The Innocents: Série sci-fi com Guy Pearce ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou o primeiro teaser da nova série sci-fi britânica “The Innocents” (Os Inocentes), com o objetivo de apresentar o elenco da produção. A prévia chama atenção por destacar o ator Guy Pearce (“Alien: Covenant”), ao lado de Sorcha Groundsell (série “Clique”) e Percelle Ascott (série “Wizard vs. Aliens”), num clima bastante dramático. Criada por Hania Elkington e Simon Duric, a série de oito episódios é descrita como uma história de amor adolescente com reviravoltas sobrenaturais. Segundo a sinopse, o casal Harry (Ascott) e June (Groundsell) foge da repressão familiar para ficar junto, mas uma jornada extraordinária de descoberta destrói seu sonho inocente. Os segredos mantidos por seus respectivos pais testam seu amor até o ponto de ruptura, e o dom extraordinário que eles possuem desencadeia uma perseguição por forças poderosas com a intenção de dividi-los para sempre. Parece a descrição da série da Marvel “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga). A conferir. A produção é da New Pictures, estúdio com sede no Reino Unido que também realiza “Requiem”, outra série britânica de temática sobrenatural disponibilizada pela Netflix. Ainda não há previsão para a estreia.
Ralph Macchio volta a viver Karatê Kid no primeiro teaser da série Cobra Kai
O YouTube Red divulgou o primeiro teaser de “Cobra Kai”, série que vai mostrar a volta de Ralph Macchio ao papel de Daniel San, o Karatê Kid. Numa reviravolta da trama original, ele será coadjuvante de seu inimigo no filme clássico de 1984, Johnny Lawrence, vivido por William Zabka. A trama vai mostra que os dois “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. A trama vai girar em torno de seus esforços para reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, intérprete de Miyagi, que faleceu em 2005. Macchio e Zabka também serão produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia vai acontecer “em breve” no serviço de streaming do YouTube.
Coleção de pôsteres destaca os personagens de Jogador Nº 1
A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam os diversos personagens e seus avatares no universo virtual da trama futurista. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer dublado de Os Incríveis 2 mostra que maior desafio da continuação é a paternidade
A Disney divulgou o trailer completo dublado de “Os Incríveis 2”. A prévia mostra o novo desafio do Sr. Incrível: ser pai. Ele deve cuidar das crianças para que sua esposa, Mulher-Elástica, possa voltar a combater o crime. Mas os problemas se revelam mais complicados que a matemática do ensino fundamental quando o bebê Zezé (Jack-Jack no original) começa a manifestar superpoderes e comportamento de supervilão ao ser contrariado. A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Nada disso será ouvido nos cinemas brasileiros, mas pode ser conferido abaixo, na versão original do trailer. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Estreias: Pantera Negra e filmes do Oscar 2018 ocupam os cinemas
O novo filme de super-heróis da Marvel é o maior lançamento da semana, que também traz aos cinemas nada menos que quatro longas indicados ao Oscar 2018, além de uma estreia nacional em circuito invisível. Clique nos títulos de cada filme para ver seus trailers. “Pantera Negra” estreia neste fim de semana também nos Estados Unidos, onde a expectativa é de quebra de recordes. O filme tem incríveis 97% de aprovação entre a crítica americana, uma avaliação mais positiva que a da maioria dos indicados ao Oscar – “Eu, Tonya”, “Três Anúncios para um Crime” e “Mudbound”, por exemplo, têm 90%, 93% e 96%, respectivamente. Mesmo assim, há grande curiosidade em torno de seu desempenho internacional, já que o primeiro filme de super-herói negro de Hollywood reflete uma política de inclusão e diversidade pautada para e pelo público americano. Longe de seguir padrões pré-estabelecidos, o longa não traz a típica trama de “super-herói negro”, como as séries “Luke Cage” e “Black Lightning” (Raio Negro). Em vez de proteger bairros pobres infestados por crime, T’Challa (Chadwick Boseman) reina numa nação desenvolvida da África, onde há abundância, prosperidade e tecnologia de superprodução sci-fi. O conflito vem do desejo de preservar o segredo de Wakanda do mundo exterior versus duas outras opções bem diferentes: do vilão branco (Andy Serkis, retomando seu personagem de “Capitão América: Guerra Civil”) obstinado em explorar as riquezas naturais do país, como os velhos colonialistas europeus, e do líder dissidente (Michel B. Jordan, de “Creed”), que considera criminoso deixar outras nações africanas passarem fome, enquanto Wakanda poderia liderar todo o continente e mudar o mundo. Em meio a estes dilemas, o cineasta Ryan Coogler (“Creed”) ainda inclui sequências de ação dignas de “007”, coadjuvantes que roubam as cenas (e merecem seus próprios filmes) e conflitos internos tão bem desenvolvidos que muitos já chamam o resultado de “melhor filme da Marvel” – uma definição que parece surgir a cada novo lançamento do estúdio presidido por Kevin Feige. Mais bem-avaliado que “Pantera Negra” neste fim de semana só “Lady Bird – A Hora de Voar”. O filme chegou a bater o recorde de avaliações positivas do site Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação com 194 resenhas elogiosas. Mas isto chamou tanta atenção que um blogueiro decidiu postar uma crítica negativa para virar assunto, baixando a nota para 99%. Estreia solo na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”), o filme é baseado em suas lembranças de juventude, pontuadas por um humor desconsertante, que acompanha Saoirse Ronan (“Brooklyn”) em sua vida de estudante rebelde no Norte da Califórnia, tratada como ovelha negra da família pela própria mãe (Laurie Metcalf, a mãe de Sheldon na série “The Big Bang Theory”), embora se veja como uma joaninha (ladybird) querendo voar para a liberdade. Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia, “Lady Bird” foi indicado a cinco Oscars: Melhor Filme, Atriz (Ronan), Atriz Coadjuvante (Metcalf), Direção e Roteiro (ambos de Gerwig). Mas também foi acusado de plágio pela roteirista Josefina Lopez. Ela afirma que a história, supostamente inspirada pela juventude da diretora Greta Gerwig, é uma cópia de “Mulheres de Verdade Têm Curvas”, filme que ela escreveu em 2002. “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” conta outra história com elenco, direção e roteiristas negros. Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival do ano passado. Foi lançada diretamente em streaming nos Estados Unidos, mas desembarca no Brasil – com três meses de atraso – pelo cinema, com direito ao indefectível subtítulo que parece existir para impedir lançamentos de filmes de nomes curtos no Brasil. Desta vez, a grosseria chama ainda mais atenção por conter um erro de português – a falta de acentuação em Mississípi. A trama gira em torno de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher negligenciada do irmão mais velho. Trata-se de uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui a cantora Mary J. Blige, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O filme também disputa o Oscar de Melhor Canção (novamente com Blige), Roteiro Adaptado (Dee Rees) e fez história com sua cinematógrafa, Rachel Morrison, a primeira mulher a disputar o prêmio da Academia na categoria de Direção de Fotografia. Vencedor do Festival de Toronto, do Globo de Ouro 2018 de Melhor Filme Dramático, e indicado a sete Oscars, “Três Anúncios para um Crime” é o terceiro longa virulento do inglês Martin McDonagh, cuja filmografia exalta o humor negro e a violência gratuita. O filme acompanha uma mãe inconformada com a incompetência da polícia após o estupro e assassinato da filha, que manda erguer cartazes cobrando providências e expondo o xerife de sua cidadezinha. O elenco destaca Frances McDormand (que venceu o Oscar há 20 anos por “Fargo”) no papel da mãe obstinada e Sam Rockwell (“Homem de Ferro 2”) como um assistente de xerife racista. Ambos disputam o Oscar, respectivamente de Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante, após venceram as duas categorias no SAG Awards, a premiação do Sindicato dos Atores. Desde então, o personagem de Rockwell virou centro de uma polêmica, em que o contexto do filme passou a ser denunciado por apresentar um racista como o herói da história. “Eu, Tonya” disputa três Oscars, que incluem a primeira indicação de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como Melhor Atriz pelo papel-título. Mas seu favoritismo está na categoria de Atriz Coadjuvante, após Allison Janney (série “Mom”) vencer tudo o que disputou na temporada, como o Globo de Ouro, o SAG e o Critics Choice. Ela rouba todas as cenas como uma das mães mais malvadas já vistas no cinema. E o que mais impressiona é que a personagem não é ficção. O longa é cinebiografia da patinadora Tonya Harding, que apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, ficou conhecida como vilã da vida real, ao se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994. Visando tirar sua principal oponente do caminho para ficar com uma vaga olímpica, Harding conseguiu o oposto: foi banida do esporte por toda a vida. O filme de Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) tenta mostrar o que a levou a esse extremo. Por fim, o drama brasileiro “Antes do Fim” chega em apenas quatro salas, com distribuição de seu próprio cineasta, Cristiano Burlan (“Mataram Meu Irmão”). Filmada em preto e branco, a obra parece filme antigo, da época em que discursos se sobrepunham à encenação e a teatralidade era “técnica cinematográfica”, o que, curiosamente, muitos taxavam de “cinema de arte” e não teatro filmado. O elenco assume referências, com as participações de Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet, ela atriz e musa, ele crítico e ensaísta de um Brasil que hoje só existe em mostras de cinema. Para completar, a própria trama é acadêmica: discute o direito ao suicídio e é inspirada por um texto de Bernardet, que defende a morte como um ato de resistência contra o capitalismo farmacêutico. Sério. Foi exibido no Festival de Brasília, onde não foi levado a sério – isto é, saiu sem prêmios.
Equipe de filme sírio indicado ao Oscar 2018 é impedida de viajar aos Estados Unidos
Indicado ao Oscar 2018 de Melhor Documentário, “Últimos Homens em Aleppo” não poderá contar com seu produtor nem com o personagem principal de sua filmagem na cerimônia de premiação. Turistas da Síria têm sua entrada proibida nos Estados Unidos desde o ano passado, devido a uma controvérsia lei de imigração do governo de Donald Trump. Para completar, o governo sírio se recusou a buscar uma solução diplomática para obter visto de viagem a tempo para o produtor Kareem Abeed e o membro fundador da organização humanitária Capacetes Brancos, Mahmoud Al-Hattar, que aparece no filme. A decisão foi considerada um golpe contra a equipe do documentário, que se tornou o primeiro filme produzido pela Síria a ser indicado ao Oscar. “Kareem, meu produtor e colega, não poderá vir para os EUA por causa da proibição de viagem do Trump”, disse o diretor de “Last Men in Aleppo”, Feras Fayyad, ao site The Hollywood Reporter. “Salvo um milagre, ele não estará no Oscar comigo. Somos artistas e só queremos compartilhar nossas histórias e nada mais. É muito triste que ele não tenha a oportunidade de compartilhar a dele”. “Últimos Homens em Aleppo” documenta as missões de busca e salvamento dos Capacetes Brancos, uma organização voluntária que atua em partes da Síria, controladas pelos rebeldes, para proporcionar auxílio médico em meio à sangrenta guerra civil que aniquila a população do país. O grupo foi selecionado para o Prêmio Nobel da Paz 2016, mas atraiu críticas do presidente sírio, Bashar al-Assad e de seus apoiadores, como o governo da Rússia, que chama os Capacetes Brancos de disfarce da Al-Qaeda. Al-Hattar também falou ao THR que está desapontado por não poder usar a plataforma Oscar para condenar “a Rússia, Assad e todos os que representam as autoridades e fornecem armas para reprimir o povo da Síria”. Ele acrescentou: “Queria estar no palco do Oscar para dizer: ‘É hora de acabar com esta guerra e parar aqueles que usam seu poder para nos destruir'”. Anteriormente, o diretor Feras Fayyad já tinha denunciado uma iniciativa de hackers e militantes do governo russo para sabotar as chances de seu filme ganhar o Oscar, por meio da proliferação de notícias falsas que afirmam que os integrantes da produção são terroristas disfarçados.
Pior série da Netflix, Disjointed é cancelada na 1ª temporada
Série pior avaliada da Netflix, “Disjointed” foi oficialmente cancelada. Com apenas 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a atração era considerada de baixa qualidade e um desperdício de talento. A forma como foi produzida reflete o estilo de negociação do serviço de streaming. Ela foi encomendada sem passar por avaliação de piloto, baseado apenas na reputação de seu produtor, o rei dos sitcoms Chuck Lorre (responsável pelos sucessos de “Dharma & Greg”, “Two and a Half Men”, “The Big Band Theory”, “Mike & Molly” e “Mom”). E o negócio foi fechado com a previsão de 20 episódios em sua 1ª temporada – basicamente, o dobro de uma série comum na plataforma. Estrelada por Kathy Bates (série “American Horror Story”), a série girava em torno de uma ex-advogada que sempre lutou pela liberação do consumo de maconha e finalmente abre uma loja de produtos feitos de cannabis quando a legislação lhe permite. Os 10 primeiros episódios foram disponibilizados em agosto do ano passado e afundaram com 13% de aprovação, o que originou sua fama de pior série de 2017. A segunda leva chegou à Netflix em janeiro e melhorou um pouco a situação, elevando a avaliação em 10%, mas não o suficiente para superar a igualmente péssima “Friends from College” (24%), permanecendo em último lugar no ranking do Rotten Tomatoes. Detalhe: a segunda série pior avaliada do ano passado foi renovada pela Netflix. Curiosamente, “Disjointed” é identificada com um título traduzido, “Desenrolados”, em diversos sites. Mas o material oficial da Netflix não faz esta tradução. Confira em https://www.netflix.com/br/title/80117694.
Midnight Texas é renovada, mas perde dois atores
A rede NBC torturou o quanto pôde os fãs de “Midnight, Texas”, mas finalmente anunciou a renovação da série para sua 2ª temporada… com cortes. Apesar de ter causado sensação entre o público, a decisão sobre o futuro da série, exibida entre junho e setembro nos Estados Unidos, demorou cinco meses para ser conhecida, desde o final de sua temporada inaugural. E, para completar, a renovação veio com mudanças profundas. A começar, pelos showrunners. A Universal Television promoveu Eric Charmelo e Nicole Snyder (roteiristas-produtores de “Supernatural”) a showrunners. Os dois trabalharam como consultores na 1ª temporada e substituirão Monica Owusu-Breen (roteirista de “Agents of SHIELD”), que criou a série e atuou como showrunner nos primeiros episódios. Além disso, dois membros do elenco central, Sarah Ramos e Yul Vazquez, não voltarão como integrantes fixos da série. A esperança é que eles apareçam como estrelas convidadas, retomando seus personagens, para dar uma conclusão às suas tramas. Sarah Ramos interpretava o interesse romântico do protagonista, a jovem Creek Lovell, garçonete do único restaurante da cidade, e Yul Vazquez vivia o lobisomem e pastor local. Dos dois, a ausência de Creek será a mais sentida, pois a trama a apresentou como única razão para o médium Manfred (François Arnaud), protagonista da série, permanecer na cidade de Midnight. Infelizmente, os encolhimentos de elencos costumam ser habituais quando o acordo de renovação é aprovado com cortes de orçamento. Difícil entender as razões desse aperto, uma vez que a NBC tinha motivos para comemorar a série. Ela foi a mais assistida do verão passado entre adultos de 18 a 49 anos nos Estados Unidos. Seu episódio de estreia, com direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), foi visto por 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e o final da temporada teve público de 2,7 milhões. Vale lembrar que a audiência de verão costuma ser mais menor que a de outono. Além de François Arnaud (série “The Borgias”), continuam na série Parisa Fitz-Henley (série “Luke Cage”), Arielle Kebbel (série “The Vampire Diaries”), Peter Mensah (série “Spartacus”), Dylan Bruce (série “Orphan Black”) e Jason Lewis (“Sex and the City”). A série é baseada numa franquia de livros sobre uma cidade de habitantes sobrenaturais, escritos por Charlaine Harris, que também é autora dos livros que originaram “True Blood”.
Josh Hutcherson vai assaltar Suki Waterhouse em novo thriller
O thriller “Plume” definiu seu elenco central com Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) e Tilda Cobham-Hervey (“O Sonho de Greta”). Primeiro longa escrito e dirigido por Mike Gan, o filme acompanha um assalto a um posto de gasolina. Quando as funcionárias do posto são confrontadas à mão armada por Gunly (Josh Hutcherson), um homem desesperado que precisa de dinheiro rápido, a solitária e instável atendente Melinda (Tilda Cobham-Hervey), que está cansada de ser ofuscada por sua colega de trabalho bela e extrovertida (Suki Waterhouse), resolve estabelecer uma conexão com o ladrão, independentemente de quem se machucar. O filme indie é coproduzido pela Yale Prods., Hopscotch Pictures e Cranium Entertainment e começa a ser filmado no final deste mês. Antes de assinar contrato para sua estreia em longas, Gan chamou atenção da comunidade cinematográfica por seu curta de terror “No Evil”, que foi exibido no Festival de Toronto e no ShortFest de Palm Springs em 2016.
Don Johnson vai estrelar piloto da criadora de New Girl
O veterano ator Don Johnson, estrela de “Miami Vice” nos anos 1980 e pai de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), vai estrelar o novo piloto produzido por Liz Meriwether, a criadora de “New Girl”, para a rede Fox. Johnson vem de diversas participações televisivas, aparecendo como convidado nas séries “From Dusk Till Dawn” e “Lemony Snicket: Desventuras em Série”, co-estrelando a mal-sucedida “Blood & Oil” e vivendo um dos três protagonistas da britânica “Sick Note”, no ano passado. Agora, ele terá o principal papel masculino, interpretando o pai de Erin Foster (série “The O.C.”) no projeto intitulado “Daddy Issues”. O roteiro foi escrito pela própria Foster, baseado em seus problemas com seu pai real, o produtor musical David Foster. A trama gira em torno de Andi (Foster), que tem dificuldades para lidar com seu pai mulherengo (Johnson), especialmente após descobrir que ele se apaixonou por sua melhor amiga. A direção do piloto está a cargo da cineasta Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). Para virar série, “Daddy Issues” precisa ter o piloto aprovado pelos executivos da rede Fox.
Grace and Frankie é renovada e confirma RuPaul na 5ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Grace and Frankie” para sua 5ª temporada. A decisão foi conhecida menos de um mês depois da estreia da 4ª temporada, mas na verdade já tinha sido tomado com bastante antecedência. Segundo o site Deadline, a luz verde acendeu uma semana após o início da gravação da mais recente leva de episódios produzidos por Marta Kauffman, co-criadora de “Friends”. Além do retorno do elenco fixo, o serviço de streaming confirmou a inclusão de um novo personagem nos próximos capítulos, que será vivido por RuPaul. Ele dará vida a Benjamin Le Day, um novo adversário formidável para Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin). Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, que trabalharam juntas na comédia clássica “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”).
Rede CW anuncia que produzirá mais séries por ano
A rede CW anunciou que passará a exibir séries também aos domingos nos Estados Unidos. Isto significa quatro séries a mais por ano – duas na temporada de outono e duas durante o verão. A decisão foi comunicada nesta quarta (14/2) pelo presidente da rede, Mark Pedowitz, após a CW encomendar nove pilotos para a próxima temporada, um número recorde. No ano passado, o canal produziu apenas cinco pilotos. “Ao expandir sua programação para seis noites, a CW agora poderá dar a nossos fãs ainda mais séries, algo que eles são tão apaixonados. A transmissão televisiva continua sendo a base da nossa abordagem multi-plataforma para levar nossa programação aos espectadores”, disse Pedowitz, no comunicado. “Ao longo dos últimos sete anos, a CW adicionou mais de 80 horas de programação original para sua programação. Agora esse número vai subir ainda mais, à medida que crescemos nossa programação de transmissão e continuamos a adicionar conteúdo em todas as plataformas”. O canal nunca teve tradição dominical. Lançado em 2007, com a fusão das redes UPN (canal da Paramount) e WB (Warner), a CW exibiu naquele ano o final da série “Sétimo Céu” nos domingos, logo seguida por “Life Is Wild”, que foi cancelada na 1ª temporada, em fevereiro de 2008. Desde então, a rede fez algumas experiências sem sucesso com sua programação dominical, até deixar que as emissoras afiliadas preenchessem o horário com noticiários, infomerciais ou com o que considerassem melhor. Pedwoitz chamou a expansão de “uma vitória” para as afiliadas, que receberão outra noite de programação forte, e para os proprietários da CW, a CBS e a Warner, cujos estúdios produzem todas as séries do canal e, assim, obterão oportunidades de receitas adicionais, ao ter mais séries para vender no mercado internacional e para as plataformas digitais. A mudança acontece após a CW perder o spin-off de “Riverdale” centrado na bruxinha Sabrina para a Netflix e fortifica a rede após a venda dos estúdios Fox para a Disney, que, entre os cenários possíveis, pode fazer com a que o canal remanescente de Rupert Murdoch adote uma programação de variedades, com menos séries, a partir de 2019. Pedowitz, que assumiu a presidência da CW em 2011, disse que ainda é cedo para dizer quais séries vão ocupar o horário de domingo no próximo outono americano, mas devem ser franquias estabelecidas. Vale lembrar que um dos pilotos encomendados pela CW é um remake da série “Charmed”, que durante os anos 1990 ocupava as noites de domingo do antigo canal WB.
Produzida por Will Ferrell, série No Activity é renovada para a 2ª temporada
A plataforma CBS All Access renovou “No Activity”, série de comédia produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”. Remake da produção homônima australiana de 2015, a série acompanha dois policiais numa tocaia em que nada parece acontecer, enquanto tentam emboscar um cartel de drogas. Ao mesmo tempo, a trama foca dois criminosos que preparam uma operação sem saber todos os detalhes, um dupla de atendentes da polícia, outros policiais de outra operação e dois escavadores mexicanos no mesmo local, e toda essa atividade vai resultado num grande problema. Com oito episódios exibidos entre novembro e dezembro nos Estados Unidos, a 1ª temporada foi estrelada por Tim Meadows (série “The Goldbergs”) e o australiano Patrick Brammall (que criou e estrelou a série original em 2015) nos papéis centrais, e trouxe uma grande lista de atores convidados, incluindo o próprio Will Ferrell, Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana), Arturo Castro (“Narcos”), Mackenzie Davis (“Blade Runner 2043”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e JK Simmons (“Whiplash”). Curiosamente, a série australiana original também teve duas temporadas.












