Tentativa de ataque terrorista em Brasília vai virar filme
A Disney brasileira vai fazer um filme baseado no caso do sequestro do Boeing 375 da Vasp, em 1988. Na época, um rapaz armado obrigou o piloto a desviar para Brasília para cometer um atentado terrorista. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, a escalação do elenco já começou. As filmagens acontecerão em São Paulo. O avião saiu de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro, mas Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, obrigou o piloto a desviar de rota, com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto. O comandante conseguiu pousar em Goiânia, onde a aeronave foi cercada por policiais. O sequestrador acabou baleado e morreu. De acordo com informações apuradas após o crime, ele tinha perdido o emprego numa construtora por conta da crise econômica no país e culpava o então presidente José Sarney. A história foi recentemente lembrada no podcast “Atenção Passageiros Vasp 375: O Atentado Terrorista no Brasil”, da Globoplay. Em desenvolvimento há tempos, o filme tem roteiro de Lusa Silvestre (“Medida Provisória”) e será dirigido por Marcos Baldini (“Bruna Surfistinha”). “O Sequestro do Voo 375” tem previsão de estreia para 2023.
Trailer de “Pantera Negra 2” revela nova versão do herói
A Marvel divulgou um novo trailer de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, em versões dublada e legendada em português. A prévia destaca a chegada de Namor e mostra Wakanda se organizando para a batalha, com direito à introdução da nova Pantera Negra, que é uma mulher, e aparições de Coração de Ferro em sua armadura. O estúdio também liberou cinco novos pôsteres e todos destacam Letitia Wright de forma bastante evidente. Segundo boatos, o diretor-roteirista Ryan Coogler teria escalado a atriz como substituta de Chadwick Boseman. Esta trajetória refletiria os quadrinhos, onde a princesa Shuri, personagem da atriz, já trajou o uniforme do herói. Mas após Wright entrar em polêmica contra a vacinação nas redes sociais, esta opção foi considerada arriscada. A atriz também sofreu um acidente durante as filmagens, que a deixou afastada de boa parte da produção. Por isso, a identidade da nova Pantera Negra segue misteriosa por mais alguns dias. O trailer faz menções à morte de T’Chala, o personagem vivido por Chadwick Boseman, mas não fornece nenhuma explicação sobre como ele faleceu na trama. Na vida real, o ator morreu de câncer em 2020. O filme ainda conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Morre Sacheen Littlefeather, atriz indígena que fez História no Oscar
A atriz e ativista Sacheen Littlefeather, que causou furor ao discursar contra a representação indígena de Hollywood no Oscar de 1973, morreu no domingo (2/10) aos 75 anos, na cidade de Novato, no norte da Califórnia, cercada por seus entes queridos. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que se reconciliou com Littlefeather em junho e organizou uma celebração em sua homenagem há apenas duas semanas, revelou a notícia em suas mídias sociais durante a noite. Littlefeather divulgou em 2018 que havia sido diagnosticada com câncer de mama em estágio 4, com metástase. Em seus últimos meses de vida ela recebeu um pedido formal de desculpas da Academia pela maneira como a tratou em 1973, quando ela subiu ao palco como representante enviado por Marlon Branco para receber o Oscar que ele ganhou pelo trabalho em “O Poderoso Chefão” (1972). Na ocasião, Littlefeather leu uma mensagem de Brando na qual criticava, entre outras coisas, os estereótipos nativos americanos perpetuados pela indústria do entretenimento. “Quando vocês nos estereotipam, vocês nos desumanizam”, ela apontou, sob uma mistura sonora de vaias e aplausos. Naquele momento, John Wayne, que estava nos bastidores, precisou ser seguro por seis seguranças para não invadir o palco e comprar briga com a jovem indígena. Ninguém estava preparado para o que aconteceu. Foi o primeiro discurso político num Oscar – e a única vez que o troféu foi recusado por seu vencedor. A surpresa causou indignação e foi considerado uma brincadeira de mau gosto na época. De fato, durante muito tempo, o feito foi reduzido a uma pegadinha de Marlon Brando. O desdém foi potencializado quando veio à tona que Sacheen Littlefeather era uma atriz. De fato, Sacheen Littlefeather era uma atriz. Mas uma atriz apache legítima, que atuou em “O Julgamento de Billy Jack” e “A Volta dos Bravos”, mas após seu discurso histórico perdeu o registro do sindicato e precisou abandonar a profissão. Em 2022, a Academia admitiu que o discurso levou Littlefeather a ser “boicotada profissionalmente, pessoalmente atacada, assediada e discriminada pelos últimos 50 anos”. A própria Littlefeather já havia afirmado isso em um documentário curta-metragem intitulado “Sacheen”, que foi lançado em 2019. No curta, ela disse que até Brando a abandonou após a repercussão negativa. Além disso, a polêmica a colocou na lista negra de Hollywood e, consequentemente, ela não conseguiu mais nenhum trabalho como atriz. Já envolvida com ativismo político, ela passou então a se dedicar de vez às causas indígenas, mas se voltou à questão da saúde. Formada em saúde holística pela Universidade de Antioch com especialização em medicina nativa americana, ela passou a escrever uma coluna de saúde para o jornal da tribo Kiowa em Oklahoma, deu aulas no programa de medicina tradicional indígena no Hospital St. Mary em Tucson, Arizona, e trabalhou com Madre Teresa para ajudar pacientes com AIDS na área da baía de San Francisco, posteriormente tornando-se membro do conselho fundador do Instituto Indígena-Americano de AIDS de San Francisco. Littlefeather também continuou seu envolvimento com as artes, fundando uma organização nacional de atores indígenas no início dos anos 1980 e continuando a ser uma defensora da inclusão dos nativos americanos em Hollywood, para que atores brancos não fossem escalados – e pintados de “redface” – em papéis indígenas. Seu discurso por inclusão e representatividade hoje é considerado um marco histórico, precursor de uma reviravolta completa em Hollywood. Num reconhecimento tardio, a Academia resolveu lhe pedir desculpas por meio de uma carta assinada por seu presidente, David Rubin, e enviada em junho passado, e convidá-la participar de uma atividade do Museu do Cinema, com direito a uma programação totalmente desenvolvida por ela, que aconteceu em 17 de setembro. “Em relação ao pedido de desculpas da Academia para mim, nós indígenas somos pessoas muito pacientes – faz apenas 50 anos! Precisamos manter nosso senso de humor sobre isso o tempo todo. É o nosso método de sobrevivência”, ela disse, por meio de um comunicado à imprensa. Duas semanas antes de sua morte, ela participou de um evento da Academia pela segunda vez em sua vida, na comemoração do museu em sua homenagem. Na ocasião, deixou claro que sabia que seu fim era iminente. “Em breve, estarei cruzando para o mundo espiritual”, ela comentou. “Estou aqui para aceitar esse pedido de desculpas, não por mim mesma, mas por todas as nossas nações que também precisam ouvir e merecem este pedido de desculpas. Olhem para o nosso povo. Olhem uns para os outros e tenham orgulho de sermos sobreviventes, todos nós. Por favor, quando eu me for, lembrem-se que, sempre que defenderem sua verdade, vocês manterão minha voz e as vozes de nossas nações e nosso povo vivas”, completou, sob aplausos. Leia abaixo a íntegra do pedido de desculpas da Academia à atriz. “Cara Sacheen Littlefeather, Escrevo para você hoje uma carta que devo há muito tempo em nome da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com humilde reconhecimento de sua experiência no 45º Oscar. Quando você subiu no palco em 1973 para não aceitar o Oscar em nome de Marlon Brando, mencionando a deturpação e maus-tratos dos nativos americanos pela indústria cinematográfica, você fez uma declaração poderosa que continua a nos lembrar da necessidade de respeito e a importância da dignidade humana. O abuso que você sofreu por causa dessa declaração foi descabido e injustificado. A carga emocional que você viveu e o custo para sua própria carreira em nossa indústria são irreparáveis. Por muito tempo, a coragem que você demonstrou não foi reconhecida. Por isso, oferecemos nossas mais profundas desculpas e nossa sincera admiração. Não podemos realizar a missão da Academia de ‘inspirar a imaginação e conectar o mundo através do cinema’ sem o compromisso de facilitar a mais ampla representação e inclusão que reflita nossa diversificada população global. Hoje, quase 50 anos depois, e com a orientação da Academy’s Indigenous Alliance, estamos firmes em nosso compromisso de garantir que as vozes indígenas – os contadores de histórias originais – sejam contribuintes visíveis e respeitados para a comunidade cinematográfica global. Dedicamo-nos a promover uma indústria mais inclusiva e respeitosa que alavanque um equilíbrio entre arte e ativismo para ser uma força motriz para o progresso. Esperamos que você receba esta carta com espírito de reconciliação e como reconhecimento de seu papel essencial em nossa jornada como organização. Você está para sempre respeitosamente enraizado em nossa história. Com calorosas saudações, David Rubin Presidente, Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”.
Paparazzi cria confusão com Margot Robbie e Cara Delevingne na Argentina
As atrizes Margot Robbie e Cara Delevingne se envolveram em uma confusão na Argentina neste domingo (2/10). Após a intromissão de um paparazzi, que quase causou um acidente com Robbie, seus supostas seguranças foram acusados de agredir o fotógrafo. No relato publicado pelo site americano TMZ, as duas estrelas estavam comendo em Buenos Aires quando, ao saírem de um restaurante e se dirigirem a um Uber, foram abordadas rapidamente por um paparazzi que começou a tirar diversas fotos. Segundo a página, o fotógrafo assustou o motorista, que partiu – com Delevingne sentada no carro e Robbie ainda entrando, com meio corpo para fora. O TMZ aponta que Margot pulou do carro para evitar se machucar, mas o paparazzi continuou a fotografá-la. Dois amigos da atriz se aproximaram para ajudar, e neste ponto o fotógrafo Pedro Alberto Orquera alega que eles o espancaram. À polícia de Buenos Aires, ele acusa os homens de serem seguranças dela. Segundo a apuração do TMZ, os dois homens não são seguranças das atrizes e eram apenas amigos pessoais que se assustaram quando viram que Robbie podia ter se machucado feio. O fotógrafo quebrou o braço e foi hospitalizado após confusão e os homens, identificados pelo TMZ como Jac Rhis Hopkins e Josei Mac Namara Callum, foram detidos pelas autoridades argentinas. Embora Margot Robbie faça parte do elenco de “Amsterdam”, que estreia nesta semana nos cinemas, a atriz não viajou à trabalho para a Argentina. Trata-se de um passeio de lazer com a amiga Cara Delevingne.
As 10 melhores séries de setembro
Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os campeões das maratonas de sofá conseguem acompanhar o ritmo do mercado. A seleção abaixo é um lembrete para reforçar produções que merecem mais atenção entre a enxurrada de títulos recentes. Um detalhe interessante na seleção é a quantidade de séries épicas e grandiosas foram lançadas em setembro, com muitos efeitos visuais e/ou reconstituições apuradas de época – sejam passadas numa galáxia muito distante ou no Império Romano. Confira abaixo o Top 10 com os trailers de cada destaque. | STAR WARS: ANDOR | DISNEY+ A mais madura e melhor das séries “Star Wars” registra um clima intenso de suspense de espionagem, mais até do que de aventura espacial, e o mérito é do roteiro envolvente de Tony Gilroy, que escreveu “Rogue One”, filme que introduziu o personagem Cassian Andor, e também assinou a franquia de Jason Bourne. A trama é um prólogo que resgata três personagens de “Rogue One” (2016), que também foi o melhor filme de “Star Wars” desde a trilogia original. Além do personagem-título, vivido por Diego Luna, há a líder da resistência Mon Mothma, interpretada por Genevive O’Reilly, e o rebelde Saw Gerrera, vivido por Forest Whitaker. Juntos, eles representam a semente da rebelião contra o Império, após o colapso da República no filme “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O início da formação da Aliança Rebelde tem direção de Toby Haynes, que assinou o episódio “USS Callister”, de “Black Mirror”, vencedor do Emmy em 2018. E o elenco também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e Alex Lawther (“The End of the F***ing World”). | O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DO PODER | AMAZON PRIME VIDEO A série mais cara da história da televisão, que teria custado mais de US$ 750 milhões – fala-se em US$ 1 bilhão – para ser produzida, é um espetáculo visual deslumbrante, que combina locações de tirar o fôlego na Nova Zelândia com efeitos de computação impressionantes para materializar uma fantasia tão envolvente quanto os filmes de Peter Jackson. A trama inédita, concebida pela dupla Patrick McKay e J.D. Payne (de “Star Trek: Discovery”), acompanha um grupo de personagens, novos e familiares, que precisam se unir para confrontar o ressurgimento do mal na Terra Média. Liderando os personagens está a jovem Galadriel (Morfydd Clark), que ao pressentir o perigo inicia uma jornada que apresenta a forja dos Anéis de Poder, o surgimento de Sauron e a aliança entre homens e elfos. Os dois primeiros episódios, dirigidos por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), mapeiam os diferentes povoados, incluindo vilas de anões e pés-peludos, para explicar quem são os novos personagens e suas motivações. Cada núcleo tem seus próprios dramas, conflitos e aventuras, que precisam entrar em rota de convergência. São pelo menos 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Com uma narrativa de fôlego, materializada com o que existe de mais avançado em efeitos, e uma equipe técnica de dar inveja em muito blockbuster, o resultado é uma fotografia, figurino e cenografia para vencer tudo no Emmy 2023. É realmente o maior épico já feito para a telinha. Mas não veja na telinha. Veja na maior Smart TV possível. | THE OLD MAN | STAR+ A primeira série da carreira de Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), é baseada no livro homônimo de Thomas Perry e traz Bridges como o velho do título, um ex-agente da CIA chamado Dan Chase, aposentado e em reclusão há décadas, que precisa desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. Obrigado a encarar seu passado e seus erros, ele sai de seu esconderijo para ajustar contas contra aqueles que sabem o que ele fez e que tentam matá-lo. Elogiadíssima, a série estreou com 96% de aprovação da crítica nos EUA, na média do Rotten Tomatoes. A equipe fantástica da produção inclui o diretor Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), os roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg (cocriadores da ótima série de piratas “Black Sails”), e um elenco formado por feras como Bridges, John Lithgow (vencedor do Emmy por “The Crown” e “Dexter”), Amy Brenneman (indicada ao Emmy por “Judging Amy”), Faran Tahir (“Homem de Ferro”) e Alia Shawkat (“Search Party”). Vale lembrar que, antes das gravações, o ator enfrentou um tratamento contra o câncer e durante a produção ainda ficou mal ao pegar covid-19. Mas isso não o impediu de gravar seu trabalho com mais cenas de ação, repleto de tiroteios, colisões de carros e violência ao estilo dos thrillers tradicionais de Liam Neeson. | THE HANDMAID’S TALE 5 | PARAMOUNT+ Baseada no livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a série mostra um futuro distópico, onde a extrema direita assume o poder e cria um governo, Gilead, que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. Mas June (Elisabeth Moss), uma mulher aprisionada e usada como “aia” por um dos líderes do governo para se reproduzir, inicia uma rebelião que ameaça a estabilidade do patriarcado. A 5ª temporada da série premiada explora o acirramento da rivalidade entre June e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes). Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar de vez o governo extremista. Só que ela também se torna alvo da vingança dos fundamentalistas. A série foi recentemente renovada para sua 6ª temporada, que também será a última. | COBRA KAI 5 | NETFLIX A 5ª temporada mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para tornar seu estilo impiedoso de artes marciais ainda mais dominante. A trama também traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. E mesmo diante do inimigo comum, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem sequer fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme. | THE SERPENT QUEEN | LIONSGATE+ A nova minissérie de Rainhas históricas da Lionsgate+ (ex-Starzplay) traz Samantha Morton, que reinou entre os mortos-vivos como Alpha na série “The Walking Dead”, no papel de Catarina de Médici, uma das mulheres mais influentes – e cruéis – que já usou uma coroa. Casando-se ainda adolescente na corte francesa do século 16, ela logo perde a inocência e, com sua inteligência e determinação, domina o esporte sangrento que é a monarquia melhor do que ninguém, governando a França por 50 anos. “The Serpent Queen” foi desenvolvida pelo roteirista Justin Haythe (“Operação Red Sparrow”), tem direção de Stacie Passon (“Os Segredos do Castelo”) e conta com produção do cineasta Francis Lawrence (da franquia “Jogos Vorazes”). | DOMINA | HBO MAX Quem gosta de épicos históricos precisa acompanhar a série britânica, gravada na Itália, sobre Livia Drusilla, a primeira Imperatriz de Roma. E o bom da produção original da Sky chegar pela HBO Max é que ela pode ser encarada como sequência dos eventos da premiada série “Roma” (2005–2007), da HBO. Criada e escrita por Simon Burke (“Fortitude”) e dirigida pela cineasta australiana Claire McCarthy (“Ophelia”), a história segue o percurso de Livia, dos tempos de jovem ingênua que vê o seu mundo desmoronar após o assassinato de Júlio César, até seu segundo casamento com o sobrinho de César, Caio Otávio – que vai à guerra contra Marco Antônio para inaugurar o Império Romano – , impulsionada por um desejo profundo de vingar a família e assegurar o poder para seus filhos. O elenco central destaca a polonesa Kasia Smutniak (“Devils”) como Livia e o inglês Matthew McNulty (“The Terror”) como Caio, mais conhecido como o futuro imperador Otávio Augusto. O elenco também inclui Liam Cunningham (“Game Of Thrones”), Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), Christine Bottomley (“The End of the F***ing World”), Colette Tchantcho (“The Witcher”), Ben Batt (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Enzo Cilenti (“Free Fire”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”). Detalhe: já está renovada para a 2ª temporada. | DAHMER: UM CANIBAL AMERICANO | NETFLIX A minissérie sobre os crimes do serial killer canibal Jeffrey Dahmer é uma espécie de reprise temática de “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story”. Ambas são produzidas por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”), têm a mesma estrutura narrativa e moral da história. Na atração exibida em 2018, um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Na nova produção, o racismo é o componente primordial para a impunidade do Dahmer durar décadas. Baseada na história real do psicopata, a série mostra como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. O elenco destaca Evan Peters (“American Horror Story”) como Dahmer e Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). | PISTOL | STAR+ A minissérie sobre a banda Sex Pistols tem direção de Danny Boyle (“Trainspotting”) e faz uma recriação detalhista da época do nascimento do punk rock. Mas divide opiniões por ser baseada em “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones, que acaba dando mais destaque para o guitarrista que o incendiário empresário Malcolm McLaren e o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), verdadeiros mentores da banda. A trama destaca a trupe punk original, que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood (então namorada de McClaren), e recria shows históricos e lendas conhecidas, como a substituição do baixista Glen Matlock por Sid Vicious, que não sabia tocar seu instrumento. O roteiro é assinado por Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce (responsável por outra obra deste período: o filme “A Festa Nunca Termina”), e o elenco inclui Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Paul Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock, Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious, Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como McLaren e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. | ROTA 66 – A POLÍCIA QUE MATA | GLOBOPLAY A trama de “true crime”...
“Arcanjo Renegado” confirma 4ª temporada e filme derivado
A Globoplay confirmou a 4ª temporada de “Arcanjo Renegado”, uma das séries mais vistas da plataforma. O criador da produção, José Junior (fundador do AfroReggae e autor também de “A Divisão”), vai começar a desenvolvê-la em janeiro. O detalhe é que a 3ª temporada ainda não começou a ser gravada. Já escrita, só começará a ser rodada em março no Rio de Janeiro. Ela deve voltar a contar com a cantora Ludmilla, que estreou na 2ª temporada como a policial Diana. Além disso, a produção também vai render um longa derivado, que mostrará o período em que o protagonista, Mikhael (Marcello Melo Jr.), ficou fora do Brasil e se juntou a um grupo paramilitar – situação que aconteceu entre a 1ª e a 2ª temporada. Os trabalhos de desenvolvimento deste roteiro terão início em abril. A Globoplay também está apostando forte em outra produção assinada por José Junior para a Globoplay: a série “Veronika”, sobre uma advogada negra e moradora de uma favela que se envolve com o crime organizado. As gravações serão em janeiro, no Morro de São Carlos, no centro do Rio, com direção geral de Silvio Guindane e Vera Egito. Veja abaixo o trailer da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, disponibilizada no final de agosto na Globoplay.
Criadora de “The Vampire Diaries” revela câncer
A produtora e roteirista de séries Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries” e dos derivados “The Originals” e “Legacies”, revelou ter enfrentado recentemente um tumor cancerígeno em um dos rins. Ela falou pela primeira vez sobre a doença durante participação no evento beneficente Barbara Berlanti Heroes Gala, na noite de sábado (1/10), onde foi uma das homenageadas. Plec aproveitou o discurso de agradecimento para fazer a revelação, contando que descobriu a doença em 2020. Um dermatologista diagnosticou algumas manchas vermelhas em seu rosto como pré-cancerígenas. Um exame completo revelou um tumor localizado no rim, que ela precisou remover. Segundo a revista People, que cobriu o evento, a produtora contou não ter sentido dores ou sintomas, e comparou a rápida detecção do tumor a ter sido “atingida por um raio, mas no bom sentido”. Depois disso, ela doou US$ 100 mil a um instituto que ajuda pessoas com câncer. Atualmente, Plec é produtora executiva da série “Academia de Vampiros”, exibida nos Estados Unidos pelo canal de streaming Peacock, e prepara várias outras produções. A mais adiantada é “The Girl on the Bus”, comédia política estrelada por Melissa Benoist (“Supergirl”), que será lançada na Netflix.
Atriz de “The Walking Dead” avisa brasileiros da volta da série
A plataforma Star+ divulgou nas redes sociais um vídeo com a atriz porto-riquenha Paola Lázaro para avisar que a série “The Walking Dead” está de volta neste domingo (2/10). Falando em portunhol, a intérprete de Juanita “Princesa” Sanchez lembra que os novos episódios são os derradeiros e promete que “o melhor ainda está por vir”. A estreia nacional da 3ª e última parte da 11ª temporada acontece na mesma data da exibição na TV dos EUA. Após este domingo, a Star+ vai seguir exibindo os capítulos finais da série em regime semanal – sempre aos domingos – , até encerrar a longeva série de zumbis. Graças ao trailer exibido durante a Comic-Con Internacional, a expectativa para a trama da reta final é de uma guerra total entre os sobreviventes de Alexandria e as tropas da Governadora Pamela Milton, além da invasão de uma horda de zumbis na comunidade até então protegida do Império (Commonwealth, no original). Apesar da 11ª temporada marcar o fim de “The Walking Dead”, o universo criado pela série vai continuar em “Fear the Walking Dead” e em vários spin-offs novos, centrados em Maggie, Negan, Daryl e até em Rick e Michonne. Princesa, vamos sentir sua falta 😢 #TheWalkingDead, últimos episódios. Estreia em 2 de outubro, só no #StarPlusBR. pic.twitter.com/F3nIvOTQ1O — Star+ Brasil (@StarPlusBR) September 30, 2022
Bruna Marquezine responde Michelle Bolsonaro: “Me ofendeu publicamente”
Bruna Marquezine se pronunciou nos Stories de seu Instagram sobre o ataque gratuito que recebeu de Michelle Bolsonaro. A Primeira Dama resolveu se manifestar sobre a roupa que a atriz usou no desfile da coleção de verão 2023 da Burberry, em Londres, na Inglaterra. “A pessoa gosta de ser feia e vulgar”, disparou a esposa de Jair Bolsonaro. Nos Stories, Bruna postou um print do comentário de Michelle e escreveu: “A mulher de Deus, que tenta de todos os jeitos fazer outras mulheres acreditarem que ela, seu marido e o governo dele não são extremamente machistas, fez uma crítica à minha aparência e me ofendeu publicamente sem motivo algum nos comentários de uma página aqui no Instagram”. Na sequência, a atriz voltou a publicar notícias sobre a investigação da Polícia Federal (PF) de transações no gabinete de Jair Bolsonaro. “O que foi noticiado poucas horas antes”, escreveu Bruna. Ela ainda compartilhou um comentário de um bolsonarista, que dizia duvidar que a primeira-dama teria feito o comentário ofensivo por ser “uma mulher classuda”. “E essa é a tal narrativa que os eleitores do Bolsonaro sempre escolhem acreditar. Sempre a negação. Tudo é fake news. Tudo que fortalece e reafirma o discurso absurdo dele, é claro”, escreveu a artista. “Meu sonho de princesa é ter um presidente e uma primeira-dama que não desrespeitem os cidadãos. É pedir muito?”, finalizou Bruna Marquezine, acrescentando a hashtag “Faz o L”, em uma referência ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. A atriz chegou ao Brasil na noite de sábado (1/10) para exercer seu direito ao voto. Ainda no aeroporto, “fez o L” com os dedos. A preferência política de Marquezine, inclusive, fez seu nome entrar nos tópicos mais comentados desta semana quando seu ex-namorado, o jogador de futebol Neymar Jr., declarou voto em Bolsonaro. A maioria comemorou o fim do casal Brumar. “Livramento”, disse um usuário.
Daniel de Oliveira homenageia Éder Jofre, morto aos 86 anos
O ídolo brasileiro do boxe Éder Jofre morreu neste domingo (2/10) após perder sua última luta aos 86 anos. Ele estava internado desde março com pneumonia e sofreu uma sepse urinária e uma insuficiência renal aguda. Tricampeão mundial dos pesos-pena e galo e integrante do Hall da Fama do boxe, o Galo de Ouro teve sua vida retratada no filme “10 Segundos pra Vencer”, de 2018. E seu intérprete, Daniel de Oliveira, celebrou ter conhecido o lutador e ter podido contar sua história no cinema. “Éder Jofre, o nosso Galo de Ouro nos deixou. Ficarei com saudade, mestre”, ele escreveu em uma postagem em que compartilhou fotos com o atleta, na época da produção. “Você foi brilhante. Lutou levando o nome do Brasil no peito. Foi três vezes Campeão Mundial de Boxe. Seu legado será eterno”, declarou. “Tive orgulho em levar sua história pro cinema. ’10 Segundos pra Vencer’ é nosso. Meus sentimentos aos familiares (que tanto amo também)”, completou o artista. O filme protagonizado por Oliveira mostra a infância difícil do lutador no bairro do Peruche, em São Paulo, e conta a trajetória do boxeador até se consagrar como campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos. Éder Jofre foi campeão mundial da categoria peso galo entre 1960 e 1965. Em 1973, o atleta conseguiu o título mundial como peso pena. Ele foi o primeiro brasileiro a deter um cinturão de relevância mundial no boxe e entrou para o Hall da Fama do Boxe da Costa Oeste dos Estados Unidos em 2021. Além do drama “10 Segundos pra Vencer”, dirigido por José Alvarenga Jr., ele também teve sua vida retratada no documentário “Quebrando a Cara” (1986), do mestre Ugo Giorgetti. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniel de Oliveira (@danieldeoliveiramor)
Terror “Sorria” estreia em 1º lugar nos EUA
O novo filme de terror “Sorria” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá, com US$ 22 milhões em 3.645 cinemas. Impulsionado por críticas positivas – 75% de aprovação no Rotten Tomatoes – fez sucesso em todo o mundo, levando seu faturamento global a US$ 36,5 milhões. Como foi orçado em apenas US$ 17 milhões, o filme de estreia do diretor Parker Finn, que também foi lançado no Brasil na quinta passada (29/9), deve ser totalmente pago na segunda semana de exibição. A trama de “Sorria” acompanha uma terapeuta (Sosie Bacon, a filha de Kevin Bacon) amaldiçoada após testemunhar o suicídio de uma paciente, que dizia não suportar mais ver sorrisos horripilantes nas pessoas ao seu redor. Quando a própria médica começa a ver os sorrisos distorcidos, descobre que outros que tiveram as mesmas visões morreram após uma semana. O chefe de distribuição doméstica da Paramount chegou a elogiar o diretor, além do departamento de marketing por uma campanha viral – pessoas sorrindo como no filme foram plantadas no público de jogos de beisebol e ganharam closes durante as transmissões de TV. “É difícil abrir um conteúdo original neste mercado. Mas criamos uma mística em torno de ‘Sorria’ e fizemos uma campanha inteligente”, disse Chris Aronson em comunicado. “Este é um começo muito bom para a Parker Finn. Há um estilo neste filme que é sagaz e inteligente.” Em 2º lugar, “Não se Preocupe Querida” teve uma queda de 62% de arrecadação em seu segundo fim de semana em cartaz. Faturou US$ 7,3 milhões entre sexta e domingo (2/10) e um total de US$ 32,8 milhões em 10 dias na América do Norte. Em todo o mundo, chegou a US$ 54,7 milhões. “A Mulher Rei” ficou em 3º lugar com US$ 7 milhões – uma queda de apenas 36% – em seu terceiro fim de semana para uma receita doméstica total de quase US$ 47 milhões. Mas seu apelo é bem menor no mercado internacional, onde rendeu apenas US$ 3 milhões. A grande decepção ficou por conta da estreia de “Mais que Amigos, Friends” (“tradução” nacional de “Bros”), a primeira comédia romântica gay assumida de um grande estúdio de Hollywood. Mesmo agradando ao público (nota A no CinemaScore) e a crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme da Universal estrelado por Billy Eichner (“American Horror Tory”) e Luke Macfarlane (“Killjoys”) ficou em 4º lugar com somente US$ 4,8 milhões em 3.350 cinemas. A maior parte da bilheteria veio de metrópoles com cena gays vibrantes, como Nova York, São Francisco e Los Angeles, mas a produção foi rejeitada em redutos conservadores – basicamente, a maior parte do sul dos EUA. A estreia de “Mais que Amigos, Friends” vai acontecer na quinta-feira (5/10) no Brasil. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | SORRIA | 2 | NÃO SE PREOUCUPE, QUERIDA | 3 | A MULHER REI | 4 | MAIS QUE AMIGOS, FRIENDS | 5 | AVATAR |
Jon Cryer vai voltar a estrelar série de comédia após “Dois Homens e Meio”
O ator Jon Cryer vai voltar a estrelar uma série de comédia, sete anos depois do fim de “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men). A rede NBC encomendou uma sitcom ainda sem título que o trará como um pai de família em meio a um divórcio. Além de estrelar, Cryer vai produzir a série, criada pelo ator Mike O’Malley (que faz parte do elenco de “Expresso do Amanhã”). A produção é a segunda série criada por O’Malley, que anteriormente desenvolveu o drama de basquetebol “Survivor’s Remorse” (2014–2017). Na trama, os personagens de Cryer e Abigail Spencer (“Grey’s Anatomy”) decidem continuar criando os filhos juntos após o divórcio, alternando-se na casa da família. Mas a situação se complica quando um novo pretendente, vivido por Donald Faison (“Scrubs”), surge na vida da personagem de Spencer. Cryer ganhou dois Emmys durante seu tempo em “Dois Homens e Meio” e mais recentemente interpretou o vilão Lex Luthor na série “Supergirl”, encerrada em 2021.
Kevin Costner vira governador no trailer de “Yellowstone 5”
A Paramount+ divulgou o trailer legendado da 5ª temporada de “Yellowstone”, uma das séries mais vistas da TV paga dos EUA. A prévia começa com John Dutton, personagem de Kevin Costner, sendo empossado como Governador de Montana e dá uma mostra do caos que acompanha sua ascensão política. Marcada para 13 de novembro nos EUA, a estreia dos novos capítulos é aguardada com grande expectativa, após o final da 4ª temporada, exibido em 2 de janeiro, ser assistido por 15 milhões de espectadores. Além de ser a primeira série semanal estrelada por Kevin Costner, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção de alguns episódios da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco de “Yellowstone”. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Ian Bohen (“Teen Wolf”) além de Danny Huston (“Mulher-Maravilha”) nas duas primeiras temporadas e Josh Holloway (das séries “Colony” e “Lost”) na 3ª temporada. O sucesso é tanto que “Yellowstone” deu origem a um universo com dois prólogos: a série western “1883”, lançado em dezembro exclusivamente na plataforma Paramount+, e a vindoura “1923”, passada durante a era dos gângsteres, que estreia em dezembro deste ano com um elenco encabeçado por Harrison Ford (o Indiana Jones) e Helen Mirren (“A Rainha”). No Brasil, “Yellowstone” é disponibilizada com exclusividade na Paramount+, que, apesar de ter disponibilizado o trailer legendado, não informou a data de estreia nacional.












