Netflix cancela “Fate: A Saga Winx”
A Netflix cancelou “Fate: A Saga Winx” após um mês e meio de lançamento da 2ª temporada. A adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx” foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”), que se pronunciou sobre o cancelamento em seu Instagram. “Essa não é uma notícia divertida de compartilhar, mas a Netflix decidiu não fazer uma 3ª temporada de Fate: A Saga Winx. Isso é especialmente difícil, porque eu sei o quanto vocês gostaram da 2ª temporada. É algo de partir o coração”. O produtor completa afirmando que tem orgulho de todos que trabalharam na série. “Foram quatro anos incríveis, espero vê-los novamente no futuro”, encerrou. O cancelamento aconteceu após a série não atingir a meta de ocupar o 1º lugar no serviço de streaming. A 2ª temporada da série ficou cinco semanas no Top 10 da Netflix, mas nunca chegou no 1º lugar. A trama acompanhava a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. O elenco destacava Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Eliot Salt (“Normal People”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”).
Princesa de “Encantada” vira Rainha Má no trailer da continuação
A Disney divulgou o novo trailer de “Desencantada”, a aguardada sequência de “Encantada” (2007), que volta a trazer Amy Adams no papel da Princesa Giselle. Só que algo dá muito errado – ou muito certo – quando ela faz um desejo num poço mágico, querendo que sua vida volte a ser um conto de fadas. Para quem não lembra, a comédia original foi uma sátira certeira, divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da própria Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Giselle perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas é salva ao se apaixonar por um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, mas não exatamente para sempre, pois sua mudança para uma casa nova nos subúrbios se prova trágica. Decepcionada com sua nova vida, Giselle deseja que tudo se torne mágico como no reino encantado. E graças a um presente do Príncipe Encantado, o desejo se materializa, causando mudanças para todos. Isto inclui seu papel como madrasta da filha adolescente do personagem de Dempsey, detalhe que a transforma, como numa típica fábula da Disney, numa Rainha Má. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que foi roteirizado por J. David Stem e David N. Weiss (dupla da versão live-action de “Os Smurfs” e sua continuação). E o elenco ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”). A estreia está marcada para 24 de novembro na plataforma Disney+.
Ator de “Riverdale” será candidato à presidência em série da HBO Max
O ator Mark Consuelos, que viveu o vilão Hiram Lodge em “Riverdale”, vai viver um candidato à eleição presidencial na vindoura série “The Girls from the Bus”, da HBO Max. A série é uma adaptação do livro “Chasing Hillary”, originalmente escrito por Amy Chozick sobre a cobertura da campanha derrotada de Hillary Clinton para presidente. A atração desenvolvida por Julie Plec (“Legacies”) e a própria Chozick vai reinventar a premissa como uma trama de ficção e mudar vários detalhes. A trama será centrada em quatro jornalistas que cobrem uma eleição presidencial acompanhando diferentes candidatos. Elas se cruzam, desenvolvem amizades, encontram amores, mas também tropeçam num escândalo tão grande que pode acabar com a democracia dos EUA. Consuelo será um dos candidatos, um ator famoso que resolve se candidatar à presidente. Já as jornalistas serão vividas por Melissa Benoist (“Supergirl”), Carla Gugino (“A Maldição da Residência Hill”), Natasha Behnam (“Mayans M.C.”) e Christina Elmore (“Insecure”). O elenco também inclui Scott Foley (“Whiskey Cavalier”), Griffin Dunne (“This Is Us”), Brandon Scott (“Disque Amiga para Matar”), Leslie Fray (“Reacher”), Becky Ann Baker (“The Resort”), Tala Ashe (“Legends of Tomorrow”) e Richard Bekins (“The Sinner”). Produção da Warner Bros. Television , “The Girls from the Bus” está sendo desenvolvida desde 2019. Originalmente, seria lançada pela Netflix. Mas a plataforma cancelou o negócio silenciosamente durante a quarentena da pandemia em 2020. O drama tinha um compromisso de produção e estava começando a definir seu cronograma quando a pandemia começou, sendo descartado como parte das mudanças implementadas por mudanças internas na Netflix. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que o pano de fundo político da série também teria pesado na decisão. Ao ver a produção livre no mercado, a rede The CW pulou no negócio em setembro do ano passado, pensando em rejuvenescer os personagens para reimaginar a série focada num público mais jovem, apesar do fato de que quase uma temporada inteira de roteiros já tinha sido escrita para a Netflix. Vendo o problema, a WBTV procurou conversar com os colegas da HBO Max, que se interessaram, mudando o rumo da produção. Assim, a série voltou a virar um drama adulto para a própria plataforma da Warner. Ainda não há previsão de estreia.
Lázaro Ramos anuncia final das filmagens de “Ó Paí, Ó 2”
O astro Lázaro Ramos publicou um vídeo no Instagram para comemorar o final das filmagens de “Ó Paí, Ó 2”, sequência do filme de 2007, de Monique Gardenberg. O vídeo mostra bastidores da produção e seu elenco, que também conta com Érico Brás, Dira Paes e outros. Ramos dá vida mais uma vez ao cantor Roque, morador do Pelourinho que vai à luta para defender sua comunidade e a cultura baiana, enquanto Brás interpreta Reginaldo, um taxista que sempre dá um jeitinho de se enfiar nos planos do amigo. Já Dira Paes viveu Psilene no longa-metragem de 2007. Considerado um sucesso de cinema, o filme deu origem a uma série, que foi ao ar na rede Globo em duas temporadas, entre 2008 e 2009. A direção da continuação é de Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos)
Continuação de “Evil Dead” revela sua primeira imagem
O ator Bruce Campbell, astro e produtor da franquia “Evil Dead”, divulgou a primeira foto do novo filme da saga de terror, conhecida no Brasil como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”. Para marcar este dia de Halloween (31/10), ele publicou em seu Twitter uma imagem demoníaca da atriz Alyssa Sutherland (“Vikings”) em meio a muito sangue, informando ainda que o filme chega aos cinemas dos EUA em 21 de abril de 2023. Rodado na Nova Zelândia, “Evil Dead Rise” será o segundo longa do diretor irlandês Lee Cronin, selecionado pessoalmente por Sam Raimi, produtor e criador da franquia, após sua estreia com o terror “The Hole in the Ground” – premiado em 2019 no Fant, festival de cinema fantástico de Bilbao, na Espanha, e com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Assim como o reboot “A Morte do Demônio” (Evil Dead), de 2013, a produção não contará com o personagem Ash, vivido por Bruce Campbell. O ator tinha resgatado o personagem da trilogia original, iniciada nos anos 1980, na série “Ash vs. Evil Dead”, mas o cancelamento daquela atração aposentou sua serra elétrica. Campbell, porém, é um dos produtores da nova continuação. A trama de “Evil Dead Rise” vai girar em torno de duas irmãs distantes, vividas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan (“Mental”), que decidem reatar após longo afastamento, apenas para ter sua reunião atrapalhada pelo ataque de demônios que as obrigam a lutar pela sobrevivência. Produzido para a plataforma HBO Max, o filme ainda vai inovar em relação à premissa original. Em vez de se passar numa cabana no meio da floresta, desta vez as possessões demoníacas acontecerão numa cidade grande. O lançamento no Brasil está marcado para 20 de abril. Trick or treat, Deadites. Here is the first peek at Evil Dead Rise – in theaters April 21. #EvilDeadRise pic.twitter.com/COq0Uml7uk — Bruce Campbell (@GroovyBruce) October 31, 2022
“Adão Negro” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana
Em meio às eleições, o público nos cinemas brasileiros caiu pela metade em comparação à semana anterior. Ao todo, foram vendidos 769 mil ingressos para uma arrecadação de R$ 15,91 milhões. “Adão Negro” liderou a bilheteria pela segunda semana consecutiva, com R$ 11,34 milhões arrecadados e visto por 571 mil espectadores entre quinta-feira e domingo (30/10), de acordo com dados da consultoria Comscore. O 2º lugar foi uma surpresa: ficou com a transmissão ao vivo do show do Coldplay em Buenos Aires. A banda, que adiou recentemente sua turnê no Brasil, levou mais de 31 mil pessoas aos cinemas, gerando R$ 1,33 milhão de bilheteria. A estreia do terror “Convite Maldito” completou o pódio com pouco mais de R$ 1 milhão, assistido por 54 mil pessoas. 1. “Adão Negro” 2. “Coldplay Live Broadcast from Buenos Aires” 3. “Convite Maldito” 4. “Sorria” 5. “As Aventuras de Tadeo e a Tábua de Esmeralda” 6. “A Mulher Rei” 7. “Halloween Ends” 8. “Amsterdam” 9. “Super Quem?” 10. “Bem-vinda a Quixeramobim”
Mais jornalistas da Jovem Pan são demitidos em “limpa”
A Jovem Pan demitiu diversos jornalistas nesta segunda-feira (31/10), um dia após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Rumores vazados da redação sugerem uma mudança editorial no jornalismo do grupo. Após a Jovem Pan News tornar-se porta-voz da extrema direita no Brasil, o grupo responsável pela emissora estaria recalculando sua rota com a derrota de Jair Bolsonaro. Assim, os nomes do comentarista Guilherme Fiuza, da apresentadora Carla Cecato e do repórter Maicon Mendes, que participou da cobertura das eleições de 2022, juntaram-se aos ilustres dispensados do começo do dia, Augusto Nunes e Caio Coppola. Mas a lista também incluiu Guga Noblat, um dos mais ponderados – e “esquerdista” perdido no elenco da emissora. Noblat deu sua própria versão para sua demissão, sugerindo retaliação da emissora: “Acabo de ser comunicado que estou fora da Jovem Pan por não ter defendido a rádio na história da censura. Estava desde a semana passada afastado e agora é definitivo”, disse nas redes sociais. O jornalista não se juntou aos funcionários da Jovem Pan News que acusaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de realizar censura na programação da emissora por exigir que eles parassem de atacar o então candidato Lula com fake news e dessem o mesmo tratamento dispensado ao incumbente, sempre muito elogiado. A legislação eleitoral exige tratamento isonômico entre candidatos em veículos jornalísticos e Noblat deu razão à lei. Ele ainda retuitou um post de Bob Fernandes que disse: “Os que alardeavam terem sido ‘censurados’, censuram Guga, suspenso da Pan desde quarta-feira. E hoje, segunda-feira, ele foi demitido”. Carla Cecato estava afastada da Jovem Pan desde o início de outubro, quando decidiu se licenciar para participar da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro, e não vai voltar ao grupo. Durante esse período, ela teve sua credibilidade jornalística questionada por virar uma disseminadora de notícias falsas em seu Instagram. Por conta disso, teve posts bloqueados e recebeu um aviso de que seu perfil não era confiável para informações jornalísticas devido a quantidade de vídeos manipulados. Ela apostava em outra carreira, tentando uma vaga como deputada federal, mas não se elegeu. Já Guilherme Fiuza era o mais extremista do grupo dispensado. Seu último tuite antes da demissão insinuava que as eleições foram fraudadas. “Os caminhoneiros não estão parados contra o resultado da eleição. Estão parados porque, como a totalidade da população que vive do seu trabalho, pediram eleições limpas e não foram atendidos. Eleição limpa tem que poder ser auditada e não precisa de censura”, ele escreveu pouco antes de ser sacado. Este post era frontalmente contrário a um editorial publicado pelo grupo na noite de domingo (30/10), para reforçar a lisura das eleições e a defesa da democracia, e indicar que a Jovem Pan “não irá se omitir” caso ocorresse algum golpe. “Com a proclamação do presidente que conduzirá o país pelos próximos quatro anos, renovamos nosso compromisso com o Brasil, com a democracia, com a nossa Constituição cidadã e com os Poderes e Instituições que sustentam a nossa República”, disse o trecho principal do editorial. “Os candidatos que disputaram as eleições deste ano devem ter esse compromisso claro e serem os primeiros — tenham vencido ou não — a manifestar a defesa e a confiança na decisão soberana do povo”. Fiuza e Augusto Nunes também já estavam afastados da emissora, por se recusarem a deixar de chamar Lula de “ex-presidiário”, “condenado” ou “descondenado”, entre outras denominações pejorativas, em descumprimento à orientação do TSE. Junto com eles, também foram afastados pelo mesmo motivo Ana Paula Henkel e Zoe Martínez. Ao voltar ao “Morning Show” nesta segunda (31/10), Zoe chorou com o resultado das eleições. De todos os afastados, Augusto Nunes foi o único que foi saudado com um comunicado padrão, incluindo a desculpa da saída “em comum acordo”, mas com alerta de “cláusula de confidencialidade”. “Em comum acordo, O Grupo Jovem Pan e o jornalista Augusto Nunes entenderam por bem pôr fim à parceria de trabalho que estava vigente há mais de cinco anos, através da empresa do Augusto, Lauda Comunicação Ltda, sem qualquer animosidade ou juízo de valor”, diz o texto. “Os termos e detalhes do deslinde não serão objetos de comentários por conta de o contrato de origem estar acobertado e protegido por cláusula de sigilo e confidencialidade. O Grupo Jovem Pan agradece o jornalista Augusto Nunes e deseja sucesso nas novas fronteiras que ele haverá de desbravar.” Nunes, que chegou a agredir fisicamente outro jornalista, convidado do programa “Pânico” da Jovem Pan, é alvo de alguns processos por calúnia e difamação na Justiça. Não está claro se as demissões acabaram ou se outros nomes da Jovem Pan ainda vão se juntar à lista de futuros YouTubers independentes. Por via das dúvidas, Zoe Martínez lançou seu próprio site nesta segunda para divulgar seus vídeos.
Gizelly Bicalho vai à delegacia por xenofobia e ameaças de bolsonaristas
A ex-BBB e advogada criminalista Gizelly Bicalho fez um queixa por crime de xenofobia, ofensas e ameaças que sofreu de eleitores bolsonaristas no condomínio onde mora em Vitória, no Espírito Santo. Com postagens de fotos em frente à delegacia de polícia, ela contou que foi xingada de “Paraíba” após comemorar a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva no prédio em que mora. “Minha segunda-feira começou na delegacia, mas não foi atuando como advogada. Fui vítima de violência! Ontem, sofri violência no meu condomínio, um casal de senhores me agrediram verbalmente. O motivo? Ser mulher, ser de origem pobre e ser da roça”, ela contou nos stories do Instagram. Gizelly explicou que, enquanto comemorava a eleição de Lula, passou a ser bombardeada de xingamentos. “Um casal de idosos veio na minha direção, o senhor visivelmente ia me bater, me chamou de burra e a senhora me chamou de Paraíba e disse que não tinha lugar para morar”, afirmou. Ainda segundo ela, as agressões só pararam com a chegada de seu namorado, já que o agressor só desistiu de persegui-la quando ele apareceu. A ex-sister revelou que não fez a denúncia somente por ela, mas por todas as mulheres do Brasil. Ela ressaltou que tem orgulho das suas origens, de ter participado do reality show da Globo e dos pais, que mesmo sem estudo lhe deram tudo e lhe permitiram chegar onde chegou. Ela afirmou que espera o posicionamento do condomínio e que solicitou as imagens das câmeras para incluir na ocorrência registrada na delegacia. Para completar, declarou que essa não foi a primeira agressão que sofreu no lugar em que mora. “Essa é a segunda, e a 1ª foi quando saí com uma roupa ousada para ir para o Vital em setembro. Pegaram prints da minha roupa e jogaram no grupo das mulheres do prédio. Me chamaram de put*, vagabunda, prostituta e que os maridos não podiam me ver daquela forma. Deixei passar porque eram mulheres que falaram atrocidades com outra mulher, sendo machistas. Só que agora foi pior”, revelou.
Ator de “Aquaman” será novo herói da Marvel
O ator Yahya Abdul-Mateen II está trocando as adaptações de quadrinhos da DC Comics pelo papel de herói da Marvel. Intérprete do Doutor Manhattan na série “Watchmen” e do vilão Arraia Negra em “Aquaman” e sua vindoura continuação, ele vai viver Wonder Man – conhecido como Magnum na exótica tradução nacional – na primeira série do personagem. O herói não é dos mais famosos, mas possui uma trajetória bastante interessante. Criado em 1964 por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck, Simon Williams (a identidade de Magnum) surgiu como capanga do Barão Zemo. Ele era filho e herdeiro do industrial Sanford Williams e se sentia prejudicado nos negócios diante da competição com as Indústrias Stark, de Tony Stark. Usando experiências com armamento iônico de suas fábricas, conseguiu ganhar superforça e virou brevemente um supervilão, mas foi reconfigurado nos anos 1970 como herói (e um dos Vingadores), até passar a usar seus poderes para trabalhar como dublê e astro de filmes de ação de Hollywood. Enquanto estava nos Vingadores, o personagem também desenvolveu fortes laços com Visão e Wanda, a Feiticeira Escarlate. Histórias chegaram a sugerir que Magnum e Visão era praticamente irmãos. Ele ainda desenvolveu sentimentos por Wanda, depois que o Visão foi desmantelado. Ainda não está claro qual fase do personagem a série da Disney+ vai abordar, mas uma alteração já está evidente: Simon Williams é branco nos quadrinhos. Por sinal, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chegou a filmar – e posteriormente descartar – uma cena passada num cinema que incluía pôsteres de filmes de Simon Williams, ilustrados pelo rosto do ator Nathan Fillion (“Castle”, “The Rookie”). Fillion acabou encarnando o personagem apenas como dublador, na série animada “M.O.D.O.K” – que não faz parte oficialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Produzida por Destin Daniel Cretton (diretor de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), “Wonder Man” (título original) também contará com participação de Ben Kingsley no papel de Trevor Slattery, personagem introduzido em “Homem de Ferro 3” (2013) e visto pela última vez no filme de Shang-Chi. A série ainda não tem previsão de estreia.
Cássia Kis rebate Globo por falas homofóbicas: “Problema meu”
A atriz Cassia Kis decidiu se manifestar sobre as acusações de homofobia que vem recebendo por falas preconceituosas numa live com Leda Nagle. A intérprete de Cidália em “Travessia” escalou a tensão ao rebater a nota de repúdio da Globo sobre o caso. “Problema meu”, disse a atriz. “Não sou homofóbica e não fiz uma declaração homofóbica. Não há mentira no que disse”, afirmou Cassia em mensagem enviada ao programa “Fofocalizando”, do SBT, nesta segunda (31/10). Segundo a jornalista Gaby Cabrini, Cassia não tinha visto a nota de repúdio da Globo sobre o caso ao fazer esta afirmação. Mas ela enviou o posicionamento e, em seguida, a atriz respondeu ao posicionamento da emissora: “Esse é um problema meu e da TV Globo. Na próxima semana, certamente você saberá, e não será por mim”. Cassia Kis causou controvérsia nacional ao dizer que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ainda na conversa, a atriz também destacou que a “pandemia foi maravilhosa” por tê-la ajudada a se descobrir conservadora. As falas repercutiram negativamente nas redes sociais. Em comunicado à imprensa, a Globo afirmou que “tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”. A atriz declarou seu voto em Jair Bolsonaro e teria sido alvo de reclamação de colegas nos bastidores das gravações de “Travessia” por suposta militância extremista fora das gravações.
“A Fazenda” muda de horário após as eleições
O reality show “A Fazenda” mudou seu horário de exibição na Record TV. Com o fim das eleições e do horário eleitoral gratuito, as grades de TV estão retomando os minutos perdidos para a propaganda política e, com isso, programas do horário nobre voltam ser exibidos mais cedo. A partir desta segunda (31/1), “A Fazenda” passa a ir ao ar de segunda à sábado na faixa das 22h30. Aos domingos, o horário continua o mesmo: 23h. O reality show rural está atualmente na metade de sua temporada 14 na Record TV, com direito a muitas polêmicas e cancelamentos no mundo digital.
Jovem Pan reconhece vitória de Lula e começa “limpa” de radicais
A Jovem Pan está em processo de mudança editorial. Em seu site oficial, a empresa de rádio, TV e internet publicou um texto reconhecendo a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva e pedindo que Jair Bolsonaro faça o mesmo. Ao mesmo tempo, demitiu alguns de seus funcionários mais radicais, como Augusto Nunes e Caio Coppola, mas também Guga Noblat, um dos mais ponderados – e “esquerdista” perdido em seu elenco – , e há rumores de que outros nomes os seguirão, numa mudança de rumo, após seu canal jornalístico, Jovem Pan News, tornar-se porta-voz da extrema direita no Brasil. Publicado na noite de domingo (30/10), o texto editorial não cita nominalmente Lula e Bolsonaro, mas reforça uma defesa da democracia e indica que a emissora “não irá se omitir” caso ocorra algum golpe. “Com a proclamação do presidente que conduzirá o país pelos próximos quatro anos, renovamos nosso compromisso com o Brasil, com a democracia, com a nossa Constituição cidadã e com os Poderes e Instituições que sustentam a nossa República”, diz o trecho principal. “Os candidatos que disputaram as eleições deste ano devem ter esse compromisso claro e serem os primeiros — tenham vencido ou não — a manifestar a defesa e a confiança na decisão soberana do povo”, segue. O texto ainda lista uma série de “pedidos” a Lula sobre bandeiras liberais que, na visão da emissora, devem ser defendidas no futuro governo. Pede, por exemplo, por “desestatização”, que não foi feita por Bolsonaro, e que Lula combata as desigualdades sociais “sem assistencialismo barato”, embora Bolsonaro tivesse praticado eleitoralmente o chamado “assistencialismo barato” com o programa Auxílio Brasil. Nada disso faz sentido nem como bandeira bolsonarista nem está alinhado ao plano de governo de Lula. Por outro lado, a Jovem Pan sinalizou que não pretende ecoar eventuais ataques antidemocráticos de Bolsonaro. “Mais importante: a Jovem Pan não vai se omitir e jamais vai aceitar afrontas ao Estado Democrático de Direito e a destruição de nosso país”. Há boatos sobre motivos extras para a demissão de Coppola, que podem se tornar notícia mais adiante, mas ele não se manifestou. Já Guga Noblat deu sua própria versão para sua demissão, sugerindo retaliação da emissora: “Acabo de ser comunicado que estou fora da Jovem Pan por não ter defendido a rádio na história da censura. Estava desde a semana passada afastado e agora é definitivo”, disse nas redes sociais. Noblat não esteve entre os funcionários da Jovem Pan News que acusaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de realizar censura na programação da emissora por exigir que eles parassem de atacar o então candidato Lula com fake news e dessem o mesmo tratamento dispensado ao incumbente, sempre muito elogiado. A legislação eleitoral exige tratamento isonômico entre candidatos em veículos jornalísticos. De todo modo, a despedida dos dois não gerou a mesma deferência concedida a Augusto Nunes, que foi afastado com direito a comunicado padrão, com a desculpa da saída “em comum acordo”, mas com alerta de “cláusula de confidencialidade”. “Em comum acordo, O Grupo Jovem Pan e o jornalista Augusto Nunes entenderam por bem pôr fim à parceria de trabalho que estava vigente há mais de cinco anos, através da empresa do Augusto, Lauda Comunicação Ltda, sem qualquer animosidade ou juízo de valor”, diz o texto. “Os termos e detalhes do deslinde não serão objetos de comentários por conta de o contrato de origem estar acobertado e protegido por cláusula de sigilo e confidencialidade. O Grupo Jovem Pan agradece o jornalista Augusto Nunes e deseja sucesso nas novas fronteiras que ele haverá de desbravar.” Circulam comentários de bastidores que outros nomes da Jovem Pan devem se somar à lista de futuros YouTubers independentes.
Filho músico do ator Tim Roth morre de câncer aos 25 anos
O músico Cormac Roth, filho do ator inglês Tim Roth (o Abominável de “Mulher-Hulk”), morreu de câncer aos 25 anos. O falecimento foi anunciado nesta segunda (31/10) pela família, mas a morte aconteceu no dia 16 de outubro. “Ele era uma fonte de energia elétrica e seu espírito estava cheio de luz e bondade”, disse a família em comunicado. “Por mais rebelde que fosse, Cormac também era a personificação da bondade. Uma alma gentil que trouxe tanta felicidade e esperança para aqueles ao seu redor. A dor vem em ondas, assim como as lágrimas e risos quando pensamos naquele lindo menino ao longo dos 25 anos e 10 meses que o conhecemos. Uma criança irreprimível e alegre e selvagem e maravilhosa. Apenas recentemente um homem. Nós o amamos. Vamos carregá-lo conosco aonde quer que formos”, acrescenta o texto. Cormac era guitarrista, compositor e produtor, e criou a trilha sonora do filme “Nova Ordem”, do cineasta mexicano Michel Franco, que venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza em 2020. Ele foi diagnosticado com tumores de células germinativas em novembro de 2021. O pai dele, Tim Roth, é um dos grandes nos do cinema dos anos 1990, que trabalhou em “Cães de Aluguel”, “Planeta dos Macacos” e “Pulp Fiction”, além de “O Incrível Hulk”, onde viveu pela primeira vez o Abominável. Ele foi indicado ao Oscar em 1996 por “Rob Roy – A Saga de uma Paixão”.












