Demi Lovato regrava seus maiores hits em versões roqueiras
Demi Lovato lançou uma versão roqueira da música “Sorry Not Sorry” e reforçou sua mudança para o gênero musical. A canção divulgada nesta sexta-feira (14/7) é uma parceria com Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, e veio acompanhada de uma novidade ainda mais surpreendente: o anúncio de um álbum com seus principais sucessos regravados em ritmo de rock. Intitulado “Revamped” (Reformulado, em tradução livre), o projeto trará versões repaginadas dos hits de seu repertório. A cantora já deu uma mostra do que esperar, ao gravar recentemente versões roqueiras das canções “Cool For the Summer” e “Heart Attack”, originalmente lançadas em 2015 e 2013. Para acompanhar a notícia, ela compartilhou um teaser de 40 segundos de estética grunge ao som das novas versões – que soam emo. “Dar uma nova vida às músicas que tiveram um papel tão importante na minha carreira me permitiu sentir uma conexão ainda maior com minha música. Mal posso esperar para vocês ouvirem ‘Revamped'”, ela escreveu na legenda da prévia. Até o momento, a cantora não revelou o restante dos títulos inclusivos no projeto, que terá todo 10 faixas, apenas que as canções selecionadas foram bastante importantes para concretizar sua identidade como artista. “Com ‘Revamped’, eu quis prestar homenagem às músicas que mais ressoaram com os fãs e tiveram um grande papel em minha carreira, dando a elas uma nova vida empolgante”, declarou. “Criar esse projeto tem sido incrivelmente divertido e me permitiu expressar minha paixão pelo rock de uma maneira nova, e sinto uma conexão muito maior com minha música anterior por causa disso. Mal posso esperar para que todos ouçam mais!”. Adeus à música pop Vale mencionar que a cantora abandonou a música pop e migrou para o “rock” no início do ano passado. A mudança se concretizou com o lançamento do álbum “Holy Fvck”, que estreou em agosto de 2022. O projeto trouxe muitas guitarras distorcidas, em faixas como “Skin of My Teeth” e “29”. Mas vale lembrar que os dois primeiros discos da cantora, “Don’t Forget” (2008) e “Here We Go Again” (2009), já tinham guitarras, antes dela embarcar no pop assumido. No último mês, ela também lançou uma música inédita em clima roqueiro: “Swine”, com letra de protesto contra o patriarcado e um arranjo musical pesado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Demi Lovato (@ddlovato)
Karol G lança clipe com citações bíblicas
Karol G lançou o clipe de “S91” antes de dar início a uma turnê por grandes estádios dos Estados Unidos em agosto. O lançamento surpresa tem um significado bastante pessoal para a cantora colombiana. A gravação é marcada por referências religiosas, com uma cena onde Karol aparece rezando na igreja. Na letra, ela recita um verso do versículo bíblico do Salmo 91, que inspira o nome da canção. “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido”, diz. O clipe começa com Karol sentada em caixas de som em forma de cruz no deserto da Califórnia. Logo em seguida, uma matilha de lobos animados persegue a cantora, que é protegida por uma pantera solitária. Enquanto os lobos parecem representar os haters, a pantera simboliza as pessoas que a apoiam. Outro momento ainda mostra a cantora nadando com tubarões. Ao final do clipe, ela aparece feliz e livre caminhando pelas ruas de Paris. O vídeo foi produzido por WeOwnTheCity, enquanto a direção ficou a cargo de Pedro Artola, que já foi responsável por outros clipes de Karol como “Provenza” e “TQG”, parceria da cantora com Shakira. A música é uma composição de Karol ao lado de KEITYN e Ovy on the Drums, que produz a faixa. Educação religiosa Anunciada no início da semana, a canção surpreendeu os fãs da cantora com a proximidade da aguardada turnê “Mañana Sera Bonito”, do álbum lançado no início deste ano. Na véspera do lançamento, Karol postou um vídeo no TikTok de sua mãe reagindo ao videoclipe com lágrimas. “Este vídeo é especial por muitas razões”, escreveu na legenda. “Primeiro, não há sentimento mais bonito para mim do que saber que minha família se orgulha de mim e que minha música pode causar reações assim neles”. “Segundo, minha mãe nos levava para a escola e nos ensinava a rezar o Salmo 91 depois de sairmos de casa todas as manhãs, porque ela dizia que eram palavras sagradas de proteção”, refletiu. “E terceiro, sou grata a Deus e à vida por me dar uma família que me apoia, que acreditou em mim desde o início e que ainda está comigo hoje, celebrando juntos tantas coisas bonitas que nos acontecem”. Em outra declaração, ela ainda reforçou o significado da música para sua carreira. “‘S91’ não é um single… É uma música que Carolina quis fazer além de negócios e números, aproveitando minha plataforma para me expressar, compartilhar uma mensagem”, escreveu no Twitter. “O conteúdo do vídeo é o que eu quero que vocês internalizem, além do anúncio especial que tenho para dar a vocês… Eu amo vocês. Mais está por vir” . Recentemente, a cantora lançou a canção “Watati” para a trilha sonora de “Barbie”, que ainda conta com Dua Lipa, Nicki Minaj, Billie Eilish e mais artistas. Nas paradas musicais, ela tem conquistado cada vez mais notoriedade e quebrando recordes nas plataformas digitais, se firmando como uma das maiores artistas latinas da atualidade.
Emilia Clarke e Chiwetel Ejiofor têm gravidez artificial em trailer de sci-fi
A Vertical divulgou o primeiro trailer da nova sci-fi “The Pod Generation”, estrelado por Emilia Clarke (“Invasão Secreta”) e Chiwetel Ejiofor (“Infinite”). O longa é escrito e dirigido pela francesa Sophie Barthés (“Madame Bovary”) como uma sátira sobre a paternidade, passada em um mundo futurista mergulhado em inteligência artificial, ao estilo de “Black Mirror”. A trama futurista segue o casal nova-iorquino Rachel (Emilia Clarke) e Alvy (Chiwetel Ejiofor), que estão prontos para começar uma família, mas suas filosofias não poderiam ser mais diferentes. Alvy é um botânico e purista que deseja um parto natural, enquanto Rachel, uma executiva de tecnologia em ascensão, literalmente sonha em comprar um bebê – ou adquirir uma capsula para gerá-lo. Ela acaba conseguindo um lugar cobiçado no Centro do Útero, que oferece úteros artificiais externos semelhantes a um ovo. A tecnologia foi criada para eliminar o incômodo da gravidez nas mulheres e permitir que elas mantenham suas carreiras e outras responsabilidades em dia, ao mesmo tempo em que “dão à luz”. Alvy reluta muito em seguir um caminho tão antinatural, mas concorda em mergulhar nessa experiência pelo bem de Rachel. Ao longo da história, os dois passam por uma jornada inesperada sobre a criação de uma nova vida. Alvy acaba se acostumando com a gestação tecnológica e se afeiçoa rapidamente com o feto, enquanto Rachel encontra obstáculos no caminho para sentir o mesmo. O elenco ainda conta com Rosalie Craig (“1899”), Vinette Robinson (“O Chef”) e Jean-Marc Barr (“Dolphin Man”). Exibido no Festival de Sundance em janeiro deste ano, o filme recebeu críticas mistas, com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 50 avaliações. Apesar disso, recebeu elogios da Variety, que destacou que a história trabalha as questões de gênero de maneira muito mais eficiente que “Não Se Preocupe Querida” (2022). “The Pod Generation” estreia nos Estados Unidos em 11 de agosto e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
“A Casa do Dragão” não sofrerá impacto da greve dos atores
“A Casa do Dragão” e “Industry”, ambos sucessos da HBO, não devem ter as gravações interrompidas, apesar da greve recém-decretada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) dos EUA. Apesar de serem produções de um estúdio americano, as duas tem um elenco majoritariamente formado por britânicos, que são filados ao Equity, o sindicato dos atores do Reino Unido. De acordo com o Deadline, nenhuma das produções será paralisada e a HBO vai seguir o calendário das gravações conforme o planejado. A 2ª temporada de “A Casa do Dragão” e a 3ª temporada de “Industry” começaram a ser gravadas em abril deste ano. Embora o elenco principal de “Industry” conte com os americanos Myha’la Herrold e Ken Leung, as diretrizes anunciadas pelo SAG-AFTRA não afetam atores sob contratos da Equity. Segundo o sindicato americano, estes atores devem “continuar a comparecer ao trabalho”, enquanto o restante dos membros seguem em greve. Por outro lado, não ficou claro se os dois atores vão querer continuar em atividade diante das condições atuais de Hollywood – que enfrenta duas greves ao mesmo tempo. Diferente do território americano, o Reino Unido possui leis antissindicais rigorosas, que proíbem seus membros de conduzirem greves em apoio aos colegas de outros países. “A legislação de relações industriais no Reino Unido é drástica e muitas vezes vista como a mais restritiva do mundo ocidental”, observou um membro do Equity ao Deadline. “Os obstáculos complicados e nocivos enfrentados por todos os sindicatos no Reino Unido são uma desgraça nacional e precisam de uma reforma urgente”. Sindicatos unidos pela mesma causa O Equity possui cerca de 47 mil membros em vários setores do entretenimento. Apesar de não poder ingressar na greve, o sindicato afirmou que “está em solidariedade definitiva” com o SAG-AFTRA. “O Equity também está lidando com empregadores agressivos que tentam minar nossos acordos coletivamente negociados”, pontuou o sindicato. A greve foi decretada pelo sindicato americano nesta quinta-feira (13/7) após uma tentativa fracassada de negociações com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Netflix, Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount e Sony. O SAG afirmou que a AMPTP não atendeu as demandas principais dos atores, sobre aumentos salariais e a ameaça representada pelo uso de Inteligência Artificial (IA) na produção de filmes, séries e programas para TV e streaming. O Equity afirma lidar com problemas parecidos no Reino Unido. “Garantir a justiça salarial, termos e condições é crucial, seja com produtores tradicionais ou novos streamers globais, e com novos modos de criar e distribuir trabalhos para um público global”, declarou o Equity. “Dizemos claramente à AMPTP e seus membros que eles precisam agir significativa e rapidamente para atender às aspirações razoáveis dos membros do SAG-AFTRA”.
2ª temporada de “Os Anéis do Poder” não será afetada pela greve dos atores
A 2ª temporada de “Os Anéis de Poder” não deve ser afetada pela greve dos atores decretada nesta quinta-feira (13/7). De acordo com levantamentos da imprensa dos EUA, a série derivada de “Senhor dos Anéis” produzida pela Amazon Prime Video já havia finalizado as gravações dos novos episódios no início de junho. A atração começou a produzir sua 2ª temporada no final de 2022 e continuou em produção em meio a greve dos roteiristas, anunciada no mês de maio. Em uma reportagem da Variety, foi divulgado que as gravações não seriam interrompidas diante da situação, mesmo sem a presença dos showrunners J.D. Payne e Patrick McKay no set durante os trabalhos. Na data da publicação, faltavam apenas 19 dias para as gravações serem encerradas. Com o afastamento de Payne e McKay, os produtores executivos que não atuavam como roteiristas (como Lindsey Weber), diretores (Charlotte Brändström, Sanaa Hamri e Louise Hooper) e equipe ficaram responsáveis por supervisionar a produção nas gravações finais no Reino Unido. Impactos da greve Embora todas as cenas já tenham sido gravadas, a vigência da greve decretada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) pode impedir os atores de fazerem qualquer regravação, caso seja demandado pela Amazon. De acordo com as diretrizes divulgadas pela organização, os artistas membros estão proibidos de trabalharem em qualquer produção. Além disso, as participações em atividades promocionais, como premières e entrevistas, também estão negadas. Diante da situação, todas as produções de filmes e séries enfrentam um cenário preocupante. Com a falta de um acordo entre os sindicatos e os estúdios, roteiristas e atores vão continuar em greve ao mesmo tempo, um marco que aconteceu pela última vez há 60 anos. Agora, produções foram interrompidas e as que começariam em breve tiveram as gravações suspensas – o que não é o caso de “Os Anéis de Poder”. A série chama a atenção pela qualidade e alto custo da produção, dignos de um blockbuster. A atração teve um orçamento de US$ 58 milhões por episódio, totalizando em um custo estimado de US$ 462 milhões apenas para a 1ª temporada. Apesar de ter se mostrado um investimento extremamente caro para a Amazon, os custos vão continuar a aumentar com os planos de estender a série por várias temporadas.
Greve dos atores afeta Comic-Con, Emmy e festivais de cinema
Os principais eventos da indústria do entretenimento serão bastante afetados pela greve dos atores em Hollywood. Em decorrência da decisão decretada nesta quinta-feira (13/7) pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA), mais de 160 mil atores membros da organização ficaram proibidos de trabalhar em produções e participar de atividades promocionais – como os painéis da Comic-Con, a premiação do Emmy e as premières em festivais de cinema, como Veneza e Toronto. Conhecida por ser o local dos grandes anúncios realizados pelos estúdios, a Comic-Con de San Diego (SDCC), marcada para o próximo fim de semana, será o primeiro evento afetado pela greve. Precavidos, estúdios como Disney, Netflix, Warner e Sony chegaram a anunciar com antecedência que não participariam neste ano. A esperança dos organizadores de contar ao menos com séries começou a ruir após o anúncio da paralisação, quando painéis de atrações como “Good Omens”, “The Rookie” e “That ’90s Show” foram cancelados. Agora, toda a programação audiovisual será afetada. Tudo paralisado Além de não poder promover conteúdos nos eventos de divulgação, os atores não poderão comparecer a tapetes vermelhos que promovam as produções e participar de entrevistas, incluindo coletivas de festivais e podcasts. A première londrina do aguardado “Oppenheimer”, dirigido por Christopher Nolan, foi a primeira afetada. Estrelas como Emily Blunt, Robert Downey Jr. e Cillian Murphy abandonaram o tapete vermelho com a decretação da greve. A première de “Barbie”, que estreia na próxima quinta-feira (20/7), será a próxima afetada, seguida pelos lançamentos dos demais longas das próximas semanas, como “Besouro Azul” e “Assassinos da Lua das Flores”, sem esquecer do Festival de Veneza, marcado para agosto, e o Festival de Toronto, em setembro. Sem a presença dos atores, a Academia de Televisão tornou-se a primeira organização a tirar seu evento do calendário, anunciando que a premiação do Emmy será adiada para o final do ano ou começo de 2024. De acordo com as diretrizes do movimento divulgadas pelo sindicato, os atores membros estão também impedidos de atuar, cantar, dançar ou trabalhar no ofício de qualquer forma. As atividades de dublagem e narração também estão inclusas. Até negociações para projetos futuros e comentários nas redes sociais sobre produções entram na lista de atividades não permitidas. Causas da greve A greve foi confirmada após uma tentativa fracassada de negociações entre o SAG-AFTRA e a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Netflix, Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount e Sony. A organização afirmou que ficou “sem escolha” a não ser convocar uma greve. As discussões tiveram início no mês de junho sendo postergadas até a última quarta-feira (12/7), data limite para a AMPTP responder sobre as exigências do sindicato. As demandas englobavam aumentos salariais, cláusulas sobre Inteligência Artificial (IA) na produção de filmes, séries e programas para TV e streaming. Mas o principal ponto das exigências dos atores é referente às mudanças na indústria do entretenimento causadas pelos streamings. Os atores exigem compensação pela permanência de suas performances nas plataformas por anos a fio, como já recebem por reprises na TV e em lançamentos de mídias físicas (DVD e Bluray). Com a falta de uma resposta definitiva da AMPTP, o sindicato se recusou a prorrogar mais as negociações para além da data definida. Assim, a greve entra em vigor a partir das 0h desta sexta-feira (14/7) e permanece por tempo indeterminado.
“Invasão Secreta” traz reviravolta chocante sobre os filmes da Marvel
“Invasão Secreta” tem levantado muitas desconfianças dos fãs da Marvel. Com a invasão dos metamorfos skrulls no planeta Terra, o público já não sabe quais personagens são humanos ou alienígenas. Diante das surpresas, a trama trouxe mais uma reviravolta com o novo episódio lançado nesta semana – e confirmou uma das principais teorias do fandom. Cuidado com o spoiler! O capítulo revelou que o tenente-coronel James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), o Máquina de Combate, é uma skrull. Desde os primeiros episódios, os fãs notaram que o personagem agia de forma bruta e rude, bastante diferente do jeito amigável do herói. A revelação ainda deixou os fãs se perguntando há quanto tempo o Rhodey não é ele mesmo, já que ele aparece nos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) desde o primeiro “Homem de Ferro” (2008) – na época, interpretado por Terrence Howard. Em entrevista divulgada pelo site oficial da Marvel, o chefe do estúdio Kevin Feige sugeriu que o personagem pode ter sido um skrull há mais tempo do que o público imagina. “Gostamos muito da ideia dos fãs assistirem às outras aparições do Rhodey e perceberem que não era ele”, comentou. Apesar de não ter dado muitos detalhes, o produtor deixou a questão em aberto. Considerando que “Invasão Secreta” ainda tem mais dois episódios para serem lançados, a trama pode conceder uma resposta exata sobre o momento que o personagem deixou de ser ele mesmo – se é que já não era um skrull desde o início. Aparições anteriores Ao longo da cronologia da Marvel, Rhodey marcou os filmes pela sua amizade com o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e se tornou um membro ativo nos Vingadores. Sua participação na Saga do Infinito também foi bastante marcante nos grandes conflitos de “Guerra Infinita” (2018) e “Ultimato” (2019). Antes de “Invasão Secreta”, ele apareceu na série “Falcão e o Soldado Invernal” (2021), onde teve um diálogo emocionante com Sam Wilson (Anthony Mackie) sobre o legado do escudo do Capitão América. Se a pista de Kevin Feige for verdadeira, é provável que ele já tenha sido substituído por um skrull na produção de 2021. Futuro em Armor Wars Com a revelação de “Invasão Secreta”, a trama deixou entendido que o personagem foi abduzido e substituído por um alienígena metamorfo como parte do esquema de Gravik, o vilão e líder rebelde dos skrulls interpretado por Kingsley Ben-Adir. Considerando que Rhodey tem uma participação política bastante considerável em paralelo a sua atuação como herói, faz sentido para o vilão ter um espião entre os oficiais mais importantes dos Estados Unidos. Por outro lado, a revelação deixa uma dúvida sobre como isso irá afetar o futuro filme da Marvel “Guerras das Armaduras” (Armor Wars), protagonizada por Don Cheadle. Anteriormente, Kevin Feige já havia declarado que a atração será uma sequência direta de “Invasão Secreta” e vai seguir o destino do Máquina de Combate. A questão que fica em aberto é se esta futura versão de Rhodey será ele mesmo ou a Skrull que tomou sua forma. Os novos episódios de “Invasão Secreta” são disponibilizados no Disney+ às quartas-feiras.
Atores entram em greve e paralisam Hollywood
A greve dos atores em Hollywood foi oficializada na tarde desta quinta-feira (13/7). A decisão foi tomada em uma votação unanime pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) após uma tentativa fracassada de negociações com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Netflix, Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount e Sony. O anúncio foi feito pela atriz Fran Drescher (“The Nanny”), presidente do SAG, e o negociador-chefe Duncan Crabtree-Ireland em uma coletiva de imprensa na sede da organização em Los Angeles. Durante o pronunciamento, eles afirmaram que a atitude dos estúdios deixaram o sindicato “sem escolha” a não ser convocar uma greve. Com isso, a ação passa a valer a partir da meia-noite da sexta-feira (14/7) e diversas produções serão interrompidas. O sindicato afirmou que as negociações não atenderam as demandas principais dos atores, sobre aumentos salariais e a ameaça representada pelo uso de Inteligência Artificial (IA) na produção de filmes, séries e programas para TV e streaming. “Nós somos as vítimas aqui. Estamos sendo vitimizados por uma entidade muito gananciosa”, declarou Drescher. “Estou chocada com a forma como as pessoas com quem estávamos neste negócio estão nos tratando. Não consigo acreditar, francamente, em quão distantes estamos em tantas coisas”. As negociações com a AMPTP começaram no começo de junho e se estenderam durante semanas. No final do mês passado, os principais negociadores do sindicato afirmaram as discussões estavam sendo “extremamente produtivas” com as principais empresas de entretenimento. Por outro lado, a AMPTP não concedeu uma resposta definitiva e postergou o prazo das negociações até o dia 12 de julho. Com a falta de resposta, o sindicato começou a se preparar para a greve iminente. Dessa forma, a organização se recusou a prorrogar as negociações além da data decretada. “Eles estão do lado errado da história. Todo o modelo de negócio foi alterado pelo streaming, pela inteligência artificial, temos que bater o pé. Não vamos mais aceitar isso”, afirmou a presidente na coletiva. Um dos principais pontos exigidos pelos atores é referente a mudança na indústria do entretenimento causada pelos streamings. Empresas como Netflix e Amazon Prime Video trouxeram uma nova forma de produzir e distribuir grandes títulos. Diante da situação, o sindicato fez exigências para garantir os direitos dos atores para continuarem envolvidos nessas produções. Defesa dos estúdios Antes do pronunciamento oficial do sindicato, a AMPTP emitiu um comunicado na manhã desta quinta-feira (13/7) criticando a greve. “Estamos profundamente desapontados com o fato de o SAG-AFTRA ter decidido se afastar das negociações. Esta é uma escolha deles, não nossa”, decretaram. Os estúdios ainda trouxeram contrapontos sobre as exigências. “Ao fazer isso, [o sindicato] rejeitou nossa oferta de aumentos residuais e salariais históricos, limites substancialmente mais altos para pensões e contribuições de saúde, proteções de audição, períodos de opção de série reduzidos, uma proposta inovadora de IA que protege as imagens digitais dos atores e muito mais”. Inicialmente, a AMPTP queria um prazo de resposta até o dia 31 de junho. “Em vez de continuar negociando, o SAG-AFTRA nos colocou em um curso que aprofundará as dificuldades financeiras de milhares que dependem do setor para sua subsistência”, finalizou. Consequências em Hollywood A greve recém-anunciada também marca um feito histórico. Ela acontece em paralelo ao movimento da greve dos roteiristas pelo WGA (Sindicato dos Roteiristas), que teve início no mês de maio, algo que não acontecia há mais de 60 anos, desde 1960. No mês passado, mais de 1.700 atores assinaram uma carta enviada aos líderes do sindicato dizendo que “preferem entrar em greve” e “se juntar ao WGA nos piquetes”. Com a instauração da greve, as filmagens de diversas produções da TV e do cinema serão ainda mais afetadas. Além dos filmes ainda em desenvolvimento, a situação também afeta os longas que estão prontos como “Barbie” e “Oppenheimer”, que chegam aos cinemas no dia 20 de julho. Agora, os atores estão proibidos de participar de eventos de divulgação de seus projetos. No caso de “Oppenheimer”, longa dirigido por Christopher Nolan, os atores deixaram o tapete vermelho do filme em Londres antes da exibição nesta quinta-feira (13/7). “Você os viu aqui antes no tapete vermelho”, declarou Nolan. “Infelizmente, eles saíram para escrever seus cartazes de piquete para o que acreditamos ser uma greve iminente do SAG, juntando-se a WGA na luta por salários justos para os membros trabalhadores de seu sindicato”.
Billie Eilish vira Barbie Existencial em clipe da trilha do filme
Billie Eilish lançou o clipe de “What Was I Made For?”, música criada para a trilha sonora de “Barbie”. Com uma melodia envolvente e uma letra existencial, a cantora lida com as frustrações da vida e ainda aparece com um visual retrô, que remete a própria Barbie. A gravação é um plano-sequência (cena filmada sem cortes) com Billie organizando roupinhas da boneca. Enquanto a música se intensifica, a cantora luta para deixar seu brinquedo de pé enquanto enfrenta chuva e ventos fortes. Conforme a câmera se afasta, ela ainda vai ficando do tamanho de uma boneca. “Eu costumava flutuar / Agora eu só caio / Eu costumava saber, mas agora não tenho certeza / Para que fui feita? / Para que fui feita?”, canta. “Dirigindo, eu era uma ideia / Parecia tão viva, mas descobri que não sou real / Apenas algo pelo qual você pagou / Para que fui feita?”. Vale mencionar que o vídeo foi gravado pela própria Billie, uma função que ela já exerceu diversas vezes em canções como “Happier Than Ever” e “Lost Cause”. A música inédita foi escrita e produzida pela cantora e seu irmão Finneas. Em comemoração ao lançamento, ela revelou que os dois se basearam em trechos inacabados de “Barbie” mostrados por Greta Gerwig, diretora do longa. “Não tínhamos nenhuma ideia do que esperar… ficamos tão emocionados… que no dia seguinte estávamos escrevendo e não conseguíamos parar de falar sobre isso, hahaha, e acabamos escrevendo quase toda a música naquela noite”, contou no Instagram. “Para ser sincera com vocês, tudo isso aconteceu em um momento em que eu realmente precisava. Sou muito, muito grata por isso”. Sucesso em trilhas sonoras Diante das altas expectativas sobre “Barbie” e as primeiras reações bastante positivas do filme, a canção pode colocar Billie e Finneas novamente na linha de disputa nas principais premiações. Em 2022, a dupla venceu o Oscar na categoria de Melhor Música Original por “No Time to Die”, música tema de “007: Sem Tempo para Morrer”. A trilha sonora de “Barbie” ainda conta com canções de Dua Lipa, Nicki Minaj, Ice Spice, Charli XCX, Lizzo, Karol G, PinkPantheress, Ava Max, Dominic Fike, Khalid, The Kid Laroi, Tame Impala, Haim, Gayle, Fifty Fifty FIFTY e Kali. “Barbie” estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, dia 20 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BILLIE EILISH (@billieeilish)
Lea Michele homenageia Cory Monteith nos 10 anos da morte do ator: “Sinto sua falta”
A atriz Lea Michele publicou uma homenagem ao ator Cory Monteith nesta quinta-feira (13/7), após 10 anos da sua morte causada por uma overdose. Ele foi encontrado em um quarto de hotel na cidade de Vancouver, no Canadá, aos 31 anos. Na época, os dois namoravam, após se conhecerem no seriado musical “Glee”. Em tributo ao ex-namorado, a atriz compartilhou um texto emocionante acompanhado de uma foto nostálgica ao lado de Cory no Instagram. “Ei, você. 10 anos. Parece que foi ontem que você esteve aqui e há um milhão de anos, tudo ao mesmo tempo”, começa a homenagem. “Eu guardo todas as nossas memórias em meu coração, onde elas ficarão seguras e nunca serão esquecidas”. “Sentimos sua falta todos os dias e nunca esqueceremos a luz que você trouxe para todos nós. Sinto sua falta, grandalhão. Espero que tenham encontrado Taylor lá em cima e estejam tocando bateria juntos”, finalizou, fazendo referência ao falecido baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, que morreu em 2022, aos 50 anos. O ex-casal se viu pela primeira vez nos bastidores de “Glee” em 2009. Os dois interpretavam os protagonistas Finn Hudson e Rachel Berry, que também formavam um par romântico. Desde então, surgiram rumores de que o romance havia vindo para fora das telas. Apesar de negarem inicialmente, eles assumiram o relacionamento em 2012. Um mês antes do ator falecer, Lea se declarou para o então namorado em uma entrevista para a revista Marie Claire Mexico. “Cory Monteith me faz sentir a garota mais sortuda do mundo”, falou na época. Desde a morte de Cory, a atriz presta homenagens frequentes ao antigo namorado e fez duas tatuagens em tributo com o nome “Finn” e “5”, nome do personagem e número da camiseta usada por Cory no time de futebol americano da série. Luta contra drogas e overdose Antes da sua morte, Cory tentou se livrar da dependência química. Ele esteve internado em uma clínica de reabilitação em abril de 2013, mas três meses depois sofreu uma overdose fatal, resultado de uma mistura de heroína e álcool. Com a tragédia, a série “Glee” se despediu do personagem no episódio “The Quarterback” no início da 5ª temporada. O capítulo trouxe cenas emocionantes do elenco, que lidava com a perda de Finn e Cory ao mesmo tempo. Em entrevistas recentes, o co-criador da série Ryan Murphy revelou que se arrependeu de ter continuado a atração após a morte do ator. “Agora, se isso tivesse acontecido, eu teria pensado: ‘É o fim'”, declarou no podcast “And That’s What You REALLY Missed”. “Porque você não pode realmente se recuperar de algo assim”. O produtor acrescentou que, se dependesse dele, o programa teria “parado por um longo tempo e provavelmente nunca teria voltado”. Mas a série continuou a ser exibida até sua 6ª temporada, encerrada em 2015. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lea Michele (@leamichele)
Pedro Pascal e Jenna Ortega fazem História no Emmy 2023
Os atores Pedro Pascal (“The Last Of Us”) e Jenna Ortega (“Wandinha”) alcançaram marcos históricos para os artistas latinos nas indicações ao Emmy 2023 divulgadas nesta quarta-feira (12/7). A premiação se destacou pelo aumento nas indicações de artistas não-brancos com 34 nomeados em comparação aos 31 indicados no ano passado. Indicada na categoria de Melhor Atriz Principal em Série de Comédia, Jenna Ortega se tornou a terceira latina a ser indicada na categoria, depois de Rita Moreno (“Velozes e Furiosos 10”) em 1983 por “9 to 5” e America Ferrera (“Barbie”) por “Ugly Betty” (2007). Além disso, a interprete de Wandinha tornou-se uma das atrizes mais jovens a ser indicada na categoria, aos 20 anos. Ela ficou atrás apenas de Patty Duke, nomeada aos 17 anos em 1964 por “The Patty Duke Show”. Vale mencionar que Ortega tem descendência mexicana e porto-riquenha. Já Pedro Pascal é o primeiro latino indicado como Melhor Ator de Drama em mais de 20 anos. A última nomeação na categoria foi de Jimmy Smits, descendente de porto-riquenhos, pela série “Nova York Contra o Crime”, em 1999. Nascido no Chile, Pascal chamou atenção nos últimos anos como um dos nomes mais aclamados de Hollywood. Neste ano, o ator conquistou mais duas indicações além do seu papel em “The Last Of Us”. Ele foi nomeado como Melhor Ator Convidado em uma Série de Comédia por apresentar o “Saturday Night Live” e como Melhor Narrador pelo programa da CNN “Patagônia Extraordinária”. Com isso, tornou-se ainda o artista com mais nomeações ao Emmy 2023. A lista de estrelas com descendência latina também destaca Aubrey Plaza, indicada pela primeira vez ao Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama por seu papel no fenômeno “The White Lotus”, da HBO. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, seu pai é de origem porto-riquenha. A presença desses artistas representa um recorde de representatividade para a comunidade latina nos EUA. E ainda podia ser maior. Dentre os artistas esnobados pela premiação incluem-se o mexicano Diego Luna, protagonista de “Andor” (produção indicada a Melhor Série Dramática), e Selena Gomez por “Only Murders in the Building” (indicada na categoria de Série de Comédia). Recorde de artistas negras Entre os artistas afro-americanos, a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante de Comédia bateu um recorde com quatro mulheres negras indicadas. Elas incluem Ayo Edebiri (“O Urso”), Jessica Williams (“Falando a Real”), Janelle James e Sheryl Lee Ralph (“Abbott Elementary”). Até então, nenhuma categoria da premiação teve tantas artistas negras indicadas em toda a sua história. Por sinal, a série “Abbott Elementary” chamou a atenção com nove indicações neste ano, incluindo Melhor Série de Comédia. Aclamada pela crítica, a série conta com um elenco majoritariamente negro formado por estrelas como Tyler James Williams, Janelle James e Sheryl Lee Ralph, todos indicados nas categorias de atuação. Aos 32 anos, Dominique Fishback se tornou a atriz negra mais jovem a ser indicada na categoria de Atriz Principal em uma Série Limitada por “Enxame”, produzida pela Amazon Prime Video. Apesar de nunca ter ganhado um Emmy, Nicole Byer ocupa o posto de mulher negra com mais indicações na categoria de apresentadora de reality, com quatro nomeações consecutivas pelo programa “Mandou Bem”, da Netflix. Ela já soma sete indicações ao longo da carreira. Outros apresentadores negros de reality shows também foram indicados neste ano, como RuPaul por “RuPaul’s Drag Race”, Maya Rudolph como co-apresentadora de “Baking It”, Padma Lakshmi por “Top Chef” e a dupla Tan France e Karamo Brown por “Queer Eye”. Segundo ator surdo indicado A representatividade se expandiu ainda mais com o ator mirim Kevionn Montreal Woodard, que aos 10 anos de idade se tornou o segundo ator surdo a ser indicado na premiação e o mais jovem de todos os tempos na categoria de Ator Convidado. Ele foi nomeado por seu papel em “The Last of Us”. Embora um artista surdo nunca ter ganhado um Emmy, a premiação já concedeu quatro indicações a Marlee Beth Matlin como Atriz Convidada. As primeiras foram pelas suas participações nas séries “Seinfeld” e “Picket Fences” em 1994, seguidas por “O Desafio” em 2000 e “Law & Order: Unidade de Vítimas Especiais” em 2004. Edição de 2021 continua com maior número Apesar dos avanços, as grandes categorias de Atriz Principal em Drama e Ator Principal em Comédia não tiveram nenhum indicado não-branco. O número de 34 não-brancos também está longe do recorde histórico da premiação, que em 2021 somou 49 artistas não-brancos nomeados. Na época, o musical “Hamilton”, produzido pela Disney+, e “Lovecraft Country”, série dramática da HBO, tinham elencos formados majoritariamente por artistas negros. Em contraste, no ano passado, a premiação só sustentou a diversidade graças ao fenômeno sul-coreano “Round 6”, que fez história como o primeiro programa em língua não inglesa a receber indicações nas principais categorias do Emmy. Ao todo, foram 14 nomeações incluindo Melhor Série Dramática.
Anthony Carrigan, vilão em “Gotham”, será herói em “Superman: Legacy”
O ator Anthony Carrigan foi escalado como o super-herói Metamorfo no aguardado “Superman: Legacy”, próximo filme do Homem de Aço nos cinemas. O anúncio chega logo após a indicação do ator ao prêmio Emmy pelo seu trabalho na série “Barry”, da HBO. Carrigan também já fez parte de produções da DC Comics, principalmente como o vilão Victor Zsasz em cinco temporadas de “Gotham”, mas também como o assassino Kyle Nimbus em dois episódios de “The Flash”. “Estou emocionado por fazer parte disso. É uma honra interpretar esse papel, e estou interpretando um herói. Então, além de tudo, é muito legal”, declarou em entrevista ao Deadline. Assumindo um manto de herói pela primeira vez, ele se junta ao elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião e Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível. Quem é Metamorfo Metamorfo apareceu nos quadrinhos pela primeira vez em 1965. Criado por Bob Haney e Ramona Fradon, o personagem é o alter-ego do arqueólogo Rex Mason, que após ser exposto à radiação de um meteoro usado num artefato do antigo Egito, ganha a habilidade de transformar seu corpo em qualquer elemento químico a nível molecular, podendo se transformar de gases venenosos a ligas metálicas indestrutíveis. Mas seu corpo é afetado e ele passa a se ver como uma aberração. “Eu acho que, pelo menos nos materiais originais, Metamorfo, quando estava transformado em seu estado de super-herói, era muito relutante em aceitar seus poderes, porque ele se sentia como um monstro e sentia que não era mais quem ele era”, refletiu o ator. “Certamente posso me identificar com isso, em termos de minha alopecia. Então, definitivamente, isso é algo que vou canalizar e estou animado para trazer para o personagem em si”. “Consegui encontrar coisas que simplesmente amo no personagem – ele é tão discreto e incrível que estou surpreso que mais pessoas não tenham ouvido falar dele”, ele continuou em outra conversa com a Variety. “Acho que ele é um dos personagens mais legais que existem, então trazê-lo à tona é algo muito especial e também muito, muito único”. Recomeço da DC nos cinemas Durante a entrevista com o Deadline, o ator ressaltou a importância de “Superman: Legacy” como responsável por reiniciar o universo da DC Comics no cinema, sob a liderança de James Gunn e Peter Safran. “Acho que é um novo capítulo tão empolgante e um novo capítulo empolgante para a DC. Acredito que esse filme tem o potencial de surpreender a todos, e com James Gunn no comando, acho que será muito divertido”, pontuou. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A história seria inspirada em “Superman: All Stars”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. A estreia está marcada para julho de 2025.
Estúdios de Hollywood tomam decisão drástica sobre greve de roteiristas: “Deixar sangrar”
A greve dos roteiristas dos EUA está longe de acabar. De acordo com um reportagem do Deadline, os estúdios não têm o menor interesse em negociar as exigências do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) no momento. O movimento teve início em maio e tem paralisado diversas produções, desde programas de televisão até produções do cinema. “Acho que estamos diante de uma greve longa, e eles vão deixar sangrar”, informou uma fonte ligada aos estúdios, enquanto outra definiu a atitude como um “mal necessário e cruel”. As informações apontam que os grandes estúdios – como Netflix, Warner Bros., Disney, HBO, etc – acreditam que o desespero dos roteiristas e a piora nas dificuldades financeiras vão resultar na desistência da greve. “O objetivo final é permitir que as coisas se arrastem até que os membros do sindicato comecem a perder seus apartamentos e casas”, revelou um executivo de estúdio, que não quis se identificar. Apesar da quantidade significativa de dinheiro perdida com o atraso das produções, os estúdios permanecem se recusando a atenderem as reivindicações dos escritores, por considerarem que pode sair mais caro a longo prazo. Possível greve dos atores Esta avaliação chega em meio ao começo de uma possível greve dos atores de Hollywood. Nas próximas semanas, o Sindicato dos Atores de Cinema e Televisão e Artistas de Rádio e Televisão dos Estados Unidos (SAG-AFTRA, na sigla em Inglês) vai decidir se deflagrará o movimento. Embora a greve dos roteiristas tenha interrompido o trabalho em inúmeras produções ao redor do mundo, as filmagens continuam em projetos com roteiros já finalizados. No entanto, se os atores decidirem entrar em greve, as produções terão que ser totalmente interrompidas, independentemente do status da escrita. Com a repercussão da situação, as premiações também correm o risco de sofrerem adiamentos. Apesar do anúncio dos indicados ao Emmy nesta quarta (12/7), o evento pode ser empurrado para novembro ou janeiro de 2024 pela Academia de Artes e Ciências Televisivas, que organiza a premiação ao lado da Fox, emissora que transmite a entrega do prêmio nos Estados Unidos. Exigências dos roteiristas Nos últimos anos, a indústria do entretenimento passou por diversas mudanças com a ascensão dos streamings. Como consequência, os pagamentos dos roteiristas não acompanharam os ajustes da inflação ou o novo ritmo estabelecido. Com a produção de séries com temporadas mais curtas, os salários se tornaram cada vez menores. Outro fator é a falta de pagamento por ganhos residuais – ou seja, a remuneração por reprises, que já ocorre na TV, não existe no streaming que disponibiliza séries por tempo ilimitado. Em produções da Netflix, por exemplo, os roteiristas ganham um valor fixo pelo seu trabalho e não tem direito a nada mais. Além disso, as exigências também englobam uma regulamentação do uso de Inteligência Artificial para a escrita de roteiros. Atualmente, o WGA pede uma lei que proíba o uso de IA para escrever ou adaptar um texto, evitando a substituição dos escritores pelas novas tecnologias.












