Nina Dobrev ensaia volta à TV em piloto de nova série de comédia
A atriz Nina Dobrev, estrela de “The Vampire Diaries”, decidiu voltar à televisão. Mas numa produção bem diferente da série que a consagrou. Ela entrou no piloto de uma série de comédia de Corinne Kingsbury (roteirista de “Newsroom”) em desenvolvimento para a rede CBS. Intitulada “Fam”, diminutivo de “família”, a trama gira em torno de duas irmãs adultas que voltam a viver sob o mesmo teto. A caçula Shannon (Odessa Adlon, da série “Nashville”) resolve se mudar para a casa da meia-irmã Clem (Dobrev), que mora com o noivo, para escapar de seu desastroso pai. E com isso acaba com a privacidade do casal. Não só isso. Quando a irmã se muda, o noivo descobre que o pai de Clem está vivo, embora ela diga para todos que ele morreu. Os dois não se veem há 10 anos, porque ela o considera uma grande vergonha. E agora ela terá que lidar com a desconfiança de quem acreditou na sua mentira. Nina Dobrev saiu de “The Vampire Diaries” em 2015, durante a 6ª temporada da série, mas voltou para participar do episódio final no ano passado. Nos três anos em que ficou ausente da TV, ela equilibrou sucessos e fracasso no cinema, como, respectivamente, o filme de ação “xXx: Reativado” e o terror “Além da Morte”, ambos em 2017. Ela ainda tem três filmes indies em pós-produção. Para “Fam” virar série, o piloto precisa ser aprovado pela rede CBS.
Gina Rodriguez diz que Jane the Virgin acaba na próxima temporada
A atriz Gina Rodriguez sugeriu que a vindoura 5ª temporada de “Jane The Virgin” será a última da série. A intérprete da personagem-título do remake americano da novela “Joana, a Virgem” soltou a notícia durante um painel do Festival SXSW, no Texas, durante o fim de semana. Enquanto comentava a experiência de estrear como diretora à frente de um episódio da série, ela contou ter planos de “dirigir mais no próximo ano, durante nossa temporada final”, dando a entender que a produção já tem seu fim programado. A CW ainda não fez este anúncio de forma oficial. Na verdade, não fez sequer o anúncio de renovação da série para mais uma temporada, que seria a 5ª da atração. Ao contrário de outros anos, Mark Pedowitz, presidente do canal, está demorando para revelar quais séries voltarão na temporada 2018-2019. “Jane The Virgin” é a série de menor audiência do canal. O episódio mais recente foi visto por apenas 578 mil telespectadores, recorde negativo da atração. Por outro lado, rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz de Série de Comédia para Gina Rodriguez. O remake da novela não é o único projeto da atriz na CW. Ela também está desenvolvendo, como produtora, um drama feminino intitulado “Femme” e uma comédia dramática sobre uma imigrante ilegal chamada… “Illegal”.
Um Lugar Silencioso: Emily Blunt vive entre monstros em vídeo, pôster e fotos inéditas
A Paramount divulgou o novo pôster, mais três fotos inéditas em alta resolução e um vídeo de bastidores do terror “Um Lugar Silencioso” (A Quiet Place). A prévia traz a atriz Emily Blunt (“A Garota no Trem”) comentando a produção, enquanto repete imagens do trailer e mostra brevemente a filmagem de uma cena. “Um Lugar Silencioso” é o primeiro filme em que a atriz contracena com seu marido, John Krasinski (“Detroit em Rebelião”). O ator também assina a direção, após comandar as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016), e divide o roteiro com a dupla Scott Beck e Bryan Woods, que fizeram juntos o terror de sobrevivência “Nightlight” (2015). A trama acompanha uma família que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que reagem ao menor barulho. A origem desses monstros foi abordada pela primeira vez na entrevista do vídeo. “Houve uma invasão”, diz Blunt, “e a maioria da Terra foi varrida”, ela completa, sem, entretanto, aprofundar-se. Além do casal, o elenco inclui as crianças Millicent Simmonds (“Sem Fôlego”) e Noah Jupe (“Extraordinário”). O filme teve sua première no Festival SXSW no fim de semana nos Estados Unidos, e foi aplaudido de pé. Unanimidade entre a crítica, a sessão repercutiu com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 12 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Alexa & Katie: Nova série adolescente da Netflix ganha pôster nacional e trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster nacional, 13 fotos e o trailer dublado da série “Alexa & Katie”. A prévia lembra as produções para tweens da Disney e da Nickelodeon, acompanhando duas amigas inseparáveis que se preparam para entrar no Ensino Médio. Mas o detalhe que faz a diferença é que uma das amigas têm câncer. Criada por Heather Wordham, que trabalhou na Disney e na Nickelodeon, como roteirista de “Hannah Montana” e “A Família Hathaways” (The Haunted Hathaways), a série traz Paris Berelc (de “Lab Rats”) como Alexa, que não quer se torna conhecida como a “garota do câncer”, e a estreante Isabel May como Katie, que faz tudo para que isso não aconteça – inclusive raspar seu próprio cabelo para ficar igual à amiga. Assim como o sucesso de cinema “A Culpa É das Estrelas” (2014), a produção aposta numa protagonista extrovertida e com grande entusiasmo pela vida. O elenco ainda destaca Tiffani Thiessen (da clássica série teen “Galera do Barulho/Saved by the Bell”) como a mãe de Alexa. A estreia está marcada para o dia 23 de março. Confira também o trailer com as vozes originais abaixo – a Netflix não disponibilizou versão legendada.
Episódio da série Black-ish é censurado nos Estados Unidos
Um episódio da série “Black-ish” foi censurado pela rede americana ABC. O episódio devia ter sido exibido em 27 de fevereiro nos Estados Unidos, mas foi vetado pelo canal devido a “divergências criativas”. A decisão controversa do canal do conglomerado Disney foi abordada num comunicado oficial. “Uma das coisas que sempre fez ‘Black-ish’ tão especial é como a série examina habilmente questões sociais delicadas de uma maneira que simultaneamente entretém e educa”, disse a nota da ABC. “No entanto, neste episódio houve diferenças criativas que não conseguimos resolver”. O criador da série, Kenya Barris, também se manifestou no mesmo comunicado. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem a ABC nem eu ficamos felizes com a direção do episódio e concordamos mutuamente em não veiculá-lo”, disse Barris, que também dirigiu o episódio. “‘Black-ish’ é um programa que fala com todos os tipos diferentes de pessoas e os aproxima como comunidade e estou muito orgulhoso da série”, completou. Intitulado “Please, Baby, Please”, o episódio da 4ª temporada da série de comédia foi gravado em novembro. E, segundo a revista Variety, as divergências não foram “criativas”, mas políticas. Nas cenas em que não houve acordo, segundo apurou a Variety, Dre (Anthony Anderson) improvisava uma história de ninar para seu bebê Devante, no qual expressava muitas de suas preocupações sobre o estado atual dos Estados Unidos. Em outra, Dre e seu filho mais velho, Junior (Marcus Scribner), discutiam os direitos dos atletas de se recusarem a se levantar durante a execução do hino nacional nos jogos de futebol americano e se ajoelharem em protesto contra a violência policial. Esta questão virou polêmica após Donald Trump mandar os donos de times demitirem os atletas que tomassem essa atitude. Isto foi em setembro e, desde então, mais e mais atletas tem se ajoelhado.
Novo clipe de Taylor Swift é comparado a comercial de perfume de 2016
A cantora Taylor Swift lançou um novo clipe dirigido por Joseph Kahn, no qual demonstra como é chato ser famosa. Se a crise existencial da artista é de inspirar bocejos de tédio, a execução se mostra perigosamente preguiçosa, ao lembrar uma propaganda recente de perfume. Compare abaixo como o clipe de “Delicate” coincide com o comercial da fragrância da Kenzo dirigido por Spike Jonze em 2016 – em conceito, locação, caretas e até em elementos coreográficos. Detalhe: o comercial do cineasta que venceu o Oscar pelo Roteiro Original de “Ela” (2013) é muito melhor. O que diferencia as duas histórias curtas é a opção de transformar Swift numa donzela sonhadora de fábula encantada – enquanto a atriz Margaret Qualley (da série “Leftovers”) chuta seu tédio no comercial de forma empoderada, com direito a raios laser. Dando um tempo nos excessos que marcaram os vídeos anteriores da parceria da cantora com Kahn, carregados de efeitos visuais, o principal truque do diretor desta vez é um velho artifício teatral: fingir que ninguém vê a protagonista. Ela vira invisível, após desejar sumir. E assim aproveita seus primeiros minutos sem se sentir sufocada pelos fãs. Mas logo se arrepende, ao se perceber solitária, para entregar de bandeja a lição de moral da história. Este centro narrativo torna as duas obras diferentes. Mas não é a primeira vez que Joseph Kahn, diretor favorito de Swift e do Video Music Awards da MTV, é acusado de se apropriar de elementos alheios. Confrontado nas redes sociais, o diretor desconversou, alegando que o tema do clipe foi inspirado pelo súbito desaparecimento de Taylor Swift da mídia nos últimos meses. E, de fato, ela sumiu neste começo de 2018. A questão é que ninguém tinha sentido sua falta.
Último episódio de The Walking Dead reciclou ideias de filme clássico de Paul Verhoeven
Não é só o cinema que recicla idéias de Paul Verhoeven. O último episódio da série “The Walking Dead” introduziu uma nova arma biológica na trama. Sugestão de Eugene (Josh McDermitt) para Negan (Jeffrey Dean Morgan), a ideia se resume a catapultar pedaços de zumbis para contaminar os sobreviventes encastelados na comunidade de Hilltop. Pois Eugene deve ser cinéfilo. Afinal, esta ideia foi um dos (muitos) pontos altos de “Conquista Sangrenta” (1985), o primeiro filme falado em inglês do diretor holandês de “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990), “Instinto Selvagem” (1992), “Tropas Estelares” (1997) e, mais recentemente, “Elle” (2016). Na aventura medieval, pedaços de cadáveres contaminados com a peste negra eram atirados no castelo onde estavam fortificados um bando de mercenários foras-da-lei, liderados por Rutger Hauer (de “Blade Runner”). O resultado dessa ação foi uma contaminação brutal e o final da história, deixando os poucos sobreviventes à mercê de um ataque fulminante. Para quem não lembra, o filme também destacava Jennifer Jason Leigh (de “Os Oito Odiados”) como uma princesinha em cenas muito fortes. A trama de “Conquista Sangrenta” ainda incluía um cardeal (Ronald Lacey) que acreditava estar recebendo sinais divinos, apenas para se decepcionar com o desfecho patético de sua jornada. Pois foi exatamente este o arco do padre Gabriel (Seth Gilliam) no mesmo episódio da série dos zumbis, exibido no domingo (11/8). Coincidência? O trailer do próximo episódio de “The Walking Dead” promete o ataque biológico dos Salvadores para 18 de março. A série tem transmissão praticamente simultânea no Brasil pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2 (sem intervalos).
Testes de Deadpool 2 teriam sido um desastre completo
Os primeiros testes de “Deadpool 2” teriam sido desastrosos. Tuítes de pessoas que afirmam ter participado das exibições fechadas do filme afirmam que houve rejeição completa do público. Entretanto, desde que chamaram atenção da mídia, os tuítes que apontavam para o fracasso das sessões de teste foram apagados. O site ComicBook apurou que a Fox ameaçou ação legal contra quem comentasse a exibição. Mesmo sem evidências, os rumores coincidem com uma revelação de Josh Brolin, intérprete de Cable na produção, sobre refilmagens intensas em Vancouver. Segundo a revista Entertainment Weekly, várias cenas estão sendo trocadas para incluir mais piadas. Já o site ScreenGeek chamou atenção para a surpresa do estúdio diante dos comentários negativos dos participantes da sessão de teste. Aparentemente, a Fox teria se dado conta apenas agora sobre o tamanho da importância do diretor Tim Miller para o sucesso do primeiro filme. Ele estava desenvolvendo a continuação, mas, após se desentender sobre os rumos da produção com Ryan Reynolds, astro e produtor da franquia, saiu do longa. Miller foi fazer o reboot de “O Exterminador do Futuro” e as filmagens de “Deadpool 2” ganharam direção de David Leitch. A estreia está marcada para daqui a apenas dois meses, em 17 de maio no Brasil.
Pré-estreia de Jogador Nº 1 é aplaudida de pé e internet se curva a Steven Spielberg
O retorno de Steven Spielberg à ficção científica, “Jogador Nº 1”, teve sua primeira exibição oficial no domingo (11/3), durante o Festival SXSW, nos Estados Unidos. E, mesmo com direito a problemas técnicos, que paralisaram a sessão, o público e a crítica presente aplaudiram de pé a exibição, correndo logo em seguida para seus celulares para beijar a mão do mestre. Todos os comentários nas redes sociais foram elogiosos, assim como algumas das primeiras críticas publicadas. A revista Forbes foi ao extrema para afirmar que se trata de uma “obra-prima instantânea”. De acordo com diversos comentários, o excesso de referências à cultura pop dos anos 1980 e 1990 não se torna distrativo, mas envolvente. E ninguém abordou o fato de as animações computadorizadas parecerem datadas. Como em “Avatar”, o escurinho do cinema propiciou um ambiente de imersão capaz de envolver completamente o público e fazê-lo mergulhar na proposta. Ao citar uma luta de personagens clássicos da sci-fi, como o Gigante de Ferro e o Mechagodzilla, a revista Variety sintetizou a reação. “Toda vez que uma criatura dessas aparece, é muito legal. O filme conta uma história que tira o fôlego e tem relativa coerência, em uma explosão de elementos da cultura pop.” Mas enquanto geeks enlouqueceram com o filme, parte significativa da crítica achou que há muito barulho por nada – a nota no Rotten Tomatoes registra esta divisão, com cotação medíocre. Mas esta é outra história para mais adiante, conforme aumentar a quantidade de críticas publicadas. “Jogador Nº 1” é é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). O filme estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Standing ovation for Spielberg after the #ReadyPlayerOne premiere. “That was probably the greatest anxiety attack I’ve ever had,” he said, alluding to the screening’s technical difficulties (truth is, it actually only made the crowd more excited) #SXSW pic.twitter.com/FxYMfk7LZf — Bryn Elise Sandberg (@brynsandberg) March 12, 2018 “Aplausos em pé para Spielberg depois da pré-estreia de ‘Jogador Nº 1’. ‘Este foi provavelmente o maior ataque de ansiedade que eu já tive’, ele disse, aludindo aos problemas técnicos da exibição (na verdade, isso só deixou o público mais excitado)” – Bryn Elise Sandberg, revista The Hollywood Reporter. #ReadyPlayerOne is classic Steven Spielberg. It’s got the references, the ferocious effects and the great ‘80s soundtrack, sure, but also the charm, the heart, the humor and a fantastic Alan Silvestri score. I loved it & so did this #SXSW crowd. Be excited for it! pic.twitter.com/xwPOGwXDxd — ErikDavis (@ErikDavis) 12 de março de 2018 “Jogador Nº1 é um clássico de Steven Spielberg. Tem as referências, os efeitos ferozes e a ótima trilha sonora dos anos 1980, claro, mas também tem o charme, o coração e o humor, além de composições fantásticas de Alan Silvestri. Eu amei, e o público do SXSW também. Fiquem animados!” – Erik Davis, do site Fandango. #ReadyPlayerOne is nerdy as all hell but it’s hard to not leave the theater with a huge smile on your face. Pure Spielbergian joy. pic.twitter.com/7ToMQ7uIdL — Frank Pallotta (@frankpallotta) March 12, 2018 “‘Jogador Nº 1’ é nerd pra caramba, é difícil não deixar o cinema com um sorriso no rosto. Pura alegria de Spielberg” – Frank Pallotta, da rede CNN. #ReadyPlayerOne is classic Spielberg fun! What a blast, can’t wait to see it again. Rewards repeat viewings. Tons of great references, visuals and heart. So kick ass it blew the speakers! — Robert Rodriguez (@Rodriguez) 12 de março de 2018 “Jogador Nº 1 é uma diversão clássica de Spielberg. Que elenco, mal posso esperar para ver novamente. Vale ver várias vezes. Várias referências ótimas, visual e coração. É tão animal que quebrou as caixas de som” – Robert Rodriguez, diretor Spielberg just said he makes many films, like The Post, from behind the camera. He made Ready Player One from the audience. That’s the perfect summation of this experience. — Eric Vespe (@EricVespe) 12 de março de 2018 “Spielberg disse que ele faz filmes como ‘The Post’ por de trás da câmera. Ele fez ‘Jogador Nº 1’ da plateia. Este é o melhor jeito de resumir este filme” – Eric Vespe, do site The Know. #ReadyPlayerOne is the most purely entertaining movie Spielberg has done in a long time, possibly since ‘Minority Report.’ #SXSW — Ramin Setoodeh (@RaminSetoodeh) 12 de março de 2018 “Jogador Nº1 é o filme mais puramente divertido que Spielberg fez em um bom tempo, possivelmente desde ‘Minority Report'” – Ramin Setoodeh, da revista Variety TOTALLY engrossed in every second of @readyplayerone. It is one of the most technically brilliant things I have EVER seen. Spielberg is one of the few directors who could orchestrate this kind of visual symphony that SO many people will enjoy. Pretty amazing.? — Grae Drake (@graedrake) 12 de março de 2018 “Fiquei totalmente absorvida em cada segundo de ‘Jogador Nº 1’. É uma das coisas mais tecnicamente brilhantes que eu já vi. Spielberg é um dos poucos diretores que poderiam orquestrar este tipo de sinfonia visual que TANTA gente vai curtir. Realmente incrível” – Grae Drake, do site Rotten Tomatoes. Ready Player One is a whole lot of fun. Those who are stuck in pre-release hate mode better prepare to be disappointed. #sxsw — Scott Weinberg (@scottEweinberg) 12 de março de 2018 “Jogadr Nº1 é muito divertido. Para os que estão odiando antes de ver, preparem para ficar desapontados” – Scott Weinberg, do site Nerdist. I didn’t think I would like #ReadyPlayerOne, but I liked it a WHOLE LOT. I think people cheered and laughed every 2 mins and dang this film was entertaining. So many references, I can’t wait for everyone to see it so we can all talk about it! #sxsw — Beatrice Verhoeven (@bverhoev) March 12, 2018 “Não achei que eu fosse gostar de ‘Jogador No. 1’, mas gostei dele TODO. Eu acho que as pessoas aplaudiram e riram a cada dois minutos deste divertido filme. Tantas referências, mal posso esperar para que todos vejam isso para que possamos falar sobre isso!” – Beatrice Verhoeven, site The Wrap. READY PLAYER ONE feels like Spielberg watched a ton of Luc Besson movies and decided to outdo them. In terms of pure spectacle, it’s the most astonishing thing he’s done. Never underestimate Steve. #SXSW — erickohn (@erickohn) March 12, 2018 “’Jogador Nº 1′ faz parecer que Spielberg assistiu a uma tonelada dos filmes de Luc Besson e decidiu superá-los. Em termos de espetáculo puro, é a coisa mais surpreendente que ele fez. Nunca subestime Steve” – Erickohn, do site IndieWire.
Constantine retorna em novas fotos da série Legends of Tomorrow
A rede CW divulgou as primeiras fotos da volta de John Constantine (Matt Ryan) à série “Legends of Tomorrow”. Ele aparece em meio a uma cerimônia de invocação para lidar com a possessão de Sara Lance (Caity Lotz) pelo demônio Mallus. As fotos também revelam o visual possuído da atriz. Veja abaixo. Intitulado “Necromancing the Stone”, o episódio marcará a segunda participação de Constantine na atual temporada de “Legends of Tomorrow” e seu terceiro crossover no Arrowverse – após aparecer na série “Arrow” em 2015. Em sua passagem anterior pela Waverider, Constantine já tinha dado spoiler do que aconteceria com Sara. Ele deve voltar em mais um episódio para continuar a luta contra Mallus. “Necromancing the Stone” vai ao ar em 19 de março nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Banda do astro mirim de Stranger Things lança seu primeiro clipe
A banda Calpurnia, liderada por ninguém menos que Finn Wolfhard (intérprete de Mike na série “Stranger Things”), lançou seu primeiro clipe, “City Boy”. A música é também o primeiro single do grupo, que as imagens revelam ser tão jovem quanto o ator de 15 anos. O vídeo acompanha os garotos – e uma garota – entrando em estúdio para uma tarde de ensaio, gravação e descontração musical, ao som da canção, que surpreende pelo rumo indie. O cartão de visitas remete às baladas despojadas de Velvet Underground, Television e Replacements, o que faz de Calpurnia herdeiro de um legado clássico, que conduz até aos Strokes. O clima lúdico do clipe complementa a estética de forma adequada, exaltando uma bem-vinda falta de pretensão. A faixa conta com produção de Caiden Lake James, guitarrista da banda Twin Peaks – outra representante da mesma estirpe musical. A Calpurnia, por sinal, já tinha disponibilizado um cover da Twin Peaks em seu canal no YouTube. A banda assinou contrato com a gravadora canadense Royal Mountain Records e deve lançar seu primeiro disco neste ano.
Graphic novel O Quinto Beatle vai virar minissérie com músicas originais dos Beatles
A graphic novel “O Quinto Beatle” (The Fifth Beatle: The Brian Epstein Story) vai virar série no canal pago americano Bravo, mais conhecido por exibir reality shows. O autor da história em quadrinhos, Vivek J. Tiwary, fará a própria adaptação. E ele conta com algo que nenhum outro produtor já conseguiu: autorização para usar as músicas originais dos Beatles na atração. Embora novato na indústria televisiva, Vivek goza de bastante prestígio nos meios teatrais. Suas produções para a Broadway já foram indicadas a 44 Tony Awards e renderam 25 troféus. Entre seus créditos, estão as montagens de “A Família Addams” e “American Idiot”, baseado no disco homônimo da banda Green Day. O chamado “quinto beatle” é Brian Epstein (1934-1967), primeiro empresário dos Beatles e um dos responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. A expressão foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. A minissérie será produzida pela Universal Cable Productions e a Sonar Entertainment, e a trama acompanhará a jornada do empresário para levar a banda ao sucesso. Epstein já foi retratado numa minissérie anteriormente. Ele foi vivido por Ed Stoppard na produção britânica “Cilla” (2014), sobre outra artista que ele ajudou a estourar, a cantora Cilla Black. Não há detalhes adicionais sobre o projeto ou previsão para a estreia. Com desenhos de Andrew Robinson (dos quadrinhos de “Star Wars” e “Batman”) e contribuições adicionais do premiado artista Kyle Baker (da graphic novel “Why I Hate Saturn”), “O Quinto Beatle” foi editado pela Dark Horse nos EUA e recebeu uma edição nacional pela Editora Aleph em 2014. Veja a capa abaixo.
Pantera Negra bate recorde da Marvel ao reinar pela 4ª semana nas bilheterias dos EUA
“Pantera Negra” devorou a competição nas bilheterias norte-americanas pelo quarto fim de semana consecutivo. Após ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, o filme de super-herói acrescentou outro recorde a sua coleção, ao se tornar o primeiro lançamento da Marvel a liderar por quatro vezes o ranking semanal do mercado doméstico. Foram mais US$ 41,1M (milhões), o que impulsionou o faturamento total para US$ 562M nos Estados Unidos e no Canadá. Isto representa a 7ª maior bilheteria de todos os tempos na região. No exterior, o longa estreou no último país em que ainda estava inédito, justamente a China. E o sucesso no segundo maior mercado do mundo fez com que liderasse com folga o ranking internacional. Foram mais US$ 66,5M nas bilheterias chinesas, elevando o total de sua arrecadação mundial para 1,07 bilhão – a 21ª maior bilheteria da História. A Disney comemora, mas também lamenta. Afinal, o êxito de “Pantera Negra” parece ter canibalizado o interesse por “Uma Dobra no Tempo”. A fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. Mas a filmagem da obra de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay abriu em 2º lugar com “apenas” US$ 33,3M. O valor não atingiu as expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para o estúdio, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho e manteve à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que também abriu com US$ 33,3M e não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome, o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 42% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). “Uma Dobra no Tempo” chega ao Brasil em 29 de março. Outra estreia ocupou o 3º lugar do ranking norte-americano. “Os Estranhos: Caçada Noturna”, continuação de um terror de uma década atrás – “Os Estranhos” (2008) – , fez US$ 10,4M e também ficou abaixo da linha da mediocridade na avaliação do RT, com 38% de aprovação. A velha história dos psicopatas mascarados que caçam inocentes numa locação isolada foi considerada, sem surpresas, uma história velha. O déjà vu será exibido por aqui em 31 de maio. Além destes, ainda houve mais dois lançamentos amplos rejeitados pela crítica e com o agravamento de reunir bem menos público. O filme B de assalto em meio a furacão, “The Hurricane Heist”, abriu em 7º, fez US$ 3,1M e atingiu 33% no RT, enquanto a comédia de ação “Gringo” mostrou “desempenho de streaming” sem aparecer no Top 10 – abriu em 11º, com 2,6M e 38%. Ambos chegam ao Brasil em 5 de maio. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 41,1M Total EUA e Canadá: US$ 562M Total Mundo: US$ 1B 2. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 33,3M Total EUA e Canadá: US$ 33,3M Total Mundo: US$ 39,6M 3. Os Estranhos: Caçada Noturna Fim de semana: US$ 10,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,4M Total Mundo: US$ 10,4M 4. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 31,1M Total Mundo: US$ 82,9M 5. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 69,7M 6. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 93,4M Total Mundo: US$ 119,6M 7. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 23,8M Total Mundo: US$ 23,8M 8. The Hurricane Heist Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 9. Aniquilação Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 26M Total Mundo: US$ 26M 10. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 397,2M Total Mundo: US$ 934,1M












