Diretor diz que Vingadores: Ultimato teve as melhores sessões de teste da Marvel
Com menos de um mês para chegar nos cinemas, “Vingadores: Ultimato” já foi exibido para alguns sortudos em sessões de teste, com o objetivo de avaliar a reação do público e ajudar os diretores a realizarem mudanças que fossem necessárias – por exemplo, diminuir sua duração, que é a maior de todos os filmes da Marvel. Mas, segundo o diretor Joe Russo, os testes de público foram “um dos melhores da história da Marvel” e eles não quiseram mexer em nada. Estão absolutamente confiantes que essa animação vai se refletir em comentários positivos e grandes bilheterias quando o filme for lançado. “Somos vigilantes sobre usar a audiência para nos dizer se estamos no caminho certo ou se estamos tomando péssimas decisões. Com ‘Ultimato’, houve uma das respostas mais incríveis da história da Marvel. Independentemente do tamanho, [o filme] foi abraçado pela audiência em testes”, disse o cineasta, que assina o filme com seu irmão Anthony Russo, em entrevista ao site Box Office Pro. Ele ainda explicou que, para chegar nas três horas de projeção da trama, passou meses com o irmão na sela de edição, tentando chegar na melhor versão possível do filme. “Somos rigorosos sobre pontos da história e passamos meses na sala de edição mexendo e transformando a narrativa em diversas formas diferentes até chegar na melhor versão”, contou. O resultado deste trabalho chega aos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Rammstein volta após dez anos com clipe superproduzido e polêmico
A banda alemã de metal industrial Rammstein voltou à ativa de forma bombástica, após dez anos sem lançar discos. Primeiro clipe de seu novo álbum, “Deutschland” (Alemanha) explodiu no YouTube e impactou as redes sociais por trazer menções ao holocausto, gerando críticas da comunidade judaica. A presidente do Congresso Judeu Europeu, Charlotte Knobloch, chegou a dizer que a banda passou dos limites. “Com esse vídeo, eles passaram do ponto. A instrumentalização e tratar o Holocausto como algo trivial, como mostram as imagens, é irresponsável”, ela reclamou ao tabloide Bild. Felix Klein, da comissão que combate antissemitismo no governo alemão, foi no mesmo tom. “É uma exploração desrespeitosa em nome de uma liberdade artística.” O clipe é uma superprodução. E uma porrada como a música da banda, repleto de imagens violentas, que traçam a História da Alemanha, sempre cercada de mortes, desde os tempos do império romano até um enterro sci-fi no espaço sideral. O nazismo faz parte desta História, assim como as cruzadas, os conflitos entre católicos e protestantes, os comunistas de Berlim Oriental, a tragédia do zepelim de Hindeburg, os terroristas da extrema esquerda dos anos 1970 e os protestos incendiários da extrema direita atual, todos representados na obra. Os integrantes da banda atuam como personagens dessa convulsão histórico-social, enquanto a própria Alemanha (Germania) é representada por uma modelo negra (Ruby Commey), que simboliza as lutas do país e seu destino inexorável, rumo à morte. Cheio de simbolismo, o clipe tem quase 10 minutos, que passam voando diante de tanta criatividade – numa das cenas, Germania dá luza a um lobo, pelas mãos ensanguentadas de um cardeal. Polêmico, claro, como a música da banda – e como se espera de seus clipes após “Mein Teil”(2004). Mas não antissemita. Muito antes pelo contrário. A direção é de Specter Berlin, pseudônimo de Eric Remberg, um respeitado diretor alemão de publicidade, designer e fundador do selo de rap Aggro Berlin, que em 2017 transformou um álbum do rapper Marteria em filme – “Antimarteria”.
Cillian Murphy vai se juntar a Emily Blunt na continuação de Um Lugar Silencioso
Cillian Murphy (“Dunkirk”) abriu negociações para se juntar a Emily Blunt na sequência de “Um Lugar Silencioso”. Os detalhes da trama também estão em um lugar muito silencioso, mas fontes da revista The Hollywood Reporter vazaram que Murphy interpretará um homem com intenções misteriosas, que se une à família do filme original. Os intérpretes da mãe e dos filhos sobreviventes já tiveram seus retornos confirmados. Além de Emily Blunt, os jovens Millicent Simmonds e Noah Jupe reprisarão seus papéis. E embora tenha morrido na trama original, John Krasinski também estará de volta, pelo menos atrás das câmeras como diretor – além de também ter contribuído com o roteiro. Com um orçamento de US$ 17 milhões, “Um Lugar Silencioso” arrecadou US$ 341 milhões nos cinemas de todo o mundo e venceu vários prêmios, do troféu do Sindicato dos Atores (SAG Award) para Emily Blunt ao Critics Choice de Melhor Filme de Terror/Sci-Fi do ano passado. O longa ainda disputou o Oscar 2019 de Melhor Edição de Som, fato significativo, já que sua trama gira em torno da necessidade de se manter silêncio o tempo inteiro, para evitar o ataque de monstros desconhecidos responsáveis pelo apocalipse. O filme original acompanhou os esforços da família formada por Blunt, Krasinski e seus filhos para sobreviver a esse cenário. E Krasinski chegou a comentar que gostaria de expandir esse grupo no próximo lançamento. A continuação tem estreia prevista para maio de 2020.
Atriz de Sabrina enfrenta monstros apocalípticos em trailer de terror da Netflix
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “The Silence”, mais um filme apocalíptico em que os personagens precisam fazer silêncio para não ser atacados por monstros. Desta vez, são criaturas voadoras, similares a morcegos, que aterrorizam a humanidade, criando um cenário de devastação. Como em “Um Lugar Silencioso”, os bichos caçam usando a audição e, por isso, os sobreviventes devem se manter em silêncio. Outra semelhança envolve o papel vivido por Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), uma adolescente surda, que desenvolveu seus outros sentidos. Com o ataque, seus pais fogem para o interior do país, mas encontram outra ameaça, uma seita que quer explorar as habilidades da jovem para sobreviverem. O elenco também inclui Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Miranda Otto (também de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), John Corbett (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Billy MacLellan (“Defiance”). “The Silence” é o trabalho de maior orçamento dos irmãos roteiristas Shane e Carey Van Dyke, netos do ator Dick Van Dyke (de “Mary Poppins”), que se especializaram em escrever terrores baratos feitos para DVD, como “The Sacred” e “Chernobyl”. A direção é de John R. Leonetti (“Annabelle”) e a estreia está marcada para 12 de abril em streaming.
Minissérie baseada em O Nome da Rosa ganha trailer americano e coleção de pôsteres
O canal pago americano Sundance TV divulgou o primeiro trailer em inglês e a rede italiana RAI uma coleção de pôsteres de personagens da minissérie baseada no best-seller “O Nome da Rosa”, fenômeno literário dos anos 1980. A adaptação teve seu roteiro supervisionado pelo próprio escritor Umberto Eco, antes de falecer em 2016, e já está sendo exibida na Itália. Apesar de ser uma coprodução italiana e alemã, a série foi lançada com dublagem italiana na Europa. As gravações foram originalmente feitas em inglês, visando o público internacional, com um elenco encabeçado pelo americano John Turturro (“Transformers”). O ator vive o monge franciscano William de Baskerville, que chega, com seu jovem aprendiz Adso de Melk (vivido pelo alemão Damien Hardung), num mosteiro isolado nos alpes italianos, durante o século 14. Incumbido de participar das discussões de uma disputa de propriedade entre franciscanos e o papado, Baskerville acaba se defrontando com uma série de assassinatos macabros. O elenco ainda destaca o inglês Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o inquisidor Bernard Gui, inimigo de Baskerville, enviada pelo papa para investigar os crimes, além do americano Michael Emerson (“Lost”), o escocês James Cosmo (“Legítimo Rei”), os alemães Sebastian Koch (“Ponte dos Espiões”) e Richard Sammel (série “The Strain”) e os italianos Fabrizio Bentivoglio (“Capital Humano”), Greta Scarano (“Diva!”), Stefano Fresi (“Paro Quando Quero”) e Antonia Fotaras (“SKAM Italia”). O roteiro é assinado pelo cineasta Andrea Porporati (“Missão Romana”) em parceria com o britânico Nigel Williams (“Elizabeth I”), e todos os oito episódios são dirigidos por Giacomo Battiato (“O Jovem Casanova”). As gravações duraram cinco meses nos estúdios históricos da Cinecittà, em Roma, com orçamento de US$ 26 milhões. “O Nome da Rosa” foi publicado em 1980, vendendo 50 milhões de cópias pelo mundo, e já teve uma adaptação para o cinema. Dirigida pelo francês Jean-Jacques Annaud em 1986, a produção foi estrelada por Sean Connery e Christian Slater, respectivamente como Baskerville e Melk. A série vai estrear em 1 de maio no canal pago Sundance TV nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Filme de Downton Abbey ganha pôsteres com personagens
A Focus Features divulgou quatro pôsteres do filme derivado da série britânica “Downton Abbey”. As artes trazem os personagens se preparando para um evento, com as ladies Mary (Michelle Dockery) e Edith Crawley (Laura Carmichael) ajustando as jóias, enquanto a criadagem – incluindo Robert James-Collier como Thomas Barrow – prepara a recepção. Como sugere o teor dos cartazes, os convidados são o próprio público – “Estávamos esperando vocês”, diz o texto em inglês. Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na produção televisiva, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, o filme tem direção de Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará também com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Já Lily James ficou de fora, justificando sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra, após se mudar para os EUA na série. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). O lançamento foi marcado para 13 de setembro no Reino Unido, uma semana depois nos EUA e apenas em 7 de novembro no Brasil.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster
A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Pennyworth: Série da DC Comics sobre a juventude de Alfred ganha primeiro teaser
O canal pago americano Epix divulgou o primeiro teaser da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título e uma direção de arte caprichada, que recria o começo dos 1960. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. Ben Aldridge (“Reign”) viverá o jovem milionário Thomas Wayne e o elenco ainda destaca a cantora Paloma Faith como Bet Sykes, descrita como uma “vilã espirituosa, sádica e de língua afiada” e que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee. A 1ª temporada, que terá dez episódios, vai estrear durante o verão norte-americano (entre maio e julho), em data ainda não anunciada.
Shane Rimmer (1929 – 2019)
O ator e dublador Shane Rimmer, que deu voz ao piloto Scott Tracy na série de marionetes “Thunderbirds”, morreu em sua casa na madrugada desta sexta (29/3). Ele tinha 89 anos. Canadense, nascido em Toronto em 1929, Rimmer se mudou para o Reino Unido na década de 1950, onde trabalhou em várias séries (incluindo “Doctor Who”) e iniciou uma carreira repleta de figurações no cinema, iniciada pelo clássico “Dr. Fantástico” (1964), de Stanley Kubrick, e com direito a três filmes de 007 nos anos 1970 – “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973) e “007: O Espião que me Amava” (1977), sempre como personagens diferentes. Rimmer também tinha uma relação afetiva com as adaptações da DC Comics. Após aparecer nos três primeiros filmes de “Superman” estrelados por Christopher Reeve, ainda figurou em “Batman Begins” (2005). Sua ficha no IMDb cita 165 créditos, incluindo “Guerra nas Estrelas” (1977) e o vencedor do Oscar “Gandhi” (1982), mas a maioria de seus papéis de cinema foi tão pequena que nem sequer tinha nome – em vez disso, eram identificados como o “técnico mais velho”, o “treinador”, o “coronel”, o “comentarista”. Seu trabalho mais consistente se deu nas séries do produtor Gerry Anderson. Além de dar voz ao líder da tripulação dos Thunderbirds entre 1964 e 1966, ele também dublou personagens de outras duas atrações famosas de bonecos, “Capitão Escarlate” (1967-68) e “Joe 90” (1968-69). Para completar, apareceu em carne e osso nas séries live-action de ficção científica do produtor, “Projeto UFO” (1970-71) e “Espaço: 1999” (1975–1977). Um de seus últimos trabalhos foi uma minissérie em que voltou a dublar o líder dos Thunderbirds. Foram três episódios lançados em 2015. Entretanto, quando a série original foi refeita no mesmo ano, os novos produtores não o chamaram de volta, encerrando sua longa ligação com o legado de Gerry Anderson (1929–2012).
June Harding (1940 – 2019)
A atriz June Harding, que fez sucesso nos anos 1960, ao estrelar a comédia “Anjos Rebeldes” (1966), morreu no dia 22 de março em uma casa de repouso no Maine. Ela tinha 78 anos. Com aparência bem mais jovem que sua idade real, Harding registrou seu primeiro trabalho numa pequena participação na longeva novela “As the World Turns” aos 16 anos, de onde partiu para Nova York, buscando virar atriz de teatro. Após se apresentar em peças pequenas, ela estreou na Broadway aos 21 anos, em dezembro de 1961, como a filha mais nova de Art Carney na peça de sucesso “Take Her, She’s Mine”, mas logo voltou para a TV, virando integrante da série de antologia “The Richard Boone Show”, entre 1963 e 1964. Ela ainda apareceu em episódios de “Dr. Kildare”, “Os Defensores” e “O Fugitivo” antes de ser escalada em seu primeiro e único filme. Já tinha 26 anos quando protagonizou “Anjos Rebeldes” ao lado da estrelinha da Disney Hailey Mills, então com 19. No clássico dirigido por Ida Lupino, as duas viviam as personagens do título, estudantes espirituosas de um internato de meninas, administrado por uma Madre Superiora durona (Rosaland Russell). O filme fez grande sucesso e rendeu uma homenagem para a atriz em sua cidade natal de Emporia, na Virginia. Ela recebeu a chave da cidade e foi comemorada com um novo feriado municipal, o “Dia de June Harding”. Mas Harding não deu sequência na carreira, aposentando-se logo no começo dos anos 1970. Seu último papel foi no telefilme “The Cliff” (1970). Desde então, vinha se dedicando à pintura.
Roberto Benigni vira Gepeto na primeira foto do novo Pinóquio
O estúdio Le Pacte divulgou a primeira foto da nova versão de “Pinóquio”. A imagem traz o ator e diretor italiano Roberto Benigni (vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Vida É Bela”) como o marceneiro Gepeto diante do boneco de madeira. O filme marca a volta de Benigni ao cinema, oito anos após seu último papel, quando fez uma pequena participação em “Para Roma, com Amor” (2012), de Woody Allen. E, por coincidência, numa adaptação da mesma obra que lhe rendeu o seu maior fracasso. Benigni foi diretor, roteirista e protagonista de uma versão anterior da mesma história, lançada em 2002. Na ocasião, no papel do boneco de corpo e cara-de-pau, ele conseguiu a façanha de atingir 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. O novo filme é dirigido por Matteo Garrone, que volta ao mundo das fábulas encantadas após o ótimo “O Conto dos Contos” (2015). Em comunicado à imprensa, Garrone afirmou que o projeto representa “dois sonhos se tornando realidade”: dirigir uma adaptação de “Pinóquio” e trabalhar com Benigni. As filmagens começaram em 18 de março na Itália e vão continuar por mais 11 semanas. Apesar de ainda não ter previsão de estreia, a produção italiana vai chegar aos cinemas antes de seus concorrentes americanos saírem do papel. Há pelo três filmes sobre “Pinóquio” em desenvolvimento nos Estados Unidos: um longa animado de Guillermo del Toro, com produção da Netflix, uma versão “live-action” da Disney, que traria Tom Hanks como Gepeto, e outra da Warner com Robert Downey Jr. Pela falta de atualizações, é provável que a última já tenha sido descartada. A adaptação mais famosa da obra de Carlo Collodi continua a ser o desenho lançado pela Disney em 1940, que venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”.
Episódio chocante de The Walking Dead foi o menos visto da série
Apesar da repercussão na imprensa e nas redes sociais, o episódio mais recente de “The Walking Dead” registou a pior audiência da série. Um dos capítulos mais chocantes da atração, “The Calm Before”, exibido no domingo passado (24/3), teve 10 mortes e a exibição de cabeças decepadas de protagonistas em estacas de madeira. Mas foi visto por apenas 4,15 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. O desempenho representa novo recorde negativo, como o capítulo menos visto da série. Além disso, caiu para 1,5 ponto de audiência na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por enquanto, mesmo com os números em queda, “The Walking Dead” ainda se mantém como a série mais vista da TV paga americana. Mas isso também acontece porque os principais lançamentos da temporada aconteceram em streaming. Vale lembrar que o capítulo mais visto da série, “No Sanctuary”, episódio de estreia da 5ª temporada, atraiu 17,2 milhões de telespectadores em outubro de 2014. “The Walking Dead” encerra sua 9ª temporada no próximo domingo (31/3) com o episódio intitulado “The Storm”.
Miley Cyrus adota penteado de Hannah Montana para celebrar 13 anos da série
Depois dos Jonas Brothers e Sandy & Júnior reviverem seus projetos musicais da juventude, Miley Cyrus decidiu comemorar os 13 anos da série “Hannah Montana” voltando a adotar o visual da personagem. Após passar pelo salão de beleza e mostrar que a nova franja não é peruca, ela postou uma série de vídeos e fotos nas redes sociais com a hashtag #HannahMontana. Os comentários feitos nos vídeos, porém, foram bastante irônicos, referindo-se, por exemplo, ao título do hit “The Best of Both Worlds” como uma forma de combinar duas drogas. Ela até dançou ao som da música “Hannah Montana”, do grupo de rap Migos, cuja letra era, de fato, referência à combinação de duas drogas. E ainda postou uma foto em que contrasta a loirice da personagem pop com uma camiseta clássica de Alice Cooper e visual roqueiro. “Hannah Montana agora é punk!”, brincou. Ela acabou entrando nos tópicos mais comentados do Twitter com seus posts, fazendo com que os fãs lançassem campanha para vê-la novamente como a personagem. Apesar da brincadeira, não há indícios de que a Disney esteja interessada numa Hannah Montana punk. Com quatro temporadas, exibidas entre 2006 e 2011 no Disney Channel, além de um filme e shows, “Hannah Montana” lançou a carreira de Miley Cyrus e criou um padrão para as produções musicais adolescentes da Disney. Mas assim que seu contrato acabou, a cantora se reinventou com uma imagem oposta à da jovem inocente, trocando o country pop por dance music e um estilo de vista marcado por muito hedonismo. I WIN! #10YearChallenge pic.twitter.com/e1PoxpWnKm — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 pic.twitter.com/WOGPhNUH8S — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 Icons only! #HannahMontana pic.twitter.com/SfjweSaLYo — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 pic.twitter.com/4S99QFnIEa — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 pic.twitter.com/HEjaOVGLIl — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 Hannah Montana @Migos pic.twitter.com/v62ncSpaQ1 — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 Hannah is punk now! ☠️ pic.twitter.com/I4nUdajchD — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019 #HannahMontana & @billyraycyrus pic.twitter.com/OaIulhrRMA — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 29, 2019











