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  • Série

    Diretor de Chernobyl vai comandar minissérie do roteirista do filme Judy

    31 de maio de 2020 /

    O diretor Johan Renck, vencedor do Emmy por “Chernobyl”, vai comandar uma nova minissérie. Ele próprio indicou o tema, ao escrever “Algo está vindo” junto da capa de um livro no Instagram. Trata-se da adaptação de “The Magus”, escrito por John Fowles (“O Colecionador”). No livro, o jovem professor inglês Nicholas Urfe se muda para uma ilha grega a trabalho e vê envolvido nos jogos mentais de um enigmático milionário recluso no local, cada vez mais complexos e perigosos. Publicada em 1965, a obra já ganhou uma adaptação para os cinemas em 1968, batizada no Brasil de “Mago – O Falso Deus”. Adaptado pelo próprio Fowles, o filme estrelado por Michael Caine e Anthony Quinn dividiu opiniões na época de seu lançamento. O roteiro da adaptação está a cargo de Tom Edge, que escreveu o filme “Judy”, pelo qual Renée Zellweger venceu o Oscar de Melhor Atriz. Edge também trabalhou em vários episódios de “The Crown”, entre eles “Paterfamilias”, que rendeu o Emmy de Melhor Diretor para Stephen Daldry. Para completar, a produtora responsável pelo projeto é a Neal Street Productions, empresa do cineasta Sam Mendes, que realizou o premiado longa “1917”, vencedor de três Oscars. Como é praxe entre os contratos assinados durante a pandemia de coronavírus, não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a minissérie. Ver essa foto no Instagram Something is brewing 🌚 Uma publicação compartilhada por Johan Renck (@johanrenck) em 27 de Mai, 2020 às 10:18 PDT

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  • Filme

    Awkwafina e Karen Gillan vão estrelar comédia sobre assassina profissional

    31 de maio de 2020 /

    As atrizes Awkwafina e Karen Gillan, que trabalharam juntas em “Jumanji: Próxima Fase”, voltarão a contracenar numa nova comédia. Elas vão estrelar a comédia de ação “Shelly”. Descrita pelo site Deadline como uma mistura de “Meninas Malvadas” e a série “Barry”, a produção trará Awkwafina como Shelly Wheeler, que nunca superou uma pegadinha no baile de formatura da escola. Como resultado, além de se tornar uma mulher fria, ela seguiu carreira como assassina de aluguel. Anos depois, recebe a missão de matar uma das pessoas responsáveis por transformar sua vida em um inferno, Dianna Park (Gillan). Porém, para a sua surpresa, ao reconectar-se com o alvo para cumprir seu objetivo, as duas viram amigas, e ela decide impedir que outros assassinos atrapalhem essa nova amizade. O roteiro de “Shelly” foi escrito por Michael Doneger (“A Acompanhante”) e Liz Storm (“Tall Tales”) e a direção está a cargo de Jude Weng, diretora de séries como “Fresh off the Boat”, “The Good Place” e “Young Sheldon”, que atualmente finaliza seu primeiro longa, “Finding Ohana”. Como é regra nos contratos firmados durante a pandemia de coronavírus, não há cronograma de produção nem previsão de estreia.

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  • Série

    Ataque dos Titãs: Desespero marca o trailer da última temporada da série animada

    31 de maio de 2020 /

    A rede japonesa NHK divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada do cultuado anime “Ataque dos Titãs” (Attack on Titan). A prévia, em tom desesperado, pode ser conferida abaixo, em japonês sem legendas. Fenômeno de vendas no Japão, o mangá de Hajime Isayama já teve mais de 76 milhões de exemplares comercializados desde seu lançamento em 2009, e começou a ser adaptado como série animada em 2013, com direção de Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”). A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que mostra a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para literalmente consumir a humanidade – comer mesmo. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. A franquia já ganhou versão “live action” nos cinemas japoneses, lançada em duas partes em 2015, e está na mira dos grandes estúdios de Hollywood. A Warner adquiriu os direitos da adaptação e há dois anos definiu o diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) à frente do projeto. Mas, desde então, ele foi remanejado pelo próprio estúdio para a produção de “The Flash”. Anteriormente feita pela Wit Studio, divisão da IG Animation, a série vai se encerrar com produção do Studio MAPPA, sob a direção de Jun Shishido (“A Princesa e o Piloto”) e Yūichirō Hayash (“Dorohedoro”), mas os últimos episódios ainda não têm previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Crunchyroll com o título em inglês “Attack on Titan”.

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  • Série

    Cush Cumbo anuncia saída da série The Good Fight

    30 de maio de 2020 /

    A atriz Cush Jumbo não voltará a “The Good Fight” quando a série da plataforma CBS All Access voltar em sua 5ª temporada. Ela anunciou sua despedida da atração na sexta (29/5), por meio de um comunicado. “Nos últimos cinco anos, vive um período incrível trabalhando com Robert, Michelle e as equipes de ‘The Good Wife’ e ‘The Good Fight'”, disse Jumbo. “Sentirei muita falta de todos eles, mas estou muito animada para explorar novas paisagens. Devido à pandemia que nos obrigou a encerrar mais cedo, não fomos capazes de encerrar a história de Lucca por completo e, portanto, espero que as agendas permitam que eu possa voltar na próxima temporada para fazer isso.” Jumbo interpretava Lucca Quinn desde o início da série, mas a personagem era ainda anterior, vindo de “The Good Wife”, atração da qual “The Good Fight” é derivada. Ela é a terceira integrante do elenco central a deixar o programa, seguindo Rose Leslie, que saiu ao final da 3ª temporada, e Delroy Lindo, que também encerraria sua participação no final do quarto ano. “Adoramos cada momento de trabalho com Cush nos últimos cinco anos e todos no universo ‘The Good Fight’ sentirão terrivelmente a sua falta”, disseram os criadores da série, Robert e Michelle King. Eles também reforçaram que, “diante do final prematuro da 4ª temporada”, têm “esperança que Cush possa retornar quando retomarmos as filmagens da 5ª temporada, com o objetivo de dar a Lucca uma despedida adequada.” “The Good Fight” foi renovada para sua 5ª temporada no início deste mês, depois da 4ª temporada ser interrompida pela pandemia de coronavírus, o que tinha deixado a trama sem fim. A série é estrelada por Christine Baranski, Sarah Steele, Nyambi Nyambi, Michael Boatman, Zach Grenier, John Larroquette e Audra McDonald. Além deles, Hugh Dancy também se juntou à 4ª temporada em um papel recorrente.

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  • Filme

    J.K. Simmons revela ter assinado contrato para aparecer em vários filmes da Marvel

    30 de maio de 2020 /

    O ator J.K. Simmons (“Whiplash”) revelou ter assinado contrato para reprisar o papel de J. Jonah Jameson em vários filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e não apenas na impactante cena pós-créditos de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A informação veio à tona durante entrevista para um podcast da revista Entertainment Weekly, quando Simmons respondeu se poderíamos esperar vê-lo em outros filmes da Marvel. “Eu não sei se usaria a palavra ‘esperar'”, disse o ator, explicando que está contratado para outros filmes, mas o estúdio não é obrigado contratualmente a incluí-lo. Ainda assim, ele revela vontade de reprisar o papel. “É ótimo ter a oportunidade, à medida que essas coisas evoluem, e ser um dos que restaram da versão anterior”. Simmons interpretou o memorável JJJ na primeira trilogia do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007, e retornou ao papel do editor do Clarim Diário no mais recente filme do herói, exibido nos cinemas em 2019. A diferença é que, nos filmes de Raimi, o ator usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural – liberada na nova versão. No último filme, o Clarim Diário também deixou de ser um jornal tradicional para virar uma espécie de telejornal, aparentemente criado como produção para o YouTube. Por curiosidade, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.

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  • Série

    Diary of a Future President: Série de Gina Rodriguez é renovada na Disney+ (Disney Plus)

    30 de maio de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) anunciou a renovação de “Diary of a Future President” para sua 2ª temporada. A série em que Gina Rodriguez, a estrela de “Jane the Virgin”, é Presidente dos EUA estreou em janeiro na plataforma de streaming americana e voltará em 2021 com mais 10 episódios. Na trama, a vida de Elena Cañero-Reed, primeira presidente latina dos EUA, é apresentada por meio de flashbacks, que recordam como era sua adolescência entre os altos e baixos do ensino médio. Graças a esse recurso, Gina Rodriguez assume o papel de narradora, deixando o protagonismo para a estreante Tess Romero, intérprete da Elena adolescente em sua fase de descobertas – do primeiro amor, da primeira grande amizade e até do primeiro namorado de sua mãe – , numa trama típica de comédia teen, com o diferencial de que a protagonista vai virar presidente dos EUA quando crescer. Criação de Ilana Peña (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série ainda destaca em seu elenco Selenis Levya (a Gloria de “Orange Is the New Black”) como mãe da protagonista, Michael Weaver (“The Real O’Neals”) como o candidato a padrasto e o estreante Charlie Bushnell como o irmão mais velho. “Histórias otimistas e sinceras que inspiram são fundamentais para o nosso conteúdo e a série da criadora Ilana Peña tem esses atributos de sobra”, diz Agnes Chu, vice-presidente sênior de conteúdo da Disney+ (Disney Plus). “Famílias ao redor do mundo se apaixonaram por Elena e a família Cañero-Reed e estamos entusiasmados por trazer de volta a jornada muitas vezes hilária e sempre significativa de Elena na adolescência por mais uma temporada. Foi maravilhoso fazer parceria com a extraordinária Gina Rodriguez para defender pontos de vista específicos e diversos e estamos ansiosos para ver ainda mais da presidente Cañero-Reed nestes próximos capítulos”. Além de atuar, Rodriguez também dirigiu o episódio inaugural e produz a série, e voltará a realizar essas funções nos novos episódios.

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  • Filme

    Netflix compra um dos cinemas mais famosos de Hollywood

    30 de maio de 2020 /

    É oficial: a Netflix é a nova proprietária do Egyptian Theatre, um dos “palácios de cinema” mais antigos de Hollywood. O preço de venda não foi divulgado, mas o acordo permite ao ex-proprietário, a American Cinematheque (Cinemateca Americana), continuar a programar o cinema histórico nos fins de semana, após a superação da pandemia de coronavírus. Localizado no coração de Hollywood, mais exatamente no número 6706 da Hollywood Boulevard, o cinema foi inaugurado em 1922 e serviu de palco para a primeira première hollywoodiana, com o lançamento de “Robin Hood” (1922), estrelada por Douglas Fairbanks. Concebido pelo artista Sid Grauman e pelo desenvolvedor imobiliário Charles E. Toberman, o “cinema egípcio” acabou servindo de modelo para o lançamento do “cinema chinês” na mesma avenida. Inaugurado por Grauman em 1928, o Chinese Theater acabou se tornando mais popular, graças à sua calçada com a impressão de mãos e pés de astros famosos – costume que teria começado por acidente durante a construção. O Egyptian Theatre foi adquirido pela organização cultural American Cinematheque em 1998, após passar seis anos fechado durante um período de decadência da região de Hollywood. Há uma ironia na aquisição, porque ao restaurar o cinema nos anos 1990, a Cinematheque dividiu a grande sala original em duas, batizando o espaço menor de sala Steven Spielberg. É o nome do célebre diretor que se manifestou contra a participação dos filmes da Netflix na disputa pelo Oscar deste ano. A Netflix pretende agora usar o local para realizar as premières dos filmes que pretende lançar na disputa das próximas edições do Oscar. Por sinal, a ideia de comprar o Egyptian surgiu, justamente, da experiência positiva da plataforma com a première de “Roma” no local. O filme de Alfonso Cuarón acabou vencendo quatro Oscars – o fato que teria incomodado Spielberg. Além das premières, a Netflix vai programar exibições e eventos especiais, de segunda a quinta, em seu espaço físico. “A American Cinematheque teve a honra de trazer de volta à vida Egyptian Theatre em 1998, e, juntamente com a Netflix, estamos entusiasmados em continuar essa administração, restaurando-a mais uma vez para uma nova geração de fãs de cinema assistirem filmes na tela grande”, disse o presidente da American Cinematheque, Rick Nicita, em comunicado sobre o negócio. A venda levou mais de um ano para ser finalizada, pois a Cinematheque é uma organização sem fins lucrativos, que comprou o marco histórico por um preço simbólico (US$ 1) da agora extinta Autoridade de Reconstrução de Los Angeles. Posteriormente, a organização investiu quase US$ 13 milhões para restaurar o antigo palácio do cinema. “O amor pelo cinema é inseparável da história e da identidade de Los Angeles”, acrescentou o prefeito Eric Garcetti, em nota oficial. “Estamos trabalhando para o dia em que o público possa retornar aos cinemas – e essa parceria extraordinária preservará uma parte importante de nossa herança cultural que poderá ser compartilhada nos próximos anos.” Além de assumir a programação dos dias de semana, a Netflix investirá na renovação do espaço exibidor. “O Egyptian Theatre é uma parte incrível da história de Hollywood e é apreciado pela comunidade cinematográfica de Los Angeles há quase um século”, disse Scott Stuber, chefe da divisão de filmes da Netflix. “Estamos ansiosos para expandir sua programação de maneiras que beneficiem tanto os amantes do cinema quanto a comunidade de Hollywood”.

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  • Etc

    Bolsonaro cria caos na Cinemateca para acomodar Regina Duarte

    30 de maio de 2020 /

    A situação de abandono e caos administrativo criada pelo governo Bolsonaro na Cinemateca Brasileira, o maior arquivo de filmes da América do Sul e uma das mais importantes instituições do gênero no mundo, voltou a chamar atenção da mídia e virou caso de justiça ao se tornar um prêmio de consolação para Regina Duarte. Ao anunciar a saída da ex-atriz do cargo de secretária de Cultura, na semana passada, Jair Bolsonaro disse que ela iria comandar a Cinemateca, com sede em São Paulo. Essa nomeação, porém, criou mais uma crise de desgoverno. Para começar, o cargo que Bolsonaro quer dar para Regina não existe, uma vez que a Cinemateca deixou de ser administrada diretamente pelo governo federal há quatro anos, quando teve sua gestão transferida para uma organização social, a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto). Desde então, o governo faz um repasse anual à Roquette Pinto para gerir o espaço. Mas como a proposta de Bolsonaro para a Cultura é o sucateamento, as verbas foram diminuindo até sumirem. No ano passado, a previsão era de entrada de R$ 13 milhões, mas só R$ 7 milhões foram transferidos até dezembro. Neste ano, nada. Como se não bastasse, o polêmico ministro da Educação, Abraham Weintraub, decidiu romper contrato com a Acerp, que era responsável pelos programas da TV Escola. Como a administração da Cinemateca era um adendo desse contrato, este ato deixou o mais importante espaço de preservação da história do cinema brasileiro sem acordo de gestão. Sem contrato e sem dinheiro, a Acerp tem feito mais que o Estado para preservar a Cinemateca. De janeiro a abril deste ano, o local foi mantido apenas com verbas próprias da Acerp, que teria desembolsado R$ 4 milhões para o pagamento de funcionários, prestadores de serviço e dos custos da instituição. Os poucos funcionários na ativa trabalham sem receber e a instituição tem negociado débitos da conta de luz — que varia entre R$ 100 e R$ 200 mil ao mês – para impedir o corte de energia que seria fatal para o acervo, dadas as condições de refrigeração necessárias para sua preservação. Além disso, contratos de prestação de serviços, como o dos bombeiros, fundamentais para preservação do acervo de 250 mil rolos de filmes, o maior da América do Sul, também estão para prescrever, o que é mais um risco sobre o acervo. Enquanto isso, os arquivos da Cinemateca já sofreram com incêndio e inundação nos últimos meses. Muito material precioso já foi perdido. Ao tomar ciência do caos, o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) encaminhou um ofício à Secretaria Especial da Cultura cobrando “informações a respeito da possível ausência de repasse orçamentário que vem prejudicando o funcionamento da Cinemateca Brasileira e causando danos a acervo audiovisual mantido pela citada entidade.” De acordo com o documento, que o jornal O Globo divulgou na sexta (30/5), a secretaria tem até 60 dias para confirmar se houve ou não repasse à Cinemateca Brasileira. Se confirmada a falta de envio dos recursos — eram previstos R$ 12 milhões para 2020 —, o Ministério Público poderá entrar com uma ação civil pública contra a pasta. A decisão de Bolsonaro de colocar Regina Duarte à frente desse problema rendeu uma reunião na sexta-feira entre a Acerp e integrantes do governo. A expectativa da Acerp era fechar um termo de emergência com a Secretaria Especial de Cultura, mas o resultado do encontro foi uma nota, divulgada pelo ministério do Turismo, que afirma que a Cinemateca Brasileira será reincorporada à União. Para tanto, o governo decidiu pela oficialização do encerramento do contrato de gestão com a Acerp. “A Cinemateca Brasileira não será fechada e agora entra na fase natural de reincorporação pela União, uma vez que não existe respaldo contratual para a Organização Social permanecer”, diz a nota, enviada ao jornal O Estado de S. Paulo. “Todos os acertos jurídicos serão feitos com a Roquette Pinto”, garante o ministério. Com a rescisão do contrato, a instituição teria que interromper projetos já em andamento e a Acerp demitiria cerca de 150 funcionários. O governo, que deve milhões à instituição, também não arcaria com os custos das rescisões trabalhistas. Apesar do anúncio do ministério do Turismo, a Acerp teria recusado a proposta e acionado o conselho administrativo para tomar medidas judiciais. Afinal, a nota deixa claro que toda essa movimentação tem o objetivo exclusivo de dar função para Regina Duarte, que não tem a menor experiência com preservação e restauração de filmes. “A Cinemateca Brasileira, que detém uma parcela significativa da memória audiovisual e documental brasileira, prosseguirá sob a Direção da Secretária Regina Duarte​”, assume o comunicado oficial do desgoverno. Como o ministério determinou por conta própria que a Acerp não é mais responsável pela Cinemateca e, por outro lado, nem sequer oficializou o desligamento de Regina Duarte do cargo que ela perdeu na semana passada, a responsabilidade pelo equipamento foi pro limbo. Quanto mais tempo o impasse demorar, maiores são as chances de deterioração e perdas de um arquivo inestimável. A situação de negligência por incompetência burocrática pode configurar crime e, conforme observado, já está sendo acompanhada pelo MPF-SP.

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  • Série

    Curon: Netflix revela trailer legendado de nova série italiana de terror

    29 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Curon”, nova série italiana da plataforma, que abraça o terror sobrenatural. A pandemia de coronavírus tem feito a Netflix dar mais atenção a seu material internacional. Muitas séries excelentes, como a francesa “Marianne”, foram canceladas sem nem sequer receber divulgação no Brasil. A mudança de tratamento, com diversos vídeos legendados, já se refletiu na renovação em tempo recorde da série mexicana “Control Z”. Na nova série, uma mãe retorna com os filhos adolescentes à cidadezinha em que nasceu e percebe que nem tudo é tão tranquilo quanto parece. Quando os sinos da velha igreja tocam, sentimentos reprimidos vêm à tona. “Curon” tem entre seus criadores o roteirista Ezio Abbate, que criou “Suburra” e o atual sucesso britânico “Devils” (lançamento do canal pago Sky), e seu elenco traz Valeria Bilello (“Apenas uma Chance”), Luca Lionello (o Judas de “A Paixão de Cristo”, de Scorsese), Alessandro Tedeschi (“Nada Santo”), Max Malatesta (“Uma Vida Oculta”), Maximilian Dirr (“Sobidor”), Anna Ferzetti (“Anna e as Cores da Vida”) e Federico Russo (“Don Matteo”). A estreia está marcada para 10 de junho em streaming.

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  • Filme

    Ryan Gosling será o novo lobisomem da Universal

    29 de maio de 2020 /

    O ator Ryan Gosling (“La La Land”) vai estrelar a nova versão de “O Lobisomem”, um dos clássicos de terror que a Universal pretende reciclar, após o sucesso atingido neste ano por “O Homem Invisível”. O próprio ator concebeu o projeto, que foi roteirizado por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo (ambas roteiristas da série “Orange Is the New Black”). A primeira é casada com o produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, que vai desenvolver o filme para a Universal. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Variety, a história teria um clima de “Rede de Intrigas” (1976) e “O Abutre” (2014). A relação com clássicos que criticam o sensacionalismo televisivo teria a ver com o fato de o personagem principal ser o apresentador de um telejornal. Seria, portanto, uma reinvenção completa, ao estilo de “O Homem Invisível”, uma vez que o original de 1941, estrelado por Lon Chaney Jr., e o remake de 2010, com Benicio del Toro, não tinham nada a ver com televisão. Em vez disso, contavam a história de um homem cético que, ao voltar à sua terra natal, era mordido por uma criatura lendária e começava a se transformar. Também de acordo com a imprensa americana, o diretor Cory Finley é considerado um dos principais candidatos para comandar o filme, devido à boa recepção de seu trabalho no teledrama da HBO “Má Educação”, lançado em abril. A certa altura, o próprio Gosling teria sido sondado para a função. Mas o grande detalhe é que, apesar de estar à frente do projeto, o astro ainda precisa assinar o contrato para estrelar o filme. Por conta disso – e da pandemia de covid-19 – , a data para o início da produção ainda não foi divulgada.

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    Josh Gad, voz de Olaf, revela que sua família não aguenta mais o personagem

    29 de maio de 2020 /

    Josh Gad, que dá voz ao boneco de neve Olaf em “Frozen”, contou que sua família já não aguenta mais o personagem. Ao participar do programa britânico de entrevistas “Graham Norton Show”, Gad contou que suas filhas já passaram da fase de gostar do Olaf e agora queriam “que a Moana fosse o pai delas”. Em meio à overdose de Olaf, acentuada pelo lançamento de uma série animada que ele tem dublado em casa, durante a pandemia de covid-19, o ator ainda recebeu um boneco gigantesco do personagem – algo que, segundo ele, não agradou sua esposa. Gad contou que, para evitar um divórcio, precisou “esconder” a estátua no seu escritório. “Quando isso chegou, veio numa arca saída direto de ‘Caçadores da Arca Perdida’”, brincou. Mesmo assim, o ator garante que Olaf “não irá sumir tão cedo assim” já que, como disse para as filhas, é quem paga as escolas e suas queijadinha favoritas. A cada duas semanas, a Disney disponibiliza um curta novo do personagem no YouTube. Veja a entrevista abaixo.

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    Netflix renova Control Z em tempo recorde

    29 de maio de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Control Z” para a 2ª temporada em tempo recorde. Para ressaltar a rapidez, a empresa reuniu o elenco numa videochamada e registrou a reação de surpresa dos atores, que ainda estavam em clima de divulgação da temporada inaugural. O vídeo do anúncio foi divulgado no YouTube e nas redes sociais. Veja abaixo. A série mexicana é uma das produções de mistério colegial lançadas após o sucesso da espanhola “Elite” na plataforma, e foi lançada há apenas uma semana, no dia 22 de maio. Com ingredientes que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, além do recente filme “País da Violência” (Assassination Nation), a trama gira em torno de segredos escandalosos revelados por um hacker anônimo. Os alvos são os alunos mais populares do Colégio Nacional. Mas é uma estudante reclusa quem demonstra mais interesse em descobrir o culpado, se não for ela própria a responsável pela campanha de difamação. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”). O elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”).

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    Documentário da ESPN sobre Bruce Lee ganha trailer

    29 de maio de 2020 /

    A ESPN Films, divisão de filmes do canal esportivo da Disney, divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Be Water”, documentário sobre a vida e a carreira de Bruce Lee. Exibido no Festival de Sundance e com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme traz diversas imagens raras de Bruce Lee, desde filmes caseiros, cenas de cinema e entrevistas televisivas, que acompanham depoimentos de colegas, alunos e familiares, além de textos que ele escreveu. “Be Water” mostra como Bruce Lee foi inicialmente rejeitado por Hollywood, optando por retornar para Hong Kong para realizar quatro filmes de artes marciais a seu modo. Paralelamente, o documentário examina os problemas da indústria audiovisual em relação à representação asiática, que impediu o maior mestre do kung fu de ser aceito como astro de filmes de ação nos EUA. A direção é de Bao Nguyen, que anteriormente fez o documentário “Live from New York”, sobre quatro décadas do programa humorístico “Saturday Night Live”. O filme vai estrear em 7 de junho no canal pago americano ESPN, mas ainda não há previsão para sua exibição no Brasil.

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