Diretor de Doutor Estranho se recusa a regravar piloto da série baseada em Expresso do Amanhã
O cineasta Scott Derrickson (diretor de “Doutor Estranho”) recusou-se a regravar cenas do piloto de “Snowpiercer”, série baseada no filme “Expresso do Amanhã”, após mudanças ordenadas pelo novo showrunner, Graeme Mason. Em uma mensagem postada em seu Twitter, ele elogiou o trabalho do showrunner anterior e disse que não refilmaria o piloto, por considerá-lo um de seus melhores trabalhos. “O roteiro de 72 páginas do piloto de ‘Snowpiercer’, escrito por Josh Friedman, é o melhor que eu já li”, ele escreveu. “O piloto que dirigi a partir daquele script pode ter sido meu melhor trabalho. O novo showrunner tem uma visão radicalmente diferente para a série. Estou renunciando à minha opção de dirigir estas refilmagens extremas”. Friedman saiu da “Snowpiercer” em janeiro e foi substituído pelo co-criador de “Orphan Black”, Graeme Mason. Diferenças criativas foram apontadas como motivos para o afastamento. Canal e produtor não entraram em acordo sobre a continuação da história após a trama do piloto. Friedman também escreveu “Guerra dos Mundos” (2005), a série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” (2008-2009) e está envolvido com as continuações de “Avatar” (2009). A premissa da série pós-apocalíptica é a mesma dos quadrinhos de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette e do filme do cineasta sul-coreano Bong Joon Ho. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa o próprio movimento do trem sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O grande elenco da adaptação inclui Jennifer Connelly (“Noé”), Mickey Sumner (“Mistress America”), Daveed Diggs (série “The Get Down”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”) e Alison Wright (série “The Americans”). The 72-page Snowpiercer TV pilot script by @Josh_Friedman is the best I’ve ever read. The feature-length pilot I made from that script may be my best work. The new show runner has a radically different vision for the show. I am forgoing my option to direct the extreme reshoots. — Scott Derrickson (@scottderrickson) June 29, 2018
Edgar Wright sugere planos para continuação de Em Ritmo de Fuga
O diretor Edgar Wright sugeriu que está considerando fazer uma continuação de “Em Ritmo de Fuga”. Em uma mensagem no Twitter, para comemorar um ano de lançamento do longa, o diretor escreveu que “talvez a gente voltar para a estrada em breve”. “‘Em Ritmo de Fuga’ foi lançado há um ano. Tive uma jornada louca com ele nos últimos 365 dias. Então agradeço a todos vocês pelas belas respostas, significa tudo. E, quem sabe, talvez a gente possa voltar para a estrada em breve”, diz o texto, que pode ser conferido na íntegra abaixo. A revelação do projeto de uma continuação veio à tona em dezembro e foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. 'Baby Driver' was released one year ago today. Had a wild ride with it in the last 365 days. so I thank you for all your beautiful responses, it means everything. And who knows, maybe he could get back on the road soon… pic.twitter.com/MgtRlPACau — edgarwright (@edgarwright) June 28, 2018
Jurassic World lidera bilheterias e já devora quase US$ 1 bilhão em todo o mundo
Uma semana após sua estreia na América do Norte, “Jurassic World: Reino Ameaçado” já soma quase US$ 1 bilhão em todo o mundo. O fenômeno é explicado pela estratégia do estúdio Universal, que distribuiu o longa primeiro no mercado internacional. Assim, na verdade, o filme está prestes a completar um mês em cartaz em diversos países, embora ainda seja novidade para o público americano, que continua lotando os cinemas para assisti-lo – apesar das críticas negativas. Em seu segundo fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, o longa arrecadou mais US$ 60m (milhões). Com isso, atingiu US$ 264,8m no mercado doméstico e US$ 932,3m mundialmente. A marca do bilhão deve ser ultrapassada no próximo fim de semana, tornando “Jurassic World: Reino Ameaçado” o terceiro a atingir o valor em 2018, após “Pantera Negra” (que fechou sua bilheteria em USS 1,3b) e “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2b). A animação “Os Incríveis 2” também permaneceu forte em sua terceira semana em cartaz, mantendo o 2º lugar com mais US$ 45,5m. A produção passa dos US$ 439,7m apenas no mercado norte-americano e está com US$ 646,8m em todo o mundo. As principais novidades da semana nos cinemas dos Estados Unidos, o thriller “Sicario: Soldado” e a comédia “Tio Drew”, ficaram na 3ª e 4ª posição, respectivamente com US$ 19 e 15 milhões. No caso da continuação de “Sicario”, o valor foi maior que o da abertura do primeiro filme (US$ 12m em sua abertura ampla em 2015). Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 60m Total EUA e Canadá: US$ 264,7m Total Mundo: US$ 932,3m 2. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 45,5m Total EUA e Canadá: US$ 439,7m Total Mundo: US$ 646,8m 3. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 19m Total EUA e Canadá: 19m Total Mundo: 27,4m 4. Tio Drew Fim de semana: US$ 15,5m Total EUA e Canadá: US$ 15,5m Total Mundo: US$ 15,5m 5. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 114m Total Mundo: US$ 209,7m 6. Te Peguei! Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 40,81m Total Mundo: US$ 48,2m 7. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 310,3m Total Mundo: US$ 719m 8. Sanju Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 2,5m Total Mundo: US$ 24,7m 9. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 207,2m Total Mundo: US$ 368,8m 10. Won’t You Be My Neighbor? Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 7,4m Total Mundo: US$ 7,4m
Jason Statham enfrenta Megatubarão em comercial e novos pôsteres
A Warner Bros. divulgou três novos pôsteres e um comercial de “Megatubarão”, filme que coloca Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) contra o maior tubarão do mundo. A prévia aparece um apanhado de cenas de vários filmes de peixes assassinos, desde o clássico de Steven Spielberg de 1975 até “Piranha 3D” (2010). O filme adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque a Warner lançou “Do Fundo do Mar” (1999). E a prévia deixa claro que as duas histórias tem cenas parecidas. A versão atual foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e pelos irmãos Erich e Jon Hoeber (“Battleship”) e tem direção de Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). Além do inglês Staham, o elenco multinacional também destaca a chinesa Li Bingbing (“Resident Evil 5: Retribuição”), o neozelandês Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), o japonês Masi Oka (série “Heroes”). os australianos Ruby Rose (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”) e Robert Taylor (série “Longmire”) e os americanos Rainn Wilson (série “The Office”) e Page Kennedy (série “Weeds”). A estreia está marcada para 9 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer de 22 Milhas ridiculariza a trama com trilha que grasna como pato a cada explosão
A STX Entertainment divulgou novo trailer de “22 Milhas” (Mile 22), quarto filme consecutivo de Peter Berg estrelado por Mark Wahlberg. Este é o que mais se aproxima do primeiro, “O Grande Herói” (2013), ao trazer um grupo sob fogo cerrado em território inimigo. Um detalhe curioso do novo trailer é que a trilha sonora parece zoar o filme, ao grasnar como um pato a cada cena de explosão. A prévia destaca muitas cenas de quack quack bum numa trama genérica o suficiente para evocar um filme B da década passada. No novo longa, Wahlberg comanda um grupo de agentes de elite especializado em missões impossíveis, para realizar um trabalho que Bruce Willis já fez sozinho no cinema: transportar uma testemunha por algumas quadras sob ataque – veja-se “16 Quadras” (2006). A diferença, além da distância maior – 16 quadras para 22 milhas – é que isso acontece em território estrangeiro, com supervisão militar americana, e quem é transportado também é um super-agente altamente treinado, que enfrenta tentativas de assassinato ao desertar. Na trama, o transporte aéreo que os tirará da linha de fogo fica distante 22 milhas (daí o título), mas só os aguardará por 10 minutos. O filme, porém, dura mais que isso, é óbvio. E o tempo se estica, conforme o caos se estabelece em torno da rota de fuga. O elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie de “The Walking Dead”), John Malkovich de peruca (“Red – Aposentados e Perigosos”), a ex-campeã de MMA Ronda Rousey (“Os Mercenários 3”) e o astro indonésio de artes marciais Iko Uwais (“Operação Invasão”). A estreia está marcada para 23 de agosto no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Fugitiva mais procurada do México é capturada no teaser legendado da 2ª temporada de Ingobernable
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado da 2ª temporada da série mexicana “Ingobernable”, revelando a captura da fugitiva mais procurada do México e a data de estreia dos novos episódios no serviço de streaming. Criada por Epigmenio Ibarra, Verónica Velasco e Natasha Ybarra Klor (roteiristas da TV mexicana), “Ingobernable” começou como um dramalhão de telenovela sobre uma família poderosa, mas virou um thriller repleto de ação. Quando Emilia Urquiza, a Primeira-dama, decide se divorciar do presidente Diego Nava, o líder mexicano é assassinado e a viúva torna-se a principal suspeita. Com isso, ela inicia uma fuga para provar sua inocência e vai se refugiar num bairro violento da Cidade do México que odeia o ex-presidente, graças a uma invasão do Exército que matou e prendeu diversas pessoas, durante a gestão de Nava. A série é estrelada por Kate del Castillo (da série “Weeds” e da “Reina del Sur” original) e retorna no dia 14 de setembro.
Wellington Paranormal: Série derivada da comédia O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer
O canal TVZN 2 divulgou o primeiro trailer de “Wellington Paranormal”, série neozelandesa derivada da comédia premiada “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows) – que venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. A prévia revela que a série vai manter a estrutura de falso documentário do filme, tratando os registros sobrenaturais como se fossem fatos corriqueiros. O filme original acompanhava uma equipe de documentaristas com acesso ao exclusivo mundo dos vampiros. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, descobriam vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas – menos lavar as louças, que se acumulam a séculos – e não conseguem entrar em bares sem serem convidados. Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”) e Jermaine Celement (ator da série “Legion”), que criaram, dirigiram e estrelaram juntos o longa-metragem, fazem participações na série como seus personagens, os vampiros Viago e Vladislav, respectivamente. Mas a trama da produção televisiva é centrada em dois coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), inocentes e facilmente manipuláveis, que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem na capital da Nova Zelândia. A série terá seis episódios de 30 minutos em sua 1ª temporada e foi descrita da seguinte forma por Waititi: “Pense em Mulder e Scully, mas num país em que nada acontece”. A estreia acontece em 11 de julho na Nova Zelândia. Vale lembrar que, além dessa série, também está em desenvolvimento uma atração baseada nos vampiros de “O que Fazemos nas Sombras”, que será exibida no canal pago americano FX. “O que Fazemos nas Sombras”
Série baseada na franquia distópica Uma Noite de Crime ganha primeiro trailer
O canal pago USA Network divulgou o primeiro trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia da 1ª temporada com 10 episódios é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situado em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a série vai seguir vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com o passado enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). “The Purge” estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos. Além desta produção, a Blumhouse Television também prepara uma minissérie dramática estrelada por Russell Crowe e sob comando do cineasta Tom McCarthy (“Spotlight”) sobre o escândalo de assédio sexual envolvendo o fundador da Fox News, que será exibida no canal pago Showtime.
Grupo conservador americano quer impedir a Netflix de lançar a série brasileira Super Drags
Um grupo de pressão conservador americano, a Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão), iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira de animação “Super Drags”. A alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. O que, na verdade, é um feito positivo da série. O documento conta com mais de 20 mil assinaturas, mas a Netflix não se manifestou e não estaria preocupada com a opinião dos conservadores. Anteriormente, um grupo mais forte, o Parents Television Council, tentou forçar o cancelamento de “13 Reasons Why”, mas isso só ajudou a série a ganhar mais repercussão e ser renovada para sua 3ª temporada. Também há reclamação sobre o conteúdo, que é inédito e ninguém, mas que o grupo alega ser “repleto de insinuações sexuais que são inadequadas para o público jovem”. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclama a petição. Entretanto, assim como “Big Mouth” e “BoJack Horseman”, “Super Drags” não é uma animação para crianças, mas direcionada ao público adulto da Netflix. Para quem não conhece o Christian Film & Television Commission, o grupo é presidido pelo crítico Ted Baehr, cujo site Movieguide analisa filmes separadamente por qualidade e “aceitabilidade”, a partir de uma “perspectiva bíblica”. Para ele, por exemplo, o filme “Criação” (2009), sobre Charles Darwin, é um lixo por ser uma blasfêmia.
Champions: Série de comédia de Mindy Kalling é cancelada após uma temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série de comédia “Champions” após o final da 1ª temporada. Criada por Charlie Grandy (roteirista de “Projeto Mindy”) e a atriz Mindy Kaling (criadora e estrela de “Projeto Mindy”), a atração não engrenou, vista por apenas 1,3 milhão de telespectadores no final de sua única temporada, encerrada em 25 de maio. Os episódios giravam em torno de Vince (Anders Holm), um astro do beisebolcolegial que relutantemente desistiu de seus sonhos para assumir a academia da família no Brooklyn. Vince vive com seu doce e ingênuo irmão mais novo, Matthew (Andy Favreau), e estava prestes a vender secretamente a academia e mudar-se para a Flórida quando sua namorada do colegial, Priya (Kaling), inesperadamente deixa seu filho de 15 anos, Michael (JJ Totah), na sua casa. Apesar do fiasco, os realizadores estão tentando encontrar um novo lar para a série, mas, como os contratos dos atores vencem neste final de semana, a chance de um resgate tem o tamanho de sua audiência: muito pequena.
Brenton Thwaites aparece como Robin em novas fotos da série Titans
A plataforma DC Universe divulgou duas novas fotos de Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, personagem que ele interpreta na série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Segundo o a sinopse da produção, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), além de eventualmente Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com os heróis adolescentes, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. A previsão para a estreia da série – e do lançamento do serviço de streaming, batizado de DC Universe – é para o outono norte-americano, entre setembro e novembro. A princípio, a plataforma só estará disponível nos Estados Unidos, mas há planos para expandir para outros territórios.
Plataforma de streaming DC Universe ganha vídeo de apresentação oficial
A plataforma DC Universe divulgou um vídeo de apresentação oficial, revelando que está mais para iTunes que Netflix. O vídeo promete um serviço que combina conteúdo inédito de séries, filmes clássicos e material de arquivo, além de acesso a quadrinhos, compra de brinquedos e outros produtos, e um fórum para encontro de fãs das produções derivadas da editora americana. Atualmente estão sendo desenvolvidas ao menos seis produções originais para o DC Universe: as séries live-action “Titans” (dos Novos Titãs), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e “Swamp Thing” (Monstro do Pântano), e as séries animadas “Young Justice: Outsiders” (Justiça Jovem: Renegados) e “Harley Quinn” (Arlequina). Dessas, somente “Titans” pode estar pronta a tempo para a estreia do streaming, prometida para a temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos. Mas não faltará material para os fãs, como todas os quatro filmes originais do Super-Homem com Christopher Reeve, além de séries clássicas remasterizadas, como “Batman: The Animated Series” dos anos 1990, o “Superboy” dos anos 1980 e a “Mulher-Maravilha” da década de 1970. O serviço também contará com uma seleção das animações produzidas pela DC Animation, incluindo “Liga da Justiça: Flashpoint”, “Lanterna Verde: Primeiro Voo” e “Mulher-Maravilha”. Sem esquecer o acesso à versão digital dos quadrinhos da editora, notícias, uma enciclopédia de personagens e os demais itens mencionados. A princípio, o serviço estará disponível apenas na América do Norte, mas há planos de expandir para o resto do mundo.
Série militar Six é cancelada na 2ª temporada
O canal pago americano History anunciou o cancelamento da série “Six” após sua 2ª temporada. A série contava a história da tropa de elite da Marinha dos EUA, a equipe SEAL Team Six, que executa as missões mais arriscadas na caça e combate de ameaças terroristas em território inimigo. Seu lançamento no começo do ano passado foi apontado como responsável pelo súbito interesse das redes de TV americanas em atrações militares. A 1ª temporada foi vista por 1,5 milhões de telespectadores ao vivo e chegou a registrar uma média de 2,9 milhões na medição Live+3, que soma exibições em plataformas digitais até três dias após a transmissão original. Mas o segundo ano viu metade desse público sumir. “Six” foi criada para o canal History pelo roteirista William Broyles Jr. (“Apollo 13”, “Náufrago”), que lutou na guerra do Vietnã, e seu filho David Broyles. O elenco incluía Barry Sloane (série “Revenge”), Kyle Schmid (série “Being Human”), Juan Pablo Raba (série “Narcos”), Edwin Hodge (“Uma Noite de Crime”), Nadine Velazquez (série “Major Crimes”), Brianne Davis (série “True Blood”) e Dominic Adams (série “Devious Maids”), além de Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) na 1ª temporada. Para completar, Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e Eric Ladin foram as novidades do segundo ano. A série está atualmente na metade de sua 2ª temporada, que contará uma história completa, prevista para ser encerrada em 1 de agosto nos Estados Unidos.












