Millie Bobby Brown vai estrelar thriller criminal na Netflix
A Netflix planeja juntar Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) e Jason Bateman (o Marty de “Ozark”) na produção de um novo filme exclusivo. . Segundo apurou o site Deadline, Brown vai estrelar a adaptação do romance “The Girls I’ve Been”, de Tess Sharpe (“Barbed Wire Heart”), e coproduzi-lo com Bateman. Os dois serão sócios no projeto por meio de suas produtoras, PCMA Productions e Aggregate Films, respectivamente. “The Girls I’ve Been” é um thriller centrado numa vigarista, Nora, que deve usar seus poderes de persuasão e interpretação para libertar a si mesma, sua namorada e seu ex-namorado de um roubo que vira uma situação de reféns em um banco. O livro de Tess Sharpe ainda é inédito e só será publicado pela Penguin Random House no início do próximo ano. A Netflix não quer deixar de trabalhar com Brown. Além desse projeto e de “The Strange Things”, a plataforma também vai lançar o próximo longa-metragem da atriz, “Enola Holmes”, em que ela interpreta a irmã adolescente e rebelde de Mycroft e Sherlock Holmes. Esse filme está programado para estrear em streaming no mês de setembro.
Lucy Hale vai estrelar thriller de sobrevivência
A atriz Lucy Hale vai precisar lutar para sobreviver após o cancelamento da série “Katy Keene”. Ela entrou no elenco de “Borrego”, thriller de sobrevivência que também terá Nicholas Gonzalez (de “Good Doctor”) no elenco. A produção é indie e foi escrita e dirigida por um estreante em longa-metragem, Jesse Harris. Na trama, Hale interpretará uma jovem botânica que se muda para uma pequena cidade à beira do deserto para estudar uma espécie invasora de plantas. Durante sua pesquisa, ela acaba encontrando um avião caído e sendo capturada por uma traficante inexperiente, que a obriga a guia-lo numa caminhada pelo deserto escaldante até o local onde deve entregar as drogas. Gonzalez viverá o xerife local que parte em busca da botânica desaparecida, e o elenco também inclui Leynar Gomez (“Narcos”), Jorge A. Jimenez (também de “Narcos”) e Olivia Trujillo (“For All Mankind”). Além de estrelar, Hale ainda será produtora do projeto. Ela também será vista em breve no drama de época “Son of the South”, ao lado de Lucas Till (“MacGyver”), e na comédia “Big Gold Brick”, com Megan Fox, atualmente em pós-produção.
Templo evangélico tenta processar Porta dos Fundos em R$ 1 bilhão e toma prejuízo
Um templo evangélico que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, tomou um prejuízo financeiro considerável, que poderia muito ilustrar uma parábola sobre ganância – como Provérbios 28:20. Segundo apurou a revista Veja, Anselmo Ferreira de Melo da Costa, presidente da igreja Templo Planeta do Senhor, disse ter se sentido desrespeitado pelo especial “A Primeira Tentação de Cristo” em sua fé cristã e decidiu processar os responsáveis pela produção. O programa, que foi ao ar no fim do ano passado, trazia Gregório Duvivier como Jesus Cristo, em suposta relação homossexual, e causou a fúria de líderes religiosos, rendeu pronunciamentos inflamados de políticos e culminou num atentado à bomba contra a sede do grupo. Em fevereiro, o religioso foi à Justiça requerer o valor bilionário. Mas o processo não foi muito adiante. Ele desistiu ao ver a conta. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. E a lição poderia ser ainda maior, porque se a Netflix ou o Porta dos Fundos tivessem recebido notificação judicial, o templo teria de arcar com honorários dos advogados das empresas, caso recebesse decisão desfavorável. O valor seria R$ 200 mil, referente a 10% de sua ambição. O processo também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Além disso, o templo cometeu um erro primário que colocaria tudo a perder, ao chamar o programa de “Se Beber, Não Ceie” no processo. Este foi o nome de um especial de Natal do Porta dos Fundos exibido em 2018, que mostrava os apóstolos bêbados na Santa Ceia. “Se Beber, Não Ceie” não faz alusão à homossexualidade e, talvez por isso, não tenha despertado o mesmo nível de ira e repercussão que “A Primeira Tentação de Cristo”. Como a desistência não elimina os custos, a Justiça agora lembra a obrigação de pagar a Cesar o que é de Cesar. Ou seja, os R$ 82 mil devidos pelo templo.
Atores negros conseguem número recorde de indicações no Emmy 2020
As indicações aos prêmios Emmy 2020 mostraram que algumas coisas mudaram, mas outras permanecem iguais para a Academia de Televisão no que diz respeito a diversidade e oportunidade, no ano em que diversos artistas se solidarizaram com a campanha antirracista Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Por um lado, atores negros conquistaram o maior número de indicações já computadas na história da premiação televisiva. Ao todo, 33 intérpretes negros foram reconhecidos, mas como Maya Rudolph e Giancarlo Esposito foram indicados duas vezes, a conta chega a 34,3% do total das 102 indicações de atuação do Emmy. O grande destaque pertence ao elenco de “Watchmen”, que emplacou cinco atores negros na disputa – além de dois brancos. O recorde anterior era de 27,7% do total e foi atingido há dois anos. Mas latinos e asiáticos permaneceram minoritários nas disputas de interpretação. Nenhum artista latino foi lembrado, enquanto Sandra Oh (“Killing Eve”), Dev Patel (“Modern Love”) e Ramy Youssef (“Ramy”) representaram diferentes etnias asiáticas na relação divulgada nesta terça (28/7) pela Academia. Além disso, as categorias mais nobres da área criativa da televisão, que são redação e direção, mantiveram-se como feudo quase exclusivo de profissionais brancos. Diretores brancos representaram mais de 70% dos indicados e escritores brancos atingiram 82,5% do total. Não só isso: a maioria dos concorrentes desta categoria são homens. Desta forma, falta muito ainda para a indústria televisiva cumprir as promessas feitas em meio à comoção causada pelas passeatas de protesto geradas pelo assassinato de George Floyd nos EUA. A luta por maior inclusão, diversidade e respeito profissional não deve acontecer apenas à frente das câmeras, mas principalmente atrás delas, onde o controle ainda permanece nas mãos de quem sempre mandou.
Jacqueline Scott (1931 – 2020)
A atriz Jacqueline Scott, que integrou o elenco da série clássica “O Fugitivo”, morreu na quinta passada (23/7) de causas naturais, em sua casa em Los Angeles, aos 89 anos. Nascida em 25 de junho de 1931, em Sikeston, Missouri, Scott começou a carreira artística em competições de sapateado aos 3 anos de idade. Ela passou a fazer teatro duas décadas mais tarde, apos se mudar para Nova York, chegando a participar de produções da Broadway. Sua estreia no cinema aconteceu no terror “Macabre” (1958), de William Castle, que foi seguida por várias aparições em séries, entre elas “Mike Hammer”, “Perry Mason”, “77 Sunset Strip”, “Bat Masterson”, “Paladino do Oeste”, “Laramie”, “Gunsmoke”, “Os Intocáveis”, “Rota 66”, “Missão: Impossível”, “Além da Imaginação” e “5ª Dimensão” (The Outer Limits). Em 1964, ela foi escalada para um pequeno papel na 1ª temporada de “O Fugitivo”, como Donna, a irmã casada de Richard Kimble (David Janssen), o fugitivo do título. A princípio prevista para um episódio, a personagem acabou voltando nas duas temporadas derradeiras do fenômeno de audiência da rede ABC, incluindo o capítulo final, assistido por 78 milhões de espectadores em 1967. Outro registro marcante de seu currículo televisivo foi o episódio “The Parallel”, exibido em 1963 em “Além de Imaginação” (Twilight Zone), em que viveu a esposa de um astronauta (Steve Forrest), que voltava do espaço achando o mundo bem diferente de quando o deixou. Scott também participou do cultuado filme B “Prisão de Mulheres” (1962), do western “O Último Tiro” (1968), em que foi casada com o xerife vivido por James Stewart, do suspense “Encurralado” (1971), de Steven Spielberg, e de três filmes de Don Siegel: o neo-noir “O Homem que Burlou a Máfia” (1973), como esposa de Walter Matthau, o thriller “O Telefone” (1977), com Charles Bronson, e a comédia “Jogando com a Vida” (1982). Seus últimos papéis incluem uma participação na série “Arquivo Morto” (Cold Case) em 2004 e no filme “Sugar Boxx” (2009), homenagem trash aos dramas de “Prisão de Mulheres”, como o cult que ela estrelou nos anos 1960. “Eu queria interpretar sempre personagens diferentes. E consegui fazer isso”, disse ela em uma entrevista de 2016.
Mário Frias confirma planos de “dar” a Cinemateca para Regina Duarte
O secretário especial da Cultura Mário Frias confirmou que ainda há planos para dar a presidência da Cinemateca Brasileira para Regina Duarte, a pedido do presidente Jair Bolsonaro. A instituição é responsável pela preservação da produção audiovisual do país e está no centro de dois processos por abandono do governo – um do Ministério Público Federal (MPF) e outro da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), responsável por sua manutenção. “A Regina é um ícone que faz parte da nossa história, merece todo o respeito. É um pedido pessoal do presidente da República. Existe, sim, a possibilidade de ser criada uma secretaria para ela cuidar da Cinemateca e ela vai ser tratada com toda dignidade que merece. Assim que o imbróglio jurídico se resolver, a Regina Duarte vai ter um lugar de destaque na Cinemateca”, afirmou Frias à Rádio Jovem Pan. Durante a entrevista, o ex-ator de “Malhação” disse que há um movimento “forte” para tentar resolver o impasse. “A minha primeira ação como secretário foi fazer uma visita técnica. O contrato acabou em 2019 e não foi renovado. O acervo e os profissionais deveriam ser muito valorizados porque são profissionais únicos. Não tenho dúvida nenhuma de que aquele acervo é do povo brasileiro. Há um imbróglio jurídico, a meu ver lamento o fato de as pessoas não estarem pensando no acervo e no potencial que aquilo tem. Juridicamente a gente não pode intervir nesse momento enquanto não há uma solução. Há um movimento muito forte tanto meu quanto do ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio. Temos um projeto emergencial para ajudar”, disse. Ele ainda acrescentou: “Mandamos um corpo técnico para uma visita e avaliação de inventário, para averiguar as necessidades emergenciais. A nossa equipe foi impedida de entrar, fizemos um boletim de ocorrência porque não podem impedir, pois é patrimônio do brasileiro e responsabilidade nossa cuidar. Hoje estou aguardando um parecer jurídico, com toda vontade do mundo de fazer o bem”, ressaltou. Vale esclarecer as informações falsas contidas nas declarações. O chamado “corpo técnico” da secretaria de Cultura foi enviado para pegar as chaves da instituição, que não é administrada pelo governo federal. A ideia, aparentemente, era assumir a Cinemateca na marra. A justificativa “jurídica” para esta ação foi um dos muitos atos inconsequentes daquele que Bolsonaro já chamou de seu “melhor ministro”. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. Mas, no final de 2019, o então ministro da Educação Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Genial como é, Weintraub achava que, ao romper o contrato, iria encampar a TV Escola para fazer uma programação a seu gosto (refletindo seu guru astrólogo). Mas a TV Escola, assim como a Cinemateca, não pertencem ao governo e tudo o que ele conseguiu foi acabar com uma e jogar a outra no caos. Esta situação típica de desgoverno só veio à público devido a outra iniciativa surreal da República bolsonarista. Ao anunciar a demissão de Regina Duarte do cargo de secretária de Cultura, Jair Bolsonaro disse que ela iria comandar a Cinemateca, “do lado da sua casa”. Mas o cargo que ele queria dar para a atriz nunca existiu, uma vez que a administração da Cinemateca não pode ser exercita pelo poder federal. Embora Mário Frias insista nos planos, que anteriormente já tinham sido confirmados pelo ministro do Turismo, o desgoverno não pode assumir o controle da Cinemateca apenas porque quer. Esta intenção contraria frontalmente uma cláusula do contrato de doação da Cinemateca — originalmente privada — à União em 1984, que garante sua autonomia financeira, administrativa e técnica, além da permanência em São Paulo. Para se ter ideia da inconsequência, nesta semana ventilou-se até a mudança do acervo para Brasília… Ao manter o projeto de dar a Cinemateca “de presente” para Regina Duarte, Mário Frias também contraria uma ação civil pública ajuizada há duas semanas pelo MPF, ordenando a renovação do contrato de gestão e o repasse imediato de R$ 12 milhões para a Acerp, recursos já previstos e não encaminhados pelo governo à organização social (OS) responsável pela manutenção da instituição. A dívida milionária é outro “detalhe” não mencionado por Frias em sua entrevista sobre o “imbróglio jurídico”. Na semana retrasada, ele publicou um vídeo no qual afirmava que “não existe amparo legal” para que o Ministério do Turismo “assuma a dívida de um contrato não vigente”. Não é o que diz o MPF. O prazo para o governo mudar de discurso se encerra nesta semana.
Seleção do Festival de Veneza inclui documentário sobre prisão de Caetano Veloso
A organização do Festival de Veneza divulgou a lista dos filmes selecionados para sua edição 2020. E entre os títulos destaca-se o documentário “Narciso em Férias”, sobre a prisão de Caetano Veloso em 1968. Programado para exibição fora de competição, o novo filme da dupla Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”) traz o cantor brasileiro relembrando sua prisão, quando ele e Gilberto Gil foram levados de suas casas após o decreto do AI-5, culminando em seu exílio no auge da ditadura militar. Sem receber explicações, Caetano e Gil foram retirados à força de suas casas em São Paulo, levados ao Rio de Janeiro e jogados numa prisão. Passaram a primeira semana em solitária, antes de serem transferidos para celas, onde ficaram quase dois meses trancafiados. Na época, a ditadura impediu os jornais de mencionar as prisões. O crime cometido? Músicas. “Narciso em Férias” integra uma seleção com mais de 50 filmes de todo o mundo, incluindo obras de cineastas como Kiyoshi Kurosawa, Amos Gitai, Chloé Zhao, Nicole Garcia, Andrei Konchalovsky, Lav Diaz, Alex de la Iglesia, Alice Rohrwacher, Michel Franco, Luca Guadagnino, Abel Ferrara e até o (há muito) falecido Orson Welles. Uma das características desta seleção justamente é a inclusão de vários documentários fora de competição, entre eles um filme dedicado à ativista adolescente Greta Thunberg, a obra póstuma de Welles e os novos trabalhos de Ferrara, Guadagnino e do premiado Alex Gibney, que já venceu o Oscar da categoria com “Um Táxi para a Escuridão” (2007). Ao anunciar a programação nesta terça-feira (28/7), o diretor do festival, Alberto Barbera, declarou que o evento continua sendo “uma vitrine para a melhor produção cinematográfica do mundo”. E destacou que a seleção inclui apenas duas obras de ficção produzidas por estúdios de Hollywood, ambas dirigidas por mulheres. As produções dramáticas americanas são “The World to Come”, da diretora Mona Fastvold (“O Sonâmbulo”), um drama íntimo estrelado por Casey Affleck, Vanessa Kirby e Katherine Waterston, e “Nomadland”, um road movie de Chloé Zhao (“Domando o Destino”), com Frances McDormand e David Strathairn. Vale lembrar que Chloé Zhao está atualmente trabalhando na pós-produção de “Eternos”, da Marvel. Vanessa Kirby deve ser a grande estrela do tapete vermelho, se ele for estendido em meio à pandemia de covid-19. Ela aparece duplamente na programação, pois também está no elenco de “Pieces of a Woman”, que é uma produção canadense e marca a estreia do diretor húngaro Kornél Mundruczó (“White God”) em inglês. O Festival de Veneza será realizado de forma presencial, com reforço de medidas de segurança, entre os dias 2 e 12 de setembro. Confira abaixo a lista dos títulos selecionados. Competição Principal In Between Dying, de Hilal Baydarov Le Sorelle Macaluso, de Emma Dante The World To Come, de Mona Fastvold Nuevo Orden, de Michel Franco Lovers, de Nicole Garcia Laila in Haifa, de Amos Gitai Dear Comrades, de Andrei Konchalovsky Wife Of A Spy, de Kiyoshi Kurosawa Sun Children, de Majid Majidi Pieces Of A Woman, de Kornel Mundruczo Miss Marx, de Susanna Nicchiarelli Padrenostro, de Claudio Noce Notturno, de Gianfranco Rosi Never Gonna Snow Again, de Malgorzata Szumowska, Michal Englert The Disciple, de Chaitanya Tamhane And Tomorrow The Entire World, de Julia Von Heinz Quo Vadis, Aida?, de Jasmila Zbanic Nomadland, de Chloé Zhao Mostra Horizontes Apples, de Christos Nikou La Troisième Guerre, de Giovanni Aloi Milestone, de Ivan Ayr The Wasteland, de Ahmad Bahrami The Man Who Sold His Skin, de Kaouther Ben Hania I Predatori, de Pietro Castellitto Mainstream, de Gia Coppola Genus Pan, de Lav Diaz Zanka Contact, de Ismael El Iraki Guerra E Pace, de Martina Parenti, Massimo D’Anolfi La Nuit Des Rois, de Philippe Lacôte The Furnace, de Roderick Mackay Careless Crime, de Shahram Mokri Gaza Mon Amour, de Tarzan Nasser, Arab Nasser Selva Tragica, de Yulene Olaizola Nowhere Special, de Uberto Pasolini Listen, de Ana Rocha de Sousa The Best Is Yet To Come, de Wang Jing Yellow Cat, de Adilkhan Yerzhanov Fora de Competição – Sessões Especiais 30 Monedas, Episode 1, de Alex de la Iglesia Princesse Europe, de Camille Lotteau Omelia Contadina, de Alice Rohrwacher Jr Fora de Competição – Ficção Lacci, de Daniele Lucheti Lasciami Andare, de Stefano Mordini Mandibules, de Quentin Dupieux Love After Love, de Ann Hui Assandira, de Salvatore Mereu The Duke, de Roger Michell Night In Paradise, de Park Soon-jung Mosquito State, de Filip Jan Rymsza Fora de Competição – Documentário Sportin’ Life, de Abel Ferrara Crazy, Not Insane, de Alex Gibney Greta; de Nathan Grossman Salvatore, Shoemaker Of Dreams, de Luca Guadagnino Final Account, de Luke Holland La Verita Su La Dolce Vita, de Giuseppe Pedersoli Molecole, de Andrea Segre Narciso Em Ferias, de Renato Terra, Ricardo Calil Paulo Conte, Via Con Me, de Giorgio Verdelli Hopper/Welles: de Orson Welles
Emmy 2020: Lista de indicados destaca Netflix, Zendaya, Watchmen e The Mandalorian
A Academia de Televisão dos EUA revelou nesta terça (28/7) os indicados à edição 2020 do Emmy, a maior premiação da indústria televisiva (atualmente também de streaming), que este ano terá uma cerimônia virtual, devido à pandemia do novo coronavírus. A lista marca uma grande renovação em relação às edições passadas, nem tanto pela interrupção das produções pela covid-19, mas principalmente pela finalização de séries tradicionais da premiação, como “Game of Thrones” e “Veep”. Se a pandemia trouxe algum impacto foi no reconhecimento de mais títulos de streaming, com inclusão de séries da Disney+ (Disney Plus) (19 menções), Apple TV+ (18) e até da Quibi (10), ao lado das já tradicionais opções da Netflix, Amazon e Hulu. A Netflix, por sinal, finalmente abriu vantagem sobre a HBO, registrando o número recorde de 160 nomeações, enquanto sua grande rival da TV paga ficou com 107. O Emmy também valorizou as redes tradicionais, com 47 citações à produções da NBC e 37 da ABC. A FX foi o segundo canal pago mais lembrado, com 33 indicações, enquanto a Amazon Prime Video e a Hulu completaram o pódio do streaming, respectivamente com 30 e 26 indicações. Entre as estreias da lista, destaque para Zendaya, que emplacou uma vaga na disputada categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por sua performance em “Euphoria”. Mas ela não é a única novata da relação, que também rendeu as primeiras nomeações de algumas estrelas do cinema, como Cate Blanchett (por “Mrs. America”), Lupita Nyong’o (“Serengetti”), Octavia Spencer (“A Vida e a História de Madam C.J. Walker”), Sarah Snook (“Succession”) e Anna Kendrick (“Dummy”). Entre os homens, os novatos incluem Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Corey Hawkins (“Survive”), Christoph Waltz (“Most Dangerous Game”), Jeremy Strong (“Succession”), Billy Crudup (“The Morning Show”) e o cineasta Taika Waititi (“The Mandalorian”). A relação de indicados também contemplou Fred Willard e Lynn Shelton, recentemente falecidos. Willard concorre como Melhor Ator Convidado em Comédia, por “Modern Family”, enquanto Shelton foi lembrada na disputa de Melhor Direção de Minissérie, por “Little Fires Everywhere”. Mas a grande surpresa ficou por conta da quantidade expressiva de indicações obtidas por “The Mandalorian”, que inclusive vai disputar o Emmy de Melhor Série de Drama. A série que concorre a mais troféus, por sinal, é outra produção de sci-fi/fantasia, “Watchmen”. Recebeu 26 indicações. E os compositores Trent Reznor (do Nine Inch Nails) e Atticus Ross puxam duas dessas nomeações por sua trilha e uma música original. A dupla já tem o Oscar por “A Rede Social” (2010). “The Marvelous Mrs. Maisel” aparece em seguida com 20 indicações, enquanto “Ozark” e “Succession” surgem próximos com 18, acompanhados por “The Mandalorian”, “Saturday Night Live” e “Schitt’s Creek” com 15. Ao todo, 767 programas diferentes disputaram vagas no Emmy em mais de 100 categorias nesta temporada. Vale lembrar que nem todas as categorias são televisadas. A premiação é dividida entre dois fins de semana. As cerimônias dos prêmios técnicos, denominadas Creative Arts Emmy Awards, acontecerão nos dias 12 e 13 de setembro, enquanto a premiação principal tem sua realização marcada para 20 de setembro. Confira abaixo a lista dos indicados ao evento principal. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “The Crown” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Killing Eve” “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Sandra Oh, “Killing Eve” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Steve Carrell, “The Morning Show” Brian Cox, “Succession” Billy Porter, “Pose” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter, “The Crown” Laura Dern, “Big Little Lies” Julia Garner, “Ozark” Thandie Newton, “Westworld” Fiona Shaw, “Killing Eve” Sarah Snook, “Succession” Meryl Streep, “Big Little Lies” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Mark Duplass, “The Morning Show” Giancarlo Esposito, “Better Call Saul” Matthew Macfadyen, “Succession” Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale” Jeffrey Wright, “Westworld” Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter, “Homeland” Alik Sakharov, “Ozark” Ben Semanoff, “Ozark” Andrij Parekh, “Succession” Mark Mylod, “Succession” Benjamin Caron, “The Crown” Jessica Hobbs, “The Crown” Mimi Leder, “The Morning Show” Melhor Roteiro em Série de Drama “Better Call Saul – Bad Choice Road” “Better Call Saul – Bagman” “Ozark – Boss Fight” “Ozark – Fire Pink” “Ozark – All In” “Succession – This Is Not For Tears” “The Crown – Aberfan” Melhor Série de Comédia “Curb Your Enthusiasm” “Disque Amiga para Matar” “The Good Place” “Insecure” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” “What We Do in The Shadows” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Linda Cardellini, “Disque Amiga para Matar” Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Issa Rae, “Insecure” Tracee Eliss Ross, “Blackish” Melhor Ator em Série de Comédia Michael Douglas, “O Método Kominski” Anthony Anderson, “Blackish” Ted Danson, “The Good Place” Don Cheadle, “Black Monday” Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Ramy Youssef, “Ramy” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” D’Arcy Carden, “The Good Place” Betty Gilpin, “GLOW” Marin Hinkle, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Yvonne Orji, “Insecure” Cecily Strong, “Saturday Night Live” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Mahershala Ali, “Ramy” Alan Arkin, “O Método Kominsky” Andre Braugher, “Brooklyn Nine-Nine” Sterling K. Brown, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Tony Shalhoub, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson, “Saturday Night Live” Melhor Direção em Série de Comédia Gail Mancuso, “Modern Family” Ramy Youssef, “Ramy” Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Matt Shakman, “The Great” Amy Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” James Burrows, “Will & Grace” Melhor Roteiro em Série de Comédia “Schitt’s Creek – Happy Ending” “Schitt’s Creek – The Presidential Suite” “The Good Place – Whenever You’re Ready” “The Great – The Great” “What We Do in the Shadows – Collaboration” “What We Do in the Shadows – Ghosts” “What We Do in the Shadows – On The Run” Melhor Minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Inacreditável” “Nada Ortodoxa” “Watchmen” Melhor Telefilme “American Son” “Má Educação” “Dolly Parton’s Heartstrings” “These Old Bones” “El Camino A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt Kimmy vs. The Reverend” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett, “Mrs. America” Shira Haas, “Nada Ortodoxa” Regina King, “Watchmen” Octavia Spencer, “A Vida e a História de Madam C.J. Walker” Kerry Washington, “Little Fires Everywhere” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Jeremy Irons, “Watchmen” Hugh Jackman, “Má Educação” Paul Mescal, “Normal People” Jeremy Pope, “Hollywood” Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Toni Collette, “Inacreditável” Margo Martindale, “Mrs. America” Jean Smart, “Watchmen” Holland Taylor, “Hollywood” Tracey Ullman, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Jovan Adepo, “Watchmen” Tituss Burgess, “Unbreakable Kimmy Schmidt” Louis Gossett Jr., “Watchmen” Jim Parsons, “Hollywood’ Dylan McDermott, “Hollywood” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Lynn Shelton, “Little Fires Everywhere” Lenny Abrahamson, “Normal People” Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Nicole Kassell, “Watchmen” Steph Green, “Watchmen” Stephen Williams, “Watchmen” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme “Mrs. America – Shirley” “Normal People – Episode 3” “Inacreditável – Episode 1” “Nada Ortodoxa – Part 1” “Watchmen – This Extraordinary Being” Melhor Talk Show de Variedades “The Daily Show with Trevor Noah” “Full Frontal” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “The Masked Singer” “Nailed It!” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”
Versão online da Comic-Con decepciona e reúne pouco público
Primeira tentativa de realizar um grande evento de forma virtual, a versão online da Comic-Con não conseguiu empolgar o público e fracassou em materializar uma versão digital da convenção real. Os organizadores prometeram o melhor dos mundos, uma edição cheia de atrações, gratuita e sem filas. Mas a Comic-Con@Home teve poucas estrelas do mundo do entretenimento e, tragicamente, pouca presença de fãs. Além da baixa visualização dos vídeos disponibilizados, faltaram fãs na própria programação. Maior atrativo de qualquer Comic-Con, os cosplays acabaram esquecidos pelos organizadores, sem aparecer em nenhum vídeo, embora habitualmente sejam as imagens mais associadas à festa geek. Também não houve comércio virtual, um oportunidade perdida para promoções e lançamentos que, em outros tempos, movimentariam fortunas nos corredores do centro de convenções de San Diego. Faltou até programação interativa – e alternativa – , com passatempos temáticos. A Comic-Con@Home se restringiu a uma sucessão de vídeos produzidos com o aplicativo Zoom, reunindo cabeças falantes. E, aparentemente, alguns desses vídeos, apresentados como “lives”, eram pré-gravados. Keanu Reeves, que participou de dois painéis no fim de semana – para divulgar “Bill & Ted: Encare a Música” e comentar os 15 anos de “Constantine” – , acabou sendo a maior estrela do evento, que ainda contou com o elenco do filme “Os Novos Mutantes”, das séries das franquias “Star Trek” e “The Walking Dead”, e um punhado de outras atrações televisivas. Apesar de alardeados 350 painéis online, menos de duas dezenas foram dedicados a filmes e séries. Já as discussões acadêmicas sobre o que representa “A máscara nos quadrinhos de ‘Watchmen'”, “A psicologia da cultura pop de Natal” e “A ciência de ‘Star Trek'” ficaram às moscas. Não por acaso, a grande maioria dos vídeos disponibilizadas na página da Comic-Con Internacional no YouTube registrou menos de 2 mil visualizações. Alguns não conseguiram atrair nem 500 pessoas. A Comic-Con Internacional sempre teve esses debates obscuros, mas eles nunca chamaram tanta atenção quanto em sua versão virtual. O formato do evento “democratizou” a programação, colocando painéis hollywoodianos ao lado de discussões da “academia dos geeks”, sem priorizar destaques. A única divisão oferecida foi a dos dias da semana. Mais assistido de todos os painéis, o encontro de vários intérpretes da série “Vikings”, da 1ª à última temporada, atraiu o interesse de 223 mil pessoas. Só outro vídeo chegou perto desses números: “Os Novos Mutantes”, que reuniu 213 mil pessoas. Este painel foi também o que mais caprichou em novidades. Além de reunir o diretor e o elenco completo, apresentou a primeira cena do filme e um trailer inédito. Nenhum outro momento da programação chegou perto desse volume. Entre os bate-papos mais bem-sucedidos, o debate com Keanu Reeves sobre “Constantine” foi visto por 67 mil e um painel dedicado aos papéis heroicos de Charlize Theron teve 57 mil visualizações. Dentre as séries, depois de “Vikings” o programa mais assistido foi dedicado a “The Walking Dead”, que reuniu 87 mil fãs, seguido por “Fear The Walking Dead”, visto por 72 mil e um painel com diversas atrações do universo “Star Trek”, prestigiado por 64 mil. Outros destaques incluíram a participação do elenco de “The Boys”, com 54 mil visualizações, “His Dark Materials”, com 44 mil, e o curioso empate de público dos painéis de “The 100”, “Wynona Earp” e “What We Do in The Shadows”, com 34 mil espectadores. O dado negativo ficou por conta do desinteresse gerado pelo painel da 4ª temporada de “Van Helsing”, visto por apenas 4 mil pessoas. A falta de grandes atrativos se deveu à ausência de produções da Disney e da WarnerMedia. Os dois conglomerados decidiram dar pouca importância para o evento, porque têm outros planos de divulgação. A Disney tem sua própria “Comic Con”, a D23 Expo, que este ano também deverá ser virtual, e a Warner anunciou sua primeira convenção dedicada às atrações da DC Comics, a DC FanDome, que vai acontecer no dia 22 de agosto. Se a realização da Comic-Con@Home não foi exatamente o que os fãs esperavam, o que acabou se materializando serviu para alertar os “concorrentes” sobre o que precisa ser aperfeiçoado. Além disso, demonstrou para todo mundo que não é caro nem muito difícil organizar uma convenção digital. Sem as dificuldades logísticas para reunir diversos astros num mesmo local, acomodar o público e ainda contar com equipamento sofisticado para exibições especiais, até fãs estão fazendo convenções online. Durante o fim de semana da Comic-Con, aconteceram duas: JusticeCon, dedicada à “Liga da Justiça”, com a presença do diretor Zack Snyder e do ator Ray Fisher (Ciborgue), e #SaveDaredevil, com diversos atores e a equipe da série “Demolidor”. Só a entrevista com Zack Snyder na JusticeCon foi acompanhada por 281 mil pessoas. Ou seja, teve mais público que a atração mais vista da Comic-Con@Home.
P-Valley é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano Starz anunciou a renovação de “P-Valley” para sua 2ª temporada. A renovação da série criada por Katori Hall aconteceu após a exibição do terceiro episódio, que foi ao ar no domingo (26/7), e na comprovação da força de sua audiência. “P-Valley” estabeleceu o recorde de estreia mais vista no aplicativo de streaming do canal Starz, aumentando a audiência do Starzplay em 37% nos três primeiros episódios. O número de espectadores, porém, não foi revelado. “‘P-Valley’ se tornou rapidamente a mais nova série de televisão imperdível deste verão, tanto para os críticos quanto para o público, graças a personagens autênticos e atraentes que fazem o cenário do The Pynk ganhar vida”, disse Christina Davis, presidente de programação original do canal, em comunicado. “Katori entregou um drama provocativo que olha além do glamour e dos corações e mentes desses personagens plenamente realizados e convincentes, explorando-os através de um olhar feminino que convida o público a dar um passeio em seus saltos altos. Sabemos que Katori tem muitas histórias incríveis para contar e muita coisa para essas mulheres na 2ª temporada”, completou. Katori Hall, que fez sua estreia como produtora-roteirista televisiva, é autora da peça “Pussy Valley”, em que a trama se baseia. A série se passa num clube barato de strip-tease do interior do Mississippi e acompanha os sonhos e desilusões de um grupo de funcionárias do local, que atende principalmente homens negros de baixo poder aquisitivo. Além da criadora e de um elenco composto primordialmente por mulheres negras, a produção também escalou diretoras negras para comandar os episódios, como a responsável pelo piloto, Karena Evans, que assinou vários clipes do rapper Drake – “In My Feelings”, “Nice for What”, “God’s Plan”, etc. Já o elenco destaca Brandee Evans (“The Bobby Brown Story”), Nicco Annan (“This is Us”), Shannon Thornton (“Power”), Elarica Johnson (“Harry Potter e o Enigma do Príncipe”), Skyler Joy (“Ma”), J. Alphonse Nicholson (“Chicago P.D.”), Parker Sawyers (“Southside with You”), Harriet D. Foy (“Elementary”), Tyler Lepley (“The Haves and the Have Nots”) e Dan J. Johnson (“Underemployed”). No Brasil, a série é disponibilizada pelo Starzplay, simultaneamente à exibição nos EUA. Veja o trailer legendado abaixo.
Phineas e Ferb: Candace contra o Universo ganha clipe musical
A Disney+ (Disney Plus) divulgou um clipe musical extraído de “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo”, que mostra Candance cantando feliz, até se lembrar dos terrores criados por seus irmãos, Phineas e Ferb. A cena chega a incluir uma banda de apoio, numa referência à tradição dos desenhos roqueiros dos anos 1960 e 1970, que sempre tinham clipes no meio de seus episódios. A música, chamada “Such a Beautiful Day”, também foi disponibilizada como single no Spotify. Vale lembrar que Candace é dublada por Ashley Tisdale, que já demonstrou seus dotes vocais na franquia “High School Musical” original, do Disney Channel. “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo” é o segundo longa animado derivado da série “Phineas e Ferb”, também do Disney Channel, mas será o primeiro a estrear em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus), com estreia marcada para o dia 28 de agosto. A animação focará na história da irmã mais velha dos protagonistas, que se sente deixada de lado pela família e é abduzida por alienígenas.
Primeira série do diretor de Me Chame pelo Seu Nome ganha trailer legendado
A HBO Brasil divulgou o trailer completo e legendado de “We Are Who We Are”, primeira série dirigida pelo cineasta italiano Luca Guadagnino (de “Me Chame pelo Seu Nome” e “Suspiria”). A prévia revela a data de estreia e que a atração vai enfatizar questões de identidade sexual na adolescência – como em “Me Chame pelo Seu Nome”. A série se passa numa base militar dos EUA em Veneto, na Itália, e foi escrita por Guadgnino em parceria com Paolo Giordano (“A Solidão dos Números Primos”), Francesca Manieri (“Minha Filha”) e Sean Conway (“Ray Donovan”). Segundo a sinopse, a trama acompanha dois adolescentes americanos, Fraser e Caitlin, que moram na base devido ao trabalho dos pais, e vai explorar temas típicos dessa fase da vida, como amizade, primeiro amor, identidade, confusão e angústia. Trata-se de “uma história que pode acontecer em qualquer lugar o mundo, mas, neste caso, acontece num pequeno pedaço dos EUA na Itália”. Os dois protagonistas são vividos por Jack Dylan Grazer (o Eddie de “It: A Coisa”, com o cabelo loiro) e a estreante Jordan Kristin Seamon. O elenco também destaca Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”) e a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”) como as mães do personagem de Fraser, o rapper Scott “Kid Cudi” Mescudi (“Westworld”) e Faith Alabi (“Cold Feet”) como os pais de Caitlin, além de Tom Mercier (“Synonymes”), Spence Moore II (“All American”) e Francesca Scorsese, a filha caçula e adolescente do cineasta Martin Scorsese. “We Are Who We Are” é uma coprodução da HBO com o canal pago europeu Sky, e estreia em 14 de setembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.
A busca da vacina de covid-19 vai virar série do diretor de Vice
O diretor de “A Grande Aposta” (2016) e “Vice” (2018) vai trocar a economia e a política pela ciência em seu próximo projeto. Adam McKay vai produzir uma série sobre a busca de uma vacina para o novo coronavírus. A HBO aprovou a produção de “The First Shot”, minissérie baseada no livro homônimo – e ainda inédito – do jornalista Brendan Borrell sobre as empresas envolvidas na pesquisa, a ciência das vacinas e os desafios em relação ao acesso e segurança da vacinação contra a covid-19. Borrell tem escrito sobre a pandemia de coronavírus em publicações como National Geographic, Wired e Science. O projeto faz parte de um acordo geral firmado entre a produtora de McKay, Hyperobject Industries, e a WarnerMedia, que já rendeu a série “Succession” na HBO e colocou em desenvolvimento várias minisséries, como uma adaptação do filme “Parasita”, de Bong Joon-ho, e a história do time de basquete Los Angeles Lakers dos anos 1980, ambas também na HBO. McKay ainda está desenvolvendo uma série de antologia sobre mudanças climáticas para a HBO Max.











