Diretor publica primeira foto da produção de Liga de Justiça
O diretor Zack Snyder publicou em sua Twitter uma foto do estúdio em que está sendo desenvolvida a produção de “Liga da Justiça”. Na imagem, ele aparece ao lado de Jason Momoa, intérprete de “Aquaman”, mas o que chama mais atenção é o que está ao fundo: os figurinos dos heróis. É possível ver os uniformes do Flash, do Aquaman, um retrato que aparenta ser de Mera (a esposa do Aquaman, vivida por Amber Heard) e um traje negro, que, como não possui um morcego estampado no peito, já alimenta especulações sobre a participação de Asa Noturna – mas vestiria melhor o vilão Arraia Negra. Clique na imagem acima para ampliá-la e observar mais detalhes. O filme, que será estrelado por Ben Affleck (Batman), Henry Cavill (Superman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash) e Jason Momoa (Aquaman), começa a ser filmado no dia 11 de abril, poucas semanas após a estreia de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, também dirigido por Snyder, que irá juntar os personagens pela primeira vez. As duas produções, por sinal, foram escritas pelo roteirista Chris Terrio (“Argo”). As filmagens vão acontecer nos estúdios da Warner na Inglaterra, com externas em Londres e na Islândia. “Liga da Justiça – Parte Dois”, novamente dirigido por Snyder, entrará em produção posteriormente, com cronograma ainda a ser definido. Ou seja, as filmagens não serão simultâneas. “Liga da Justiça – Parte Um” tem lançamento agendado para novembro de 2017.
Último disco de David Bowie vai virar minissérie no Instagram
O último disco de David Bowie, “Blackstar”, será adaptado em uma minissérie no Instagram. A obra, batizada de “Unbound”, vai apresentar interpretações visuais do disco, divididas em 16 capítulos, e será estrelada pelas atrizes Patricia Clarkson (“Maze Runner”) e Tavi Gevinson (série “Scream Queens”). De acordo com uma postagem no Instagram do cantor, Bowie deu à roteirista e à diretora da série, Carolynn Cecilia e Nikki Borges, acesso antecipado às músicas de “Blackstar”, para que elas pudessem criar suas próprias interpretações visuais do disco, sem interferências. “‘Unbound’ leva a audiênca em uma jornada de imagens evocativas, inspiradas nos temperamentos sugeridos pelas músicas, letras e artes gráficas do álbum”, explica a publicação. Depois da morte de Bowie, em 10 de janeiro, discutiu-se que “Blackstar” teria sido planejado como um disco de despedida. A teoria se baseia em pistas encontradas nas letras das canções, no clipe da música “Lazarus”, no encarte do disco e até mesmo no nome escolhido para ele. “Unbound” estreia na próxima quinta, 25 de fevereiro, e ganhará novos capítulos no perfil InstaMiniSeries do Instagram. Veja abaixo a primeira prévia da produção: Um vídeo publicado por InstaMiniSeries (@instaminiseries) em Fev 22, 2016 às 2:50 PST
Douglas Slocombe (1913 – 2016)
Morreu o diretor de fotografia Douglas Slocombe, que filmou dezenas de clássicos, deixando sua marca em obras reverenciadas como “A Dança dos Vampiros”, de Roman Polanski, “O Grande Gasby”, estrelado por Robert Redford, e a trilogia original de “Indiana Jones”. Ele faleceu na segunda-feira (22/2) aos 103 anos de idade, em um hospital de Londres, onde era tratado desde janeiro em decorrência de uma queda. Nascido em Londres, em 10 de fevereiro de 1913, Douglas Slocombe começou a demonstrar seu talento para captar imagens como fotojornalista. Ele fotografou para as famosas revistas Life e Paris-Match nos anos 1930, até que, no início da 2ª Guerra Mundial, trocou a máquina fotográfica pela câmera de cinema, interessado em documentar com urgência momentos históricos, como a invasão da Polônia pelas tropas nazistas em 1939. Essas suas primeiras filmagens integraram o célebre documentário “Lights out in Europe” (1940), realizado por Herbert Kline. Ao fim do conflito europeu, ingressou na indústria do cinema britânico. Contratado pelo Ealing Studios, começou sua carreira profissional como operador de câmera do cineasta Charles Crichton em “For Those in Peril” (1944), drama de guerra que mesclou técnicas de filmagem de documentário para criar cenas realistas. Mas foram seus trabalhos na antologia de terror “Na Solidão da Noite” (1945), no segmento dirigido por Alberto Cavalcanti, e em “Grito de Indignação” (1947), a primeira comédia do estúdio, novamente com Crichton, que o tornaram requisitado. As comédias se provaram tão populares para o Ealing que Slocombe praticamente se especializou em filmes do gênero estrelados por Alec Guinness, como “As Oito Vítimas” (1949), “O Mistério da Torre” (1951), “O Homem do Terno Branco” (1951) e “Todos ao Mar!” (1957). Mas entre esses sucessos de bilheteria, ele também aperfeiçoou a construção de atmosferas sinistras em preto e branco, trabalhando com mestres do gênero noir como Basil Dearden em “Do Amor ao Ódio” (1950) e Gordon Parry em “A Tentação e a Mulher” (1958) Sua transição para o cinema colorido veio carregada de vermelho, com o cultuado terror “Circo dos Horrores” (1960), de Sidney Hayers, seguido por um legítimo terror da Hammer, “Grito de Pavor” (1961). Mesmo assim, Slocombe demorou a largar a predileção pelo preto e branco, do qual ainda se valeu para rodar importantes filmes dramáticos como “A Marca do Cárcere” (1961), em que Stuart Whitman viveu um pedófilo, “Freud – Além da Alma” (1962), cinebiografia do pai da psicanálise estrelada por Montgomery Clift, o drama feminista “A Mulher que Pecou” (1962), em que Leslie Caron viveu uma solteira grávida, e principalmente “O Criado” (1963), obra pioneira do homoerotismo, dirigida por Joseph Losey, que lhe rendeu o BAFTA (o Oscar britânico) de Melhor Cinegrafia em Preto e Branco. A repercussão desses filmes o colocou em outro patamar, tornando-o disputado por diretores de blockbusters. Slocombe viu-se obrigado a abandonar o preto e branco definitivamente, ao embarcar nas aventuras “Os Rifles de Batasi” (1964), “Vendaval em Jamaica” (1965), “Crepúsculo das Águias” (1966) e “A Espiã que Veio do Céu” (1967). Aos poucos, porém, começou a selecionar melhor as ofertas de trabalho, o que lhe permitiu encontrar o equilíbrio entre o sucesso comercial e o culto cinéfilo, a partir da comédia de terror “A Dança dos Vampiros” (1967), de Roman Polanski, em que usou locações cobertas de neve para ressaltar, mesmo em cores vibrantes, os contrastes do cinema expressionista. E continua sua série de cults com o suspense “O Homem que Veio de Longe” (1968), de Joseph Losey, o drama de época “O Leão no Inverno” (1968), de Anthony Harvey, o thriller “Um Golpe à Italiana” (1969), de Peter Collinson, a cinebiografia de Tchaikovsky “Delírio de Amor” (1970), de Ken Russell, e o drama de guerra “Seu Último Combate” (1971), de Peter Yates. A sequência impressionante de filmes de alto nível o levou a ser procurado por um mestre da velha Hollywood, George Cukor. Apesar de ser filmada em Londres com Maggie Smith e outros atores britânicos, a comédia “Viagens com a Minha Tia” (1972), de Cukor, acabou se tornando o passaporte de Slocombe para o sonho americano, ao lhe render sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Diretor de Fotografia. A partir daí, ele passou a alternar Londres e Hollywood, acumulando trabalhos nos dois lados do Atlântico, como as produções americanas “Jesus Cristo Superstar” (1973) e “O Grande Gatsby” (1974), que lhe rendeu seu segundo BAFTA, seguidas por “As Criadas” (1975) e “A Vida Pitoresca de Tom Jones” (1976) no Reino Unido. A cinebiografia “Júlia” (1977), em que Jane Fonda viveu a escritora Lillian Hellman, rendeu-lhe sua segunda indicação ao Oscar, além do terceira BAFTA, mas um trabalho menor, realizado no mesmo ano, provou-se mais importante para o futuro de sua carreira. Slocombe conheceu Steven Spielberg na função de quebra-galho, para filmar uma pequena sequência, rodada na Índia, de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977), pois o diretor de fotografia titular da produção não poderia fazer a viagem. O resultado impressionou o jovem diretor, que convidou o cinematógrafo veterano, então com 70 anos de idade, para trabalhar em “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Slocombe conquistou sua terceira e última indicação ao Oscar pelo primeiro filme de Indiana Jones. Mas o reconhecimento foi além da Academia. Ao captar e atualizar a sensação de perigo constante e as inúmeras reviravoltas dos velhos seriados de aventura, Slocombe materializou sequências antológicas, que entraram para a história do cinema, ampliando ainda mais seu legado e influência com os filmes seguintes da franquia, “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984) e “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989). Ele ainda filmou “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), a volta de Sean Connery ao papel de James Bond, e o drama de época “Lady Jane” (1986), com Helena Bonham Carter, antes de se aposentar após o terceiro Indiana Jones, com 75 anos de idade. “Harrison Ford foi Indiana Jones na frente das cameras, mas Dougie foi o meu herói atrás das câmeras”, declarou Spielberg, ao se despedir do velho parceiro.
Rebecca Ferguson volta a viver espiã em trailer de romance britânico de época
A Altitude Films divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer de “Despite The Falling Snow”, produção de época estrelada pela sueca Rebecca Ferguson, que volta a interpretar uma espiã após o sucesso de “Missão Impossível: Nação Fantasma” (2015). O clima da nova produção, entretanto, é bem diferente do thriller de ação. Embalada por uma trilha melosa, a prévia mistura romance, espionagem e melodrama, tendo como pano de fundo intrigas e paixões da Guerra Fria. O filme tem roteiro e direção da inglesa Shamim Sarif (“I Can’t Think Straight”), que leva às telas seu próprio livro, lançado em 2004. A trama se passa entre Moscou e Londres e também se alterna em dois tempos, indo da Guerra Fria ao colapso da União Soviética. Ferguson interpreta uma agente secreta americana, que se disfarça de russa para roubar segredos militares. Como parte de seus planos, ela se envolve com político soviético idealista (Sam Reid, da minissérie “The Astronaut Wives Club”). Mas o que ela não esperava era se apaixonar. O elenco também inclui Charles Dance (série “Game of Thrones”) como a versão envelhecida do personagem de Reid, que recorda o romance em flashback, além de Antje Traue (“O Homem de Aço”), Oliver Jackson-Cohen (“O Corvo”) e Anthony Head (série “Dominion”). A estreia está marcada para 15 de abril no Reino Unido, e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Corrida da Morte vai ganhar novo remake com Manu Bennett
A cultuada sci-fi brutal “Corrida da Morte: Ano 2000” (1975) vai ganhar um novo remake, produzido pelo produtor original, o lendário cineasta Roger Corman (“O Corvo”). Segundo o site The Hollywood Reporter, a nova versão trará o ator Manu Bennett (séries “Spartacus”, “Arrow” e “Chronicles of Shannara”) como protagonista, no papel do corredor conhecido como Frankenstein. Intitulado “Corrida da Morte: Ano 2050”, o filme já começou a ser gravado no Peru e ainda inclui em seu elenco Malcolm McDowell (“Silent Hill: Revelação 3D”), Burt Grinstead (série “Burt Paxton”), Marci Miller (“Most Likely to Die”), Folake Olowofoyeku (“Um Novo Despertar”), Anessa Ramsey (“Footloose: Ritmo Contagiante”) e Yancy Butler (“Kick-Ass 2”). O original virou um clássico do cinema B dos anos 1970, acompanhando uma corrida futurista em que os pilotos, a bordo de veículos mortais, ganhavam pontos por eliminar seus competidores e atropelar pedestres. O elenco destacava o falecido David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o Frankenstein original, além de Sylvester Stallone (antes do sucesso de “Rocky – Um Lutador”) como o piloto Machine Gun Joe. Em 2008, essa premissa barata ganhou um remake de grande orçamento, dirigido por Paul W.S. Anderson (“Resident Evil”) e estrelado por Jason Statham e Tyrese Gibson (ambos vistos recentemente em “Velozes e Furiosos 7”). O filme fez sucesso o suficiente para ganhar mais duas continuações lançadas diretamente em home video, com elenco e personagens diferentes. O mercado de vídeo também será o destino desta nova versão, escrita e dirigida por G.J. Echternkamp, um cineasta indie que tem no currículo duas produções bastante elogiadas, “Virtually Heroes” (2013) e “Frank and Cindy” (2015). Ainda não há previsão para o lançamento.
Capitão América: Guerra Civil ganha quatro fotos novas
O site da revista Empire divulgou quatro novas fotos de “Capitão América: Guerra Civil”, aproveitando o lançamento de sua edição de março, que destaca o filme na capa. As imagens incluem Capitão América (Chris Evans) encarando Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), o vilão Ossos Cruzados (Frank Grillo), e uma imagem de Sharon Carter (Emily Vancamp) e Everett Ross (Martin Ross). Por sinal, uma das novidades da edição é a revelação do nome do personagem de Freeman. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Revelado personagem de Martin Freeman em Capitão América: Guerra Civil
O personagem do ator Martin Freeman (“O Hobbit”), um dos papeis misteriosos de “Capitão América: Guerra Civil”, foi finalmente revelado pelo site da revista Empire, aproveitando o lançamento da edição de março, que destaca o filme em sua capa. O próprio Freeman já tinha adiantado que o personagem trabalharia para o governo, estimulando alguns palpitadores a espalhar rumores disparatados na internet. Tanto o Heroic Hollywood quanto o Latino Review cravaram em junho de 2015 que ele seria Edward Chase, o Primeiro Ministro britânico no universo Marvel. Chegaram inclusive a afirmar que era o próprio quem estava ao telefone com Ulysses Klaw (Andy Serkis), durante uma cena de “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Bola fora, como a maioria dos chutes desses sites. Freeman viverá Everett Ross, nome que vinha alimentando especulações mais recentes e mais bem embasadas. Nos quadrinhos, o personagem é um funcionário do Departamento de Estado, chefe de protocolo que presta atendimento a diplomatas estrangeiros nos EUA. Foi nessa condição que conheceu e passou a trabalhar com o governante da nação africana de Wakanda, Pantera Negra, vínculo que deve se estender ao filme solo do herói, previsto para 2018. Curiosamente, em sua primeira foto de “Capitão América: Guerra Civil”, divulgada pela Empire, ele aparece ao lado de Emily Vancamp (“Capitão América: O Soldado Invernal”), que vive a agente da SHIELD Sharon Carter. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Vilão de The Walking Dead vai estrelar a 2ª temporada de The Missing
O ator inglês David Morrissey, que deixou sua marca na série “The Walking Dead” como o vilão conhecido como Governador, vai estrelar a 2ª temporada de “The Missing”, informou o site The Hollywood Reporter. Como na temporada inaugural, o novo ano vai girar em torno do desaparecimento de uma criança, mas envolverá personagens diferentes. Entretanto, ao contrário das antologias tradicionais, a série coproduzida pela rede britânica BBC e o canal pago Starz manterá pelo menos um protagonista fixo, o detetive francês aposentado Julien Baptiste (Tchéky Karyo, de “Belle e Sebastian”), especializado em casos de pessoas desaparecidas Morrissey viverá o pai da vítima. Ele e Keeley Hawes (série “Ashes to Ashes”) perderam a filha, Alice Webster, em 2003. Mas, diferente da temporada anterior, a jovem voltará crescida (vivida por Abigail Hardingham, da série “Silent Witness”), depois de muitos anos desaparecida, causando grande impacto em sua pequena comunidade. A trama vai lidar com duas linhas de tempo, mostrando os períodos do desaparecimento e do retorno da jovem, para explorar as emoções da família e as contradições que emergem no retorno de Alice. Com a chegada do detetive Baptiste, que atravessa a Europa para investigar este caso, que ele nunca esqueceu, a série pretende explorar a complexidade emocional resultante do retorno de uma criança depois de tantos desaparecida. Os irmãos Harry e Jack Williams, criadores da série e roteiristas de toda a 1ª temporada, também assinam os oito novos episódios, que novamente serão dirigidos por Ben Chanan. Aclamada pela crítica, a 1ª temporada de “The Missing” foi indicada a quatro prêmios BAFTA, dois Globos de Ouro e um Emmy. A produção da nova temporada já começou na Bélgica, mas sua data de estreia não foi anunciada.
Frontier: Série de western estrelada por Jason Momoa ganha primeiras fotos
O serviço de streaming Netflix divulgou as primeiras imagens de “Frontier”, minissérie de western estrelada por Jason Momoa (“Game of Thrones”) e dirigida pelo cineasta Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”). A atração vai se passar em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto, por sinal, não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que atração está atualmente sendo filmada no Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior – a época da série clássica “Daniel Boone” (1964–1970). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), a minissérie terá seis episódios e ainda inclui em seu elenco Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”) e Allan Hawko (série “Republic of Doyle”). A série chega ao serviço de streaming ainda em 2016, mas ainda não teve sua data de estreia definida.
Josh Bowman será Jack, o Estripador em série de viagem no tempo
O piloto de “Time After Time”, série baseada na aventura clássica “Um Século em 43 Minutos” (1979), contratou seus protagonistas. Freddie Stroma (série “UnReal”) e Josh Bowman (série “Revenge”) vão estrelar a produção, nos papéis icônicos do escritor H.G. Wells e do psicopata Jack, o Estripador. A atração é um dos projetos mais curiosos em desenvolvimento na atual temporada de pilotos da TV americana. Produzida para a rede ABC, “Time After Time” vai acompanhar o escritor H.G. Wells em sua famosa Máquina do Tempo, após Jack, o Estripador, usá-la para escapar da polícia, desaparecendo na Londres vitoriana sem deixar pistas. A trama será basicamente a mesma do filme de Nicholas Meyer e do romance que o inspirou, escrito por Karl Alexander em 1979. A história, porém, deve sua premissa ao clássico sci-fi “A Máquina do Tempo”, escrito e “estrelado” por Wells em 1895. Assim como no cinema, quando Jack, o Estripador descobre a máquina e a usa para fugir da polícia londrina do século 19, o jovem Wells se vê compelido a usar sua invenção para persegui-lo, chegando ao futuro – ou melhor, no filme, a 1979. Com o título original do filme, “Time After Time” está sendo desenvolvido pelo roteirista Kevin Williamson, criador da franquia “Pânico” e das séries “The Vampire Diaries” e “The Following”, com produção da Warner Bros. Television. A autorização para a produção da série dependerá de o piloto agradar aos executivos da ABC.
Awkward: A vida adulta reserva mudanças no trailer da volta da série
O canal americano MTV divulgou o trailer da parte final da 5ª e última temporada da série “Awkward”. A prévia revela que o mundo colorido e socialmente acanhado do Ensino Médio será substituído por uma versão Patricinha da vida adulta, acompanhando a transição dos personagens para a maturidade. Felizmente, Jenna Hamilton (Ashley Rickards, da série “One Tree Hill”) permanece a mesma inepta de sempre, com roupas que não combinam com suas amizades caretas e que, numa piada do vídeo, induzem até a um equívoco sobre sua sexualidade. A torcida é para que a série não traia sua protagonista, afinal as esquisitas do colegial crescem para virar as garotas estilosas da faculdade. Mais bem-sucedida sitcom da MTV, “Awkward” perdeu sua showrunner Lauren Iungerich (que também é a criadora da atração) no final da 3ª temporada. Os atuais showrunners são Mike Chessler e Chris Alberghini, que serão responsáveis por encerrar a história. Em hiato desde novembro, “Awkward” retorna em 15 de março nos EUA com seus últimos episódios.
Faking It: Sitcom adolescente vira novelinha no trailer da 3ª temporada
A MTV divulgou o trailer da 3ª temporada de “Faking It”, série que costumava girar em torno de duas garotas que decidem se fingir de namoradas para conquistar popularidade na escola. Quem vê a nova prévia jamais poderia imaginar isso, já que as duas agora nem amigas são mais. Além disso, as briguinhas e romances tímidos lembram mais uma novelinha adolescente, estilo “Malhação”, que uma sitcom de tema ousado. Criada por Carter Covington, roteirista de “Greek” que também desenvolveu a série baseada no filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (cancelada na 1ª temporada), “Faking It” é estrelada por Katie Stevens (reality show “American Idol”), Rita Volk (série “Major Crimes”) e Gregg Sulkin (série “Os Feiticeiros de Waverly Place”), e retorna à televisão dos Estados Unidos no dia 15 de março.
Meu Amigo, o Dragão: Veja o primeiro trailer do remake do clássico infantil
A Disney divulgou o primeiro trailer legendado, fotos e o pôster do remake do clássico infantil “Meu Amigo, o Dragão”. A prévia, com um menino descabelado correndo entre árvores e natureza verdejante, lembra outra vindoura produção do estúdio, “Mogli – O Menino Lobo”. Entretanto, desta vez não há animais falantes. No lugar deles, há um dragão criado por computação gráfica. Além disso, se em “Mogli” apenas o ator central é de carne e osso, aqui a tecnologia só anima o personagem do título. Mas a principal diferença está no contexto, que explora o que acontece com o menino perdido após seu encontro com a civilização. O filme é uma reinvenção do original de 1977, que girava em torno de um menino chamado Pete e seu melhor amigo Elliot, um dragão imaginário. Enquanto o primeiro foi um musical, passado numa vila de pescadores na virada do século 20, a nova história acontecerá na floresta de uma comunidade de madeireiros e se concentrará nos aspectos dramáticos da história. Na trama atual, Pete é um menino cujos pais morreram em um acidente de carro e que foi posteriormente criado por Elliot, o dragão que reside numa floresta ameaçada. Além do menino Oakes Fegley (“Fort Bliss”), que vive o personagem central, o elenco destaca Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), como uma guarda florestal que encontra o menino e não acredita que suas histórias sobre um dragão, e o veterano Robert Redford (“Até o Fim”), que interpreta o pai dela. Também participam da produção os atores Karl Urban (“Star Trek”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Craig Hall (“Meu Monstro de Estimação”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire/A Escuta”) e a menina Oona Laurence (“Nocaute”). Roteiro e direção estão a cargo de David Lowery, autor de um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance de 2013, o drama criminal “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saints). A estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, seis dias após o lançamento nos EUA.












