Grant Gustin faz retrospectiva de “The Flash” ao começar temporada final
As gravações da 9ª e última temporada de The Flash começam nesta semana no Canadá, e Grant Gustin ficou nostálgico com a iminência do fim da série. Ele aproveitou a ocasião para fazer uma retrospectiva, publicando no Instagram uma galeria de fotos do 1º ano da produção. “Amanhã nós começamos a filmar a última temporada de ‘The Flash’. Vou guardar as legendas longas e emocionais para mais adiante, mas afirmar que estou grato por essa jornada e o amadurecimento que ela me trouxe seria dizer pouco”, comentou ele. “Sou grato a todo mundo que ajudou a me dar essa oportunidade, e a todos os fãs da série que mostraram amor a mim e a qualquer pessoa que fez parte de ‘The Flash’ durante os anos”, completou. Depois disso, ele ainda incluiu uma última foto de alguém que “faltou” na galeria original: Greg Berlante, criadora e produtor de “The Flash”, além de mentor do “Arrowverso”, responsável por escalar Gustin no papel de Barry Allen, o Flash. “Este homem é uma das minhas pessoas favoritas para o resto da vida. Obrigado infinitamente, Greg”, legendou. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com uma temporada mais curta, com apenas 13 episódios. A 8ª temporada terminou em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas de super-heróis para criar um universo compartilhado, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust)
Stallone cobre segunda tatuagem da ex-mulher
O ator Sylvester Stallone decidiu cobrir uma segunda tatuagem dedicada à ex-mulher, Jennifer Flavin, após o fim de seu casamento de 25 anos. O ator foi surpreendido no final de agosto com a descoberta do pedido de divórcio no tribunal de Palm Beach, na Flórida. Por meio de vídeo no Instagram, o tatuador Zach Perez, de Oklahoma, nos Estados Unidos, mostrou que o ator pediu para desenhar o olhar de um leopardo para cobrir os olhos da ex em seu braço esquerdo. Pouco antes do divórcio se tornar público, ele já tinha transformado o rosto dela em uma imagem de Butkus, o cachorro de “Rocky”. O site TMZ apontou que a separação ocorreu após uma briga em razão de uma divergência sobre ter mais um cachorro. O ator, no entanto, negou que Jennifer tenha pedido o divórcio em razão dele ter decidido levar mais um animal para dentro de casa. “Nós não terminamos o relacionamento com uma discussão tão trivial”, garantiu. A justificativa oficial para a separação, de acordo com os documentos revelados pelo TMZ, foi financeira. Flavin alega que Stallone transferiu fundos monetários do casal sem sua autorização. De acordo com o site, os papéis de divórcio dizem que o ator “se envolveu na dissipação intencional, esgotamento e/ou desperdício de bens conjugais que tiveram um impacto econômico adverso no patrimônio conjugal”. Stallone e Jennifer estavam juntos desde 1997 e celebraram suas bodas de prata em maio passado. Na ocasião, Stallone era só elogios e alegria por seu casamento. “Feliz aniversário de 25 anos à minha esposa incrível. Não existem palavras que sejam suficientes para descrever o que essa mulher incrivelmente altruísta, dedicada e paciente significa para nossas vidas, e eu só desejo que tenhamos outros 25! Muito obrigado, querida”, disse ele em homenagem na época. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zach Perez (@zachperezart)
Jade Picon não passa em exame de carteira de motorista, necessária para novela
A influenciadora e futura atriz Jade Picon não passou na prova teórica da autoescola, necessário para tirar sua carteira de motorista, e vai ter que repetir o teste. O CNH é exigência da Globo, já que a personagem de Jade na novela “Travessia”, Chiara, sabe dirigir. Depois da reprovação, Jade foi aos Stories, do Instagram, compartilhar seu “vexame”. “Esse boa tarde vai só pra quem acabou de ser reprovada na prova teórica da autoescola. É um desastre, é uma vergonha, é um vexame, eu não nasci pra dirigir. Eu tô ferrada. Nas práticas, então… Essa carteira não vem”, disse aos risos. Na sequência, contou que, se tivesse acertado mais três questões, teria sido aprovada no exame. “Confesso que eu estou um pouco orgulhosa, pensei que fosse ser um desastre”, brincou. Jade ainda explicou que a carteira de motorista é para trabalhar em sua primeira novela. “Estou tirando a carta para a Chiarinha dirigir na novela. Para quem não sabe, essa carta é para a Chira, ela que dirige. Mas a Jade… é uma tristeza, gente”, lamentou. “Mas vai dar certo! Chiara vai estar bem linda dirigindo, vocês vão ver!”, concluiu. Este não é o primeiro problema burocrático que Jade enfrenta para participar de “Travessia”. Seu anúncio no elenco chegou a gerar polêmica, com vários protestos de atores e manifestações do Sated-RJ (Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro). O presidente da organização, Hugo Gross, chegou a lamentar a escolha da Globo, dizendo não achar justo “ela tomar um espaço” de atores. Apesar disso, ela recebeu uma autorização especial do Sated-RJ para atuar na novela, como uma “cota” de não atores profissionais que todo a empresa tem direito de incluir em suas produções – três no máximo. Na trama, a ex-BBB viverá uma personagem com perfil parecido com ela mesma: uma influencer bastante conectada nas redes sociais, que precisará lidar com maldades da internet, incluindo as famosas fake news. E, aparentemente, estará do lado dos vilões, formando par romântico com Chay Suede. Escrita por Gloria Perez e com direção artística de Mauro Mendonça Filho, “Travessia” tem estreia prevista para outubro, após o final de “Pantanal”.
Zendaya publica fotos dos bastidores do Emmy 2022
Zendaya postou no seu Instagram um par de fotos de sua participação nos bastidores do Emmy 2022, que aconteceu na segunda-feira (12/9) em Los Angeles e lhe rendeu seu segundo prêmio consecutivo de Melhor Atriz em Série de Drama por “Euphoria”. Numa das imagens, ela aparece sentada no meio da rua segurando o prêmio. “Quando seus pés doem mas você tem muito pelo que sorrir”, escreveu na legenda para descrever a situação. Em outra, ela aparece na sala de imprensa do evento, logo após ser premiada. “Ainda absolutamente radiante, obrigada do fundo do meu coração”, acrescentou na publicação. Os fãs de Zendaya aproveitaram para parabenizá-la nos comentários. “Muito orgulhosa de você Daya”, comentou uma seguidora, enquanto outro escreveu: “Muito feliz por você! Parabéns”. Com sua vitória, Zendaya se tornou a atriz mais jovem a vencer duas vezes o Emmy. Em seu discurso, a atriz de 26 anos frisou que seu objetivo em estrelar a série foi ajudar pessoas que estivessem passando pelo mesmo que sua personagem e agradeceu as pessoas que dizem se identificar com Rue e a procuram para compartilhar histórias, garantindo que todas essas histórias fazem parte de sua jornada. A atriz, que tem muitos seguidores adolescentes, sempre frisa que, diferente de suas séries anteriores, “Euphoria” é para adultos e pode acionar gatilhos e ser difícil de assistir. Criada por Sam Levinson, a série reflete a luta de Rue (Zendaya) contra o vício em drogas, mostrando como isso afeta as pessoas ao seu redor – além de destacar os problemas enfrentados por suas colegas de escola enquanto amadurecem. “Euphoria” é disponibilizada pela HBO e a HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya)
Chucky lidera exército de brinquedos assassinos no trailer da 2ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Chucky”, que na prévia volta a aterrorizar os adolescentes dos episódios anteriores, além de freiras. Na trama, o personagem-título encontra novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. Mas ele e seus amigos acabam incriminados e enviados para um internato católico com regras rígidas. Paralelamente, o plano do brinquedo começa a ganhar vidas (plural) com a volta de Tiffany, a noiva de Chucky, e um exército de plástico com facas de açougueiro. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. O elenco da atração também destaca Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). A 2ª temporada tem previsão de estreia em 5 de outubro. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Irene Papas, maior atriz da Grécia, morre aos 93 anos
A atriz grega Irene Papas, conhecida por clássicos como “Os Canhões de Navarone” (1961), “Zorba, o Grego” (1964) e “Z” (1969), morreu nesta quarta (14/9) aos 93 anos. O anúncio foi feito pelo Ministério da Cultura da Grécia sem divulgar a causa da morte, mas o estado de saúde da estrela estava frágil há anos. Em 2013, ela foi diagnosticada com Alzheimer. Atriz grega de maior renome internacional, Irene Papas estreou mais de 60 filmes ao longo da carreira e foi homenageada com um Leão de Ouro honorário do Festival de Veneza em 2009 por suas realizações. Filha de um professor de teatro, ela nasceu Eirini Lelekou em uma aldeia perto de Corinto, e frequentou a escola real de teatro em Atenas. Ela virou Papas em 1948, após se casar com o diretor de teatro Alkis Papas, que levou a então cantora ao cinema. Depois de dois filmes menores na Grécia, Erini Papas teve o nome latinizado para estrelar produções na Itália, tornando-se Irene em papéis coadjuvantes em várias produções do país, como as “As Infiéis” (1953), de Mario Monicelli, e “Uma Daquelas Mulheres” (1953), com Totó, além do épico de “espadas e sandálias” “A Invasão dos Bárbaros” (1954), no qual coadjuvou para Sophia Loren e Anthony Quinn. Papas logo viraria coestrela de Quinn em vários filmes, formando uma dupla lendária. Sua estreia em Hollywood aconteceu em 1956, no western “Honra a um Homem Mau”, de Robert Wise. Mas foi só quando viveu uma líder da resistência grega em “Os Canhões de Navarone”, que Hollywood reparou estar diante de uma estrela. Na aventura passada na 2ª Guerra Mundial, ela conduzia soldados britânicos interpretados por David Niven, Gregory Peck e Anthony Quinn numa incursão secreta para destruir uma fortificação nazista na costa da Grécia. Mas mesmo formando seu primeiro par romântico com Quinn no filme, revelava-se mais fria e heroica que os militares durante toda a missão. Ela ainda apareceu na aventura da Disney “O Segredo das Esmeraldas Negras” (1964), estrelada pela adolescente Hayley Mills, antes de ter uma participação marcante em “Zorba, o Grego” (1964), novamente ao lado de Quinn. Papas interpretou uma viúva solitária que, depois de fazer amor com um escritor inglês (Alan Bates), era apedrejado pelos aldeões cretenses. Apesar das produções internacionais, a estrela nunca largou o cinema de seu país. Ao contrário, virou o rosto oficial das grandes adaptações das tragédias gregas, protagonizando “Antigona” (1961) e “Electra, a Vingadora” (1962) nos papéis-títulos. Com “Electra”, a atriz iniciou uma duradoura parceria com o cineasta Michael Cacoyannis, com quem completou uma trilogia baseada nas peças de Eurípedes, formada ainda por “As Troianas” (1971), na qual viveu Helena de Tróia, e “Ifigênia” (1976). Tão famosa como sua trajetória como artista foi sua vida pessoal. Ela tinha apenas 21 anos quando se casou pela primeira vez com o diretor de cinema Alkis Papas, e o relacionamento durou apenas quatro anos, encerrado em 1951. Mas três anos depois, Irene encontrou o amor de sua vida, ninguém menos que Marlon Brando. “Desde então, nunca amei um homem como amei Marlon. Ele foi a grande paixão da minha vida, absolutamente o homem com quem eu mais me importava e também o que eu mais estimava, duas coisas que geralmente são difíceis de conciliar”, ela chegou a admitir numa entrevista. Irene também não tinha papas na língua. Liberal assumida – no Brasil de Bolsonaro, seria chamada de comunista – ela liderou a conclamação de um “boicote cultural” contra o “Quarto Reich”, como chamava a ditadura grega. Acabou exilada em 1967. No exterior, sua carreira continuou a florescer. Ela atuou no drama “Sangue de Irmãos” (1968) do americano Martin Ritt, no épico histórico “Ana dos Mil Dias” (1969) do britânico Charles Jarrott, em giallos dos italianos Umberto Lenzi (“Um Lugar Ideal para Matar”, 1971) e Lucio Fulci (“O Segredo do Bosque dos Sonhos”, 1972), e no grande clássico político “Z” (1969), de seu compatriota em exílio Costa-Gavras, proibidíssimo na Grécia – e até pela ditadura militar brasileira, por sinal. Mesmo com a queda da junta militar em 1974, quando pôde regressar ao seu país, Papas manteve os contatos internacionais, trabalhando em Hollywood com Terence Young (o primeiro diretor de “007”) em “A Herdeira” (1979) e com John Landis em “Um Romance Muito Perigoso” (1985), em dois dramas do italiano Francesco Rosi, “Cristo Parou em Éboli” (1979) e “Crônica de uma Morte Anunciada” (1987), e em dois épicos árabes do sírio Moustapha Akkad, “Maomé – O Mensageiro de Alá” (1976) e “O Leão do Deserto” (1980), ambos novamente ao lado de Anthony Quinn. Irene Papas também atuou em filmes falados em português, incluindo a produção brasileira “Erêndira” (1981), de Ruy Guerra, onde contracenou com Claudia Ohana, e em três longas do português Manoel de Oliveira, que a chamava de “a mãe da civilização ocidental” – “Party” (1996), “Inquietude” (1998) e “Um Filme Falado” (2003), o penúltimo lançamento da sua carreira no cinema. A atriz ainda estrelou “O Capitão Corelli”, do inglês John Madden, ao lado de Nicolas Cage e Penélope Cruz, e se despediu das telas com um filme que ela própria dirigiu, “Hécuba”, uma nova adaptação de Eurípedes, lançada em 2004. Além da carreira teatral, ela brilhou em superproduções épicas da televisão, incluindo duas minisséries baseadas na “Odisseia”, de Homero, vivendo Penélope em 1968 e Anticleia em 1997, e numa outra sobre o êxodo judeu, “A Terra Prometida – A Verdadeira História de Moisés”, como Zipporah em 1974. Também seguiu carreira nos palcos por várias décadas, adaptando seu favorito Eurípedes, mas também Shakespeare, Ibsen e vários outros clássicos teatrais. A sua carreira estendeu-se ainda à música. Em 1969, gravou um álbum de canções de outro artista grego exilado, o compositor Mikis Theodorakis (autor da trilha de “Zorba, o Grego”). E causou escândalo com a sua participação no álbum conceptual “666”, do grupo de rock progressivo Aphrodite’s Child, interpretando “orgasmos vocais”. Desse álbum nasceu sua parceria com o tecladista Vangelis, um dos integrantes da banda, com quem trabalhou em mais dois discos: “Odes” (1979), com canções populares gregas, e “Rapsodies” (1986), com hinos litúrgicos bizantinos. Uma artista completa, que, em 1995, foi condecorada com a insígnia da Ordem da Fénix, uma das maiores condecorações da Grécia, lhe conferida pelo então Presidente Konstantinos Stephanopoulos.
Rodrigo Santoro vai estrelar série derivada de “Teen Wolf”
Rodrigo Santoro vai estrelar uma nova série americana. Ele foi escalado em “Wolf Pack”, uma série de lobisomem derivada de “Teen Wolf”, que está sendo produzida para a Paramount+. Na produção, ele vai trabalhar com Sarah Michelle Gellar, conhecida por protagonizar, nos anos 2000, a série “Buffy: A Caça-Vampiros”. Escrita e produzida por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”, a nova série é baseada na coleção de livros de Edo Van Belkom sobre um casal de adolescentes que tem as vidas mudadas para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma aterrorizante criatura sobrenatural – isto é, um lobisomem. Santoro interpretará Garrett Briggs, um guarda florestal dedicado a proteger o meio-ambiente, que é pai adotivo dos adolescentes. De acordo com um comunicado para a imprensa, Garrett é “um homem de valores fortes” e “alguém com segredos obscuros e profundas suspeitas, especialmente de pessoas que questionem sua relação com as crianças, encontradas anos antes na floresta, em meio a outro incêndio”. Gellar, por sua vez, será a investigadora de incêndios criminosos Kristin Ramsey, uma especialista altamente conceituada em seu campo e acostumada à perdas pessoais, que assume a frente da investigação do responsável por iniciar um grande incêndio florestal – que também pode ter desentocado o predador sobrenatural que aterroriza Los Angeles. O casal de adolescentes envolvido será vivido por Armani Jackson (“O Último Caçador de Bruxas”) e Bella Shepard (“The Wilds”), e o elenco também inclui os estreantes Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray. Além de estrelar, Gellar será coprodutora da atração, que já está sendo gravada em Atlanta, no estado da Geórgia, EUA.
Vídeo mostra reação de crianças negras ao teaser de “A Pequena Sereia”
Um vídeo que circula nas redes sociais reuniu reações de várias crianças negras ao teaser do remake live-action de “A Pequena Sereia”. E ele chama atenção pela emoção expressada pelas meninas ao descobrirem que, no filme, Ariel é negra como elas. O teaser oficial foi disponibilizado no fim de semana passado e, em suas primeiras 24 horas, foi visto mais de 104 milhões de vezes, segundo informações da Disney. Com isso, superou vários trailers de sucessos do estúdio como dos filmes de “A Bela e a Fera” (94 milhões) e “Aladdin” (74 milhões). Apesar dos diversos comentários racistas contra a escolha de uma atriz não branca para representar a sereia, o vídeo mostrou a força da representatividade para as crianças que se sentiram refletidas na imagem da personagem encantada. Frases como “ela é marrom igual a mim” e “quero ver”, marcam os registros. A prévia de “A Pequena Sereia” termina com uma mostra musical da nova versão de “Part of Your World”, que explora todo o talento vocal de Halle Bailey (da série “Grown-ish”), a intérprete da nova Ariel. O elenco do filme inclui também Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. “A Pequena Sereia” tem estreia prevista para maio de 2023. pic.twitter.com/BnVSAkLG7U — @portalcxh | Mídias (@pcxhmidia) September 12, 2022
Humberto Carrão encontra Caco Barcellos nos bastidores da nova série “Rota 66″
O ator Humberto Carrão (“Marighella”) compartilhou em seu Instagram uma foto com o jornalista Caco Barcellos (“Profissão Repórter”), tirada nos bastidores de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série que estreia no próximo dia 22 no Globoplay. “Que alegria estar perto do Caco!”, escreveu o ator, que interpreta o jornalista na produção. A trama adapta o livro homônimo de Barcellos e é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Carrão descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo. Longe dos holofotes, a violência excessiva é cometida contra jovens negros e pobres. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”) como integrante do núcleo policial da história. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). Barcellos ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Reportagem pelo livro “Rota 66”, lançado em 1992. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por humbertocarrao (@humbertocarrao)
Stênio Garcia testa positivo para covid aos 90 anos
O ator Stênio Garcia testou positivo para Covid-19 e foi para um hospital devido ao agravamento dos sintomas da doença. O ator detalhou o seu estado de saúde num vídeo postado no Instagram antes de sair de casa, dizendo ter desobedecido um pedido da mulher, Marilene Saade, e tirou a máscara de proteção durante uma entrevista. “Estou me sentindo muito mal porque estou com o tal do Covid. Fui desobedecer a minha mulher, ela bem que tentou cobrir meu rosto, e eu tirei a máscara. Por favor, não tirem a máscara, usem! Isso aí é a única defesa que vocês têm. Não é nada bom pegar esse negócio. Espero que consiga me livrar disso logo, mas já estou passando mal”, afirmou o ator de 90 anos no vídeo. Na legenda, ele complementou o relato: “Durante esses dois anos e muitos meses de pandemia, minha mulher me protegeu porque sempre fui desligado com a saúde. Eu continuei tirando a máscara e, agora, infelizmente estou indo para o hospital porque estou me sentindo mal como nunca me senti antes”. “Pegar isso é horrível, e eu não acreditava que iria me deixar assim. Peço boas energias e espero em breve dar boas notícias. Eu quero viver e ainda quero fazer minha arte. Tirar a máscara é se expor a um vírus que ainda está circulando”, completou. O relato de Garcia remete à ocasião em que Marilena interrompeu uma entrevista que ele dava à RedeTV!, usando as próprias mãos para tapar o rosto do marido e interromper a conversa. Na ocasião, a atitude foi muito criticada na internet e pela apresentadora Sonia Abrão, da RedeTV!. Após a repercussão negativa, Marilene explicou que o artista enfrenta um problema no coração. “Os médicos me deram uma incumbência, disseram: ‘Não deixe ele tirar a máscara’. Eu jurei para três médicos que ele não ia tirar a máscara”, disse ela em entrevista à Record. Aparentemente, ele descumpriu a recomendação mais uma vez. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stênio Garcia Faro (@steniogarciaoficial)
Lázaro Ramos e Taís Araujo trocam juras de amor nos 18 anos de casamento
Os atores Lázaro Ramos e Taís Araujo publicaram uma série de fotos românticas em seu Instagrams, para celebrar uma data especial na terça-feira (13/9). “Hoje completamos 6570 dias juntos. 18 anos que nos encontramos e entrelaçamos nossas vidas. Sabe, mozinho, sou muito feliz com você”, ele escreveu. “São 18 anos e o que eu posso dizer é que você é minha melhor escolha”, ela acrescentou. Cada um se manifestou em seu próprio perfil, mas parecia que estavam conversando. Lázaro comentou que, mesmo depois de tanto tempo, os dois ainda têm diversos motivos para rirem juntos. “Tantos dias se passaram e a cada um deles aparece mais forte uma compreensão e parceria maior”, escreveu. Taís complementou: “18 anos que passaram voando porque é bom, é leve, é inteiro, é recheado de amor. Te amo Mozinho e dizer sim pra gente todos os dias é um prazer, uma delícia e uma alegria”. As juras de amor continuaram do lado do ator. “Te amo mais que ontem e menos que amanhã. Obrigado, Taís Araujo, por ser essa companheira incrível. Feliz aniversário de casamento”, ele concluiu. “Sigamos juntos, nos amando e nos fortalecendo. Você me faz melhor! Te amo”, disse ela, em sua vez de concluir. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taís Araujo (@taisdeverdade) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos)
“Cidade de Deus” ganha “sequência” em comemoração a seus 20 anos
A Vivo divulgou um curta que resgata um dos principais personagens de “Cidade de Deus”, em comemoração aos 20 anos de lançamento do filme. Com produção executiva de Fernando Meirelles, diretor do longa original, o filme de 14 minutos se chama “Buscapé” e reencontra o fotógrafo interpretado por Alexandre Rodrigues. Buscapé volta à Cidade de Deus nos dias atuais, muitos anos após virar fotojornalista profissional, para cobrir um evento na comunidade. O patrocínio da Vivo, em parceria com a Motorola, se materializa na forma da “câmera” escolhida para a missão: um celular. Mas além de servir de publicidade e homenagear – até visualmente – a obra de 2002, o curta propõe uma discussão ética, ao colocar o fotógrafo diante de um dilema: reportar com exclusividade um crime (tráfico de animais silvestres) ou cumprir a pauta de exaltação do bairro. O desfecho passa longe de ser o ideal, mas pode alimentar discussões, especialmente diante da situação em que se encontra o Rio de Janeiro, após décadas de “vista grossa” que permitiram uma explosão de criminalidade sem paralelo com nenhuma outra capital do país. “Cidade de Deus” teve 4 indicações ao Oscar em 2004, entre eles Melhor Diretor, Roteiro Adaptado, Edição e Fotografia. O longa venceu 74 prêmios, incluindo o BAFTA Awards (o Oscar britânico) de Melhor Edição (do hoje diretor Daniel Rezende). “Buscapé” tem roteiro de Paulo Lins (autor do livro que inspirou o filme original) e Thais Fujinaga (“Onisciente”), direção de Fred Luz (“12 Horas”) e também resgata o personagem Barbantinho, vivido por Edson Oliveira. Veja o curta na íntegra.
Abbott Elementary: Trailer da 2ª temporada destaca vitórias no Emmy
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Abbott Elementary”, já destacando na chamada de vídeo que a série é vencedora do Emmy. A série venceu três troféus da Academia de Televisão: Melhor Elenco, Atriz Coadjuvante (Sheryl Lee Ralph) e Roteiro (de sua criadora Quinta Brunson) de Comédia. Eleita também Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), “Abbott Elementary” é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho da nova atração é uma escola pública de Ensino Fundamental. A produção traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms como um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”) e Lisa Ann Walter (“A Última Noite”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e é disponibilizada no Brasil pela Star+. Os novos episódios estreiam em 21 de setembro.











