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  • Etc

    Regina Duarte já teria percebido a roubada em que se meteu

    28 de abril de 2020 /

    Regina Duarte começa a perceber ter cometido o maior erro de seus 73 anos de vida. Há quase duas semanas em isolamento, em São Paulo, a secretária Nacional de Cultura estaria, segundo o colunista Anselmo Gois, de O Globo, cada vez mais impressionada com as pedras que estão colocando em seu caminho, em Brasília. A curta nota de Gois tem o título de “punhalada nas costas”. Empossada no cargo no começo de março, só agora ela conseguiu definir o número dois da secretaria. Mas não foi por falta de iniciativa. Desde o dia de sua posse, ela enfrenta ataques do gabinete do ódio e seus (supostos) líderes extremistas Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro. Quem assumiu como seu braço direito foi o advogado Pedro Horta, que é bolsonarista confesso, após a preferência inicial da atriz, o gestor público e produtor Humberto Braga, ser alvo de uma campanha nas redes sociais que o acusava de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. A secretária da Cultura teria tentado indicar outros “esquerdistas”, e um deles foi barrado pelo próprio presidente. Na semana passada, o pesquisador Aquiles Brayner, indicado para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas, foi demitido apenas três dias após sua nomeação, também após pressão de perfis radicais nas redes sociais. Segundo Brayner, estes extremistas fazem um “grande complô para derrubar qualquer ação legítima no âmbito da cultura”. Ela também está tendo que engolir ataques de Sérgio Camargo, da Fundação Palmares, supostamente seu subordinado, que Bolsonaro não lhe deixa demitir. E o pesadelo se estende à indefinição das chefias do Iphan e a Funarte, dois dos mais importantes órgãos vinculados à pasta da Cultura. Para aceitar o convite de Bolsonaro para assumir a Cultura, a atriz encerrou sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas de “carta branca” para montar sua equipe que não estão sendo cumpridas. As dificuldades têm paralisado a secretaria de Cultura, o que, tudo indica, seria o objetivo maior da atividade bolsonarista. Enquanto isso, Regina ouve queixa constante de artistas que clamam por apoio à classe, gravemente atingida pelo fim das atividades imposto pela pandemia de coronavírus. Segundo outra colunista da grande imprensa, Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo, ela tem recebido apelos de seus familiares para deixar o governo, que foram intensificados depois da demissão de Sergio Moro da Justiça. Essa campanha teria agradado Bolsonaro. A Folha apurou que ele disse a aliados que espera que parta da própria Regina uma decisão de deixar o governo. Para ajudar, ele teria dado carta branca para seus apoiadores aumentarem o tom das críticas contra a secretária. A ex-atriz chegou a dizer que considerava Bolsonaro incompreendido. Em menos de dois meses no governo, já pode tê-lo compreendido o suficiente para se lamentar.

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  • Série

    Franquia de terror Hellraiser vai virar série da HBO

    28 de abril de 2020 /

    A HBO está desenvolvendo uma série baseada na franquia de terror “Hellraiser”, que já conta com 10 filmes. O projeto foi criado por uma equipe de peso, com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Godzilla II: Rei dos Monstros”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”, de 2018). Green tem um relacionamento de longa data com a HBO, como produtor e diretor das séries de comédia “Eastbound & Down”, “Vice Principals” e “The Righteous Gemstones”. A série não será um reboot, mas uma continuação e expansão da mitologia imaginada pelo escritor Clive Barker sobre os Cenobitas, liderados pelo icônico personagem Pinhead. Considerado o “Stephen King britânico”, Barker adaptou um livro de sua autoria (“The Hellbound Heart”) para virar cineasta com o primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, lançado em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de abrir a porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, inferno, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o fantástico Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, escrita pelo próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em filmes cada vez mais fracos e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial. Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois fez “Doutor Estranho”. O último lançamento aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido antes disso na produtora da franquia, a Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado chegou a contratar o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e o diretor David Bruckner (“O Ritual”) para a produção. A série não tem relação com esses planos de remake.

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  • Filme

    Festival Varilux disponibiliza mostra online gratuita com 50 filmes franceses

    28 de abril de 2020 /

    O Festival Varilux, mostra já tradicional do cinema francês contemporâneo, não vai mais acontecer entre 4 e 17 de junho nos cinemas brasileiros. Com sua 11ª edição suspensa, os organizadores analisam a possibilidade de data no segundo semestre. Enquanto dura o impasse, o festival se desdobra num evento digital, que reúne alguns filmes das seleções passadas. Batizada de Festival Varilux em Casa, a mostra traz 50 títulos franceses, e já pode ser acessada no site festivalvariluxemcasa.com.br – é necessário apenas um cadastro simples para ter acesso. Entre os longas que devem ficar no ar por quatro meses figuram produções protagonizadas pelos principais atores do país, como “Quem Você Pensa que Sou”, com Juliette Binoche, “A Última Loucura de Claire Darling”, com Catherine Deneuve, “O Retorno do Herói”, com Jean Dujardin, “Um Instante de Amor”, com Marion Cotillard e Louis Garrel, “Rock’n Roll”, com Guillaume Canet, “A Revolução em Paris”, com Adèle Haenel, e “Branca como a Neve”, com Isabelle Hupert. A lista é ampla e inclui desde terror com zumbis até animações recentes de Asterix disponibilizadas em versões dubladas. Confira a seleção abaixo: Abril e o Mundo Extraordinário Avril et le monde truqué. França/Bélgica/Canadá, 2015. Direção: Franck Ekinci, Christian Desmares. Com: Marion Cotillard, Philippe Katerine, Jean Rochefort. 105 min. Livre. Em uma realidade diferente daquela conhecida pela história, Napoleão 5º reina na França e cientistas de todo mundo estão desaparecendo misteriosamente. Diante disso, a jovem Abril, acompanhada do gato falante Darwin, decide procurar seus pais cientistas. Amor à Segunda Vista Mon Inconnue. França/Bélgica, 2019. Direção: Hugo Gélin. Com: François Civil, Joséphine Japy e Benjamin Lavernhe. 118 min. 12 anos. Certo dia, um rapaz acorda em uma realidade na qual nunca conheceu o amor de sua vida. Ele então precisa reconquistar a antiga mulher, que se tornou uma desconhecida. Um Amor Impossível Un Amour Impossible. França/Bélgica, 2018. Direção: Catherine Corsini. Com: Virginie Efira, Niels Schneider e Jehnny Beth. 136 min. 16 anos. No fim da dÈcada de 1950, um homem de uma família rica se envolve com uma secretária. Eles se apaixonam e ela engravida, mas ele se recusa a casar devido à diferença de classe. Nos anos seguintes, a moça batalha para que ele assuma a paternidade da criança. Adaptação do livro de Christine Angot. A Aparição L’Apparition. França, 2017. Direção: Xavier Giannoli. Com: Vincent Lindon, Galatea Bellugi e Patrick d’Assumção. 137 min. 12 anos. Quando uma jovem francesa diz ter visto a Virgem Maria, milhares de peregrinos começam a segui-la. O Vaticano, então, convida um jornalista para investigar o caso. Asterix e o Domínio dos Deuses Astérix – Le Domaine des Dieux. França/Bélgica, 2014. Direção: Louis Clichy e Alexandre Astier. Com: Roger Carel, Guillaume Briat, Lor‡nt Deutsch, Laurent Lafitte. 85 min. Livre. Asterix e Obelix atrapalham os planos de Júlio César, tenta convencer o povo gaulês a se juntar voluntariamente ao império romano para então conquistá-lo. Asterix e o Segredo da Poção Mágica Astérix – Le Secret De La Potion Magique. França, 2018. Direção: Louis Clichy e Alexandre Astier. 85 min. Livre.Na animação, os guerreiros gauleses precisam encontrar um novo guardião para a fórmula da poção mágica preparada por Panoramix. Durante sua busca, eles lutam para evitar que a receita seja descoberta por inimigos. Através do Fogo Sauver ou périr. França, 2018. Direção: Frédéric Tellier. Com: Pierre Niney, Anaîs Demoustier e Chloé Stefani. 116 min. O bombeiro Franck se sacrifica para salvar seus homens em um incÍndio em Paris. Ao acordar no hospital, ele precisa aprender a viver com as cicatrizes. Branca como a Neve Blanche Comme Neige. França/Bélgica, 2019. Direção: Anne Fontaine. Com: Lou de Lage, Isabelle Huppert e Charles Berling. 112 min. Uma jovem que trabalha no hotel de seu falecido pai é odiada pela madrasta, que herda a propriedade. Um dia, o amante da viúva se apaixona pela enteada e eles fogem juntos. Na fazenda para onde se mudam, sete príncipes se apaixonam por ela. A Busca do Chef Ducasse La Quetê d’Alain Ducasse. França, 2017. Direção: Gilles de Maistre. 84 min. Um dos chefs mais celebrados da gastronomia francesa, o monegasco Alain Ducasse tem várias estrelas Michelin em diferentes restaurantes ao redor do mundo. Aqui, ele é acompanhado durante dois anos por uma equipe de filmagens, que mostra sua busca por novos horizontes. Carnívoras Carnivores. França/Bélgica, 2018. Direção: Jérémie Renier e Yannick Renier. Com: Leîla Bekhti, Zita Hanrot e Bastien Bouillon. 86 min. 14 anos. Na trama, duas irmãs sonham em ser atrizes famosas, mas só a mais nova se destaca e consegue trabalho. Sem recursos, a mais velha vai morar com a irmã torna-se sua assistente e a rivalidade entre elas se acentua. Os Cowboys Les Cowboys. França, 2015. Direção: Thomas Bidegain. Com: François Damiens, Finnegan Oldfield e Agathe Dronne. 105 min. 12 anos. Quando a filha de 16 anos de um trabalhador desaparece com o namorado muçulmano, ele vai em busca da menina no submundo da cooptação de jovens europeus por extremistas islâmicos. Foi indicado à categoria Câmera de Ouro do Festival de Cannes de 2015.​ Cyrano Mon Amour Edmond. França/Bélgica, 2018. Direção: Alexis Michalik. Com: Thomas Solivéres, Olivier Gourmet e Mathilde Seigner. 109 min. 12 anos. Baseado na vida do poeta e dramaturgo francÍs Edmond Rostand (1868-1918), o filme o acompanha à beira dos 30 anos, com dois filhos e em busca de trabalho. Ele então oferece uma comédia, que ainda não escreveu, para uma personalidade do teatro. A obra, “Cyrano de Bergerac”, mais tarde, seria aclamada pela crítica. Leia a crítica. De Carona para o Amor Tout le Monde Debout. França, 2018. Direção: Franck Dubosc. Com: Franck Dubosc, Alexandra Lamy e Elsa Zylberstein. 109 min. 12 anos. Na comédia romântica francesa, um homem bem-sucedido e mentiroso compulsivo tenta seduzir uma jovem fingindo ser deficiente físico. Quando ele conhece a irmã da moça, que é cadeirante, será difícil sustentar a farsa.​ O Doutor da Felicidade Knock. França, 2017. Direção: Lorraine Levy. Com: Omar Sy, Alex Lutz e Ana Girardot. Médico e ex-criminoso, o doutor Knock convence a população de um vilarejo de que estão doentes, criando sintomas falsos para os pacientes. A Excêntrica Família de Gaspard Gaspard Va au Mariage. França/Bélgica, 2017. Direção: Antony Cordier. Com: Félix Moati, Laetitia Dosch e Christa Théret. 103 min. 14 anos. Quando seu pai casa novamente, um jovem precisa retornar à casa da família, que abriga um pequeno zoológico. Preocupado com as críticas das irmãs, convence uma amiga a se passar por sua namorada. Filhas do Sol Les Filles du Soleil. França/Bélgica/Geórgia/Suíça, 2018. Direção: Eva Husson. Com: Golshifteh Farahani, Emmanuelle Bercot e Zibeyde Bulut. 115 min. 14 anos. As Filhas do Sol, um batalhão de mulheres curdas, atuam ativamente na guerra contra o Estado Islâmico. Em meio a isso, a comandante tenta recuperar seu filho, que foi capturado por inimigos. Exibido nos festivais de Cannes e Toronto de 2018. O Filho Uruguaio Une Vie Ailleurs. França, 2017. Direção: Olivier Peyon. Com: Isabelle CarrÈ, Ramzy Bedia e MarÌa Dupl·a. 96 min. 12 anos. Inspirado em fatos reais, o filme conta a história de uma mulher que resolve ir atrás do filho, em uma cidade no interior do Uruguai, depois que a criança é sequestrada pelo ex-marido. Finalmente Livres En Liberté. França, 2018. Direção: Pierre Salvadori. Com: Adèle Haenel, Pio Marmao e Audrey Tautou. 109 min. 14 anos. A viúva de um chefe de polícia descobre que seu marido era corrupto e que um jovem passou oito anos na prisão como bode expiatório dele. Sem contar com quem era casada, ela tenta ajudar o ex-presidiário agora que ele está em liberdade. Um Gato em Paris Une vie de chat. França, 2010. Direção: Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli. Com: Bruno Salomone, Dominique Blanc e Jean Benguigui. 70 min. Livre. A animação acompanha um gato, Dino, que divide a vida entre duas casas. Durante o dia, fica ao lado da filha de uma delegada de polícia e, à noite, segue um ladrão pelas ruas de Paris.​ Gauguin – Viagem ao Taiti Gauguin – Voyage de Tahiti. França, 2017. Direção: Edouard Deluc. Com: Vincent Cassel, Tuhei Adams e Malik Zidi. 102 min. 14 anos. O drama biogr·fico francÍs narra a vida do pintor Paul Gauguin (1848-1903), um dos mais importantes artistas do século 19, no Taiti, para onde se mudou em 1891. Graças a Deus Grâce à Dieu. França/Bélgica, 2018. Direção: François Ozon. Com: Melvil Poupaud, Denis Ménochet e Swann Arlaud. 137 min. 14 anos. Um homem que foi abusado sexualmente por um padre durante a inf‚ncia descobre por acaso que o clérigo continua trabalhando com crianças. Ele então se junta a duas outras vítimas para tentar afastá-lo de suas funções. Prêmio do júri no Festival de Berlim. O Imperador de Paris L’Empereur de Paris. França, 2018. Direção: Jean-François Richet. Com: Vincent Cassel, Freya Mavor e Denis Ménochet. 119 min. Único homem a escapar da maior prisão parisiense, François Vidocq, é acusado injustamente de assassinato. Para provar sua inocÍncia e garantir a liberdade, ele se alia à polícia. Inocência Roubada Les Chatouilles. França, 2018. 103 min. 12 anos. Quando chega à vida adulta, uma mulher passa a questionar a relação que um amigo de seus pais mantinha com ela durante a infância. Percebendo que foi abusada, ela mergulha em sua carreira como dançarina para tentar lidar com o trauma. Exibido no Festival de Cannes de 2018. Adaptação da peça da diretora e protagonista Andréa Bescond. Um Instante de Amor Mal de Pierres. França, 2016. Direção: Nicole Garcia. Com: Marion Cotillard, Louis Garrel e Alex Brendemuhl. 116 min. 14 anos. Uma jovem com fortes impulsos sexuais e vista como louca é obrigada pela família a se casar com um homem que não ama. Infeliz e com problemas de saúde, ela é internada pelo marido em uma clínica nos Alpes e acaba se apaixonando por um militar enfermo. Jornada da Vida Yao. França/Senegal, 2018. Direção: Philippe Godeau. Com: Omar Sy, Lionel Louis Basse e Fatoumata Diawara. 104 min. 10 anos. Um famoso ator francês de ascendência senegalesa viaja a Dakar para promover um livro que escreveu. Lá, encontra um garoto de 13 anos que é seu fã e que viajou do interior do país até a capital para conhecê-lo. Comovido, ele abandona seus compromissos e acompanha o jovem em seu caminho de volta para casa. Lulu Nua e Crua Lulu femme nue. França, 2013. Direção: Solveig Anspach. Com: Karin Viard, Bouli Lanners, Pascal Demolon. 87 min. Lulu decide não voltar para casa após uma entrevista de emprego mal sucedida e aproveita o tempo para se conhecer melhor. Luta de Classes La Lutte des Classes. França, 2019. Direção: Michel Leclerc. Com: Leîla Bekhti, Edouard Baer e Ramzy Bedia. 103 min. 12 anos. Um jovem francÍs de nove anos é transferido para uma escola pública após seus pais saírem do centro de Paris para morar no subúrbio. Quando seus amigos mais próximos vão estudar em uma instituição católica, ele se torna a única criança branca em meio à maioria, de ascendÍncia árabe. Marvin Marvin ou La Belle Éducation. França, 2017. Direção: Anne Fontaine. Com: Finnegan Oldfield, Grégory Gadebois e Vincent Macaigne. 114 min. 16 anos. Inspirado no livro “O Fim de Eddy”, de Édouard Louis, o filme narra a história de garoto que busca se afastar, primeiro do vilarejo onde nasceu, depois da família e da rejeição das pessoas. Até que ele descobre no teatro uma forma de se expressar. O Menino da Floresta Le Jour des Corneilles. França, 2011. Direção: Jean-Christophe Dessaint. Com: Jean Reno, Lorant Deutsch e Isabelle Carré. 95 min. Livre. Nesta animação, o pai impede o filho de sair da floresta vivem, fazendo com que o menino cresça como um selvagem, sem saber da existência de um mundo exterior. Quando é forçado a sair da floresta, ele descobre o mundo e conhece uma menina chamada Manon. Meu Bebê Mon Bébé. França/Bélgica, 2019. Direção: Lisa Azuelos. Com: Sandrine Kiberlain, Thaós Alessandrin e Victor Belmondo. 87 min. 12 anos. Mãe de três filhos, uma mulher está prestes a ver o último deles sair de casa para estudar no Canadá. Ela então percebe que...

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  • Filme

    Daisy Ridley vai estrelar novo filme dos diretores do terror Ready of Not

    28 de abril de 2020 /

    A atriz inglesa Daisy Ridley, que ficou conhecida como a Rey da mais recente trilogia “Star Wars”, está negociando estrelar o novo filme dos responsáveis pelo terror “Ready or Not” – lançado em VOD no Brasil com o título original e também como “Casamento Sangrento”. Intitulado “The Ice Beneath Her”, o filme é baseado no romance homônimo da sueca Camilla Grebe. A trama acompanha um detetive que tenta solucionar o caso de uma jovem decapitada, que foi encontrada na casa de um executivo importante. Como de praxe, a investigação logo se torna uma corrida contra o tempo. A roteirista Caitlin Parrish (da série “Supergirl”) está escrevendo a adaptação do suspense. Já a direção ficará por conta de Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett e Chad Villella, conhecidos coletivamente como Radio Silence. Os três já filmaram juntos segmentos das antologias de terror “V/H/S” (2012) e “Southbound” (2015), além do longa “O Herdeiro do Diabo” (2014). Mais recentemente, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett assinaram “Ready or Not”, que agradou em cheio público e crítica nos EUA, rendendo-lhes convite para desenvolver um novo capítulo da franquia “Pânico”, dos anos 1990.

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  • Filme,  Música

    Daft Punk vai compor a trilha sonora do novo filme de Dario Argento

    28 de abril de 2020 /

    A dupla francesa de música eletrônica Daft Punk foi anunciada como responsável pela trilha sonora do novo filme de Dario Argento. Mestre do giallo (filmes de crimes brutais) e do terror italiano, o diretor da versão original de “Suspiria” foi quem revelou o envolvimento dos músicos na produção de “Occhiali Neri” (Óculos Escuros). “Eles são meus fãs, conhecem todo o meu cinema. Eles ouviram de amigos franceses que eu estava desenvolvendo um novo filme, me ligaram e disseram ‘queremos trabalhar com você’”, contou Argento em entrevista ao jornal La Repubblica. Segundo Argento, a dupla considerou o roteiro da produção muito interessante e deve enviar as primeiras composições em breve. O cineasta revelou que “Occhiali Neri” será um novo giallo e vai acompanhar a fuga de uma garota chinesa com uma criança pela Itália. “Occhiali Neri” foi escrito pelo cineasta em parceria com Franco Ferrini, roteirista do clássico “Era uma Vez na América” (1984), que trabalha com Argento desde “Terror na Ópera” (1987). Já o elenco, por enquanto, só tem um nome confirmado: Asia Argento, a filha e, desde “Catedral” (1989), maior estrela dos filmes do diretor. As filmagens deveriam começar em maio, mas devido à pandemia do novo coronavírus a produção foi adiada para setembro. Ainda não há data de estreia definida. A colaboração com Argento não será a primeira trilha da carreira do Daft Punk, que anteriormente compôs as músicas de “Tron: O Legado”, de 2010. Tampouco será a primeira parceria entre o diretor e um grupo de música pop. Ele trabalhou com a lendária banda de rock progressivo Goblin em seus dois filmes mais famosos, “Preludio para Matar” (1975) e “Suspiria” (1977).

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  • Série

    Reencontro virtual do elenco de Chuck deixa criadores com vontade de retomar a série

    27 de abril de 2020 /

    Uma das séries que deixou mais fãs inconsoláveis com seu final, “Chuck” voltou a reunir seu elenco completo de forma virtual, numa videoconferência, para ajudar a campanha Feeding America dedicada à alimentar pessoas em situação de vulnerabilidade durante a pandemia do coronavírus. E o reencontro deixou os criadores com vontade de retomar a série! Organizada pela revista Entertainment Weekly, a reunião aconteceu na semana passada e foi uma oportunidade para os fãs e os próprios envolvidos matarem as saudades da série. Além de conversarem sobre os velhos tempos, eles também fizeram a leitura coletiva do roteiro de um episódio. Nas palavras icônicas de Devon “Capitão Incrível” Woodcomb, foi incrível – e pode ser conferido no vídeo baixo. A reunião contou com Zachary Levi (Chuck Bartowski), Yvonne Strahovski (Sarah Walker), Adam Baldwin (John Casey), Joshua Gomez (Morgan Grimes), Sarah Lancaster (Ellie Bartowski), Ryan McPartlin (Devon Woodcomb), Vik Sahay (Lester Patel), Scott Krinsky (Jeff Barnes), Mark Christopher Lawrence (Big Mike) e Brandon Routh (Daniel Shaw), entre outros, além dos criadores Chris Fedak e Josh Schwartz. Mas o principal desse encontro foi lembrar a Schwartz e Fedak o quanto eles amavam o programa, que encerrou suas cinco temporadas em 2012 . “Nós realmente adoramos essa reunião”, disse Fedak à EW. “Eu saí dizendo: ‘Que grupo legal! Que momento divertido foi fazer esse show!’ Ficamos cheios de todos os sentimentos”. Schwartz completou, dizendo que bastaram 10 segundos da leitura do roteiro para ver que “a química ainda estava lá”. E isso os motivou a pensar que “poderíamos fazer mais disso”. “Acho que realmente se resume a saber qual seria a história e por qual motivo. Somos realmente orgulhosos do legado da série e da série, então qualquer coisa que fizermos precisaria corresponder às expectativas do original”. “Nós não tínhamos realmente pensado nisso. Mas se existir pedidos e interesse dos fãs e de nossos parceiros na Warner Brothers, bem, seria nossa tarefa descobrir a história então”, completou. Para quem não lembra, a série do criador de “Gossip Girl” e “The O.C.” e de seu amigo de faculdade, o estreante Chris Fedak, era uma comédia de ação, que partia da típica fantasia nerd – o cara comum que vira superespião por acidente – para divertir com cenas de pastelão e ritmo de aventura. A responsabilidade de fazer os clichês funcionarem coube ao então pouco conhecido Zachary Levi (hoje, o super-herói Shazam), intérprete do personagem-título. Mas, desde a primeira aparição em cena, em 2007, quem mais encantou o público foi a ainda obscura atriz australiana Yvonne Strohovski (hoje em “The Handmaid’s Tale”), intérprete da loira fatal Sarah Walker, agente de CIA designada a monitorar e explorar Chuck como um recurso para missões de espionagem. A química já era clara no piloto. O nerd medroso e a loira gélida formaram um par perfeito. Forçados a viver um romance de fachada pela CIA, os opostos inevitavelmente seguiram as leis da física. Ao longo de cinco anos, o público presenciou a primeira missão, o primeiro beijo, a primeira briga, o começo do namoro, o noivado, o casamento e os planos para o resto de suas vidas. Considerada uma comédia de ação, “Chuck” acabou revelando ter um coração romântico. Mas a série também foi tão geek quando “The Big Bang Theory”. Do pôster original de “Tron” (1983) no quarto do protagonista à participação do próprio Tron, o ator Bruce Boxleitner, “Chuck” não economizou referências, com direito a abundância de diálogos sobre “Star Trek”, “Star Wars” e até um papel para Linda Hamilton, estrela de “O Exterminador do Futuro”, como a mãe de Chuck. Mate as saudades com o vídeo abaixo.

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  • Filme

    Becoming: Documentário sobre Michelle Obama ganha primeiro teaser

    27 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Becoming”, documentário sobre a ex-primeira dama dos EUA Michelle Obama. A prévia mostra Michelle conversando com um grupo de jovens no Museu Afro-Americano da Filadélfia. Quando uma das garotas pergunta como é “voltar para a sua vida normal” após oito anos na Casa Branca, a ex-primeira dama responde que isso não é possível. “Quando eu tentei voltar para o caminho em que eu estava antes, descobri que ele não existia mais. É um novo caminho. Eu estou fazendo o que vocês estão fazendo. Tentando descobrir o que quero fazer daqui para a frente, as coisas com as quais eu me importo”, ela comenta. Batizado com o nome do livro lançado por Michelle Obama em 2018, o filme segue a ex-primeira dama pela turnê de lançamento da obra, que a levou a 34 cidades americanas. Detalhes de sua biografia, que fazem parte da obra literária, também serão evocados no filme. Com produção da Higher Ground, empresa estabelecida pelo casal Obama, que este ano venceu o Oscar de Melhor Documentário por “Indústria Americana”, o filme marca a estreia de Nadia Hallgreen na direção, após vários curtas documentais premiados. Michelle Obama promoveu o filme no Twitter dizendo esperar que ele passa servir de um pouco de “inspiração e alegria” nesses tempos de pandemia do novo coronavírus. “Nesses dias, pode ser difícil se sentir conectado ao mundo, ou esperançoso — mas as conexões que eu fiz com pessoas ao redor dos EUA e do mundo me lembraram que a empatia pode salvar vidas. Esse poder está claro no filme de Nadia”, escreveu. A produção estreia em 6 de maio na plataforma de streaming.

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  • Filme

    Maiores festivais de cinema do mundo vão lançar mostra digital coletiva no YouTube

    27 de abril de 2020 /

    Os maiores festivais de cinema do mundo se juntaram para realizar uma mostra digital, que será exibida pelo Youtube no final de maio. A lista de parceiros conta com os prestigiados festivais de Cannes, Veneza e Berlim, e foram reunidos pelos organizadores do festival de Tribeca, evento nova-iorquino produzido pelo ator Robert De Niro. Intitulado “We Are One: A Global Film Festival” (Nós Somos Um: Um Festival de Cinema Global), o evento do Youtube terá dez dias de duração, de 29 de maio a 7 de junho. O anúncio do evento virtual ainda não deixou claro se os maiores festivais do mundo cederão material inédito. Cannes, que já foi adiado por duas vezes, havia antecipado que não exibiria seus principais filmes online. Já Veneza manteve a data de sua próxima edição marcada para setembro, apesar de a Itália ser um dos países mais afetados pela crise sanitária. Essa incerteza em relação à realização das mostras cinematográficas impulsionou o projeto do YouTube, após o próprio Festival de Tribeca perder sua previsão de realização em 2020. Em vez de criar uma versão online, a produtora de Robert De Niro pensou num evento mais abrangente. A iniciativa foi anunciada no mesmo dia em que o Festival SXSW começa sua versão digital. A tradicional competição de cinema independente realizada no Texas, EUA, foi a primeira cancelada pela pandemia do novo coronavírus, em março passado. Mas sua proposta de edição online recebeu pouca adesão de cineastas. Apenas sete dos 135 longas inscritos no evento aceitaram o acordo de exibição gratuita na Amazon Prime Video. Por conta disso, o SXSW não participa do evento do YouTube, que além dos festivais citados também vai reunir curadoria de outras mostras renomadas, como os festivais de Sundance, Toronto, San Sebastián, Londres, Nova York, Jerusalém, Macau, Marrakech, Mumbai, Guadalajara, Sydney, Tokyo, Locarno e Karlovy Vary. Com apenas um representante mexicano, a América Latina acabou sub-representada, assim como a África. A promessa é de que o festival virtual tenha em seu programa, além de longas de ficção, curtas e documentários, também atrações musicais, de humor, entrevistas e conferências. Todo o material será disponibilizado de graça. O público só será incentivado a fazer doações para a OMS (Organização Mundial da Saúde) como forma de auxiliar o combate à covid-19. A programação completa do We Are One será anunciada nos próximos dias.

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    O dilema entre o real mercado financeiro e a forma como ele é retratado na indústria cinematográfica

    27 de abril de 2020 /

    É interessante pensar na relação do grande público com o mercado financeiro em tempos em que ele está em grande destaque devido à volatilidade das bolsas de valores e das taxas de câmbio mundo afora. Muitas vezes, essa esfera do mundo econômico – que se mostra altamente influente no rumo da sociedade – se apresenta como algo “místico” para aqueles que não estão familiarizados com o meio. Claramente, a indústria do cinema não ajuda muito nessa desmistificação. Em seus retratos do mundo financeiro, as produções não costumam mostrar com a devida frequência investidores prudentes ou situações que denotem investimentos cautelosos, como a possibilidade de investir em ouro, considerado um dos investimentos mais seguros do mundo, ou a compra de títulos de dívida pública nacional, que dão segurança a milhões de investidores no Brasil e no resto do mundo. Em vez disso, dá-se espaço muitas vezes às atitudes insensatas realizadas pelos especuladores de Wall Street em tempos de bonança, cuja contraparte são as crises quase cíclicas do sistema econômico-financeiro. As representações menos positivas, por assim dizer, do mercado financeiro tiveram início nos cinemas com o filme “Wall Street”, dirigido por Oliver Stone e lançado em 1987. O vilão da história, Gordon Gekko, retratado brilhantemente pelo ator Michael Douglas, é uma amálgama de várias personalidades da época que criaram fama e fortuna por meio das trocas de ativos nos mercados de ação. View this post on Instagram Happy 75th birthday to Michael Douglas, pictured here in Wall Street (1987) as ruthless businessman Gordon Gekko, a role that won Douglas @theAcademy Award for Best Actor. Costume designer Ellen Mirojnick worked with @AlanFlusser to dress Gekko, establishing an iconic ‘80s look of power suits with dramatic pleated trousers, bold suspenders, and contrast-collar shirts. On Gekko’s left wrist, Douglas wears a gold @Cartier Santos watch, epitomizing a decade where luxury timepieces boomed as status symbols as Gekko himself declared that “greed…is good.” #hbd, @michaelkirkdouglas! . . #michaeldouglas #gordongekko #wallstreet #classicmovies #1980s #1980sfashion #mensfashion #mensstyle #menswear #suit #suits #suitandtie #suspenders #cartier #cartiersantos #watch #greedisgood #badass #bamf #bamfstyle A post shared by BAMF Style (@bamfstyle) on Sep 25, 2019 at 3:13pm PDT Gekko é retratado como uma pessoa sem escrúpulos, que fará de tudo para alcançar seu objetivo último de juntar cada vez mais dinheiro em seus bolsos e poder em suas mãos. Sua frase mais célebre, “a ganância é boa”, é repetida como alerta (ou como conselho, dependendo do caráter do interlocutor) mundo afora desde que o filme foi lançado. A tendência de “pintar” o mercado financeiro como um mundo além da nossa imaginação continua com filmes posteriores, principalmente os lançados após a crise de 2008. “O Lobo de Wall Street”, dirigido por Martin Scorcese, é a biografia de Jordan Belfort, que lançou mão de táticas escusas para crescer no mundo de especulações. Ironicamente, uma das empresas que financiaram o filme se envolveu em imbróglio semelhante em 2016. Outro retrato desse mundo é feito em “A Grande Aposta”, filme inspirado no livro homônimo de Michael Lewis, que conta a história de um grupo de investidores que ganhou bilhões de dólares ao apostar contra os grandes bancos americanos em meio à crise das hipotecas que atingiu o mundo na década passada. Não há de se reclamar de representações fidedignas de Wall Street em si e dos exageros deste mundo em específico. Entretanto, o mercado financeiro não é apenas um mundo de especulações e esquemas insanos gerados para se ganhar dinheiro em pouco tempo. Na verdade, um mercado financeiro bem utilizado e bem regulado executa a função oposta e ainda gera benefícios para a sociedade como um todo, em vez de premiar apenas alguns poucos indivíduos com intenções escusas. O ponto central da questão é que talvez representações do funcionamento de uma agência de microcrédito numa comunidade carente do Rio de Janeiro financiando microempresários ou do que foi feito ao longo da história do Brasil graças aos financiamentos de bancos públicos como o BNDES na nossa infraestrutura não geram um roteiro tão “rentável” quanto as loucuras de Belfort reproduzidas na grande tela por Leonardo Di Caprio. Ainda assim, seria de muito bom grado ver os especialistas da arte mostrarem o lado mais positivo do mercado financeiro para o grande público. Tal iniciativa ajudaria no processo de acabar com o mito de que as complicações inerentes ao mercado financeiro, que raramente envolvem pessoas que não estão totalmente imersas no meio, trazem à superfície. Além disso, faria com que a população em geral tivesse mais consciência da verdadeira importância do “sobe e desce” das bolsas de valores e das taxas de câmbio, o que daria às pessoas mais clareza em relação a como isso realmente afeta suas vidas. Se bem utilizado, o mercado financeiro pode trazer benefícios para todos. Isso depende não só da boa regulação por parte de agências governamentais, mas também do envolvimento maior da população nesse meio. Não basta ter olhos para o mercado, é preciso também treiná-los para saber para onde eles devem olhar.

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  • Série

    4ª temporada de The Last Kingdom estreia sem publicidade na Netflix

    26 de abril de 2020 /

    A 4ª temporada de “The Last Kingdom” chegou na Netflix neste domingo (26/4) sem muita publicidade. Apesar de ser uma das melhores produções do catálogo da empresa, o lançamento foi lembrado apenas no perfil oficial da série nas redes sociais. Nenhuma nota foi divulgada para a imprensa, nenhum trailer foi disponibilizado nas contas da plataforma, numa falta de iniciativa que evoca a relação da Netflix com outras produções já canceladas. Este abandono é um desserviço para os fãs, que são numerosos e apaixonados, e um pouco caso com o dinheiro investido na (super)produção da série. O público precisa saber que a temporada existe para procurá-la. Os novos capítulos marcam apenas o segundo ano de realização da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção, graças a seu sucesso em vários países, para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, um jovem britânico que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como herdeiro de terras da nobreza. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano se concentra no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne), que lidam com a transição de poder em Wessex. Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Espera-se que o descaso atual tenha sido apenas um “lapso” momentâneo e a Netflix continue a produzir a série até o fim da história. WE ARE BACK! Season 4 of The Last Kingdom is now available on NETFLIX. Binge away, Arselings! #TheLastKingdom pic.twitter.com/dfqmPwvctx — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 26, 2020

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  • Filme

    A Missy Errada: Nova comédia produzida por Adam Sandler ganha trailer legendado

    26 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “A Missy Errada” (The Wrong Missy), comédia besteirol estrelada por David Spade, que faz parte do acordo de produção firmado entre a plataforma e o ator Adam Sandler. Após formar uma dupla de sucesso com o falecido Chris Farley nos anos 1990, Spade se tornou um dos eternos coadjuvantes dos filmes de Sandler, em troca de estrelar suas próprias comédias eventuais produzidas pelo astro. Não por acaso, “A Missy Errada” também traz aparições de outros agregados de Sandler, como Nick Swardson, Rob Schneider e até o cantor Vanilla Ice. Entretanto, quem rouba as cenas é uma relativa novata na turma, Lauren Lapkus, intérprete da personagem-título. Ela já tinha trabalhado com Sandler em “Juntos e Misturados” (2014) e agarra a chance de protagonizar sua primeira comédia, após uma carreira repleta de tipos esquisitos, mas sempre coadjuvantes. Na trama, Spade se confunde ao trocar mensagens com a Missy errada, vivida por Lapkus, achando que estava convidando a Missy interpretada pela ex-modelo Molly Sims para acompanhá-lo num evento corporativo em uma ilha paradisíaca. E só se dá conta quando a mulher com quem teve um desastroso encontro às cegas se senta ao seu lado no avião. Sem saída, ele se prepara para passar a maior vergonha da sua vida na frente de seus colegas de trabalho, após dizer que viajaria com a mulher de seus sonhos. O roteiro é de Chris Pappas e Kevin Barnett, que assinaram “Zerando a Vida” (2016), comédia da Netflix estrelada por Sandler e Spade, e a direção é de Tyler Spindel, responsável por “Pai do Ano” (2018), fracasso anterior de Spade, produzido por Sandler. A estreia está marcada para 13 de maio em streaming.

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  • Filme

    Chris Pratt e filha de Schwarzenegger esperam primeiro filho

    26 de abril de 2020 /

    O casal Chris Pratt e Katherine Schwarzenegger está esperando seu primeiro filho, disseram vários sites americanos no sábado (26/4). Este será o segundo filho de Pratt, que compartilha um filho com a ex-esposa Anna Faris e o primeiro para Schwarzenegger, a filha mais velha de Arnold Schwarzenegger. O astro dos “Guardiões da Galáxia” se casou com Schwarzenegger em uma cerimônia privada em junho do ano passado. Embora ativos nas mídias sociais, o casal raramente comenta suas vidas pessoais. Os dois começaram a namorar no verão de 2018 e, em janeiro de 2019, Pratt confirmou seu noivado no Instagram. “Doce Katherine, tão feliz que você disse que sim! Estou emocionada por me casar com você. Orgulho de viver ousadamente em fé com você. Aqui vamos nós!” ele escreveu, legendando uma foto do casal se beijando.

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  • Série

    Snowpiercer: Série sci-fi baseada no filme de Bong Joon-ho ganha novo trailer

    25 de abril de 2020 /

    O canal pago TNT divulgou mais um trailer da série sci-fi “Snowpiercer”, baseada no filme de mesmo nome do diretor Bong Joon-ho (o mesmo de “Parasita”), que foi lançado no Brasil como “Expresso do Amanhã” (2013). A prévia recria a estética do filme, mostrando um mundo pós-apocalíptico onde a guerra de classes ameaça a se tornar sanguinária. Prestes a estrear, a série teve que superar muitas paradas para chegar a este ponto. “Snowpiercer” foi concebida há cinco anos por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da TNT sobre os rumos da atração, após esperar quase ano por uma decisão sobre seu roteiro, mais um ano para gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”) e quase o mesmo tempo de discussão sobre como conduzir o projeto. Ele acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e isso atrasou a estreia em mais dois anos, já que Derrickson se solidarizou com Friedman e recusou-se a mexer no piloto original. Assim, para acomodar as alterações pedidas pelo canal, o capítulo precisou ser inteiramente refilmado com outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois os demais episódios começaram a ser gravados. Os executivos da Turner ainda causaram outro problema com sua indefinição sobre o que fazer com a série. Encomendada pela TNT, ela foi repassada para o TBS, que é especializado em comédias. Mas alguém deve ter percebido o equívoco, pois o lançamento voltou para a TNT, onde finalmente será exibida. Apesar das dificuldades de bastidores, “Snowpiercer” foi renovada para sua 2ª temporada um ano antes de exibir seu primeiro episódio. Essa demora, ironicamente, favoreceu a série, já que o diretor do filme em que se baseia, o sul-coreano Bong Joon-ho, foi o grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”. A premissa da série pós-apocalíptica é a mesma do filme de Bong Joon Ho, que, por sua vez, baseava-se nos quadrinhos franceses de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O grande elenco da adaptação é encabeçado por Jennifer Connelly (“Noé”), como o rosto do sistema, e Daveed Diggs (série “The Get Down”), como a voz da rebelião, além de Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A estreia vai acontecer em 17 de maio nos Estados Unidos. No Brasil, “Snowpiercer” será disponibilizado pela Netflix, em data ainda não divulgada.

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