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  • Série

    The Walking Dead: Novo trailer revela ataque de horda zumbi e data do retorno da série

    28 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer e um pequeno teaser do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As prévias mostram uma horda numerosa de zumbis, com destaque para o cerco e ataque de Alexandria no vídeo mais longo. Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Academia divulga foto oficial dos indicados ao Oscar 2020

    28 de janeiro de 2020 /

    A Academia de Ciências e Artes Cinematográficas divulgou na noite de segunda-feira (27/1) o retrato oficial dos indicados ao Oscar 2020. O clique foi feito após o tradicional almoço de confraternização entre os candidatos, organizado antes da premiação. Na imagem, os indicados às 24 categorias aparecem enfileirados, incluindo o já potencial vencedor do Oscar de Melhor Direção Sam Mendes, além dos atores Brad Pitt, Joaquin Phoenix, Renée Zellweger e Laura Dern, favoritos às estatuetas, entre outros. Confira a lista completa de quem disputa a premiação neste link. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Veja a imagem completa abaixo. Clique para ampliá-la.

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  • Série

    A Noiva Fantasma: Vale a pena conhecer a primeira série malaia da Netflix

    28 de janeiro de 2020 /

    A Netflix lançou no Brasil, sem qualquer divulgação, sua primeira série malaia. Apesar da falta de interesse da plataforma para que ela seja conhecida, vale a pena descobrir “A Noiva Fantasma” (The Ghost Bride), que mistura terror, mistério, fantasia, humor e romance, e está disponível desde 23 de janeiro em streaming. Os vídeos abaixo, exclusivos da Netflix Asia, revelam mais sobre a produção de seis episódios, inspirada no best-seller homônimo de Yangsze Choo e imprópria para menores de 16 anos. Passada em 1890, a série acompanha Pan Li Lan (Huang Pei-jia). Ela é uma jovem bem instruída, que poderia arranjar um bom casamento, mas sua família está em decadência financeira e social desde a morte de sua mãe e reclusão de seu pai. A oportunidade de se casar com o herdeiro de uma família rica promete salvar o status de seu clã, mas o casamento arranjado é muito mais bizarro que o esperado, pois o noivo Lim Tian Ching (Kuang Tian) é recém-falecido. As chamadas “noivas fantasmas” eram uma tradição na China e na Malásia, que durou até o começo do século 20 – a prática foi banida por Mao Tsé-Tung durante a Revolução Cultural. O casamento era usado para tranquilizar um espírito inquieto, e garantir um lar e estabilidade para as mulheres sem fortuna. A série parte desta tradição para trazer a primeira virada da história, em que o espírito do noivo revela-se mais que inquieto. O espectro de Lim Tian Ching ameaça matar o “sogro” para atormentar sua noiva, mas acaba contando que seu ódio se deve ao fato de ter sido assassinado, embora todos neguem essa versão. Para salvar a vida do pai, Li Lan se oferece para descobrir quem o matou, apenas para perceber que todos os integrantes de sua nova família são suspeitos. Mas ela conta com a ajuda de outro ser sobrenatural para desvendar o mistério: Er Lang (Wu Kang-jen), um espírito justiceiro de 500 anos, imperfeito e mulherengo, mas extremamente dedicado à missão de Lei Lan, mesmo que isto a leve ao além. A série é criação de Wu Kai Yu, que tem experiência na TV americana, tendo escrito vários episódios de “The Flash” e produzido “Deception”. Já a direção dos episódios está a cargo de dois cineastas premiados: Ho Yu Hang (diretor de “At the End of Daybreak”, consagrado no festival de Locarno) e o jovem Quek Shio Chuan (de “Guang”, grande vencedor do Festival da Malásia do ano passado) Confira os vídeos abaixo.

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  • Série

    Série de bruxas Motherland: Fort Salem ganha trailer completo e coleção de pôsteres

    28 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano Freeform divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer completo de “Motherland: Fort Salem”, série de fantasia sobre um exército de bruxas, que faz uso extensivo de efeitos visuais. A prévia destaca o aspecto militar e patriótico da organização feminina, além de envolvimentos românticos, e revela quem são os inimigos: uma facção de bruxas terroristas. A trama se passa em uma realidade alternativa, onde as bruxas concordaram em lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas representam a força armada mais perigosa do país. Criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”), a série vai seguir três jovens desde seu treinamento básico em magia de combate até sua ida assustadora e emocionante para a guerra. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres na linha de frente, enfrentando a luta iminente e as ameaças terroristas com táticas e armas sobrenaturais. O elenco destaca Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Amalia Holm (“Alena”) e Demetria McKinney (“Saints & Sinners”). A série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”) e a estreia está marcada para 18 de março nos EUA.

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  • Série

    Better Call Saul: Jimmy vira Saul no trailer da 5ª temporada

    27 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou um misto de trailer e bastidores comentados da 5ª temporada de “Better Call Saul”, que retorna após hiato de mais de um ano, finalmente materializando a protelada transformação do protagonista no personagem-título. No final da 4ª temporada, o advogado vivido por Bob Odenkirk declarou que não ia mais oferecer serviços sob seu nome verdadeiro, Jimmy McGill. Essa mudança abriu espaço para a adoção do pseudônimo pelo qual os fãs de “Breaking Bad” conheceram o personagem: Saul Goodman. A atração foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores e acabou virando ausência sentida em muitas premiações deste ano. Isto porque seu último capítulo inédito foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos. “Better Call Saul” será retomada só em 23 de fevereiro, mas já se encontra renovada para a 6ª temporada, que será a última da atração, disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Etc

    Regina Duarte posta vídeo contra “marxismo cultural”, repetindo ex-secretário demitido por nazismo

    27 de janeiro de 2020 /

    A atriz Regina Duarte compartilhou no domingo (26/1) nas redes sociais um vídeo de um ex-BBB, defendendo alucinadamente o vitimismo dos homens brancos e atacando aquilo que extremistas de direita chamam de “marxismo cultural” – basicamente, qualquer obra de temática engajada, como as de filmes que costumam ser premiados em festivais internacionais de cinema e livros que ganham o Nobel. A ex-namoradinha do Brasil transformada em “noiva” de Bolsonaro exibiu a seus seguidores um trecho do programa “Jovem Pan Morning Show”, em que o ex-BBB Adrilles Jorge vocifera a teoria de conspiração que acusa a esquerda de dominar a indústria cultural para promover o ódio. “O que o ‘marxismo cultural’ faz? Coloca negros contra brancos, mulheres contra homens, homossexuais contra heterossexuais”, diz Jorge no vídeo. “Quem é esse cara ?!”, escreveu Regina em comentário publicado junto do vídeo. “Que depoimento bacana, profundo, super real”, escreveu a atriz. O vídeo foi visto por 188 mil perfis no Instagram. Ao contrário do que afirma a Noiva, a crítica ao “marxismo cultural” não é bacana. Muito menos profunda. E o que há de “super real” nela é seu viés nazista. Trata-se de variação do “bolchevismo cultural”, expressão cunhada por Joseph Goebbels, ideólogo do nazismo e aparentemente um dos autores favoritos do ex-secretário de Cultura do Brasil, Roberto Alvim, demitido após ter sido flagrado plagiando o responsável pela Cultura do governo sanguinário de Hitler. Artistas como Max Ernst e Hans Bellmer foram denunciados e presos por serem “bolchevistas culturais”, durante o nazismo, porque suas pinturas modernistas (progressistas) eram consideradas “degeneradas” por Goebbels. A autobiografia de Hitler usa várias vezes a expressão “bolchevismo cultural” para demonstrar o ódio do fuhrer, que era um pintor frustrado, contra a Cultura e os artistas progressistas, que ele considerava seus inimigos. Lembra algo? A convocação de Alvim a artistas conservadores para criar uma máquina de guerra “contra o satânico progressismo cultural” e o “marxismo cultural” foi o que o credenciou a virar secretário da Cultura do Brasil über Alles de Bolsonaro. Com a postagem, Regina Duarte demonstra que reza pela mesma cartilha. Bastante seletiva em sua mensagem, ela não linkou o programa de onde saiu a entrevista. Nele, o apresentador Guga Noblat contestou o ex-BBB e disse que o termo “marxismo cultural” foi criado “por teoria conspiratória que ninguém leva a sério”. Infelizmente, a extrema direita leva esta e outras teorias de conspiração muito a sério. E todo mundo também precisa levar essa gente à sério, especialmente depois do episódio explícito de nazismo no governo Bolsonaro. Veja-se que o ex-BBB chega ao ponto de dizer que “só existe isso no mundo hoje, pessoas que se colocam no lugar de vítimas para massacrar as outras”, propagando narrativa de homem branco que se julga ameaçado porque minorias começam a conquistar direitos iguais aos dele. Para o famoso de reality show, “isso é o marxismo cultural propalado pela industria cinematográfica, teatral e literária”. Segundo ele, “toda a indústria midiática, a indústria da arte no Brasil, é povoada por esquerdistas fanáticos” e que “essa guerra cultural é uma guerra santa, sim”. Depois de declarar seu fanatismo, “sim”, ele também elogiou o “nazistão” demitido do governo, dizendo que o projeto cultural de Alvim era bom para o Brasil “O projeto do nazistão era bom”, porque fomentaria desde ópera até quadrinhos. Mas não rock, pois o ex-BBB é contra o rock, como o novo presidente da Funarte. Nisso, diferem de Hitler, que não tinha nada contra o rock, pois ele ainda não existia nos anos 1940. Os nazistas odiavam – e proibiram – o jazz (“Negermusik”). Ver essa foto no Instagram Viajando na internet neste domingo ensolarado … olha só que depoimento bacana, profundo , super real . Quem é esse cara ?! 👏👏👏👏👏💐👍💝🇧🇷 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 26 de Jan, 2020 às 7:41 PST

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  • Série

    Estreia da série de Awkwafina bate recorde de audiência no Comedy Central

    27 de janeiro de 2020 /

    O Comedy Central comemorou a maior audiência de uma estreia do canal em três anos com o lançamento da série “Awkwafina Is Nora From Queens”. A comédia semi-autobiográfica, que teve seu primeiro capítulo exibido na quarta-feira (22/1) nos EUA, juntou o maior público de um programa estreante do canal pago americano desde “The Jim Jefferies Show”, em 2017. A diferença é que “Awkwafina Is Nora From Queens” é uma série e não um talk show. 489 mil espectadores sintonizaram o programa ao vivo, mas o número quase dobrou, chegando a 818 mil com as gravações digitais após três dias de exibição. Reprises e exibições em outros canais do conglomerado ViacomCBS inflaram ainda mais o público de estreia, que chegou a 2,2 milhões ao todo. Mas não ficou nisso. O episódio também foi disponibilizado integralmente no YouTube, onde foi visto por mais 1,7 milhão de pessoas. Ou seja, quase 4 milhões viram a estreia da primeira série estrelada por Awkwafina nos EUA. O programa ainda registrou 0,56 ponto na classificação demográfica, entre adultos de 18 a 49 anos, no Comedy Central – também a mais alta em três anos de uma estreia do canal. A série foi criada e é estrelada pela talentosa comediante Awkwafina, primeira mulher de descendência asiática a vencer o Globo de Ouro – Melhor Atriz de Comédia em 2020 por “A Despedida” (The Farewell). E é inspirada na juventude da atriz, cujo nome real é Nora, evocando seu cotidiano como moradora do Queens, bairro da cidade de Nova York. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, apesar dos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além desse elenco fixo, a atração conta com uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Antes mesmo da estreia, a série já tinha sido renovada para a 2ª temporada, demonstrando a confiança do Comedy Central no material.

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  • Série

    Nova série anime de Ghost in the Shell ganha trailer, novo pôster e previsão de estreia

    27 de janeiro de 2020 /

    A Netflix Asia divulgou um novo pôster e o primeiro trailer completo de “Ghost in the Shell: SAC_2045”, que traz novas aventuras de Motoko Kusanagi em bela computação gráfica. O anime foi anunciado há dois anos e é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Os dois também dirigiram o anime do “Ultraman” na Netflix, que estreou em abril. A união dos diretores de “Appleseed” e “Stand Alone Complex” num novo “Ghost in the Shell” é especialmente apropriada por considerar que o criador do mangá original, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. “Ghost in the Shell” surgiu em quadrinhos em 1989 e explodiu na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995, dirigido por Mamoru Oshii. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow para o mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. A história acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que lutava contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo era levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e inspirou o lançamento da adaptação live-action dirigida por Rupert Sanders, que foi criticada por escalar uma atriz branca, Scarlett Johansson, no papel de Kusanagi. Agora, a franquia volta às suas origens japonesas. A última animação da franquia tinha sido “Ghost in the Shell: The New Movie”, de 2015, que concluía a trama da série “Ghost in the Shell: Arise”. A prévia e o pôster também revelam que a série tem previsão de estreia para abril em streaming.

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  • Etc

    Guerra Cultural: Escola de Cinema Darcy Ribeiro recebe notificação de despejo do governo

    27 de janeiro de 2020 /

    A Escola de Cinema Darcy Ribeiro (ECDR), no Rio de Janeiro, está sendo ameaçada de despejo pelo governo Bolsonaro. Responsável por ceder o imóvel há 20 anos, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, estatal presidida pelo General Floriano Peixoto Vieira Neto, nomeado por Jair Bolsonaro, enviou uma notificação extrajudicial na sexta-feira (24/1) pedindo a sua devolução. Desde julho de 2019, a diretoria da escola negociava a permanência no edifício que serve de sede para a escola, no Centro do Rio. Mas as tratativas tomaram um rumo inesperado. Referência na formação e produção audiovisual, além da preservação de arquivos cinematográficos, a escola foi declarada Patrimônio Histórico Cultural Imaterial em 2018. Nas últimas duas décadas, ela formou 20 mil alunos para a indústria do cinema e da televisão, entre roteiristas, diretores, produtores, montadores, editores e outras funções técnicas. A instituição também mantém acervos de personalidades como o diretor Joaquim Pedro de Andrade e o ator José Wilker. Em nota, a diretoria dos Correios afirmou que está avaliando “todo o seu patrimônio imobiliário” visando sua sustentabilidade financeira e também ressaltou que, desde 2000, cede o prédio sem contrapartidas. Também por meio de comunicado, publicado em seu site, a escola lembra que o espaço estava abandonado e se encontrava em “estágio avançado de deterioração” quando teve o seu uso cedido. Desde então, a instituição teria feito inúmeros investimentos para restaurar e adequar o edifício às funções educacionais. Atualmente, a escola funciona em cinco pavimentos, onde foram construídas diversas ilhas de edição, além de um estúdio, uma biblioteca, uma filmoteca e uma sala para exibição de filmes. “Sair de lá representaria um prejuízo sem tamanho”, disse ao jornal O Globo a produtora de cinema Renata Magalhães, presidente do Instituto Brasileiro de Audiovisual (IBAV), que gerencia a escola. “A ECDR é um instituto sem fins lucrativos, que faz trabalho social e oferece cursos a preços acessíveis, muitos deles subsidiados”, acrescentou. De acordo com ela, a antiga direção dos Correios chegou a planejar a doação da totalidade do prédio à ECDR durante o governo Temer. O governo Bolsonaro, porém, tem postura diferente e bem conhecida, de desmonte cultural. O presidente mandou cortar todos os patrocínios de estatais para a Cultura, situação que pode enquadrar a ECDR. Além disso, há planos de privatização para os Correios, que podem incluir o prédio da escola como ativo. “Pedir a devolução do imóvel é uma decisão burra do atual presidente dos Correios porque o espaço tem mais valor como uma escola funcionando do que vazio”, avalia Magalhães. “O órgão precisa entender a importância de uma instituição que abriga pessoas do Brasil inteiro”. Também em depoimento para O Globo, o produtor de cinema Luiz Carlos Barreto destacou que o mercado do audiovisual brasileiro “melhorou muito” com a criação da escola. “Ela é diferente de outros cursos universitários porque forma uma mão de obra de técnicos fundamentais para a indústria”, apontou o produtor, fundador da L.C. Barreto Produções. “Nossa produtora sempre contrata muitos profissionais saídos de lá”. Barreto espera que a ameaça de despejo seja uma questão técnica mais do que política. Mas o fato é que a ação de desmonte cultural – e, no caso, também educacional – do governo continua sua escalada destruidora com essa decisão.

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  • Série

    Doctor Who: Próximo episódio vai mostrar primeira atriz brasileira na série

    27 de janeiro de 2020 /

    O próximo episódio de “Doctor Who” marcará a primeira participação de uma intérprete brasileira na série. A paulista Gabriela Toloi será vítima de um vírus alienígena em “Praxeus”, sexto capítulo da da 12ª temporada. Veja a prévia abaixo. A atriz confirmou a participação no Twitter, comemorando poder contar ao público: “Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de ‘Doctor Who’ pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem!” Toloi já tinha aparecido anteriormente na série brasileira “Psi”, da HBO. Em “Doctor Who” ela interpretará uma brasileira de férias no Peru, ao lado da melhor amiga. Por sinal, embora essa amiga, Gabriela, também fale português e até apareça com uma camiseta da seleção brasileira, a personagem não é interpretada por outra sul-americana, mas pela atriz portuguesa Joana Borja. O episódio inédito da sci-fi britânica vai ao ar no próximo domingo (2/2) no Reino Unido. Enquanto isso, a 12ª temporada de “Doctor Who” estreia na sexta (31/1) no Brasil, pela plataforma Globoplay. Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de Doctor Who pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem! https://t.co/7GNEFk7uur — Gabriela Toloi (@gabitoloi) January 26, 2020

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  • Filme

    Aves de Rapina ganha novo pôster e vídeo de bastidores de 7 minutos

    26 de janeiro de 2020 /

    A produção de “Aves de Rapina” ganhou novo pôster, para IMAX, e um vídeo de bastidores com mais de 7 minutos de duração. A prévia traz entrevistas com o elenco, o produtor e a diretora, comentando vários detalhes do filme, da coreografia de lutas ao figurino. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” junta a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se aliam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Os Órfãos vira segundo terror do ano considerado lixo pelo público americano

    26 de janeiro de 2020 /

    Críticas negativas não costumam espantar fãs de filmes de terror, gênero que sempre sofreu muito preconceito entre “especialistas” em cinema. Mas em 2020 o público está sendo tão duro quanto a crítica. Neste fim de semana, “Os Órfãos” (The Turning) virou o segundo terror de 2020 a receber classificação “F” no CinemaScore (pesquisa de opinião entre o público de cinema dos EUA). Trata-se da pior nota possível, raramente dada por quem pagou para ver o filme pesquisado. Entretanto, o terrível “F” marcou de forma infame o lançamento da Universal apenas três semanas após o reboot de “O Grito” receber a mesma praga do público. Ou seja, em apenas dois meses, dois filmes de terror foram considerados lixo completo pelos espectadores de cinema dos Estados Unidos. Para entender a dimensão dessa repulsa, é importante notar que nenhum filme tirou nota “F” durante todo o ano de 2019. Nem em 2018. Na verdade, o “F” não era pronunciado pelo público americano desde o divisivo “Mãe!”, de Darren Aronofsky, em 2017. “Mãe!”, ao menos, conseguiu agradar parte da crítica, obtendo 69% de aprovação no Rotten Tomatoes. No caso dos novos terrores, porém, a execração é unânime. “O Grito” teve apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes. E “Os Órfãos” conseguiu se sair pior, com 13%. Ambos são histórias batidíssimas, que consagram a falta de criatividade dos produtores de Hollywood. A história de “O Grito” é tão manjada que a produção já é a segunda versão americana levada às telas neste século. E olha que o “original” do cinema japonês também era refilmagem de outra produção, um telefilme do mesmo diretor, Takashi Shimizu. Para resumir: foi a quarta vez que a mesma história chegou às telas desde 2000. Isto, porém, é risível perto da quantidade de vezes que a história de “Os Órfãos” já foi filmada. O filme de Floria Sigismondi (“Runaways – Garotas do Rock”) é uma adaptação do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”, de Henry James, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos. A obra já rendeu um clássico absoluto, “Os Inocentes” (1961), com Deborah Kerr, e tem até versão brasileira, “Através da Sombra” (2015), de Walter Lima Jr. Para não falar que a iniciativa foi motivada por falta de versão recente na língua inglesa, a BBC produziu uma versão com Michelle Dockery em 2009. Considerando a unanimidade conquistada, “Os Órfãos” deve ser a pior adaptação de todas. Mas o longa em que Mackenzie Davis (“Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) é aterrorizada por Finn Wolfhard (o Mike de “Stranger Things”) e Brooklynn Prince (a revelação de “Projeto Flórida”) pode perder esse título em breve. Como se não bastasse, em agosto será lançada uma versão neozelandesa da mesma história e a Netflix pretende usá-la como base da 2ª temporada de “A Maldição da Residência Hill”. A estreia de “Os Órfãos” no Brasil está marcada para quinta-feira (30/1), enquanto “O Grito” se dispõe a ser xingado em português a partir de 13 de fevereiro.

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  • Filme

    Bilheterias: Bad Boys para Sempre mantém liderança pela segunda semana nos EUA

    26 de janeiro de 2020 /

    “Bad Boys para Sempre” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, após arrecadar US$ 34 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá. O filme chegou a US$ 120,6 milhões no mercado doméstico e já soma US$ 215,6 milhões em todo o mundo. Embora ainda não tenha coberto suas despesas de produção (US$ 90 milhões), o longa estrelado por Will Smith e Martin Lawrence vai chegar em mais países nesta semana, inclusive no Brasil, onde estreia na próxima quinta (30/1). A certeza de lucro é tão grande que a Sony já começou a desenvolver mais um filme da franquia iniciada em 1995. A campanha vitoriosa na temporada de premiações continua a impulsionar as bilheterias de “1917”, que recuperou o 2º lugar, empurrando “Dolittle” para baixo. Com as conquistas deste fim de semana, especificamente o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) e o ASC Award (prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia), o filme de Sam Mendes se tornou favoritíssimo ao Oscar 2020. Tanta consagração – que incluiu o PGA Award (prêmio do Sindicato dos Produtores), o Globo de Ouro e o Critics Choice de Melhor Direção – , tem despertado a curiosidade do público, que está lotando as sessões do longa distribuído pela Universal. Com isso, “1917” superou os US$ 100 milhões no mercado doméstico e os US$ 200 milhões em todo o mundo. Por coincidência, os valores de custo e arrecadação de “1917 são muito parecidos com os de “Bad Boys para Sempre”. Mas o drama de guerra está a mais tempo nos cinemas e tende a ter carreira mais longeva, graças ao burburinho em torno do Oscar. Primeiro fracasso milionário do ano, “Dolittle” caiu para o 3º lugar em sua segunda semana de exibição. O filme que custou US$ 175 milhões para ser produzido – sem considerar despesas de P&A (cópias e publicidade) – atingiu, ao todo, US$ 44 milhões na América do Norte e US$ 91 milhões no mundo. Com isso, o “melhor” lançamento da semana abriu apenas em 4º lugar. “Magnatas do Crime” (The Gentleman), que marca a volta do cineasta inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) ao ciclo criminal do começo de sua carreira, faturou US$ 11 milhões em seus primeiros três dias de exibição nos EUA e Canadá, chegando a US$ 33,5 milhões na soma mundial. Apesar do elenco repleto de astros famosos (Matthew McConaughey, Charlie Hunnam, Michelle Dockery, Colin Farrell e Hugh Grant), foi uma produção barata, orçada em US$ 18,4 milhões, e não corre risco de prejuízo. Vale destacar que a crítica aprovou sua estreia, com média de 72% no Rotten Tomatoes. Mas ainda não há previsão para a exibição no Brasil. A segunda novidade do ranking, por outro lado, foi amplamente execrada. “Os Órfãos” (The Turning) afundou em 7º lugar, com US$ 7,3 milhões nas bilheterias, 17% no Rotten Tomatoes e a segunda nota “F” do ano no CinemaScore (pesquisa de opinião entre o público de cinema dos EUA). Curiosamente, o primeiro “F” de 2020 foi para outro terror: o reboot de “O Grito”. Assim como “O Grito”, “Os Órfãos” também é uma história batida de terror. Trata-se da enésima versão do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”, de Henry James, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos – tem até versão brasileira: “Através da Sombra” (2015). E, considerando a unanimidade conquistada, trata-se provavelmente da pior adaptação de todas. Siga este link para saber mais sobre a repulsa causada por “Os Órfãos no público americano. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (30/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 34M Total EUA e Canadá: US$ 120,6M Total Mundo: US$ 215,6M 2. 1917 Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 103,8M Total Mundo: US$ 200,4M 3. Dolittle Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: US$ 44,6M Total Mundo: US$ 91M 4. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 11M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ 33,5M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 283,4M Total Mundo: US$ 737,4M 6. Os Órfãos Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 8,1M 7. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA e Canadá: US$ 501,5M Total Mundo: US$ 1B 8. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 93,7M Total Mundo: US$ US$ 146,7M 9. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 30,4M 10. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 151,8M Total Mundo: US$ 283,3M  

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