Trailer e fotos apresentam nova série de suspense estrelada por Michael C. Hall
A Netflix divulgou 15 fotos e o trailer de “Safe”, nova série de suspense estrelada por Michael C. Hall (o “Dexter”). Ele é o pai viúvo de uma adolescente que desapareceu misteriosamente numa festa, dentro de seu próprio condomínio fechado de casas. Conforme a polícia e ele próprio investigam a situação, menos seguro o lugar se revela e mais segredos vêm à tona. “Safe” é uma criação do romancista Harlan Coben (autor do livro que virou o filme “Não Conte a Ninguém”) e do roteirista Danny Brocklehurst (série “Ordinary Lies”). Os dois trabalharam juntos na série inglesa “The Five”, no ano passado. A produção britânica também inclui em seu elenco as atrizes inglesas Amanda Abbington (a Mary Watson de “Sherlock”) e Hannah Arterton (“The Five”). As gravações começaram nesta semana para uma estréia em 2018 na Netflix – menos na França, onde será exibida pelo Canal Plus, que coproduz a série. Com oito episódios, “Safe” estreia em 10 de maio no serviço de streaming.
Relembre 10 clipes do DJ Avicii, que marcou a carreira com vídeos de apelo cinematográfico
O DJ Avicii, morto aos 28 anos, deixou alguns hits memoráveis em sua curta e bem-sucedida carreira. Mas ele também se destacou por realizar clipes elaborados, com roteiro e encenação cinematográfica. O costume inaugurado por “Levels”, em 2011, incluiu colaborações com alguns cineastas, como Julius Onah (de “O Paradoxo Cloverfield”), Rich Ragsdale (“Ghost House”), Sebastian Ringler (editor de “Corações em Conflito”) e a dupla David Dworsky e Victor Kohler (documentário “The Next Black”). Confira abaixo 10 clipes do músico, falecido na sexta (20/4), que na letra de “The Night” registrou a seguinte mensagem: “Um dia você vai deixar essa vida para trás, então viva uma vida memorável”.
Nelson Pereira dos Santos (1928 – 2018)
Morreu o diretor Nelson Pereira dos Santos, um dos mais importantes cineastas brasileiros, precursor do Cinema Novo, cuja trajetória reflete mais de meio século da história cultural do país. O cineasta estava internado desde a quarta-feira no hospital Samaritano, no Rio, com uma pneumonia. Na internação foi constatado um tumor no fígado, já em estágio avançado, que causou sua morte neste sábado (21/4), aos 89 anos. Nelson Pereira dos Santos assinou mais de 20 filmes, entre eles clássicos absolutos como “Vidas Secas” (1963) e “Memórias do Cárcere” (1984), ambos baseados em livros de Graciliano Ramos, e “Rio 40 Graus” (1955), a obra inspiradora do Cinema Novo. Nascido em 22 de outubro de 1928 em São Paulo, formou-se em direito, mas seguiu carreira como jornalista, tendo passagens por veículos como Diário da Noite e o Jornal do Brasil, antes de se destacar como cineasta. A paixão pelo cinema foi despertada pelo pai cinéfilo, que o levava para ver filmes ainda criança, e alimentada por uma viagem a Paris em 1949, quando frequentou a Cinemateca Francesa e se aproximou do movimento intelectual francês do pós-guerra. Ele fez seu primeiro filme logo ao retornar ao Brasil, o média metragem “Juventude”, de 1950, que pretendia exibir no Festival da Juventude, evento de propaganda do Partido Comunista, realizado em Berlim Oriental. Nelson Pereira dos Santos sempre foi comunista de carteirinha, mas este primeiro filme e outros projetos que se seguiram acabaram perdidos, sem registro, alguns nem finalizados. Para adquirir experiência, decidiu trabalhar como assistente de outros diretores, como Rodolfo Nanni, Ruy Santos e Alex Viany. E assim se mudou para o Rio de Janeiro, onde vicejava um cinema de viés populista, bem diferente das comédias e romances populares da companhia Vera Cruz, em São Paulo. Seu primeiro longa, “Rio 40 Graus” (1955), causou enorme impacto. Filmado com uma câmera emprestada e em sistema cooperativado, Nelson realizou a obra mais inovadora da época, que introduziu a estética neorealista no cinema nacional, ao mesmo tempo em que apresentou temas que seriam posteriormente adotados pelo Cinema Novo, único movimento cinematográfico brasileiro de repercussão internacional. “Rio 40 Graus” era uma antologia de cinco histórias, que retratava um Rio de Janeiro diferente do cartão postal – e de todos os filmes que se faziam no Brasil. Não era o Rio de Copacabana e do Cristo Redentor, mas o Rio da Zona Norte, dos pobres, dos negros e de um cotidiano complexo. Como resultado, o filme foi censurado. Um dos motivos alegados era que a temperatura de 40º era mentira, nunca tinha acontecido no Rio de Janeiro. A liberação só aconteceu depois da posse de Juscelino Kubitschek, o “presidente bossa nova”. O cineasta voltou ao tema do Rio profundo em “Rio Zona Norte”, seu segundo filme, mas procurando fazer uma ponte com o cinema popular da Vera Cruz, com a inclusão de elementos de chanchada e da presença do comediante Grande Otelo. O filme acompanhava a luta de um compositor (Grande Otelo) para ter uma música gravada e a necessidade de vender seu trabalho para sobreviver. Mas, mesmo com a participação da cantora Angela Maria, não obteve a repercussão imaginada. Ambicioso para um diretor iniciante, ele decidir filmar a seguir “Vidas Secas”, um dos maiores clássicos literários do país. Mas não foi fácil tirar esse projeto do papel. Quando a equipe chegou no sertão para as filmagens, deparou-se com um milagre. Nunca chovera tanto no Nordeste quanto naquele ano, criando um cenário completamente diverso do agreste desértico do livro de Graciliano Ramos. O jeito foi trocar de projeto. E assim surgiu “Mandacaru Vermelho” (1962). “Vidas Secas” só aconteceu depois de um ano. Mas valeu a espera. O filme causou uma revolução na forma de captar a iluminação natural. A iniciativa foi do diretor de fotografia Luis Carlos Barreto, que decidiu tirar todos os filtros da câmera para filmar o brilho solar. A captação do verão nordestino com força luminosa e abrasiva arrancou elogios no Festival de Cannes de 1964. E o fato de ter sido exibido no festival francês juntamente com “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha, chamou atenção mundial para o cinema brasileiro. Nelson Pereira dos Santos tinha grande afinidade com Glauber, com quem já havia trabalhado, na função de editor, em “Barravento” (1962). Mas o golpe militar de 1964 tolheu as expectativas de maior integração entre os cineastas. Os filmes de denúncia social do período foram paulatinamente substituídos por produções mais experimentais. E Nelson mergulhou neste novo filão com “Fome de Amor” (1969), sobre o isolamento da esquerda, e “Azyllo Muito Louco” (1970), uma adaptação de “O Alienista”, de Machado de Assis, que usava alegorias para abordar o momento do país, do mesmo modo que “Quem É Beta?” (1974). O diretor se aproximou do tropicalismo com “Como Era Gostoso o Meu Francês” (1972), uma evocação da antropofagia que fez bastante sucesso, graças à presença de índias peladas – Ana Maria Magalhães virou sex symbol. Ele também trouxe ao cinema as religiões afrobrasileiras, no momento em que expressões de candomblé e umbanda iniciavam uma transição para o vocabulário popular, via sucessos da MPB. Filmes como “Amuleto de Ogum” (1976) e “Tenda dos Milagres” (1979), este baseado na obra de Jorge Amado, foram equivalentes cinematográficos a “Canto de Ossanha” (1963), “Oração da Mãe Menininha” (1971) e “Tributo aos Orixás” (1972), entre outros. O sucesso comercial se deu em outra frente musical. Ao filmar a cinebiografia da dupla caipira Milionário e José Rico, no filme “Estrada da Vida” (1980), o diretor conseguiu seu maior êxito popular. Entretanto, seu filme mais lembrado dos anos 1980 é outro. Ele voltou à obra de Graciliano Ramos para filmar “Memórias do Cárcere” (1984), que gerou idolatria da crítica como um dos filmes mais importantes da década. Embora retratasse uma época específica, a prisão do escritor durante a ditadura de Getúlio Vargas, nos anos 1930, o longa também refletia o Brasil de sua época, que vivia os últimos suspiros da ditadura militar. O fato de ser exibido sem censura foi exaltado como marco da “abertura democrática” e cortina final da repressão. Poucos meses depois, o Ministro da Justiça Fernando Lyra anunciou o fim da censura no Brasil. Seus filmes seguintes, “Jubiabá” (1986), outra adaptação de Jorge Amado, e “A Terceira Margem do Rio” (1995), baseado em contos de Guimarães Rosa, foram separados por quase uma década, em que o cinema nacional enfrentou sua maior crise, entre o fim da Embrafilme e a reinvenção completa, com a adoção de leis de incentivo. Nelson foi um dos primeiros cineastas a reagir à implosão cultural causada pelo governo Collor, mas teve dificuldades para se enquadrar no novo modelo de produção e viu muitos de seus projetos serem inviabilizados. Por conta disso, partiu para o documentário, mais fácil e barato de filmar. Tornou-se especialista no gênero, com trabalhos sobre Castro Alves, Sergio Buarque de Hollanda, Zé Ketti e principalmente Tom Jobim, cuja vida e obra renderam seus dois filmes finais, “A Música Segundo Tom Jobim” (2012) e “A Luz do Tom” (2013). Em meio a essa fase, ele ainda realizou uma última obra de ficção, “Brasília 18%” (2006), cujo título aludia tanto à secura do ar no Planalto Central quanto às taxas de comissão cobradas por políticos corruptos. Já naquela época, em pleno escândalo do mensalão, ele aludia ao que José Padilha batizaria 12 anos depois de “O Mecanismo”. No mesmo ano, o cineasta foi eleito para a ABL, por conta de alguns roteiros publicados, tornando-se o primeiro diretor de cinema a ocupar uma vaga na Academia Brasileira de Letras. A verdade é que é possível contar boa parte da história cultural e política do Brasil dos últimos 60 anos apenas com os filmes de Nelson Pereira dos Santos.
Bruce Campbell se despede da série Ash vs Evil Dead: “Papel da minha vida”
Após a notícia do cancelamento de “Ash vs Evil Dead”, o ator Bruce Campbell, intérprete de Ash, postou uma despedida ao papel “de sua vida” no Twitter. “‘Ash vs Evil Dead’ foi a jornada de uma vida. Ash Williams foi o papel da minha vida. Eu sempre serei grato ao Starz, Sam Raimi, Rob Tapert e nossos incansáveis fãs pela oportunidade de revisitar a franquia que lançou nossas carreiras. Obrigado””, ele escreveu. A série era uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Além de Campbell, a atração incluía em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. A série vai acabar ao final de sua 3ª temporada, com a exibição do último episódio no próximo dia 29 de abril nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo FOX Premium e os episódios estão disponíveis na plataforma FOX Play. Ash Vs Evil Dead has been the ride of a lifetime. Ash Williams was the role of a lifetime. I will always be grateful to Starz, Sam Raimi, Rob Tapert and our tireless fans for the opportunity to revisit the franchise that launched our careers. Thank you! ? pic.twitter.com/oNmTopS1Ab — Bruce Campbell (@GroovyBruce) April 20, 2018
Deadpool 2 quebra recorde de vendas antecipadas de filme para maiores
Os ingressos de “Deadpool 2” foram colocados à venda na sexta-feira (20/4) nos Estados Unidos. E a procura foi tanta que, em cerca de 4 horas, a produção quebrou o recorde de vendas antecipadas da Regal Cinemas, popular rede de cinemas norte-americana. Ao final do dia, outro recorde caiu. O Fandango, maior bilheteria online dos Estados Unidos, informou que “Deadpool 2” se tornou o filme para maiores com mais ingressos vendidos em seu primeiro dia de comercialização. Anteriormente, o filme para maiores que detinha o recorde de pré-venda nas primeiras 24 horas era “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). Vale lembrar que o filme tem classificação “R” (para maiores de 17 anos) nos EUA, mas no Brasil deve ser exibido para a faixa etária dos 16 anos, como o primeiro longa. Novamente estrelado por Ryan Reynolds, “Deadpool 2” chega aos cinemas brasileiros em 17 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ash vs. Evil Dead é cancelada em sua 3ª temporada
O canal pago americano Starz anunciou o cancelamento da série “Ash vs. Evil Dead”. Atualmente em sua 3ª temporada, a atração exibe seu último episódio nos Estados Unidos no próximo dia 29 de abril. Com audiência em queda, o mais recente episódio da série foi visto por apenas 175 mil telespectadores, marcando apenas 0,08 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A série era uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Além de Campbell, a atração incluía em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. A 3ª temporada ainda teve o reforço de mais uma dupla: o australiano Lindsay Farris (da longeva novela “Home and Away”) e Adrielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”), que vida a inesperada filha filha adolescente de Ash. No Brasil, a série é exibida pelo FOX Premium e os episódios estão disponíveis na plataforma FOX Play.
Jodie Foster é enfermeira clandestina no trailer da sci-fi de ação Hotel Artemis
A Warner do Reino Unido divulgou quatro fotos e o trailer do thriller de ação futurista “Hotel Artemis”. A prévia meio trash sugere uma produção B ou feita para ser “estrimada” na Netflix, mas o elenco é classe A. “Hotel Artemis” é o primeiro longa dirigido por Drew Pierce, que também assina o roteiro, após escrever os blockbusters “Homem de Ferro 3” (2013) e “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). A trama parece spin-off de “John Wick”, já que se passa num hotel para criminosos com regras estritas. Dois detalhes diferenciam a locação do Continental Hotel. Para começar, a história se passa no futuro. Para completar, o Hotel Artemis é, na verdade, um hospital clandestino. A história acompanha dois irmãos que buscam refúgio no local após um deles ser baleado. Jodie Foster (“Elysium”) vive a Enfermeira, mulher que dirige o local secreto e trata dos pacientes. Mas quando um de seus “hóspedes” dá entrada com um material sensível, o lugar é cercado por tipos dispostos a ignorar as regas para invadir o santuário. No elenco estão ainda Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”), Jenny Slate (série “Married”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Charlie Day (“Círculo de Fogo”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Kenneth Choi (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A estreia está marcada para 8 de junho nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Atriz de Smallville é presa por aliciar mulheres para seita sadomasoquista
A atriz Allison Mack, conhecida pelo papel de Chloe Sullivan na série “Smallville”, foi presa nesta sexta-feira (20/4) em conexão à sua função na seita sadomasoquista DOS, que promovia escravidão sexual, sob acusações de tráfico sexual e trabalho forçado. Ela pode passar 15 anos na prisão. Mack foi presa 20 dias após o FBI desmantelar a seita e prender seu líder, Keith Raniere. Ele se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas para “promoção” para o grupo interno denominado DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde as escolhidas se tornavam escravas e eram marcadas na pele com suas iniciais. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização, responsável por aliciar vítimas para o esquema. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirma o procurador Richard Donoghue. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar no DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences dos recrutas captados. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por ele, que argumentava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.
Vingadores: Guerra Infinita é o segundo filme mais caro de todos os tempos
O orçamento de “Vingadores: Guerra Infinita” não é apenas o maior já visto entre as produções da Marvel, mas o segundo maior entre todos os filmes de Hollywood. Segundo apuração do jornal Wall Street Journal, o longa consumiu aproximadamente US$ 300 milhões em sua produção. Com isso, o filme da Marvel só perde para “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), cujo orçamento teria alcançado a marca de US$ 378 milhões. Mas o terceiro lançamento dos Vingadores não ocupa o pódio sozinho. Ele está ao lado de “Liga da Justiça” (2017) e “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” (2007) entre as produções que também tiveram um investimento de US$ 300 milhões. A diferença em relação aos demais é que a Marvel abateu metade de seus custos com acordos comerciais. Cerca de US$ 150 milhões entraram via publicidade, por meio de licenciamento de personagens para comerciais e inclusões de marcas no filme. Trata-se de valor recorde para a Marvel. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia na próxima quinta-feira (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Título do final de temporada de Agents of SHIELD sinaliza conclusão da série
A rede americana ABC divulgou o titulo do último episódio da 5ª temporada de “Agents of SHIELD” e ele não é muito promissor para os fãs da série. Segundo a emissora, a season finale é intitulada “The End” (O Fim). Embora em alta criativa, a série vem sofrendo com poucos telespectadores. E, após ser relegada às noites de sexta-feira na TV americana (que tem a pior audiência da semana), corre risco de ser cancelada. O mais recente episódio exibido registrou a pior audiência da série, com 1,8 milhão de telespectadores ao vivo e apenas 0,45 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, que interessa aos anunciantes). Apesar disso, o ator Clark Gregg voltará a interpretar seu personagem, o agente Coulson, num filme da Marvel, “Capitã Marvel”, o que poderia ser visto como um incentivo para manter a série no ar. “The End” vai ao ar no dia 18 de maio nos Estados Unidos. A série “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Ariana Grande lança clipe superproduzido de música que lembra hit de Fábio Jr.
A cantora Ariana Grande divulgou um clipe com superprodução para sua nova música “No Tears Left To Cry”. Mas o que está chamando atenção entre os fãs brasileiros é como o refrão lembra “Só Você”, de Fábio Jr. Montagens das duas músicas já ganharam a internet, provocando acusações de plágio. A semelhança entre os refrões é evidente, mas o resto da música da cantora americana é bastante diferente, com uma batida mais calcada no R&B/hip-hop. O curioso é que o vídeo de clima sci-fi, repleto de efeitos visuais, também lembra um visual de outro lugar. A obra dirigida por Dave Meyers, responsável pelos impressionantes clipes de Kendrick Lamar, mostra uma cidade que desafia a gravidade, num mundo de formas quadradas, em que esquinas sobem até virar teto e descer novamente. Os efeitos são similares aos vistos no filme “Doutor Estranho” (2016), da Marvel, e também na sci-fi “Mundos Opostos” (2012). Lançado nesta sexta (20/4), “No Tears Left To Cry” é o primeiro single do próximo álbum da cantora, o quarto de sua carreira, que ainda não teve seu título revelado. Veja abaixo também uma das montagens com a música “Só Você”, de Fábio Jr. TE PEGUEI NO PLAGIO ARIANA GRANDE pic.twitter.com/rg78swGC57 — alisso (@fabuluosoa) 20 de abril de 2018
Claws: Manicures viram gângsteres nos comerciais da 2ª temporada
O canal pago americano TNT divulgou o pôster e quatro comerciais da 2ª temporada de “Claws”. As prévias revelam que as funcionárias do salão de manicures se assumiram gângsteres e que a máfia russa tem uma nova patroa, vivida pela alemã Franka Potente (“A Identidade Bourne”). Em sua 1ª temporada, a série criada por Eliot Laurence (roteirista de “Bem-Vindos ao Mundo”) e produzida pela atriz Rashida Jones (séries “Parks and Recreation” e “Angie Tribecca”) conquistou a audiência mais jovem do canal e um total de 6,3 milhões de telespectadores em todas as plataformas. Niecy Nash (série “Scream Queens”) lidera o elenco no papel de Desna Simms, proprietária de um salão de beleza localizado no sul da Flórida, onde trabalham outras cinco mulheres: Polly (Carrie Preston, da série “True Blood”), que recentemente cumpriu pena por roubo de identidade, Jennifer (Jenn Lyon, da série “Justified”), uma garota tentando se livrar dos vícios, Quiet Ann (Judy Reyes, da série “Devious Maids”), a segurança do salão, e Virginia (Karrueche Tran, da série “The Bay”), sempre entediada com o próprio trabalho. O problema é que, sob esse esmalte de normalidade, o salão é uma fachada para lavagem de dinheiro de uma clínica ilegal comandada pela máfia russa. O elenco ainda conta com Dean Norris (série “Breaking Bad”), Kevin Rankin (também de “Breaking Bad”), Jack Kesy (série “The Stain”) e Jason Antoon (série “Famous in Love”). A 2ª temporada estreia em 10 de junho nos Estados Unidos.
Anon: Amanda Seyfried vira hacker em trailer da nova sci-fi do diretor de Gattaca
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Anon”, que marca a volta o diretor Andrew Niccol (de “Gattaca” e “O Preço do Amanhã”) ao gênero da ficção científica. A trama acompanha um detetive num mundo onde não existe mais privacidade, onde a vida de todos é rastreável e registrada pelas autoridades. Por conta disso, ele se vê diante de um mistério ao investigar assassinatos sem pistas. O segredo desses crimes é a ação de um hacker, capaz de apagar ou implantar imagens não só nas câmeras, mas também nas retinas das pessoas. E a única forma de encontrá-lo é usar outro hacker, no caso uma mulher sem identidade, capaz de apagar a si mesma e que já está ligada ao caso, uma vez que os mortos são seus antigos clientes. Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) vive o detetive e Amanda Seyfried (“Ted 2”), irreconhecível de peruca preta, interpreta a hacker. O elenco ainda inclui Colm Feore (série “House of Cards”), Rachel Roberts (“Simone”), Iddo Goldberg (série “Salem”), Sonya Walger (“A Acompanhante”) e Mark O’Brien (série “Halt and Catch Fire”). Escrito e dirigido por Niccol, “Anon” estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.












