Estreias: “Thor”, “Pinóquio” e “O Telefone Preto” em streaming
A sessão do sofá destaca lançamentos da Disney+ e opções de VOD. Na semana do Disney+ Day, a plataforma liberou o blockbuster “Thor: Amor e Trovão” e sua produção exclusiva de “Pinóquio”. Os títulos das locadoras digitais também incluem filmes que estiveram recentemente nos cinemas, como o terror “O Telefone Preto”, e produções inéditas e premiadas. Confira abaixo as 10 estreias do streaming que mais se destacam na programação semanal. | THOR: AMOR E TROVÃO | DISNEY+ O novo filme do diretor Taika Waititi é uma comédia mais descarada que “Thor: Ragnarok”, combinando ação e humor para contar uma história de amadurecimento com muitas reviravoltas, lutas e piadas. Muitas piadas. Nem todas engraçadas, como atesta a recepção da crítica dos EUA – 70% de aprovação com blogueiros geeks, mas apenas 56% entre os críticos top do Rotten Tomatoes. E, apesar das gracinhas, o final é triste. Em seu quarto filme individual, Thor encontra-se na jornada iniciada em “Vingadores: Ultimato”, compartilhando aventuras com os Guardiões da Galáxia e buscando paz interior. Mas esses dias de irresponsabilidade são encurtados pelo surgimento de um assassino espacial conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que tem como missão matar todos os deuses. Para impedir um novo massacre de asgardianos, Thor se alia ao Rei Valquíria, seu novo melhor amigo Korg e à ex-namorada Jane Foster – que ressurge loira, poderosa e com o antigo martelo mágico do Deus do Trovão, incorporando a Poderosa Thor – numa luta desesperada contra o Carniceiro dos Deuses. Mas, paralelamente, Jane ainda trava sua própria luta silenciosa. O elenco destaca Chris Hemsworth (Thor), Natalie Portman (Jane), Tessa Thompson (Valquíria), Russell Crowe (Zeus) e Christian Bale (Gorr), sem esquecer da participação dos Guardiões da Galáxia e do diretor Taika Waititi como Korg. Além disso, as cenas pós-créditos incluem a introdução de um novo personagem (com gancho para “Thor 5”) e a volta de um velho conhecido, participações que foram guardadas em “segredo”. | O TELEFONE PRETO | VOD* A volta do diretor Scott Derrickson ao terror, após comandar “Doutor Estranho” (2016), é um dos melhores filmes recentes do gênero, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é baseada no conto de mesmo nome de Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra que inspirou a série “Locke & Key”. A história faz parte do best-seller “Fantasmas do Século XX” e foi adaptada pelo próprio Derrickson em parceria com o roteirista Robert Cargill, com quem o diretor desenvolveu a franquia “A Entidade”. Por sinal, o papel principal é de Ethan Hawke, que estrelou o primeiro “A Entidade” (2012). Ele vive um serial killer sequestrador de crianças que, numa referência distorcida a “It”, usa balões negros e disfarce de palhaço para cometer seus crimes. Só que seus planos são atrapalhados quando seu alvo mais recente recebe uma ajuda inesperada para escapar. Fantasmas de vítimas passadas ligam para o menino recém-sequestrado no telefone preto do título, que não tem fio e não deveria funcionar, ensinando-o a sobreviver, enquanto sua melhor amiga da escola começa a ter visões de seu cativeiro. Os jovens Mason Thames (“For All Mankind”) e Madeleine McGraw (a jovem Hope de “Homem-Formiga e a Vespa”) encabeçam o elenco mirim. | RED ROCKET | VOD* Em seu novo filme, o diretor Sean Baker volta a explorar as margens da sociedade com humor sombrio. Depois de acompanhar prostitutas transexuais em “Tangerine” (2015) e o cotidiano da filha pequena de uma prostituta adolescente em “Projeto Flórida” (2017), ele conta a história de fracasso de um ator de filmes adultos, que retorna à sua cidade natal após se tornar veterano no ramo e deixar de ser convidado para novos trabalhos. Enquanto tenta se reaproximar de sua família disfuncional, ele conhece uma jovem chamada Strawberry, trabalhando como caixa em uma loja de donuts local, e acaba retomando antigos hábitos. O papel principal é desempenhado por Simon Rex, que foi modelo nos anos 1990, VJ da MTV e até rapper, além de atuar na franquia de comédias “Todo Mundo em Pânico”, enquanto o resto do elenco é composto por atores iniciantes ou pouco conhecidos, como a estreante Brenda Deiss, que vive Strawberry. “Red Rocket” teve première no Festival de Cannes retrasado, venceu o Prêmio do Júri e da Crítica no Festival de Deauville, o troféu de Melhor Ator do Spirit Awards (o Oscar indie) e mais 10 prêmios internacionais, além de ter atingido 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ou seja, é mais uma obra de Sean Baker que rende aplausos mundiais. | MAR EM CHAMAS | VOD* O diretor norueguês John Andreas Andersen está se especializando em filmes de grandes desastres. Depois do sucesso de “Terremoto” (2018), ele assina essa catástrofe marítima de enormes proporções. A trama envolve o colapso de uma plataforma de petróleo no Mar do Norte, que dá início a uma série de tragédias capazes de transformar o oceano num inferno de fogo. Uma piloto de submarino e pesquisadora (Kristine Kujath Thorp, de “Traídos pela Guerra”) assume a missão de tentar salvar a região de uma hecatombe ambiental. Mas a trama é tão tensa que todos os pequenos salvamentos conduzem a situações de maior perigo e dramaticidade. Venceu o Amanda (o Oscar norueguês) de efeitos visuais e foi aplaudido pela crítica americana, com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes. | VEJA POR MIM | VOD* O suspense canadense acompanha uma esquiadora cega que decide se mudar para uma casa de inverno isolada. Quando a casa é invadida por três assaltantes, sua única ajuda é um aplicativo que conecta cegos a pessoas encarregadas de descrever o ambiente em que se encontram. A produção é barata, mas eficiente, mostrando que o diretor Randall Okita aprendeu os truques do gênero ao ser assistente de Stephen King na série de terror “Kingdom Hospital”. Com 80% no Rotten Tomatoes, o filme também destaca a estreia da atriz Skyler Davenport, uma conhecida dubladora de animes e videogames, em seu primeiro filme live-action. | BLISS | VOD* O novo terror visceral de Joe Begos (“Quase Humano”) acompanha uma artista plástica (Dora Madison, de “Chicago Fire”) em crise de criatividade e à beira da falência, que se entrega à drogas pesadas e passa suas noites festejando. Até que uma nova droga a tira de si e a leva a pintar alucinadamente, em tons sangrentos, como se estivesse possuída. A jornada psicótica talvez seja muito intensa para certos gostos, a abordagem artística pode ser muito pretenciosa para outros, mas fãs de terror indie bem hardcore não devem se incomodar com a bad trip e as cenas abundantes de nudez… artística. Mesmo dividindo opiniões – e houve quem odiasse do fundo da alma – atingiu 87% no Rotten Tomatoes. | TANTAS ALMAS | VOD* O diretor colombiano Nicolás Rincón Gille usou sua experiência como documentarista nesta estreia na ficção, filmada com atores não profissionais e em locações reais, numa intersecção com seus documentários. Na trama, o pescador José atravessa o rio Magdalena, o maior da Colômbia, em busca dos corpos de seus dois filhos, assassinados por paramilitares. Apesar de sua dor, José está determinado a encontrá-los para dar-lhes o enterro que merecem e, assim, impedir que permaneçam como almas errantes. Em sua jornada, ele encontra a magia de um país despedaçado. Gille já tinha filmado a violência rural, o rio e as superstições colombianas em três longas documentais. Ao reunir essas referências numa única narrativa, atingiu uma síntese tão imersiva quanto realista: um retrato da Colômbia profunda não visto em postais, que impressionou a crítica internacional e venceu o Festival de Marrakech. | O DESTINO DE HAFFMANN | VOD* O drama francês se passa em Paris durante a invasão nazista. Quando um joalheiro judeu se vê forçado a fugir, faz um falso acordo de venda de sua loja com um funcionário para salvar seu negócio. Mas não consegue escapar do cerco, vendo-se forçado a esconder-se num porão e a trabalhar para o antigo funcionário, que passa a conduzir negócios com os nazistas para produzir novas peças a partir de joias de vítimas de campos de extermínio. A fábula de moral sombria tem direção de Fred Cavayé, indicado ao César (o Oscar francês) por “Tudo por Ela” (2008). | PINÓQUIO | DISNEY+ O remake live-action de “Pinóquio” é uma recriação visualmente fiel da animação clássica, vencedora de dois Oscars, mas toma ainda mais liberdades que Walt Disney em relação ao livro infantil de Carlo Collodi, publicado em 1883. O menino de madeira agora é ainda mais bobo e bonzinho – o contrário do personagem de Collodi. Depois que o marceneiro Gepeto cria um boneco de madeira e é atendido em seu desejo de vê-lo se transformar num menino, Pinóquio se revela ingênuo e é prontamente enganado por trapaceiros que o vendem como atração de circo. Apesar da familiaridade, a refilmagem não tem a mesma mágica do desenho. Se não falta a música “When You Wish upon a Star”, tema do desenho animado clássico de 1940, há várias outras canções inéditas (e desnecessárias), além de pequenas alterações na história que não acrescentam nada que mude o resultado final. Longe de empolgar a crítica, atingiu apenas 31% no Rotten Tomatoes. A direção é de Robert Zemeckis (de “Forrest Gump”), que combina atores de carne e osso com personagens digitais num híbrido que parece o reverso de “Paddington”, com Tom Hanks (“Elvis”) no papel de Gepeto, perdido num desenho animado feito por computador. O elenco também conta com Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) dando voz ao Grilo Falante, Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) como a Fada Azul, Luke Evans (“A Bela e a Fera”) como Barker, o cocheiro responsável por levar o protagonista à Ilha dos Prazeres, Keegan-Michael Key (“O Predador”) como o pilantra João Honesto e Lorraine Bracco (“Rizzoli & Isles”) como uma gaivota chamada Sofia, que foi criada especialmente para o filme. Para completar, o menino Benjamin Evan Ainsworth (“A Maldição da Mansão Bly”) é a voz original de Pinóquio na dublagem original. | ALÉM DA LENDA – FILME | VOD* A série animada pernambucana transmitida pela TV Brasil virou longa-metragem. Criada por Erickson Marinho, Marcos França e Ulisses Brandão, a atração é voltada para crianças de seis a nove anos e tem como premissa reapresentar as principais lendas do folclore nacional, como o Saci, a Cuca, o Curupira e o Boitatá, com uma nova roupagem – e como crianças. A trama do filme explica que um livro sagrado reúne todas essas lendas e é mantido em segredo e escondido na Montanha Coração do Brasil, que só é revelada uma vez por ano, no dia 31 de outubro, dia do Saci. Mas a data está esquecida por muitos brasileiros, que preferem comemorar o Halloween. Aproveitando-se disso, um trio de monstros americanos do Dias das Bruxas resolve vir ao país com a ideia de capturar o livro secreto e assim “dominar” as lendas brasileiras. Só que por descuido o livro acaba caindo nas mãos do garoto Lucas, um fã de super-heróis, quadrinhos e games, que sem saber vira responsável por proteger parte do folclore nacional. Com direção de Marília Mafé e Marcos França, “Além da Lenda” é o primeiro longa de animação pernambucano e conta com dublagens de Gabriel Leone (Lucas) e Hugo Bonemer (Curupira). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
“The Handmaid’s Tale” é renovada para 6ª e última temporada
A plataforma americana Hulu anunciou a renovação de “The Handmaid’s Tale” para sua 6ª e última temporada, poucos dias antes da estreia do quinto ano da produção. Baseada no livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a série mostra um futuro distópico, quando a extrema direita fundamentalista assume o poder e cria um governo, Gilead, que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. Mas June, uma mulher aprisionada e usada como “aia” por um dos líderes do governo para se reproduzir, inicia uma rebelião que ameaça a estabilidade do patriarcado. A 5ª temporada, que estreia em 18 de setembro no Brasil, vai começar após a vingança de June (Elisabeth Moss), responsável pelo assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes), e refletir a reação da agora viúva Serena (Yvonne Strahovski), cada vez mais antagonista. Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar o governo extremista. Só que ela também se torna alvo prioritário do ódio de seus inimigos. “Foi uma verdadeira honra contar a história do romance inovador de Margaret Atwood e de seu mundo assustadoramente relevante, e estamos empolgados em trazer aos espectadores uma 6ª e última temporada”, disse o criador da série Bruce Miller em comunicado. “Somos gratos à Hulu e à MGM por nos permitirem contar esta história, que infelizmente permaneceu tão relevante ao longo de sua exibição, e estamos admirados com nossos incríveis fãs por seu apoio inabalável, e sem os quais nunca teríamos chegado neste ponto.” “Cinco anos atrás, quase nesse dia, ‘The Handmaid’s Tale’ fez história ao se tornar a primeira série de um serviço de streaming a ganhar um Emmy. Desde então, tem sido um privilégio e prazer trabalhar com alguns dos melhores talentos criativos de nossa indústria neste programa – um grupo distinto e excepcional de pessoas que continuam a produzir uma série da mais alta qualidade e com significativo impacto cultural. Bruce, Warren, Lizzie e toda a equipe da MGM foram parceiros incríveis, e esperamos que os fãs aproveitem essas duas últimas temporadas”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment, Hulu & Disney Branded Television Streaming Originals. Apesar do fim anunciado de “The Handmaid’s Tale”, o universo de Margaret Atwood vai permanecer vivo com o desenvolvimento de um spin-off. O produtor Bruce Miller está adaptando “The Testaments”, continuação literária de “O Conto da Aia”. A trama de “The Testaments” se passa 15 anos depois do final do livro original e é narrada por três personagens femininas. Uma delas é uma velha conhecida dos fãs de “The Handmaid’s Tale”, a terrível Tia Lydia (vivida por Ann Dowd na série). As outras duas são novidades: uma jovem que cresceu em meio à sociedade repressiva de Gilead e uma canadense que descobre ter nascido lá. Ainda não há previsão para estreia de “The Testaments” nem da temporada final de “The Handmaid’s Tale”. A série é disponibilizada pela Paramount+ no Brasil.
Netflix vai lançar nova série dos “Teletubbies”
A Netflix anunciou que vai trazer de um dos programas infantis mais icônicos dos anos 1990: “Teletubbies”. Uma nova série de aventuras inéditas de Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po está sendo produzida por seu criador, Andrew Davenport, para a plataforma de streaming, com algumas novidades – como inclusão de narração de Tituss Burgess (de “Unbreakable Kimmy Schmidt”) e um quadro musical intitulado “Tummy Tales” (Contos da Barriga, em tradução livre), que será apresentado por Julia Pulo (“Operação Lista de Natal”). A versão original dos “Teletubbies” foi lançada originalmente em 1997 pela BBC britânica, virando imediatamente febre em diversos países. A nova série será a terceira atração com os personagens, que já tinham rendido um reboot anterior, exibido entre 2015 e 2018. A estreia está marcada para 14 de novembro. Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa, and Po are back! The Teletubbies — and new narrator Tituss Burgess — are coming to Netflix on November 14th! pic.twitter.com/BvXJ9ZoiAr — Netflix (@netflix) September 7, 2022
Adão Negro enfrenta Sociedade da Justiça em novo trailer
A Warner Bros. divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Adão Negro”, que destaca o confronto entre o personagem-título, vivido por Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”), contra a Sociedade da Justiça – com direito à surra no Gavião Negro e seu dilema entre se tornar um herói ou “o destruidor deste mundo”. A dualidade do personagem tem sido bastante explorada nos quadrinhos. Vilão clássico de Shazam (desde a época do Capitão Marvel), ele passou a ser considerado um anti-herói nas publicações atuais da DC Comics. Já a Sociedade da Justiça faz sua estreia no cinema, formada por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), a direção está a cargo de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e a estreia no Brasil vai acontecer em 20 de outubro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Kaley Cuoco viaja no tempo pra ter encontro perfeito. Veja o trailer
A plataforma Peacock divulgou o pôster e o trailer da comédia romântica “Meet Cute”, estrelada pela atriz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) e o ator Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”). Na trama, os dois interpretam Sheila e Gary, um casal que se apaixona à primeira vista e passa uma noite perfeita juntos. Mas nem tudo é o que parece. Na verdade, Sheila tem uma máquina do tempo e a usa para reviver aquela noite várias vezes, com o intuito de transformar Gary no homem perfeito. Com direção de Alex Lehmann (“Paddleton”), “Meet Cute” será lançado em 21 de setembro no serviço americano de streaming americano. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Nova série sci-fi dos criadores de “Westworld” ganha trailer com Chloë Moretz
A Amazon Prime Video divulgou dois pôsteres e o trailer de “Periféricos” (The Peripheral), série sci-fi produzida pelos criadores de “Westworld” e estrelada por Chloë Grace Moretz (“Suspiria”). “Periféricos” gira em torno de Flynne Fisher (Moretz), uma mulher que tenta unir os pedaços de sua família desfeita em um canto esquecido da América rural. Flynne é inteligente, ambiciosa, mas condenada, porque não tem futuro naquele lugar. Até que o futuro chega para ela, na forma de uma nova tecnologia trazida por seu irmão. Jack Reynor (“Midsommar”) vive o irmão, Burton, que consegue emprego de segurança no que ele acredita ser o ciberespaço, mas na verdade é o futuro. A trama é baseada no best-seller homônimo de William Gibson, criador do movimento cyberpunk, e vai lidar com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação está a cargo de Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Jonathan Nolan e Lisa Joy (os criadores de “Westworld”) atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A série é o primeiro fruto de um contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. O primeiro episódio terá direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”) e tem estreia prevista para 21 de outubro.
Atriz de “Corra!” entra na continuação de “Coringa”
A atriz Catherine Keener (“Corra!”) entrou no elenco de “Joker: Folie à Deux”, a continuação de “Coringa”. Seu papel não foi revelado, mas, de acordo com o Deadline, terá grande importância na trama. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com Lady Gaga como Arlequina. Além do casal, Zazie Beetz deve retornar como Sophie, a vizinha de Arthur Fleck/Coringa, e Brendan Gleeson (da franquia “Harry Potter”) interpretará outro papel não revelado na produção. O diretor Todd Phillips também retorna para trás das câmeras, que deverão ser ligadas em dezembro, visando um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu um troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir.
Conheça 10 filmes e séries sobre a rainha Elizabeth II
De vencedores do Oscar e do Emmy à comédias de humor besteirol e até animações, várias produções audiovisuais retrataram a Rainha Elizabeth II ao longo de sua vida. O filme “A Rainha” (2006), que rendeu o Oscar a Helen Mirren, e a série “The Crown”, que coroou duas intérpretes da monarca, Claire Foy e Oliva Colman com o Emmy, são as atrações mais conhecidas. Mas há outras produções que também retrataram Elizabeth II em diferentes fases de sua vida, além de situações completamente inventadas para diversão do público. Confira abaixo 10 obras que representaram a rainha britânica, da infância à vida que ela nunca viveu. | O DISCURSO DO REI | HBO MAX, VOD* A história segue os eventos após a abdicação do trono pelo Rei Eduardo VIII, que permitiu a ascensão de seu irmão, Rei George VI (Colin Firth), e abriu caminho para a ainda menina Elizabeth (Freya Wilson) se tornar a primeira na linha da sucessão monárquica. | A ROYAL NIGHT OUT | AMAZON PRIME VIDEO A comédia conta uma história da juventude da futura rainha. Durante a comemoração da derrota da Alemanha nazista na 2ª Guerra Mundial, as princesas irmãs Margaret (Bel Powley) e Elizabeth (Sarah Gadon) recebem permissão de deixar o palácio de Buckhingham durante a noite para festejar, e se misturam anonimamente ao povo. | UM SONHO DE MENINA | NÃO DISPONÍVEL EM STREAMING Uma menina chamada Elizabeth é escolhida para representar os estudantes na primeira visita de Elizabeth II à Nova Zelândia, mas seu fervor monarquista é abalado quando ela aprende sobre a história do povo maori e passa a ser ameaçada de substituição no encontro. Só que a essa altura a própria monarca está interessada em conhecê-la, após receber suas cartas sobre os problemas do país. | THE CROWN | NETFLIX A série é um retrato bastante exaustivo, que segue as rivalidades políticas e bastidores do reinado da rainha Elizabeth II, refletindo eventos que moldaram a segunda metade do século 20. O sucesso das primeiras temporadas catapultou Claire Foy ao estrelato. Ela foi substituída no papel da rainha por Olivia Colman na 3ª temporada e por Imelda Staunton na 5ª, conforme a trama avançou as décadas. | SPENCER | AMAZON PRIME VIDEO, VOD* Embora a Princesa Diana (Kristen Stewart) seja o foco principal do filme, a rainha Elizabeth II (Stella Gonet) também tem papel de destaque na reunião natalina que encerrou o matrimônio de Diana e do Príncipe Charles. | A RAINHA | STARZPLAY, VOD* Helen Mirren vive a rainha na época da morte da ex-princesa Diana, demonstrando sua dificuldade em lidar com a mídia e a situação. Com a popularidade da monarquia em jogo, ela precisa mostrar ao povo que é capaz de se adaptar, apesar das desavenças com a falecida nora. | CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ! | VOD* A tentativa calamitosa de Leslie Nielsen de salvar a rainha do que ele pensa ser uma tentativa de assassinato é uma das cenas mais memoráveis da franquia cômica e a mais famosa interpretada por Jeanette Charles, a atriz que mais vezes viveu Elizabeth II – sempre em pequenas aparições. | MINIONS | TELECINE, VOD* A rainha teve muitas participações especiais em filmes incomuns ao longo dos anos, mas lutar contra um Minion que tenta roubar sua coroa pode ser incluída entre as mais inusitadas. | CORGI: TOP DOG | TELECINE, LOOKE, VOD* O cão favorito da monarca britânica se perde no palácio real e começa uma longa jornada para encontrar o caminho de volta para a rainha. | CHURCHILL: DETONANDO A HISTÓRIA | NÃO DISPONÍVEL EM STREAMING A versão trash da monarca traz Neve Campbell (ela mesmo, de “Pânico”) como a ainda Princesa Elizabeth, combatendo nazistas de rifle em punho, ao lado de um Churchill americano. A explicação é que se trata de uma produção de Hollywood sobre a 2º Guerra. No primeiro dia de filmagem, um ambicioso executivo do estúdio decide que um homem velho com um charuto não ia vender ingressos e muda a história, colocando em seu lugar um herói de ação para vencer a guerra.
Trailer mostra reencontro da “Nova Geração” em “Star Trek: Picard”
A Paramount+ exibiu um trailer da 3ª e última temporada de “Star Trek: Picard”. A prévia mostra um pedido de ajuda da Dra. Beverly Crusher a seu antigo capitão, que se torna responsável por reunir a antiga tripulação da Enterprise. Esta é a deixa para o reencontro de Patrick Stewart (Picard) com Jonathan Frakes (Ryker), LeVar Burton (Geordi La Forge), Michael Dorn (Worf), Marina Sirtis (Deanna Troi) e Gates McFadden (Dra. Beverly Crusher), personagens da série clássica “Star Trek: A Nova Geração”, que introduziu o personagem-título Jean-Luc Picard nos anos 1980. Os tripulantes da Enterprise NCC1701-D não compartilham uma missão conjunta há duas décadas, desde que a Paramount lançou o filme “Jornada nas Estrelas: Nêmesis” (2002), mas Picard encontrou Ryker e Troi – e conheceu a filha deles – na 1ª temporada da nova série, que ainda mostrou lembranças de Data. Por sinal, o ator Brent Spiner tem sido visto na série em outros papéis – como o Dr. Altan Inigo Soong, criador de Data, e seu antepassado Adam Soong. Além deles, até Wil Wheaton, que viveu Wesley Crusher nas primeiras temporadas de “A Nova Geração”, retomou brevemente seu papel no final da temporada passada. Além da “Nova Geração”, o elenco também vai contar com duas atrizes que sobreviveram aos eventos das temporadas anteriores de “Picard”, Michelle Hurd (Raffi) e Jeri Ryan (Seven of Nine). Vale observar que as baixas no elenco de Isa Briones, Evan Evagora, Santiago Cabrera e Alison Pill aconteceram de forma orgânica, após seus personagens terem destinos definidos no final da 2ª temporada. Infelizmente, a 3ª temporada será a última de “Star Trek: Picard”, com previsão de estreia para fevereiro de 2023. A série é exibida no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.
“Peppa Pig” introduz seu primeiro casal LGBTQIAP+
O desenho infantil “Peppa” (Peppa Pig), voltado para crianças com idade de 2 a 5 anos, apresentou seu primeiro casal LGBTQIAP+ num episódio exibido na terça-feira (6/9) no Reino Unido. As novas personagens são mães da ursa polar Penny. No episódio chamado “Families” (Famílias, em português), Penny, colega da protagonista Peppa, conta que tem duas mães. Ela desenha a sua família e pinta dois ursos polares usando trajes femininos. “Eu sou Penny Polar Bear. Eu moro com minha mãe e minha outra mãe. Uma mãe é médica e uma mãe cozinha espaguete. Eu amo espaguete”, diz Penny na cena. A introdução de um casal lésbico no programa infantil foi reflexo de uma iniciativa que já tem três anos. Uma petição de fãs foi criada em 2019, exigindo “família com pais do mesmo sexo na ‘Peppa'”. O texto da petição dizia: “As crianças que assistem ‘Peppa’ estão em uma idade impressionável, e excluir famílias do mesmo sexo vai ensiná-las que apenas famílias com um pai solteiro ou dois pais de sexo diferente são normais”. “Isso significa que filhos de pais do mesmo sexo podem se sentir alienados por ‘Peppa’, e que outras crianças podem ser mais propensas a intimidá-los, simplesmente por ignorância”, afirmava a petição. Em 18 anos de produção, esta é a primeira vez que um casal do mesmo sexo é apresentado num episódio da animação, que é transmitido em 180 países e já foi traduzido para 40 idiomas.
Jennifer Lawrence diz que continua recebendo menos que colegas homens pelo mesmo trabalho
Jennifer Lawrence é uma das atrizes mais bem pagas do mundo, e ainda assim ela ainda recebe milhões de dólares a menos do que seus colegas de elenco masculinos. A atriz vencedora do Oscar reclamou da persistente disparidade salarial de gênero em Hollywood em uma nova entrevista à Vogue, dizendo à revista que, embora os atores muitas vezes sejam “pagos até demais”, a discrepância salarial persiste. “Não importa o quanto eu ganhe, sempre vou receber menos que os caras… por causa da minha vagina?”, ela questionou. O comentário reflete uma revelação feita pela imprensa americana de que Lawrence recebeu US$ 5 milhões a menos que Leonardo DiCaprio na produção do filme “Não Olhe para Cima”, da Netflix. Durante as filmagens, ela sofreu um aborto espontâneo. Esta não é a primeira vez que Lawrence aponta as disparidades salariais de gênero em Hollywood. Após o infame ataque hacker contra a Sony Pictures em 2014, o vazamento de dados confidenciais do estúdio revelou que ela e Amy Adams tinham recebido muito menos por “Trapaça” que seus colegas masculinos, Bradley Cooper e Christian Bale. “Quando o hackeamento da Sony aconteceu e eu descobri que estava recebendo menos que as pessoas sortudas com p*u, eu não fiquei brava com a Sony. Fiquei bravo comigo mesmo”, escreveu Lawrence num artigo publicado na época, refletindo a disparidade. Nesta ocasião, ela explicou que hesitou em negociar um acordo melhor, pois não queria parecer “difícil” ou “mimada”. “Na época, parecia uma boa ideia”, ela descreveu, “até que vi a folha de pagamento na Internet e percebi que todos os homens com quem eu estava trabalhando definitivamente não se preocupavam em parecer ‘difíceis’ ou ‘mimados’.”
Jason Momoa raspa a cabeça em protesto ambiental
Cabelos longos vazem mal ao meio ambiente? O ator Jason Momoa, conhecido pela cabeleira ostentada em filmes como “Aquaman” e “Conan, o Bárbaro”, raspou a cabeça nesta quinta (8/9) em protesto contra a poluição ambiental. Ao cortar os cabelos, ele gravou um vídeo justificando a decisão de assumir o novo visual com um manifesto contra… plásticos! “Eu estou raspando o cabelo. E estou fazendo isso por causa dos… plásticos de uso único. Eu estou cansado dessas garrafas plásticas”, disse o ator. “Precisamos parar. Garfos de plástico, essa merda toda. Isso só impacta na nossa terra, no nosso oceano.” O discurso é digno de Aquaman. Ele continuou, dizendo que viu “algumas coisas no nosso oceano que são apenas tristes”. Logo em seguida, ele faz um apelo aos seus seguidores para que deixem de usar e comprar itens que possuam plásticos de uso único, já que a maior parte dos objetos descartados acabam parando na natureza e impactam o ecossistema. O plástico, como todos deveriam saber, não é biodegradável e passa muito tempo na natureza sem se decompor. Para se ter ideia, a estimativa de decomposição do plástico é de 450 anos, tempo em que fica poluindo o ambiente. Ao ser jogado no mar, é responsável por criar ilhas artificiais de sujeira, além de se tornar um perigo para a vida marinha. Jason Momoa estará de volta ao papel de Aquaman em “Aquaman e o Reino Perdido”, novamente dirigido por James Wan, que volta à função após ter comandado o longa de 2018. O filme ainda trará de volta Amber Heard como Mera, Patrick Wilson como Mestre do Oceano, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra, Dolph Lundgren como o Rei Nereus, Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman, e Nicole Kidman como Atlanna, a mãe do herói. Sem esquecer do roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, que, além de trabalhar no primeiro “Aquaman”, também foi parceiro de James Wan em “Invocação do Mal 2” (2016). Para completar, o elenco foi reforçado por Indya Moore (“Pose”) como Karshon, que nos quadrinhos é um tubarão mutante com poderes telepáticos, o galês Vincent Regan (“Poldark”) como Atlan, o antigo rei que afundou Atlântida, e a portuguesa Jani Zhao (“Peregrinação”) como Stingray, personagem inédita criada para o filme. A produção tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2023 no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies)
Angelina Jolie abre processo bilionário contra Brad Pitt
A atriz Angelina Jolie abriu um processo de US$ 250 milhões (o que dá aproximadamente R$ 1,3 bilhão) contra seu ex-marido Brad Pitt. A ação é motivada por suposta administração indevida de uma vinícola que o casal comprou no sul França, em 2008, reação a um processo anterior do ator. A defesa de Jolie alega que o ator “tomou posse” da propriedade como retaliação ao divórcio, enquanto a equipe de Pitt diz que ela está desvalorizando o negócio para vender a propriedade. A vinícola “Chateau Miraval’ pertencia 50% a Pitt e 50% a Jolie, sendo que a parte dela foi registrada sob o nome de uma empresa chamada Nouvel. Segundo informações do site Page Six, o processo inclui documentos que comprovam a divisão dos trabalhos do ex-casal. Enquanto Jolie era responsável pela administração dos projetos humanitários da dupla, como a Jolie-Pitt Foundation, cabia a Brad Pitt cuidar do negócio francês. Em outubro do ano passado, Jolie vendeu as suas ações para o grupo Tenute del Mondo, parte do Grupo Stoli, que tem os famosos vinhos Masseto e Ornellaia em seu portfólio. Na ocasião, Pitt tentou anular a negociação. Ele acabou entrando com uma ação contra a atriz para reverter a venda do imóvel em junho deste ano. Os advogados da atriz então reagiram com esse novo processo contra o ator. Eles alegam que Pitt agora “barrou Nouvel do Château Miraval e o trata como seu feudo pessoal” e “desperdiçou seus ativos, gastando milhões em projetos de vaidade, incluindo mais de US$ 1 milhão em reformas de piscinas e outros fundos restaurando um estúdio de gravação.” O processo alega que Jolie supostamente negociou por meses com a equipe de Pitt para lhe vender sua metade da vinícola – mas ele “fez uma demanda de última hora por condições onerosas e irrelevantes, incluindo uma disposição destinada a proibir Jolie de falar publicamente sobre os eventos que levaram ao colapso de seu casamento”. De acordo com o documento, Jolie não estava disposta a concordar com a “cláusula de silêncio” e, em vez disso, vendeu sua parte para a Tenute del Mondo. A revista People citou uma fonte próxima a Pitt sobre como o ator via o processo. “Este é apenas o mais recente de uma série de esforços deliberados para desviar, reciclar e reposicionar a verdade do que aconteceu nos últimos seis anos, pensando que pessoas razoáveis seriam enganadas por essas deturpações óbvias”, diz a fonte. “É difícil entender como deixar uma herança de 40% de algo é melhor do que 100% de algo, e é igualmente inexplicável como continuar a revisitar os mesmos pontos repetidamente possa ser benéfico para esta família”. Ironicamente, foi na grande área verde da Chateau Miraval que o ex-casal trocou alianças, em uma cerimônia simples, no ano de 2014. Dois anos depois, ele se separaram e estão brigando até hoje na Justiça por diversas divergências, inclusive sobre a guarda dos filhos.












