ABC anuncia renovação de Agents of SHIELD, mas não de Agent Carter
A rede americana ABC completou sua lista de renovações, confirmando a continuidade de suas séries mais populares. Após um anúncio inicial, que tirou a aflição dos fãs de “Quantico”, “Once Upon a Time”, “Fresh Off the Boat” e “The Goldbergs”, produções de audiência média, a emissora liberou a continuidade de seus campeões de público. A lista inclui as três séries produzidas por Shonda Rhimes, “Grey’s Anatomy” (vai para sua 13ª temporada), “How to Get Away With Murder” (3ª temporada) e “Scandal” (6ª temporada). Vale lembrar que, ainda neste mês, a produtora ganhará sua quarta atração: “The Catch”, que estreia no dia 24 de março. A última série dramática da lista é “Agents of SHIELD” (4ª temporada), o que torna sombrio o destino de “Agent Carter”, cuja 2ª temporada encerrou-se em 1 de março num cliffhanger. Entre as comédias, foram renovadas as veteranas “Modern Family” (8ª temporada) e “The Middle” (8ª temporada), além da mais recente “Black-ish” (3ª temporada). Somando as quatro anteriormente renovadas, a ABC irá retomar 11 séries na próxima temporada. O número pode aumentar se a oferta dos pilotos encomendados não agradar aos executivos da emissora. As séries que não tiveram renovação anunciada tem até maio para torcer por uma reviravolta. Maio é o mês em que acontecem os upfronts, eventos em que as redes anunciam suas programações para a próxima temporada. Além de “Agent Carter”, estão momentaneamente no limbo as produções de “The Muppets”, “Nashville”, “Dr. Ken”, “Last Man Standing”, “Galavant”, “American Crime” e até a veterana “Castle”, atualmente em sua 8ª temporada. Os cancelamentos 100% confirmados pela ABC, por enquanto, são apenas “Blood and Oil” e “Wicked City”, estreias de 2015 que não agradaram em seus episódios iniciais.
Diretor de Foxcatcher vai filmar nova versão de Um Conto de Natal
O diretor Bennett Miller (“Foxcatcher”) vai dirigir uma nova adaptação do livro “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens, informou o site Variety. Escrito por Dickens em 1843, “Um Conto de Natal” conta a conhecidíssima história de Ebenezer Scrooge, um homem avarento e solitário, que odeia o Natal e tudo o que a festa representa, até que recebe a visita de três fantasmas que o fazem repensar seu comportamento, despertando sentimentos aparentemente adormecidos. Trata-se de uma das histórias mais filmadas de todos os tempos, cujas primeiras adaptações datam da década de 1920. Mais recentemente, “Um Conto de Natal” também virou comédia com Bill Murray, animação computadorizada com Jim Carrey e foi até encenada pelos Muppets. Ao contrário de variações modernas, como “Minhas Adoráveis Ex-Namoradas” (2009), estrelada por Matthew McConaughey, a adaptação será fiel, ambientada no século 19, com roteiro do dramaturgo Tom Stoppard (“Anna Karenina”).
Califórnia, de Marina Person, é selecionado para o Festival de Tribeca nos EUA
Primeiro longa de ficção dirigido por Marina Person, “Califórnia” foi selecionado para o Festival de Tribeca. O filme será a única produção brasileira no evento, que acontece entre os dias 13 e 24 de abril em Nova York. Com viés autobiográfico, o filme acompanha uma jovem na década de 1980, que atualmente teria a mesma idade da cineasta, explorando as angústias e dilemas amorosos típicos da adolescência, em meio ao surgimento da Aids e da música pós-punk. A trama se passa em São Paulo durante 1984, e acompanha a adolescente Estela (a estreante Clara Gallo), que aos 17 anos ainda se veste como uma moleca, enquanto tenta descobrir qual seu tipo de menino favorito, atraída pelo bonitinho da escola (Giovanni Gallo, da série “Pedro e Bianca”), mas também pelo novato com visual e gostos alternativos (Caio Horowicz, da série “Família Imperial”). Seu tio Carlos (Caio Blat, de “Alemão”) é seu maior herói, e razão do título da trama. Estela planeja uma viagem à Califórnia para visitá-lo, seu grande sonho. Mas tudo desaba quando ele volta magro, fraco e doente para o Brasil. Entre crises e descobertas, Estela começa aos poucos a amadurecer. O elenco ainda destaca o roqueiro Paulo Miklos (“Carrossel – O Filme”) e Virginia Cavendish (série “Mandrake”) como os pais da protagonista. O festival de Tribeca terá ao todo 43 premières mundiais, com destaque para “Nerdland”, animação adulta dublada por Paul Rudd (“Homem-Formiga”), “Madly”, antologia de love stories dirigidas pela atriz australiana Mia Wasikowska (“Alice no País das Maravilhas”), o ator mexicano Gael Garcia Bernal (“No”), o cineasta japonês Sion Sono (“Por Que Você Não Vai Brincar no Inferno?”) e a cantora britânica Natasha Khan (Bat for Lashes), além das estreias das distopias “High-Rise”, com Tom Hiddleston (“Thor”), e “Equals”, com Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) e Nicholas Hoult (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). À exceção de “Madly”, escalado para a mostra competitiva internacional, os demais filmes citados serão exibidos numa mostra paralela dedicada a vozes originais, chamada Viewpoints. E é justamente nela que “Califórnia” foi encaixada. A participação no festival nova-iorquino marcará a première do filme de Marina Person nos EUA.
“Fracasso garantido”, Batman vs. Superman pode bater recorde de bilheteria
Nada como um choque de realidade para colocar um fim nos rumores maldosos. Após sofrer com uma campanha negativa, levada adiante por alguns falastrões da internet, o filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” começa a calar a boca dos profetas do apocalipse. Segundo o site Deadline, no primeiro dia de pré-venda, a procura por seus ingressos superou “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) e já antecipa que o filme vai disputar o recorde de maior bilheteria de março nos EUA, que pertence a “Jogos Vorazes” (2012) com US$ 152 milhões em seu primeiro fim de semana. Especialistas em mercado também traçam uma bilheteria mundial na casa dos US$ 340 milhões para sua estreia, o que renderia a maior abertura de um filme de super-heróis da DC Comics em todos os tempos. Os números são meras previsões e podem não ser atingidos. Mas já mudam o discurso de “fracasso garantido” que zunia sobre a produção. A estreia acontece no dia 24 de março no Brasil.
Amy Adams denuncia David O. Russell por fazê-la chorar durante as filmagens de Trapaça
Jennifer Lawrence pode adorar filmar com o diretor David O. Russell, com quem já fez três filmes, mas muitos atores contam histórias de arrepiar sobre o cineasta, jurando jamais voltar a filmar com ele após a primeira experiência. É o caso de Amy Adams. Na matéria de capa da revista britânica GQ de abril, ela abre o jogo, relatando dificuldades de relacionamento com o diretor, a ponto de declarar ter chorado durante as filmagens de “Trapaça”, pelo qual obteve uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz em 2014. “Ele (David O. Russell) me fez chorar. Eu ficava completamente devastada no set de filmagem. Não chegava a ser todos os dias, mas acontecia na maioria das vezes”, disse a atriz, afirmando não possuir a mesma capacidade da colega de elenco, Jennifer Lawrence, em passar incólume pelo clima de terror imposto pelo cineasta. “Não gosto de ver outras pessoas sendo tratadas de maneira ruim. Para mim, não é certo. A vida é mais importante que os filmes. É muito duro para mim separar casa do trabalho. Não posso levar esse tipo de experiência para casa com a minha filha”, ela declarou. Emails vazados na época do ataque hacker à Sony já apontavam para um clima de pânico nos bastidores de “Trapaça”. O jornalista Jonathan Alter questionou o cunhado Michael Lynton, CEO da Sony Entertainment, sobre possíveis abusos de Russell durante as filmagens, querendo saber como o estúdio estava tratando o problema. “Ele pegou um cara pela gola da camisa, repetidamente xingou pessoas na frente dos outros e abusou tanto da Amy Adams que o Christian Bale o enfrentou, cara a cara, dizendo para que parasse de agir como um babaca”, dizia o email hackeado. Mas os relatos de violência, tanto psicológica quanto física, não se resumem apenas à “Trapaça”. Vêm de longa data. Durante a produção “Três Reis” (1999), por exemplo, o diretor teria saído no tapa com George Clooney após uma reclamação mais enérgica contra um membro da produção. E nem tudo é boataria sem fundamento. Há provas de seu comportamento abusivo, graças a um vídeo que registrou os bastidores de “Huckbees – A Vida é uma Comédia” (2004), no qual Russell dá um piti tão grande que chega a destruir o cenário, num ataque visceral contra a atriz Lily Tomlin. Confira abaixo.
Participação de Jena Malone é cortada de Batman vs. Superman
A participação de Jena Malone (franquia “Jogos Vorazes”) em “Batman vs. Superman – A Origem da Justiça” gerou muito especulação na internet. E, confirmando a futilidade das “fofocas geeks”, todos esse esforço foi à toa. Sua participação foi cordada do filme, informou o site da revista Entertainment Weekly. O motivo do corte da atriz não foi explicado pela produção. O mais provável é que tenha sido uma decisão de montagem, para diminuir o tempo da projeção, que já estaria longa, com duas horas e meia de duração. Mas também é possível que sua participação envolvesse alguma cena imprópria para a classificação etária PG-13 (para maiores de 13 anos). Rumores indicavam que Jena viveria Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon e identidade secreta da Batgirl, mas algumas pitonisas também cravaram que ela seria Carrie Kelly, a versão feminina de Robin. De todo modo, tratava-se de uma participação irrelevante, como seu corte demonstra. Ainda é possível que atriz apareça na versão em DVD e Blu-ray do filme. Informações dão conta, inclusive, que “Batman Vs Superman” terá uma versão com censura mais elevada em home video. Se sua participação envolver uma cena mais violenta (como, por exemplo, o ataque que deixou Barbara Gordon tetraplégica nos quadrinhos), poderia até virar destaque no marketing do lançamento em vídeo. Jena Malone já trabalhou com Zack Snyder no filme “Sucker Punch” (2011) e poderá ser vista a seguir no terror “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn (“Drive”), previsto para 18 de agosto. “Batman vs. Superman – A Origem da Justiça” estreia no Brasil em 24 de março.
Sylvester Stallone entra no elenco de Guardiões da Galáxia Vol. 2
O jornal New York Daily News afirma que o ator Sylvester Stallone (“Creed”) se juntou ao elenco de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. A notícia é baseada numa foto, tirada por um paparazzi, que flagra o veterano astro da franquia “Rocky” saindo do mesmo hotel em Atlanta em que se encontra o elenco do filme, com um script nas mãos. Seria o roteiro da sequência do blockbuster de 2014, e Stallone estaria se dirigindo para o estúdio Pinewood, na Georgia, para se juntar aos demais e filmar suas cenas. Veja abaixo. O elenco que foi confirmado contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoë Saldaña (Gamora), Dave Bautista (Drax), as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot), Michael Rooker (Yondu) e Sean Gunn (Kraglin), além das novas adições de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis, Tommy Flanagan (série “Sons of Anarchy”), que será um dos Ravagers, Elizabeth Debicki (“O Grande Gatsby”), Chris Sullivan (série “The Knick”) e Kurt Russell (“Os 8 Odiados”), os três últimos em papéis não especificados. Ainda não foram revelados muitos destalhes sobre a trama da continuação, mas tudo indica que o filme realmente abordará a identidade do pai de Peter Quill. A estreia está marcada para 4 de maio de 2017 no Brasil.
Trailer das Caça-Fantasmas sofre rejeição maciça na internet
A Sony e o cineasta Paul Feig (“A Espião que Sabia de Menos”) acharam que seria uma boa ideia fazer uma versão feminina de “Os Caça-Fantasmas” (1984). Os fãs reclamaram. Eles não deram ouvidos e outras “versões femininas” de franquias antigas começaram a ser desenvolvidas. Pois bastou o primeiro trailer das “Caça-Fantasmas” chegar na internet para os protestos atingirem níveis que não podem mais ser ignorados. O trailer teve um índice altíssimo de rejeição no canal oficial da Sony Pictures no YouTube. Estrelado por Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia de Menos”), Kristen Wiig (“Zoolander 2”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), o reboot somou mais de 260 mil “dislikes” (não curti) em suas primeiras 48 horas de exibição, praticamente o dobro dos que gostaram, 137 mil. Além disso, foram feitos mais de 100 mil comentários sobre o vídeo, quase todos negativos. Além de reclamarem do elenco, os comentários perguntam onde estão as piadas do trailer, sinalizando a falta de humor da produção, que, para piorar a situação, parece ter se levado muito a sério. Isto significa que o estúdio tem uma bomba nas mãos, o que geralmente implica numa situação sem saída – mais gastos em publicidade para tentar tornar o filme palatável para o grande público, o que aumenta as despesas e as chances de a produção dar prejuízo. Vale observar que a Sony brasileira nem sequer legendou o trailer até o momento. A estreia está marcada para 14 de julho no Brasil.
Juventude de Barack Obama inspira dois filmes indies
Prestes a sair da Casa Branca, o presidente americano Barack Obama pode se mudar para o cinema. Dois filmes sobre sua juventude estão atualmente sendo desenvolvidos em Hollywood, informou o jornal britânico The Guardian. Ambas as produções são independentes e já escalaram os intérpretes do presidente. “Barry”, que vai mostrar a época em que Obama foi estudante universitário em Nova York, será estrelado por Devon Terrell (série “Codes of Conduct”). A atriz Anya Taylor-Joy, revelação de “A Bruxa”, também está confirmada no elenco do drama, que começa a ser filmado no final de março por Vikram Gandhi, diretor do documentário “Kumaré” (2011) sobre um falso guru indiano. Já o filme “Southside With You” tem como foco o romance entre Barack e Michelle Obama. Nesta produção, Parker Sawyers (“Monsters: Dark Continent”) viverá o presidente, enquanto Tika Sumpter (“Get on Up”) será a primeira-dama. As filmagens estão marcadas para agosto na cidade de Chicago, com roteiro e direção de Richard Tanne (roteirista de “Worst Friends”). Nenhum dos dois filmes têm previsão de estreia.
Tony Dyson (1947 – 2016)
Morreu o professor Tony Dyson, que construiu o robô R2-D2 da saga “Star Wars”. Ele foi encontrado morto, aos 68 anos, em sua casa na ilha de Gozo, no Mar Mediterrâneo, após um vizinho chamar a polícia, preocupado que a porta de sua casa estava aberta. Uma autópsia está sendo realizada, mas as suspeitas são de morte por causas naturais. Dyson foi contratado pela pioneira equipe de efeitos visuais de George Lucas, que viraria a empresa Industrial Light & Magic, para criar o robozinho do primeiro filme da saga espacial, “Guerra nas Estrelas”, lançado em 1977. Além de trabalhar com o designer Ralph McQuarrie no projeto, ele foi o responsável por construir oito robôs R2-D2 para a trilogia original – dois ocos, que serviram como “fantoches” manipulados pelo ator Kenny Baker, cinco controlados por controle remoto e um descartável, para ser destruído nos pântanos de Dagobah, em “O Império Contra-Ataca” (1980). Após o sucesso de sua criação, Dyson também trabalhou na supervisão de efeitos de “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), “Saturno 3” (1980), “Superman II” (1980), “Viagens Alucinantes” (1980) e “O Dragão e o Feiticeiro” (1981). Mas ele não criava apenas a ilusão de funcionalidade em obras de ficção. Dyson também desenhou e construiu robôs que realmente funcionavam para algumas das maiores empresas eletrônicas do mundo, como Sony, Philips e Toshiba. Mesmo assim, afirmava que trabalhar em “Star Wars” foi “um dos períodos mais emocionantes” da sua vida. Tinha tanto orgulho de R2-D2 que criou um clube de robótica no Reino Unido, dedicado a ensinar aos fãs como construir seus próprios robôs futuristas. A LucasFilm sempre teve uma relação litigiosa com esse passatempo, proibindo o inventor de criar cópias fieis do personagem. Felizmente, a Disney mudou o modo de encarar esse relacionamento, ao selecionar dois designers de seu clube para construir o novo R2-D2 de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), o que permitiu a perpetuação do legado de Dyson na franquia.
Para Minha Amada Morta: Suspense brasileiro premiado ganha fotos e seu primeiro trailer
A Vitrine Filmes e a Grafo Audiovisual divulgaram as fotos, o pôster e o trailer do suspense nacional “Para Minha Amada Morta”, primeiro longa de ficção de Aly Muritiba (documentário “A Gente”). Com clima tenso e inquietante, a prévia gira em torno de um viúvo (Fernando Alves Pinto, de “A Floresta que se Move”), que cuida de seu filho pequeno e ainda sente saudades de sua esposa, vendo e revendo gravações em vídeo da amada morta. Até que encontra um VHS desconhecido, em que a mulher aparece transando com outro homem. A descoberta lhe desperta ódio, sentimento de traição e desejo de vingança, levando-o rapidamente a descobrir a identidade do estranho e a se infiltrar em sua família, planejando seduzir a esposa e a filha do rival. O elenco também inclui Giuly Biancato (“Gol a Gol”) como a filha mais velha e o estreante Lourinelson Vladmir como o amante, ambos premiados como coadjuvantes no Festival de Brasília do ano passado. “Para Minha Amada Morta” venceu ao todo seis prêmios oficiais do Festival de Brasília, incluindo Melhor Direção, além do troféu Silver Zenith (segundo melhor filme de estreante) no Festival de Montreal de 2015. A estreia está marcada para 31 de março.
Clipe do Massive Attack com a atriz Rosamund Pike homenageia dois clássicos do terror
A atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) é a estrela do clipe da nova música da banda inglesa Massive Attack, “Voodoo In My Blood”, que tem clima e nome de filme de terror. Ela aparece sozinha no vídeo sinistro, andando por um túnel do metrô, quando se depara com uma esfera flutuante. O encontro gera uma reação bizarra, levando-a a gargalhar, até que a esfera se abre e revela uma lâmina que perfura seu olho. O ataque tem efeito epilético, levando-a a se contorcer, arrastar-se pelo chão molhado, bater contra as paredes e entrar em desespero, enquanto perde o controle. Fãs do cinema de terror são capazes de reconhecer rapidamente as duas referências principais do vídeo: a esfera mortal do clássico “Fantasma” (1979) e a crise de Isabelle Adjani na célebre cena do metrô de “Possessão” (1981). Por coincidência, tanto o ator Angus Scrimm, intérprete do Homem Alto que lançava as esferas de “Fantasma”, quanto o diretor Andrzej Zulawski, de “Possessão”, morreram nos primeiros meses deste ano. O diretor do clipe é Ringan Ledwidge, que também já dirigiu um filme de terror, “A Face Oculta do Mal” (2006). A música faz parte do EP “Ritual Spirit”, lançado em fevereiro, e foi gravada em parceria com a banda escocesa de hip-hop Young Fathers.
Angry Birds: Novo trailer revela razão da guerra entre passarinhos e porcos verdes
A Sony Pictures divulgou um novo trailer da animação “Angry Birds: O Filme”, que explica a trama. A prévia revela, para quem não conhece o game em que o filme se baseia, o que fez os passarinhos do título original ficarem tão raivosos, motivando sua guerra contra o porcos verdes. Por enquanto, o vídeo está em inglês, mas o comediante Marcelo Adnet (“Os Penetras”) é o dublador nacional de Red, cuja voz original foi feita por Jason Sudeikis (“Familia do Bagulho”). O filme tem direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), e chega aos cinemas brasileiros em 12 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA (em 20/5).












