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    Disney bate recorde de valorização na bolsa americana

    13 de novembro de 2019 /

    As ações da Walt Disney Company tiveram um grande salto nesta quarta-feira (13/11) nos Estados Unidos, dia seguinte ao lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A empresa de entretenimento teve aumento de valorização em 6% nas últimas 24 horas, atingindo sua maior cotação na bolsa em todos os tempos. O entusiasmo dos investidores de Wall Street se deve ao sucesso do Disney+ (Disney Plus), que superou expectativas ao atrair 10 milhões de assinaturas em suas primeiras 24 horas, apenas nos Estados Unidos e Canadá. Além disso, as falhas iniciais do serviço, atribuídos à uma procura muito maior que a esperada, diminuíram consideravelmente ao longo do dia da inauguração. Enquanto isso, a Netflix caiu 3% em seu valor para negociações na bolsa.

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  • Série

    Criadores de Westworld emplacam nova série sci-fi na Amazon

    13 de novembro de 2019 /

    Os criadores de “Westworld”, Jonathan Nolan e Lisa Joy, vão produzir uma nova série sci-fi. O casal fechou contrato com o Amazon Studios para transformar o livro futurista “The Peripheral”, de William Gibson (o criador da literatura cyberpunk), numa série. A série vai acompanhar Flynne Fisher, uma mulher que tenta superar acontecimentos que devastaram sua família numa cidade esquecida do interior dos EUA e acaba embarcando numa jornada sobre o destino da humanidade. A trama lida com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. O roteirista Scott B. Smith (“Um Plano Simples”, “Sibéria”) será o showrunner da produção e o primeiro episódio terá direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”). Ainda sem previsão de estreia, a série será disponibilizada mundialmente pelo serviço Amazon Prime Video.

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  • Filme

    Kristen Stewart vira Jean Seberg em trailer de cinebiografia com tom de suspense

    13 de novembro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Seberg”, filme em que Kristen Stewart (“As Panteras”) vive uma das atrizes mais icônicas da virada dos anos 1950 para os 1960, Jean Seberg, de clássicos como “Santa Joana” (1958), “Bom Dia, Tristeza” (1958), “O Rato que Ruge” (1959), “Acossado” (1960) e “Lilith” (1964). O mais curioso é que a produção é um thriller político de época, com cenas tensas. Baseado em fatos reais, acompanha a investigação ilegal do FBI sobre a atriz, no final dos anos 1960, quando ela se envolveu com os movimentos civis da época. O envolvimento também era romântico, graças à sua ligação com o ativista Hakim Jamal, primo de Malcom X e líder do movimento black power. O roteiro é da dupla Joe Shrapnel e Anna Waterhouse (ambos de “Raça”), a direção está a cargo de Benedict Andrew (“Una”) e o elenco também traz Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”) como Jamal, Jack O’Connell (“Invencível”) como o jovem agente do FBI encarregado de vigiar o casal, além de Margaret Qualley (série “The Leftovers”), Zazie Beetz (“Coringa”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Vince Vaughn (“Até o Último Homem”) e Colm Meaney (série “Hell on Wheels”). O filme teve première nos festivais de Veneza e Toronto, mas, apesar de elogios à interpretação de Kristen Stewart, o roteiro foi considerado um desserviço às duas atrizes – intérprete e personagem – , rendendo apenas 44% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 13 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    The Witcher ganha novos fotos com diversos personagens

    13 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou mais 28 fotos de “The Witcher”, que destacam os diversos personagens, além do clima de “épico medieval” da produção. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada. Veja ainda mais fotos aqui.

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  • Filme

    Mark Wahlberg negocia entrar na adaptação do game Uncharted com Tom Holland

    13 de novembro de 2019 /

    O ator Mark Wahlberg (“Todo o Dinheiro do Mundo”) negocia integrar o elenco da adaptação do game “Uncharted”. A notícia é nova, mas essa história é bastante antiga. Afinal, Wahlberg esteve à frente de uma versão anterior do projeto, que vai completar uma década de desenvolvimento na Sony. Originalmente, o astro da franquia “Transformers” esteve cotado para viver o papel principal, que acabou negociado com Tom Holland (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) há 30 meses. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. Mas uma das primeiras versões da adaptação cinematográfica, desenvolvida pelo cineasta David O. Russell (“Trapaça”), traria Wahlberg como integrante de um clã de aventureiros, caçando tesouros em família. Esta encarnação do projeto teria Robert De Niro (“Coringa”) e Scarlett Johansson (“Vingadores: Ultimato”) como parentes do protagonista. Depois disso, outros diretores passaram pela produção, como Neil Burger (“Divergente”), Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”) e Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), cada um deles com uma abordagem diferente, até a Sony definir que o filme seria um prólogo passado na juventude de Nathan Drake – ou seja, uma história diferente de todos os games lançados, aproveitando apenas o nome da franquia. Na atual versão, o papel de Wahlberg será Victor “Sully” Sullivan, um caçador de tesouros, mercenário e empresário, além de amigo, mentor e figura paterna para Drake. Holland está definido como Drake e o diretor atualmente encarregado das filmagens é Travis Knight (“Bumblebee”). Por outro lado, tanta gente mexeu no roteiro que ninguém faz ideia de quem será creditado como autor da história, que está sendo reescrita mais uma vez por Rafe Judkins (das séries “Chuck” e “Agents of SHIELD”) com a dupla Art Marcum e Matt Holloway (“MIB: Homens de Preto – Internacional”). O detalhe é que cada roteiro jogado no lixo foi pago pela Sony, fazendo com o que “Uncharted” já tenha consumido um bom orçamento sem iniciar as filmagens.

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  • Filme

    Festival Mix Brasil celebra diversidade sexual em tempos sombrios no país

    13 de novembro de 2019 /

    O mais importante festival brasileiro dedicado à diversidade de gênero, o Mix Brasil, começa nesta quarta (13/11), em São Paulo, em meio a ataques de políticos e conservadores contra produções LGBTQIA+ no país. Destoando de outros governos, a capital paulista tem se mantido como uma ilha da tolerância, e o Mix Brasil irá até inaugurar um novo espaço na cidade: o Centro Cultural da Diversidade, com programação focada principalmente em temas LGBTQIA+. O idealizador do festival Mix Brasil, André Fischer, é também diretor do local, administrado pela Prefeitura de São Paulo e localizado no antigo teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi, zona nobre de São Paulo. “Uma parte daquele quarteirão foi demolida para a construção de um prédio, o que chamou a atenção da atriz Eva Wilma. Ela ajudou no tombamento do imóvel a tempo e virou a madrinha do novo espaço cultural”, contou Fischer, em entrevista ao jornal O Globo. Com o tema “Persistir”, o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade também ocupa outros espaços de São Paulo com mais de 200 sessões de cinema e atrações como teatro, realidade virtual, música, literatura, conferências e games. Entre os destaques da programação, há vários filmes inéditos no Brasil, como “O Príncipe”, de Sebastián Muñoz, vencedor do Leão Queer no Festival de Veneza, “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma, premiado como Melhor Roteiro em Cannes, “Matthias e Maxime”, longa de Xavier Dolan estrelado pelo próprio diretor canadense, e “E Então Nós Dançamos” (And Then We Danced), de Levan Akin, candidato da Suécia ao Oscar, que teve sua première atacada por manifestantes de extrema direita na semana passada. O Mix Brasil também homenageará a cantora e compositora Marina Lima com o prêmio Ícone Mix. Ela é o tema do filme “Uma Garota Chamada Marina”, de Candé Salles. A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento (clique aqui).

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  • Etc

    CADE vai rever compra da Fox pela Disney no Brasil

    13 de novembro de 2019 /

    O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai revisar a compra da 21st Century Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. O motivo da demora foi a preocupação de concentração no ramo dos canais esportivos, já que a Disney passou a ser dona tanto do ESPN quanto do Fox Sports, tendo apenas o SporTV como concorrente. Entidade equivalente do México também levantou problema similar no país. A solução encontrada em fevereiro de 2019 foi a venda da emissora pertencente à Fox, tanto no Brasil quanto no México. No entanto, a venda ainda não foi concretizada no Brasil até o momento. “A venda do canal Fox Sports foi uma das medidas negociadas entre o Cade e as empresas em um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) para afastar preocupações concorrenciais advindas da operação. O objetivo era permitir que a estrutura do mercado permanecesse com a mesma pressão competitiva anterior à fusão, com a continuidade de três opções de canais de esportes para os consumidores no Brasil: SporTV (da GloboSat), ESPN e mais uma nova empresa com os ativos da Fox Sports.” Ainda não há detalhes a respeito das implicações da revisão, mas isso pode explicar porque a Disney optou por lançar o Disney+ (Disney Plus) por último na América Latina, um ano após sua estreia nos EUA e Canadá, que aconteceu na terça (12/11). Por problemas parecidos, a WarnerMedia também anunciou não ter planos para lançar a HBO Max no Brasil. A compra da antiga Time-Warner pela AT&T não foi aprovada pela Anatel, em função das restrições à propriedade cruzada no país. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As leis brasileiras impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Assim, em comunicado sobre sua expansão, a WarnerMedia explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”.

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  • Etc

    Death Stranding ganha trailer dublado em português

    13 de novembro de 2019 /

    O aguardado videogame “Death Stranding” ganhou um trailer em português para o lançamento do jogo, já disponível no Brasil. A prévia destaca o realismo e a enorme quantidade de detalhes da produção, mas, entre as cenas cinematográficas, também há mostras da jogabilidade, quase que para provar que não se trata de um filme. Afinal, a produção tem visual e elenco de cinema. A lista de astros que estrelam o jogo, transformados em animação gráfica realista, inclui Norman Reedus (série “The Walking Dead”), Mads Mikkelsen (“Rogue One”), Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Margaret Qualley (“The Leftovers”), os cineastas Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”) e até a atriz Lindsay Wagner, que, rejuvenescida digitalmente, volta a ter a aparência que os fãs lembram da série clássica “A Mulher Biônica” (1976-78). “Death Stranding” é a nova obra do gênio dos games Hideo Kojima, um dos cérebros por trás do sucesso da empresa japonesa Konami, criador do fenômeno “Metal Gear Solid” e reconhecido como o primeiro grande autor do universo dos games. Ele trabalha em “Death Strandling” desde que saiu da Konami em 2015 para lançar sua própria empresa, Kojima, tendo revelado a primeira prévia há três anos. Já na época era impressionante. O curioso é que a premissa de “Death Strandling” é propositalmente vaga, tanto que algumas cenas do novo vídeo surpreendem pelas situações inesperadas. Segundo a sinopse, o tema é o relacionamento entre as pessoas e a importância de se criar conexões uns com os outros. O protagonista Sam, interpretado por Norman Reedus, tem a complexa tarefa de restabelecer uma América devastada. A relação entre a vida e a morte também é um tema bastante explorado e adiciona um tom sobrenatural à experiência. Apesar disso, de acordo com o vídeo abaixo, o jogo pode ser resumido na missão de salvar bebês de proveta desse futuro pós-apocalíptico. O game foi disponibilizada para o PlayStation 4 na sexta (8/11) e ganhará lançamento para PC em 2020.

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) supera expectativas e registra 10 milhões de assinantes em 24 horas

    13 de novembro de 2019 /

    A Walt Disney Company anunciou que a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) atingiu 10 milhões de assinaturas no dia do lançamento. A procura foi tão intensa que chegou a criar instabilidade no serviço, já que não havia previsão para tamanho sucesso. Ao apresentar o projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que os planos da empresa era atingir 60 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos de atividade. Mas este número era mundial. Em 24 horas, 17% da meta foi atingida, com lançamento apenas nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) na terça-feira (12/11). Diante desse desempenho a estimativa do mercado é que a Disney+ (Disney Plus) atingirá 100 milhões de assinantes em cinco anos. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox. A expectativa dos fãs brasileiros é tanta que rendeu até mesmo um movimento nas redes sociais chamado “#BrazilWantsDisneyPlus” (Brasil Quer Disney Plus), chegando até os trending topics do Twitter.

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  • Série

    The Witcher é renovada um mês antes da estreia na Netflix

    13 de novembro de 2019 /

    A Netflix renovou “The Witcher” para a 2ª temporada, a pouco mais de um mês antes da estreia da série. A antecipação se deve ao longo tempo de pós-produção necessário para finalizar cada episódio. Os 8 capítulos da 2ª temporada começarão a ser gravados no início do ano que vem para um estreia em 2021. “Estou muito feliz com o fato de que, antes mesmo de os fãs assistirem à 1ª temporada, já confirmamos que voltaremos ao Continente para continuar contando as histórias de Geralt, Yennefer e Ciri e mostrar o trabalho surpreendente que nosso elenco e realizadores entregaram”, disse a showrunner Lauren Schmidt Hissrich em comunicado. Vale lembrar que, de acordo com Hissrich, a série tem 7 temporadas planejadas. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.

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  • Música,  Série

    David Grohl canta com Garibaldo em vídeo da estreia do 50º ano de Vila Sésamo

    13 de novembro de 2019 /

    A produção da longeva série “Vila Sésamo” (Sesame Street) divulgou um vídeo com participação do músico David Grohl, da banda Foo Fighters. Ele canta com Garibaldo (Big Bird) e Elmo na estreia do 50º ano da produção, que vai acontecer no sábado (16/11) nos Estados Unidos. “É ótimo estar aqui com os meus amigos”, disse Grohl, puxando o assunto das amizades que se pode fazer durante uma viagem ou passeio, quando se conhece novas pessoas, ao som de uma música chamada “Here We Go Song”. Atualmente exibida na HBO nos Estados Unidos, a série vai virar atração da plataforma HBO Max no ano que vem. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma, com uma renovação da produção cinquentenária por mais cinco temporadas.

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  • Etc,  Filme

    Virginia Leith (1925 – 2019)

    13 de novembro de 2019 /

    A atriz Virginia Leith, que ficou conhecida por interpretar uma cabeça sem corpo no clássico trash “O Cérebro que Não Queria Morrer” (1962), morreu em 4 de novembro em sua casa em Palm Springs, aos 94 anos. O anúncio de sua morte foi feito apenas nesta semana pela família. Nascido em 15 de outubro de 1925 em Cleveland, Leith trabalhou como garçonete antes de se tornar modelo. Durante uma sessão de fotos para a revista Look, ela acabou chamando atenção do fotógrafo, um jovem chamado Stanley Kubrick, que a convidou a participar de seu primeiro filme como diretor, “Medo e Desejo”, rodado de forma independente e com orçamento de apenas US$ 10 mil em 1953. No filme anti-guerra, Leith aparece como uma camponesa “estranha meio animal” que é capturada, amarrada a uma árvore e eventualmente morta por um soldado interpretado por Paul Mazursky. Ela decidiu seguir carreira de atriz e até foi contratada pela 20th Century Fox, aparecendo em três clássicos do cinema noir, “A Viúva Negra” (1954), “Um Sábado Violento” (1955) e “Amor, Prelúdio de Morte” (1956). No último, fez par romântico com o galã Robert Wagner. Também estrelou a elogiada sci-fi dramática “No Limiar do Espaço” (1956) e o drama “Rumo ao Desconhecido” (1956), com William Holden. Mesmo assim, não encontrou o sucesso esperado e acabou migrando para a TV. O único filme que fez depois disso foi “O Cérebro Que Não Não Queria Morrer”. Produzido em 1959, mas só lançado pela American International Pictures em 1962, o longo trazia Leith como Jan Compton, a noiva de um cientista (Jason Evers) demente que experimenta transplantes humanos. Após um acidente de carro em que Jan morre, ele recupera a cabeça decepada da noiva e a conecta a equipamentos que lhe permitem reviver. Mas precisa encontrar um novo corpo para que a cabeça para a mulher, e assim decide buscar candidatas em clubes de strip-tease, concursos de beleza e estúdios de modelos. Em 1960, Leith se casou com o ator canadense Donald Harron (“Hee-Haw”) e se afastou da indústria do entretenimento, voltando apenas por um curto período, entre 1977 e 1980, para participar de séries policiais como “Baretta”, “Barnaby Jones” e “Police Woman”. Com o casamento, ela virou madrasta de Mary Harron, que anos depois virou diretora de filmes como “Um Tiro para Andy Warhol” (1996), “Psicopata Americano” (2000), “Bettie Page” (2005) e “Relação Mortal” (2011).

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  • Filme

    A Pequena Sereia define intérprete de seu Príncipe Encantado

    13 de novembro de 2019 /

    A versão live-action de “A Pequena Sereia” encontrou seu Príncipe Encantado. A Disney definiu o jovem ator londrino Jonah Hauer-King como o príncipe Eric, na adaptação dirigida por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”). O ator é pouco conhecido do público americano, tendo construído a carreira em produções da TV britânica, como as minisséries “Howards End”, “Little Women” e “World on Fire”. Sua estreia em Hollywood foi no filme de cachorro “A Caminho de Casa”, lançado em fevereiro passado, e ele também estará na vindoura produção da Blumhouse “Once Upon a Time in Staten Island”, de James DeMonaco (“Uma Noite de Crime”). Neste sentido, trata-se de uma escolha bem diferente do planejamento original, em que o cantor Harry Styles chegou a ser cogitado para o papel – mas recusou. Depois da recusa, vários atores foram testados. Hauer-King passou por duas audições. A última aconteceu no sábado (9/11), em Londres, com o diretor Rob Marshall. Ele vai se juntar a Halle Bailey (da série “Grown-ish”), que viverá o papel-título, marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.

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