Vampiros atacam navio nazista em trailer e fotos de terror australiano
A distribuidora indie The Horror Collective, que como o nome indica é especializada em filmes de terror, divulgou 20 fotos, o pôster e o trailer da produção australiana “Blood Vessel”. A prévia combina nazistas, navio fantasma e vampiros, ao acompanhar a chegada de um pequeno bote com sobreviventes de um naufrágio a uma embarcação abandonada da 2ª Guerra Mundial. Na nave à deriva, eles descobrem bandeiras nazistas e cadáveres apodrecidos, além de caixões misteriosos, que, claro, contém criaturas sanguinárias e precipitam uma luta pela sobrevivência. A ideia dos vampiros marítimos vem do romance “Drácula”, de Bram Stoker, que descreveu a viagem do Demeter, navio responsável por conduzir o caixão do vampiro da Transilvânia até a Inglaterra. A premissa tem sido explorada no cinema desde o clássico “Nosferatu”, de 1922. Roteiro e direção de “Blood Vessel” são assinados por Justin Dix, técnico de efeitos da franquia “Star Wars”, que trabalhou no cultuado terror australiano “O Babadook” (2014). O elenco destaca Alyssa Sutherland (a rainha Aslaug, de “Vikings”), Robert Taylor (o xerife “Longmire”) e Nathan Phillips (Flynn na série “Hunters”). A estreia está marcada para 21 de julho em VOD nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Ben Stiller vai dirigir thriller estrelado por Oscar Isaac
A Lionsgate contratou o ator e cineasta Ben Stiller para dirigir “London”, adaptação de um conto inédito do escritor best-seller Jo Nesbo. O escritor norueguês é conhecido por tramas violentas de suspense, que já renderam um filme cult, o thriller norueguês “Headhunters” (2011), e uma estreia decepcionante em Hollywood, “Boneco de Neve” (2017). O novo conto não teve sua sinopse divulgada e há relatos conflituosos sobre o tema. Segundo o site The Hollywood Reporter, “London” seria uma sci-fi, mas o Deadline afirma que se trata de um thriller. O roteiro da adaptação está a cargo do vencedor do Oscar Eric Roth (por “Forest Gump”) e o papel principal será desempenhado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), que também vai produzir o longa. Stiller ganhou neste ano um DGA Award, prêmio do Sindicato dos Diretores, por comandar a minissérie “Escape at Dannemora”. A atração do canal pago Showtime foi seu primeiro trabalho fora do gênero das comédias. “London”, por sua vez, será seu primeiro longa dramático após seis comédias. O último filme que ele dirigiu foi “Zoolander 2”, em 2016.
Trailer do drama M-8 chama atenção para o racismo estrutural brasileiro
A Paris Filmes e a Migdal Filmes divulgaram fotos, o pôster e o trailer de “M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida”. Apesar do título de filme espírita, trata-se do novo drama de Jeferson De, do premiado “Bróder” (2010) e o mais próximo de um Spike Lee que o cinema nacional já produziu. Ele não gosta da comparação, mas ela existe porque Jeferson De ainda é um raro cineasta negro brasileiro que consegue se manter ativo sem grandes hiatos de produção há uma década, e sempre abordando temas de interesse racial em sua filmografia. Por sinal, a prévia de “M-8” sugere que se trata de seu filme mais fiel ao “Dogma Feijoada”, uma proposta para o cinema negro brasileiro que ele lançou em 1997 – em que diretor, ator principal e tema devem ser negros, atuais e urgentes, e que os personagens negros não podem ser estereotipados. Baseado no livro homônimo de Salomão Polakiewicz, o filme gira em torno de Maurício (Juan Paiva, de “Malhação”), filho de uma auxiliar de enfermagem (Mariana Nunes, de “Carcereiros”), que se torna calouro de uma faculdade de Medicina. Durante uma aula de anatomia, Maurício é apresentado a M-8 (Raphael Logam), corpo que servirá para estudo da classe durante o primeiro semestre. Mas ele não demora a descobrir que todos os cadáveres dos estudos são pretos, o que lhe causa espanto. Após se tornar vítima gratuita de violência policial e enfrentar outras experiências de racismo estrutural, Maurício passa a perceber que tem mais em comum com os mortos que com seus colegas brancos de aula. Lázaro Ramos, Henri Pagnoncelli, Zezé Motta e Malu Valle fazem participações especiais. Exibido no Festival do Rio do ano passado, “M-8” tem estreia prevista para o segundo semestre de 2020, quando os cinemas puderem reabrir.
Netflix renova Sangue e Água para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série sul-africana “Sangue e Água” (Blood & Water) para sua 2ª temporada. A confirmação dos novos episódios foi divulgada por meio de um vídeo, que mostra a reação do elenco à notícia. No vídeo anunciando a 2ª temporada, a diretora Nosipho Dumisa aparece interagindo com vários membros do elenco para contar a novidade, enquanto a câmera captura a reação de surpresa e alegria dos atores, que soltam palavrões inesperados e até se emocionam em alguns casos. A trama da série acompanha uma adolescente que se transfere para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar em segredo um sequestro que abalou sua família. Com roteiros e direção da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”), a série estreou em 20 de maio na plataforma de streaming. A produção segue a linha da espanhola “Elite” e da mexicana “Control Z”, que também foram renovadas.
Oscar é adiado para abril de 2021
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou o adiamento da 93ª cerimônia do Oscar. Originalmente prevista para acontecer em 28 de fevereiro, ela agora será realizada em 25 de abril de 2021. Além disso, o período de elegibilidade ao Oscar para longas-metragens – que começou em 1º de janeiro e expiraria em 31 de dezembro de 2020 – foi estendido para 28 de fevereiro de 2021. As mudanças refletem tempos incomuns, devido à pandemia de coronavírus, mas não são inéditas. O Oscar já tinha sido adiado três vezes anteriormente – devido às inundações de Los Angeles em 1938, após o assassinato do Dr. Martin Luther King, Jr. em 1968 e após a tentativa de assassinato do Presidente Ronald Reagan em 1981. Já janela de elegibilidade tinha sido estendida para além do período tradicional de 12 meses apenas uma vez, no 6º Oscar. Na ocasião, a cerimônia de março de 1934 foi precedida por uma janela de elegibilidade de 17 meses, de 1º de agosto de 1932 a 31 de dezembro de 1933, para o ajuste do calendário – de modo que o período de elegibilidade pudesse ser o ano anterior a cada cerimônia, de 1 de janeiro a 31 de dezembro, dali em diante. Em um comunicado, a Academia indicou que o evento ainda será realizado no Dolby Theatre em Hollywood e terá transmissão ao vivo pela rede ABC nos EUA, numa aparente rejeição da possibilidade de uma premiação pré-gravada ou com participação virtual dos indicados. Outras mudanças de datas também foram anunciadas. O prazo de inscrição para o Oscar para as categorias gerais – entre elas, Melhor Filme, Trilha Sonora e Canção Original – irá até 15 de janeiro de 2021. O prazo de inscrição para as categorias especiais – Melhor Animação, Documentário, Filme Internacional e curtas – é 1º de dezembro de 2020. Entre 1 e 5 de fevereiro, comitês especializados da Academia farão votações preliminares para reduzir o número de indicados nas categorias especiais, como Documentário e Filme Internacional, entre outras. O resultado dessa peneira será conhecido no dia 9 de fevereiro. De 5 a 10 de março, os vários candidatos de todas as categorias passarão por uma votação preliminar que determinará a lista oficial de indicações ao Oscar. Os nomes dos indicados serão divulgados em 15 de março. A votação final será realizada de 15 a 20 de abril, para a entrega do Oscar aos vencedores em 25 de abril. Os organizadores da premiação também anunciaram que o Governors Awards da Academia, um jantar de gala, geralmente realizado na segunda semana de novembro, no qual a organização, há 11 anos, apresenta Oscars honorários, não ocorrerá neste outono. “Informações adicionais sobre a cerimônia e seleção de homenageados serão fornecidas posteriormente”, disse a Academia em comunicado, sugerindo que os homenageados ainda podem ser escolhidos e celebrados antes ou mesmo durante a cerimônia do Oscar. Da mesma forma, a apresentação dos Prêmios Científicos e Técnicos da Academia, programada para o próximo sábado (20/6) em Beverly Hills, foi adiada para uma data posterior ainda a ser determinada. Para completar, a Academia ainda anunciou que o Museu de Cinema da Academia, esperado há muito tempo, será apresentado a um público selecionado com uma festa de gala na véspera do Oscar, em 17 de abril, e será aberto ao público alguns dias após a premiação, em 30 de abril. “Por mais de um século, os filmes desempenharam um papel importante nos confortando, inspirando e entretendo nos tempos mais sombrios”, disseram o presidente da Academia, David Rubin, e a CEO da entidade, Dawn Hudson, no comunicado. “Eles certamente tem feito isso este ano. Nossa esperança, ao estender o período de elegibilidade e a data de entrega de nossos prêmios, é proporcionar a flexibilidade que os cineastas precisam para terminar e lançar seus filmes sem serem penalizados por algo além do controle de qualquer um. Este próximo Oscar e a abertura de nossa o novo museu marcarão um momento histórico, reunindo fãs de cinema ao redor do mundo para se unirem através do cinema”. Karey Burke, presidente da ABC Entertainment, acrescentou: “Nos encontramos em território desconhecido neste ano e continuaremos a trabalhar com nossos parceiros na Academia para garantir que o evento do próximo ano seja seguro e comemorativo, e que também capte a emoção da abertura do Museu de Cinema da Academia.”
Search Party: 3ª temporada ganha trailer para estreia na HBO Max
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Search Party”, que agora será disponibilizada pelo serviço de streaming, após o canal TBS exibir os dois primeiros anos na TV paga. A prévia é ainda mais insana que o habitual, ao mostrar que o crime também alimenta a subcultura das celebridades. Criada pelo trio de cineastas indie Sarah-Violet Bliss (“The Color of Time”), Charles Rogers (“Fort Tilden”) e Michael Showalter (“Mais um Verão Americano”), “Search Party” gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda e na 1ª temporada entraram numa campanha para encontrar uma garota popular desaparecida. Só que a busca se revela cheia de reviravoltas e acaba envolvendo-os num crime real, pelo qual podem ser condenados nos novos episódios. O elenco inclui Alia Shawkat (da série “Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”) e Meredith Hagner (série “Younger”). A mudança para a HBO Max deixou a série fora do ar desde dezembro de 2017. Mas, em compensação, também rendeu uma renovação dupla, garantindo sua 4ª temporada. Os novos episódios estreiam em 25 de junho em streaming, por enquanto apenas nos EUA.
Will Smith vai estrelar thriller sobre escravidão do diretor de O Protetor
Will Smith vai estrelar o novo filme do diretor Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”). Chamado de “Emancipation”, o drama vai contar a história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas, marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. Pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. A imagem também é creditada por um aumento considerável no número de alistamento de negros livres no exército da União — nome dado aos estados da região norte dos EUA, que lutavam pela abolição. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” está sendo descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. Smith também será um dos produtores do projeto, que deve ser filmado apenas em 2021. Veja abaixo a foto real do escravo Peter.
The Sinner é renovada para 4ª temporada
O canal pago americano USA Network renovou a série “The Sinner” para sua 4ª temporada. Bill Pullman vai reprisar seu papel como o detetive Harry Ambrose em um novo caso. Com ele, também voltam o criador e showrunner Derek Simonds e os produtores executivos, incluindo a atriz Jessica Biel (que estrelou a 1ª temporada). A renovação quebra a tendência negativa da emissora, que cancelou três séries consecutivas, “Dare Me”, “Treadstone” e “The Purge”, nas últimas semanas. “‘The Sinner’ tocou o público com seu estilo de investigação de mistério”, disse Chris McCumber, presidente da USA Network e do canal pago Syfy. “Na 4ª temporada, estamos empolgados em aprofundar ainda mais a psique do amado personagem do detetive Ambrose, de Bill Pullman, enquanto apresentamos ao público um mistério completamente novo e atraente.” A série é disponibilizado no Brasil pela Netflix.
The Politician: 2ª temporada da série da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da 2ª temporada de “The Politician”, que sugere uma trama bem mais interessante e divertida que os episódios inaugurais. Outra diferença em relação à 1ª temporada é que a divulgação está acontecendo em cima da hora. A primeira série produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”) para a plataforma de streaming retorna com novos capítulos já na sexta-feira, 19 de junho. A atração acompanha Payton Hobart, personagem vivido por Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), em sua evolução para se tornar um político americano. Cada temporada pretende mostrá-lo durante uma eleição diferente. O primeiro ano mostrou que ele era capaz de tudo para virar presidente do grêmio de sua escola, primeiro degrau de um plano para se tornar Presidente dos Estados Unidos, enquanto a 2ª temporada vai encontrá-lo no meio de uma eleição para o Senado liderada por Dede Standish, personagem vivida por Judith Light (a ex-chefe de “Ugly Betty”). O elenco também inclui Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”), Jessica Lange (“American Horror Story”), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”), Bob Balaban (“Moonrise Kingdom”), David Corenswet (“Moe & Jerryweather”), Laura Dreyfuss (“Glee”), Betty Midler (“Abracadabra”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), entre outros intérpretes. Além do tom de comédia escrachada, a série também usa números musicais originais para contar sua história.
Jurassic World 3 será primeiro filme a retomar produção no Reino Unido
O terceiro “Jurassic World” será o primeiro filme a retomar sua produção no Reino Unido. O longa da Universal recebeu autorização para realizar filmagens a partir de 6 de julho. Para retomar os trabalhos, o estúdio deve gastar cerca de US$ 5 milhões em protocolos de higiene e em testes para detectar a covid-19 entre as pessoas nos sets de filmagem. As medidas incluem uma instalação médica e 150 pontos de desinfecção de mãos no estúdio. A equipe de produção do filme deve usar máscaras o tempo todo, assim como os atores que não estiverem em cena. “Queremos ter certeza de que estamos indo além dos protocolos oficiais para criar um ambiente seguro. O custo não é nossa principal preocupação agora, mas sim a segurança”, disse um dos produtores do filme ao site Deadline. O elenco da produção inclui os protagonistas da franquia, Bryce Dallas Howard e Chris Pratt, e atores veteranos de “Jurassic Park”, como Jeff Goldblum, Laura Dern e Sam Neill, que estrelaram os filmes dos anos 1990. Isto porque o novo filme vai juntar as duas franquias jurássicas. A trama vai retratar, pela primeira vez, um mundo literalmente de dinossauros, após os répteis gigantes saírem da Ilha Nublar e se espalharem pelo planeta. Na história, as criaturas não estão mais no parque, mas à solta por toda a parte. Emily Carmichael (“Círculo de Fogo: A Revolta”) coescreveu “Jurassic World: Dominion” com o diretor Colin Trevorrow, que retorna ao comando do longa após dirigir o primeiro “Jurassic World” em 2015. Eles trabalharam juntos no curta “Battle at Big Rock”, que serve como uma prévia do filme (e pode ser visto integralmente neste link). A previsão da Universal é de que “Jurassic World: Dominion” (título em inglês da produção) chegue nos cinemas em 11 de junho de 2021.
Shows clássicos: Vídeos ao vivo com The Clash, Dead Kennedys, Bad Religion, Pixies, Sonic Youth, Nirvana etc
Pipoca Moderna apresenta a 5ª seleção de documentários musicais históricos, numa mostra de shows, festivais e programas de TV raros que traçam a história do pop/rock. A nova coleção de vídeos abre a safra dos anos 1980 em ritmo acelerado, ao acompanhar a evolução do punk ao hardcore e a explosão do rock alternativo, chegando até ao grunge em 27 vídeos. Em resumo, uma programação que vai de Ramones (fase “Pleasant Dreams”) a Nirvana (fase “Bleach”). A lista de vídeos históricos inclui a última apresentação da formação original do Clash em 1983, a punkadaria do Dead Kennedys que terminou num tumulto histórico em Los Angeles, o show do Black Flag que virou disco ao vivo e influenciou todo o futuro grunge, a revolução mosh do Minor Threat, a turnê dos Descendents que popularizou o punk pop em 1985, os derradeiros concertos de Operation Ivy (a banda de Tim Armstrong) e Big Black (a banda de Steve Albini), os registros das primeiras turnês europeias de Mudhoney e Nirvana (com Chad Channing na bateria), que basicamente deram início à década seguinte, etc. É só pauleira. Confira também as seleções anteriores, que podem ser acessadas nos links abaixo. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) #FiqueEmCasa. #StayHome. Ramones | 1982 The Undertones | 1980 Stiff Little Fingers | 1980 Buzzcocks | 1981 The Damned | 1988 The Clash | 1983 New Model Army | 1985 Pete and the Test Tube Babes | 1983 UK Subs | 1982 Plasmatics | 1982 Dead Kennedys | 1984 Bad Brains | 1987 Minor Threat | 1983 Circle Jerks | 1986 Black Flag | 1984 Agent Orange | 1983 Descendents | 1985 Bad Religion | 1989 Operation Ivy | 1989 Husker Du | 1985 The Replacements | 1981 Pixies | 1988 Sonic Youth | 1987 Spaceman 3 | 1989 Big Black | 1987 Mudhoney | 1988 Nirvana | 1989
Nickelodeon celebra orgulho LGBTQIA+ sugerindo que Bob Esponja é gay
A Nickelodeon deixou a Internet em frenesi no sábado (13/6), quando postou um tuíte para celebrar o mês do orgulho LGBTQIA+, acompanhado por imagens de três de seus personagens. Foi o suficiente para Bob Esponja ser consagrado como ícone gay. “Comemorando o #Orgulho com a comunidade LGBTQIA+ e seus aliados neste mês e em todos os meses”, disse o post, ao lado das imagens de cor de arco-íris. Um dos personagens em destaque, Korra, da série animada “A Lenda de Korra”, é definitivamente bissexual. Os criadores da animação, Michael DiMartino e Bryan Konietzko, que também criaram “Avatar: A Lenda de Aang”, confirmaram a identidade sexual de Korra em uma série de histórias em quadrinhos publicadas após as quatro temporadas da série original. O segundo personagem apresentado é Schwoz Schwartz, do programa infantil “Henry Danger”. Ele é interpretado pelo ator canadense Michael D. Cohen, que se revelou transexual em uma entrevista em maio de 2019 à revista Time. O personagem de Schwartz em “Harvey Danger” também acabou se revelando trans. “As pessoas não entendem. Eles acham que isso tem a ver com sexualidade e não. Eles acham que isso tem a ver com empurrar uma agenda para as crianças e não é o caso”, disse Schwartz à Time sobre a decisão de tornar sua transição pública. “O que isso significa é enviar uma mensagem às crianças de que, sejam elas quem forem, como elas se identificam, isso também é valorizado e positivo.” O terceiro personagem é, claro, a esponja submarina favorita de todo mundo, o que levou os fãs a supor que a Nickelodeon estava tentando dizer que Bob Esponja é gay. Na verdade, o Sr. Calça Quadrada é, bem, uma esponja, portanto assexuado. Isso é corroborado pelo próprio criador do personagem, o falecido Stephen Hillenburg, que disse à revista People em 2005 que esponja não tem sexo. Para a comunidade LGBTQIA+, isso significa que ele é não binário. Ou queer. E isso é um bom motivo para celebrar Bob Esponja no mês da diversidade sexual. Celebrating #Pride with the LGBTQIA+ community and their allies this month and every month 🌈 (🎨: by @ramzymasri) pic.twitter.com/pENmTaQB0h — Nickelodeon (@Nickelodeon) June 13, 2020
Consumo de internet cresceu quatro horas durante a pandemia no Brasil
A empresa sueca de telecomunicações Ericsson divulgou na sexta-feira (12/6) uma pesquisa sobre os hábitos de consumo online de 11 países durante a pandemia do novo coronavírus. A pesquisa também incluiu o Brasil, onde os resultados foram significativos. Segundo a Ericsson, o consumo global de Internet fixa aumentou em duas horas e meia diárias durante o confinamento mundial, mas no Brasil esse consumo registrou um salto de quatro horas diárias. Já na Internet móvel, o consumo do País ficou atrás da média mundial: houve alta de meia hora na navegação 4G nacional, contra média de uma hora no consolidado dos mercados. De forma geral, os brasileiros navegaram mais que o resto do mundo. 92% dos consumidores ouvidos no Brasil (mil pessoas em abril passado) declararam ter aumentado a navegação desde o início da pandemia, contra 87% globalmente. Em termos de satisfação, 50% dos brasileiros manifestaram opinião positiva frente à performance das redes fixas (abaixo dos 56% verificados globalmente), enquanto apenas 8% se declararam insatisfeitos. Já 66% avaliaram a rede móvel melhor ou igual que antes da pandemia, ante 75% nos 11 países analisados. A pesquisa também demonstrou que a rede fixa é considerada mais importante que a móvel para o consumidor brasileiro durante a crise: 52% concordaram com tal diagnóstico, frente 6% que preferiram o 4G. Já 41% consideram ambas igualmente importantes. Com as medidas de isolamento social, 84% dos brasileiros reportaram mudanças significativas em suas vidas, frente uma média de 74% no consolidado global. Por aqui, 26% declararam ter adotado novos costumes em relação à Internet durante o período: entre os hábitos que cresceram estão o consumo de vídeos (comum para 72% da base), a realização de chamadas de vídeo (61%) e o uso de games online (42%) e de webcasts (32%). A Ericsson também identificou crescimento de 5.069% no tempo gasto em plataformas de videoconferências como Zoom, Teams e Hangouts. Em ferramentas educacionais, o salto foi de 340%; em soluções de saúde, houve alta de 171%; e em serviços de delivery, de 51%. O uso brasileiro do 4G, abaixo da média mundial, é melhor entendido diante de outro dado. O consumidor nacional demonstra maior ansiedade pela chegada do 5G que o consumidor de outros mercados. Por aqui, 61% gostaria de contar com o serviço já durante a pandemia do coronavírus, contra 42% na média global. E 81% compartilham uma visão positiva do novo padrão, ante 63% no consolidado da pesquisa. A pesquisa não faz a conclusão inevitável, mas a popularidade da internet fixa, mesmo com o uso amplo e disseminado de celulares no Brasil, tende a refletir a baixa qualidade do serviço 4G oferecido no país. .












