House of Cards: Trailer intenso marca clima de guerra entre o Presidente a Primeira Dama
O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer da 4ª temporada de “House of Cards”. Tenso, intenso e violento, o vídeo reflete o novo status do relacionamento entre o Presidente Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey, e a Primeira Dama Claire Underwood, vivida por Robin Wright, em clima de guerra psicológica. “Nós tínhamos um futuro até você começar a destruí-lo”, diz Spacey, em tom ameaçador. O casal também ilustra o pôster. O quarto ano de House of Cards também incluirá participação do ator Joel Kinnaman (“RoboCop”). A estreia acontece em 4 de março e a série já foi renovada para sua 5ª temporada.
Beat Bugs: Série animada com música dos Beatles ganha primeiro teaser
O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser de “Beat Bugs”, série animada que acompanha uma banda de besouros que toca músicas dos Beatles. A produção inclui 50 composições dos Beatles, que foram gravadas por artistas contemporâneos. A canção que embala a prévia, “Magical Mistery Tour”, é cantada por Eddie Vedder (da banda Peal Jam). Outros artistas confirmados na trilha sonora da animação são Sia, Chris Cornell (da banda Soundgarden), Pink, Of Monsters and Men e Regina Spektor A série foi criada por Josh Wakely (roteirista do curta “My Mind’s Own Melody”) e propõe incentivar uma nova geração de crianças a ter contato com a música dos Beatles. A materialização do projeto foi um acordo raro, pois as músicas dos Beatles não recebem muitas liberações. Mas os Beatles já foram explorados pela animação antes. Além da clássica animação psicodélica “Yellow Submarine” (1968), John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram personagens de uma série animada americana, que durou três temporadas, entre 1965 e 1967, divulgando a música da banda para as crianças da época. A estreia está prevista para agosto no serviço de streaming.
Deadpool é a maior estreia da semana, que ainda inclui mais dois candidatos ao Oscar
O filme do super-herói “Deadpool” é a principal estreia da semana. Apesar do perfil de blockbuster, o lançamento em fevereiro assume que não se trata de um título típico do verão americano. Exibido com classificação etária para 16 anos no Brasil (mais baixa que o “R” obtido nos EUA), “Deadpool” subverte a fórmula dos super-heróis com um personagem que conversa com o público, fala palavrões, manifesta-se com violência e se porta de forma imprópria para menores. O resultado é ainda mais divertido que o primeiro “Kick-Ass” (2010), o filme que inaugurou esse filão de comédia ultraviolenta com heróis de quadrinhos, com uma diferença crucial: trata-se de uma criação da Marvel! A outra estreia ampla da semana também apela, com resultado diverso. “Um Suburbano Sortudo” é um teste de profundidade para o baixo nível nacional. Um verdadeiro marco histórico, repleto de clichês, caricaturas e piadas de duplo sentido, estrelado por Rodrigo Sant’anna, um humorista de TV que gosta de fazer piada montado como travesti/drag queen/mulher, mas que o roteiro insiste em juntar com a mocinha da história (Carol Castro, a bonitinha dos filmes ruins). A nova comédia brasileira vem da mesma fábrica de “Até que a Sorte nos Separe”: o diretor Roberto Santucci. Por sinal, onde foi mesmo que vimos, recentemente, um pobretão ficar inesperadamente milionário? Já o universo suburbano é o mesmo da série “Os Suburbanos”, estrelada pelo próprio Sant’anna. Até os saudosos filmes dos Trapalhões eram mais criativos. A transexualidade não é motivo de piada em “A Garota Dinamarquesa”, um dos dois filmes indicados ao Oscar que entram em cartaz. História do primeiro homem a realizar uma cirurgia bem-sucedida de troca de sexo, traz Eddie Redmayne, vencedor do Oscar do ano passado por “A Teoria de Tudo”, no papel principal. Mas quem rouba a cena é a sueca Alicia Vikander, favorita ao Oscar de Atriz Coadjuvante, como a esposa incentivadora do pioneiro transexual. Ela já venceu o prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Awards). Também na disputa do Oscar, “Brooklyn” é um romance mais convencional, passado numa época em que os imigrantes eram bem-vindos nos EUA. Roteirizado pelo escritor Nick Hornby, conta a história de uma jovem irlandesa, vivida por Saoirse Ronan, que viaja para Nova York, onde começa uma nova vida e se apaixona, até se ver forçada a retornar para a Irlanda, onde também encontra motivos para ficar. Pelo papel de mulher dividida, Soairse Ronan repetiu Jodie Foster, tornando-se uma das poucas atrizes-mirins indicadas para um Oscar, no começo de suas carreiras, a confirmarem seu talento com nova nomeação. Ela disputou a estatueta pela primeira vez aos 13 anos de idade, por “Desejo e Reparação” (2007). Completam a programação dois lançamentos invisíveis, o islandês “A Ovelha Negra”, de Grímur Hákonarson, vencedor da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado, e o espanhol “História da Minha Morte”, de Albert Serra, vencedor do Festival de Locarno em 2013. O primeiro conta a história de dois irmãos num vale remoto, que precisam superar o ódio que sentem um pelo outro para salvarem seus rebanhos de agentes da vigilância sanitária, cujo tratamento para o surto de uma doença animal é o extermínio. Já o segundo mostra o improvável encontro entre Casanova e Drácula, registrado em idioma catalão e com uma fotografia que parece pintura, especialmente as obras de Caravaggio, mas seu ritmo é dolorosamente arrastado e os atores não são profissionais. Cada filme estará disponível em apenas três salas em todo o país. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado
Veja o trailer do terceiro filme da franquia Uma Noite de Crime
A Universal Pictures divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer legendado do terceiro filme da franquia “Uma Noite de Crime” (The Purge), que por motivo inexplicável foi batizado no Brasil de “12 Horas para Sobreviver – Ano da Eleição” – o título original é “The Purge: Election Year”. Apesar dessa “tradução” bizarra, a trama referencia diretamente os longas anteriores, ao trazer de volta os personagens de Edwin Hodge, o jovem negro resgatado no primeiro “Uma Noite de Crime” (2013), e Frank Grillo, o “Sargento” de “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014). Desta vez, os aspectos políticos da franquia distópica assumem o centro da ação, acompanhando uma Senadora (Elizabeth Mitchell, das séries “Lost” e “Revolution”) que pretende acabar com os expurgos anuais. O problema é que seus inimigos querem aproveitar a nova noite de crime para eliminá-la. E cabe ao arrependido “Sargento” repetir a situação em que ele se meteu anteriormente, protegendo a Senadora fugitiva nas ruas violentas, após o início das 12 horas anuais em que todos os crimes são permitidos. Como os filmes anteriores da trilogia, o terceiro também é escrito e dirigido por James DeMonaco. A estreia está marcada para 15 de setembro no Brasil, mais de dois meses após o lançamento nos EUA (em 1/7).
Minissérie The White Queen vai ganhar sequência
O canal pago americano Starz encomendou a aguardada continuação da minissérie “The White Queen”, que foi indicada ao Emmy e ao Globo de Ouro de 2014. A atração também ficou conhecida por projetar a então desconhecida atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que se destacou no papel-título, como a Rainha Elizabeth. A produção demorou a ganhar sinal verde porque o Starz aguardava o envolvimento da rede britânica BBC, coprodutora da minissérie original. A continuação será gravada sem o apoio da BBC. Intitulada “The White Princess”, a minissérie vai adaptar o livro homônimo da franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). A trama é ambientada na Inglaterra do século 15 durante a Guerra das Rosas, uma série de longas, intermitentes e impiedosas batalhas pelo trono inglês. A protagonista da continuação será a Princesa Elizabeth, filha da Rainha Elizabeth (Ferguson) e do Rei Edward IV (Max Irons, de “A Hospedeira”). Embora vários personagens tenham morrido na história original, muitos retornam em “The White Princess”, e não está claro se o elenco reprisará seus papéis, uma vez que três anos se passaram desde a produção. O caso de Ferguson é ainda mais complicado, uma vez que ela se tornou uma estrela de cinema bastante requisitada. Na minissérie, o papel da Princesa foi vivido pela escocesa Freya Mavor (série “Skins”). “The White Queen” terminou com a vitória de Henry Tudor (vivido por Michael Marcus, de “A Teoria de Tudo”) na luta pelo trono inglês. A trama de “The White Princess” vai se concentrar no casamento entre o novo rei e a Princesa de York, que leva a jovem Elizabeth a se tornar a primeira rainha da dinastia Tudor. Entretanto, logo chegam notícias de que seu irmão, Edward de York, herdeiro legítimo ao trono, sobreviveu ao conflito, fazendo com que ela fique dividida entre sua família e a aliança com o novo marido. A minissérie será novamente escrita e produzida por Emma Frost (produtora de “The Man in the High Castle”), em parceria com a escritora Philippa Gregory. Ainda não há previsão para a estreia.
Courteney Cox e Matt LeBlanc preparam novas séries na TV americana
Os eternos “Friends” Matt LeBlanc e Courteney Cox preparam novos projetos para a TV, informam os sites das revistas The Hollywood Reporter e Variety. Com o final de “Episodes” previsto para este ano no canal pago Showtime, LeBlanc ensaia sua volta para a TV aberta com um projeto ironicamente intitulado “I’m Not Your Friend”. A rede CBS encomendou o piloto da atração, que foi desenvolvida pelo casal Jeff & Jackie Filgo, roteiristas do filme “Diário de um Banana” (2010) e produtores da clássica sitcom “That ’70s Show” (1998-2006). Na trama, LeBlanc interpretará um homem de família, que trabalha por conta própria e passa a acumular as funções de dono de casa e pai em tempo integral quando sua mulher resolve aceitar um emprego. Cox também vem de uma atração da TV paga, “Cougar Town”, que se encerrou em março de 2015 no canal TBS. Ela estrela o piloto de “Charity Case”, encomendado pela rede Fox, sobre uma viúva que herda a fundação beneficente de seu falecido marido bilionário. O projeto é criação de Robert Padnick, roteirista das séries “The Office” e “Man Seeking Woman”. Ambos os pilotos seguem o modelo da sitcom tradicional, com 30 minutos de duração, e precisarão ser aprovados para virarem séries.
Série Mozart in the Jungle é renovada para sua 3ª temporada
O Amazon Studios renovou a série de comédia “Mozart in the Jungle” para sua 3ª temporada. A atração estrelada por Gael Garcia Bernal (“Ensaio Sobre a Cegueira”) venceu recentemente os Globos de Ouro de Melhor Série e Melhor Ator de Comédia. “Mozart in the Jungle” é uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), inspirados no livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). A série acompanha a vida do maestro interpretado por Bernal e os integrantes da sinfônica que ele rege de forma pouco convencional. O elenco também inclui Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). A 2ª temporada foi disponibilizada há menos de dois meses, em 30 de dezembro, no serviço de streaming da Amazon.
Fuller House: Continuação da série Três É Demais ganha seu primeiro trailer
O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer oficial legendado de “Fuller House”, série que vai continuar a história da clássica “Três é Demais” (Full House). A prévia destaca o clima de reencontro da produção, com muitos abraços e sorrisos compartilhados entre os integrantes do elenco, que se conhecem há praticamente três décadas. Uma das cenas, por sinal, traz John Stamos celebrando o fato de que todos ainda estão bonitões. Além disso, há uma explicação da premissa da nova produção e até uma piada com a única personagem ausente do reencontro, Michelle, vivida pelas gêmeas Ashley e Mary-Kate Olsen nos anos 1980. A série de 1987 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Fez tanto sucesso que durou oito temporadas na rede ABC e incontáveis reprises nas madrugadas da TV aberta brasileira. Na continuação, uma das filhas originais, D.J., passará por uma situação similar à vivida por seu pai. Viúva recente, mãe de dois filhos – de 12 e 7 anos de idade – e grávida do terceiro, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. Desta vez, são as três que morarão juntas no velho cenário do sitcom, com seus respectivos filhos. Mas a atração também trará de volta Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Além deles, Lori Loughlin voltará a interpretar a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos). No final da série, ela deu luz a gêmeos, que aparecerão na trama. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. O revival tem produção de John Stamos, que divide a responsabilidade com Jeff Franklin, criador da série clássica, e Robert L. Boyett, produtor original de “Três É Demais”. A estreia acontece no Netflix em 26 de fevereiro.
Natalie Portman entra no primeiro filme em inglês de Xavier Dolan
A atriz Natalie Portman (“Thor”) entrou no primeiro filme em inglês do cineasta canadense Xavier Dolan (“Mommy”). Segundo o site The Hollywood Reporter, o longa, intitulado “The Death and Life of John F. Donovan”, já conta com Jessica Chastain (“Colina Escarlate”), Kit Harington (série “Game of Thrones”), Nicholas Hoult (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Susan Sarandon (“Tammy”), Kathy Bates (série “American Horror Story”), Taylor Kitsch (série “True Detective”), Bella Thorne (“Juntos e Misturados”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”), Thandie Newton (“2012”), Emily Hampshire (série “12 Monkeys”), Chris Zylka (série “The Leftovers”) e até a cantora Adele. O filme vai contar a história do ator fictício John F. Donovan (Kit Harington), cuja vida vira do avesso quando sua correspondência com um fã de 11 anos é deturpada por uma colunista de fofocas (Jessica Chastain). Dolan afirmou que pretende criticar o trabalho da mídia voltada a expor a vida das celebridades. Com apenas 26 anos de idade, Xavier Dolan é um dos diretores mais premiados do cinema mundial. Seu último filme, “Mommy”, lhe rendeu o Prêmio Especial do Juri do Festival de Cannes de 2014. Antes de começar a filmar seu primeiro filme em inglês, ele ainda lançará “Juste la Fin du Monde”, seu primeiro trabalho com astros do cinema francês, estrelado por Marion Cotillard (“Macbeth”) e Vincent Cassel (“Em Transe”). Atualmente em fase de pós-produção, esse longa ainda não tem previsão de estreia.
Johnny Depp vai estrelar remake de O Homem Invisível
O ator Johnny Depp (“Aliança do Crime”) foi contratado pela Universal Pictures para estrelar o remake/reboot da franquia de terror “O Homem Invisível”, informou o site The Hollywood Reporter. Adaptação do romance homônimo, escrito por H.G. Wells em 1897, a trama clássica gira em torno de um cientista que descobre uma fórmula para ficar invisível, mas isso o torna paranoico e acaba transformando-o num assassino procurado. A obra já ganhou inúmeras versões cinematográficas, sendo a mais famosa justamente a realizada pela própria Universal em 1933, estrelada pelo inglês Claude Rains (“As Aventuras de Robin Hood”) e dirigida pelo mestre do terror James Whale (“Frankenstein”). Ainda não há um diretor definido e nem uma data para o início das filmagens, mas o roteiro estaria sendo escrito por Ed Solomon, responsável por blockbusters como “Homens de Preto” (1997), “As Panteras” (2000) e “Truque de Mestre” (2013). O reboot faz parte de uma estratégia da Universal, que pretende revisitar seus monstros clássicos com grandes astros e posteriormente produzir crossovers, juntando vários monstros num mesmo filme, num tratamento semelhante ao dos super-heróis da Marvel. Os produtores-roteiristas Robert Kurtzman (“Star Trek”) e Chris Morgan (franquia “Velozes & Furiosos”) estão à frente do projeto, encarregados de promover uma reinvenção do catálogo de monstros da Universal, que inclui também Drácula, Lobisomem, o monstro de Frankenstein, o Fantasma da Ópera, a Múmia, o Monstro da Lagoa Negra e Mr. Hyde (de “O Médico e o Monstro”). O estúdio está apostando alto nesse Universo de Monstros, a ponto de já ter anunciado Tom Cruise (“Missão Impossível”) no reboot de “A Múmia” e negociar com Angelina Jolie para o remake de “A Noiva de Frankenstein” (1935).
Oscar 2016: Para acelerar cerimônia, listas de agradecimentos serão mostrados em vídeo
Os produtores do Oscar 2016, Reginald Hudlin e David Hill, anunciaram a implementação de uma medida para acelerar a cerimônia. Geralmente criticado pela longa duração dos agradecimentos dos premiados, o evento deste ano contará com o auxílio da tecnologia para cortar a fase mais chata dos discursos. A ideia é projetar em vídeo a lista de todos que merecem agradecimentos, do produtor à mãe dos indicados, deixando o microfone aberto apenas para os premiados expressarem sua emoção pela conquista. A inovação foi apresentada pelos produtores durante o almoço especial com os indicados ao Oscar, na última segunda-feira (8/2). Eles encorajaram os presentes a prepararem discursos mais emotivos e que tenham algum verdadeiro significado, em vez de lutarem para lembrar o nome de todos com quem trabalharam. Para isso, pedem que os indicados preencham uma lista de agradecimentos prévios, que serão exibidos pela TV durante a entrega de seus prêmios. Segundo os produtores, o objetivo também visa evitar constrangimentos, como o caso de Dana Perry, vencedora do Melhor Documentário em Curta-metragem de 2015 por “Disque-Crise para Veteranos”. Durante seu discurso, ela tentou falar sobre o suicídio do filho, mas foi interrompida pela orquestra pois já havia gasto os 45 segundos permitidos. A cerimônia de entrega do Oscar 2016 acontecerá no dia 28 de fevereiro com apresentação do comediante Chris Rock. No Brasil, a premiação será exibida pela rede Globo e pelo canal pago TNT.
J.K. Rowling vai lançar oitavo livro de Harry Potter, que continua a saga com os filhos do bruxo
A escritora J.K. Rowling anunciou o lançamento do oitavo livro da saga “Harry Potter”, que levará às livrarias uma versão do roteiro da peça “Harry Potter and the Cursed Child” (“Harry Potter e a criança amaldiçoada”, em tradução literal). A própria Rowling escreveu a peça, que tem estreia marcada para o próximo dia 30 de julho, em Londres, em colaboração com Jack Thorne (diretor da adaptação teatral) e John Tiffany. A história é continuação do sétimo livro, “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, e conta a primeira aventura dos filhos de Harry Potter. “Na última vez em que leitores e fãs de cinema viram Harry, ele estava deixando seus filhos na Plataforma 9 3/4, 19 anos depois da Batalha de Hogwarts, no epílogo de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’. ‘Harry Potter and the Cursed Child’ continua a partir deste momento, e é encenado em dois atos, por conta da ‘natureza épica da história’”, explica o site oficial Pottermore, que já começou a realizar pré-vendas do livro. Segundo a editora Scholastic, os setes livros da série Harry Potter venderam 400 milhões de exemplares ao redor do mundo, e o novo lançamento pode quebrar o recorde da franquia. “Harry Potter and the Cursed Child” chegará nas livrarias do Reino Unido um dia após a estreia da peça, em 31 de julho. Não será surpresa se a Warner Bros anunciar em breve a produção de um novo filme baseado na obra. Entretanto, o ideal seria retomar a franquia mais adiante. Afinal, passaram-se apenas cinco anos desde “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, lançado em 2011, e a história do novo livro acontece 19 anos após os eventos principais daquela história.
Star Wars ajuda Disney a atingir lucro recorde no trimestre
O conglomerado Disney divulgou nesta semana ter obtido um lucro recorde de US$ 2,88 bilhões (R$ 11,22 bilhões), no primeiro trimestre fiscal de 2016. O valor representa 32% de aumento com relação ao ano passado, graças, principalmente, ao sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”. Os números mostram que a empresa atingiu seu melhor trimestre de todos os tempos, puxado por sua divisão cinematográfica. “Impulsionados pelo fenomenal sucesso de ‘Star Wars’, conseguimos os maiores lucros trimestrais da história da nossa companhia”, disse o executivo-chefe e presidente, Robert A. Iger, em comunicado para o mercado. O fenômeno da franquia “Star Wars” também se reproduziu em mercadorias da divisão de produtos de consumo e mídia interativa, que teve um crescimento de 23%, chegando a US$ 860 milhões no período. A única linha de negócios que experimentou queda nos lucros, de 6%, foi a televisão, que vem despencando nos últimos meses, em parte devido a problemas com o canais premium, como o esportivo ESPN, que vêm perdendo assinantes em todos os EUA. Por causa da TV, as ações da Disney desvalorizaram mesmo diante do lucro exorbitante obtido por seus filmes nos cinemas.












