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  • Série

    Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é cancelada após duas temporadas

    14 de julho de 2020 /

    O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento de “Kidding”, série estrelada pelo comediante Jim Carrey (“Sonic: O Filme”), após duas temporadas. A ironia é que a série vinha ganhando cada vez mais público e repercussão. Após uma 1ª temporada com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma média baixíssima de 243 mil telespectadores ao vivo nos EUA, o segundo ano atingiu 100% de críticas positivas e viu seu público quadruplicar, atingindo 834 mil telespectadores. Além disso, o último episódio, exibido em março passado, registrou a maior audiência da atração, visto por 1,2 milhões ao vivo. O episódio também deixou a porta aberta para a 3ª temporada, que não será produzida. “Depois de duas temporadas, ‘Kidding’ concluiu sua exibição no Showtime”, informou o canal em comunicado, sem maiores explicações, seguindo com os agradecimentos de praxe. “Estamos muito orgulhosos por exibir essa série imaginativa, aclamada pela crítica e recompensadora, e gostaríamos de agradecer a Jim Carrey, Dave Holstein, Michael Aguilar, Michel Gondry e todo o elenco e equipe por seu trabalho brilhante e incansável”, concluiu o texto. “Kidding” trazia Jim Carrey de volta à TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série trazia o astro do humor como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representava uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro era posto em cheque quando um acidente o fez passar por uma crise. O visual surreal, que combinava fantoches e humor negro, era resultado do reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um de seus filmes mais cultuados, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” – vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assinou a produção e a direção da maioria dos episódios, o que conferia à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco de “Kidding” também incluía Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. Vale destacar que a 2ª temporada também contou com participação especial da cantora Ariana Grande, que é fã confessa de Carrey. A atração só chegou no Brasil no mês passado, com lançamento pela plataforma de streaming Globoplay.

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  • Série

    Expresso do Amanhã: Teaser da 2ª temporada revela participação de Sean Bean

    14 de julho de 2020 /

    O canal pago americano TNT divulgou o teaser da 2ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que é disponibilizada no Brasil pela Netflix. A série encerrou seu primeiro ano de produção no domingo nos EUA (e na segunda no Brasil) com uma grande surpresa. O teaser aprofunda a reviravolta ao revelar a inclusão de Sean Bean (“Game of Thrones”) no elenco, no papel do mítico Sr. Wilford. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, numa situação de confronto que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros. Os novos episódios de “Expresso do Amanhã” ainda não têm previsão de estreia, mas a produção da 2ª temporada já estava em andamento. Isto porque a renovação foi anunciada há mais de um ano, em maio de 2019, pelo canal TNT, que financia a série. A antecipação aconteceu devido a problemas de bastidores, que acabaram atrasando muito a estreia da atração. Um dos motivos foi o desentendimento do criador Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”) com os executivos da emissora sobre os rumos da trama, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e com isso o capítulo inicial precisou ser reescrito e inteiramente refeito – por outro diretor, James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. Para não perder o elenco em meio à demora da exibição, graças a um possível vencimento de seus contratos antes mesmo da estreia, a TNT encomendou rapidamente novos episódios, estendendo os vínculos com a garantia da continuidade. “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco os atores Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A 1ª temporada teve média de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo nos EUA.

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  • Música

    Katy Perry vira palhaça em miniatura no seu novo clipe colorido

    14 de julho de 2020 /

    Katy Perry lançou o clipe de “Smile”, o terceiro a registrar sua gravidez. O vídeo lança mão de muitas cores e efeitos visuais para compensar o fato de a cantora aparecer sozinha em cena. Ela aparece maquiada como palhaça e “miniaturizada” digitalmente para ter tamanho “Toy Story” diante de pernas, cadeiras gigantes e outros objetos, enquanto reforça a temática circense da produção. Apesar do clima alegre, a cantora contou que fez a música no “período mais sombrio” de sua vida. E a letra reflete isso, ao rimar em inglês “todo dia” (every day) com o título do filme “Feitiço do Tempo” (Groundhog Day), para Perry celebrar ter se livrado do pesadelo e recuperado a capacidade de sorrir – “Smile”, claro, quer dizer “sorriso” em inglês. “Smile” é a faixa-título do novo álbum da artista, que tem previsão de lançamento para 14 de agosto. A música contém samples de um rap de 1999 da banda Naughty by Nature, mas segue o estilo nu disco, que parece experimentar um revival, 25 anos após seu sucesso original com a dupla francesa Daft Punk. Além de “Smile”, as batidas dançantes que mesclam house e discoteca ressoaram recentemente em “Hallucinate”, de Dua Lipa. O disco deve chegar após Perry dar à luz seu primeiro filho com o noivo, o ator Orlando Bloom. A cantora revelou a gravidez no clipe de “Never Worn White”, lançado em março. Depois disso, ainda lançou “Daisies”, gravado em seu “quintal”.

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  • Série

    Emily in Paris: Netflix anuncia série romântica estrelada por Lily Collins

    13 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta segunda (13/7) a aquisição da série “Emily in Paris”, que será lançada na plataforma ainda em 2020. O anúncio foi acompanhado das primeiras imagens da atração. A série da ViacomCBS foi originalmente produzida para o canal pago americano Paramount, mas acabou negociada com a plataforma e não será mais vista na TV. Seus episódios agora serão exclusivos do serviço de streaming. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica estrelada por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), a filha do cantor Phil Collins. Ao longo de 10 episódios, a produção vai acompanhar Emily, uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris, depois que a empresa americana em que trabalha compra uma agência francesa. Com a tarefa de comandar as estratégias de redes sociais da empresa, Emily parte para a França, onde pretende viver incríveis aventuras e superar desafios, enquanto lida com seus novos colegas, faz novos amigos e, claro, inicia novos romances. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”).

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  • Etc

    Associação Brasileira de Cinematografia passa a ser presidida pela primeira vez por uma mulher

    13 de julho de 2020 /

    A técnica de som, professora e pesquisadora Tide Borges tornou-se a primeira mulher a assumir a presidência da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC). Sua eleição também marca a primeira vez que a associação é presidida por um profissional que atua numa área diferente da direção de fotografia de filmes. A eleição para a diretoria contou com a participação de duas chapas, ambas com candidatas mulheres ao cargo de presidente e com o objetivo, entre outras propostas, de ampliar a pluralidade da ABC, tanto entre seus sócios quanto em sua atuação como associação. A nova diretoria, que tomou posse na segunda (13/7), também é a mais representativa em relação ao gênero e a que traz o maior número de representantes de diferentes áreas técnicas em seu Conselho. Além de Tide Borges na presidência, a Diretoria é composta pelo diretor de fotografia Jacques Cheuiche como vice-presidente, pela diretora de fotografia Fernanda Tanaka como diretora secretária e pelo diretor de arte Marcos Carvalheiro como diretor tesoureiro. Já o Conselho é composto por Adriano Goldman (diretor de fotografia), Diana Vasconcellos (editora), Frederico Pinto (diretor de arte), Llano (diretor de fotografia), Marcelo Corpanni (diretor de fotografia), Maria Muricy (editora de som), Marghe Pennacchi (diretora de arte), Miriam Biderman (supervisora de som), Mustapha Barat (diretor de fotografia), Paulo M. de Andrade (colorista), Pedro von Krüger (diretor de fotografia) e Silvia Gangemi (diretora de fotografia).

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  • Filme

    Astro de Riverdale vai estrelar produção de Michael Bay sobre a pandemia

    13 de julho de 2020 /

    A empresa produtora de Michael Bay conseguiu reverter o veto do SAG-AFTRA, sindicato dos atores dos EUA, às filmagens de “Songbird”. O trabalho foi autorizado após se adequar às regras de filmagens sob a pandemia de covid-19, e a equipe aproveitou para anunciar os nomes de seus protagonistas. Os atores K.J. Apa (o Archie de “Riverdale”) e Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) foram definidos como os personagens principais da produção de Michael Bay, que trata, justamente, da pandemia. Eles vão se juntar a Demi Moore (“Margin Call”), Craig Robinson (“Ghosted”) e Peter Stormare (“Deuses Americanos”), previamente anunciados. Com direção de Adam Mason, um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes – os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006) – , o filme se passa em 2022 e pretende mostrar um futuro em que houve agravamento do quadro da pandemia, mantendo o mundo sob severas condições de isolamento. A sinopse divulgada nesta segunda (13/7) centra-se no casal Nico (Apa), um jovem com uma rara imunidade à pandemia e que trabalha como entregador, e a jovem artista Sara (Carson), que começam um relacionamento amoroso apesar dela estar presa em casa de quarentena. Nico precisará enfrentar todos os obstáculos para ficar com a garota que ele ama e ainda lutar contra a família poderosa da jovem, liderada pela matriarca (Demi Moore) que fará de tudo para proteger sua família e manter seu estilo de vida. A produção cita filmes como “Atividade Paranormal” e “Cloverfield” como influências para criar “um clima de paranoia” na sua trama. Mas os dois filmes citados são mais conhecidos por usar cenas captadas por câmeras amadoras, manipuladas pelos próprios atores. São exemplos da estética “found footage”, cuja narrativa é construída a partir de vídeos “encontrados” (após os fatos), que apresentam as imagens da trama. A equipe acertou detalhes da pré-produção através de videoconferências, tecnologia que também foi usada no processo de escalação e preparação dos atores. “Songbird” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Série derivada de Power ganha primeiro trailer e pôster

    13 de julho de 2020 /

    O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer de “Power Book II: Ghost”, série derivada de “Power”, maior sucesso da emissora, que acabou após seis temporadas em fevereiro passado. O derivado será lançado em setembro e começará sua história dias após os eventos que encerraram “Power”. A nova produção irá acompanhar Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a nova serie traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). “Power Book II: Ghost” será lançada no Brasil pelo aplicativo Starzplay no mesmo dia da estreia nos EUA: 6 de setembro.

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  • Filme

    Disney+ vai lançar série derivada de Star Wars: A Guerra dos Clones

    13 de julho de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou nesta segunda (13/7) a produção de mais uma série derivada do universo de “Star Wars”. Trata-se de uma nova atração animada, que deve estrear em 2021. Intitulada “Star Wars: The Bad Batch”, a série é um spin-off de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), que foi resgatada no ano passado para uma temporada final na Disney+ (Disney Plus) – após ser tirada do ar do Cartoon Network pela própria Disney. A nova atração vai seguir clones “defeituosos”, que foram introduzidos originalmente na trama da Guerra dos Clones e formaram a Força Clone 99. A “bad batch” se diferencia dos outros clones por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles uma habilidade excepcional. Após o fim da Guerra dos Clones, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. O produtor-roteirista Dave Filoni, responsável por “Star Wars: A Guerra dos Clones”, também é o showrunner da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. “Dar aos fãs o capítulo final de ‘Star Wars: The Clone Wars’ na Disney+ (Disney Plus) foi uma honra, e ficamos muito felizes com a resposta global ao desfecho dessa série histórica”, disse Agnes Chu, vice-presidente sênior de conteúdo da Disney +. “Mas se a ‘Guerra dos Clones’ chegou à sua conclusão, nossa parceria com os inovadores contadores de histórias e artistas da Lucasfilm Animation está apenas começando. Estamos entusiasmados para dar vida à nova visão de Dave Filoni para as próximas aventuras do Bad Batch”. Junto com o anúncio, a Disney divulgou o logotipo da nova produção. Veja abaixo.

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  • Série

    Naya Rivera (1987 – 2020)

    13 de julho de 2020 /

    A atriz e cantora Naya Rivera, que chegou ao estrelato na série musical “Glee”, morreu com apenas 33 anos de idade. Seu corpo foi recuperado no lago Piru, na Califórnia, na manhã desta segunda-feira (13/7), cinco dias depois dela ser declarada desaparecida. As autoridades de Ventura mobilizaram mais de 50 profissionais, juntamente com um helicóptero e mergulhadores, no esforço de encontrar Rivera, que alugou um barco em 8 de julho para nadar no lago com seu filho de quatro anos, Josey. Poucas horas depois, o garoto foi encontrado sozinho no barco, sem sinal de Rivera. O desaparecimento mobilizou o elenco de “Glee”, com muitos atores se deslocando até o local para prestar apoio à família da atriz e também se despedir da amiga. Apesar de jovem, a californiana Rivera teve uma carreira de quase duas décadas. Ela estreou na TV com somente quatro anos de idade, no elenco fixo da sitcom “The Royal Family”, lançada em 1991 na rede americana CBS. Ainda criança, chegou a aparecer em episódios de “Um Maluco do Pedaço” (The Prince of Bel-Air), ao lado de Will Smith, “S.O.S. Malibu” (Baywatch), e nas sitcoms “Family Matters”, “Gênio do Barulho” (Smart Guy) e “Mano a Mana” (Even Stevens), antes de ser escalada em papel recorrente na série “Bernie Mac, Um Tio da Pesada” (The Bernie Mac Show) com 15 anos. Ela ainda foi vista em “Girlfriends” e “CSI: Miami” antes de ser escalada para o papel que mudou sua vida. Naya Rivera tinha 22 anos quando passou nos testes para viver Santana Lopez em “Glee”, comédia musical adolescente lançada em 2009 na rede Fox. A série se tornou um fenômeno de audiência, catapultando a carreira de seu criador, Ryan Murphy, e transformando seu elenco então desconhecido em estrelas da TV. A princípio coadjuvante, Rivera vivia uma cheerleader malvadinha que entrou no coral da escola para sabotá-lo. Mas os roteiristas não demoraram a explorar o talento da atriz, que foi promovida a protagonista na 2ª temporada e, nesse processo, transformou-se numa das personagens de arco mais complexo da série. Enquanto muitos intérpretes do piloto se formaram na trama e deram espaço para novos alunos da William McKinley High School, Santana evoluiu de simples rival da boazinha Rachel (Lea Michele) para obter destaque até o capítulo final, exibido em 2015, após seis temporadas. Não foi apenas o amor pela música que marcou a personagem da atriz, que contribuiu com muitas canções para a trilha sonora da série – um sucesso nas paradas digitais. O final de “Glee” também destacou seu casamento com a antiga colega cheerleader Brittany, interpretada por Heather Morris. A união foi celebrada como um dos primeiros casamentos LGBTQIA+ entre personagens televisivos – e foi um casamento duplo, ainda por cima, pois Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) foram inspirados pelas amigas a se juntarem em matrimônio. Na vida real, Rivera tinha se casado com o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”) um ano antes. O casal teve um filho, Josey, mas não foi um relacionamento tranquilo, que finalizou com um divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Depois de “Glee”, Rivera ainda apareceu de forma recorrente em “Devious Maids” (em 2015) e estrelou a comédia “Loucuras em Família” (2017), com Charlie Sheen. Atualmente, fazia parte do elenco fixo de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço” e renovada para sua 3ª temporada. Ela contou a maior parte dessa história com suas próprias palavras, num livro de memórias lançado em 2016 – “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes, and Growing Up”. “Seu brilho e humor foram incomparáveis”, escreveu o colega de “Glee” Chris Colfer, o Kurt, no Instagram. “Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e destemor. E era capaz de transformar um dia ruim em um dia ótimo com uma única observação.” A morte de Rivera foi a terceira fatalidade envolvendo o elenco de “Glee”. Em julho de 2013, Cory Monteith, que interpretou Finn Hudson no fenômeno da Fox, morreu de overdose acidental de drogas depois de tomar uma combinação letal de heroína e álcool. Três anos depois, Mark Salling, o Puck, suicidou-se após ser condenado por posse de pornografia infantil.

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  • Etc

    Polícia confirma morte de Naya Rivera

    13 de julho de 2020 /

    O Departamento de Policia de Ventura confirmou que o corpo encontrado na manhã desta segunda (13/7) no lago Piru, na Califórnia (EUA), é da atriz Naya Rivera, desaparecida desde a última quarta-feira (8/7). A atriz, que ficou mais conhecida por viver Santana Lopez em “Glee”, desapareceu durante um passeio de barco com seu filho, Josey, de quatro anos. O menino foi encontrado ileso e sozinho. Os dois estavam nadando no lago e ele disse à polícia que viu a mãe desaparecer debaixo d’água, após o ajudar a subir de volta no barco. O filho da atriz é fruto de um casamento com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal finalizou o divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos, mas mantinha um bom relacionamento por causa do menino. A criança está agora sob cuidados do pai. A confirmação da morte aconteceu numa entrevista coletiva por volta das 18h (horário de Brasília), em que o xerife Bill Ayub detalhou os esforços empreendidos na locação do corpo. Naya Rivera foi encontrada submersa numa região do lago com muitos galhos de vegetação, a poucos centímetros da superfície. A investigação concluiu que foi um caso de acidente trágico, que resultou em morte por afogamento. O xerife revelou que os detetives encarregados do caso não encontraram a menor indicação de homicídio ou suicídio. A resolução vai permitir agora à família e os amigos darem adeus à Rivera, evitando a hipótese aventada de o corpo nunca ser encontrado. Veja o vídeo completo da coletiva do xerife Ayub abaixo.

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  • Filme

    Keanu Reeves vai ao futuro no trailer legendado de Bill & Ted: Encare a Música

    13 de julho de 2020 /

    A Imagem Filmes divulgou a versão legendada do trailer de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. A prévia mostra o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de não terem realizado aquilo que estavam destinados a fazer. Trinta anos depois, eles ainda não criaram a música que deveria salvar a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: embarcar em sua cabine-telefônica-do-tempo para descobrir, de uma vez por todas, qual é a música que eles terão criado no futuro. Para quem não lembra do longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é uma cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), a continuação tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia segue marcada para 28 de agosto nos EUA, apesar da pandemia de coronavírus, mas no Brasil já se tornou um lançamento para “breve”, como assinala o trailer.

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  • Série

    Hanna é renovada para 3ª temporada na Amazon

    13 de julho de 2020 /

    A Amazon anunciou a encomenda da 3ª temporada de “Hanna”, série de ação baseada no filme homônimo de 2011, que contou com Saoirse Ronan no papel-título. A renovação aconteceu 10 dias após a estreia do segundo ano da produção (em 3 de julho). Desenvolvida por David Farr, roteirista do filme original, a série contou toda a história vista no cinema em sua temporada inaugural e agora expande a aventura da protagonista, uma espécie de “Jason Bourne” mirim, vivida na atração pela jovem Esmé Creed-Miles (“Dark River”). Adolescente treinada desde criança para ser uma assassina, Hanna se livra do condicionamento ao confrontar a verdade sobre sua origem e, na 2ª temporada, dedica-se a libertar outras meninas que passam pelo mesmo experimento. A 1ª temporada voltou a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a elogiada série “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik, o pai-treinador de Hanna, e da agente Marissa, alvo da primeira missão mortal da menina. E Dermot Mulroney (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) apareceu como um novo antagonista na temporada mais recente. O elenco ainda conta com Anthony Welsh (“Fleabag”) e Yasmin Monet Prince (“Dark Heart”). “Estou absolutamente emocionado por poder dar a Hanna uma 3ª temporada”, disse Farr, em comunicado. “Quando partimos nessa jornada, eu tinha em mente um drama que escavaria o passado de Hanna, a desafiaria de maneiras inteiramente novas e responderia à pergunta: ela poderá se integrar na sociedade? Sou verdadeiramente grato à Amazon e à NBCU por podermos continuar com essa visão. Também sou profundamente grato a Esmé Creed-Miles e a Mireille Enos por seu contínuo compromisso e enorme talento ao levar Hanna e Marissa a um terreno novo e inexplorado. Será um terceiro ato emocionante.” “David continua apresentando uma série elevada e cheia de ação, com reviravoltas que você não espera e personagens com quem realmente se importa”, disse Vernon Sanders, co-chefe de televisão da Amazon Studios. “Estamos muito empolgados em colaborar com a NBCUniversal para trazer aos nossos assinantes do Prime Video ao redor do mundo outra temporada de aventuras com ‘Hanna’.”

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  • Filme

    Lucifer ameaça virar Supernatural no trailer da 5ª temporada

    13 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da muito postergada 5ª temporada de “Lucifer”. E, após tanta espera, a prévia mostra que a série volta com um enredo de “Supernatural”. Após o final dramático da 4ª temporada, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, o vídeo mostra que o protagonista reaparece ligeiramente diferente nos novos episódios. Num grande spoiler, é revelado que, na verdade, o ator Tom Ellis assumiu novo papel. Na trama, o “irmão gêmeo” de Lucifer resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. E este falso Lucifer é ninguém menos que Michael, também conhecido como Dean Winchester, ops, como o arcanjo Miguel no Brasil. Com isso, quem esperava ver detalhes da nova estadia de Lucifer no inferno recebe mais um lembrete de que a série não tem nada a ver com os quadrinhos da Vertigo/DC em que supostamente se baseia. Como spoiler pouco é bobagem, o trailer ainda mostra a volta do verdadeiro Lucifer e a luta dos gêmeos, dobrando a quantidade de Tom Ellis nas telas. A estreia está marcada para 21 de agosto, mas o vídeo não informa quantos episódios serão disponibilizados. Originalmente, a 5ª temporada teria 10 episódios, como a anterior, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. A partir daí, a ideia era dividir a temporada ao meio, com o lançamento dos primeiros 8 capítulos em maio. Mas nada disso aconteceu. Nem os primeiros capítulos foram lançados em maio nem “Lúcifer” vai acabar no final da temporada. A série já foi renovada para mais um ano, que novamente está sendo anunciado como seu final.

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