Super-heroína animada Vixen vai ganhar carne e osso e aparecer na série Arrow
A heroína dos quadrinhos Vixen, lançada pela rede CW numa websérie animada, vai ganhar carne e osso. E será encarnada por sua própria dubladora, a atriz Megalyn Echikunwoke (série “The Following”). Ela vai aparecer na série “Arrow” a partir de fevereiro, informou a DC Entertainment por meio de comunicado. Criada em 1981 por Gerry Conway e Bob Oksner, Vixen já integrou o Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça, e recentemente estrelou sua própria minissérie em quadrinhos. Exibida pelo canal digital CW Seed, a websérie “Vixen” contou sua origem: como Mari McCabe, uma jovem orfã, herdava um estranho artefato de sua família, um totem capaz de dar habilidades de qualquer animal selvagem para aquele que o possui. A animação contou também com a dublagem de integrantes do universo de super-heróis do canal CW, com participações do Arqueiro Verde (Stephen Amell), Felicity Smoak (Emily Bett Rickards), Flash (Grant Gustin) e Cisco Ramon (Carlos Valdes). O produtor executivo Marc Guggenheim comemorou o fato, em declaração oficial: “Além de estarmos emocionados por expandir o universo televisivo da DC ao trazer a encarnação live-action do hit da CW Seed, ‘Vixen’, estamos imensamente animados por ter Megalyn vivendo novamente seu papel como Mari McCabe”. Vixen vai estrear em carne e osso no 15º episódio da temporada atual de Arrow, previsto para ir ao ar no dia 24 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Star Wars: O Despertar da Força tem maior arrecadação de dia de estreia de todos os tempos
Após registrar a maior bilheteria de estreia no Brasil em 2015, “Star Wars: O Despertar da Força” bateu o recorde de arrecadação num único dia na América do Norte… em todos os tempos. Foram US$ 57 milhões somente nas sessões antecipadas de quinta (17/12), muitas delas programadas para a meia-noite. E a lotação continuou esgotada nas horas seguintes. Estimativas da Disney dão conta de que o filme superou os US$ 120 milhões em suas primeiras 24 horas de exibição, deixando bem para trás o antigo recordista, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”, que faturou US$ 91 milhões em seu primeiro dia de exibição nos EUA. Até quinta, a arrecadação internacional também já estava em US$ 120 milhões. E isto antes da estreia na maioria dos países, programada para sexta-feira (18/12) como nos EUA. Lançado em 4.134 salas nos EUA e Canadá, o filme vendeu cerca de US$ 100 milhões somente em ingressos antecipados para sessões no fim de semana. Quem deixou para comprar entradas na última hora, se deparou com a mensagem de “esgotado” nas bilheterias dos cinemas. A estimativa para a arrecadação total do fim de semana aponta que a produção superará facilmente os US$ 200 milhões. Os mais ousados projetam a conta para US$ 250 milhões. Apenas na América do Norte. A Disney começa agora a contagem regressiva para comemorar a quebra de novos recordes financeiros.
Macaulay Culkin revela trauma causado por Esqueceram de Mim em curta de humor negro
A comédia “Esqueceram de Mim” (1990) transformou o ator-mirim Macaulay Culkin num astro, mas também deixou traumas profundos, que se manifestam especialmente no período natalino, como revela um curta de humor negro disponibilizado no YouTube – infelizmente, sem legendas. No vídeo, Culkin volta a viver o pequeno Kevin, agora adulto, reaparecendo como um motorista de táxi substituto, repleto de complexos, que ainda não superou o fato de ter sido esquecido pelos pais durante o Natal de 1990. “Sozinho. Sozinho em casa por uma semana. Eu defendi minha casa de dois invasores psicopatas. E era apenas uma criança”, ele relata a um passageiro. A lamentação é interrompida por um assaltante, que tem uma surpresa ao se deparar com o jovem, preparado para enfrentar bandidos desde criança. Na verdade, Kevin virou um psicopata, que comemora o Natal acendendo luzes coloridas em “invasores de lares”, antes de sangrá-los. O sucesso de “Esqueceram de Mim” rendeu uma continuação em 1991, também com Culkin, que se manteve em alta até 1994, quando, aos 14 anos de idade, ganhou uma fortuna para estrear a versão de cinema do personagem de quadrinhos Riquinho. A partir daí, envolveu-se numa briga com os pais sobre o destino de seu dinheiro e se recusou a estrelar novos filmes até se tornar maior de idade. O retorno aconteceu em “Party Monster” (2003), filme sobre sexo, drogas e música eletrônica que contrastava frontalmente com seus trabalhos anteriores. Ele fez também a divertida comédia teen “Galera do Mal” (2004), mas sua carreira não teve sequência, voltando a desaparecer após “Sex and Breakfast” (2007). Nos últimos anos, Macaulay tentou emplacar uma carreira de artista plástico, mas acabou voltando à mídia apenas por conta de revistas sensacionalistas que o descrevem como viciado. O curta marca o começo de uma websérie do ator Jack Dishel, intérprete do passageiro. Por sinal, ele também vai contracenar com Culkin no filme “Adam Green’s Aladdin”, que marcará a volta do ator ao cinema após nove anos.
Twin Peaks: Vídeo marca o início da produção da volta da série clássica
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro teaser de “Twin Peaks”. A prévia revela o início da produção, com o descortinamento da placa que indica a entrada da cidade, de volta à locação original, entre montanhas e florestas, e ao som da marcante trilha sonora de Angelo Badalamenti. Escrito pelos criadores da atração original, o cineasta David Lynch e o roteirista Mark Frost, a “3ª temporada” retomará a trama após duas décadas, com o retorno do agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan) à pequena cidade do estado de Washington. Com ele, voltam também os moradores originais de Twin Peaks. Mas haverá novidades no elenco, como as participações de Amanda Seyfried (“Ted 2”), Balthazar Getty (“O Juiz”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Robert Knepper (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”) e Robert Forster (“Invasão a Casa Branca”). Todos os episódios serão dirigidos por David Lynch, visando uma estreia apenas para 2017.
Fuller House: Veja o primeiro teaser da série que vai continuar Três É Demais
O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser de “Fuller House”, série que vai continuar a história da atração clássica “Três É Demais” (Full House, em inglês). A prévia passeia pela casa que dá título à série, enquanto as vozes dos personagens são ouvidas do lado de fora, prestes a entrar. A 1ª temporada, que terá 13 episódios, contará com a volta de quase todo o elenco original. A série de 1987 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Fez tanto sucesso que durou oito temporadas no canal americano ABC e incontáveis reprises nas madrugadas da TV aberta brasileira. Na continuação, uma das filhas originais, D.J. passará por uma situação similar à vivida por seu pai. Viúva recente, mãe de dois filhos – de 12 e 7 anos de idade – e grávida do terceiro, ela contará com contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem voltará a ser vivida por Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O elenco inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que também tem uma filha adolescente. O trio original de protagonistas também está confirmado, em participações especiais. Saget repetirá o papel de seu pai, Danny Tanner, que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Além deles, Lori Loughlin voltará a interpretar a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos). No final da série, ela deu luz a gêmeos, que devem ser referidos na trama. Apenas as gêmeas Olsen se recusaram a participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. Além de estrelar, John Stamos também é o produtor da atração, dividindo a responsabilidade com Jeff Franklin, criador da série original, e Robert L. Boyett, produtor de “Três É Demais”. A estreia acontece no Netflix em 26 de fevereiro.
Trailer de suspense junta Josh Duhamel, Anthony Hopkins e Al Pacino
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer e o pôster do suspense “Misconduct”, estrelado por Josh Duhamel (“Um Porto Seguro”), Anthony Hopkins (“Thor”) e Al Pacino (“Não Olhe para Trás”). O cartaz, por sinal, lembra outro filme de Pacino, “Advogado do Diabo” (1997), que também enredava um jovem advogado numa trama sinistra (compare abaixo). A prévia acompanha Duhamel no papel de Kean… de um advogado que trabalha para Pacino num caso contra um magnata bilionário (Hopkins), e que logo se vê envolvido por sua sedutora informante numa trama diabólica. Conduzindo o suspense por muitas reviravoltas, o vídeo culmina com a perseguição do advogado pela polícia, vítima de um complô de corrupção, chantagens e assassinato. O elenco também destaca Byung-hun Lee (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), Glen Powell (série “Scream Queens”) e as loiras Malin Akerman (“CBGB”), Alice Eve (“Além da Escuridão – Star Trek”) e Julia Stiles (“O Ultimato Bourne”). “Misconduct” marca a estreia na direção do produtor Shintaro Shimosawa, americano que se especializou na produção de remakes de terror japonês e escreveu o roteiro de “Ecos do Mal” (2008). O roteiro, por sua vez, foi escrito pela dupla Simon Boyes e Adam Mason, que também é especialista em horror – escreveram juntos “Jogos Sangrentos” (2006), “A Cadeira do Diabo” (2007) e outros terrores baratos, lançados diretamente em vídeo no Brasil. A estreia de “Misconduct” está marcada para 5 de fevereiro nos EUA e não há previsão para seu lançamento no Brasil.
James Cameron anuncia relançamento de O Exterminador do Futuro 2 em 3D
James Cameron resolveu lembrar a Hollywood como se faz um filme do “Exterminador do Futuro”. O cineasta anunciou que se juntou aos estúdios DMG Entertainment e Studiocanal para relançar nos cinemas do mundo inteiro uma versão 3D de “O Exterminador do Futuro 2” em 2016. Segundo o site The Hollywood Reporter, o principal alvo deste relançamento é o mercado chinês, o segundo maior do mundo e onde o recente “Exterminador do Futuro: Genesis” teve sua melhor bilheteria internacional – US$ 112.8 milhões. Além deste detalhe, o segundo filme da saga de viagem no tempo nunca foi lançado na China. “No ano que vem, ‘Exterminador do Futuro 2’ completa 25 anos e pareceu ser o momento certo de trazê-lo de volta, só que agora com uma versão nova em 3D. Se você não viu, esta será a versão que você vai querer ver e lembrar”, contou Cameron. O filme de 1991 marcou época por trazer Arnold Schwarzenegger como um exterminador bonzinho, introduzir pela primeira vez o futuro líder da humanidade John Connor e incluir efeitos especiais revolucionários para a época. Depois disso, a franquia ainda rendeu mais três filmes, que não fizeram o mesmo sucesso, além de uma série de TV, todos sem a participação de Cameron, que recuperará os direitos dos personagens, por contrato, em 2019.
Série Vikings voltará com o dobro de episódios em sua 4ª temporada
A série “Vikings” voltará maior e mais forte em sua 4ª temporada, com a encomenda de novos episódios adicionais. Ao todo, os fãs da saga de Ragnar Lothbrok terão 20 episódios para se regozijar em 2016, que o canal pago americano History promete ser a mais grandiosa da produção. Deste modo, a 4ª temporada terá o dobro de duração das anteriores, que exibiram apenas 10 episódios. A estratégia, porém, manterá uma divisão entre os 10 primeiros e os demais episódios, marcada por uma longa pausa no meio da temporada. Isto se deve à necessidade de gravar os novos capítulos, que não estavam previstos e ainda nem começaram a ser produzidos. A nova temporada teve sua estreia marcada para 18 de fevereiro, e voltará com a segunda metade dos episódios ainda em 2016, no segundo semestre. São esperadas novas batalhas dignas do cerco de Paris, que quase custou a vida a Ragnar (Travis Fimmel) na temporada anterior, mas os novos episódios também tratarão da busca por seu sucessor. Ciente da própria mortalidade, Ragnar precisará definir quem é seu herdeiro ao trono, incluindo seu filho mais velho, Bjorn (Alexander Ludwig), e os de sua segunda esposa, a Rainha Aslaug (Alyssa Sutherland). Enquanto isso, seu irmão Rollo (Clive Standen) faz seus próprios planos, traindo os vikings numa aliança com os francos de Paris.
Compositor brasileiro é pré-selecionado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora
O compositor brasileiro Heitor Pereira pode disputar o Oscar 2016. Ele entrou na longa lista de candidatos ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação “Minions”. Mas antes de o ufanismo subir à cabeça, vale explicar que esta listinha tem 112 filmes pré-selecionados. Heitor Pereira, que já tocou com Ivan Lins e foi guitarrista da banda Simply Red, tem uma ficha extensa de trilhas para Hollywood, com ênfase em trabalhos de animação e comédias infantis, como “Meu Malvado Favorito 2″ (2013), “Os Smurfs” (2011) e “Perdido pra Cachorro” (2008). Ele também é responsável pela trilha da vindoura animação “Angry Birds – O Filme”, que estreia em maio no Brasil. Entre os demais concorrentes na categoria de Melhor Trilha Sonora Original ainda se destacam “A Grande Aposta”, “Aliança do Crime”, “Ponte dos Espiões”, “Brooklyn”, “À Beira Mar”, “Carol”, “Os Oito Odiados“, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”, “No Coração do Mar”, “Perdido em Marte”, “007 Contra Spectre ” e “Star Wars: O Despertar da Força”, entre dezenas de outros. Apenas cinco filmes serão indicados ao Oscar, em anúncio que acontecerá no dia 14 de janeiro no teatro Samuel Goldwyn de Beverly Hills, em Los Angeles. A 88ª edição da premiação do Oscar será realizada no dia 28 de fevereiro, no teatro Dolby de Hollywood, também em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pela rede Globo e pelo canal pago TNT.
Sean Penn viverá um dos piores presidentes da história dos EUA em minissérie dos criadores de Narcos
O ator Sean Penn, vencedor do Oscar por “Sobre Meninos e Lobos” (2003) e “Milk” (2008), vai viver o 17º presidente dos EUA, Andrew Johnson (1808 – 1875), numa minissérie desenvolvida pelos criadores de “Narcos”, os roteiristas Doug Miro e Carlo Bernard. A informação é do site The Hollywood Reporter. Com seis episódios produzidos para o canal pago HBO, a atração adaptará a biografia “American Lion: Andrew Jackson in the White House”, escrita por Jon Meacham e vencedora do Prêmio Pulitzer. O projeto pretende contar a história do ex-presidente, que foi o único senador do Sul dos EUA a permanecer em Washington e se posicionar do lado da União durante a guerra civil. Quando o país buscava se reunificar, tornou-se vice-presidente, e só assumiu a Casa Branca devido ao assassinato de Abraham Lincoln. No poder, lutou contra um Congresso radical, tornando-se também o primeiro presidente americano a sofrer um processo de impeachment. Ele permaneceu no cargo pela diferença de apenas um voto a seu favor, mas entrou para a História como um dos piores presidentes do país, devido à sua recusa em reconhecer os direitos civis dos antigos escravos libertados no Sul. Mesmo assim, foi o único ex-presidente a disputar e vencer uma nova eleição – ao Senado – após deixar a Casa Branca. Além de protagonista, Penn também será o produtor executivo da minissérie, que foi apresentado ao estúdio Lionsgate e à HBO por Matt Jacobson, diretor do Facebook. Ele também será um dos produtores executivos, junto com Miro e Bernard. O escritor Jon Meacham também será um dos consultores do projeto, que ainda não tem previsão de estreia.
Que Horas Ela Volta? fica fora da disputa do Oscar
A aposta brasileira para o Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira não conseguiu se qualificar entre os pré-selecionados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. A lista dos nove semifinalistas, que disputarão lugar entre as cinco indicações, deixou de fora “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert. A inclusão no Oscar chegou a ser considerada uma possibilidade após o filme ser indicado ao Critics Choice Awards, mas o Brasil vai mesmo completar 17 anos sem emplacar na categoria. O último brasileiro que disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira foi “Central do Brasil”, em 1999. Depois disso, apenas “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” foi pré-selecionado, porém, não chegou entre os cinco finalistas ao Oscar 2007. Os filmes escolhidos este ano são predominante europeus, com um candidato vindo do Oriente Médio, o jordaniano “Theeb”, e somente um longa latino, o colombiano “El Abrazo de la Serpiente”. A ironia é que, apesar de listar sete longas do velho continente, acabou ficando de fora justamente o premiado como melhor filme do ano pela Academia de Cinema Europeu: “Juventude”, de Paolo Sorrentino, diretor que já venceu o Oscar da categoria com “A Grande Beleza”, em 2014. Isto aconteceu porque seu novo trabalho é falado em inglês. Curiosamente, a lista também não contempla nenhum dos vencedores dos principais festivais europeus de 2015, por opção exclusiva de seus países de origem. A Venezuela não inscreveu “Desde Allá”, vencedor do Festival de Veneza, a França ignorou “Dheepan”, vencedor de Cannes, e o Irã jamais daria reconhecimento ao vencedor de Berlim, “Táxi Teerã”, filmado na clandestinidade por Jafar Panahi. Isso deixa a disputa bastante aberta, ainda que seja possível considerar “O Filho de Saul” favorito, especialmente por sua temática: filmes sobre o holocausto costumam vencer muitos prêmios da Academia. Apesar disso, não se deve menosprezar a produção francesa “Cinco Graças”, filmado na Turquia por uma cineasta turca, Deniz Gamze Ergüven, que tem encantado por sua mensagem em favor da liberdade de expressão. Se faltaram filmes mais premiados – cadê o chileno “O Clube”? – , sobraram filmes de pouca repercussão, que focam temas tradicionais de Hollywood, como o dinamarquês “A War”, sobre a Guerra do Afeganistão, e o alemão “Labirinto de Mentiras”, sobre o nazismo. Além disso, quatro dos nove longas selecionados foram dirigidos por cineastas estreantes. Dos mais experientes, apenas dois, o dinamarquês Tobias Lindholm e o belga Jaco Van Dormael, têm uma filmografia respeitável. Mas talvez a maior surpresa da lista seja a inclusão do irlandês “Viva”, que acompanha a história de uma drag queen cubana odiada pelo própria pai. O longa de Paddy Breathnach, especialista em produções comerciais descartáveis, não tinha recebido nenhum prêmio ou maior distinção até agradar a Academia. Ao todo, filmes de 81 países foram inscritos na categoria. Os cinco indicados definitivos serão anunciados no dia 14 de janeiro de 2016. A cerimônia de entrega do Oscar está marcada para o dia 28 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Los Angeles. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir a lista completa de filmes pré-selecionados ” state=”closed”] Pré-selecionados ao Oscar 2016 de Melhor Filme em Língua Estrangeira Alemanha: Labirinto de Mentiras, de Giulio Ricciarelli Bélgica: The Brand New Testament, de Jaco Van Dormael Colômbia: El Abrazo de la Serpiente, de Ciro Guerra Dinamarca: A War, de Tobias Lindholm Finlândia: The Fencer, de Klaus Härö França: Cinco Graças, de Deniz Gamze Ergüven Hungria: O Filho de Saul, de László Nemes Irlanda: Viva, de Paddy Breathnach Jordânia: Theeb, de Naji Abu Nowar [/symple_toggle]
Estrela de Star Wars: O Despertar da Força, o droid BB-8 ganha vídeo sobre os bastidores de sua criação
Com a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney divulgou um vídeo dedicado a um dos novos personagens que tem tudo para fazer milhões de fãs a partir desta quinta (17/12): o pequeno droid BB-8. A prévia aborda desde a concepção, em traços rabiscados num guardanapo pelo diretor J.J. Abrams, até as cenas em que ele contracena com Daisy Ridley, que ao final desafia o público a não se apaixonar pelo pequenino robô. “Star Wars: O Despertar da Força” já está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Roteirista de O Caçador e a Rainha do Gelo vai escrever o reboot de As Panteras
A Sony Pictures contratou o roteirista Evan Spiliotopoulos para assinar o reboot da franquia “As Panteras” nos cinemas. A informação é do site The Hollywood Reporter. A produção representará uma grande mudança para o escritor grego, que se especializou em fantasias juvenis. Em sua filmografia estão a animação “Tinker Bell e o Tesouro Perdido” (2009), “Hércules” (2014) e os vindouros “A Bela e a Fera” e “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O filme será dirigido pela atriz Elizabeth Banks, que estreou na nova função com o sucesso “A Escolha Perfeita 2” (2015). A trama voltará a adaptar a série de TV homônima (“Charlie’s Angels”, no original), exibida entre 1976 e 1981. A primeira e mais famosa encarnação do trio de detetives era estrelada por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith, contratadas pelo misterioso milionário Charlie para ajudar clientes contra criminosos perigosos. Imune à passagem do tempo, a atração também já teve duas versões de cinema. “As Panteras” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003) juntaram Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu e somaram uma arrecadação de US$ 523 milhões. Depois disso, a franquia ensaiou voltar para a TV, mas a nova série, de 2011, teve um péssimo desempenho e foi cancelada na metade de sua 1ª temporada. O envolvimento de Elizabeth Banks pode assinalar que a Sony esteja planejando seguir os passos de outra adaptação de série clássica, “Anjos da Lei”, apostando na comédia. Ainda não há previsão de estreia para o reboot da franquia, mas antes a diretora deve comandar “A Escolha Perfeita 3”, que já tem cronograma para suas filmagens.












