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    The Chi ganha trailer de sua 3ª temporada

    18 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “The Chi”, série ainda inédita no Brasil. Na prévia, é possível ver os protagonistas enfrentando diversos tipos de problemas, sejam eles comuns da juventude ou consequências da violência e de uma sociedade preconceituosa. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. O novo ano terá a participação de Lena Waithe, criadora da série, que atuará como uma candidata à prefeitura de Chicago. Em compensação, o elenco perdeu Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), que foi afastado da produção após denúncias de mau comportamento no set. Além de Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). Já o elenco inclui Alex R. Hibbert (revelação de “Moonlight”), Jacob Latimore (“Sleight”), Ntare Guma Mbaho Mwine (“Rainha de Katwe”), Yolonda Ross (série “The Get Down”), Armando Riesco (série “Bull”) e Tiffany Boone (série “The Following”). Os novos episódios estreia em 5 de julho nos EUA.

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  • Filme

    Pedro Coelho apronta na cidade grande em novo trailer da continuação

    18 de janeiro de 2020 /

    A Sony divulgou o pôster o segundo trailer de “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, sequência de “Pedro Coelho”, em versões legendada e dublada em português. Novamente escrito e dirigido por Will Gluck e com o mesmo elenco do longa de 2018, o filme mostra Pedro Coelho (Peter Rabbit no original em inglês) organizando uma fuga dos animais da fazenda para a cidade grande. Daí, o subtítulo “O Fugitivo”. Com dificuldades para se ajustar à amizade inesperada com o fazendeiro “Severino” (o personagem de Domhnall Gleeson na verdade se chama McGregor sem a dublagem), Pedro/Peter se rebela e convence os demais animais a segui-lo para a cidade, onde planeja assaltar uma feira livre por comida. Claro que dá tudo errado e seus “papais” Severino e Bea (Rose Byrne) precisam intervir para salvá-los. Os dubladores dos coelhos são os mesmos do primeiro filme, com James Corden no papel-título e nada menos que Margot Robbie, Daisie Ridley e Elizabeth Debicki como coelhinhas. Entre as novidades, há um novo coelho dublado por David Oyelowo (“Selma”). A estreia está marcada para o dia 30 de abril no Brasil, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Os Simpsons: Hank Azaria anuncia que não vai mais dublar Apu

    18 de janeiro de 2020 /

    Depois de 30 anos como dublador de Apu na animação “Os Simpsons”, o ator Hank Azaria declarou que não vai mais fazer a voz do personagem. O comediante, que estrela a série “Brockmire”, fez o anúncio durante o evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA). Azaria revelou que a decisão em não dublar mais o personagem foi tomada em comum acordo com os produtores da série, mas ele não sabe o que acontecerá com Apu daqui para frente. “Isso é algo que depende dos produtores e eles ainda não encontraram uma solução. Apenas concordamos que não farei mais a voz dele”, disse o ator, que continuará dublando outros personagens icônicos da série, como Moe e o Comic Book Guy. “O que eles vão fazer com o personagem é decisão deles. Depende deles e eles ainda não resolveram o problema. Tudo o que concordamos é que não farei mais a voz”, enfatizou. Apu foi considerado um personagem polêmico por retratar de forma estereotipada um imigrante da região da Índia/Paquistão. A abordagem politicamente incorreta passou a ganhar ainda mais projeção após o documentário “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas da região. Azaria acabou se tornando o principal alvo do filme, e desde então vinha sofrendo pressões para abandonar o personagem.

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    The Lovebirds: Comédia com Kumail Nanjiani e Issa Rae ganha trailer divertido

    18 de janeiro de 2020 /

    A Paramount divulgou o pôster e o divertido trailer da comédia “The Lovebirds”, ainda sem título em português. A prévia mostra Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Issa Rae (“Issa Rae”) como um casal apaixonado que tem a vida virada do avesso ao se tornar suspeito de assassinato. “The Lovebirds” é a segunda parceria de Najiani com o diretor Michael Showalter. Os dois fizeram juntos o sucesso “Doentes de Amor”, em 2017. Já o roteiro é de Martin Gero (criador da série “Blindspot”) em parceria com Aaron Abrams e Brendan Gall (que também trabalham na série). A estreia está marcada para 14 de maio no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Citadel: Astros de Bodyguard e Quantico vão estrelar série dos diretores de Vingadores: Ultimato

    18 de janeiro de 2020 /

    Os atores Richard Madden (“Bodyguard”) e Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”) vão estrelar “Citadel”, nova série produzida pelos Irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Em desenvolvimento na Amazon, “Citadel” é um thriller de espionagem que pretende lançar derivados em outros países, como México, Índia e Itália. O projeto foi anunciado pela primeira vez em julho de 2018 por Jennifer Salke, presidente do Amazon Studios, como “a primeira franquia de televisão verdadeiramente global”. A trama parte de um complô de espionagem internacional que se desdobrará num universo de spin-offs, focando em produções regionais “múltiplas e interligadas” Além de produzir, Joe e Anthony Russo devem dirigir o piloto da 1ª temporada, que foi escrito pelas duplas Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”) e Jeff Pinkner e Scott Rosenberg (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). A série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Insecure: Teaser revela data de estreia da 4ª temporada

    18 de janeiro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Insecure”, série de comédia criada e estrelada por Issa Rae. A prévia mostra a protagonista dançando e cantando rap na frente do espelho, até que sua saia rasga. “Insecure” adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) criada e estrelada por Issa Rae e traz a atriz como uma mulher que enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. Além da dancinha, o teaser também revela a data de estreia dos novos capítulos, que chegam no canal pago em 12 de abril.

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    Guns Akimbo: Daniel Radcliffe luta por sua vida em trailer de comédia de ação

    18 de janeiro de 2020 /

    A Madman Films divulgou o pôster e o trailer de “Guns Akimbo”, comédia indie de ação estrelada por Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”). A trama se passa num mundo em que jogos de tiros fazem parte do cotidiano real. Radcliffe interpreta Miles, um homem recluso que tem sua vida virada do avesso quando uma gangue invade seu apartamento e parafusa armas em suas mãos para que ele mate uma das maiores campeães de Skizm, a competição de assassinos transmitida pela internet. O detalhe é que nem as calças ele consegue vestir, por conta das mãos de revólver. Escrito e dirigido por Jason Lei Howden, que anteriormente fez o divertidíssimo cult “Deathgasm” (2015), “Guns Akimbo” conta ainda com Samara Weaving (“Ready or Not”), Rhys Darby (“Jumanji: Próxima Fase”) e Ned Dennehy (“Good Omens”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Crise nas Infinitas Terras: Participação de Ezra Miller no crossover foi sugestão da própria Warner

    18 de janeiro de 2020 /

    A participação do Flash do cinema no crossover televisivo “Crise nas Infinitas Terras” foi iniciativa do estúdio Warner Bros. A revelação foi feita pelo produtor Marc Guggenheim em entrevista à Variety. O produtor contou que a produção já estava praticamente concluída quando o presidente da divisão televisiva da Warner entrou em contato perguntando se havia a possibilidade de encaixar uma aparição de Ezra Miller, que viveu Flash no filme “Liga da Justiça”. “Já tínhamos finalizado ‘Arrow’ e estávamos concluindo o crossover. Estávamos na pós-produção, alguns episódios estavam fechados, e outros estavam levemente fechados. Recebi uma ligação de Peter Roth (presidente da Warner Television) dizendo ‘Sei que você está fechando, mas é possível colocar Ezra no crossover?’ e eu disse que sim. Ele perguntou ‘como? Você já terminou o crossover?’ e eu respondi ‘já, mas se você está me dizendo que Ezra pode estar no crossover, eu posso fazer acontecer’”. Ele revelou também que procurou a equipe da série Flash perguntando se o encontro seria possível, especialmente para o ator Grant Gustin, já que uma de suas preocupações era o ator se sentir confortável com a situação. Gustin não só aprovou como ficou “incrivelmente entusiasmado”, segundo Guggenheim. A etapa final foi entrar em contato com Miller para combinar a gravação. “Liguei para Ezra e falei sobre a cena que escrevi e ele embarcou de cabeça nessa. Então juntamos a equipe e os sets de filmagem de Flash. Para nossa surpresa, ninguém percebeu que Ezra Miller viajou em Vancouver e ninguém vazou a informação.” O primeiro encontro entre os universos cinematográficos e televisivos da DC Comics foi ao ar na terça-feira (14/1) nos EUA e vai começar a exibida no domingo (19/1) na TV brasileira, pelo canal pago Warner. Além de Ezra Miller, o crossover contou com participações especiais de Tom Welling (repetindo o papel de Clark Kent de “Smallville”), Erica Durance (como a Lois Lane de “Smallville”) Burt Ward ( o Robin da série “Batman” dos anos 1960), Kevin Conroy (dublador oficial das animações de “Batman”, no papel do Batman do Futuro), John Wesley Shipp (o Flash dos anos 1990), Tom Ellis (reprisando seu papel da série “Lucifer”), Ashley Scott (vestindo o traje da Caçadora da série “Birds of Prey”), além de colocar Brandon Routh de volta no uniforme de Superman (como no filme “Superman – O Retorno”) e apresentar flashes com integrantes de “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl” e “Monstro do Pântano”. Vale observar que, infelizmente, o crossover será exibido incompleto no Brasil pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Já Ezra Miller voltará a viver o Flash em seu filme solo, que tem estreia marcada para julho de 2022. O longa será dirigido por Andy Muschietti (de “It: A Coisa”).

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    Aves de Rapina ganha trailer de sua trilha sonora

    17 de janeiro de 2020 /

    A Warner divulgou um trailer da trilha sonora de “Aves de Rapina”. Isto mesmo, da trilha do filme. Além de trechos de várias músicas de pop genérico, o vídeo apresenta várias cenas inéditas, que destacam o visual e o clima da produção. É tudo muito alegre e colorido, inclusive as cenas mais violentas – em que até chumbo grosso explode no peito de capangas como disparos de confetes. Até o momento, apenas a faixa “Diamonds”, que junta a cantora Normani e a rapper Megan Thee Stallionfaz, teve seu clipe divulgado. Confira aqui. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se juntam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Dolittle: Novo filme de Robert Downey Jr é considerado pior que Cats

    17 de janeiro de 2020 /

    O novo filme de Robert Downey Jr., conhecido pelos fãs como o Homem de Ferro da Marvel, está sendo apontado pela crítica como uma verdadeira tragédia. Era para ser uma comédia. “Dolittle” chegou nos cinemas americanos nesta sexta-feira (17/1) e atingiu apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A nota cai ainda mais entre os considerados críticos “top” (da imprensa e sites não-geeks): 10%. No longa, Downey interpreta o personagem-título, um veterinário britânico que tem o dom de falar com animais. E os animais respondem, com as vozes de vários atores famosos de Hollywood. “Um dos maiores fiascos cinematográficos que já vi em anos”, publicou o crítico da revista The Atlantic. “Eu não esperava que ‘Dolittle’ fosse bom, mas não esperava que fosse tão ruim assim”, ponderou o crítico do site Vulture. “’Dolittle’ é um desperdício patético de um elenco seriamente talentoso – e do tempo dos espectadores”, definiu o jornal Chicago Sun-Times. “Um desperdício não só de tempo. Diante da quantidade de efeitos visuais, também de muito dinheiro”, acrescentou a rede CNN. O veterano crítico Peter Travis, da Rolling Stone, considerou o filme “o momento mais baixo” da carreira de Downey. E ainda fez piada, dando a entender que “Cats” era uma obra-prima perto desse outro filme de bichos falantes. “Pode voltar, ‘Cats’, nós te perdoamos”, escreveu. O filme tem direção e roteiro de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e diversos fracassos, como o recente “Ouro” (2016). A estreia está marcada para 20 de fevereiro no Brasil.

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    Regina Duarte confirma convite de Bolsonaro para assumir Cultura

    17 de janeiro de 2020 /

    A atriz Regina Duarte confirmou na noite desta sexta (17/1) que recebeu um convite do presidente Jair Bolsonaro para assumir o comando da Secretaria da Cultura, após a demissão de Roberto Alvim, por plagiar discursos nazistas. A revelação foi feita durante entrevista para o programa “Os Pingos nos Is”, da rádio Jovem Pan. “O presidente me ligou. Eu fiquei muito surpresa, porque ainda estava digerindo todas as coisas que causaram o afastamento dele [Alvim]. Eu falei para o presidente ‘Desculpa, presidente, mas não estou preparada para isso’. E ele disse: ‘Então se prepare, porque eu quero você'”, relatou a atriz de inúmeras novelas da Globo no currículo. Ela ressaltou que reluta em aceitar, mas prometeu responder ao convite de Bolsonaro até a próxima segunda-feira. “Eu não me sinto preparada, porque acho que a gestão pública é algo complicado, uma pasta como a da Cultura, muito mais. Este é um país imenso e continental, tem muitos artistas, grupos, criações, vamos querer abraçar tudo. Então, eu fico muito preocupada de não estar preparada”, admitiu ela. “Estou aí pensando, não quero dizer nada, responder nada. Falei com dois filhos meus e eles ficaram surpresos, um tanto assustados, com o convite. Tenho que pensar em coisas que não imaginava estar pensando agora”, completou. O nome da atriz ganhou forças nos bastidores por conta de sua popularidade entre o público noveleiro do país. Assumidamente de direita, a atriz fez campanha por Bolsonaro e chegou a dizer que tem “muita confiança na vontade dele [Bolsonaro] de lutar por um Brasil melhor”. “Fico até contente de vê-lo preocupado com a Cultura”, afirmou em novembro, quando Alvim foi nomeado para a secretaria. Regina é uma das conselheiras do Pátria Voluntária, programa da primeira dama Michelle Bolsonaro para fomentar a prática do voluntariado. Ela já teria sido convidada anteriormente a participar do governo, mas recusou. Dessa vez, no entanto, o assédio aumentou. Vale lembrar que, ao assumir a secretaria, Alvim chegou a antecipar que sabia que sua carreira tinha acabado naquele momento. Foi, de fato, uma premonição certeira. Regina Duarte já tem 72 anos. Também estaria pronta para se aposentar? Afinal, os planos de Bolsonaro para a Cultura parecem mirar inevitavelmente os patrões da atriz, a rede Globo, que o presidente considera sua inimiga pessoal.

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    Disney muda o nome dos estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight

    17 de janeiro de 2020 /

    É o fim de uma era. Quase um ano após comprar a Fox, a Disney resolveu mudar o nome dos estúdios que adquiriu. Para distingui-lo da rede Fox, que permanece com esse nome, a Disney tirou o nome da antiga empresa dos estúdios até então conhecidos como 20th Century Fox e Fox Searchlight Pictures. A partir de agora, eles serão chamados de 20th Century Studios e Searchlight Pictures. Os novos logos podem ser vistos em comerciais de TV e material promocional que começou a circular nesta semana, como a comédia “Downhill”, estrelada por Will Ferrell e Julia Louis Dreyfus, que estreia em 14 de fevereiro, e a aventura “O Chamado da Floresta” (Call of the Wild), prevista para 21 de fevereiro. Curiosamente, a nova denominação da ex-Fox representa o retorno a um nome abandonado em 1935. Foi neste ano que a 20th Century Fox se formou, resultando de outra fusão, entre a 20th Century Pictures e a Fox Film Corporation. Ainda não há informações a respeito das divisões televisivas do estúdio. Por enquanto, 20th Century Fox Television e Fox 21 Television Studios parecem ter mantido seus nomes originais, mas não se sabe por quanto tempo. O canal pago FX também continua sendo divulgado com esse nome. A Disney pagou US$ 71 bilhões para adquirir os estúdios de cinema e TV, bem alguns canais da antiga Fox, que, entretanto, manteve sob sua posse a rede Fox e os canais pagos de notícias Fox News. No primeiro ano de vigência desse negócio, a Disney somou cerca de US$ 14 bilhões de bilheteria mundial, com títulos combinados de seus vários estúdios, incluindo as aquisições da 20th Century Studios e Searchlight Pictures.

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    Guerra Cultural: Roberto Alvim fez mais que copiar um trecho de discurso nazista

    17 de janeiro de 2020 /

    Roberto Alvim, demitido do cargo de secretário especial da Cultura após parafrasear um discurso nazista num vídeo divulgado na quinta-feira (16/1) em nome do governo federal, tentou justificar-se afirmando ter sido vítima de uma infeliz coincidência num pequeno trecho de sua apresentação. Mas não foi só um trecho. E nem apenas uma única coincidência. Apresentado no mesmo dia do vídeo polêmico pelo presidente Bolsonaro como “um secretário de Cultura de verdade, que atende o interesse da maioria da população brasileira”, Alvim usou não uma, mas duas frases de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha do governo de Adolf Hitler, para falar de como pretendia moldar a Cultura no Brasil. Ele também escolheu como trilha do vídeo uma das músicas favoritas de Hitler e ainda se apresentou num enquadramento similar a uma famosa foto de Goebbels. E mais… No pronunciamento de seu vídeo, Alvim prometia que “a arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada.” Além de remeter à definição nazista de arte, esse trecho foi quase cópia de um discurso em que Goebbels disse: “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferramenta romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada”. A similaridade entre os discursos causou grande repercussão nas redes sociais e gerou manifestações entre a classe política. Entre os que pediram a saída de Alvim estavam ninguém menos que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-A​P), e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. Alvim chegou a ir às redes sociais defender sua visão para a arte brasileira, difundindo a versão de que a semelhança entre os discursos era uma simples “coincidência”. “Foi apenas uma frase do meu discurso na qual havia uma coincidência retórica. Eu não citei ninguém. E o trecho fala de uma arte heroica e profundamente vinculada às aspirações do povo brasileiro. Não há nada de errado com a frase”, ele chegou a escrever. Foi além, acrescentando: “A frase em si é perfeita: heroísmo e aspirações do povo – é o que queremos ver na Arte nacional”, deixando claro o projeto nazista que pretendia implementar no Brasil. Goebbels fez seu discurso triunfalista em 8 de maio de 1933 em um pronunciamento para diretores de teatro, segundo o livro “Joseph Goebbels: uma Biografia”, de Peter Longerich, publicado no Brasil pela editora Objetiva. Além da cultura, o ministro da Propaganda nazista também controlou a educação da Alemanha, revisando todo o conteúdo didático para eliminar influências esquerdistas, como acontece sob o governo Bolsonaro. Além disso, censurou a imprensa, o cinema, o rádio, a música e o teatro, para permitir que apenas a ideologia nazista fosse transmitida, de modo a realizar lavagem cerebral na população. Foi extremamente bem-sucedido e as consequências foram o Holocausto e a 2ª Guerra Mundial. Enfim, ao contrário do que afirmou Alvim, a coincidência com a ideologia nazista não se deu em “apenas uma frase”. Há outro trecho do vídeo que remete à Goebbels, em que Alvim diz: “Ao país a que servimos, só interessa uma arte que cria a sua própria qualidade a partir da nacionalidade plena e que tem significado constitutivo para o povo para o qual é criada”. Em abril de 1933, em carta aberta ao regente Wilhelm Furtwängler, Goebbels escreveu que só podia existir “uma arte que no fim cria a sua própria qualidade a partir da nacionalidade plena (…) e tem significado para o povo para o qual é criada”. Esta frase também está transcrita no livro de Longerich. Assim, já foram identificadas duas frases de Goebbels no discurso do ex-secretário de Bolsonaro. Também pode ter sido coincidência, por certo, que o vídeo de Alvim tenha escolhido como trilha sonora a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner, compositor alemão que era ícone do regime nazista. Segundo Adolf Hitler, em seu livro “Minha Luta”, a composição foi “decisiva” em sua vida. Não por acaso, esta também foi a música escolhida por Charles Chaplin para a cena do globo terrestre em “O Grande Ditador”, que ridicularizava os delírios de grandeza de Hitler. Mas talvez o maior caso de convergência tenha sido o material encontrado no gabinete do secretário pelo jornal O Globo, antes que Alvim pudesse dar rumo a seus pertences. “Enquanto a reportagem de O Globo aguardava para ser atendida por Alvim — o terceiro veículo da fila — uma de suas auxiliares foi avisada de que ele fora convocado por Bolsonaro para uma reunião no Palácio do Planalto e já tinha deixado o prédio”, descreveu o jornal carioca. A repórter Paula Ferreira, então, entrou na sala e encontrou um pedaço do papel com o lema do secretário demitido, “Cultura – Base da Pátria”, e a frase em alemão “Wo ist der design?”. O único design que pode ser visto na página é uma cruz pátea, também conhecida como a cruz dos templários, que virou símbolo alemão de honra ao mérito, ao ser transformada em medalha para premiar atos de heroísmo na 1ª e na 2ª guerras. Ela aparece ao lado do lema, como pode ser visto mais abaixo. O ex-secretário estava trabalhando num prêmio cultural, o Prêmio Nacional das Artes, que pretendia distribuir mais de R$ 20 milhões para obras conservadoras. O design citado e encontrado no papel poderia ser de uma medalha para os vencedores do tal prêmio, um símbolo ligado à história nazista, mas menos agressivo que a suástica e que também possui conexões católicas – podendo, portanto, ser apresentado como exemplo de sua inspiração na fé e em Deus. “Ele (Jair Bolsonaro) pediu que eu faça uma cultura que não destrua, mas que salve a nossa juventude. A cultura é a base da pátria. Quando a cultura adoece, o povo adoece junto. É por isso que queremos uma cultura dinâmica e, ao mesmo tempo, enraizada na nobreza de nossos mitos fundantes. A pátria, a família, a coragem do povo e sua profunda ligação com Deus amparam nossas ações na criação de políticas públicas. As virtudes da fé, da lealdade, do autossacrifício e da luta contra o mal serão alçadas ao território sagrado das obras de Arte”, disse Alvim em seu discurso, misturando fervor nacionalista, agora de notória origem nazista, com tom assumidamente evangélico. Para completar, vale reparar ainda na composição visual do vídeo gravado por Alvin, que remete a uma foto famosa de Goebbels. A diferença é que, em vez de um retrato de Bolsonaro, o ministro alemão tinha Hitler às suas costas. Compare as duas imagens abaixo.

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