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  • Filme

    A Lavanderia: Advogados tentam impedir lançamento de filme da Netflix

    16 de outubro de 2019 /

    Dois sócios do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca & CO, que recentemente fechou as portas após se envolver num escândalo internacional de lavagem de dinheiro, decidiram processar a Netflix pelo filme “A Lavanderia” (The Laundromat), que fala justamente sobre o caso, também conhecido na mídia como “Panama Papers”. A ação foi aberta em Connecticut, nos Estados Unidos. De acordo com o processo, o longa “difama e retrata os autores do processo como advogados que estão envolvidos em lavagem de dinheiro, crimes fiscais, propina e outras condutas criminosas”. A ação tenta impedir o lançamento do filme, que, após ser exibido nos festivais de Veneza e Toronto, tem previsão de estreia para esta sexta-feira (18/10) em streaming. A alegação é que a produção pode influenciar o julgamento do caso, que ainda corre na justiça. Os advogados eram sócios da Mossack Fonseca, fornecedora de serviços offshore que fechou as portas em março deste ano após o caso dos Panama Papers estourar na imprensa mundial. O escândalo se tornou público em 2015, quando uma fonte anônima enviou para a imprensa um conjunto de 11,5 milhões de documentos da Mossack Fonseca que revelaram como a firma jurídica operava na ocultação de dinheiro de políticos e figuras públicas de todo o mundo. No filme, Gary Oldman (vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de Uma Nação”) e Antonio Banderas (“Dor e Glória”), interpretam, respectivamente, Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, donos do escritório de advocacia ligado ao escândalo. Além deles, o grande elenco da produção ainda destaca Meryl Streep (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Sharon Stone (“Artista do Desastre”), Melissa Rauch (“Big Bang Theory”), David Schwimmer (“Friends”), James Cromwell (“O Artista”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Robert Patrick (“Scorpion”), Will Forte (“Nebraska”) e Jeffrey Wright (“Westworld”). “A Lavanderia” tem direção de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e marca sua quarta parceria com o roteirista Scott Z. Burns – após “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013).

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  • Etc,  Filme,  Série

    Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora

    16 de outubro de 2019 /

    Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.

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  • Etc

    Jennifer Aniston reúne elenco de Friends para sua primeira foto no Instagram

    16 de outubro de 2019 /

    A atriz Jennifer Aniston finalmente entrou no Instagram. E para marcar a ocasião, ela chamou alguns amigos para se juntarem em uma selfie descontraída. Os amigos são aqueles mesmos, com F maiúsculo de Friends em inglês. Ela publicou uma foto reunindo o elenco completo da série clássica – além dela, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer. E escreveu na legenda: “Agora somos amigos (friends) no Instagram também”. Confira abaixo. “Friends” completou 25 anos recentemente e a data levou a série até para o cinema – a última sessão comemorativa com episódios clássicos vai acontecer nesta quarta (16/10) no Brasil, nos cinemas da rede Cinemark. Resistindo à passagem do tempo, a produção segue como destaque no catálogo atual da Netflix, onde figura como uma das atrações mais vistas em streaming, 15 anos após fim, e foi apresentada como carro-chefe da HBO Max, plataforma da WarnerMedia que será lançada em 2020. Ver essa foto no Instagram And now we’re Instagram FRIENDS too. HI INSTAGRAM ?? Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) em 15 de Out, 2019 às 6:03 PDT

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  • Filme

    Crime sem Saída: Astro de Pantera Negra caça matadores de policiais em novo trailer legendado

    16 de outubro de 2019 /

    A Galeria Distribuidora divulgou um novo trailer legendado de “Crime sem Saída” (21 Bridges), filme policial que marca a estreia nos cinemas da produtora AGBO, de Joe e Anthony Russo, os diretores de “Vingadores: Ultimato”. A prévia é repleta de ação, com muitos tiros e correria, e marca o reencontro dos irmãos cineastas com o ator Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”). A direção, porém, é de outro diretor, Brian Kirk, que assinou episódios de “Game of Thrones”. No roteiro escrito por Matthew Michael Carnahan (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Adam Mervis (“O Garoto de Ouro”), Boseman interpreta um detetive que perdeu seu pai, também policial, assassinado quando ele era apenas um garoto. Por conta disso, cultiva a reputação de ser “o cara que mata assassinos de policiais”. Quando um assalto rende a morte de oito policiais, ele é chamado para assumir a investigação e organiza um cerco aos criminosos foragidos, ordenando que as 21 pontes que ligam Manhattan ao resto de Nova York sejam fechadas, enquanto inicia uma caçada por toda a ilha pelos suspeitos. Ao mesmo tempo, ele desconfia que a história do crime não bate e começa uma investigação paralela que o coloca em choque com o comando policial. O bom elenco também conta com Sienna Miller (“Sniper Americano”), J.K. Simmons (“Liga da Justiça”), Stephan James (“Se a Rua Beale Falasse”), Taylor Kitsch (“True Detective”) e Keith David (“Morte no Funeral”). A estreia está marcada para 12 de dezembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Produtor brasileiro de Me Chame pelo Seu Nome e Ad Astra vai começar a fazer séries

    15 de outubro de 2019 /

    A produtora brasileira RT Features vai entrar no mercado de séries. Após se destacar no mercado americano com filmes premiados, como “Frances Ha” (2012), “A Bruxa” (2015), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e os recentes “O Farol” e “Ad Astra”, a empresa de Rodrigo Teixeira fechou parceria com a produtora americana Anonymous Content, responsável pela série “True Detective”, e a agência de talentos CAA para lançar a RT Television. O novo empreendimento terá sede em São Paulo e será liderado por Bárbara Teixeira, que era diretora de produções originais da Sony Brazil. A empresa vai apostar em conteúdo original e terceirizado. Além disso, a ideia é ter produções em inglês e em português, que serão creditadas duplamente à RT Features e à Anonymous Content, além de parceiros eventuais. A RT Features já desenvolveu uma série derivada do filme “Alemão” – na verdade, uma versão estendida dividida em capítulos – para a rede Globo, que recebeu indicação ao prêmio Emmy Internacional. Ela também é produtora de “A Vida Invisível”, selecionado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2020. “É um privilégio incrível fechar essa parceria com duas companhias que traçaram o caminho para a excelência no espaço de TV internacional”, afirmou Rodrigo Teixeira em comunicado oficial. “Enquanto a identidade artística da RT vai exercer um papel em cada projeto que executarmos, essa parceria vai possibilitar mais inovações criativas, fazendo com que possamos trazer o melhor conteúdo para o público local e o melhor dos criadores brasileiros para o mundo.” A aposta em produção de séries reflete o crescimento da demanda pelo surgimento de novas opções em streaming. Em 2020, Disney+ (Disney Plus) e HBO Max lançarão suas plataformas no Brasil, esquentando o mercado já movimentado por Netflix e Globoplay.

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  • Filme,  Música

    Cinebiografia de Gretchen ganha primeiro teaser

    15 de outubro de 2019 /

    A atriz Antonia Fontenelle (da novela “Balacobaco”) divulgou em seu Instagram um teaser da cinebiografia da cantora Gretchen, filme que marca sua estreia como diretora. A prévia é dramática e genérica como propaganda para produto de consumo feminino, acompanhada por uma narração piegas em que Fontenelle diz: “Para uns, Maria. Eu chamaria de fênix, mas ela escolheu ser Gretchen”. “Nem tudo é o que parece ser”, acrescenta a diretora na legenda. A própria Gretchen republicou o teaser em seu Instagram: “Vocês pediram. Vocês queriam muito. Ela não se intimidou em aceitar esse convite e está aí. Só um gostinho pra vocês”. O filme vai trazer Mel Lisboa (“O Matador”) como Gretchen e o elenco ainda conta com Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) como o delegado Silva Neto, ex-marido de Gretchen e pai de Thammy Miranda, Nívea Maria (“Dona Flor e Seus Dois Maridos”) assume como a mãe da cantora e Tonico Pereira (“A Grande Família”) como o pastor que fez sessões de exorcismo na família após a homossexualidade de Thammy ser revelada. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Nem tudo é o que parece ser. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 15 de Out, 2019 às 7:15 PDT

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  • Filme

    Neil Patrick Harris entra no elenco de Matrix 4

    15 de outubro de 2019 /

    O ator Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother” e “Desventuras em Série”) vai se juntar a Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss em “Matrix 4”. Seu papel não foi revelado. Além dele, outra novidade recentemente anunciada no elenco foi Yahya Abdul-Mateen II, que interpretou o vilão Arraia Negra em “Aquaman”. A produção está atualmente em fase de revisão de roteiro. A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do filme original passava-se em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020, mas ainda não há previsão para o lançamento nos cinemas.

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  • Filme

    Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha novo trailer comovente

    15 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas são capazes de comover como os animais criados por computação gráfica em “O Rei Leão”. Apesar disso, é possível reparar que os bichos sofreram ligeiras alterações digitais em suas aparências – nas bocas falantes e no olhar apaixonado, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. A busca por realismo incluiu até a escalação de um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, para o papel de Vagabundo. Mas o politicamente correto contaminou a filmagem com um anacronismo que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, mas mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos. Assim como no clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. Para mostrar esse ponto de vista, o filme recria uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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  • Série

    The Outpost é renovada para sua 3ª temporada

    15 de outubro de 2019 /

    A rede The CW renovou “The Outpost” para sua 3ª temporada. A série de fantasia conquistou um público fiel, tanto que mantém praticamente os mesmos índices em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco experientes, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), o citado Jake Stormoen, Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma Europa medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. A 3ª temporada vai estrear na temporada de verão de 2020 (entre maio e julho) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.

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  • Filme,  Música

    Patricio Bisso (1957 – 2019)

    15 de outubro de 2019 /

    O artista argentino Patricio Bisso morreu no domingo passado (13/10) em Buenos Aires, após sofrer um ataque cardíaco, aos 62 anos. Natural da capital argentina, Bisso mudou-se para a cidade de São Paulo aos 17 anos, no fim dos anos 1970, e teve a maior parte de sua carreira no Brasil. Ele se projetou inicialmente como ilustrador, publicando seus trabalhos no jornal Folha de S. Paulo, mas logo se tornou um ícone na noite LGBTQIA+ paulistana por suas performances de humor, na maioria das vezes travestido. Uma das personagens que criou nesses shows foi até parar na Globo, a russa Olga del Volga, sexóloga e conselheira sentimental. Além de personagens próprios, ele recriava nos shows o visual de divas da música internacional dos anos 1950 e 1960, como Connie Francis e Gigliola Cinquetti. Acompanhado pela banda Os Boko Mokos e pelo trio vocal As Notas Pretas, seu show “Louca Pelo Saxofone” estreou em 1985 e ficou anos em cartaz. No ano passado, o selo Discobertas relançou pela primeira vez em CD o álbum “Louca pelo Saxofone”, derivado do show, que serve como testamento de sua genialidade. Bisso quase materializou uma carreira musical, participando do movimento de músicos Vanguarda Paulista, mas foi mais consistente como ator de cinema, atividade iniciada em “Maldita Coincidência” (1979), de Sergio Bianchi. Ele participou de clássicos da filmografia nacional, como “Das Tripas Coração” (1982), de Ana Carolina, “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade, “Onda Nova” (1983) e “A Estrela Nua” (1984), ambos da dupla José Antonio Garcia e Ícaro Martins, antes de levar Olga del Volga para a Globo, na novela “Um Sonho a Mais” (1985). A versão Olga de Patricio também foi uma convidada frequente do programa de Hebe Camargo, o que acabou lembrado no longa “Hebe – A Estrela do Brasil”, atualmente em cartaz. Bisso também atuou e foi figurinista do filme “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), de Hector Babenco, e seguiu trabalhando com os figurões do cinema brasileiro, como Bruno Barreto, em “Além da Paixão” (1986), e Cacá Diegues em “Dias Melhores Virão” (1989), até sair do Brasil. Na época, dizia que tinha se cansado, por não conseguir dinheiro para projetos mais ambiciosos, como um longa-metragem focado em Olga Del Volga. Mas a gota d’água pode ter sido sua prisão em flagrante na noite de 3 de dezembro de 1994. Ele acabava de terminar a temporada do show “Bissolândia”, o mais elaborado de sua carreira, em que recriava canções dos personagens da Disney, quando foi preso por sexo com dois outros homens em plena praça Roosevelt, no centro de São Paulo. Passou a noite em cana, pagou fiança e saiu dizendo ter apanhado na delegacia. Em seguida, voltou a morar em sua Buenos Aires natal, no mesmo prédio de sua mãe, praticamente sumindo do mundo pop. Mesmo assim, voltou a trabalhar com o conterrâneo Babenco em 2007, desenhando figurinos do filme “O Passado”, em que o cineasta também voltou (provisoriamente) à Argentina em que nasceu. E chegou a ensaiar uma volta por cima com o musical satírico “Castronauts”, que ele concebeu. Após ser exibido em um festival em Nova York, Bisso planejava em transformá-lo em filme. Mas foi outro projeto frustrado. Nos últimos anos, ele passou a compartilhar seu humor ácido, acompanhado por ilustrações sessentista e referências à iconografia das pin-ups, com os seguidores de seu perfil no Facebook, onde, de forma significativa, sempre escrevia em português. Seu último post foi publicado no sábado (12/10).

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  • Série

    Musical clássico Grease vai virar série da HBO Max

    15 de outubro de 2019 /

    O serviço de streaming HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do clássico musical “Grease”, sucesso do cinema de 1978, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. Intitulada “Grease: Rydell High”, a série vai explorar a vida dos estudantes da escola onde se passa a história original. Assim como no filme, a série será situada nos anos 1950 e terá formato musical, com canções originais. Os protagonistas serão diferentes, mas alguns dos personagens clássicos podem fazer aparições. Apesar da premissa estar definida, o projeto não tem roteirista. É, por enquanto, resultado de reunião de executivos, de um lado os representantes da plataforma de streaming da WarnerMedia e do outro os negociadores da Paramount, que detém os direitos do filme e recentemente produziram uma versão ao vivo do musical, “Grease Live!”, para a televisão. “‘Grease’ é um fenômeno de cultura pop que é capaz de envolver todas as gerações, e estou muito feliz que nossos amigos da Paramount aceitaram ampliar este universo para uma série semanal”, comentou Sarah Aubrey, chefe de conteúdo da HBO Max. Ela completou dizendo que a série “vai mostrar a vida de ensino médio em uma pequena cidade dos EUA, na escala de um musical rock n’ roll. É ‘Grease 2.0’, mas com o mesmo espírito, a mesma energia, e a mesma animação”. O anúncio teve direito a um pôster conceitual, que pode ser conferido abaixo.

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  • Filme

    O Escândalo: Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman se juntam contra assédio em trailer legendado

    15 de outubro de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “O Escândalo” (Bombshell), sobre a denúncia de assédio sexual que abalou a Fox News. A história já foi abordada na minissérie “The Loudest Voice”, mas o filme apresenta a trama sob a perspectiva das mulheres que apresentaram a queixa contra o homem mais poderoso do canal. O escândalo real aconteceu um ano antes das denúncias que acabaram com a carreira de Harvey Weinstein e originaram o movimento #MeToo. Quando veio à tona, em 2016, com acusações das mais famosas apresentadoras da Fox News, Gretchen Carlson e Megyn Kelly, o criador do canal, Roger Ailes, foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de denúncias semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio da emissora, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. O filme acompanha a história das vítimas, vividas por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”). Kidman e Theron interpretam justamente Gretchen Carlson e Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o longa, com o objetivo de concentrar uma série de situações reais. O tema é tão controvertido que o estúdio indie Annapurna Pictures desistiu de produzir o longa na véspera do começo das filmagens. Mas a Lionsgate imediatamente resgatou o projeto – e também lançou seu primeiro pôster. Veja abaixo. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora (quase extrema direita) para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “O Escândalo” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). Por sua vez, o elenco inclui mais loiras: Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Connie Britton (“9-1-1”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Brigette Lundy-Paine (“Atypical”) e Elisabeth Röhm (“The Oath”). Mas também há morenas no casting majoritariamente feminino: Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Madeline Zima (“Californication”), Ashley Greene (“Crepúsculo”) e Alanna Ubach (“Euphoria”). Já o papel de Aisles é interpretado por John Lithgow (“The Crown”). A estreia está marcada para 20 de dezembro nos Estados Unidos e apenas 30 de janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Nova Mulher-Gato, Zöe Kravitz já viveu a personagem no cinema

    15 de outubro de 2019 /

    Uma curiosidade sobre a contratação de Zöe Kravitz, a Mulher-Gato de “The Batman”, é que ela já interpretou a heroína antes no cinema. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. E tem mais. A atriz chegou a discutir participação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, último filme do herói dirigido por Christopher Nolan. Mas acabou não ficando com o papel, que era pouco mais que uma figuração, por ser considerada “muito urbana” em 2012. Como se não bastasse, a filha do roqueiro Lenny Kravitz tem como segundo pai o ator Jason Momoa, intérprete de “Aquaman” nos filmes da DC Comics. Momoa se tornou seu padrasto ao se casar com sua mãe, Lisa Bonet. Além de dublar Selina Kyler, a Mulher-Gato, ela também já deu voz a uma personagem importante da Marvel: Mary Jane no sucesso animado “Homem-Aranha: No Aranhaverso”. A atriz estrela a seguir a série “High Fidelity”, baseada no filme “Alta Fidelidade”, e o drama musical “Viena and the Fantom”, com direção de Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), ambos previstos para 2020. Já “The Batman”, dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), tem estreia marcada apenas para junho de 2021.

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