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    Missão no Mar Vermelho: Chris Evans lidera resgate na África em trailer legendado da Netflix

    16 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Missão no Mar Vermelho” (The Red Sea Diving Resort), primeiro filme de ação estrelado por Chris Evans (o Capitão América) após “Vingadores: Ultimato”. Baseada em fatos reais, a história ambientada nos anos 1980 traz Evans liderando uma missão do Mossad, serviço de inteligência israelense, para resgatar judeus etíopes do Sudão e transportá-los em segurança até Israel, durante uma revolução sangrenta. “Missão no Mar Vermelho” tem roteiro e direção de Gideon Raff, criador de “Tyrant” e da série israelense “Hatufim”, que foi refeita como “Homeland” nos Estados Unidos. O elenco também inclui Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Haley Bennett (“A Garota no Trem”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Michiel Huisman (“Game of Thrones”), Chris Chalk (“Gotham”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Alona Tal (“SEAL Team”) e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”). A estreia está marcada para 31 de julho em streaming.

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    Fear the Walking Dead: Trailer de midseason finale é correria para escapar de zumbis e radiação nuclear

    16 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer e as fotos de midseason finale da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que vai ao ar no próximo domingo (21/7) nos Estados Unidos. O vídeo contém SPOILER e acaba com um dos grandes suspenses da reta final. Enquanto as fotos do episódio “Is Anybody Out There?” mostram apenas parte do grupo central, em preparativo para fuga aérea, a prévia destaca a correria de Morgan (Lennie James) e Alicia (Alycia Debnam-Carey) para chegar a tempo no avião onde estão os demais sobreviventes, visando escapar de uma horda de zumbis radioativos e da explosão iminente de uma usina nuclear. O spoiler só é visível para os mais atentos e está implícito na descrição acima. Muitos fãs ficaram preocupados com o final do episódio anterior, que mostrou Alicia contaminada por radiação e com comportamento suicida. O vídeo mostra que ela foi resgatada por Morgan e pela cientista Grace (Karen David), que tem equipamento contra radiação em seu caminhão. É lógico supor que Grace tenha pílulas de iodo em seu arsenal – a cura para envenenamento radioativo. A série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, que programou os episódios com atraso de 15 dias em relação ao lançamento nos Estados Unidos.

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    Big Bang Theory, Julia Roberts e George Clooney são maiores esnobados do Emmy 2019

    16 de julho de 2019 /

    A era do excesso de TV deixou muita gente boa fora da lista do Emmy 2019. Astros oscarizados como Julia Roberts, protagonista de “Homecoming”, e George Clooney, ator, produtor e diretor de “Catch 22”, não foram lembrados pela Academia de Televisão para disputar prêmios entre os melhores da indústria deste ano. Mas a ausência mais sentida entre os indicados não foi uma estrela, mas uma série. Em sua temporada final, “The Big Bang Theory” poderia concorrer pela última vez ao maior prêmio da TV americana, mas acabou barrada nas categorias principais de comédia. “Barry”, “Fleabag”, “Russian Doll” (Boneca Russa), “The Marvelous Mrs. Maisel” (A Maravilhosa Sra. Maisel), “Schitt’s Creek”, “The Good Place” e “Veep” foram os sete indicados na categoria de Melhor Série de Comédia. Antes da popularidade dos serviços de streaming, “The Big Bang Theory” chegou a entrar nessa lista em quatro oportunidades, entre 2011 e 2014. Para piorar, nem o protagonista Jim Parsons, com seis indicações e quatro vitórias pelo papel de Sheldon Cooper, foi lembrado neste ano. Muitos também sentiram a falta de “One Day at a Time” e sua “abuelita”, a também oscarizada Rita Moreno. Além disso, chamou atenção que “Pose”, apesar de concorrer como Melhor Drama, não emplacou representantes de seu elenco show nas disputas de interpretação. Até hoje, a Academia só indicou uma atriz transexual a prêmios: Laverne Cox, que disputou três vezes a categoria de Melhor Atriz Convidada por “Orange Is the New Black”.

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    O Homem Cordial: Trailer mostra Paulo Miklos enfrentando intolerância

    16 de julho de 2019 /

    A produtora O2 divulgou o primeiro trailer de “O Homem Cordial”. Apesar do título gerar um pouco de confusão com “O Animal Cordial” (2017), a história reflete outro tipo de violência social. A sinopse descreve o filme como “um thriller psicológico, no qual o afloramento de uma onda de ódio e intolerância é visto a partir do ponto de vista de Aurélio (Paulo Miklos), um homem de 60 anos, branco, rico e heterossexual, que de sua posição social privilegiada se vê perdido e impotente, sem saber como reagir a essa realidade que se apresenta”. A prévia, entretanto, mostra que Aurélio não é um empresário burguês (“posição social privilegiada”), mas um cantor de rock como o próprio Paulo Miklos, que enfrenta hostilidade do público durante um show. Além disso, uma das cenas gravadas nas ruas de São Paulo recria frases de um confronto associado a Chico Buarque e eleitores de Bolsonaro nas ruas do Rio. Por sinal, “O Homem Cordial” também é título de uma obra de Sérgio Buarque de Holanda, escritor, historiador, jornalista, fundador do PT e pai do cantor Chico Buarque. O resto do vídeo, entretanto, dispensa aspectos de drama político-social para destacar cenas típicas de thriller, com perseguições, armas em punho e ameaças físicas. Além do ex-Titãs, o elenco conta com outros músicos, com o rapper Thaíde (“2 Coelhos”) e o DJ Theo Werneck (“Que Horas Ela Volta?”), ao lado de atores do cinema indie nacional, como Dandara de Morais (“Ventos de Agosto”), Thalles Cabral (“Yonlu”), Fernanda Rocha (“O Último Cine Drive-in”) e Thaia Perez (“Aquarius”). Dirigido por Iberê Carvalho (“O Último Cine Drive-in”), o filme fará sua première no 47º Festival de Cinema de Gramado, que acontece entre 16 e 24 de agosto, e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Olivia Munn diz que diretor e produtor de X-Men não conheciam os quadrinhos

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Olivia Munn, que interpretou Psylocke em “X-Men: Apocalipse”, jogou mais lenha na fogueira que carbonizou a franquia dos heróis mutantes nas bilheterias. Em um vídeo gravado para a revista GQ, ela manifestou sua decepção com a falta de conhecimento dos responsáveis pelos filmes que adaptaram os quadrinhos da Marvel. Respondendo perguntas feitas pelas redes sociais, a atriz, que é geek de carteirinha e apresentava programa de games antes de fazer filmes, assumiu se identificar com a reação apaixonada dos fãs sobre as adaptações de quadrinhos no cinema. Por isso, se disse frustrada com o diretor Bryan Singer e o produtor-roteirista Simon Kinberg (supostamente responsável por todo o universo dos X-Men na Fox) durante a filmagem de “X-Men: Apocalipse”, porque eles não sabiam nada sobre sua personagem. “Quando eu estava filmando ‘X-Men’, eu fiquei surpresa que o diretor e o roteirista não sabiam que a Psylocke tinha um irmão gêmeo”, contou a atriz. “Eu tive de conversar com eles sobre várias coisas de quem era Psylocke e outras sobre esse mundo que eles não conheciam e, como fã, foi bem frustrante”, desabafou. Depois dessa experiência, Olivia Munn foi deixada de lado e não apareceu mais na franquia. O que talvez tenha sido bom pra ela, já que o lançamento seguinte foi “X-Men: Fênix Negra”, um grande fracasso comercial que ganhou a fama de pior título dos “X-Men” no cinema. De todo modo, a reclamação se soma a outras que deram à Olivia Munn uma fama de “atriz problema” entre certos produtores de Hollywood. Mas sua atitude de não aceitar desaforos também é bem vista por fatia significativa do meio artístico. Ela foi responsável por denúncias sérias em sets de filmagem, como uma das primeiras atrizes a acusar o diretor Brett Ratner (“X-Men: Conflito Final”) de assédio, o que acabou implodindo uma parceria milionária do cineasta com a Warner. Também apontou que um amigo pessoal trazido pelo diretor Shane Black para uma participação especial em “Predador” era simplesmente um pedófilo condenado. O escândalo ajudou o filme a fracassar nas bilheterias. Atualmente, Munn pode ser vista na nova série de ação sobrenatural “The Rook”, que estreou em 30 de junho nos Estados Unidos. Ela também estará em quatro filmes previstos para 2020, mostrando que os tempos mudaram após o #MeToo e as atrizes podem falar o que pensam sem colocar suas carreiras em risco.

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    Disney quer Harry Styles como o Príncipe Encantado do remake de A Pequena Sereia

    16 de julho de 2019 /

    A Disney está negociando com o cantor Harry Styles para interpretar o príncipe encantado do remake live-action de “A Pequena Sereia”. Segundo diversos sites americanos, as negociações entre Styles e o estúdio ainda estão em fase inicial. Caso assine o contrato para viver o príncipe Eric, “A Pequena Sereia” se tornará o segundo filme da carreira do cantor do One Direction, que estreou no cinema com um papel no drama de guerra “Dunkirk”, de Christopher Nolan. Até agora, apenas a protagonista do remake está confirmada. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. Ela tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle. A produção ainda negocia com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”) e Awkwafina (“Podres de Rico”) para integrarem o elenco. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de quase US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão para a estreia do novo “A Pequena Sereia”.

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    Paolla Oliveira registra queixa criminal contra autores de sex tape falsa com seu nome

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Paolla Oliveira (da série “Assédio”) registrou uma ocorrência contra os responsáveis por compartilhar um vídeo de sexo falsamente relacionando ao nome dela. Quem aparece nas imagens, na verdade, é uma atriz de filmes pornográficos norte-americana. Logo depois que deixou a Delegacia de Repressão aos Crimes da Internet (DRCI) do Rio, ela desabafou no seu Instagram sobre o caso. “Estive hoje na delegacia para cumprir um dever cívico, não só por mim, mas também por todas as mulheres que, diferente do meu caso, realmente tiveram sua intimidade exposta… Tomei conhecimento de que, assim como eu, dezenas de pessoas procuram a delegacia de crimes virtuais todos os dias, em sua grande maioria são mulheres que sofreram ofensas e ameaças de todos os tipos. Não se calem. Denunciem!!!”, disse. Ela também comentou a experiência de ver seu nome associado a uma suposta sex tape. “Foi muito violento mesmo não sendo eu naquele vídeo, fico imaginando a dor de quem é realmente vítima de pornografia de vingança ou qualquer tipo de exposição da sua intimidade. A internet não se apaga. Cuidem-se. Nossa privacidade é um bem muito valioso pra entregar nas mãos de outras pessoas. Deixo aqui meu agradecimento especial a DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes da Internet)”, concluiu. Titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), o delegado Pablo Sartori Sartori explicou, em entrevista à imprensa, que o depoimento e o material levado por Paolla Oliveira à delegacia foi considerado suficiente para iniciar a investigação. “Com o depoimento e material que a polícia tem, a instauração de inquérito, quebra de sigilo policial, nós partimos para identificação dos autores e a pena pode chegar até um ano de prisão”. De acordo com o delegado, como é um vídeo falso relacionando a atriz, algo que ela não participou, trata-se de um crime conta a honra simples. “O importante destacar é que vários crimes como esse aconteceram, e como todos os anteriores, nós vamos descobrir quem são os autores e serão levados para a Justiça para responder pelo crime”. O delegado destacou que embora as pessoas pensem que na internet estão protegidas pelo anonimato, isso não acontece. “A polícia sempre descobre e leva à Justiça os autores dos fatos. Todos os que propagam e replicam o vídeo respondem pelo crime da mesma forma”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Estive hoje na delegacia para cumprir um dever cívico, não só por mim, mas também por todas as mulheres que, diferente do meu caso, realmente tiveram sua intimidade exposta… Tomei conhecimento de que assim como eu, dezenas de pessoas procuram a delegia de crimes virtuais todos os dias, em sua grande maioria são mulheres que sofreram ofensas e ameaças de todos os tipos. NÃO SE CALEM. DENUNCIEM!!! Maior do que a vergonha de se ver exposta é a importância de não deixar esses crimes impunes. MENINAS, MULHERES, PESSOAS DE TODOS OS TIPOS, PROTEJAM-SE. Infelizmente, na era digital um simples celular acaba com a intimidade de pessoas públicas e anônimas. Foi muito VIOLENTO mesmo NÃO SENDO EU naquele vídeo, fico imaginando a dor de quem é realmente vítima de pornografia de vingança ou qualquer tipo de exposição da sua intimidade. A INTERNET NÃO SE APAGA. Cuidem-se. Nossa privacidade é um bem muito valioso pra entregar nas mãos de outras pessoas. Deixo aqui meu agradecimento especial a DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes da Internet). . . Ilustração: @deboraislas Uma publicação compartilhada por Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal) em 15 de Jul, 2019 às 4:34 PDT

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    Rainhas do Crime: Melissa McCarthy vira mafiosa em novo trailer de adaptação da DC Comics

    16 de julho de 2019 /

    A Warner divulgou três pôsteres e o trailer final de “Rainhas do Crime” (The Kitchen). A prévia conta a história de três mulheres que partem para o crime após seus maridos criminosos saírem de cena, deixando-as endividadas. Foi assim no recente “As Viúvas”, embora a ambição e a ambientação sejam diferentes. Na verdade, o contexto das disputas em território da máfia em 1978 lembra mais “Bella Mafia” (1997). De todo modo, o destaque da produção não é a história, baseada nos quadrinhos “The Kitchen”, da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas o elenco encabeçado por Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). A trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas (destacadas nos pôsteres), o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”). A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos. E um detalhe chama atenção a menos de um mês do lançamento e com o “trailer final” no ar. Até agora, a Warner só liberou três fotos oficiais da produção – e uma delas é de bastidores!

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    Bacurau: Novo filme do diretor de Aquarius ganha trailer completo

    16 de julho de 2019 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Bacurau”, novo longa de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), que venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019. A prévia destaca o clima misterioso da história. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. E se torna alvo de atentados. O filme fará sua première nacional na abertura do Festival de Gramado, em 16 de agosto, e chega aos cinemas brasileiros logo em seguida, em 29 de agosto.

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    Thor 4 é confirmado com o diretor de Ragnarok

    16 de julho de 2019 /

    O diretor Taika Waititi, responsável por reinventar o super-herói nórdico da Marvel em “Thor: Ragnarok”, vai retornar à franquia. Ele assinou contrato para escrever e dirigir “Thor 4”. O projeto transforma Thor no primeiro herói da Marvel a chegar ao quarto filme individual. Nem Homem de Ferro, o mais popular protagonista do Universo Cinematográfico da editora de quadrinhos, mereceu essa consideração. Até aqui, apenas o grupo dos Vingadores teve quatro filmes lançados. O detalhe é que “Thor 4” também repercute em outra produção baseada em quadrinhos. A confirmação do diretor neozelandês garante que “Akira” voltará a ser adiado. O longa baseado no mangá está em desenvolvimento há mais de 15 anos na Warner e, após várias trocas de comando, tinha definido Waititi como diretor e estabelecido seu lançamento para maio de 2021. Mas boatos já circulavam sobre a paralisação da produção. O motivo agora fica claro: a volta do cineasta para a Marvel. A continuação de “Thor: Ragnarok” foi facilitada pela vontade de Chris Hemsworth e Tessa Thompson de retornarem a seus papéis, respectivamente como Thor e Valquíria. Hemsworth, em particular, adorou a abordagem cômica de Waititi no filme anterior e disse várias vezes que gostaria de explorar mais esse aspecto do personagem. Enquanto isso, Thompson cansou de avisar que a produção tinha tudo para acontecer. Mais bem-sucedido dos três filmes de Thor, “Ragnarok” estreou nos cinemas em novembro de 2017, arrecadando US$ 853,9 milhões em todo o mundo.

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    Stranger Things e Big Little Lies ficam fora do Emmy 2019

    16 de julho de 2019 /

    A Netflix perdeu sua batalha particular contra a HBO pela liderança em indicações ao Emmy 2019, principal premiação da indústria televisiva dos EUA. Mas embora a presença de “Game of Thrones” tenha sido avassaladora na lista da Academia de Televisão, a plataforma foi à luta sem sua principal arma. “Stranger Things”, série mais popular da plataforma de streaming, não foi indicada a prêmio algum. Mas a ausência não diz respeito à suposta queda de qualidade da produção em sua 3ª temporada. Trata-se de uma simples formalidade técnica: o período de exibição que o prêmio considera em cada ano. Para o Emmy 2019, foram consideradas elegíveis produções cujo primeiro episódio foi exibido entre 1º de junho de 2018 e 31 de maio de 2019. “Stranger Things” ficou fora da lista porque foi lançada em 4 de julho deste ano. O mesmo também aconteceu com a 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, a 2ª temporada de “Big Little Lies” e a estreia de “Euphoria”, entre as séries de maior repercussão atualmente em exibição. Se todas essas séries fossem contabilizadas, talvez a HBO até aumentasse sua liderança, pois duas são produções do canal da WarnerMedia. Sem “Big Little Lies”, o Emmy até perde muito de seu glamour, já que não contará com as estrelas que protagonizam a produção – entre elas, Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Laura Dern e Meryl Streep. De todo modo, elas deverão concorrer ao Emmy de 2020.

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    Game of Thrones e HBO lideram indicações ao prêmio Emmy 2019

    16 de julho de 2019 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos divulgou nesta terça (16/7) os indicados à edição 2019 do Emmy, principal premiação da indústria televisiva americana. Anunciada pelos atores Ken Jeong (“Podres de Ricos”) e D’Arcy Carden (“The Good Place”), a lista destacou a liderança de “Game of Thrones” em sua 8ª e última temporada, apesar da repercussão negativa do desfecho nas redes sociais. A produção da HBO somou 32 indicações. Trata-se de um número recorde no Emmy. Nunca antes uma produção recebeu tantas indicações pela mesma temporada. Dez das nomeações foram para os atores da série, tanto nas categorias de protagonistas como nas de coadjuvantes. Estão indicados Kit Harington (Jon Snow), Emilia Clarke (Daenerys), Peter Dinklage (Tyrion), Nikolaj Coster-Waldau (Jaime), Alfie Allen (Theon), Sophie Turner (Sansa), Maisie Williams (Arya), Gwendoline Christie (Brienne), Lena Headey (Cersei) e Carice van Houten (Melisandre). As 22 restantes estabeleceram um verdadeiro domínio nas chamadas categorias criativas – a parte técnica – , cuja cerimônia de premiação acontece em data diferente da transmissão televisiva. Os concorrentes de “Game of Thrones” na categoria de Melhor Série de Drama são “Killing Eve”, “Ozark”, “This Is Us”, “Better Call Saul”, “Pose”, “Succession” e “Bodyguard”. A última, lançada como “Segurança em Jogo” pela Netflix no Brasil, curiosamente é uma minissérie. Mas o Emmy está ressabiado de premiar minisséries que ganham 2ª temporada e admite desconfiar que este seria o mesmo caso. “Game of Thrones” também ajudou a HBO a se manter como o canal mais prestigiado pela Academia, com 137 indicações, à frente da Netflix, que recebeu 112. Entretanto, não foi o único destaque da emissora da WarnerMedia. “Chernobyl” e “Veep” também se projetaram, respectivamente entre as minisséries e séries de comédia. Assim como a produção dos dragões, “Veep” está se despedindo da TV e busca conquistar seus últimos prêmios e ampliar recordes da Academia. Por conta disso, o Emmy 2019 servirá como cortina final de uma era. A cerimônia de premiação do 71º Emmy Awards acontecerá no dia 22 de setembro no Microsoft Theater, em Los Angeles. Veja abaixo a lista dos principais indicados (sem as categorias técnicas). Melhor Série de Drama Game of Thrones This Is Us Killing Eve Ozark Better Call Saul Succession Segurança em Jogo Pose Melhor Série de Comédia Veep Boneca Russa The Marvelous Mrs. Maisel Barry Fleabag The Good Place Schitt’s Creek Melhor Telefilme Black Mirror: Bandersnatch Deadwood – O Filme Brexit Meu Jantar com Herve Rei Lear Melhor Minissérie ou Série Limitada Sharp Objects Escape at Dannemora Chernobyl Olhos que Condenam Fosse/Verdon Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (This Is Us) Milo Ventimiglia (This Is Us) Jason Bateman (Ozark) Billy Porter (Pose) Bob Odenkirk (Better Call Saul) Kit Harington (Game of Thrones) Melhor Atriz em Série de Drama Sandra Oh (Killing Eve) Jodie Comer (Killing Eve) Emilia Clarke (Game of Thrones) Laura Linney (Ozark) Robin Wright (House of Cards) Mandy Moore (This Is Us) Viola Davis (How to Get Away With Murder) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Alfie Allen (Game of Thrones) Peter Dinklage (Game of Thrones) Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) Jonathan Banks (Better Call Saul) Giancarlo Esposito (Better Call Saul) Michael Kelly (House of Cards) Chris Sullivan (This Is Us) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Gwendoline Christie (Game of Thrones) Lena Headey (Game of Thrones) Fiona Shaw (Killing Eve) Maisie Williams (Game of Thrones) Sophie Turner (Game of Thrones) Julia Garner (Ozark) Melhor Ator Convidado em Série de Drama Ron Cephas-Jones (This Is Us) Michael McKean (Better Call Saul) Michael Angarano (This Is Us) Kumail Nanjiani (The Twilight Zone) Glynn Turman (How to Get Away With Murder) Bradley Whitford (The Handmaid’s Tale) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Laverne Cox (Orange Is The New Black) Cherry Jones (The Handmaid’s Tale) Jessica Lange (American Horror Story: Apocalypse) Phylicia Rashad (This Is Us) Cicely Tyson (How To Get Away With Murder) Carice van Houten (Game of Thrones) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (Black-ish) Bill Hader (Barry) Ted Danson (The Good Place) Michael Douglas (The Kominsky Method) Don Cheadle (Black Monday) Eugene Levy (Schitt’s Creek) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) Julia Louis-Dreyfus (Veep) Natasha Lyonne (Boneca Russa) Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) Christina Applegate (Disque Amiga para Matar) Catherine O’Hara (Schitt’s Creek) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler (Barry) Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) Alan Arkin (O Método Kominsky) Tony Hale (Veep) Stephen Root (Barry) Anthony Carrigan (Barry) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (Saturday Night Live) Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) Anna Chlumsky (Veep) Betty Gilpin (GLOW) Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel) Sarah Goldberg (Barry) Olivia Colman (Fleabag) Sian Clifford (Fleabag) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Adam Sandler (Saturday Night Live) Peter MacNicol (Veep) John Mulaney (Saturday Night Live) Luke Kirby (The Marvelous Mrs. Maisel) Matt Damon (Saturday Night Live) Robert De Niro (Saturday Night Live) Rufus Sewell (The Marvelous Mrs. Maisel) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Jane Lynch (The Marvelous Mrs. Maisel) Sandra Oh (Saturday Night Live) Maya Rudolph (The Good Place) Kristin Scott Thomas (Fleabag) Fiona Shaw (Fleabag) Emma Thompson (Saturday Night Live) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Mahershala Ali (True Detective) Jared Harris (Chernobyl) Jharrel Jerome (Olhos que Condenam) Sam Rockwell (Fosse/Verdon) Benicio del Toro (Escape at Dannemora) Hugh Grant (A Very English Scandal) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (Fosse/Verdon) Patricia Arquette (Escape at Dannemora) Amy Adams (Sharp Objects) Joey King (The Act) Aunjanue Ellis (Olhos Que Condenam) Niecy Nash (Olhos Que Condenam) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Asante Blackk (Olhos Que Condenam) Paul Dano (Escape At Dannemora) John Leguizamo (Olhos Que Condenam) Stellan Skarsgård (Chernobyl) Ben Whishaw (A Very English Scandal) Michael K. Williams (Olhos Que Condenam) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (The Act) Patricia Clarkson (Sharp Objects) Emily Watson (Chernobyl) Margaret Qualley (Fosse/Verdon) Marsha Stephanie Blake (Olhos Que Condenam) Vera Farmiga (Olhos Que Condenam) Melhor Direção em Série de Drama Game of Thrones (The Iron Throne) Game of Thrones (The Last of the Starks) Game of Thrones (The Long Night) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Desperate Times) Ozark (Reparations) Succession (Celebration) Melhor Direção em Série de Comédia Barry (The Audition) Barry (ronny/lilly) The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome) Fleabag (Episódio 1) The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone) The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going To The Catskills!) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora Fosse/Verdon (Glory) Fosse/Verdon (Who’s Got the Pain) A Very English Scandal Olhos Que Condenam Melhor Roteiro em Série de Drama Better Call Saul (Winner) Segurança em Jogo (Episódio 1) Game of Thrones (The Iron Throne) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Nice and Neat) Succession (Nobody is Ever Missing) Melhor Roteiro em Série de Comédia Barry (ronny/lilly) Fleabag (Episódio 1) The Good Place (Janet(s)) PEN15 (Anna Ishii-Peters) Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy) Boneca Russa (A Warm Body) Veep Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora (Episódio 6) Escape at Dannemora (Episódio 7) Fosse/Verdon (Providence) A Very English Scandal Olhos Que Condenam (Parte 4) Melhor Programa de Esquetes Saturday Night Live Drunk History I Love You, America At Home with Amy Sedaris Documentary Now Who Is America? 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    Netflix corta cena de suicídio de Hannah da série 13 Reasons Why

    16 de julho de 2019 /

    A Netflix resolveu limar a cena de suicídio da personagem Hannah Baker em “13 Reasons Why”, dois anos depois do lançamento da série. A decisão foi tomada tendo em vista a campanha agressiva de grupos conservadoras contra a série, especialmente a forma detalhista com que a morte da personagem foi registrada. Entre os argumentos críticos, até o aumento do índice de suicídios nos EUA foi brandido. Prevendo uma reprise e até intensificação deste debate com o lançamento da 3ª temporada, a plataforma decidiu ceder, anunciando a mudança por meio de um comunicado que tenta minimizar o lobby e sugerir que a decisão foi espontânea, ao mesmo tempo em que o texto evita o “mea culpa” e qualquer vestígios de desculpas. “Ouvimos de muitos jovens que ’13 Reasons Why’ os encorajou a começar conversas sobre temas difíceis como depressão e suicídio. Enquanto nos preparamos para lançar a 3ª temporada no final deste verão americano, ouvimos o debate sobre a série. Seguindo conselho de especialistas médicos, incluindo a Dra. Christine Moutier, chefe médica na American Foundation for Suicide Prevention, decidimos com o criador Brian Yorkey e os produtores editar a cena em que Hannah tira sua própria vida na 1ª temporada”, diz o comunicado. No texto, “editar” foi usado como eufemismo. A cena será eliminada completamente. A nova versão mostrará Hannah se olhando no espelho e fim. A imagem seguinte será a reação de seus pais ao encontrá-la, já sem vida. A cena polêmica, que mostrava a personagem de Katherine Langford cortando os pulsos e sangrando na banheira, sempre foi a mais criticada da série, considerada por seus detratores como um “tutorial sobre como se suicidar”. Mas também ajudou a série a se tornar uma das mais vistas da Netflix, graças à fama de “perigosa”. Vale lembrar que, logo os primeiros protestos surgiram, o CEO da Netflix Reed Hastings saiu em defesa da atração, dizendo: “É controvertido, mas ninguém precisa assistir.” Agora, porém, até o roteirista-produtor Brian Yorkey se manifestou a favor da “censura social”. ‘Era nossa esperança, ao fazer ’13 Reasons Why’, contar uma história que ajudasse os jovens espectadores a se sentirem vistos e ouvidos, e incentivar a empatia em todos que a assistiram, como o livro best-seller fez antes de nós”, disse Yorkey no comunicado. “Nossa intenção criativa, ao retratar a realidade feia e dolorosa do suicídio em detalhes tão gráficos na 1ª temporada, foi contar a verdade sobre o horror de tal ato e garantir que ninguém jamais desejasse imitá-lo. Mas, quando estávamos prontos para a 3ª temporada, ouvimos as preocupações sobre a cena da Dra. Christine Moutier, da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio, e de outros, e concordamos com a Netflix em reeditá-la. Nenhuma cena é mais importante do que a vida do show e sua mensagem de que devemos cuidar melhor uns dos outros”. Várias organizações e profissionais relacionados à prevenção do suicídio assinaram um comunicado paralelo, em que dizem apoiar o corte. “Tem havido muito debate sobre a série na comunidade médica. Mas essa mudança positiva garantirá que ’13 Reasons Why’ continue incentivando conversas abertas sobre saúde mental e prevenção do suicídio – ao mesmo tempo em que atenua seu risco para os espectadores adolescentes mais vulneráveis.”

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