e podem ganhar US$ 100 mil cada apenas para fazer uma ligação – de dentro de sua casa para um telefone no caixão da morta. Mas ao ligarem para o número indicado, coisas estranhas e sanguinárias começam a acontecer. O elenco destaca Linn Shaye (a médium Elise da franquia “Sobrenatural”) como a falecida e Tobin Bell (o serial killer Jigsaw de “Jogos Mortais”) como seu marido. Medíocre, atingiu 44% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | PINOCCHIO – O MENINO DE MADEIRA |   Esta versão irreconhecível da história de Carlo Colodi é uma animação russa de baixo orçamento e péssimo acabamento, que substitui o Grilo Falante por um cavalo falante. A história acompanha Pinóquio cavalgando para conhecer o mundo e fazer truques equestres num circo, onde se apaixona por uma trapezista.   | SEGREDOS DE PUTUMAYO |   O documentário de Aurélio Michiles (“O Cineasta da Selva”) resgata as investigações do ativista irlandês Roger Casement de mais de 100 anos atrás, quando o então Cônsul Britânico no Brasil denunciou a escravidão e assassinato de milhares de indígenas que eram forçados a trabalhar na coleta de borracha. O seu relatório sobre este assunto foi publicado pelo parlamento britânico e deu-lhe o reconhecimento internacional como humanista e o título de Cavaleiro (Sir) – que ele perdeu junto com a vida, ao ser condenado por se aliar aos alemães num complô pela independência da Irlanda na véspera da 1ª Guerra Mundial.   | MARIA – NINGUÉM SABE QUEM SOU EU |   O documentário de Maria Bethânia tem como base um depoimento exclusivo para o diretor e roteirista Carlos Jardim, entremeado por imagens raras de ensaios e shows da cantora ao longo de seus 57 anos de carreira. Completando a narrativa, a atriz Fernanda Montenegro recita textos de autores como Ferreira Gullar e Caio Fernando Abreu sobre a importância de Bethânia no cenário cultural brasileiro.

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  • Série

    Trailer traz Josh Duhamel como novo treinador de “Virando o Jogo dos Campeões”

    31 de agosto de 2022 /

    A Disney+ divulgou o trailer da 2ª temporada de “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers), que mostra o time infantil de hóquei enfrentando seu treino mais pesado, num programa “de férias” comandado por um treinador linha dura. A prévia explora o contraste entre os Mighty Ducks, totalmente fora de forma, e outros atletas juvenis, além de dar mais destaque para Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”) como a única adulta que defende as crianças na trama. Mãe de um garoto (Brady Noon, de “Bons Meninos”) que não era considerado bom o bastante para jogar hóquei, foi ela quem estimulou a criação dos Ducks com outras crianças rejeitadas no primeiro ano da atração. A diferença é que o segundo ano não conta com a participação de Emilio Esteves, intérprete do treinador Gordon Bombay, que desde 1992 levava times desacreditados à vitória. Astro da 1ª temporada, reprisando seu papel do filme “Nós Somos os Campeões” (The Mighty Ducks) e continuações, Estevez foi dispensado da atração após semanas de negociações envolvendo a exigência de vacinação contra covid-19 de todo o elenco do programa. A explicação oficial para a saída do ator foi “diferenças criativas”. Em seu lugar, o ator Josh Duhamel (“Transformers”) foi escalado como o treinador durão que cria atrito com Alex Morrow, a personagem de Graham. A estreia está marcada para 28 de setembro.

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  • Filme,  Música

    Cinebiografia de Milli Vanilli revela primeiras fotos

    31 de agosto de 2022 /

    O Leonine Studios divulgou as primeiras fotos da cinebiografia de Milli Vanilli. Batizada com o título do maior sucesso da dupla musical, “Girl You Know It’s True” traz Tijan Njie (“Stifado”) e Elan Ben Ali (“Goutte d’or”) nos papéis de Robert Pilatus e Fabrice Morvan, os Milli Vanilli. Além deles, o elenco destaca Matthias Schweighöfer como o produtor musical alemão Frank Farian, mentor do grupo, que pode ser visto numa imagem abaixo. Schweighöfer é o mais conhecido integrante da produção, graças ao papel de Dieter na franquia “Army of the Dead”, da Netflix. Milli Vanilli ganhou vários prêmios, incluindo o Grammy no final dos anos 1980 pelo sucesso de “Girl You Know It’s True”, mas a dupla franco-alemã acabou denunciada como uma farsa musical. Eles eram dançarinos contratados para fingir serem cantores, enquanto Farian pagava músicos profissionais para cantar nas gravações. O filme tem roteiro e direção do alemão Simon Verhoeven (do terror “Pedido de Amizade”), e começou a ser rodado há poucos dias. Ainda não há previsão de estreia. Lembre o grande hit da banda abaixo.

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  • Série

    “A Casa do Dragão” tem troca de diretores para 2ª temporada

    31 de agosto de 2022 /

    “A Casa do Dragão” sofreu mudanças em seus bastidores. O diretor Miguel Sapochnik não será mais co-showrunner do spin-off de “Game of Thrones” a partir da 2ª temporada. O diretor passou três anos no projeto e a sua saída fará com que o criador de “A Casa do Dragão”, Ryan Condal (criador também da sci-fi “Colony”), assuma sozinho os rumos da série como único showrunner. Condal continuará a trabalhar em estreita colaboração com o autor dos livros desse universo, George RR Martin, e o resto da equipe de produção. Sapochnik ganhou proeminência como responsável pelo célebre episódio da batalha dos bastardos da 6ª temporada de “Game of Thrones”, mas também foi muito criticado pela predileção por iluminação natural em cenas noturnas, que deixou o final da série original às escuras – como, por sinal, aconteceu em muitas cenas da estreia de “A Casa do Dragão”, mesmo em definição de 4k. Para o lugar de Sapochnik, a produção acrescentará o diretor Alan Taylor, outro veterano de “Game of Thrones” (e que também dirigiu “Thor: O Mundo Sombrio”), que filmará os principais episódios da 2ª temporada. A decisão de sair da série foi tomada após o diretor firmar um acordo com a HBO para desenvolver novos projetos. Ele permanecerá como produtor executivo – um cargo mais simbólico que realmente executivo – durante a duração da série de fantasia. “Trabalhar no universo de ‘Game of Thrones’ nos últimos anos foi uma honra e um privilégio, especialmente passar os dois últimos anos com o incrível elenco e equipe de ‘A Casa do Dragão’. Estou muito orgulhoso do que conquistamos com a 1ª temporada e muito feliz com a reação entusiasmada de nossos espectadores”, disse Sapochnik em comunicado. “Foi incrivelmente difícil decidir seguir em frente, mas sei que é a escolha certa para mim, pessoal e profissionalmente. Ao fazê-lo, porém, estou profundamente confortado em saber que Alan se juntará à série. Ele é alguém que conheço e respeito há muito tempo, e acredito que esta preciosa série não poderia estar em mãos mais seguras”, acrescentou. “Estou muito feliz por continuar fazendo parte da família HBO e de ‘A Casa do Dragão’ e, claro, desejo sucesso a Ryan e sua equipe e tudo de melhor para a 2ª temporada e além.” Alan Taylor também se manifestou: “É um prazer e uma honra estar de volta à HBO, mergulhando no mundo dos Targaryen. Estou ansioso para trabalhar de perto com Ryan conforme ‘A Casa do Dragão’ cresce em sua 2ª temporada. Ryan, Miguel e George lançaram uma história extraordinária, em um mundo rico e fascinante. Retornar a Westeros será um grande empreendimento e estou ansioso pelo desafio.” A série foi renovada para a 2ª temporada cinco dias após a estreia, repercutindo o fato de o episódio inaugural ter sido visto por 20 milhões de espectadores nos EUA durante este período. “A Casa do Dragão” também foi o lançamento mais visto da HBO na América Latina e na Europa, mas esses números não foram revelados. O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar.

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